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24 de fevereiro de 2009

FIAT MILLE ETERNO?

Pelo jeito, é. A última atualização foi em agosto passado e a fábrica aproveitou para acrescentar a palavra Economy ao nome do modelo, que já havia recebido de volta o nome Uno. Agora é Uno Mille Economy. E nessa onda de renovação o pacote cara-de-aventureiro Way, antes uma opção, agora é de linha.

Entre as medidas para tornar o modelo de acordo com seu nome, estão: recalibração do motor e redução da rotação de marcha-lenta, adoção de óleo menos viscoso (5W-30), diminuição dos ângulos das rodas e uso de pneus Bridgestone de menor atrito rolamento (não no Way), buchas de suspensão menos complacentes, coletor de escapamento tubular de maior vazão, catalisador de maior volume, molas de vávulas de menor carga e bielas 30% mais leves.

Eu só havia dirigido o Mille, depois de muitos anos, no lançamento da atualização, no Autódromo Internacional Virgílio Távora, em Fortaleza (CE). Como autódromo é para correr e não para avaliar automóvel, pedi à Fiat o novo Uno para conhecê-lo melhor – revisitá-lo seria expressão mais apropriada.

Só surpresas, e boas. Como o Uno está bom! A baixa massa (840 kg) do 4-portas que dirigi faz o motor Fire flex de 999 cm³ e 66 cv (álcool) parecer mais potente do que é. O notável é o torque máximo de 9,2 mkgf ocorrer a apenas 2.500 rpm, menos da metade da rotação de potência máxima (6.000 rpm), algo raro na história do automóvel.

O carro sai da imobilidade sem esforço aparente e anda com total desenvoltura. A aceleração 0-100 km/h e a velocidade máxima informadas pela fábrica, 15,1 s e 153 km/h, o deixam apto a trafegar em qualquer situação de trânsito. A quinta 0,838:1 e o diferencial 4,067:1 resultam em 30,8 km/h/1.000 rpm, o que significa rodar a 120 km/h reais com o motor a 3.900 rpm. Podia ser um pouco menos, não comprometeria a agilidade pelo motor que tem.

O modelo traz no painel, à esquerda do velocímetro, um econômetro que funciona à base da leitura de pulsos das válvulas de injeção. Mesmo com acelerador aberto em baixa rotação, o ponteiro fica na zona verde da escala, a de menor consumo. Nota 10! Mas, francamente, eu preferiria um conta-giros no lugar do econômetro. Bem que poderia ser possível escolher. Ou deixar a leitura por conta de duas luzes, verde e amarela.

A rodagem do Uno está perfeita. Molas e amortecedores no ponto certo e isolamento eficaz das imperfeições do piso. Nem duro nem macio demais. Nota-se claramente o que 25 anos de desenvolvimento fizeram. Só falta colocar um apoio para o pé esquerdo, não custa nada.

A suspensão independente tipo McPherson nas quatro rodas funciona à perfeição e constitui um dos destaques do Uno brasileiro, já que o original italiano adotava eixo de torção. O comportamento em curva é irrepreensível, com subesterço moderado e a curta distância entre eixos (2.361,5 mm) não atrapalha nas curvas de alta velocidade em rodovias.

Dentro, muito espaço, que chega às raias da genialidade. No Brasil só vimos isso no Brasilia, que foi expoente no seu tempo e não chegou a conviver com o Uno. Podem acusar a localização do estepe no compartimento do motor de ser condenável do ponto de vista de absorção de impactos frontais, mas que é prático, é.

Bom de dirigir, bons bancos, comandos leves (o carro tinha direção assistida opcional), seleção de marchas perfeita, tudo contribui para um rodar agradável. O pequeno comprimento de 3.693 mm é apropriado para o trânsito denso e o tanque de 50 litros está bom para o maior consumo do álcool, que a Fiat informa ser de 11,1 e 15,6 km/l cidade/estrada (15,6/22 km/l com gasolina). Pelo que observei esses dias, são números coerentes.

Com a eliminação temporária do IPI, o 4-portas custa R$ 23.367. Com todos os opcionais, R$ 29.299. Estes incluem ar-condicionado, direção assistida, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos, cor metálica (R$ 526) e rádio/toca-CD com MP3 e RDS (R$ 272). O duas-portas básico sai por R$ 21.754 e com os mesmos opcionais vai a R$ 27.585. Mas quem quiser o duas-portas básico só com o imprescindível ar-condicionado pagará R$ 25.373. Nada mau para 10.700 dólares, mostrando uma relação custo-benefício imbatível. Mesmo sendo velhinho.

Comenta-se que a carroceria do Uno não tem condições estruturais para se enquadrar nas normas do Contran/ABNT referentes a testes de impacto que vigorarão a partir de 2012 e nem poderá ter airbags instalados. Com isso, estaria decretado seu fim, o que seria uma pena. Torço para que a Fiat encontre uma solução.

Que o Uno continue eterno. Ele pode.

BS

65 comentários:

  1. Mais uma vez, Bob Sharp, uma sensacional avaliação. Mesmo sendo um bom carro, é curioso que a Fiat ainda pode melhorá-lo praticamente sem custos. Seria o caso do motor 1.0 do palio 2010 (73/75 cv) ou até mesmo do 1.4 fire, que deixaria o carro com desempenho semelhante ao dos saudosos 1.5 R, mas ainda bem econômico. Abraços.

    Lucas

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  2. Marlos Dantas24/02/09 17:02

    Bob,
    A utilização deste óleo de menor viscosidade continuaria sendo indicada quando o Uno Economy estivesse com a quilometragem já elevada?
    Abraço.

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  3. Bob,
    aquela dureza e aspereza de rodagem da suspensão traseira atávica do Uno desapareceu?Abraço

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  4. Lucas,
    Sem dúvida que mais 9 ou 10 cv deixariam o Uno ainda melhor, mas para a massa e a proposta do carro está bem adequado. Como escrevi, fiquei surpreso com a desenvoltura dele.

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  5. Marlos,
    Sim, como em todo motor não faz sentido usar óleo mais viscoso com alta quilometragem. Essa é uma lenda urbana que certas petroleiras aproveitam para vender mais um produto.

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  6. Thiago,
    Nunca achei a suspensão traseira do Uno tão áspera. De qualquer maneira, a desse carro que dirigi me agradou bastante. Isso tem a ver com as engenharias tendo mais mão em suspensão a cada ano. O Citroën C3 e o Honda Fit era dois carros duros demais atrás e corrigiram no modelo 2009. Já o Focus 1,6, depois que eliminaram a barra estabilizador traseira e tiveram que compensar o menor controle de rolagem endurecendo a suspensão, piorou, ficou desagradável.

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  7. André Andrews24/02/09 19:07

    Esses óleos Acea A1 ou A5 são considerados "fuel economy", e embora exista em outras classes óleos com a mesma viscosidade SAE, a viscosidade HTHS nestes é maior. Os A5 tem que comprovar economia maior que 2,5% perante um 15W40. Mas com os intervalos de troca curtos vigentes no Brasil -- seja por parte dos fabricantes ou dos consumidores -- e o preço mais caro destes lubrificantes, não sei se vai "pegar" como se diz. Nos Fords parece estar dando certo

    Bob, você reparou nos interlalos de troca de óleo no Uno?

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  8. Ótima avaliação,Bob.
    Será que os Engenheiros da Fiat não cogitam usar esse baixo peso para utilizar no Mille a versão do motor 1,0 litro do Palio Economy,juntamente com ângulos de suspensão mais radicais, para uma versão esportivada do Mille?
    Quando andamos nas primeiras unidades do Economy, ele passarinhava a uns 130-140 km/h ,isso foi corrigido?
    A direção assistida custa cerca de 1.300 dinheiros no Mille. Compensaria adquiri-la tendo em mente somente uma condução mais forte em estradas sinuosas?

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  9. Caio Ferrari24/02/09 21:48

    Bob, tenho uma pergunta que o "excelente" atendimento da Fiat não consegue responder, só dão aquela resposta padrão: Há algo que tenha mudado no Economy para receber o óleo 5w30? Anéis, pressão da bomba de óleo, etc?
    Gostaria de usá-lo no meu Flex "antigo" mas tenho receio de não fornecer ao motor a lubrificação necessária.
    Antes que pergunte, explico porque quero "fugir" da pobríssima informação do manual (que indica APENAS óleo Selènia 15w40 ou 10w40): Toda manhã fria, os Flex batem tucho... Um tec tec tec que dura 2 ou 3 minutos. Quando o óleo esquenta e/ou os tuchos se dilatam com o calor, o barulho para. Isso seria justificável caso o motor usasse tuchos hidráulicos, mas não é o caso.
    Os atendentes dão apenas a resposta padrão.

    Notei que o Mille Economy o motor tem funcionamento liso desde a partida, o que é muito bom.

    Quanto ao carro, acho que a Fiat fez muitas economias porcas. As portas tem som oco ao fechar, o ruído é mal absorvido, em altas rotações o ruído é excessivo e, o pior defeito são os cintos não retráteis no banco traseiro. Isso é um desestímulo para usarem (apesar de seu sempre exigir) e dá um trabalho quando vou levar atrás pessoas de idade com pouca habilidade para fazer a regulagem.
    Olhando o acabamento dos Unos CSL, a unica coisa que posso dizer é: Uma pena. Uma pena que a Fiat tenha jogado o Mille na sargeta e não tenha tido competência de trazer para o Palio os atributos do veterano. O Palio é apertado em altura, ruim de curva e muito lento. O motor Fire 1.0 não tem potência em baixa para mover o peso extra com agilidade. E em alta, o motor é comedido, amarra demais, logo, o câmbio encurtado não resolve. Aumenta bem o consumo e não traz desempenho.

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  10. André,
    Troca de óleo do motor a cada 15.000 km ou 1 ano, especificado Selenia K Pure Energy, que é sintético; são 2,7 litros com filtro. Não é informada classificação de serviço API ou Acea, como as que você mencionou. Para as condições de serviço pesado, o intervalo de quilometragem cai à metade, mas o de tempo permanece inalterado.

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  11. Alexei,
    Não notei instabilidade direcional. Não sei a se direção assistida tem relação mais baixa do que a não-assistida, mas acredito que a assistência só tenha valor em manobras ou para virar curva de esquina. Já andei muito de Uno sem assistência e mesmo com os pneus 145-13 o ângulo de volante era pequeno andando forte em estrada. Mas vou esclarecer na Fiat essa questão da relação de direção e depois conto.

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  12. Caio,
    É improvável que a Fiat baixasse a viscosidade do óleo sem levar em conta esses fatores que você citou. Mas vou verificar quais mudanças foram feitas e depois informo.
    Você já viu vários flex baterem ao ligar frio? Não deveria bater nada.
    Quanto ao resto da depenação, cintos traseiros etc., isso é mal da indústria, o que é lamentável.

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  13. André Andrews25/02/09 01:53

    Caio,

    Estes óleos indicados para seu carro são A3, que são considerados de maior proteção e até permitem maior intervalo de troca do que o Selenia K Pure Energy mencionado pelo Bob, que é um Acea A1. Geralmente, os motores que usavam A3 quando passam a usar óleos "fuel economy" vão para o A5, que é um A1 somado às melhorias de um A3. Portanto, se a Fiat até "voltou para trás" na indicação (A1 e não A5), pode ser que não haja contra indicação. Mas o correto seria mudar para o A5, nos carros da Peugeot aconteceu justamente isso, nos últimos anos continua a indicação de A3 no manual, mas ao abrir o capô já há uma indicação da possibilidade de usar um óleo economizador de combustível (A5).

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  14. Acredito que a "bateção" dos fire flex pela manhã não esteja relacionada ao tipo de óleo.Já comentei em outra oportunidade dum amigo que tem um Way. Incomodado com o barulho pela manhã, foi até a concessionária e reclamou do barulho. O técnico pegou várias chaves de outros milles zero e os ligou, um por um. Uns bateram, outros não. Meu amigo se conformou. Mas apesar disso, ele se amarra no carrinho!

    Abraços

    Lucas

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  15. Renan Garcez25/02/09 11:29

    Olá, ótima avaliação do Uno.
    Sobre AirBags, por volta de 97>99 teve fiorino com AirBag p o motorista! Basta somente adaptar para o passageiro! O outro problema é a questão de impacto, este sim pode dar trabalho!
    QUem não gosta dos acabamentos,t em como melhorar sim! Em ferrovelho, vc encontra todos os acabamentos dos Unos TOPS, inclusive o cinto de segurança traseiro retratil(Eu tenho no meu). e não é adaptação, ocarro tem todos os pontos de fixação prontos!!! Basta colocar e aparafusar.
    Quem quiser tirar mais dúvidas sobre o UNO podem acessar nosso forum. www.unoclub.com.br

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  16. Caio Ferrari25/02/09 13:20

    Pois é bob, vários Fire Flex batem. Mas só em dias frios mesmo, nos dias de manhã quente, não se ouve nada.

    Na concessionária, o chefe da oficina ligou uns 10 carros e todos faziam...
    Voltei da revisão agora, 30mil km e R$800.. Fiz limpeza de bicos (sim, estavam sujos, a vazão foi medida na máquina - não fiz nada preventivamente), alinhamento, balanceamento, troca de velas, oleo, filtro, etc.
    Acho um absurdo o valor gasto num Mille. Nos 45mil, pretendo arrumar um mecânico caprichoso e de confiança para fazer o serviço.
    Somando todos os gastos de combustível, impostos e seguro, esse ano gastei R$6510 (rodei 15mil km). São 2830 passagens de ônibus para ter um banco um pouco mais macio para pegar o transito de SP.
    Carro é sempre um mau negócio...

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  17. Olá Bob Sharp,

    Bom que mesmo havendo tantos modelos e constantes novidades no mercado brasileiro hoje, há quem pare pra dar uma olhada em um modelo hoje popular, que está há 25 anos no mercado com milhões de unidades vendidas em vários países.

    Conversamos no lançamento do Uno Mille Economy em Fortaleza quando me perguntou sobre os clubes do Uno, os quais estou representando junto à Fiat. Pelo pouco que conheci e depois suas matérias que li, saber que um jornalista sério e com a experiência e conhecimentos que tem, tece tal avaliação agora é gratificante. Até porque os proprietários e fãs de certo modelo tendem a não ter percepção neutra deste. Vi que passou pelas limitações que as montadoras impõem aos populares de modo geral e foi nos diferenciais desconhecidos do modelo. Aquelas coisas que realmente só percebe convivendo um pouco com o carro.

    Quando comprar seu Uno Economy lhe indico o clube mais próximo. Hehehe.


    Abraço

    Luiz Cláudio da Mata

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  18. Caio,
    O mau negócio é o preço do conforto, da comodidade e, sobretudo, da liberdade. Só se perde o carro quando é roubado...
    Muito estranho ter sido necessário limpar bicos com 30.000 km. Dois carros meus (ambos Celta) estão com 80 e 90 mil km e nunca teve os bicos limpos. Nem meu Escort 1,8 Zetec que vendi faz pouco com 150.000 km. Seu carro falhava, tinha algum sintoma de má alimentação em 1 ou 2 cilindros, marcha-lenta irregular? No manual do proprietário dos Ford é dito taxativamente que não é preciso limpar bicos jamais. A Bosch também afirma que não é necessário.

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  19. Luiz Cláudio,
    Achei muito legal ver todos aqueles Uno no autódromo, esteja certo disso. Parabéns pelo seu empenho e dos seus colegas em preservar a imagem do que considero a obra-prima de Giugiaro.

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  20. Renan,boas dicas mesmo.

    Sobre os bicos, um carro nosso ,que já vinha dando sinais de falta de alimentação , no feriado de terça ocorreu falta total de alimentação no cilindro 1 e falta parcial no cilindro 4. Tanta que achamos que era elétrico o problema, testamos a faísca antes de remover a flauta para limpar as válvulas injetoras.

    Esse carro tem apenas 19.000 km e utilizou apenas gasolina,tipo COMUM sem aditivo, mas de boa procedência.

    Nos outros Gasolina eu uso aditivo aumentador de octanagem( que também " limpa " ) e nunca tive problemas.

    Portanto, a solução deve ser usar SOMENTE gasolina ADITIVADA ou com aditivos que promovam limpeza.

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  21. Alexei, era bico sujo mesmo?
    Você não deixou claro isso na mensagem.

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  22. Celso Luft27/02/09 23:28

    É justamente pelo fato de não existir gasolina sem aditivação de limpeza que as fábricas declaram que seus injetores são auto-limpantes. Só se limpa uma coisa quando está suja, sintomas de "bicos" sujos são má retomada, partida dificil, lenta irregular, má retomada e consumo elevado. Dá para um motor ir da concessionária a 300 mil km (ou à primeira retifica ou ao ferro-velho) sem nunca ter passado nem perto de limpeza de injetores.

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  23. Caio,não era somente bico sujo não.Eles estavam 80 %.O Filtro de gasolina tinha restrição.

    Isso provocava falhas ocasionais talvez desde os 14/15 mil km

    Mas o que ocasionou as falhas fortes do 1 e 4 provavelmente foi oxidação dos contatos do módulo- central de comando eletrônico. O interior do carro úmido desse verão chuvoso , e depois o carro deixado sempre trancado, com os vidros fechados, ao sol forte, oxida levemente os contatos da ECU( como no interior de um distribuidor )e com o tempo essa oxidação impede a amperagem de funcionamento que é preciso chegar aos bicos e eles param.

    Basta rewmover a ECU e passar um limpa contatos...

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  24. Até meio chateado de só ter visto esta belíssima impressão ao dirigir apenas hoje.

    Infelizmente o Uno tem várioss detratores que falam mal, sem nem ao menos ter dirigido um. Sou um feliz proprietário de um 1.6R 1990 a quase 6 anos, e gosto do mesmo cada dia mais. O carro tem um carisma absurdo.

    Isso aí Bob, vão ter que engolir o Uno! =)

    Meus Sinceros Abraços
    Digo Garcia - Administrador
    www.clubedounobrasil.com.br

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  25. meu uno fire,falha em baixa rotaçao,em alta nao,pode ser regulagem de valvulas?

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  26. Olá a todos.
    Tenho um Economy 2009 com 2.700 KM rodados somente com alcóol, e de repente o funcionamento ficou estranho, como se estivessem funcionando somente 3 cilindros. Na autorizada fizeram uma limpeza dos bicos injetores (acompanhada por mim o tempo todo) e o carro voltou a funcionar "redondo". O técnico me orientou a usar um tanque de gasolina aditivada para cada três de alcóol, para que o problema não se repita. Como o problema não é coberto pela garantia, paguei R$ 120,00 pela brincadeira. Parece brincadeira, dois meses de uso sempre abastecendo com alcóol de procedência, e os bicos ficam sujos. Será que estão sendo fabricados no Paraguai ou na China?

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  27. Esse negocio da coluna de direção não suportar air bag é conversa da fabrica uma vez que a peça é a mesma da linha palio e no painel do lado direito há bastante espaço para comportar a bolsa,quanto aos bicos a dica é trocar o filtro de combustivel a cada 10 mil km,usar sempreo o original que segura mesmo a sujeira,os filtros do mercado paralelo o papel filtrante tem outra calibração que deixa passar pequenas impurezas que irão alojar-se na tela filtrante dos bicos diminuindo sua eficiencia

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  28. Eu ,tenho um Mille fire que chegou aos seus 100.000 km ,e tenho duvidas em relação a duração do motor fire,sera que ele roda uns 300.000 km sem retifica?

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  29. Meu Mille esta com 40.000 km desde os 10.000 ouço este barrulho no motor na partida a frio, na concessionária falam caracteristica do modelo, levei em um mecanico falou não ter regulagem de vavulas por ser tucho hidraulico e outra coisa que me irrita é atrepidação na saida em baixa rotação, já troquei coxin e depois de uma semana volta a trepidar, realmente este modelo já me estressou bastante...

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  30. Weber,
    Deve ser um tucho defeituoso. É só diagnosticar qual e trocá-lo, custa pouco. Pode acontecer com qualquer motor. Quando a trepidação ao sair calmo, em baixa rotação, tem mais jeito de ser embreagem, não coxim.

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  31. É Bob mas vc comprar um carro zero e ter que assumir com as custas de defeito de fabricação não é facil de engolir...
    Abraços.

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  32. Tive um Palio Fire Flex 2007 e tive que limpar bicos com 13 mil km e novamente com 16 mil km. Sempre usando álcool, porém consegui isso em garantia da concessionária (comprei ele usado).
    Agora tenho um Siena ELX 1.4 e com 15 mil km também foi necessário limpar bicos e dessa vez não consegui garantia, paguei R$ 65 por essa limpeza, não é caro, mas incomoda. Tenho usado a cada 4 tanques o aditivo STP FLEX, diminui um pouco a lenta 'quadrada'.
    Não aceito esse problema. Tenho também um Classic 2004 com 125 mil km rodados e só uma vez limpou bicos numa revisão sem eu pedir. E não falha nada!

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  33. Leandro Xavier07/10/09 19:16

    Olá Pessoal. Tive um mille fire 07/08 que rodou 40.000km comigo sem dar nenhum problema, rodando só com alcool e sem limpar os bicos. Troquei-o por um economy 08/09 que está me dando uma série de problemas de desempenho, limpezas de bico que duram no máximo 5.000km e o desempenho irregular em marcha lenta e o alto consummo voltam. Estou com uma grande impressão que essa versão economy não se adaptou nem um pouco ao alcool. Está ruim de aguentar isso...

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  34. Bob, em suas impressões sobre o Uno, você fala o seguinte: "...Mesmo com acelerador aberto em baixa rotação, o ponteiro fica na zona verde da escala, a de menor consumo...". O (excelente) site Best Cars alega que justamente muita carga em baixa rotação é que gera maior economia. Há uma contradição, não é ?

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  35. O projeto do Uno data de 1978 ! as montadoras devem ter respeito pelo consumidor no Brasil. Até India e China, estão construindo carros populares melhores do que a gente.

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  36. Tenho um 2008 com 50000 rodados. Ele sempre deu mil probleminhas: luz interior quebra, a seta já parou de funcionar três vezes, a porta esquerda se recusava a trancar durante uma época, entre outras coisinhas. Mas nunca tive nenhum problema mais sério com ele(exceto um que vou relatar mais abaixo).
    Estava pensando em trocar pelo Mille atual, para ter um mais novinho quando este sair de linha, mas ler os comentários (como o do Leandro Xavier) me deixaram com medo. Acho que vou ficar com o meu rodado mesmo.
    Só uma coisa tem me incomodado neste carro que adoro. Quando chego próximo dos 120km/h o carro trepida forte, como se uma roda fosse voar para longe furiosamente a qualquer momento. Depois de balanceamento e alinhamento o problema sumiu, mas mesmo tomando muito muito cuidado com buracos e irregularidades o problema voltou a acontecer depois de 5-6000km rodados. Alguém sabe o que exatamente pode estar causando isso? Abraços

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  37. PV, o meu Mille 2006 tem apenas um problema: o carro trepida a partir de 90km/h mas quando ultrapasso os 120km/h o carro para de tremer.

    É uma vergonha admitir isto, foi eu mesmo que causei. Inventei de colocar rodas aro 14 para melhorar a estabilidade das curvas (e realmente melhorou) mas surgiu a tremedeira.

    Recentemente, voltei para as rodas originais e observei que o problema aparece com uma frequencia menor. Provavelmente ao usar as rodas mais pesadas devo ter danificado a suspensão ou algo ligado as rodas / direção.

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  38. Olá pessoal.

    Tenho um uno 2005/06 gasolina.

    Ultimamente tenho percebido que o carro parece estar com tudo mole. Se freio mais forte fica jogando de lado, nas curvas parece que joga a traseira para o de dentro da curva. O que pode ser isso?

    Att,

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  39. Anônimo 27/10 20:00
    Pode ser uma coisa ou varias combinadas:
    - amortecedores com pouca ação
    - direção desalinhada
    - suspensão traseira desalinhada
    - buchas dos braços de controle danificadas ou gastas
    - problema nos pneus

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  40. Meu primeiro carro foi um Uno CS ano 1987, marrom por fora e por dentro, motor 1,3 álcool q apesar d beberrão era muito bom, pegava na primeira até nas geadas de -2°C do Paraná, é um carro q nasceu bem resolvido seja pelo espaço como pela modernidade do capô e para-brisa em ângulo ou pelo belo modelo 2 portas com aquela maçanetinha embutida, e a posição do estepe bem prático, comandos satélite no painel e até o limpador d palheta única, tudo nele foi pensado....lembro q a propaganda de lançamento o mostrava como um grande marco...comparado ao fogo e à roda imaginem só hehehe, vejam o vídeo no youtube.

    Mas como sou saudosista só gosto dos primeiros modelos aquele com farol quadrado, e fico absurdamente triste quando vejo alguns trocarem a frente. E o Prêmio e a Elba ahhh q saudades, são tão bons q quem tem um em perfeito estado dificilmente vende.

    Pena que a Fiat só fez aquela tralha do Uno Way, parece um carroção, sinceramente não consigo entender como alguém pode querer comprar aquilo, ao meu ver seria bem mais interessante tirar o Uno 1,5R ou 1,6R do sarcófago. Mas o pessoal tá com mania de offroad, só dá SUV e estes cross sei lá o quê.

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  41. tenho um palio economy fire 2011/12 e desde quando veio as vezes demora a ligar e percebi agora que trepida demais a embreagem qdo der ré numa subida, e só tem 11ookm rodados...acho que dei azar porque tive um 97 desde zero e nunca deu problema s o queimou uma bobina,,,

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  42. Caro Sr.BOB SHARP.Só leia se interesar. Tenho um uno mile economy 2 portas
    2010,na cor azul, tirado zero KM pela Sinal veiculos butantâ, pois estou esperando uma resposta da fiat até hoje mais não tive nenhum contato, o veiculo está com 18.000KM, veiculo na 1º revisão de um ano pois o mesmo não roda muito, estava com a capa do banco trazeiro soltando, veiculo trepidando o volante a 100km/h, saiu da concessionaria todo respingado de tinta prata, pois a mesma estava de reforma na semana que eu retirei o veiculo, ficou na revisão e só fizeram a troca de oleo.estou desepicionado pela concessionaria, pois não fizeram nada ate hoje, estou no aguardo da mesma, pois o veiculo continua do mesmo jeito.
    Pela fiat estou contente pois não e o primeiro fiat que eu tenho.
    Mais se eu tivesse comprado um fiat no valor mais caro, a concessionaria me daria mais assistencia ok.
    Por favor já que o SR. conhece muito o uno mile economy muito bem, por favor se puder me ajudar eu agradeço ok.

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    1. Paulo
      Você reclamou na fábrica ou apenas na concessionária? E por que não voltou à concessionária assim que viu os respingos de tinta e sentiu a direção trepidando em velocidade? Reclamrar isso um ano depois fica difícil atender, principalmente agora que a garantia acabou. Responda, por favor, se esses problemas foram passados à Fiat.

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    2. Sr. Bob bom dia.

      Foi sim reclamado na mesma semana que retirei o veiculo, pois a mesma me disse que eu teria que ter visto na hora que retirei o veiculo, mais no dia que retirei o fiat, estava chovendo muito, por isso que não tinha reparado os respingos de tinta. Me ligaram da concessionária para responder um questionário para dar opinião sobre o vendedor e concessionária, e reclamei novamente mais não resolveram.
      Tive uma ligação da fiat eu acho que era, pois me falaram que entrava em contato para tentar resolver, e dariam um polimento grátis, falei com a Sinal veiculos, pois a mesma me disse que na revisão resolveriam, levei o veiculo para a revisão de um ano, pois o carro tinha 6.000km e não 15.000km. O consultor técnico me disse que resolveria na revisão dos 15.000km, mais eu falei para ele que não estaria mais na garantia.Pois a Sinal ficou de dar resposta, e estou no aguardo até hoje.
      Pesso desculpas por escrever muito, e agradeço sua atenção.
      Boa tarde.

      Excluir
    3. Paulo
      Essas coisas têm que ser resolvidas logo. Se a concessionária não resolveu de imediato, o dono do carro tem que pressionar a fábrica, que nunca deixa um prolema por resolver. No caso da Sinal, se ela não deu resposta, você tinha que ter cobrado dela, e não ficar esperando. Só funciona assim, reclamando pesado com a fábrica. Agora, passado um ano, dificilmente a fábrica resolve, mas é você que tem que agir, entrar em contato novamente. Eu poderia ajudá-lo no começo, agora não tenho como.

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  43. Olá Bob!
    Sou grande admirador do seu trabalho, desde avaliações antigas, matérias em outro site, e "agora" no autoentusiastas.
    Não querendo "ressucitar" o tópico, porém li em um comentário seu acima que você vendeu um escort zetec com 150.000km rodados. Gostaria de tirar uma dúvida com você a respeito de quilometragem:
    Possuo um corsa 1.4 econoflex, dirijo por cerca de 150km por dia. Eu considero o rendimento desse propulsor excelente (falando em termos de Brasil), consigo médias de cerca de 12Km/h com etanol no ciclo rodoviário e desempenho digno de motor 1.6l. Sou fiél à manutenção preventiva, por exemplo, embora o manual determine a troca de óleo a cada 10000km, mesmo percorrendo apenas trechos rodoviários eu troco o óleo e o filtro do motor a cada 5000km. Como ando em trechos de serra, utilizo faixas de rotação entre 2800rpm a 4500rpm, pois não gosto de "esguelar" o motor com marchas altas em rotações baixas. Meu carro está com 46.000km, como dirijo em estradas isoladas e em horários não muito aconselháveis, procuro sempre ter um carro em boas condições para não ficar na estrada. Segue então minha pergunta, finalmente: qual a vida útil média de um motor? Sei que alguns carros chegam a "rodar" mais de 200.000km e ainda possuem um motor inteiro, isso é possível? Considerando o uso com bom, a quilometragem do meu carro é considerada alta?
    Abraços,
    Bruno

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  44. Bruno
    Agradeço suas palavras. Sobre vida útil de um motor, hoje todos duram muito, passam de 200.000 km facilmente. O Celta 1,0 2002 da minha filha está com 140.000 km e perfeito. Meu irmão teve um Mille 1993 que foi vendido com 245.000 km, motor todo original e saudável, isto é, ainda tinha toda a potência e não precisava de adição de óleo entre trocas – a cada 10.000 km, como o Celta da filha. Tudo bem, você gosta de trocar óleo a cada 5.000 km, continue, mas o fato é que você está apenas jogando dinheiro fora, não melhora a lubrificação do motor por isso. Enfim, a quilometragem do seu Corsa pode ser considerada baixa ainda. E pode esgoelar o motor sem receio, como o meu irmão fazia no Mille dele quando era preciso potência.

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  45. Estava lendo este texto (http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/02/caminhos-sem-volta.html) e de alguma forma vim parar aqui. Duas ótimas surpresas!
    Parabéns ao Bob pela matéria, a quantidade e conteúdo dos comentários dizem por si.
    Há tempos tenho pensado no Mille como opção para viajar pelo interior, estradas vicinais e terra, só caminhos secundários e estou me convencendo que pode ser uma boa opção. Muito prazer com baixo custo. Abraço a todos.

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  46. Sr Bob Sharp, parabéns pela excelente matéria, perfeita para que "usa" o carro, e não apenas divaga sobre números. Tenho um Mille 05/06 hoje com 201.000. De todos comentários vistos concordo com muitos deles, principalmente quanto ao acabamento (???!!!). Quanto ao conjunto mecânico, é impecável para as péssimas condições de São Paulo. Tenho dó de por um carro mais caro nesses buracos. Nesses 6 anos, a manutenção foi a seguinte: freios completos e troca de correia e tensor por duas vezes sendo que correia trocarei agora pela terceira vez e a bagatela de R$ 150,00 com mão de obra.; troca de velas 3 vezes, 1 troca de embreagem com 167.000 KM ( e 5 anos de uso) e troca do feixe de molas com 192.000 HM. Um cabo de acelerador, uma mangueira de arrefecimento (danificada numa lavagem do sistema), e mais recentemente, 1 terminal de direção e as buchas; dois jogos de pneus e algumas lâmpadas. Considero isso pouco para um uso constante de 7 dias na semana e uma média de 3.000 km´s por mês. Como meu uso é misto, a botinha dificilmente baixa do 11 km com àlcool, sendo o normal em torno de 11,5, isso tanque após tanque. Da minha parte, trocas de óleo (mobil 10w40), e os 3 filtros a cada 10.000 km. Ah, em tempo, nunca fiz limpeza de bicos e os amortecedores são originais. Os peneus trocados logo após 90.000 km. Ainda assim, o carro mantém-se com suas características habituais de rodagem e dirigibilidade.

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  47. Anônimo 21/12/12 13:42
    O que você diz corrobora com a experiência do meu irmão, que teve um Mille 1993 que foi vendido com 246.000 km com a embreagem, amortecedores e molas originais, só revisou ao carburador aos 100.000 km e fazia a troca de óleo a cada 10.000 km, nunca tendo sido necessário completar o nível entre trocas.

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  48. Bob, estive vendo o pessoal falar de quilometragem e me bateu uma dúvida. A quatro rodas desmonta várias modelos com 60.000Km no teste de longa duração e sempre alega que a embreagem duraria mais uns 10.000 ou 20.000km e que os retentores de válvulas já estão muito gastos e logo precisariam serem trocados. Fiquei um pouco confuso. Essa quilometragem elevada que vocês citam é sem nenhuma abertura do motor ou vocês consideram troca de retentores de válvulas e ajuste de sede de válvulas?
    Abraços,
    Lucas

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  49. Lucas,
    É sem nenhuma abertura de motor. Lembre-se, o que se desgasta na embreagem é o material de atrito do disco e que este desgaste é diretamente relacionado com o quanto e de que forma a embreagem é levada a patinar. Tal qual o freio, quanto mais se usa, mais desgastam-se pastilhas e lonas de freio. Retentores de válvulas devem durar o que dura o motor. Se não duram, é problema de qualidade deles, pois seu esforço é muito baixo.

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  50. Bob, agradeço muito sua atenção!
    Abraços,
    Lucas

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  51. Prezado Bob:

    Parabéns pela avaliação. Tenho muito interesse na versão Way, pois pretendo usar o carro para passeios em estradas de terra, mas poucos sites ou revistas a testaram. Em fóruns da Internet, observei que diversos usuários do Mille Way Economy 0 km reclamam que o veículo não tem nada de econômico, fazendo médias com álcool e gasolina muito inferiores àquelas divulgadas pelo Inmetro para esse modelo, por exemplo. Na sua opinião, quais fatores podem ser responsáveis pelo consumo alto - condução inadequada, uso excessivo do ar-condicionado, etc.?

    Também gostaria de saber sua opinião sobre o uso do Mille Way em estradas de terra. Vale à pena o investimento? E o seu comportamento no asfalto, não é relativamente instável pela maior altura do solo (curvas, etc)?

    Por fim, estou em dúvida entre comprar o Mille Way Economy ou o Palio Economy. Sei que a suspensão do Palio é relativamente alta (150 mm, contra 166 mm do Mille Way, segundo o site da Fiat), porém é mais macia, visando proporcionar maior conforto. Para usar ocasionalmente em estradas de terra, qual dos dois é o mais indicado? E, independentemente do uso (terra ou asfalto), qual a sua escolha?

    Saudações cordiais,

    Ney

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  52. Ney
    Quem manda no consumo é o motorista. Não existe nada mais variável, por isso é que existem normas de medição. O Mille Way não é nem mais nem menos gastador que carros da categoria e de motores de mesma cilindrada. Vai muito bem na terra e no asfalto. Prefiro o Palio, mais moderno, mas o Mille não fica atrás em desempenho e tem espaço interno um pouco melhor que o Palio. E se você escolher o Mille, corra, porque deixará de ser produzido este ano.

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    Respostas
    1. Muito obrigado pelos esclarecimentos, Bob. Pode deixar, vou correr para comprar um Mille Way. Além de ser um bom carro, sem dúvida é um clássico da indústria automobilística mundial!

      Grande abraço,

      Ney

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  53. Prezado Bob:

    Esqueci de perguntar, mas li em alguns sites que é necessário fazer alinhamento periódico da suspensão traseira do Mille. Isso é verdade? E ainda: essa suspensão traseira independente é boa? Qual a vantagem sobre as demais?

    Grande abraço,

    Ney

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  54. Ney
    Toda suspensão independente, dianteira e traseira, requer verificação dos ângulos em intervalos de quilometragem e, se necessário, alinhamento. No caso da suspensão traseira do Mille, mesma coisa. A suspensão traseira do Mille é ótima, mas não apresenta vantagem sobre outras independentes. Tem, sim, vantagem sobre os eixos rígidos e os eixos de torção – esses a maioria nos carros hoje – no que tange comportamento, especialmente sobre caminhos irregulares.

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  55. Prezado Bob:

    Voltei para indagá-lo sobre o uso de pneus de baixa resistência ao rolamento. O Mille Way usa o Pirelli Cinturato P4, que não tem essa tecnologia. Vale à pena investir na instalação desse tipo de pneu para reduzir o consumo de combustível?

    Abraço!

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    Respostas
    1. Ney,
      Pode usar, pode, mas o ganho não é nada expressivo. É que as fábricas espremem ao máximo o consumo, para fins de marketing. E são pneus um pouco mais caros.

      Excluir
  56. Prezado Bob:

    Li os manuais do Mille Way Economy 2013 e do Mille Way 2007 e descobri que houve uma pequena mudança na convergência das suspensões dianteira e traseira da versão mais recente. Em 2007, os valores da convergência eram -2 +/- 1 mm (dianteira) e 5 +/- 2 mm (traseira). Em 2013, os valores mudaram para 0 +/- 1 mm (dianteira) e 2 +/- 2 mm (traseira). Se utilizar as medidas antigas na versão atual do Mille Way Economy, quais efeitos podem ser esperados (estabilidade, consumo, etc.)?

    Abraço,

    Ney Jr.

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  57. Ney Jr.
    Realmente houve uma mudança no sentido de reduzir a convergência dianteira e traseira, que na minha opinião pode ser aplicada, sem problema. Só não tenho os valores, isso não é informado no material de imprensa, é coisa de concessionária. Mas acho que a mudança veio antes, no Economy, em 2009 (leia em http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2009/02/mille-eterno.html).
    Qualquer concessionária tem esses valores, mas acredito que a diferença seja muito pequena. O pacote Economy envolveu vários pontos, até mudança para óleo 5W30. Está tudo no post citado.

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  58. Carlos Vianna28/09/13 18:14

    Caro Bob,antes de mais nada parabens pelas analises,as mais corretas que ja li,e isso sem Jaba,vc realmente e um guerreiro.Olha to com uma verdadeira dor de corno,acabei de comprar uma Uno Way,4 portas com ar e direçao.Tive lendo suas analises do Clio 2013,e ia compra-lo,mas fui na concessionaria com minha mulher ,e ela por ser tradiçional,preferiu a Uno,com vamos pagar em conjunto ,açeitei.Me diga com urgençia minha dor de corno vai passar.kkkkk.Um abraço

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  59. Bob na troca de oleo e aconselhvel trocar oleo e filtro de oleo certo? E troca-se aos 7500 ou seis meses o oleo o que ocorrer primeiro certo?Abraco

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