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11 de junho de 2011

GASOLINA COM ETANOL CHEGA À ALEMANHA

Fotos: autor
As mangueiras são, da esquerda para  direita, Super Plus, Super E10, Super e Diesel

No começo do ano começou a ser vendida na Alemanha a gasolina Super com etanol. Esta agora pode ser tanto E5 (5% de etanol) quanto Super E10 (10%, como pode ser visto na segunda mangueira da esquerda para a direita na foto, clique nela para aumentar e ver melhor). 

Deu confusão, pois motoristas ficaram desconfiados de o etanol, mesmo a este baixo porcentual, - 10% no segundo caso - ocasionar danos ao motor, notadamente válvulas e suas sedes. Medo infundado, pois há quase duas décadas a gasolina de alguns estados americanos, como a Califórnia, é exatamente essa, a E10.

O uso da mistura com até 10%, inclusive, é autorizada nos manuais dos carros vendidos nos EUA. Sabe-se há tempo que as partes do sistema de alimentação em contato com o etanol, entre peças metálicas e vedações, aguentam o etanol adicionado sem nenhum problema. Mas os alemães não foram nessa e estabeleceu-se a polêmica, que acabou levando ao pouco uso da Super E10. Outra alegação é um aumento do consumo, ainda que bem pequeno. Já para a E5 não houve tanta resistência.

Ambas as gasolinas, Super E5 e Super E10 tem exatamente a mesmo octanagem da Super pura, 95 octanas RON. Isso significa que a octanagem da Super de base diminuiu (fácil, mais difícil é aumentar), para que com o etanol fossem mantidas as mesmas 95 octanas com 5% e 10% de etanol.

As octanagens devidamente informadas

Os preços, na tabela desse posto OMV, são Super E10, 1,549 euro, Super, que é E5, 1,579 euro, Super Plus, também 1,579 euro, e diesel, 1,459. Em reais, 3,531, 3,600, 3,600 e 3,326, respectivamente.

É fácil imaginar a confusão que daria no país das Autobahnen as gasolinas comum e premium, de 95 e 98 octanas RON, com 25% de etanol...Cairia o governo de Angela Merkel.

BS

Nota: Atualizado às 17h40, alteração no primeiro parágrafo.

29 comentários:

  1. BS,

    O etanol ajuda a dar uma limpada no motor, +- igual a aditivada?

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  2. luizborgmann11/06/11 16:23

    Caro amigo,
    Me parece que foi no final dos anos 80 que o governo brasileiro decidiu pela adição de 22% de alcool anidro à nossa gasolina, em substituição ao antidetonante chumbo tetraetila, sob a alegação de que este seria cancerígeno e também destruidor de catalisadores no sistema de exaustão. Aqui no RS com frequencia se vai até os países vizinhos Uruguai e Argentina via rodoviária, de maneira que os que já foram alertam para um tipo de nafta de lá que contém chumbo e, em consequencia, danosa a nossos veículos. Procede essa informação?
    A propósito do post, se bem entendi, na Alemanha a adição à gasolina é de etanol (e não álcool anidro), portanto com 96% GL de pureza, ou de cada 100 litros de etanol, 4 são de água.
    luiz borgmann

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  3. Bob,
    Pelo contexto, entendi que lá estão oferecendo três tipos de gasolina: Super (E5), Super E10 e Super Plus, que seria a gasolina "pura", correto? Pelo primeiro parágrafo, deu a entender que a Super Plus também possui etanol na composição ("...gasolina com etanol, tanto a Super quanto a Super Plus."). Será que eu entendi errado?

    Abraços.

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  4. César
    Você não entendeu errado, eu é que escrevi errado o primeir parágrafo. A Super Plus é sem etanol, a informação já foi corrigida. Agradeço o alerta.

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  5. luizborgmann
    A primeira grande adição de etanol anidro à gasolina, em 1982, foi de 12%. Só em setembro de 1991 passou a 22%, quando o chumbo (chumbotetraetila) foi totalmente eliminado, já que em janeiro de 1992 a maioria dos carros teria catalisador. No Uruguai e na Argentina ainda pode-se encontrar eventualmente gasolina com chumbo, sendo necessário ficar atento ao reabastecer, pondo no tanque apenas gasolina sem chumbo (sin plomo) para não danificar o catalisador. Nas bombas consta a informação. Etanol é o mesmo que álcool etílico, podendo o etanol ser anidro ou hidratado. Para adição à gasolina é usado o anidro sempre, para garantir a estabilidade da mistura gasolina-etanol.

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  6. Bob;

    Mudando de assunto, mas falando em combustiveis...

    O Diesel ano que vem virá com baixos teores de enxofre (50ppm). Motores mais antigos não poderão ter problemas por terem sido projetados para teores mais elevados? O Enxofre nao tem uma função?

    Um abraço!

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  7. Shimomoto
    De fato o enxofre tem papel lubricante - motores a etanol, combustível que não tem enxofre, tiveram que ter mudado o material das sedes de válvulas - mas a adição obrigatória de biodiesel ao diesel, 5% desde janeiro de 2010, será suficiente para substituir a lubricidade do enxofre, a par de aditivação específica para esse fim.

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  8. Alexei Silveira11/06/11 18:50

    Falan do no assunto Gasolina uma Revista de Performance testou carro Flex( um Ideia 1.4) com álcool, depois pódium e depois gasolina comumzinha.

    O álcool deu maior potencia, a pódium decepcionou e a amarelinha ...........ganhou da pódium!!!! Vários Cv

    O teste foi feito em dinamômetro de rolo, medindo potência máxima e torque máximo.

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  9. Alexei
    Isso é impossível. Houve alguma variação não percebida. No máximo a Podium de 102 octanas poderia dar a mesma potência da comum de 95 octanas, por o motor não se beneficiar de mais octanagem. Menos, jamais.

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  10. Borgmann
    Boa a dica do Sr.Sharp-abastecendo no Uruguai ou na Argentina,olho na bomba-"SIN PLOMO".Aí no RS Vcs não tiveram a gasolina com 12% de etanol; ao invés disso,era adicionado o malfadado e fedorento MTBE(metil tert-butil éter),até a padronização nacional de 22% em 1991 O etanol anidro adicionado à nossa gasolina(e à de outros paises) tem no máximo 1% de agua

    Sr. Sharp
    Se o enxofre presente em nossos combustiveis (não só no diesel),tem a mais mínima utilidade,vale muuuito a pena abrir mão dela,perante os imensos prejuizos q. ele causa,não só no parque rodante atual,como na limitação q. ele impõe no uso e desenvolvimento de tecnologias que poderiam melhorar a eficiência, a economia e a durabilidade dos motores automotivos.Isso, sem falar dos óxidos de enxofre que ajudam a tornar intoleraveis nossos ambientes metropolitanos.
    O Tetraetilchumbo,apesar de ter sido um mal necessario foi banido em boa hora.Só sei que esse banimento criou muitos problemas para motores com cabeçotes de ferro com assentos de valvulas usinados diretamente.O TEC de certa forma "lubrificava" o assento das válvulas,que ficavam sujeitoa a queimar com a "unleaded". Ganhamos um bom dinheiro inserindo sedes de Stellite em motores de carros de luxo antigos


    Alexei

    Exatamente como se espera!
    Deixando de lado considerações "secundárias",como consumo específico(!),está tudo ligado às características anti-detonantes do etanol.Apesar do seu poder energético menor(exige mistura mais rica),consegue tirar partido da alta taxa de compressão do motor flex,queimando, sem detonar, no tempo ótimo da ignição.A gasolina "pura"(Podium)e a"mistureba"E25 não se dão tão bem nesse ambiente,tendo de recorrer à intervenção da central de comando, que ajusta parâmetros de tempo/volume de injeção e de ponto de ignição para evitar a "batida de pino"
    NMHO,o flex é uma gamb,digo,solução de compromisso,pois nenhum dos combustiveis à disposição tem condição de ser explorado a contento-o etanol pode render mais com taxas ainda mais altas;da mesma forma,a gasolina,se queimada num programa de ignição mais decente,sem precisar "se defender" da detonação num motor específico com taxas mais adequadas
    Agora:tive um Fuscão meio mexido(taxa braba,comando std.coletor aquecido,ignição eletronica chucrutada,relação 8x31, etc)só pra aproveitar o esquema com um caminhoneiro vizinho que desviava alcool anidro da usina e vendia baratinho.
    Amigo-q.canhão!Nunca me explicaram satisfatoriamente o pq. do alcool hidratado.O anidro é TÃO melhor...hehehe

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  11. Nossa, vendo estes preços, aqui ta batato pra caramba. E etanol já ta na casa de 1,40 em SP.

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  12. Alexei Silveira12/06/11 11:58

    Bob,

    Acredito não ter erro no teste da Revista, ela vive fazendo testes de dino, tem ele no galpão da revista ( vou citar, foi a Fullpower), em que a gasolina amarela( comum) rendeu mais torque e potência que a pódium. E claro, menos que o álcool , tudo no motor Fiat 1.4 Flex de (SNME) um Idea.

    Nos carros esportivos nacionais que temos, seja motor turbo de 1,6 Bar de Overboost, seja motor aspirado de taxa alta, sou obrigado a usar aditivo( uso STP) na AMARELA para andar melhor.

    ------E isso fica mais CARO e difícil que simplesmente abastecer com pódium-------------

    Gasolinas de velocidade de queima diferente como a pódium e a Avgás precisam de curvas específicas de ignição para render e acho que tirando um esportivo nacional ( Civic Si) e outro já fora de linha ( Golf GTI 193 cv) , isso não está disponível,

    ou está e não sabemos em quais?

    Abraço,

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  13. Alexei
    Os sistemas de hoje precisam "aprender" qual o combustível sendo queimado e desse modo permitir ao módulo de comando proceder aos ajustes de avanço. Não existe isso de velocidade de queima diferente entre gasolinas. Há qualquer coisa errada nas conclusões da revista.

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  14. Bob, só uma dúvida: a bomba de combustível alemã possui tanques separados para cada tipo de combustível? Ou ela faz a mistura no momento do abastecimento?

    Um abraço.

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  15. Pelo que me lembro da não utilização do alcool anidro era a de que este tipo não deixa nenhum resíduo da sua queima, o que poderia permitir o seu uso em carros normais a gasolina.

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  16. Alexei Silveira12/06/11 19:06

    Bob,

    Apenas citei os resultados da revista, qual dos 3 combustíveis deu mais potência, os comentários são de minha parte.

    Mas vou ler o texto da revista e depois posto aqui ,se explicaram algo sobre o resultado.

    Abraço,

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  17. Minoru

    Não entendi bem esse lance de resíduo de queima,mas,definitivamente, ninguem iria querer usar anidro num motor normal a gasolina dos anos 70/80,com taxa de compressão tão baixa,sem pré-aquecimento da mistura,sem sistema de ignição de alta potência,sem sistema de partida a frio.O consumo seria catastrófico,a carburação jamais seria satisfatória,haveria problemas de corrosão e por aí vai.
    Fiz um carrinho"anormal"-eu tbem era um pouco-por curiosidade,por marra,e pq. o meu anidro era desonestamente barato.Ficou menos q.perfeito,claro,mas andava muuito(para um Fuscão...) e me diverti pacas

    Sr Sharp
    Não sei se tem alguma coisa a ver com os resultados dos testes de dino q.andaram fazendo por aí, mas é fato q.a avgas tem mesmo maior velocidade de queima.JLV disse...Qto.à Premium,não sei dizer

    ab pra todos

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  18. Vendo os comments do Gaboola, me fez lembrar cena semelhante na minha cidade natal: eu ia diariamente a uma bicicletaria vizinha a minha para conversar tanto sobre bikes quanto carros, e eis que um dia fiquei sabendo de um esquema semelhante de desvio de etanol anidro.

    Segundo "a fonte", era o que sobrava de um carregamento que ia para uma refinaria no sul do estado do PR (também sou do PR), e para não "jogar fora" muitos caminhoneiros acabavam pegando alguns litros desse produto, muitos deles para uso próprio. Só que "essa fonte" que fornecia para o pai do meu mecânico e dono da bicicletaria ia mais além e trazia tonéis de 20 litros a um custo muito baixo (o que , "chutando por baixo" daria algo em torno de R$ 0,80 o litro!). Lembro do dia em que "a fonte" estava trazendo um desses tonéis: tinha a cor azul e logo me fez lembrar da antiga gasolina azul (que nunca cheguei a ver pois eu não era nascido nessa época), mas segundo os que usavam esse combstível, era praticamente a mesma coisa que a gasolina.

    Atualmente não sei se esse esquema ainda existe (faz 3 anos que me mudei do PR pra SC), mas para o dono da bicicletaria, que usa muito o carro, a economia era enorme. Só não sei como ficava o motor por dentro por usar o etanol anidro por um longo tempo...

    Abs
    Kiko Molinari

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  19. Kiko

    V. ficaria surpreso se visse a(relativa) limpeza no interior de um motor a etanol bem rodado!


    Minoru, et al.

    De repente, me ocorreu q. talvez o Governo só instituiu o fornecimento ao público do etanol hidratado para impedir o "batismo" da gasolina com anidro por parte (e risco)do próprio consumidor.Se foi por,isso ,foi (mais uma)besteira,já q.toda a produção do anidro era compra cativa do próprio Governo, através do IAA(Instituto do Açucar e do Alcool. Este o repassava às distribuidoras de combustiveis e às industrias q. o usavam como insumo
    Bom,e o q. faziam as distribuidoras? Simplesmente adicionavam o anidro à gasolina(10%),enquanto estivesse disponivel.Como a produção do alcool é sazonal e o volume dessa produção variava de ano para ano,a composição daquilo q. saía da bomba era,como se pode imaginar,o próprio samba do crioulo doido
    Essa mistura servia para reduzir as despesas com a importação de gasolina,para fomentar a industria alcooleira e para melhorar,por pouco q. fosse,a octanagem do produto,já q.a maior parte da gasolina q. importávamos,bem como a q. começávamos a produzir aqui era de qualidade bem baixa,tanto no poder calorífico como no indice de octana(pres´tenção!:são características diferentes e não excludentes). Mudou? Oh,sim! Hoje tem mais enxofre!
    "Gasohol" pra nós jã é coisa muito antiga!Novidade seria uma gestão minimamante competente da política de combustiveis

    Ab.pra todos

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  20. luizborgmann13/06/11 11:43

    Alô BobSharp e Mr.Gaboola,
    Desculpe, mas volto ao assunto da mistura do álcool à gasolina.
    O álcool combustível etanol (álcool etílico hidratado carburante) CH3 CH2O tem 96% de pureza (mais 4% de água), até prova em contrário. O álcool anidro (que já vem adicionado à gasolina) tem a pureza aproximada de 99,95% ou seja, quase sem água.
    As garrafas de álcool adquiridas no supermercado já vem com o índice de pureza especificado, algumas com 90, outras 92, etc. Houve uma corrida no autódromo de Tarumã, logo no inicio do álcool carburante, que na falta do produto nos postos, foiu utilizado álcool de farmácia, com índice de pureza mais baixo, deu uma dor de cabeça para carburar. Daí o meu comentário inicial sobre a quantidade de água no produto.
    É bom mencionar que alguns manuais estrangeiros traziam alguns lembretes tais como:
    1)alcohol and gasoline mix together;
    2)alcohol mixes easier with water;
    3)gasoline and water do not mix.
    Então, a propósito do item 3 acima, quando você abastecer o carro flex com um etanol de origem duvidosa, estará até colocando álcool de até 80% de pureza no seu tanque (com o remanescente de gasolina), pois como sabemos já foi encontrado etanol em postos fraudulentos com até 40% de água.
    Isso, para ratificar meu comentário lá no início, que o álcool anidro difere do etanol.
    luiz borgmann

    ResponderExcluir
  21. Borgmann
    O etanol anidro carburante(para mistura à gasolina)ao sair da destilaria deve conter ATÉ 0,5% de agua; o processo de "retificação" (ou redestilação) fica anti-econômico para purezas mais altas.Ocorre porem q. o anidro é altamaenre higroscópico,i. é,tende a capturar umidade do ar ao longa das varias etapas de manuseio (transporte,armazenagem,etc) até o momento em q. ocorre a adição à gasolina-daí o fato de encontrarmos teor mais alto de agua do q. quando saiu da usina.
    Com relação ao etanol hidratado,a normalizaçao do teor de agua(4 %) deveria ser responsabilidade das distribuidoras,mas V.sabe tão bem quanto todo mundo, que a fraude é facil ao longo de toda a cadeia de comercialização e a fiscalização da ANP é uma piada de mau gosto.De modo q., nesse particular, tambem estamos na mão de Deus(ou do diabo)-nem aí temos escolha...
    'Se abanque,che;vamos prosear-a canha eu pago!'
    Abraço

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  22. Alexei Silveira13/06/11 19:32

    Gaboola, boas informações. Sim, a gasolina Pódium queima mais rápido que a comum,portanto usa ponto de ignição com avanço numericamente menor em rotações média para alta.

    Bob, li o texto do teste da revista, e de cara já vi que foi feito com muito critério,por pessoas experientes.

    O motor foi utilizado por VINTE minutos com cada combustível em várias rotações diferentes para a central fazer a melhor escolha. Aí mediram.

    Segundo o texto, em 5 minutos a Central faz o serviço, eles quadruplicaram o tempo então.

    Citam que a gasolina comum era de outra marca que não a pódium e finalizam que o Etanol é o melhor.... e quanto às gasolinas, o consumidor deve experimentar as disponíveis em sua região e escolher a sua ideal. É o que faço aqui e adiciono então o Octane Booster.

    De pódium a velocidade é menor. É boa da marcha lenta até uns 2.500 3.000 rpm depois some o encanto. Observevado o mapa do Dinamômetro da reportagem , bate com a sensação até nas rpm.

    O AE poderia fazer esse teste na prática ,hein?

    Abraço!

    ResponderExcluir
  23. O éter metil-tercio-butílico foi utilizado no RS porque era praticamente um resíduo da destilação da nafta, portanto muito barato. Alem disso, o RS não produzia alcool etílico, a partir da cana, em quantidade suficiente para seu consumo. Aliás, o MTBE não é malfadado nem fedorento, tem cheiro de éter (alguem se lembra do lança-perfume?); como poderia ter efeito cancerígeno foi abandonado nos EUA e Europa porque ninguem estava disposto a enfrentar as ações de indenização. O BR foi atrás. AGB

    ResponderExcluir
  24. AGB
    Re-MTBE:malfadado,sim,pelo fim q. teve;fedorento,sim,no escape,hehehe...

    Ab...

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  25. Alexei

    veja bem, não sou autoridade na matéria,só coloco aqui o meu feeling pessoal
    Se V.insiste em queimar gasolina,dificilmente vai encontrar alternativa melhor q. a Podium,pelo menos no q.tange o indice de octano(102 RON, melhor até q. a Avgas 100LL!)de modo q. acho que V.esta jogando grana fora com os Octane Boosters da vida.Imagino q. a sua possivel frustração com desempenho tem a ver com o poder calorífico dos combustíveis no mercado,sabidamente baixo, principalmente por causa da adição de etanol,(não é só por isso,claro).As alternativas seriam os aditivos energéticos "exóticos",como nitrometano,tolueno,etc, que são muito tóxicos,muito perigosos e principalmente muito PROIBIDOS,ou uma imensa evolução tecnológica do nosso parque de refino
    Não sei qual é a "barata" V. toca, mas fica frio; do jeito q. está,já dá pra se divertir muito...

    Ab...

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  26. Alexei Silveira15/06/11 19:22

    Gaboola, agradeço ter vindo fazer esse específico comentário.

    Bem, minha decepção com o resultado do teste de combustível reside na praticidade que seria parar num posto e ter o melhor desempenho possível ,mas na bomba do posto mesmo.

    Cerca de 15 anos atrás, os mesmos Bob Sharp e JLV, procurados por mim, orientaram no uso do Metanol.

    Aquilo sim é combustível e estes sim são verdadeiros profissionais do jornalismo.

    Confere que os potecializadores de explosão ( de combustíveis) não são para um leigo usar, e para adquirir você tem que ter um cadastro internacional, desde as Torres Gêmeas tem sido assim.

    Já os potencializadores de Octanagem, consegue-se barato...

    Abraço

    ResponderExcluir
  27. Bob,

    Sem contar que o principal combustível na Alemanha é o Diesel. Eu andei em um 120d e cheguei a fazer 17 km/l em 400 km, metade andando a 200 km/h nas Autobahnen. E o carro passa dos 240 km/h com 177 cv e start-stop. Desvantagens? Para baixo de 1500 rpm não existe motor, então tem que bater muita marcha - e são 6.

    O Diesel para PKW é S50, branquinho (que nem cachaça) e com cheiro de plástico. Em teoria o S50 deve comer todas as bombas injetoras velhinhas, que foram feitas para serem lubrificadas pelo enxofre do Diesel. Então é realmente sem fundamento a reclamação dos alemães, já que o Diesel que eles tem na bomba é prejudicial aos motores antigos. E eles não podem fazer nada melhor.

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  28. Cabral
    Não há aditivo para pôr no tanque para compensar o pouco enxofre? Vou verificar essa questão da lubrificação das bombas injetoras com a Bosch.

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  29. Cabral
    Transcrevo resposta da Bosch:

    A lubricidade do diesel não depende da presença do componente enxofre (um diesel de alto teor de enxofre não necessariamente tem boa lubricidade, e nem vice-versa), porém, o que acontece é que o processo utilizado nas refinarias para reduzir o teor de enxofre do diesel tem o efeito colateral de também reduzir a lubricidade do combustível. Por isso, no final, os dois efeitos aparecem combinados.

    Para dar segurança aos usuários, os fabricantes de combustível devem garantir que o combustível final de baixo enxofre tenha características lubrificantes mínimas adequadas ao uso. Pode ser que isso ocorra naturalmente, após o processo, porém, na maioria dos casos a melhoria da lubricidade somente é obtida através da aditivação.

    A norma brasileira e européia do diesel comercial prescreve um teste de desgaste padrão chamado HFRR. Um disco metálico é mergulhado no combustível a ser testado e uma “agulha móvel” entra em atrito com o disco por um tempo padrão. O diesel somente é aprovado para uso caso no final do teste o desgaste no disco não seja superior a 460 micra. Trata-se de um teste de laboratório, de uso internacional.

    Se o desgaste for menor, então a lubricidade é adequada. Se o desgaste for maior, então o combustível não atende às especificações e seu uso pode causar danos aos consumidores.

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