12 de junho de 2010

QUE PERUA!

Foto: Divulgação Renault

Como eu só havia andado no Mégane de 2 litros no lançamento em 2006, pedi um à fábrica. Queria com câmbio manual e hoje os 2-litros só são disponíveis com caixa automática de quatro marchas. Para me atender, cederam-me uma station Grand Tour série especial Extreme, 2-litros a gasolina e seis marchas manuais, que ainda está na frota de imprensa mas em vias de desativaçào. A versão Extreme ainda existe, mas com motor 1,6-litro flex e caixa manual de cinco marchas somente.

Apesar da versão que está comigo não existir mais, confirmam-se as minhas impressões: que carro agradável, que engenhraria sadia! Tudo está visivelmente acertado, tudo no lugar. Da suavidade dos comandos de embreagem e câmbio à suspensão (McPherson dianteira, eixo de torção, traseira) que tudo filltra e ao mesmo tempo garante um comportamento esportivo na hora de exigir dela, com os corretos pneus 205/55R16. Ou seja, carro europeu na sua essência.

A direção de assistência elétrica é perfeita na dosagem inversamente proporcional à velocidade. Para manobrar usam-se os dedos e em alta velocidade o volante tem o peso certo, nem mais, nem menos. E o volante é ajustável nos dois planos. Por falar nisso, o diâmetro mínimo de curva de apenas 10,7 metros é um destaque do modelo.

O motor de 1.998 cm³, 138 cv a 5.500 rpm, com torque de 19,2 mkgf a 3.750 rpm dá conta do recado à perfeição, com extrema suavidade, e leva a perua a 200 km/h, com aceleleração 0-100 km/h em 9,9 segundos. A caixa de seis marchas, cuja ré é sincronizada também, tem a sexta com 40 km/h/1.000 rpm, permtindo viajar como o motor em baixa rotação -- 120 km/h a 3.000 rpm -- e atingir a máxima em sexta.

O último preço da Extreme manual era R$ 65.000, mas incluía ar condicionado, freios a disco nas quatro rodas com ABS, air bags frontais, travas, vidros (um-toque todos) e espelhos elétricos (esquerdo asférico), rádio/toca-CD com MP3 de mostrador no painel e entradas USB e iPod no porta-luvas (enorme, 17 litros), computador de bordo, chave tipo cartão (mais fácil de usar que a tradicional chave), sapatas de pedais de alumínio, faróis e luz traseira de neblina. O tanque -- ótimo, de 60 litros -- não tem a tradicional tampa, havendo no lugar uma borracha de vedação incorporada à portinhola, solução moderna e prática.

A fábrica informa consumo de 10,5 km/l na cidade e 16,5 km/l em rodovia, mas para o sedã, que pesa 50 kg menos. Pode-se esperar alguma piora na Grand Tour, mas nada significativo.

Os 2.686 mm de distãncia entre eixos e os 4.500 mm de comprimento dão a certeza de espaço interno amplo, com bastante conforto. A altura de 1.467 mm (1.505 mm contando as barras de teto) está na medida certa, com também a largura de 1.777 mm sem contar os espelhos (2.025 com eles). Pesa coerentes 1.370 kg e volume do compartimento de carga de 520 litros, ampliável para 1.600 litros, atende bem às necessidades de uma família com até 3 filhos.

Quem tiver um mínimo entendimento do que seja um automóvel se apaixonará por este médio Renault -- não importa se sedã ou perua, 1,6 ou 2 litros, manual ou automático --, sendo intrigante que não venda, não está nem entre os 50 mais vendidos no Brasil.

Só suas linhas lhe assegurariam sucesso, quanto mais suas qualidades construtivas e de rodagem. O tipo de carro em que se arranja pretexto para andar com ele, tão agradável que é.

BS

56 comentários:

  1. Finalmente uma excelente avaliação do Megane 2.0 6 marchas.
    É meu carro de uso e concordo com tudo que o Bob afirma. Se vc achar um usado inteiro, pode comprar e só terá alegrias.

    McQueen

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  2. Marcelo Augusto12/06/10 23:28

    Pelo visto estas relações de marcha foram "abrasileiradas", pois 6 marchas reais (de potência) só pode ser coisa de engenheiro tupiniquim.

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  3. Marcelo,
    Você tem razão, embora carros que chegam a 200 km/h e têm última marcha de potência torne facultativo o conceito "n+e" marchas para rotação baixa em velocidades de viagem. Tanto que a 120 km/h o motor está só a 3.000 rpm, praticamente metade da rotação de potência máxima.

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  4. Nunca dirigi um Megane (com a exceção da nova Scénic, se é que ainda se pode chamá-la de Megane), mas já andei como passageiro numa Grand Tour 2.0 com o câmbio de 6 marchas Só posso dizer que fiquei com uma excelente impressão do carro, totalmente em sintonia com os comentários do Bob. Deu vontade de dirigir e até mesmo de comprar, tanto é que já o recomendei a mais de um amigo. Pena que essa versão não esteja mais disponível.

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  5. Uma coisa que aprecio no Bob, é sua capacidade de avaliar um carro deixando de lado parâmetros absurdos de comparação, e encontrando em cada um, as qualidades que ele tem, dentro daquilo a que se propõe. Desta forma, consegue encontrar e nos passar o justo valor de um carro, e também nos poupa de ler as idiotices que lemos aos montes por aí, tipo "a Grand-Tour é um lixo, bom mesmo é o Audi A6 Station, ou "o Logan é um lixo, bons mesmo são o Corolla e o Civic". Este texto sobre a Grand-Tour deixa a entender que ele acha o carro um injustiçado pelo mercado. É exatamente o que penso.

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  6. Marcelo Augusto13/06/10 02:41

    A Renault sempre quis vender o que vem vendendo mesmo. O mercado de maior venda é o Sudeste, em São Paulo roda-se o ano todo com álcool como melhor custo por km rodado... e o motor maior não é flexível.

    Até a sócia Nissan oferece importados flexíveis e deu uma alavancada nas vendas. Até Mitsubishi TR4 - que vende pouco e tem público fiél e restrito - se deu bem quando virou flexível. E vc pergunta pro pessoal da Renault e eles falam: "o público alvo não liga pra esse fator".

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  7. Marcelo Augusto,
    Quem tem carro a diesel não parece se preocupar com o fato do carro ser "inflex", não é? Deixar de comprar um excelente carro por não ser flex tem muito mais a ver com medo de desvalorização do que com custo para rodar. Flex virou característica sine que non para sucesso em vendas, uma aberração em si só.

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  8. Tive um 2.0 de 1998 daqueles montados na Argentina.
    Tinha uma excelente estabilidade e andava muito apesar de ter um motor um pouco mais fraco que esse.
    Foi um excelente veículo.
    Só troquei de marca porque a CAOA, para variar, sacaneou seus consumidores e suspendeu a importação.
    Depois que começaram a ser montados no Brasil, não sei porque, a marca não me atraiu mais...

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  9. Acho que a confiugração Mac Person e barra de torsão atrás tem a melhor relação custo benificio. Tenho um 405 Mi16 e digo, com pneus franceses gruda nas curvas e é macio o suficiente. Ele não tem o sistema de torção das rodas do eixo traseiro.

    O que me imputece é a imprensa que se diz especializada publicar algo do tipo, a suspensão do Hoggar é antiquada. A suspensão four link existe desde a década de 50 e a por barras de torção desde a década de 30 (não tenho certeza de ambas, só para ilustrar).

    Acho que o que importa é a suspensão cumprir o seu papel. E dai se for um eixo rígido atrás, se cumprir o papel, perfeito. Obtive o desejável com simplicidade e economia.

    Sds,

    Cristiano.

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  10. Realmente, Bob, mais um carro excelente que misteriosamente vende pouco, tanto o sedã quanto a perua. Pior que além do carro ser bom, tem um preço bem menos salgado que os Civics e Corollas da vida. Do mesmo modo que o Focus Mk I custava menos que Golf e Astra e era o menos vendido dos três!

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  11. Marcelo Augusto13/06/10 11:47

    É isso aí Bob. Quem tem veículo a Diesel tá mais que feliz. Um colega tem uma Sportage a Diesel (não sei que artemanha a Kia fez para permissão)... são casados faz mais de década. Casamento de evangélico, sem perspectiva de separação (risos).

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  12. Marcelo Augusto13/06/10 11:54

    Lembrei agora, 4x4 com reduzida pode ser Diesel. Mas teve uma história de um veículo da marca em que deram uma "forçada" para 1 ton de carga para ser aceita como diesel.

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  13. A meu ver, o maior problema dos não VW, Fiat, Gm, etc no Brasil é a falta de mão de obra qualificada fora das autorizadas. Não que a mão de obra da autorizada seja lá essas coisas, eu mesmo venho tendo muitos problemas com a FORD (Não dei tanta sorte quanto o MAO com meu F1), mas o X da questão é que Renauts (q não os populares), Audis, Nissans e outras marcas da vida têm um custo de manutenção alto e é complicada. Fora das capitais ou grandes centros como BH, SP e RJ, onde se acha pessoas especializadas para consertar esses carros? E peças? Aliás, até para trocar a borracha do vidro do meu bom e velho Passat 87 ando tento problemas por falta de peças, quem dirá desses "monstrinhos" que quase não vendem. Aproveito para pedir uma dica aos colegas, ou mesmo sugerir algumas colunas sobre o assunto "Qualificação de mão de obra no mundo automotivo" aqui no Brasil, com dicas de sites e sugestão de oficinas, pois creio ser de interesse geral o assunto.

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  14. Bob, tá na minha 'vixe list' faz tempo, isso sem nunca ter andado. Meu Scenic comprado usado (2003) usa o mesmo motor e acho ótimo, empurra desde 1500 rpm, bebe pouco, a potencia maxima vem a 5500 e é bem liso de funcionamento. Pena a Grand Tour não tirar partido de uma sexta um pouco mais longa, o motor daria conta.
    E pra dizer a verdade, até prefiro que não seja flex.

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  15. Puxa esse carro é um sonho. Motor de verdade, equipamentos acertados, segurança, espaço interno e beleza exterior, tudo o que os outros Renault não tem, inclusive as grand tour "comuns". Ele não faz sucesso no Brasil pelo mesmo motivo do Focus Sedan, ou seja, inexplicável. Talvez uma falha de marketing, talvez "cabecice" do consumidor mesmo.

    []s

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  16. Carro francês nem de graça. Não pelo projeto ou construção, mas o pós venda é lamentável, os concessionários pegam o mau humor francês e bufam se tiverem que trocar alguma coisa na garantia. Para dar umas porradas no cliente falta pouco. Ou mudam a atitude ou nunca vão fazer sucesso algum, a coisa mais importante em um carro é o pós venda, Fusca que o diga.

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  17. Talvez tenhamos de esperar a nove perua Mégane III para que a Renault finalmente comece a fazer as coisas certo por aqui.
    O mais engraçado de tudo é que conseguem vender bem o Logan e o Sandero por aqui, mesmo esses tendo uma penalidade de design que nunca existiu no Mégane. Se conseguem fazer dois feinhos se tornarem "bonitos", algo está errado na maneira como conduzem as linhas maiores.

    Por que falo de uma possível perua Mégane III, se for mesmo lançada? Pelo fato de que esta manterá as boas qualidades do atual modelo, uma vez que a plataforma é uma evolução, mas terá incorporadas as melhorias que veremos no Fluence, leia-se aí o mesmo motor 2.0 16v Flex do Sentra e transmissões manual de seis marchas ou CVT. Seu tamanho, pensando no quão exagerados estão os médios-pequenos de hoje, até que é contido, com 4,56 m de comprimento, 1,80 m de largura e 1,50 m de altura.
    O grande senão mesmo da nova geração é sua área envidraçada pequena para uma perua, o que deverá prejudicar um tanto a visibilidade. Quem vir umas fotos notará que a linha dos vidros, que já era bem ascendente na Mégane II Grand Tour, ficou ainda mais ascendente. Não duvido que a coluna traseira gigantesca gere um belíssimo ponto cego. Talvez seja essa combinação de linha de cintura excessivamente ascendente com vidros excessivamente pequenos que tenha feito o pessoal do marketing mudar o nome de Grand Tour para Sport Tourer. Aliás, geraria um bom assunto para o pessoal do Autoentusiastas essa mania que os fabricantes vêm apresentando de querer esconder que peruas são peruas por meio de nomes que evoquem esportividade. Enquanto isso, peruas realmente esportivas seguem com nomes de perua, como mostram Audi RS6 Avant e Mercedes-Benz E63 AMG Touring.

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  18. Este comentário foi removido pelo autor.

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  19. É realmente uma pena que as fábricas estão acabando com o cambio manual. Claro, nós, os espertos brasileiros, temos que comprar carros bons de revenda, e hoje a moda é automático. Carro de luxo e cambio manual: Ah, que bobagem... Outros carros que certamente seriam um espetáculo com caixa manual, deixam de ser fabricados, como o C4 pallas, ou sequer são disponibilizados, como o vectra elite.

    Os meganes seriam excelentes. São apenas bons. Explico: trabalho em um órgão público onde temos 25 deles. Porém, apresentam um grave defeito, que não há entusiasmo para relevá-lo: dos 25 que temos, 20 apresentaram problemas com a embreagem, trepidando sem dó. Umas sequer chegaram aos 20 mil km. Nenhuma chegou aos 40. Quando reclamos com a concessionária, a resposta é óbvia: mau uso. Óbvio que não é: a frota anterior, composta de sienas, santanas e monzas, nunca teve problema do tipo. Detalhe: os carros rodam em Brasília, que possui relevo relativamente plano e transito (ainda) bom, situações que preservam a embreagem.

    Em que pese o bom comportamento dinamico, a beleza e a modernidade dos motores, prefiro algo mais ultrapassado, mas que não tenha vícios de projeto.

    Abraço

    Lucas

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  20. É, o que "mata" a Renault no Brasil é o pós venda... o preço das peças costuma ser pornográfico, te atendem como se fizessem um gigantesco favor em dirigir 1/10 da atenção para você... não dá para progredir assim! Tenho familiares e amigos que já tiveram Clios, de diferentes gerações, e depois de venderem seus carros partiram para Chevrolets, VWs ou Fords.

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  21. Acho muito linda essa Megane, mas como todos aqui já disseram, a Renault deixa muito a desejar em matéria de pós venda e preço de peças. Os carros são ótimos, mas a manutenção...

    Meu contato com um Megane foi no 1º QRX e me diverti na pista com o câmbio de 6 marchas, mas achei muito fraco o motor 1.6 que empurrava o carro. Tinha um Solstice na minha frente que praticamente parava nas curvas, e quando quase passava por ele (por fora) como tinha mais motor, acabava me levando na retomada! Que ódio rsrsrsrs

    AB

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  22. Prezado Alexandre,

    deve haver algum engano: os meganes 1.6 são todos 5 marchas. Os 2.0 com cambio manual é que têm 6 marchas.

    Lucas

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  23. Bob,
    Este escalonamento "ao meu ver" atingiu a perfeicao para rodar no Brasil.

    Kantynho, Otima ideia a da lista!

    Zullino, concordo totalmente! Para comprar carro frances no Brasil tem que ter tendencia a "mulher de malandro"! Eh uma pena, porque os carros sao bons.

    Anonimo (13/06/10 16:26), a resposta eh simples, linhas maiores, desvalorizacao ainda maior.
    E o termo Avant me passa esportividade, nao acha?

    Ehhhh Lucas... mais uma vez a francesada "tirando o corpo fora"... Eu ouvi que consumo de 1L de oleo em 2000 km eh normal, no caso, um Peugeot. Dose!

    AB, imagino o nervoso, um carro deste porte com motor 1.6, na minha opiniao eh bizarrice!

    Conclusao... "como vovoh ja dizia... Carro frances, muito bonito mas..."
    (parece ateh uma perua volvo eh o comentario)

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  24. Pois é Lucas, todas as pessoas me dizem isso de uns tempos para cá.

    Tenho certeza que o instrutor que veio ao meu lado me passou essa informação e que o carro era frouxo demais para ser um 2.0, desde então me pergunto se a Renault levou um modelo "experimental" ou se o carro era fraco mesmo ou se o instrutor não sabia do que se tratava.

    Aposto na 1ª opção, pois o QRX foi em 2006 e era lançamento do Megane correto?

    AB

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  25. Fábio,
    em relação ao consumo de óleo, tudo certo. Nossos carros não queimam quase nada: dá pra ir de uma troca a outra (dependendo do caso, 10 mil km) sem ter que completar.

    Abraço

    Lucas

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  26. Mister Fórmula Finesse14/06/10 08:35

    Baita carro Bob, sou absolutamente tarado pela linha extreme da Renault, mais especificamente em relação a station, e isso que não gosto de carros pretos, mas nesse caso devo admitir que gostei.

    Meu irmão teve um sedan desses manual com o motor 2.0 na configuração mais luxuosa, era um carro adorável de dirigir nas estradas, um pouco fraco talvez nas rotações iniciais em cidade, precisava um pouco de modulação de embreagem em arrancadas normais em trânsito mais pesado, mas fora isso era excelente de conjunto.

    Direção leve, comandos macios, retomadas com motor cheio bem alegres, suspensão correta...um ótimo carro para quem se habilitar.

    Excelente avaliação Bob!

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  27. Quanto à manutenção isso pode variar de região e tipo de carro.

    Tive Clios por anos e nunca me deram dor de cabeça, melhor que o GM e Ford e 2 Fiats lá de casa.

    Mas sempre no meu mecânico. Autorizada só usei pra comprar uma das bobinas das travas elétricas de porta que abriu o bico... 20 e poucos reais na época.

    Outra coisa nos Clios, tem muita peça que é igual ao do Logan, mas nas listas de preço do Logan são mais em conta: batata! Pastilha de freio por exemplo... e funcionou perfeito.

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  28. Honda é Honda14/06/10 21:17

    Pós venda mesmo só tem a Honda. Revisão barata, aceitam as reclamações em garantia sem muita discórdia, na maioria dos casos. E as peças ainda são até mais baratas que em auto-peças. O Zullino sabe bem, comprou um filtro no posto mais carro que na concessionária...

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  29. Já contei essa história aqui e no meu blog, o posto aqui da Granja Vianna cobrou R$ 74 por um filtro xexelento de um Honda Fit. Na concessionária custava R$ 40. Como não abro mão de uma briga arrumei um banzé na Petrobrás que fez o posto comprar um filtro original na concessionária, trocar e me devolver R$ 34. Sou conhecido como uma das pessoas mais ordinárias, encrenqueiras e mal educadas da Granja Vianna e adjacências, coloquei isso no meu currículo, a única empresa que conseguiu me vencer foi a Vivo, mas operadora de celular é hors concours e não vale. Como só arrumo encrenca quando tenho razão, ganho geralmente todas. Até da Vivo ganhei uma recentemente, mas foi besteirinha.
    Pós venda é da Honda mesmo, levei o Fit para o recall do acionamento do vidro na concessionária de alfaville e o atendimento foi nota 11. O carro não podia ser mais sonolento, é um CVT 1,4, mas o pós venda é excelente que no final é o que importa.
    Meu sonho é comprar um carro francês só para arrumar encrenca nas concessionárias.

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  30. Zullino,
    Parabens! Se todos os consumidores fossem assim, seriamos mais respeitados... Eu tb sou bom de briga qd nao sou bem atendido, mas ja percebi que em muitos casos nao valeu a pena, infelizmente.
    Quanto a ter um carro frances, se vc tiver um problema com a Peugeot... eu aposto na Pug. Nada pessoal... rs*... os caras sao nojentos!

    Abs

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  31. O carro é incrível mesmo, mas procuro um teste da versão automática que por "comentários" não é muito bom e tem quebras regulares e os preços para conserto não são baratos.

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  32. CARA... ,e desculpa..li alguns comentários..li seu post...mas ainda acho esse carro uma porcaria...claro que cada um tem uma opinião mas essa carro por mais que eu ache muito lindo.. nao gosto da suspensão q destraciona muito numa curva fechada em alta velocidade..dado tb aos péssimos pneus q saem de fábrica...gosto dos motores 1.6 e 2.0 pela potencia e tudo mais..mas aquele manche de freio de estacionamento...baita porcaria, tirando q o sistema de partida é uma piada...colocar um cartao e apertar um botao pra um sistema mecanico dar a partida...meu coisa pra enganar clientes..

    Desculpa a sinceridade mas sou reparador de veículos, vulgo mecanico, e tenho pra mim q um ford focus, um vectra, sao carros muito superiores em preço, motor, economia, conforto, entre muito outros aspectos...

    abraços

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  33. Francês não muda o projeto original só porque vai rodar no Brasil por isso os carros franceses aqui não aguenta o tranco.rolamntos de barrrade torçaõ que não resistem 50mil rodados ,calços d e motor que se quebram facilmente etc.
    A Nissan diga-se Sentra pertence a Renault e é outro carro sendo mais bonito

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  34. O carro eh uma maravilha, Brasileiro é assim PRECEONCEITO PURO, eu tenho uma megane grand tour 1.6 16V 2009 90.000 km rodados sem problemas, eu ja teve focus e astra SO PROBLEMAS !!!!!!!!!!!!!

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  35. Bob,
    Em primeiro lugar, peço desculpas por fazer uma pergunta com mais de um mês de atraso em relação à data de publicação do post. Não estou tendo muito tempo disponível e estou a ler os posts aos "lotes"...

    Faz algum tempo que, mesmo tendo uma quedinha por Fords, tenho admirado alguns Renaults, principalmente o Clio 2 portas e a Grand Tour (sou fã de peruas, a Elba que o diga). Aqui no Rio tenho encontrado algumas dessas peruas Renault a preços atraentes, a maioria com menos de 2 anos de uso (por isso algumas na “garantia”) e pouca quilometragem e, justamente o equipamento que gostaria do seu parecer, câmbio automático (apenas em uma o câmbio era manual). Já tiveste alguma experiência com o Mégane com caixa automática, o que achou? O fabricante já mostrou alguma intenção de substituir a linha Mégane pela que está em vigor na Europa num prazo mais imediato? Isso deixaria a Grand Tour atual mais “fácil” de ser comprada...
    Abraço.

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  36. Olá Bob

    Enviei pela manhã um email e gostaria de saber se chegou;

    Grato

    Tiago Carraro
    t.carraro@ig.com.br

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  37. Genial post and this mail helped me alot in my college assignement. Thank you as your information.

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  38. arcanjo.poeta , PRIMEIRO vai tirar tua licença para dirigir e madura um pouco, antes de escrever ou pode ser que estaja errado e vc tem uma BMW X6 ou Cayenne?

    O que?
    vc tem uma Fiat Uno ano 2002, Serio?

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  39. Tenho pena das pessoas que deixam seus carros nas mãos desse tal de arcanjo...

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  40. Gostaria de saber de quem tem uma Grand Tour 1.6 16V se essa motorização suporta bem o carro. Qual o consumo urbano com ar cond. ligado? Como se comporta em subidas? No geral, o motor 1.6 16V satisfaz? Aguardo as respostas.

    Gerson Bezerra.

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  41. Daniela Nunes22/02/11 16:50

    Tenho uma Gran Tour e estou com a cahave quebrada. entrei em contato com a consecionaria e achei o valor muito auto do concerto. Alguem sabe onde eu encontro com um valor acessível?

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  42. Concerto???

    O som tava ligado?

    Era de Rock???

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  43. Pessoal, tenho um Megane Sedan, 2007. Antes de comprar fiz test drive em vários sedans do mesmo porte. O meu é 6 marchas mecânico. Foi uma decisão fácil. Ele é excelente. Não tive problemas até hoje. O caro é bastante econômico, anda bem na ciade em 5ª marcha, sem forçar muito o motor. Nora 10. pena que não ao vender mais.
    Alberto Recife

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  44. Bob, agora a GT entrou na lista dos 50 mais vendidos e só não vende mais porque a Renault não dá conta dos pedidos.

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  45. Voutentar dar uma opinião isenta, baseada em estatítiscas:

    - pelos trocentos testes da imprensa especializada o carro parece ser muito bom, no acerto do chassis, da suspensão, no espaço interno, acabamento (razoável), no isolamento do conjunto mecãnico em relação à cabine, etc.

    - Pelas trocentas opiniões de donos (há varios sites e blogs a respeito), percebe-se um carro que é uma loteria. Pode dar problemas elétricos, de suspensão, caixa de direção, dentre outros. Ou, se o Coxa venceu, montam um carro maravilhosamente sem problemas futuros. Uma loteria.

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  46. Meu nome é Jair. Tenho um MEGANE RT ANO 2000. Dizem que os motores 16v são ruins, mentira. O problema está na forma de operar o propulsor. Aquela velha mania de trocar de marcha com o giro baixo não não é adequada para motores 16v. O meu é 1.6 e faço éle andar mais do que vectra 2.0 e estrada adventure. Em media no percurso urbano as trocas de marcha são feitas em media aos 2000 rpm e pode crer faz 10.5 com ar ligado. E se apertar ele anda mesmo.Sem falar da manutenção. Um rolamento de roda do cross fox custa R$ 173.00 enquanto do megane custa R$60,00. Quem acha que é fragil dê uma olhadinha por baixo. Parece uma camionete. Tudo é reforçado. Oque éxiste muito mesmo é preconceito e cabeça feita pela midia. Eu tinha muito preconceito antes de possui-lo mas hoje já penso na grand tour.

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  47. Deixa de falar bobagem... O cara da Stradinha nem percebeu que vc estava com o pé cravado na sua peruona... E o rolamento de roda e o cubo é uma peça única no Fox, por isso o valor mais alto... NO MÍNIMO tendencioso o seu comentário, você é vendedor da RenAult??? O carro é bom e todos aqui concordam nisso, mas é manco! É 1.6! Não existe milagre!!! COME ON! Veja bem o site que vc está escrevendo, você não está vendendo carro pra uma tiazinha de meia idade.

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  48. Uma dúvida:

    Sou apaixonado pela Megane Grand Tour, e estou em duvida se adquiro uma (seminova, 2008) 1.6 manual ou uma 2.0 automática... Já li a respeito, e me preocupo com o cambio automatico com 4 marchas, pois o consumo de combustível deve ser alto. Por outro lado, me parece um carro grande e pesado para um motor 1.6... e ai amigos, qual a melhor escolha?

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  49. Bob, você trocaria uma Suprema CD 4.1 1996 em excelente estado por uma GT 2.0 dessas uns 10 anos mais nova? Em termos de veículo para longas viagens, qual é mais carro? Obrigado!

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  50. Jamais trocaria, baseando-me, bem entendido, na sua informação de a Suprema estar em excelente estado.

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  51. Eu Tb Não Trocaria Anônimo, Mas Meu Cunhado Está Com Uma 1.6 E Está Apaixonado Pelo Carro... Imagino Que Se Fosse 2.0, Gostaria Mais Ainda! O Carro Tem Um Comportamento Irrepreensível, Segundo Ele... Faz Mais Curva Que O Vectra B, Que Ele Tinha... não Me Xinguem... Palavras Do Cunhado.

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  52. Tenho um megane 2007, 1.6, com mais de 100.000 km rodados. Só troquei óleo, filtros e correia dentada. Carro continua espetacular.

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  53. Bob, qual seria a altura livre do solo das duas versões do Megane Grand Tour(2.0 e 1.6).
    Obrigado!

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  54. Procurei mas não achei o dado, infelizmente. Nos franceses, 120 mm; aqui provavelmente mais 10 a 15 mm.

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  55. Bob, parabéns pela matéria! Nos últimos cinco anos optei pela marca renault, ótima escolha. Já tive clios sedan e hatch, scenic e agora uma grand tour extreme 1.6 (maravilhosa). O carro é excelente, um pacote de itens de segurança e conforto que a maioria dos carros como vw, ford, fiat, etc.. não possuem por um preço digno. Sinceramente, até prefiro que os brasileiros continuem não gostando destes carros, não tenha mercado, etc... Desta forma compro os meus sempre em ótimos preços, após desvalorização inacreditável de um zero km, e em excelente estado de conservação, visto que posso peneirar para comprar, sempre a vista e de um desesperado. Obs. Manutenção cara é piada!!! Nunca tive problemas com isso, talvez seja um sortudo!! hehehe rsrsrsrs, obrigado mau informados...

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