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13 de maio de 2011

BARREIRA BRANCA ÀS IMPORTAÇÕES DE CARROS

Foto: aen.pr.gov.br


Post sobre este assunto foi publicado no AE por volta de 13h30, mas com os problemas do blogger blogspot.com que começaram ontem à tarde e que parecem terminados hoje às 14 horas, ficou o saldo de este post ter sido apagado por completo. Por acaso foi o único que desapareceu. Muito estranho. Inclusive, eu havia enviado o link da página para um amigo, via Skype, ainda está lá, mas ao clicar entra a mensagem de página não encontrada. Experimente em http://autoentusiastas.blogspot.com/2011/05/extra-barreira-branca-as-importacoes-de.html

Voltando, então, ao tema, e já com um pouco mais de informação decorrido um dia, o que aconteceu foi que o governo retirou a licença automática para importação de veículos, mudando a sistemática que vinha sendo adotada até então. Isso vale dizer que entra uma componente nova no processo de importação, sendo que a referida licença pode ser dada em até sessenta dias, que é o prazo máximo definido pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

O motivo da mudança, segundo fonte do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é "monitorar o fluxo de importação de veículos, que cresceu 71 por cento em um ano", tomando por base abril de 2010 e 2011. Fica bem claro, portanto, que "monitorar" adquire o sentido de regular, pois agora será necessário obter a licença de importação, a qual o governo dá se quiser. Uma barreira branca às importações sem nenhum dúvida.
Todavia, ao contrário do que ventilado ontem, as peças e componentes não estão sujeitos à nova regra - tiraram o bode da sala! Não é preciso ser vidente para concluir o que aconteceria se houvesse dificuldade para importar peças.

Mas em meio a esse redemoinho de novidades, há outro vetor: a Argentina. O país vizinho, em meio a uma sangria desatada de divisas com importação de veículos, adotou a mesma medida, fim da licença automática, a partir de novembro do ano passado. Com isso o fluxo de veículos e máquinas agrícolas exportados daqui para lá - a Argentina é o nosso maior mercado de exportação, mais de 40 por cento do total - começou a emperrar na fronteira. Imagine-se o transtorno de ter de esperar sessenta dias para sair a licença.

Então, a solução tomada pelo Brasil é uma retaliação camuflada de "monitoramento das importações brasileiras de veículos". Como as regras da OMC não permitem medidas retaliatórias específicas (contra a Argentina, no caso), mas apenas genéricas,  a decisão brasileira afeta todas as importações, de onde quer que se originem. Coloque-se nesse caldeirão México, Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e Europa.

É de estarrecer, a medida do governo brasileiro, que simplesmente ignorou que uma operação de importação é bem diferente do que pedir uma pizza no domingo à noite. É essencial uma estrutura, treinamento, homologação de produtos, planejamento financeiro, entre outros aspectos. Agora, de repente, muda a regra no meio do jogo. Imagino o que importadores de peso como Sérgio Habib, da JAC Motors, devem estar pensando.

"Ah, ha, ferramos os argentinos", devem ter pensado os senhores na Esplanada dos Ministérios na "Ilha da Fantasia". Só que não foram só os argentinos as vítimas.

Como se tudo isso não bastasse, a complementaridade de produção das fabricantes envolvendo Brasil e Argentina, haja vista quantos modelos são fabricandos no pais vizinho pela Volkswagen, Fiat, Ford, General Motors, Toyota, Renault, Peugeot/Citroën e bem recentemente a Honda, produzindo lá o City, fica seriamente comprometida. Essss fabricantes achavam que estavam em terreno firme, mas na verdade  estavam era em uma bela de uma areia movediça, a tal de Latinoamérica...

Antes que se imagine ter havido o dedo da Anfavea  (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) nessa história, saiba-se que 80 por cento de toda a importação provém de fabricantes mundiais cujas filiais aqui são associadas à entidade. Portanto, o rebosteio pegou todo mundo. E mostrou que o Mercosul, criado há vinte anos (26/3/91), de mercado comum não tem nada. Se nem a gasolina é a mesma entre os quatro países membros, o que dirá o resto.

Como eu já havia respondido ontem, às 15h15, ao comentário do leitor Paulo Levi, cada vez um fato como esse acontece, não há como deixar de me vir à mente o que disse um certo general francês, chefe de estado, narigudo e de 1,96 metro de altura....

BS

Nota: Às 19h30, aproximadamente, o texto anterior, de ontem, voltou à lista do blogger. O link voltou a levar à página. A volta à estabilidade demorou..

60 comentários:

  1. Charles de Gaulle13/05/11 17:05

    O Brasil não é um país sério...

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  2. Deixem-me tentar entender:

    A Argentina pode colocar as barreiras que quiser contra os produtos brasileiros, mas se Brasil lançar mão da reciprocidade e implantar as mesmas medidas, está prejudicando a Argentina?
    O Brasil nada fez além de dar aos automóveis, autopeças e pneus importados o mesmo tratamento que a Argentina já dava a estes produtos vindos do Brasil.
    Justíssimo, se a ministra argentina não gostou, que negocie a supressão das medidas por parte de AMBOS os países. Só chorar é muito fácil.

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    Respostas
    1. Eu que nada tinha a ver com a História não consigo comprar meu nissan March do Japão, feito no méxico, que droga!!! dizem que o governo não deixa desembarcar os carros em paranaguá!

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  3. Charles de Gaulle
    Mais oui, mon gèneral!

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  4. Pisca
    A medida retaliatória prejudica sobretudo o Brasil. Foi criada uma burocracia para importar.

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  5. Acho que as medidas estão corretas, pois nossos hermanos Argentinos há muito não respeitam os objetivos do livre comércio entre os países do Mercosul e sempre colocaram entraves às importações de produtos brasileiros, sob argumento de proteção comercial e regulação do déficit.

    O princípio da reciprocidade de tratamento deve prevalecer em nossas relações comerciais a fim de que não sejam apenas os brasileiros os prejudicados com medidas restritivas às importações.

    No RS tem empresa demitindo mais de 200 funcionários devido aos problemas criados na Argentina que dificultou a exportação de máquinas agrícolas do Brasil. Eles são malucos e fazem o que querem.

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  6. O governo a meu ver age sobre as consequências do problema e não sobre suas causas. Isso é enxugar gelo.

    As importações estão altas sim, mas é por causa do cambio. O dólar está muito barato, o que faz com que nossas exportações encareçam muito e percam mercado lá fora, e os importados se tornam muito mais atrativos frente ao que produzimos aqui.

    O que deveria ser feito é melhorar a competitividade da nossa indústria: baixar impostos sobre a produção nacional, forçar as empresas a buscar maior produtividade, maior evolução técnica e qualidade. Enquanto for protegida da concorrência extrangeira por barreiras, a indústria nacional não evoluirá, e os consumidores continuarão a comprar produtos defasados a um preço exorbitante em relação ao que vem de fora.

    Mas pergunta lá em Brasília se alguém aceita cobrar menos imposto?

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  7. Acho que isso deveria ser somente o inicio de algumas restrições.
    Não aguento mais ter que comprar o LIXO XING LING, e ao comprar saber que estou retirando dinheiro nosso que iria para algum Brasileiro, que tem familia para sustentar, e colocando na mão de um desconhecido.

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  8. Ainda bem que retirou o EXTRA, EXTRA, tava brega demais.

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  9. Ernesto,

    Produto chinês é melhor que os nacionais feitos por nossos engenheiros metidos a sabichão. E o melhor, se quebrar, o china tloca na hola.

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  10. O governo parece estar perdendo as estribeiras da economia. Não seria esta uma forma de desaquecer o comércio de automóveis, sobretudo os importados?

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  11. podia aproveitar pra invadir a argentina e assim movimentar mais a indústria bélica nacional

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  12. João Ernesto Guariza,
    Não vou tecer considerações sobre o tom xenófobo e preconceituoso dos seus comentários. Mas é importante que pelo menos você saiba que o produto importado paga, sim, pesados impostos para poder ser vendido aqui. E que boa parte desse imposto vai (ou deveria ir) para "algum Brasileiro, que tem familia para sustentar", como você diz. Lembre-se, também, que não é boa idéia cuspir no prato onde se está comendo: não fosse o minério de ferro e os outros commodities que os chineses compram ao Brasil, é melhor nem pensar onde estariamos agora.

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  13. Há males que vem pro bem:
    Vai faltar Classic e Arghile no mercado! Nossas ruas ficarão mais bonitas.

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  14. Aléssio Marinho13/05/11 17:57

    Collor disse que nossos carros eram "carroças" e ele estava certo.
    Reabriu as importações e em 5 anos nosso mercado mudou para melhor. Lembrem-se dos lançamentos do período. Nossa indústria cresceu e novas marcas vieram fabricar aqui.
    As importações ajudaram a criar um consumidor mais exigente.
    Encaro as importações como um desafio a industria nacional, para se desenvolver e competir com o produto importado. Mas claro, com alguma reserva. Nos especializamos em carros pequenos, "emergentes" e em robustez.
    Essa medida nivela o mercado por baixo, favorecendo o aumento de preços do veiculos pois a oferta vai diminuir.
    Tudo do que o mercado aquecido desejava para meter a mão no seu bolso.

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  15. Symbol, Fluence, Clio, Hilux, 408, Tragile, Ranger, Siena, Partner, 306,...

    Engarrafamento na fronteira !

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  16. Anônimo 13/5 17:26
    O 'Extra'serve apenas para informar que se trata de post extra. É normal na imprensa quando há uma edição adicional à normal. Desse modo o leitor do AE sabe que terá os dois post diários habituais. Como hoje o post sobre a medida do governo é o segundo do dia, não há por que dizer que é extra.

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  17. Os governos dos países latinoamericanos (México à parte, aparentemente) não são inteligentes o bastante para perceber que um ambiente de negócios instável só serve para afastar os investimentos tão necessários ao crescimento. Mudanças repentinas nas regras são péssimas para os negócios.

    Os exemplos mais claros são a Bolívia e a Venezuela, nações que, governadas por doidos-varridos megalomaníacos, que estão no caminho certo do empobrecimento (não há nada tão ruim que não possa piorar, inclusive a Bolívia). A Argentina corre bem atrás, mas volta e meia também adota medidas que suscitam dúvidas quanto à responsabilidade e à competência do governo.

    O governo brasileiro, por sua vez, está sempre espiando o que ocorre no vizinho de baixo e de vez em quando copia algumas burrices. Afinal, macaquito vê, macaquito faz...

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  18. É como atirar bosta em ventilador... Suja não só os argentinos, mas os brasileiros também!

    É assustadora a inconsequência dos governos brasileiros.

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  19. É provável que a demora para conseguir a licença ocorra somente para os automóveis argentinos, devido à reciprocidade, princípio basilar do Direito Internacional Público; os importadores de carros produzidos em outros países, que não a Argentina, deverão receber a licença rapidamente.

    Eduardo A. de Oliveira

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  20. Prezado ANONIMO

    O meu tom Xenófobo e Preconceituoso é de BRASILEIRO PATRIOTA, alias o que falta a muita gente.
    E por favor não é João e sim Jose, pois eu quando teço algum comentário coloco meu nome, pois nao tenho vergonha dele.

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  21. Kevin de La Noya13/05/11 18:38

    Anônimo,

    É assustadora a incompetência dos governantes brasileiros!

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  22. E a América do Sul continua colonizada...

    Me dá úlceras pensar que nossa indústria é um grande cocô por conta de protecionismos idiotas que só beneficiam governistas. Desculpem as expressões, mas nada expressa melhor minha indignação do que um sonoro "é foda!".

    O mercado brasileiro viveu o sonho dos anos 90 justamente pela queda das barreiras, que obrigou a indústria nacional a se mexer para se manter competitiva.

    Os famigerados carros coreanos, hoje objetos de desejo mesmo na América do Norte só conseguiram se desenvolver pois foram expostos à concorrência internacional/estrangeira.

    E eles ganharam nosso mercado por que conseguiram chegar aqui com preço competitivo somado à qualidade adquirida por anos de concorrência com os líderes mundiais e encontraram um monte de carroças mal feitas, mas protegidas por leis protecionistas coloniais.

    É foda! Desculpem, mas é isso mesmo.

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  23. O homem mais patriota e que levou o nome do Brasil para o mundo inteiro (e por produzir algo reconhecido no mundo) disse certa vez ao fotografo David Zigg:

    "O BRASIL NÃO E PARA PRINCIPIANTES!!!!" (Antonio Carlos Jobim)

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  24. E enquanto isso tem ufanista que acha que temos que ser uns silvícolas nambiquaras para não nos curvarmos ao capital estrangeiro? Um pepino pra vocês!

    Somos uns filhos superprotegidos, despeparados para encarar o mundo, que não temos a mínima condição de viver sem os pais-Estado. O Estado nos tutela em tudo. Diz o que eu devo ou não comer, beber, trepar, importar, cobra caro por tudo e não me dá nada em troca.

    Isso aqui é uma grande piada de mal gosto.

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  25. Daniel,
    Muito bem lembrado: se houve um brasileiro que realmente amou este País, Antonio Carlos Jobim é o seu nome. Data vênia os "PATRIOTAS" de plantão, que o condenaram pelos crimes de cantar ocasionalmente em inglês, e de aparecer em uma propaganda da Coca-Cola.

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  26. Bob,
    Do ponto de vista diplomático-comercial, a medida foi correta sim, força-se o outro lado, com desproporcionalidade de força sim, a rever sua posição e no mínimo voltar à mesa de negociação.
    Haverá afetados, sem dúvida, mais uns que outros, mas era uma ação necessária.
    Lembre que o governo que antecedu a este era criticado justamente por não agir.
    Se pensarmos nos prejuízos as empresas, claro ninguém está contente e todos esperamos um desenlace o quanto antes, que deve acontecer.

    Marco Aurélio

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  27. Marco Aurélio, sua argumentação seria válida se a parte contrária (no caso, o governo argentino) se pautasse por um mínimo de racionalidade em sua política de comércio exterior. Como isso não acontece, não creio que a Argentina volte atrás. E como o governo brasileiro também não vai querer arredar pé, esse impasse tem tudo para ser duradouro. O que fica claro, para mim, é que não fomos capazes de resolver nossas divergências por meios diplomáticos (inclusive nos bastidores, se preciso fosse) antes que a situação chegasse até onde chegou.

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  28. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  29. EXTRA! EXTRA!

    Agora sim descobrimos kem estava por detrás dessa manobra!

    Veja só como AS FÁBRICAS são VAGABUNDAS!

    http://carsale.uol.com.br/Novosite/revista/noticias/materia.asp?idnoticia=7242

    Adorei o NÓ q a Dilma deu nas fábricas.

    No fundo oq elas keriam era q o Governo barrasse os Coreanos e Chineses!

    Bando de SAFADO e INCOMPETENTE!

    Abaixem o preço ABSURDO q cobram em carros pelados, diminuam as margens IMENSAS de lucros e criem VERGONHA na cara!

    Lobby dos INCOMPETENTES foi p/ água abaixo....heheheh.

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  30. Ops...retire oq eu escrevi aí em cima....uahuahuahuahu.

    Que FORA q eu dei....rss.

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  31. Concordo com o Pisca e com o Marco Aurélio Strassen...

    Não é de hoje que o governo argentino vem aprontando (e não é só com o Brasil, o Uruguai também está levando ferro deles) e nada é feito. Tem empresa quebrando aqui no RS por causa das barreiras deles. Como diz o ditado "não tem como fazer homelete sem quebrar os ovos". Vai ter prejuízo para nós? Sim, algum, principalmente demora em receber carro montado lá, mas o prejuízo deles será bem maior. Quanto aos veículos vindo de outros países com certeza não haverá grandes mudanças.

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  32. Anônimo 19:51:

    Está chamando por teu irmão?

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  33. Strassen
    Tudo soa falso demais para o meu gosto. O motivo "oficial" da medida é excesso de importações, enquanto a ideia que prevalece, até de você, é retaliação à Argentina. Como eu disse, importar automóvel não é como pedir pizza.

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  34. Só uma ressalva Leonardo: Essas propagandas mentirosas dos coreanos e chineses é só para Brasileiro ver. Nada disso que vinculam de prêmios internacionais ou "o melhor do mundo em tudo" é real, na realidade estão bem longe disso. Os norte americanos tem horror a carro chines e cia, assim como o resto do mundo.

    Só o Brasileiro mesmo para engolir carros coreano, chines, franceses e italiano como boas coisas.

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  35. já que não se pode criar barreira só para os argentinos, fazer oq? deixar como estava?

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  36. Confesso que ainda não tenho uma opinião formada sobre o assunto... Primeiramente, pensei na questão do lobby, mas o quebra-cabeça ainda não fechou para mim.
    Quanto ao governo, como já falaram, o governo anterior foi bastante criticado por não reagir às medidas de "nostros hermanos" e mesmo assim o pessoal está descendo a lenha.

    Gostei do comentário do Jota e gostaria de complementar que este impasse trará prejuízos e nem preciso falar quem irá pagar a conta! Que belo retrocesso! Puuutz!

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  37. Ai, ai, lá vem aquela historinha do "nossos carros são umas carroças" de novo.
    Brasileiro é muito chato e afrescalhado. Me desculpem mas é a verdade.

    João Paulo

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  38. GALERA!!! FALAR QUE ISSO É POR CONTA DE ARGENTINA... MONITORAR IMPORTAÇÃO... É FALÁCIA!!!

    A verdade é que isso é reflexo a pressão que alguns fabricantes "brasileiros" fizeram no governo pra atrapalhar a vida das empresas chinesas que estão vindo, com carro um pouco mais barato.

    Mais uma vez, isso é APENAS BRIGA DE CACIQUE PRA FECHAR O MERCADO.

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  39. Caro Bob

    Ainda não descobri o que houve, perdi um post no meu blog, tive que refazer outro e as alterações que fiz em um post antigo também se perderam. Tentei até o truque de verificar a página em cache, mas foi tempo perdido. Acredito que houve algum dano ao banco de dados do Google, obrigando-a a fazer um back-up, o que me leva a ter sérias dúvidas sobre o modelo de negócios dela, de computação em "nuvem". Imaginem que no futuro o trânsito do dia a dia dependerá da computação em nuvem como querem as majors da informática, e não de um sistema de comunicação intantânea carro-a-carro como querem alguns fabricantes. Se os dados podem se perder no ar, prefiro manter o meu velho e bom HD...

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  40. 1k2, nada substitui o bom e velho hd e mesmo assim com cópias de segurança extra.

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  41. BOM... FICA COMO RETALIAÇAO A ARGENTINA PELA PALHAÇADA QUE FIZERAM COM O TRIGO, AFINAL ELES SÃO UNS CHOROES, QUE SÓ FICAM RECLAMANDO... RECLAMANDO... RECLAMANDO... AGORA COM ESSE DURO GOLPE VÃO TER DE SE MEXER... ACHO JUSTO O BRASIL USAR ESTE ARTIFICIO PARA PODER BAIXAR A BOLA DELES,TAL QUAL OS ESTADOS UNIDOS FAZEM... POREM LÁ FAZEM PARA PROTEGER AS INDUSTRIAS DELES EMPREGOS ETC ETC... AQUI O QUE VEJO, É QUE COM O DOLAR BAIXO AS MULTINACIONAIS, TAO IMPORTANDO DAS MATRIZES QUE ESTAO MEIA-BOCA... E DIMINUINDO A PRODUÇAO INTERNA OU ATE MESMO FECHANDO AS UNIDADES FABRIS, QUE FOI O CASO DA PHILIPS NO NORDESTE... AINDA ACHO QUE O GOVERNO É BURRO POIS O QUEMAIS EMPREGA NESTE PAÍS É A CONSTRUÇAO CÍVIL E É JUSTAMENTE ESSA AREA QUE TEMNOS A MAIOR DEFAZAGEM... VIDE METRÔ..AEROPORTOS...RODOVIAS..ESTAÇOES DE TRATAMENTO DE ESGOTO...DE AGUA...BAIRROS PLANEJADOS ETC... NADA NESTE PAIS É FEITO VISANDO DAQUI A 20/30 ANOS... SÓ TEMOS OPERAÇOES TAPA BURACO JUSTAMENTE PORQUE A ROUBALHEIRA É ENORME E UM GOVERNANTE VAI INICIAR UMA OBRA PRA OUTRO EM OUTRO MANDATO INAUGURAR E GANHAR A FAMA...

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  42. A PERGUNTA QUE NAO QUER CALAR... E COMO VAI FICAR A IMPORTAÇAO DE CARROS ANTIGOS? VAI FICAR MAIS CARA AINDA??

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  43. Retaliação mesmo ou Lobby a pergunta que não quer calar... Alguém aqui tem argumentos convincentes sobre o que realmente motivou esta medida? Acho que só saberemos daqui há alguns dias, porque alguém vai chorar pra imprensa, não tenha dúvida!

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  44. Pelo amor de Deus, vamos ficar eternamente dependendo de carros da Argentina?!
    E nossos outros vizinhos? O Paraguai, que expulsou milhares de brasiguaios - que tiveram suas terras "apossadas" quando assumiu o Lugo - e agora, como "castigo brasileiro", receberão o triplo pela energia de Itaipu; a Bolívia tomou várias instalações da Petrobras e o Brasil contiua mandando $ pra lá; o Equador expulsou empreiteiras brasileiras sem pagar um centavo dos gastos; a Venezuela, só bla bla bla com a refinaria no Nordeste e o gasoduto.
    Faz bem o Chile, que ignora os países do Sul.
    Vamos conversar com México, EUA, Europa, etc.!

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  45. Já que deu pau no Blogger repito a pergunta...
    É justo pagar IPI sobre produto importado?

    lizarB é fogo, se querem tanto "valorizar a produção nacional" deveriam baixar os impostos pra produzir, não incomodar os importados.

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  46. Joel, não seria justo cobrar do produtor nacional e isentar os importados.
    Os produtos importados têm isenção de impostos nos países de origem e ao entrar no Brasil, logicamente, têm de recolher os impostos daqui.

    O que não é justo é cobrar impostos em cima de impostos e isso não faz distinação entre importados ou nacionais. No caso dos importados o IPI é cobrado em cima do valor do produto + Imposto de importação. E assim por diante.

    O ICMS é o mais perverso de todos. É cobrado sobre todos os impostos que vêm antes, e por mais absurdo que isso seja... é cobrado sobre ele mesmo.

    Uma aliquota de 18% não é agregada ao valor do bem, como o IVA na Europa, mas calculado sobre o preço final do produto. Quer dizer, eleva o preço bem mais que sua alíquota nominal.

    ....E depois quando compramos o carro ainda temos o IPVA sobre o valor do IPI, ICMS, PIS, Cofins (e a lista vai)

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  47. Bob,

    Às vezes imagino que, se o Brasil fosse um criador de gado, enfrentando uma epidemia de carrapatos no rebanho, ele iria matar todos os bois, ao invés de tratá-los. O pior: iria se achar o máximo, todo sorridente, por ter achado uma "solução eficiente". Afinal, matou todos os carrapatos!

    Abraço,

    Silas.

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  48. Ainda sobre Argentina, uma da série "perguntar não ofende":

    Acabo de ver, na última IstoÉ, anúncio de página dupla do Citroen C4 hatch Exclusive, vendido "a partir de" R$ 70.990,00.

    Pergunta: há pouco tempo, com o Euro mais valorizado e com mais 35% de Imposto de Importação (que não incide sobre produtos argentinos), a Citroen vendia o legítimo francês C4 VTR nessa mesma faixa de preço. Qual era a "mágica"???

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  49. Pois é, a alfândega brasileira tem mesmo tempo sobrando para analisar pedidos de licença de importação mesmo, por que não abranger também carros?

    Como sempre trabalhei dependendo de matérias-primas importadas, sei bem o inferno que isso representará para o setor automobilístico. Vira e mexe, um dos fiscais resolve encasquetar com algum processo e barra a concessão da licença de importação, com o processo se arrastando por semanas, algumas vezes ultrapassando os 60 dias legais.

    Como sempre se diz por aqui, é o governo trabalhando cada vez mais para tornar a vida do brasileiro uma luta hercúlea!

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  50. Velho, mas limpinho15/05/11 16:05

    Se o governo fosse outro, de outro partido com mais letras na sigla, talvez não houvesse críticas em relação a esta medida...

    É interessante notar a diferença com que os assuntos e posturas são tratados as vezes.

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  51. Velho, mas limpinho15/05/11 16:24

    Jota, pergunte ao Alckmin, seu antecessor e ao Kassab, se eles aceitam cobrar menos IPTU, ICMS, pedágio...

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  52. Velho mas limpinho
    Nada a ver o que você disse, desculpe, esse assunto não tem nada a ver com simpatia ou antipatia partidária.

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  53. Road Runner
    Sabe lá o que é esperar 60 dias na época em que vivemos? Enlouqueceram completamente.

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  54. Cenário: fabricantes nacionais pressionando o governo a aumentar o imposto de importação (ou tomar alguma outra medida que restringisse os importados). Estopim: barreira argentina às exportações brasileiras. Pronto, o governo matou dois coelhos com uma cajadada só.

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  55. EAE O VELHO PORCO, FALASTRÃO DO CARALHO! EAE O QUE VC TEM A FALAR DO SEU COMPANHEIRO PALOCCI??? SEU MERDA!

    ResponderExcluir
  56. Este procedimento brasileiro já ocorreu no passado com alimentos e roupas ... nada mais é do o "troco" brasileiro na Argentina, que barrou nossas exportações, violando as normas do Mercosul ... o Brasil nada mais fez do que retaliar na mesma moeda ... afinal, o acordo do Mercosul só vale para o Brasil ??? Se a Argentina não cumpre o acordo que ela mesmo assinou, por quê o Brasil tem que cumprir ??? Estes acordos internacionais são complicados ... acredito que seja uma forma de pressionar a Argentina, a parar com as medidas protecionistas impostas ao Brasil e cumprir os acordos assinados anteriormesnte ...

    Geraldo

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  57. Velho, mas limpinho16/05/11 18:44

    Então Bob, o sr. já eliminou comentários meus sem que eu utilizasse um palavrão.

    Porque o anônimo PSDBista Típico acima continua com a mensagem dele no ar?

    Não existe preferência mesmo? Não é o que me parece...

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  58. Velho, mas limpinho19/05/11 23:23

    Ai BOB, mais de 72hs se passaram e nada de retirar o comentário ofensivo!!!

    Ok, vc pode ter sua preferência política, estamos numa democracia, mas não seja hipócrita nas próximas vezes ok?

    Quando começar com os discursos típicos ou a censura, lembrarei deste tópico e lembrarei o SR. e os outros leitores deste blog.
    Abs

    ResponderExcluir

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