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5 de março de 2011

FRACO? NEM TANTO

Outro dia desses, meu irmão Eduardo pegou emprestado o Fox 1-litro do meu outro irmão, Gustavo, para uma viagem de uns 250 km. Achou o desempenho do carro sofrível, disse que nunca teria um carro assim. Já andei no carro, porém somente no trânsito, e não achei tão fraco. A julgar pela ficha técnica, teria que ser até razoável, já que pesa 1.000 kg e o motor desenvolve 76 cv (com álcool) a relativamente baixos 5.250 rpm.

Me lembro de uma viagem BH-Rio que fiz com o amigo AG, no Uno Mille Brio que tive, com seus 54 cv encarando diversas subidas. Concluímos a viagem, se não me falha a memória, em 4 horas e meia, um tempo bem razoável para os 400 e poucos km da BR-040, com a maior parte do trajeto em mão-dupla e relevo bem acidentado.

A comparação que mais me chamou a atenção foi a do trecho Miguel Pereira-Rio, de aproximadamente 120 km, com uma serrinha apertada no começo. Andando bem rápido de carro, dá para fazer em 1h30, mas fiz com o caminhãozinho Agrale de parcos 65 cv em 1h45. E olha que 95 km/h nele era só de morro abaixo e com vento a favor !

Evidente que é mais agradável ter sobra de potência, viajar a baixos giros e poder retomar rápido apenas apertando um pouco mais o pedal direito. Mas mesmo com uma relação peso-potência menos favorável, é possível conseguir bons tempos de viagem. Acho uma tremenda bobagem quando ouço por aí que viajar de carro 1-litro é um sofrimento. Subidas são vencidas um pouco mais devagar, mas no final das contas a diferença é pequena. Diferença mesmo, só em viagens longas onde um carro mais possante possa manter médias realmente altas, coisa que não temos aqui no Brasil.

AC


84 comentários:

  1. Norberto Farias05/03/11 09:35

    Conseguir bons tempos é para pista de corrida. Numa viagem o negócio é aproveitar a paisagem, fazer umas paradas para comer alguma coisa, aproveitar o passeio!

    A humanidade atualmente tem pressa. O porque, não consigo entender...

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  2. Oi,

    Já tive alguns 1.0, e nunca tive problema com a falta de potencia. A maxima devagar e sempre é verdadeira. Ocorre que nem todo mundo que guia um 1.0 sabe tirar o maximo proveito deste motor. Embalado, em reta, com uma subida chegando, de 5ª para a 4ª o aclive vai rapidinho.
    Um abraço.

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  3. É que algumas pessoas esquecem que mesmo os 1.0 são capazes de fazer reduções. Então querem que suba ladeira carregado de gente em 5a marcha sem pisar no acelerador.
    Muitas vezes a "falta de motor" seria melhor traduzida por "falta de condutor" rs
    Mas por outro lado, a necessidade de veículos mais possantes mostra maturidade do mercado que deseja mais que o básico.
    Só falta o governo acordar e mudar a forma de taxação absurda que vigora hoje, penalizando os veículos com deslocamento maior e criando uma bolha de falta de força e alto consumo - pois pisa-se mais.

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  4. Motorzinho respeitável esse do Fox, excelente torque específico! O carro 1.0 é uma boa escola, ou o cara aprende a usar as marchas e toda a faixa de giros, ou se arrasta no trânsito. Quem extrai todo desempenho de um 1,0l desses pode perfeitamente acompanhar carros maiores, considerando o que o motorista mediano deles extrai. Mas, para mim, tô fora! Salvo se algum dia vier a ter um carro de uso estritamente urbano. Em estrada, um 1,6l pode ser quase tão econômico, com muito mais segurança nas ultrapassagens.

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  5. Tá, mas na hora da ultrapassagem uns cavalinhos a mais ajudam e muito.

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  6. O complicado do 1.0 é quando se está em uma via encapetada de radares.

    Numa via, com o 1.0 se você embalar, você sobe em 4° ou até em 5° sem problemas, mas com esses radares fica díficil conseguir embalar, aí já viu.

    Eu tenho um Uno Mille, no começo apanhei bastante mesmo, mas é tudo questão de saber "domar" o carro, conhecê-lo e tirar o melhor proveito dele.

    A maioria reclama de carro 1.0, porque só quer saber de andar da "casquinha", em subidas esquece de abrir mais o acelerador.

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  7. Como diz um amigo meu, o problema não é o motor 1.0, e sim o motorista 1.0.

    Qualquer carro tem suas limitações, mas é dever do motorista saber dessas limitações e dirigir de acordo, sem colocar em perigo sua segurança ou a dos outros.

    Minha mulher tem um Fox 1.0, e mesmo eu acostumado com um carro mais potente, não faço feio com o Fox, nem fico segurando ninguém.

    Como já disseram, é claro que se fosse para mim, preferiria um motor mais potente, mas é tudo questão de se adequar ao que se tem.

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  8. Ja passou mais de 15 anos do lançamento dos carros 1 litro no Brasil e o povo não aprendeu a dirigi-los ainda. Não explora a faixa útil do motor,fica com dó de subir de giros. Na hora de "escolher" a marcha pra viajar, segue o principío de quanto mais grande, mais bom. Ai fica com o carro se arrastando mesmo. Como o conta giros marca até 7 mil RPM e o pião só acelera até 3, deveria vir um marcando até 15 mil pra ver se o zé acelera até os 7...

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  9. Ja tive carro mil e as vezes dirijo um Classic VHCE. Nada que com um tempinho você não se acostume. O que enche mais o saco memso é o câmbio curtíssimo.

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  10. O que mais incomoda em viagens com modelos 1.0 são câmbios curtos em geral que a 110km/h já está gritando.

    Outra coisa é que geralmente o 1.0 também é carro de acabamento sofrível, logo os bancos não são tão bons quanto deveriam e o isolamento acústico também não. Logo a viagem se torna cansativa pelo conjunto.

    - Osmar Fipi

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  11. Francisco V.G.05/03/11 12:22

    AC
    Pelos números da ficha técnica é de se imaginar que o Fox 1,0l seja até legalzinho, mas, na verdade, a coisa está mais para um modelo de uns 50cv do que para um de 76cv. Posso dizer isso pois minha mãe possui um desses e, na comparação com o meu Classic VHCE de 78cv, apenas 2cv à mais, existe um abismo entre eles quando o assunto é desempenho. Já sei que vão dizer que existem diferenças no peso, relação de marchas e até na área frontal, resuntando num Cx pior do VW em relação ao GM, neste último caso, diferença que se faria sentir na estrada, em altas velocidades. Isso não quer dizer que o Fox seja ruim, pelo contrário. O câmbio tem acionamento exemplar, os bancos são firmes e sempre se encontra uma boa posição para condução, a suspensão até que tem bom acerto e absorve bem essa porcaria que o nosso asfalto, se bem que na dianteira as buchas não aguentam muito tempo, porém, é só dar a devida atenção, mantendo as coisas em ordem e tudo bem. Por último, apesar do que a altura total nos faz supor, o carro faz curva muito bem, tem que fazer muita besteira pra tirar o bicho do prumo. Nesse particular, o carro de minha mãe veio de fábrica com rodas de aro 15" e pneus 195/55, o que, com certeza, faz diferença nessas horas.

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  12. Francisco V.G.05/03/11 12:28

    AC
    Outra coisa, já ia esquencendo: Me desculpe a chatisse e preciosismo, mas o Mille Brio tinha 54cv e não 56cv. Quem tinha 56cv era o Mille Electronic e o ELX, depois, passou à 58cv no modelo EP, em 1996, quando do advento da injeção monoponto.
    Saudações e um bom feriado, à você e a todos que participam deste espaço.

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  13. Viajar de 1.0 não é sofrivel quando vc está sozinho e sem bagagem. Coloque 5 pessoas e encha o porta-malas que vc verá que "maravilha" que é o carro.

    Disseram que o problema não é o carro em si, mas o motorista que não quer pisar. Concordo. As pessoas tem receio de "subir o giro". Mas faça isso num carro 1.0 que ele será mais beberrão que o 1.4 ou 1.6. A suposta vantagem do motor menos potente vai embora fácil fácil....

    Quanto ao Fox. Não sei se o modelo atual sofreu alguma alteração de motor. Minha irmã teve um 1.0 do modelo anterior e foi um dos piores carros que já dirigi. Chegava a dar raiva numa subida. E na estrada, a 120km/h era uma gritaria tremenda do motor.


    Marco

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  14. Os 1.0 não são o sofrimento do mundo todo não, dá pra usar tranquilo.
    O problema é que tem que fazer o motor girar, aí vem aquela barulheira... Nessas condições, um motor 1.6 pode girar mais baixo e acaba por consumir mais ou menos a mesma coisa.
    Mas claro que se der pra andar mantendo um certo ritmo, o 1.0 faz milagres no consumo.

    Já num trânsito anda-e-para, usar um 1.0 acaba trazendo uma economia razoável se o cara não ficar na agonia de querer fazer 0-100 a cada movimento do trânsito.

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  15. Osmar Fipi

    Muito bem dito, o que torna a viagem sofrível é mais o carro do que o motor. Nesse Classic em especial o banco não ajuda as costas. E para efeito de comparação meu carro não é tão superior assim, é um Corsa novo. A evolução da espécie.

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  16. Vamodoido,
    Eis a diferença entre um Clio e um Celta que ninguém entende... Fazia SP-BH com eles e também com um Ka e Mille, Gol G4. O Renault mesmo sendo menos potente de todos (8V) me fazia chegar mais inteiro após as viagens, bem mais. O acerto de suspensão ajuda (se tivesse um câmbio VW ou Ford seria melhor ainda).

    - Osmar Fipi

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  17. Motor um pouco maior em estrada se paga, vale a pena - principalmente os Hondas não flex. Se é que me entendem...

    - Osmar Fipi

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  18. Rômulo Rostand05/03/11 13:16

    Tive ou dirigi carros 1.0 de quase todas as marcas. Com alguns obtive melhor desempenho que com outros antigos modelos de motor maior. Em viagens rotineiras na estrada, em subidas de serras comparando por exemplo Celta e Corsa com Brasília e Corcel II 1.4, obtinha uns vinte Km/h a mais com os 1.0 atuais. Mas, nunca me furto de reduzir marcha ao menor sinal de perda de velocidade com o motor abaixo dos 4.000 rpm e manter o motor a 5.500 em quarta marcha diante de aclives acentuados. Assim esses "Mil" vão bem!
    Mas na mão da maioria do motoristas, que rejeita mais que 3.000 rpm a coisa complica.
    O Bob outro dia escreveu sobre potência / torque e citou que a 4.000 rpm o Celta de 70 CV só gera 50, enquanto que o 1.4 de 85 CV só precisa de 3.000 para desenvolver o mesmo número.
    Por vezes, viajei com amigos ou parentes conduzindo 1.0 e, observando dá para entender a maioria das reclamações. Situação de subida: Deixam o carro cair para 60/ 70 Km/h para reduzir de quinta para quarta. Situação de ultrapassagem: a 70/80 Km/h quinta e acelerador, nada de redução. Na prática não desfrutam nem 40 CV, talvez.


    Mas, há outro lado; a corrida do Marketing pela potência. Ouvi muitos proprietários que trocaram modelos 1.0 que tiveram potência aumentada pelo fabricante dizerem "ah, o antigo tinha bem mais força", ouvi de quem trocou do Mille Fire de 55 para o de 66CV; do Gol de 58 CV para o de 69 CV. Dá para acreditar? Dá! É que nessa corrida, as vezes, os fabricantes deixam a banda de baixo podre. Ou seja o motor ganha em alta e perde em baixa. Em algumas situações em que se precisa força em baixas rotações, não compensa, não só para aqueles que não passam das 3 mil, mas quem precisa dirigir em cidades de muito aclives e em estradas rurais com buracos e muita subida. Nessa última situação, por exemplo, um VW a ar se comparado a um 1.4 ou 1.6 atual certamente levará vantagem , ainda que tenham por volta da metade da potência máxima.

    Outro fator, é um certo atraso na resposta do motor, notei isso no Fox 1.0. Incomoda e deixa uma sensação de insegurança. O Mille EP também tinha e com potência específica bem menor. É como se o motor embraralhasse, sem conseguir desenvolver. Fiquei negativamente surpreso com o Fox, minha referência era o Gol de 58 CV que responde ao mínimo toque ao acelerador, quase que imediatamente. Percebe-se pelo som e pela supensão. No Fox nem uma coisa nem outra, chega a ser angustiante. E isso não se vê pela curva de torque.

    Gostaria de ver nos manuais do proprietário além de valores máximos as curvas de potência e torque. Algumas revistas publicavam, mas sem parâmetros de escala de valores, sem permitir comparações adequadas.

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  19. Francisco V.G.05/03/11 13:27

    Romulo Rostand
    Esse negócio do atraso na resposta do motor só pode ser pela calibragem do maldito acelerador eletrônico. Você pisa e a borboleta se finge de morta por um breve instante que, muitas vezes, parece uma eternidade. Também notei isso no Fox de minha mãe e, nesse caso em questão, acho que está além da conta.

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  20. Coloque 5 pessoas, encha o porta-malas e pegue uma via de pista simples como a BR116 entre Curitiba e Porto Alegre Cheia de caminhões.

    A ideia de 1.0 ser suficiente muda rapidinho.

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  21. Rômulo, isso é culpa do acelerador eletrônico do Fox que parece ter um clock de 0,5 Hz

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  22. Rômulo Rostand05/03/11 13:44

    Francisco V. G.
    Talvez seja mesmo o acelerador eletrônico do Fox. No Mille EP, um especialista em injeção - que me perdoe, agora esqueci o nome - me falou que era culpa da injeção pouco refinada, com pouco sensores e um processador de baixa capacidade. Verdade é que entre outras, na saída o Uno ELX que era carburado rasgava pneu com facilidade enquanto o EP baixava a frente parecia que ia estancar, para só depois reagir. Talvez a VW tenha economizado também no acelerador eletrônico do Fox.

    Voltando ao desempenho do Fox, oportuna a comparação que você fez com o Classic VHCE. Minha referência mais próxima é o Corsa de 79 CV. Esse tem quase o mesmo peso do Fox e dá um banho, ainda que se valha de relações de marchas bem reduzidas.

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  23. Romulo

    Me sinto curioso em relação aos 1,0L europeus com 60cv ou menos e motores de 3 cilindros. Acredito que os cilindros maiores ajudem no torque e tira justamente essa sensação de falta de força que o motosita médio sente dirigindo medianamente.

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  24. Rômulo Rostand05/03/11 14:01

    Valmodoido,
    Bem citado. Também, acredito que sim, devem ter dirigibilidade superior aos nossos. Menor potência específica facilita melhor curva de torque, isso aliado a melhor disponibilidade de torque em baixa dos motores de 3 cilindros...
    O único porém é que os europeus utilizam cambios com relações longas, que por outro lado traz outras vantagens.

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  25. Este comentário foi removido pelo autor.

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  26. Já viajei muito de 1.0 por aí. É questão de saber extrair o máximo do motor.

    Minha viagem mais rápida até hoje foi feita em um 1.0, quando tinha pouco mais de 6h para cobrir os 650 km entre Maringá-PR e Blumenau-SC. Fiz em 6h30 minutos e cheguei a tempo de me arrumar e ir ao casamento do qual eu fui padrinho.

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  27. Rômulo Rostand05/03/11 14:11

    Francisco V. G. e anônimo (13:33)

    Bem que o Bob Sharp podia testar o Fox, é um modelo dos mais vendidos e com bom atrativos, mas a versão 1.0 parece receber muitas reclamações.

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  28. Rômulo Rostand05/03/11 14:11

    Francisco V. G. e anônimo (13:33)

    Bem que o Bob Sharp podia testar o Fox, é um modelo dos mais vendidos e com bom atrativos, mas a versão 1.0 parece receber muitas reclamações.

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  29. Rômulo Rostand05/03/11 14:11

    Francisco V. G. e anônimo (13:33)

    Bem que o Bob Sharp podia testar o Fox, é um modelo dos mais vendidos e com bom atrativos, mas a versão 1.0 parece receber muitas reclamações.

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  30. Francisco V.G.05/03/11 14:13

    Rômulo Rostand
    Faz sentido isso, do Mille EP. Me lembro que, faz tempo, minha mãe tinha um Gol 96, injeção monoponto e eu, um Gol 97, injeção multiponto. Diferenças à parte, uma coisa era nítida: a rapidez de resposta do motor ao acelerar um e o outro. O Mi era melhor nesse aspecto.
    Todos
    Peço desculpas pelos erros de grafia. Reli os comentários e encontrei algumas barbaridades como "chatice" com dois esses (ss). Essa doeu, pena não poder voltar atrás e corrigir.

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  31. Rômulo Rostand05/03/11 14:14

    Desculpem a repetição da mensagem. Doidera do meu computador. Espero que o administrador remova.

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  32. Romulo

    Um amigo meu, motorista médio, diz que gosta do Celta dele justamente por poder mal sair no farol e já engatar a segunda. Esse é o lado ruim do tal do "pode ser" do comercial da Pepsi, pois quem não fazia questão dos câmbios curtos acaba aceitando e achando que é bom.

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  33. Mesmo carros com motor maior podem ser ruins se vc não reduzir. Experimente pegar um Civic automático e tente manter 100 km/h... o carro perde velocidade à toa por causa da característica do motor. Porém em velocidades maiores o motor vai bem melhor.

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  34. Já tive Fox 1.0 2007, e ele até que era bom na cidade. Na estrada, faltava força para ultrapassar ou para acompanhar trânsito em aclive numa velocidade que não casava bem na 1ª nem na 2ª marcha. E andar com mais de 3 pessoas, nem pensar.

    O que irritava mesmo era o acelerador com algum tipo de "suavização" de resposta. Na hora de fazer redução de marcha com aceleração interina, a resposta não era imediata na subida de giro do motor, então perdia-se tempo até acoplar novamente a embreagem.

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  35. Norberto,

    é isso aí ! O lance é viajar num ritmo confortável, gasta-se menos combustível e ficamos menos tensos. No final das contas, em viagens médias tipo RJ-SP, com estrada movimentada, levamos no máximo meia hora a mais em relação a ir de pé embaixo.

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  36. Francisco,

    minha memória já anda me traindo, tive os 3 modelos e troquei as bolas. O que parecia andar melhor era o ELX, se bem que o EP ia a 180 de velocímetro com certa facilidade, bastava uma descida leve. Já corrigi o texto. Valeu !

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  37. Romulo,

    bem colocado. O que você citou no EP é o que me faz achar o Brio e o ELX mais rápidos do que ele, apesar da menor potência. Ele tinha uma hesitação estranha.

    Um carro que me surpreendeu positivamente foi um Gol basicão com AE 1.0 8V, aluguei ele em Brasília e fui a Chapada dos Veadeiros com o carro abarrotado, e ele mantinha 120 muito bem, sem incomodar.

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  38. Arruda,

    é cansativo, com certeza. Tem que calcular muito bem as ultrapassagens, cambiar o tempo todo. Mas não acho que o tempo total de viagem vá ser muito diferente.

    Que fique claro que eu não sou defensor dos 'mil', adoro meu Scenic e seu 2-litros de 140 cv. Mas é que vejo muita gente reclamando, e na hora de tirarmos a prova, constatamos que não é tudo isso. Se a estrada tem muito movimento, mesmo com um carro forte a média não sobe muito. Se a estrada é vazia, o milzinho consegue boas médias também.

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  39. coloca 4 ou 5 adultos no carro pra ver que blz, 70 ou 77 cv, se tiver um gordinho então, fuuhhhh

    os 1.nada atuais não são tão fracos como os de antigamente, mas achar que é uma maravilha e que mais potência não faz falta... s/ comentários

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  40. e na descida até tatu-bola corre

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  41. É o que eu sempre digo... os engenheiros estudam um bocado para chegarem lá e projetar um motor valente que possa usar todos os seus felizes 7000 giros.

    Dai o cara compra carro 1.0 e quer andar a 2000rpm...

    É feito um belo trabalho para que o motor seja elástico... use isso! Aproveite a faixa útil do seu motor e seja feliz. Meu ex-Mille EP foi um dos carros mais divertidos que já tive. Fiasa 1 litro gira como se não houvesse amanhã até os 7200...

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  42. Eu ja dirigi praticamente todos os 1.0 do mercado e o Fox consegue ser um dos piores.

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  43. Vez ou outra dirijo um Fox 1.0, por acaso igual ao da foto. Isso é balela, é só saber trabalhar a faixa de giro...

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  44. pra andar numa boa ainda vai, mas quando se pisa com vontade, mesmo aproveitando aquele "super motor elástico e girador (o cara pensa que o motor é uma furadeira)" da um desgosto, é mais gostoso afundar o pé num fusca 1300

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  45. Na subida você me aperta. Na descida nóis se acerta.

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  46. O Bob tem uma história interessantíssima de uma viagem Betim-SP de Mille, bem na época do lançamento. Se não me engano, 115 de média. Bruto!

    Gosto dos mil, e eles podem andar rápido sim, o negócio é saber conduzi-los.

    Há exatos 15 anos, eu e um amigo fomos de BH a Ouro Preto todos os dias de carnaval. Alternávamos os carros. Eu ia com meu Santana turbo, imagino uns 150 cv. Ele, de Mille EP, zerado. O melhor comportamento dinamico do Uno, associado a muitas e muitas trocas de marcha, e uma ousadia a mais, fazia com que os tempos de viagem fossem praticamente iguais.

    Abraço

    Lucas crf

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  47. Já fiz muitas viagens de 1.0. A ultima foi em Janeiro de 2010 com meu Mille 2005 (REC-SÃO-REC). Sempre com carro cheio. Andam bem. Ando sempre junto de carros 1.4 e 1.6, mas para isso preciso estrangular o motor. Para minha esposa nao reclamar, ela fica dizendo que vou bater o motor do carro, ligo o som e sempre com o ar ligado. Se fosse um carro um pouco mais potente andaria no mesmo ritmo e seria menos cansativo.

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  48. esse lance de que numa viagem ambos os carros sendo que um com o dobro ou triplo de potência chegaram ao mesmo tempo, é absolutamente normal, no trânsito da cidade ou da estrada, por mais rápido que seja, isso não determina quem chega antes: atalhos, macetes, malícia, motorista, isso não é corrida e não serve como comparativo, falar que "deu pau" num carro c/ muito mais potência que o seu, pq passou por ele a 190 - 210, é gostoso, mas é ilusão

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  49. Tenho a impressão de que muita gente compra caro 1.0 esperando desempenho de Monza 2.0. Aí não dá!
    Agora me digam uma coisa: os primeiros 1000's eram mais econômicos que os atuais "flex"?? Uma vez fui e voltei de gol 1000 bolinha AE abarrotado com 5 pessoas + gabagens, de SJ dos Campos a Mogi-Guaçu (indo por Minas) e mal gastou 1/2 tanque. Também ouço dizer de números absurdos de economia do KA endura. E os novos?

    João Paulo

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  50. por falar em PESO dos carros, qualquer que seja o modelo, observo que esse dado sai da fábrica e é apenas transmitido.
    Alguém já pesou um carro com precisão? Será que o peso, dentro das condições com que é pesado na fábrica, bate com divulgado?
    Eu sempre desconfio.
    Alguém aqui deve ter condições de fazer isso, seria interessante uma nova prova dos nove.

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  51. Certamente trabalhar um motor 1-L em rotação constantemente elevada caracterizará condição severa de uso, prejudicando sua vida útil, especialmente devido ao desgaste prematuro dos componentes...

    Boa parte da população prefere um Gol 0Km a um 2-L com 6 anos de uso...Fazer o q, né?

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  52. Ô Nicolas, manutenção de 1.0 NOVO é zero por pelo menos 5 anos.
    E manutenção de 2.0 com 6 anos de uso?
    É só por isso (fora consumo, e outros gastos que também aumentam) que se compra carro novo.

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  53. Se não percebo necessidade, evito ligar o AC para não consumir potência em carro 1.6, preciso falar mais alguma coisa?
    Na minha opinião, demorou pro governo acabar com este incentivo! Na minha garagem entrou 1.0 uma vez pra nunca mais!

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  54. Já tive um carro 1.0, já dirigi diversos 1.0 alugados ou de parentes, em várias viagens.

    Quer saber? É horrível, uma droga. Deveria ser proibido inclusive, ou limitado a "key cars", o que nem temos aqui no Brasil.

    Desde o Corsa 1.0 de 93 até o vhc-e 2011 que dirigi outro dia, desde o Palio até o Fiesta, desde o Uno antigo até o atual, todos já dirigi e são uma bela porcaria.

    Desculpem a sinceridade, mas carro 1.0 não dá. Tive um e não sinto a menor saudade - a maior besteira fiz ao comprar ele, só que na época caí na conversa dos outros. Hoje não.

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  55. Concordo com o que já disseram: Apesar de tantos anos de 1.0, parece que muitos motoristas nas estradas ainda os dirigem como se estivessem nos velhos 1.6 de 4 marchas dos anos 80 (Fusca, Chevette, etc), ou seja, nunca passando dos 3000 rpm e não reduzindo a marcha nos aclives. Assim não dá!

    Para tentar mudar esses maus hábitos, todo carro 1.0 deveria ter um conta-giros, e nele vir indicada a faixa de melhor torque. Ou senão, pelo menos ter no painel uma setinha indicadora de "mude a marcha", como existiu em alguns anos do Monza antigo.

    Considero um absurdo que atualmente existam carros na faixa de 1000 kg com motor 1.0, como por exemplo os mini-sedans. Esses motores deviam ser restritos a carros bem pequenos e leves, para que relação peso/potência ficasse num patamar aceitável. Alguns bons exemplos de carros adequados a motor 1.0 são o Uno Mille (super leve) e o Ka antigo (homologado só para 4 pessoas).

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  56. Marcelo Augusto06/03/11 02:15

    Quem reclama do desempenho "dos mil" deveria reclamar sim, mas DO SEU baixo desempenho como motorista e procurar se aperfeiçoar. Preguiça e falta de técnica para mudar marchas; e não saber dar desempenho ao motor, são os principais problemas dos reclamões. E isso não é problema do carro, é?

    Quem realmente gosta de carro aprende a usá-lo na sua plenitude caso não haja sobra de desempenho ou ele seja apenas justo, não fica reclamando.

    Empacar o trânsito não é culpa de motor 1,0, mas de motorista nota 1,0...

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  57. Realmente, dono de carro 1.0 tem que pensar assim mesmo.

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  58. Quem tem carro 2.0 é fresco e quem tem 2.5 tem que ser internado!

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  59. Marcelo Augusto 06/03/11 02:15
    ano que vem a red bull vai adotar esses motores 1.0

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  60. Marcelo Augusto06/03/11 05:43

    O tempo que vc perde com ironia use-o para aprimorar a arte-técnica de dirigir. Fico feliz que a carapuça lhe serviu.

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  61. Não adianta falar que esses carros 1.0 atuais são bons e evoluiram pois tem quase 80 cv, pois o que manda é o torque e esse ainda não passou de 10 mkgf. Quem fala que tem que andar nos carros mil em alta rotação para andar bem deve falar isso pois anda no carro da "firma" sem dó.

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  62. Ai esses motoristas de Need For Speed...

    Como foi dito acima, os novos motores 1.0 GIRAM como se não houvesse amanhã, é só saber usar a faixa de torque, e nem precisa ficar reduzindo muito não(se não tiver AC).

    Nego gosto de passar marcha com 1000rpm deve ser...

    Carro 1.0 anda muito bem esticando as marchas e depois reduzindo pra manter a faixa de torque, e não precisa andar sem dó não...

    Já andei muito em carro 1.0 que não é da firma, com AC e sem. E nem precisa de conta giros, só no ouvido...

    Agora pra quem é braço duro ou piloto de videogame...

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  63. Como diz o Bobo, o bom motorista sabe se virar com motores de 1L até V8, de 3, 4, 5 ou 6 marchas! Basta saber tocar!

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  64. Ainda acho carro 1.0 uma droga. Pode esticar giro, pode saber dirigir o quanto for, mesmo pq ninguém aqui prova que o outro sabe ou não dirigir, afinal de contas ninguém (ou quase ninguém) se conhece.

    Quer motor girador? Compra uma moto.

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  65. Tenho um Mille e nunca passei aperto. A questão é acreditar que mais de 3k RPM não estraga o motor, ter a plena certeza que o ronco do motor não é um grito de dor, é apenas uma máquina trabalhando para te entregar mais potência. Fora as situações de necessidade, ando na cidade passando marcha a 2500RPM, pulando marcha quando dá andando em giro baixo e acompanhando o transito e consigo médias excelentes.

    O óbvio é que andar rápido num 1.0 é desconfortável.
    Ou alguém prefere andar a 4200RPM a 120km/h em um Celta ao invés de rodar a 3000RPM num carro 1.8? A questão é saber os limites do carro.
    Não condeno quem não gosta de 1.0. Conheço gente que sabe andar muito forte nesses carros mas ainda assim acham um saco e simplesmente preferem pagar a mais por um motor maior. Questão de gosto, nada mais.

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  66. O 1,0L é a "Grande Contribuição" da Fiat para o mercado brasileiro.

    O que o Sr. Roberto Bogus então presidente da Fiat intitulou "sensibilidade ao mercado" (vide entrevista na Revista 4 Rodas do ano de 1994 - não me recordo o mês), ao lançar imediatamente o Uno Mille logo após a aprovação da lei do IPI pela entao ministra Zelia Cardoso de Mello eu chamaria de "casuismo". A Fiat era o unico fabricante que tinha condições de lançar sem grandes testes, um motor de 1000cm3 pois ela já tinha o 1050cm3 utilizado anteriormente no 147.

    Resultado: Enquanto os Europeus desfrutam de veiculos espertos de 1,1, 1,2 e 1,3L nós, brazucas temos que aguentar os 1,0L que julga qualquer coisa acima de 1000cm3 como "veiculo de luxo".

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  67. Rômulo Rostand06/03/11 23:26

    É isso aí, Caio. Liberdade de escolha. Também não dá para nivelar todos carros 1.0. O Mille e Ka antigo são exemplos de carros bastante ágeis. Já um Fiesta Sedan ou um Logan têm pessos que penalizam bastante o desempenho e até a segurança, em algumas situações.
    Em geral, o motorista de carro 1.0 é mais exigido e precisa saber que é necessário explorar bem as marchas e rotações do motor.
    E para quem acha que isso compromete muito a vida útil; Sempre utilizei os 1.0 elevando as rotações até próximo a faixa de potência máxima. Claro que só em casos necessários como subidas e ultrapassagens. Cheguei a rodar mais de 150.000 Km com um Mille sem nenhum problema no trem de força. E com outros 1.0, na faixa de 70.000 km, até vendê-los, sem nenhum problema.
    Bob já explicou na BC, entre outras coisas, que velocidade do pistão conta mais que "rpm" para o desgaste do motor. Em geral, nos carros 1.0 essa velocidade é menor se comparado a um motor de maior cilindrada na mesma rotação devido ao curso reduzido.
    Os que preferem motores maiores, tudo bem. Reserva de potência e curva de torque mais plana são sinônimos de segurança ativa e melhor dirigibilidade, sem dúvida.
    Principalmente para os tipo "acelerador preso".
    Mas, continuará sendo imprescindível se conhecer as reações do carro que se dirige e respeitar suas limitações. Me sinto seguro num carro 1.0, depois de rodar algumas centenas de Kilometros.
    Atualmente não tenho carro "mil", mas na cidade, acho mais divertido andar no pequeno e ágil Ford Ka 1.0 antigo da minha filha que no meu carro.
    Quanto ao maior conforto de se andar em rotações menores e com menos trocas de marchas, não tenho argumentos. Mas, todas essas vantagens comparativas têm um cu$to. Quem pode e acha que vale a pena; não faltam opções no mercado. Melhor ainda para quem confia nos usados (dessa eu tô fora).

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  68. Falou o esperto!

    1.1L faz mesmo muita diferença em relação a 1.0.. LOL!

    Além do mais muitos carros ate 1.2 e alguns 1.3 na Europa usam motor de 3 cilindros...

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  69. Os carros mil ensinaram a muitos a dirigir melhor. Quem gosta de dirigir, e é receptivo a aprender, aprendeu muito dentro da era dos "populares".

    Mister Fórmula Finesse

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  70. O grande problema dos 1.0 atuais é que estes são vantajosos apenas pelo preço de aquisição mais baixo.

    (se consegue comprar um 1.0 por 25 paus enquanto a versão com 1.4 ou 1.6 do mesmo carro vai pra lá dos 35...)

    Ok, hoje os 1.0 tem mais potência que uma barsilia ou corcel de outrora, mas o que realmente importa nesses carros está se perdendo: A economia.

    Hoje esse mesmo fox 1.0, tem consumo patético: Tenho amigos que possuem, e não fazem mais que 9km/l...

    Hoje ter um 1.0 s´se justifica pelo preço de compra: bebem como grande (pois é preciso andar com giros altos... e a economia se vai... (há excessões, como o uno, clio... mas no geral a tendência e beber mesmo), a manutenção é pouca coisa mais em conta...

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  71. Não entendo tanta hostilidade em alguns comentários. A opinião do autor e a de quem concorda com ele não estão obrigando ninguém a comprar carro 1.000 nem exigindo que as fábricas façam apenas este tipo de motor.

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  72. Na verdade, acho que alguns não entenderam o que eu quis dizer. Claro que se viaja muito melhor com um carro de motor maior, em giros mais baixos, com reserva de potência. Mas o que normalmente acontece é que o camarada fica danado porque o carro mais fraco as vezes estaciona em 70 km/h numa subida e o mais forte continua ganhando velocidade, isso várias vezes em uma viagem. Aí xinga o carro com motor de 1 litro de tudo quanto é adjetivo. Mas se faz as contas, levou 15 minutos a mais, se muito. Quis mostrar que é muito mais percepção de ser lento do que de fato o ser.

    Um carro que tive que era um cágado mas não passava essa impressao em uso normal era o Uno 91 1,3 a gasolina. 57 cv e marchas algo mais longas do que do Mille, se mexia bem no transito. Na estrada é que aparecia a deficiência, penava para passar de 140, mesmo em quarta não respondia bem. Um Mille EP na estrada era muito melhor, mais disposto em alta.

    Mas acho essa lei de limitar em 1 litro a faixa mais baixa de IPI imbecil. Se é para escalonar as faixas de imposto, que o façam pelo preço final. Carros mais baratos (com qualquer motor) pagam menos impostos.

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  73. AC; é isso mesmo.

    Ainda sobre os fiats, é justo dizer que o velocímetro dos modelos ELX e EP batiam nos mentirosos 180 nas descidas. Arrancando lado a lado, o EP conseguia uma vantagem marginal em relação ao ELX, mas despachava assim que batia quarta marcha.

    O fire é bem melhor de retomadas e arranca muito bem, têm-se a sensação de um motor maior. Mas...estaciona em final mais modesta que os antigos fiasas.

    Fiquem de olho no gol "êcomomoucham" que consegue - mesmo na Quatro Rodas - marcas de aceleração impensáveis para motores de um litro aspirados.

    Coisa de 13 segundo nos padrões Quatro Rodas (arrancar com freio de mão puxado...etc).

    Mister Fórmula Finesse

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  74. Rômulo Rostand07/03/11 12:19

    Alexandre Cruvinel,
    Perfeito seu complemento. Acho que é isso mesmo. A lei realmente deveria se repensada.
    Afinal já se vão 20 anos da instituíção do conceito de carro popular no Brasil, que surgiu num governo de decisões pouco refinadas. De lá para cá só se mudou o valor das taxações, nada mais. Apesar de tudo os números mostram que os populares surtiram efeito nas vendas.
    Entendi seu post, a diferença no final da viagem não é tanta por conta de uma subida ou ultrapassagem mais demorada.
    mas o assunto "carros 1.0" suscita muita discussão e depois de 50/70 comentários é comentário sobre comentário. Valeu pelo Post

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  75. Daniel Shimomoto, então quer dizer que você prefere um "europeu esperto" como Stilo 1.2 16V ou um Polo 1.2 do que um Mille 1.0???

    Essa mania de motor pequeno é européia, meu caro. E eles definitivamente não são melhores do que nós. A diferença é que lá se tem mais opções e preços melhores, obvio. Mas essas atrocidades de motor pequeno + carro grande é idéia deles.
    Blame on you!

    ResponderExcluir
  76. post popular é isso aí

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  77. Prezados Caio;

    Respeito sua opinião e concordo que motor pequeno é de fato coisa de europeu. Mas o 1.0 é limitado e ponto. É fato!

    A Fiat lançou o Palio com o motor Fire 1,25L e fez sucesso, a Peugeot fez o mesmo com o 206 ao lançar o 1.4L. A GM acabou com o novo Corsa e motor VHC deixando-o apenas com o Econoflex 1.4.
    ___________

    Luis;

    Você que com toda a sua humildade me chamou de "esperto". Não gostei. discordar com argumentos me fazem repensar opiniões, discordar com ironias me faz desacreditar a pessoa.

    Mas como meu estilo é outro, é o estilo de discordar com FATOS e não com IRONIAS, vamos aos fatos: de 1,0L para 1,2L existe um incremento de 20% no volume deslocado de um propulsor. Pode não parecer muita coisa mas 200cm3 faz toda a diferenca ou algueem aqui em sã consciência acha o desempenho de um mesmo veículo 1,6L é o mesmo do 1,8L? O santana 1,8L tem o mesmo comportamento do 2L? E o Gol?

    O Fusca cresceu de 1,3L para 1,5L e a diferença era clara, num motor de baixa potencia especifica.

    Num motor de alta potencia especifica, um incremento de 20% de cilindraa representa, proporcionalmente uns 20% de aumento de potencia. Numero de cilindros é irrelevante: Poderia ter até um único cilindro. O desclocamento de 1,0L, ou 1,1 ou 1,2 ou 1,3L continua sendo o mesmo com 1, 2, 3, 4, 5 ou 10 cilindros!

    Então "esperto Luis" pensa e reflita... Discussão tem que ter nivel técnico e não achismo e opinião de 4 Rodas ou Autoesporte

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  78. Daniel, todo motor é limitado. Coloque um motor 1,8l 8V numa dodge Journey e veja que maravilha que fica.
    Os motores 1,25l que você comentou também são limitados, os Europeus tem a prova viva disso com esses motores equipando carros como Golf e Stilo.

    O problema é colocar motores pequenos em carros grandes. Motor 1,0l em carros como Fiesta, Fox e Palio Weekend são coisas que nunca deveriam ter existido. Num Celta, tenho minhas dúvidas até onde causa problemas. Apesar de detestar o carro, ele anda bem. Melhor que Punto 1,4l por exemplo.
    Apesar de ser superior a qualquer 1,0l, dizem que o Golf 1,6l também não é aquelas coisas em performance e quem não souber tocar, passa sufoco na estrada.

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  79. Caio, o golf mais antigo era um pouco amarrado, mas depois que pegava ritmo, andava bastante bem.

    Os vht atuais são mais lestos em rotações medianas, ficou melhor de guiar.

    Mister Fórmula Finesse

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  80. Caio Ferrari;

    Gosto de discutir com gente como você. Parabéns. Podemos até discordar em algum ponto ou outro mas sempre com BASE e não no achismo. Parabéns!

    Mas...voltando aos 1.0....Acredito que o que mata os 1.0 atuais são os motores de "motocicleta". Potencia máxima em 6000rpms e rotação de corte em 6200rpms (como nos primeiros GM-VHC) apenas para desenvolver uma potencia elevada para saciar o Marketing eu acho errado. É preferivel um motor menos potente e mais esperto do que um de alta potencia que requeira elevadas rotações, algo impossivel de se manter num trajeto urbano.

    Outro dia tive a oportunidade de dirigir um Gol BX 1600 resfriado a ar...Carro gostoso pra valer! Comparado aos primeiros AP's 600 carburados, o Gol boxer é mais gostoso de dirigir mesmo com a transmissão mais longa exatamente pelo fato de ter mais potencia disponivel em rotação mais baixa. No transito urbano, um carro bastante ágil a despeito dos seus 54cv. E subindo melhor as ladeiras que muito 1.0 de maior potencia!

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  81. Daniel, obrigado.

    Eu também já pensei que nossos motores tinham pouco torque em baixa. Se você olhar os acertos europeus para os motores que temos por aqui, em especial os Fires, verá que eles são bem menos potentes. Eu pensava que isso se traduzia em mais potência em baixa e na verdade não é. Nossos motores são bem fortes em baixa mesmo em relação aos europeus equivalente. Não é difícil você achar na internet a curva do VHC, aparentemente o motor mais "estrangulado" da turma dos 1000. E, pasmem, a curva de torque é muito plana MESMO.
    Dirija um Celta e veja como ele retoma bem mesmo em baixa rotação e marcha alta.
    O VHT da VW eu acho um expoente. Torque de 10,6kgfm em 3800RPM e potência respeitável de 76cv a baixos 5200RPM.
    Na minha opnião, acho que se não tivéssemos abolido as 16V teriámos motores 1.0 chegando a 85cv e talvez com um torque máximo de 11kgfm senão mais. Tudo iria depender do compromisso entre potência em baixa rotação vs potência em alta.

    Quem ficou para trás foram os 1,4l, 1,6l e 1,8l que evoluiram pouco. Veja o Fire 1.4 está amarrado na casa dos 80 e poucos cv desde seu lançamento há 6 anos atrás. O VHT 1,6l é menos linear que o 1.0. Acho que da turma dos não 1,0l, o único que foi devidamente trabalhado e só precisa de mais valvulas para continuar sua "musculação" é o GM FI que talvez chegaria nos 110cv.

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  82. Caio Ferrari e Daniel
    Vou dar minha pequena contribuição:
    Andei de Clio e Corsa, ambos 1,2l, na Espanha e posso afirmar que qualquer um dos dois leva cacete de seus similares brasileiros com motor 1,0l. E não é por pouca coisa não, a diferença é razoável. No caso do Clio, fiz o velocímetro estacionar entre 155 e 160 km/h em uma estrada nos arredores de Valencia, mais precisamente em Puerto Sagunto em direção a Teruel. Na mesma situação eu levaria qualquer GM VHCE até os 6800 rpm (corte) com o velocímetro quase na marca de 180 km/h. Mas isso é apenas um detalhe que pouco importa, pois, naquilo que interessa - o uso normal do dia a dia - nossos 1,0l se saem melhor em todas as situações. Outra coisa que me deixa indignado no GM 1,4l EconoFlex: Corte a 6300 rpm, apenas 300 rpm acima do pico de potência. Você tem que ser muito rápido na passada de marcha sob pena de sentir o famigerado corte e prejudicar a tocada, pois 300 rpm passam num piscar de olhos.

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  83. Caio Ferrari;

    Semana passada dirigi um Celta VHC-E e me supreendi. Um cambio relativamente "wide ratio" para um 1,0L, boa resposta para um motor de alta rotação...

    Ainda não tive o prazer em dirigir o novo VHT da VW. Bem que eu gostaria. Meu 1.0 da VW mais recente foi o novo 8 válvulas de 13:1 de taxa e o danadinho é bem esperto.

    Um abraço

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  84. AC,

    Apoiadíssimo. Um litro hoje não é sinônimo de lerdeza. Alguém lento num carro desses será sempre lento.

    MAO

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