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13 de maio de 2009

AS THE TIME GOES BY...

Sábado passado retornei de uma viagenzinha básica de 3 mil quilômetros para entregar uns motores de uns amigos e pegar mais alguns outros e mais umas pecinhas. A segunda que faço esse ano. Numa viagem dessas, longas, o que mais sobra é tempo e espaço para a imaginação viajar junto conosco. Fiz essa (e todas as outras viagens do gênero) na minha picape Dodge Ram. Uma das coisas que me vieram à mente é que como, sem obedecer a nenhuma estratégia ou planejamento prévio, em mais de uma vez acabei comprando e usando veículos Dodge, que sempre me serviram muito bem.
O primeiro e inesquecivel carro, que tenho até hoje, quase 27 anos depois da compra, meu Dart cupê 76 está da forma que eu sempre quis e sonhei. O velho e cansado 318 que me aturou por mais de 100 mil quilometros foi trocado por um 360, o câmbio original close ratio foi trocado por um cambio híbrido, carcaça de Dart e miolo de F-1000, e o eixo traseiro Braseixos original foi trocado por um Dana 44, mais longo e com um blocante. Instalei subframe connectors e o motor foi carinhosamente preparado.
Hoje é o que sempre sonhei em ter no início, quando o comprei. Pela sempre incômoda falta de tempo, tem ficado muito mais parado que andando, mas é sempre um prazer tirar ele do galpão e, numa manhã ensolarada de domingo, esticar até à cidade mais próxima e retornar, sem muita pressa, sem muito compromisso, apenas pelo prazer de dirigir meu velho carro. No interior, nada modificado, exceto o conta-giros Autometer Monster de 5 polegadas de diâmetro pendurado na coluna esquerda do para-brisa.



Com o passar do tempo e com mais alguns carros na garagem, descobri que não tinha mais como ficar sem uma picape. Isso em 1991, grana meio curta, e nada de picape que coubesse no bolso. Até que eu achei uma D100 abandonada. Olha a estrelinha de 5 pontas brilhando de novo. Lá fui eu embarcar de novo na canoa Mopar. Catei a D100 e depois de uns tempos no estaleiro, estava andando de nova, como nunca deveria ter parado de andar. Mesmos toques pessoais de sempre, mas nada que alterasse demais a velha picape. Companheira de muitas viagens, me ajudando a carregar muita coisa pelo país afora.
Na rígida aplicação do termo, uma picape de homem. Eixo rígido atrás e na frente, 4 feixes de molas, freio sem servo, direção mecânica. Nada que lembrasse finesse, conforto ou facilidade de dirigir. Mas confiável ao extremo. Uma boa compania de viagem. Mas de preferência em viagens não muito longas, mais de 400 quilômetros é algo impossível de se fazer de uma só vez.



Então, minha atual viatura. Outro daqueles acasos que eu não consigo acreditar que tenha sido assim tão fácil quanto pareceu. Teve alguma ajuda de alguém em algum lugar. Em 1994 eu estava viajando em férias didáticas aos Estados Unidos para aprender um pouco mais com os caras lá de cima e por acaso entrei em uma concessionária Dodge e vi pela primeira vez ao vivo uma Dodge Ram das mais modernas.
Era o ano do lançamento, o carro era zero, novo e deslumbrante e tudo, motor, câmbio e carroceria eram novidades absolutas naquele ano. Ao ver uma modelo 2500 V10 pirei. Pensei o quão legal seria ter uma aqui e poder rodar com ela país afora. Poder levar e trazer coisas legais e que me agradam sem me preocupar com distâncias, falta de conforto e outras coisas no gênero.
Logo depois de um breve devaneio, me belisquei para acordar e voltar à minha realidade, porque sabia melhor que aquilo tudo era caminhão demais pro meu montinho de areia. A espera só foi de 6 anos e meio. Nem senti o tempo passar e tinha uma minha, só minha, 2500, V-10, automática e 4x2. Do jeito que eu queria (ou quase, se pudesse escolher, queria com câmbio manual de 5 velocidades). Como foi o primeiro carro realmente moderno que comprei, me fez rever muitos conceitos. E apesar de não ser nova, zero-km, era praticamente idêntica ao modelo à venda no ano da compra, início de 2001.
Já estava morando em Brasilia e sabia da impossibilidade de fazer longas viagens na D100 e já procurava uma substituta que coubesse no bolso e pudesse manter bem. De uma só vez, todos os problemas resolvidos. Nesses anos, já rodei algo próximo a 65 mil quilômetros nela, grande parte disso em estrada, passeando daqui para lá e de lá para cá. Incrível como o conjunto é legal, como o veículo passa tranquilidade e segurança em uso normal, quer vazio, quer carregado.


Ou seja, tudo o que eu sempre apreciei na D100, mas num pacote amigável ao motorista, que merece um mínimo de conforto durante longos trajetos, sem abrir mão de um bom desempenho e muito menos ainda da confiabilidade mecânica. O mesmo prazer, a mesma alegria que tinha ao começar a usar a D100 tenho nela, e da mesma forma que quando comprei a D100, lá em 1991, me sinto muito feliz e satisfeito com minha picapona, minha companheira de longas viagens.

Mas é uma picape, e picapes às vezes, especialmente as grandes, são algo incômodas, difíceis de estacionar em centros urbanos, shoppings centers, e só carregam eu e mais 2 pessoas, tendo em vista que tenho mulher e um casal de filhos, complica usar ela. Precisava de um carro normal para usar com a família. Especialmente para passear pelos bons e aprazíveis pontos de lazer e turismo que temos aqui no Planalto Central. Claro, eu queria um carro tão legal, que me motivasse e me alegrasse tanto quanto o velho Dart, mas sabia que isso não existia mais.

O carro, ainda que muito legal e em excelente estado, não se presta mais a uso normal até pela dificuldade de conseguir sempre peças necessárias à sua boa manutenção, e das inerentes limitações de um projeto de praticamente 40 anos. Algo tinha que ser feito, eu precisava mesmo de um carro novo. Tá, mas o que comprar? Ah, sim, tem que caber no bolso e o 300C Hemi não passava nesse quesito. Vamos pular esse. Mas qual? O quê? E em que estado, já que seria obrigatoriamente um veículo usado, e veículos malconservados costumam ser uma dor de cabeça eterna? O que fazer? E como evitar um carro prata, que tanto desgosto? Então, eis que do nada um amigo me oferece um carro que eu olhava até com uma boa dose de simpatia, mas nunca imaginava realmente ter.

E mais eu queria em algum sonho distante uma com motor 5.9, o maior disponível e não o tão mais comum 5.2. Tive que tomar uma decisão dificílima, a cor era um verde escuro maravilhoso, que, além de eu gostar muito, combinava com o patriot blue da Ram e era verde como o Dart. Inacreditavelmente não tinha as rodas e os filetes dourados comuns a quase todas, era nova, impecável, pouquíssimo uso e, o melhor, ainda cabia no meu bolso. Bom, nessa altura, por mais que eu quisesse e, claro que eu não queria nem um pouco resistir, catei o jipão. Peguei um avião, fui para São Paulo buscar ela, na confiança, sem nunca sequer ter dirigido uma antes, e de lá fui direto a Pindamonhangaba num bom encontro de velhos amigos e de lá iria ao Rio, e depois voltaria para o remanso do lar.

Tudo me pareceria possível, menos que o mesmo entusiasmo, o mesmo ronco e a mesma disposição de andar e de agradar o dono que eu via no velho Dart, vi de novo nessa Grand Cherokee. Evidentemente saber que basicamente o mesmo motor de tanto tempo estava ali na minha frente, me levando onde queria, era uma sensação fantástica. Claro, melhor, mais liso, muito mais confiável e econômico.


Nesse ponto, fico obrigado a comentar algo que me entristece, mas ao mesmo tempo não me soa como o fim de uma era. Essa semana sabemos sobre o estado real da Chrysler, concordatária e evidentemente em risco de ter viabilidade econômica futura para poder continuar operando e fazendo seus carros, sempre tão legais e tão emocionantes, e que sempre me foram tão caros e bem vistos.

Me lembro sempre do nosso grito de guerra, Mopar Rules! que sempre me soa tão real e tão pertinente pela minha grande ligação afetiva com seus carros. Hoje, vejo de novo um Challenger novo em produção, vejo que os 300 letter series voltaram a ser o que eram e, mesmo com 4 portas, posso ter um Charger novo com 425 hp e isso vindo de um motor chamado com uma palavra de quatro letras outra vez.

Por isso tudo e por muito mais, com participação da Fiat ou não, falida ou não, morta ou viva, Mopar Rules, Man! E como os gringos dizem, Thanks Ma Mopar!

40 comentários:

  1. porque não quis comprar um uno para usar no dia a dia com a familia? cherokee é um excelente carro sem duvida, mas a manutenção não é nada barato...

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  2. Rodrigo Laranjo14/05/09 00:39

    UNO!!!! UNO!!!! Velho, você só pode estar brincando. Você não não entendeu. Nós somos entusiastas. Se fossemos racionais, quem sabe a gente andaria de Uno. Mas se fossemos racionais, não haveria um blog pra falar de carro, afinal, racionalmente falando, carro é só um meio de transporte e blog é perda de tempo.

    Vai procurar dicas pra economizar gasolina em outro lugar!

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  3. Rodrigo,

    Faço minhas as suas palavras...E digo mais,há algum tempinho atrás li um texto delicioso do Bob Sharp dizendo que a gente tem de ter não só um carro para ser conduzido de um lado ao outro,mas sim ter prazer em guiá-lo,SEMPRE !!!!
    E é exatamente isso,poder unir o útil ao agradável,e se o Alex gosta (e pode ter para seu uso pessoal) vários Mopar,porquê se privar disso ???
    Alex,vá em frente,curta muito os seus maravilhosos carros,que a vida acaba sendo mais curta do que um tanque de gasolina (do Dart,bem entendido,rsrsrs !!!), somente quem teve um Mopar sabe dessa sensação...
    Se um dia eu ganhar uma boa bolada,com certeza vou querer uma Challenger SRT8 na minha garagem...De preferência uma Hemi Orange,afinal de contas sonhar não paga imposto,hahahaahah !!!
    Grande abraço do Sul a todos os amigos do blog !!!!!

    Mário Buzian - Ivoti/RS

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  4. O que vocês tem contra o Uno?

    Até onde eu sei, o amigo AG tem uma lista grande de automóveis e entre eles há uma FIAT ELBA que ele gosta muito.

    Vou repetir: conheço uma infinidade de veoiteiros que gostam muito de Fiat. E eles o fazem pelo simples fato de gostar de carro, não se pode ser tão xiita e radical desse jeito pessoal.

    FB

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  5. Show AG!
    Mopar Rules!
    E por quantas anda aquele dart sedan 2 portas, posta ai
    Abraço

    PC

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  6. Boa Alexandre, um texto delicioso, sobre aquilo que a maioria não entende: carros podem ser companheiros, principalmente esses de conceito antigo,com chassis, eixos rígidos, motores grandes, tamanhos impráticos para as atividades mundanas (supermercado, shopping,etc).
    Características que são totalmente absurdas para as pessoas normais.

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  7. Alexandre,
    Grande, perfeito e sensível post. Parabéns!

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  11. Rodrigo Laranjo14/05/09 13:20

    Esse comentário é meu de verdade, não é do amigo mal-educado aí.

    De todos os carros que eu tive, o que eu mais amei foi um Uno Mille ELX 1995 que ficou comigo por 6 anos. Foi o "companheiro de aventuras", mas é óbvio que ele não era nada "emocionante".

    Hoje tenho o prazer de possuir, além do meu carro do dia-a-dia, 3 Opalas, sendo 2 automáticos, um com alavanca no assoalho e outro com alavanca na coluna, e o outro um 74 SS com motor 4.4 para o "lazer básico".

    O que eu quis dizer, e o amigo imaturo não entendeu, é que o prazer que um carro desses proporciona é o "emocionante". É óbvio que não são práticos para o dia-a-dia, mas e daí? O prazer compensa.

    Meus 3 Opalas não são meio de transporte. Quando tenho que "somente me transportar", vou com meu Astra Flex que é mais econômico, silencioso e confortável.

    E pelo que entendi, esse blog trata da alegria que os automóveis nos dão e da nossa paixão.

    Se eu tivesse que ficar com apenas um dos meus carros, com qual vocês acham que eu ficaria? That's the point!!!

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  12. o sujeito compra e anda de Astra flex, para não dizer monza flex, e se acha entusiasta, vá plantar laranjas

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  13. É UM VECTRA!
    Leigo sobre Astra

    É um Astra!
    Europeu sobre Vectra e Vectra GT

    É um Monza!
    Mecânico sobre a linha Vectra e seus modernos motores

    Já, de novo?
    Frentista sobre o ótimo consumo da linha Astra

    Você quis dizer: Monza
    Google sobre Chevrolet Astra

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  14. Esse Rodrigo Larnjo,tinha que ser Opaleiro mesmo...

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  15. Slogans
    Vectra GT - Seja um Grande Trouxa.

    Astra - Você vai entender o que é uma carroça quando tiver um.

    Astra - Impressionante nos detalhes e no seu consumo.

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  16. Opaleiros são todos pobres e RECALCADOS!!!

    Mopar or No Car!!!

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  17. Rodrigo Laranja disse:
    "Meus 3 Opalas não são meio de transporte. Quando tenho que "somente me transportar", vou com meu Astra Flex que é mais econômico, silencioso e confortável."

    os opalas dele não são meio de trasnsporte por que nem andam mais, e Astra Flex econômico, silencioso e confortavel?
    HAUhaUHAUhauHAUuhauHAU

    O Opala era o meio de fuga preferido dos bandidos, numa época em que a puliça fazia perseguições de fusca. A única coisa mais mortal do que o Opala (reconhecido de longe pelo seu cheiro de sequestro, também característicos dos Monza e Chevette) era o temido Veraneio Camburão, pois era feio pra diabo e pelo grupo de extermínio que este levava.

    verdade sobre os opaleiros e donos de Astra:
    São todos sócios da Petrobras, e agora estão preferindo "carros velhos mais novos"
    Chevrolet Opala é um carro que queima óleo, suja sua garagem e sempre te deixa na mão na estrada!!

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  18. Mo par ou ca gar

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  19. Mister Fórmula Finesse14/05/09 14:39

    Alguns frequentadores deveriam ir no ratinho que é algo mais adequado a eles pelo nível de alguns comentários....ou discutir na fábrica de analfabetos do orkut.

    O que deve ser essa Ram V10 hein? queremos detalhes (rs)....

    P.s: para alguns...o entusiasta de verdade, não alimenta preconceitos em relação a qualquer tipo de automóvel.

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  20. Eu sou o meio termo entre o pessoal aqui. Eu me considero sim um entusiasta. Dentro do meu dia-a-dia, da minha realidade, meu carro é pouco prático, beberrão e superdimensionado (é um Focus 2007, Duratec). Mas ele é sensacional! Eu entro, dirijo e me esqueço do tanto que ele tem cara de carro de velho e do tanto que bebe. Mas a partir do momento que temos espaço e dinheiro pra ter mais de um veículo, podemos ter uma máquina e um meio de transporte. Se fosse rico, teria um Smart ou um Híbrido para o dia-a-dia e um Aston Martin (prefiro a Europa à América) para os finais de semana.

    Ah sim, ninguém percebeu que postaram com o nome do Rodrigo... Uma pena que um blog de tão alto nível atraia esse tipo de gente. Mas faz parte...

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  21. foi o Rodrigo que começou com a falta de educação, fazer o que, opaleiro tinha que ser maloqueiro, e chico rulez, vá cachimbar formigas

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  23. anda de Focus durafezes, com uma manutenção carissima, papai dá a mesadinha todo o mês e mesmo assim não acha as peças do carro,
    já que a Ford não vende os carros, tambem não fabrica as peças, e ainda acha que esta em um nivel superior as outras pessoas, vai fazer uma cirurgia plastica o bicho feio!

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  24. Rodrigo Laranjo14/05/09 15:58

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  25. Normalmente os proprietários de opala são ouvintes de Rap, e indivíduos rebeldes: muitos colocam grandes adesivos nos vidros, além de Insulfilm bem escuro. Não contentes, utilizam também adesivos com frases como: "Se Deus vier que venha armado", "Aqui dentro só anda avião...", e se organizam em "clubes" como o 'Clube do opala', 'opaleiros de Votuporanga', 'Só opalão'...

    Além disso, geralmente rebaixam o carro cortando de 2 a 3 voltas da mola, e colocam um escapamento que faz mais barulho que uma Lamborghini.

    Um adereço muito utlizado por proprietários da máquina, são os leds nos faróis e nos ejetores de água do para-brisa, quando não, dentro do painel, embaixo dos bancos e em cima dos pedais.

    Também não pode faltar em um opala tunning o famoso adesivo do coelhinho da Playboy colado no vidro traseiro, que pode ser substituído pelo símbolo da Puma, além é claro de um belo jogo de rodas 14" Acapulco 85.

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  26. Pessoal,que tristeza encontrar tantos comentários idiotas de gente fraca,covarde e preconceituosa...Aposto que esses "anônimos" andam a pé,e vivem sonhando em entrar num carro,nem que seja somente de carona...
    Se vc. quer ficar agredindo gente que tem e gosta de Opala,então deixe de se esconder no anonimato,mostre a sua cara,e prove que tem coisa melhor pra rodar...
    E vamos melhorar o nível de discussão por aqui,afinal de contas
    o tópico e o assunto merece,e muito !!!!

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  28. até parece que ter carro hoje em dia é um privilégio só de alguns, só se for ai aonde tu mora, onde o povo anda de carroça

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  29. O Mao vai adorar essa: para quem achou no post acima que Astra é Monza, se enganou. Astra é sucessor do Kadet que não é nada mais nada menos que o Chevette. Sim, ele mesmo. Do Monza (Ascona para os europeus e Cavalier para os gringos) veio o Vectra, substituído pelo Astra de terceira geração agora chamado de "Vectra". Sim, temos dois "Chevettes" de duas gerações sendo fabricados ao mesmo tempo, fato recorrente quando o Kadet conviveu com o Astra, importado. E para quem acha que determinados carros são de pobre, linhagens antigas evoluem, crescem, mudam de perfil e evoluem com o público em geral. O Opala foi um caso à parte aqui. O Opel Rekord virou carro de classe média que sonhava ter um Galaxi ou um Dojão na garagem, tanto que na Ford acharam que o Maverick seria páreo para ele. Se tivesse fabricado o Taunus, teria vendido horrores. A Volks, Fusca, Brasília, Variant e Passat...
    ...Que aliás, hojé importado e carro de rico, ao contrário daqui que nem com ar era oferecido devido à rejeição do consumidor jeca que preferia morrer de calor a ter algum conforto. A vida no terceiro mundo é assim...

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  30. Descobri este blog agora, e o achei excelente. Vou seguir.
    Aproveito a oportunidade para convidar a visitar meu blog, e deixar também suas impressões.
    Um abraço.


    www.botecodeaeroporto.blogspot.com

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  31. Para ser entusista pode se ter até um fusca.Eu tenho uma 147 PLACA PRETA,e curt tanto como um MOPAR.O que inporta é a satisfaçaõ pessoal, pelo que o carro representa para o dono e naõ o auto en si.O fato de curtir um Mopar , um Polara ou um Pontiac, oque nos move é a paixão e não a razão.

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  32. Desconsiderando os comentários exaltados dos amigos acima, fica um grande abraço e meu chapeu fora da cabeça a todos desse blog. Sou um jovem, Chryslermaníaco desde meus oito anos, primeira vez que vi um Charger na minha vida. Logo que possível terei na garagem um Dart 73 acompanhando os Fords ano 2009.

    Grande abraço,


    Eduardo Zanetti

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  33. hahhaaahahhaha!
    muito engraçado os comentários acima, brincadeiras a parte, é isso ai, muito bom o Blog,
    um abraço a todos os colunistas e amigos do Blog

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  34. Pra quê ficar discutindo sobre Fiat e Chevrolet???

    Afinal......MOPAR RULEZ!

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  36. Aos amigos e leitores que leram e entenderam: o post é sobre isso exatamente, empolgação, emoção e prazer de se usar o que se deseja e que se quer e pode. Respondendo ao Alex, eu não comprei um Uno para passear coma familia porque já temos uma Elba para idas e vindas diárias ao trabalho e escola, e isso é mero deslocamento de rotina, sem paixão, sem emoção, sem nada além de ir e vir. Passear e pegar um carro legal, que se curte e sair com ele levando quem realmente gostamos e queremos bem a um bom e aprazível passeio em locais muitas vezes distantes e não acessíveis a um carro normal.
    E sobre o outro carro tão citado aqui no post, o opala, bom, isso é um assunto para outro post. Outra história como costumo dizer. Apenas como gancho para este novo post, julgo um carro fantástico, com um potencial entusiastico enorme, talvez o maior de todos os carros já oferecidos aqui. Não vou falar deles mais aqui hoje. Opaleiros, aguardem!
    E por fim, paixão não se explica, se vive. Se o Chico curte o Focus dele, um carro com excelente comportamento dinamico, acho que ele deve desfrutar ao máximo do que ele tem e o fato desse carro estar em sintonia absoluta com o gosto e as preferencias dele. Entusiasmo por automóvel é algo dificil de se explicar. Pode ser por qualquer veiculo, porque gosto é algo impossivel de definir ou explicar. Muitos carros são dignos e merecedores de admiração. Falar de Uno com desprezo? como ignorar um Uno Turbo ou um 1.6R? Pálio? e os1.6 16V de 106 cv? Corsa GSI é pior que eles? Um Peugeot 206 rallye é ruim? E um Ka XR? Se formos continuar assim, vamos inevitavelmente tratar de modificações entusiasticas e então, prezados, o ceú vai ser o limite. Porque se todos quiserem um Uno turbo e não se conseguir mais comprar um deles, o jeito é pegar o mille usadinho e trocar a mecanica e clonar um turbo nele. Algum problema? Idem pro Ka XR, e por aí vamos. Me alegra muito saber que vários me entenderam.

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  37. Caro AG.

    Sei como se sente em relação aos seus classicos (todos os que citou com este entusiasmo, se não são, logo serão clássicos)pois na minha vida automobilistica sempre usei e ainda uso alguns modelo com este "coração" no dia-a-dia. Como exemplo, aquela Marajó 89 que adquiri recentemente na empolgação por estar originalzinha, tem sido escolhida quase todas as manhãs como meu transporte ao invéz de outro mais moderno com ar condicionado e todo o conforto de um carro de grande porte, e ainda tem me lembrado de meus dezoito anos de idade.

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  38. alex sena,tenho um kadet para o dia a dia trabalho com fotografias de noivas e para fotografar a noite chego de grande estilo tenho um omega lindo guardado .preto motor original com 800000 km pneus novos bancos .para viagem tambem vou com ele .nao tenho coragem nem de adesivo nos vidros .rodas grandes nem penssar gosto de conforto .vou comprar mai um 1998 o ultimo ano cd 4.1 tambem preto tenho bom gosto nao tenho .acho a maior babaquice equipalo .se quer chamar a atençao chame com bom gosto so desfilando.o carro e lindo naturalmente .e absoluto...

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  39. AG
    Gostaria de saber todas as diferenças internas entre esse "moderno" 318 da cherokee e o clássico 318 dos nosso Darts nacionais.

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  40. Amigo, estou precisando pra ontém de subframe connectors que sirvam no Gol Quadrado 92, sabe quem vende isso? Já viu algum instalado no Gol Quadrado? Sem essa peça o chassi não vai aguentar a torção do motor!

    Favor responder no e-mail: guilhermemaracaipe@outlook.com

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