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24 de novembro de 2010

3008, O PEUGEOT QUE ESTRÉIA EM NOVA CATEGORIA

Fotos: Divulgação Peugeot


Estava ansioso para ver como seria o Peugeot 3008. É a primeira incursão da marca de Lyon no segmento iniciado dez anos antes nos Estados Unidos, a que os americanos deram o nome de crossover. A palavra significa cruzamento da raças em inglês e foi instituída para definir veículos que juntam características dos utilitários esporte com os bons dotes dinâmicos das station wagons, ou peruas, de mesma altura dos automóveis. As vantagens são óbvias, une-se o melhor de dois mundos.

O 3008 foi apresentado no Salão de Genebra de 2009 e trazia atrações como motor 1,6-litro turbo de injeção direta, em plena consonância com a tendência mundial de redução de cilindrada sem perda de desempenho, para menor consumo de combustível e emissões de CO2.

As linhas do 3008 são de monovolume e o entre-eixos de 2.613 mm com comprimento de 4.365 mm, com altura de 1.635 mm, garantem amplidão interna, especialmente espaço para cabeças, sendo o seu tamanho adequado para uso urbano e denso.


Notável, porém é o coeficiente de forma (Cx) de apenas 0,296 e área frontal estimada de 2,56 metros quadrados, que dá uma boa área frontal corrigida, para a categoria, de 0,760 m², responsável pelo expressiva velocidade máxima de 202 km/h com 156 cv.

O 3008 é fabricado na França, na unidade de manufatura da Peugeot em Soichaux, no leste da França, de onde chega e será comercializado aqui por R$ 79.800, versão Allure, e R$ 86.900, a Griffe, que avaliamos em Puerto Iguazu, Argetina, vizinha a Ciudad del Leste, no Paraguai e a Foz do Iguaçu. O veículo traz oito airbags, cintos três-pontos e apoio de cabeça para todos os ocupantes e cintos dianteiros com pré-tensionador.

O maior destaque do 3008 é mesmo seu motor: 1,6-litro turbo (1 bar)  THP (turbo hiigh pressure) com interresfriador, duplo comando de válvulas com variador de fase na admissão, alavancas-dedo de acionamento das válvulas roletado, bloco e cabeçote de alumínio e...injeção direta. Nada menos que 156 cv a 6.000 e 24,5 mkgf a 1.400 rpm, torque que se mantém nesse patamar até 4.000 rpm. Nunca, nos meus 68 anos, vi uma faixa dessas entre os dois picos. O corte de rotação é a 6.500 rpm. O motor é projeto BMW em conjunto com a Peugeot e é o mesmo do MINI. Motor de autoentusiasta!

O veículo é pesado, mas não o que a Peugeot do Brasil informou, 1.660 kg. Uma consulta à ficha técnica francesa mostra 1.480 kg para a versão com câmbio manual. O acréscimo de peso da uma caixa automática dificilmente ultrapassa 30 kg hoje. Portanto pode-se considerar algo em torno de 1.500 kg.

Nota: ontem a Peugeot do Brasil corrigiu a informação de peso: 1.480 kg  mesmo com caixa automática.

Em razão da boa relação peso-potência, para um crossover, de 9,6 kg/cv, o 3008 acelera de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos, lembrando que se trata de caixa automática convencional, com conversor de torque, que sabidamente prejudica as acelerações. Esta caixa é de seis marchas e permite trocas sequenciais (sobe marcha para frente, reduz para trás), além de possuir bloqueio do conversor (lockup) em todas. Pena é no modo manual haver troca ascendente no fim de giro, deveria reter a marcha em uso.


A sexta é bem longa, para máximo efeito sobremarcha, 43,6 km/h/1.000 rpm. São 2.750 rpm a 120 km/h. A velocidade máxima é atingida em quinta.

O 3008 tem boas soluções. Na suspensão traseira há um compensador hidráulico sobre o eixo de torção para minimizar rolagem em curva que exerce o mesmo trabalho da conhecida barra estabilizadora. Numa curva à direita a  tendência de a roda esquerda subir é contra-atacada pelo aumento de pressão do fluido do amortecedor  no curso de compressão, por meio da atuação de um módulo central de ligação composto de um pistão flutuante e uma câmara de compensação pressurizada a 20 bares.

O resultado é fácil de imaginar, um rodar controlado e firme mesmo num veículo desse tipo, fator de tranquilidade. Os pneus de medida 225/50-17 contribuem de modo decisivo.

Outra boa solução é o freio de estacionamento elétrico. Estacionado o veículo e desligado o motor, o freio atua automaticamente. É dar partida, selecionar marcha a frente ou ré, acelerar, que o freio solta-se sozinho. Há ainda o freio de subida/descida que atua por dois segundos, evitando recuos/avanços. Nesse ponto, exagero, pois com caixa automática basta usar o freio com o pé esquerdo para manter o carro imobiilizado. Mas evita um trabalho a mais.


A câmara de controle de rolagem sobre o eixo traseiro de torção

O novo modelo Peugeot traz mostrador projetado ao nível dos olhos (HUD, head-up display) valendo-se de uma superfície em policarbonato que se ergue do painel ao comando de botão. Indica velocidade em tempo real, velocidade automaticamente controlada e limite de velocidade escolhido.


O mostrador projetado (head-up display)

Na parte dinâmica, freios a disco nas quatro rodas com ABS Bosch de última geração (8.1) com assistência à frenagem em paradas pânicas, distribuição eletrônica das forças de frenagem e controles  de estabilidade e de tração.

Um detalhe de conforto apreciável é o sensor de qualidade do ar, que passa automaticamente ao modo recirculação sempre que houver ar de má qualidade. O ar-condicionado digital é bi-zona.

A versão Griffe possui um teto panorâmico de vidro de 1,60 m² de área com cotina integral de acionamento elétrico. Quando fechada, o visual é de um teto de aço norma. Outro atrativo é o vidro do para-brisa acústico, a exemplo do Citroën Aircross, contribuindo para reduzir o ruído interno. Não choveu no dia, mas o barulho de água no vidro deve baixar consideravelmente.

Há um grande volume com tampa entre os bancos dianteiros de nada menos que 13,5 litros de capacidade e ainda por cima refrigerado. Bem prático. Porta-objetos é o que não falta, inclusive o útil porta-óculos no teto lado esquerdo. Na Griffe há cortinas para-sol nas janelas correspondentes ao banco traseiro.



O compartimento de bagagem tem três níveis e a capacidade é de 512 litros. A porta de carga abre-se em duas partes, para facilidade de acesso ao compartimento. A parte inferior é reforçada e suporta 200 kg.



As vendas do 3008 começam em janeiro e a Peugeot planeja vender 200 unidades por mês. Queria trazer mais, mas a fábrica em Soichaux tem limites de produção e não consegue fornecer mais ao Brasil.

Deve fazer sucesso.

BS

36 comentários:

  1. Mister Fórmula Finesse24/11/10 16:15

    Humm...seria a versão entusiasta da franquia das minivans sofisticadas que têm como líder a C4 Picasso? (que aliás...é horrível de dirigir)

    GM

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  2. Ai que coisa horrorosa!

    Hoje em dia é bonito ser feio.

    Fidido! Ai que ódio!

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  3. Bob,

    Esse motor THP deve ser de uma excelência no funcionamento!!! Quanto ao dado de velocidade máxima, menção ao ótimo Cx informado para um veículo alto desse. Interessante nos dias de hoje a velocidade máxima dos carros: Na década de 90, tinhamos Tempra 16 V com 200Km/h e 134 cv(não oficial); Vectra de 1ª geração com motor 2.0 MPFI de 116 cv e 195Km/h. Hoje o Vectra sedan e GT atuais parecem que não chegam nem a 190Km/h, com 140 cv; o Astra fica nos 200Km/h, marca já atingida com o motor de 128cv. Corolla e Civic com a mesma potência raspam nos 200Km/h, quando proporcionalmente deveriam chegar a uns 205Km/h. Seria problema aerodinâmico, de relações de câmbio ou métodos mais atuais de aferição dos dados?Abraço

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  4. Thiago
    Embora hoje haja equipamentos de medição de velocidade bastante precisos, como o VBox, por satélite, era possivel medi-la com cronômetro com bastante exatidão. É claro que velocidade máxima depende da alguns fatores, que você corretamente mencionou.

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  5. Estou morando em Lyon, França, e por aqui vejo bastante dessas. Acho horrorosa, mas é um carro tudo-em-um que agrada aos franceses com crianças. Mais importante que o carro em si, é receber a notícia que a Peugeot Brasil vai importá-la com itens tão modernos e sofisticados, como o motor. Palmas para eles.

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  6. Vi esse carro no salão e gostei bastante, para quem tem família grande é perfeita e realmente une o melhor dos dois mundos.

    Um detalhe de conforto apreciável é o sensor de qualidade do ar, que passa automaticamente ao modo recirculação sempre que houver ar de má qualidade. O ar-condicionado digital é bi-zona.

    E pensar que o Stilo já contava com esse recurso em 2002

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  7. Naõ achei muito bonito. Mas acho que o conjunto compensa. O preço não é dos mais baratos, mas se considerar os 35% do imposto de importação joga meio que por terra a tese dos fabricantes daqui que se paga tanto imposto assim. Com esse dinheiro se compra qual nacional com tanto equipamentos e tecnologia?

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  8. O desenho da carroceria é estranho, muito em parte pelo perfil monovolume. Ainda sou fã incondicional das "peruas".

    Mas esse motor deve ser uma delícia! 24,5 mkgf a partir de 1400 rpm, estáveis até 4000 rpm? Impressionante!

    O Vamodoido tocou num ponto que sempre me chama a atenção em alguns carros importados, principalmente vindos da Europa: esse 3008 atravessa o atlântico, paga impostos de importação, vem recheado de equipamentos e custa a partir de R$79.800? O pessoal nesta terra brasilis anda faturando um bocado com carros nacionais "pé-de-boi" e projetos para lá de depreciados...

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  9. Este comentário foi removido pelo autor.

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  10. Achei um tanto feio mas é um pacote e tanto! Bem moderno e funcional.
    Rostei do ponto tocado pelo "Papa-Léguas", o preço da 3008 dá uma ótima relação custo benefício, o que vem a ser uma prova cabal de que as fábricas deitam e rolam em cima de nós brasileiros.

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  11. Marcos Neves24/11/10 21:09

    Bob Sharp, AUTOentusiastas: "rodar controlado e firme mesmo num veículo desse tipo, fator de tranquilidade."

    http://autoentusiastas.blogspot.com/2010/11/3008-o-peugeot-que-estreia-em-nova.html

    Ricardo Ribeiro, Folha da São Paulo: "O carro peca por balançar além da conta."

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1411201005.htm

    É realmente uma lástima a qualidade do jornalismo automotivo brasileiro.

    Obrigado Bob, por nos dar uma noção exata de como se comporta o carro!

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  12. Antonio Martins24/11/10 21:26

    Essas novas caixas automáticas da PSA são compradas de terceiro?

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  13. vem com espremedor de batata na frente

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  14. Bom carro, com soluções interessantes, mesmo que a única coisa entusiasta nele seja o motor. De resto me parece um carro anestesiado, vide freio de mão elétrico, que eu odeio.

    E já era hora de termos um motorzinho com injeção direta.

    Bob, esse sistema hidráulico na suspensão traseira é um jeito de fazer uma barra "estabilizadora" que não desestabiliza o carro por levantar a roda do lado interno da curva?

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  15. BS
    Pensando na família conferi o carro no salão. Me pareceu bem menor do que nas fotos.
    Fiquei impressionado com o motor, realmente merece aplausos.
    No entanto fico com aquela impressao de desconfiança dos carros franceses no BR: costumam abrir o bico em pouco tempo (vide os 206 (BR)e 307 (inicialmente), manutençao cara e atendimento fraco das autorizadas. O cambio "by porsche" do 307, por exemplo, é sofrível, covenhamos.
    Resolvi nao aguardar, e parti para um morno, mas confiável, CRV...

    abs

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  16. FEIO!! FEIO !! MUUUUUITO FEIO .. TEM QUE USAR ESSE MOTORZINHO NUM TROÇO MAIS APRESENTÁVEL . . . Ô CARRO FEIO...

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  17. Conheci o carro no "Salao do Automovel".
    Posso afirmar que o desenho e diferente do que estamos acostumados a ver , mas o carro nao e feio nao ..
    Esse motor parece ser um primor .. imagine equipando um carrinho pequeno como o 206!
    Nunca fui fa de Peugeot , torco o nariz para Citroen e tolero a distancia os Renaults ... porem acho que eles acertaram nesse carrro e vai agradar bastante gente !
    Abracos

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  18. Independente de achar bonito ou feio, vamos ao preço: R$ 79.800 na versão Allure com 35% de II inclusos. Bom preço.

    Sem os 35% do Imposto de Importação, chegaríamos a inacreditáveis R$ 59.111 !!!

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  19. Pourquois a PSA não disponibiliza esse conjunto câmbio/motor do 3008 no 408 argentino e no Citröen C4? O atual motor 2.0 flex, aliado àquele velho e problemático câmbio AT do Peugeot 307 (tic-tronic), já pedem aposentadoria.

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  20. Azulivre, que coisa feia.

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  21. Os Franceses estão incrivelmente cada vez mais se superando em requisito de feiura e em coisa de terceira categoria.

    Desculpe minhas árduas palavras aos que não gostarem, porem me indigna a postura anti evolutiva, de fachada e porca dessas marcas francesas, italianas(salvo excussões obvias como Lamborghini ou Ferrari) e chinesas.

    Tenho dito.

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  22. Mais do mesmo. Um carro ruim como todo carro francês. E elogiado pelo blogueiro amante de carro francês, como todo carro francês. Quem já teve a infelicidade de possuir uma carriola dessas não quer ver outra de perto nem se for pago no processo...

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  23. Sou um ser ortodoxo e prefiro as peruas convencionais, mas não é dos piores esse 3008.
    Agora só quero ver os "mexânicos" brasileiros berrando que "o carro é ruim de manutenção", "peças caríssimas", e por aí vai. Vão botar má fama nele com essa avançada e moderna mecânica logo, logo.

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  24. Bianchini

    Uma raça que ajuda a manter carros VELHOS são os meXânicos que até hoje falam que um cabeçote DOHC "dá problema".

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  25. O carro é lindo.
    Tá certo que é diferente, mas é lindo.

    A velocidade máxima é por limite. Se não tivesse limitador andaria mais.

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  26. Reiter
    De fato, o Stilo trazia esse tipo de ar-condicionado, bem lembrado.

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  27. Antonio
    Tenho outra opinião sobre os carros franceses. Peugeot, Citroën e Renault são carros bem projetados, eficientes e bons de dirigir. Sobretudo, estão muito bem de suspensão para o nosso piso, com calibração perfeita.

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  28. Patrick
    Sem dúvida, pelo esquema de funcionamento a roda interna não é puxada para cima.

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  29. bdias
    Montar rede de concessionárias nova é tarefa hercúlea. Os fabricantes franceses estão empenhados em aperfeiçoar suas redes. Lembre-se que a Fiat, que entrou no Brasil bem depois das outras três (Ford, GM e VW) teve problema sérios no começo a esse respeito e hoje está num patamar elevado.

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  30. Vi um desses em exposição no Shopping Eldorado. Gostei das linhas do carro, mas o imaginei sendo dirigido por minha mulher, não por mim...

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  31. Olá Bob Sharp
    Você chegou a fazer alguma medição de consumo?
    Na edição de Dez/2010 da revista 4Rodas: 10,9 Km/l na cidade e 15,9 Km/l na estrada.
    Na edição de Jan/2010 da revista Carro: 9,4 Km/l na cidade e 16,3 Km/l na estrada.
    O que você acha destes números?
    Abraço.
    Humberto.

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  32. Humberto,
    Só dirigi o 3008 no lançamento e ainda não o peguei para avaliação. Há computador de bordo e num pequeno trecho plano, andando entre 100 e `120 km/h, com ar-condicionado ligado, o consumo indicado foi de 13 km/l. Os números de Quatro Rodas e Carro são factíveis e nos testes o ar-condicionado sempre fica desligado. O 3008 tem tudo para ser econômico.

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  33. Bob.
    Obrigado pelas informações.
    Fiz um compartivo (baseado nas informações das revistas Quatro Rodas e Carro) entre os veículos do tipo SUV, Crossover e Minivan existentes no mercado (importados pelas respectivas montadoras), dentre eles são: Peugeot 3008, Honda CR-V, Toyota RAV, Kia Sportage (novo), Hyundai IX-35, GM Captiva 4x2, Dodge Journey SE, Citroen C4 Picasso de 5 e 7 lugares e o Mitsubishi ASX.
    Quem quiser posso enviar a tabela comparativa.
    Abraços.
    Humberto.

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  34. Humberto,
    Mande sim, agradecemos. Envie para autoentusiastas@gmail.com

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  35. Bob.
    Já enviei a tabela comparativa para o email especificado.

    Humberto.

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  36. Gostei do carro. Também vi um ao vivo e achei que não é feio. Ele consegue reunir várias virtudes. Boa potência / torque em um motor pequeno turbinado (esperamos bons índices de consumo), òtimo espaço interno, equipamentos mais do que bem-vindos e bom acabamento. O preço é muito bom (ok, pelo menos para o Brasil. Não andei com ele, mas li as avaliações em várias publicações e - coisa rara - ele foi muito elogiado por todas. Já estava na hora da Peugeot acordar, pois estava ficando para trás com o seu portifólio do Mercosul.

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