28 de junho de 2011

OS TRATORES E A FÓRMULA 1


Outro dia, de férias na fazenda, fim de tarde, e estou na modorra, balançando na rede pra lá e pra cá, quando escuto o tropel do nosso trator véio Massey-Ferguson 85X. Esse é da década de 70 e ainda presta bons serviços gastando pouco combustível e sem dar problemas. Esse é um que morre no pasto de casa. Não o vendo.

Abro um pouco os olhos e vejo o Tigrão, o meu vira-lata, chegando do trabalho nesse véio 85X. E ele já vem com o sangue quente, joga o chapéu de palha no chão, pisa em cima e fica reclamando que o trator está com vazamentos de diesel nas mangueirinhas e que aquilo misturado com o pó seco de capim era uma tocha prestes a pegar fogo à menor fagulha e que se era pra ele arriscar a vida de cão dele naquele troço, ele ia querer mais osso do bom na cumbuca fedida dele lá.

Não teve jeito. Antes que ele me mordesse as canelas, tratei de pegar minha pesada sacola de ferramentas e comecei a ajeitar as coisas.

Arame daqui, torniquete de lá, tudo em ordem.

– Agora, seu vira-lata vagabundo e reclamão, agora inverteu a situação. Tá tudo em ordem. Trate de voltar pra aração e não me encha mais o saco – ordenei. Precisamos fazer isso antes que a terra seque. Tô com pressa!

E essa foto do Tigrão no trator dele foi tirada bem nessa hora em que ele voltava pro basquete. E foi aí que cismei com uma coisa: o motor dos tratores são parte estrutural do veículo faz tempão, há bem mais tempo que na Fórmula 1.

Eu sabia que tinha sido o Colin Chapman, da Lotus, que aparecera com essa “novidade” na Fórmula 1, na década de 60. Ele, a grosso modo, cortou o monobloco logo atrás do piloto e ali aparafusou o motor. Aparafusada ao motor ia a caixa de câmbio com o diferencial – o transeixo – e ao transeixo ia a suspensão. Esse layout, lançado no Lotus 43 em 1966 – que visava reduzir o peso, obsessão do Chapman – é usado até hoje na F1, e, por incrível que pareça, quando meu primo Paulo e eu fomos visitar o box da Renault F1, dois anos atrás, vimos que o carro tinha só quatro finos parafusos unindo o motor ao monobloco – quatro parafusinhos finos, de arrepiar.

Jm Clark no Lotus 43

 Pra agradar o Tigrão depois do chute que lhe dei nos fundilhos, contei a ele que o 85X dele era igual aos Lotus 43 e 49 do Jim Clark e lá foi ele todo contente completar as oito horas do trampo diário no Formula Tractor dele lá. Afinal, o 85X do Tigrão é um monoposto de rodas expostas e tudo, e segue à risca o que se denomina um Fórmula, tendo muito mais a ver com os Fórmula que os F-Truck ou outras categorias erroneamente batizadas de Fórmula aqui no Brasil das tapeações.

E eu, que com essa interrupção já havia perdido o sono e estava com insônia às 3 da tarde, fui pesquisar no Google sobre tratores.

Logo achei tratores do início da década de 50 com o mesmo layout, e aqui vão fotos confirmando. Bem que dizem que nada se cria e tudo se copia...

Um trator da década de 1950


Bom, mas aí lembrei que a Massey-Ferguson, tradicional fabricante inglesa de tratores, tinha algo a ver com a Fórmula 1 do início da década de 1960. Eu sabia que ele cedera tecnologia de tração nas 4 rodas a alguma equipe ou coisa assim, e já que já eram umas 4 da tarde e a insônia não cedia, continuei googlando.

Harry Ferguson, sócio da MF, desde o começo da década de 50 tentara convencer os fabricantes de automóveis a usarem seu sistema de tração nas 4 rodas, que desenvolvera para seus tratores, porém, foi em vão, não mostraram interesse. Então, ao final dessa década construiu ele mesmo um Fórmula 1 com tração nas 4 rodas, pois ali poderia provar que estava certo e teria imensa propaganda.

Construiu o Ferguson P99, motor dianteiro e tração nas 4. Com ele, Stirling Moss em 1961 venceu de cara uma corrida que não valia para o campeonato. Logo em seguida a Fórmula 1 baniu o sistema da categoria – não sei alegando o quê...

O Ferguson P99 F-1 de tração integral

Vale a pena dar uma olhada neste site e ver esse mesmo carro numa corrida de clássicos em 2008: http://www.ferguson-museum.co.uk/racing_car.htm Na largada, ele despacha os outros com uma facilidade incrível.

O carro seguiu correndo na década de 60 e o que se constatou foi que na chuva é que ele mostrava mesmo grande vantagem sobre os outros. Bom, isso nós já sabemos – que os carros com tração nas 4 tem essa vantagem – mas isso sabemos hoje. Na época alguém precisou provar. Harry Ferguson provou.

Mas essa parte da tração nas 4 não contei pro Tigrão, senão ele vai ficar me enchendo, querendo um trator traçado, que é como chamamos os tratores com tração na 4 lá na roça. Cachorrinho encardido esse aí...

A Honey, que aparece na foto, posou de “Spirit of Ecstasy” no 85X do Tigrão. Essa é outra metida a grandezas.


AK

71 comentários:

  1. Bela postagem, parabéns. Uma pena que não permitiram à F1 explorar essa tecnologia, mesmo numa época em que palavras como "pensamento verde" e "redução de custos" não existiam... Será que foi pressão de alguma das equipes grandes?

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  2. Eu curtia o CBT do meu avô com a direção deslocada pra direita. Muscle Tractor!! hehehe

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  3. Pelo menos o alternador é novo.
    Mas precisando de um pit stop pros dianteiros.
    No mais deixa o "tomba" trabaiá...

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  4. Quando li "Tratores e Fórmula 1" pensei imediatamente nisso: http://leocontesini.tumblr.com/post/5389021560/no-photoshop-here

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  5. Aléssio Marinho28/06/11 09:32

    AK;

    Depois de uma noite mal dormida, nada como vir ao AE começar o dia com a leveza do seu post.
    A foto da Honey é impagável!

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  6. Estas máquinas da série "X" são rústicas e sólidas como rochas!
    Aqui onde moro ( Joanópolis- SP), até hoje estes tratores são esmerilhados nas mais duras condições de trabalho, e quase nunca pedem "arrego".
    Não há como não admirá-los.

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  7. Verdade, Lucas.
    Quem já viu um CBT de perto, das antigas mesmo, fica impressionado com a "massa" do Trator, sem falar no seu "queixo duro" e na sua "caixa seca".

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  8. Lucas,

    Os CBT tinham motor Mercedes e só pretavam mesmo pra arrastar coisa pesada, tipo gradões e correntões. Foi muito usado pra desmatar o Brasil, pois era o que mais aguentava os maus tratos. Bicho bruto feito para brutos. Aguentava um Homem de Neanderthal como tratorista.

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  9. Arnaldo,

    Ele é o tractoravô da F1.

    Costumava andar em um 65x. Difícil achar algo tão robusto.


    Um abraço,

    Rafael Aun

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  10. Regi Nat Rock, que escreveu um pouco acima, tinha um Fusca lá na fazenda que o cachorro tb dirigia. Deveria ser da mesma época que teu trator, mas estava bem mais gasto. Bom, foi só trazer o dito-cujo pra São Paulo que roubaram o possante.

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  11. Curiosidade aqui... ao ler o post na hora me veio a cabeça. Por falar em tratores, sua mecânica e a dificuldade de dirigi-los, basta analizarmos a história dos pilotos de rally finlandeses, cuja suas primeiras experiências no volante, foram em máquinas do gênero! Alí foram lapidando suas habilidades! Em terrenos variados, gelo, neve, terra enfim.. Exemplos clássicos, Tommi Makkinen, Markku Alen e Juha Kankkunen. Um meio de trabalho arcáico e rudimentar, mas que ensina como devemos utiliza-los com senssibilidade ( mesmo na dureza de seus comandos!! ), eficiência, forjando nossas ações e modos de condução. Pode parecer uma idéia um pouco maluca a minha, mas ainda sim acredito que isso nos ensina e muito!

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  12. Anônimo disse...

    Curiosidade aqui... ao ler o post na hora me veio a cabeça. Por falar em tratores, sua mecânica e a dificuldade de dirigi-los, basta analizarmos a história dos pilotos de rally finlandeses, cuja suas primeiras experiências no volante, foram em máquinas do gênero! Alí foram lapidando suas habilidades! Em terrenos variados, gelo, neve, terra enfim.. Exemplos clássicos, Tommi Makkinen, Markku Alen e Juha Kankkunen. Um meio de trabalho arcáico e rudimentar, mas que ensina como devemos utiliza-los com senssibilidade ( mesmo na dureza de seus comandos!! ), eficiência, forjando nossas ações e modos de condução. Pode parecer uma idéia um pouco maluca a minha, mas ainda sim acredito que isso nos ensina e muito!

    Ops! havia esquecido da identificação e autor do comentário.

    Henrique.

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  13. Anônimo, eu acho que você está certo, sim.
    Aprendi a dirigir com onze anos no velho MF-265 que tínhamos no sítio. Depois de alguns anos, pus a mão na massa e comecei a trabalhar com ele de verdade, puxando implementos de arrasto, carretas pesadas, ensiladeiras, entre outras coisas.
    Não é nada fácil conduzir algo que não possui amortecimento nos eixos e nem freios dianteiros, e pra complicar um pouco, os pneus traseiros, que geralmente possuem água até pouco mais da metade, quicam que é uma beleza e não favorecem em nada a frenagem e a marcha a ré, por causa de seu desenho típicamente "pra frente".
    Ha ha ha...como eu gosto disto!

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  14. Sim sim! Antonio C. Jr Quanto mais árdua for a condução, maior é o prazer e a satisfação! e é claro, desenvolvemos o modo de operar os comandos de qualquer veículo!. Acho que muitos aqui, estão de acordo com isso também! ( Né Arnaldo!? rsrs )

    Henrique

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  15. Para com isso Ciro. O fusca serviu de auto escola prum montão, além de dar apoio prum monte de trabalho na fazenda, e tinha passageiro discretamente acomodado na bandeja da frente, descoberto pelo infeliz do lavador do posto quando meteu água por ali. A jararaca era pequena mas dá pra imaginar o susto do rapaz.. rsrsrsrs.
    E, depois de lavado, numa sexta feira, para ser encaminhado pra oficina na segunda, foi roubado num sabado de madrugada e encontrado as 7 da matina pela PM. O gatuno deve ter ficado tão revoltado com o estado da máquina (de lata tava bom) o motor batia todas as bielas, todas as valvulas, vazava óleo mais que carro ingles e até hoje ( uns 20 anos, já) custo a crer que consegui chegar em sampa (1.900 km) enfim, o meliante literalmente cagou no banco, deixando seu recado. É isso mesmo, amigos. Deu um trabalho danado lavar o banco... rsrsrsr História que é melhor contar ao vivo. Ainda hoje, quando lembro, rio sozinho.

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  16. Olá Arnaldo Keller. Se for de seu interesse acesse: www.tratoresantigos.blogspot.com

    Até mais

    Lucas

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  17. Os textos do AK estão ficando cada vez mais poéticos, parabéns pela perfeição com que descreve as situações cotidianas.

    Grande Abraço!

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  18. Na estância (fazenda no RS) do meu avô, eu costumava dirigir um "Macssey Frég" quando tinha uns 12 anos... e a primaiada se divertia com o trator... Não sei que modelo era, mas era da mesma década do teu... e com alguns vazamentinhos tbm. ehehehe

    Muito legal teu post, pra quem gosta de carros, máquinas e cães ehehe.

    GiovanniF

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  19. Aléssio Marinho28/06/11 11:00

    AK;

    A CBT quando fez o Javali, ela já não usinava seus motores?
    Lembro-me de uma QR que apresentava o dito cujo e afirmava que o motor do Jipe era um derivado dos tratores, com 3 cilindros.

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  20. Acho que aqui tem mais tratorentusiasta que autoentusiasta. Ninguém comenta nada sobre os Lotus do Jim Clark, que são as máquinas que mais tenho gana de guiar. Esses permitiam o supra-sumo da arte da pilotagem, creio eu.
    Isso é melhor que pilotar um CBT!!
    hahaha!

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  21. Aléssio,

    Não sei lhe responder. Sei que os tratores CBT pesados tinham motores Mercedes. As usinas usavam os CBT, pois o país estava muito atrasado no maquinário agrícola devido à proibição de importações, então tínhamos que comprar o que a nossa indústria, muito sossegada, estava a fins de produzir, já que não havia concorrência. Isso em tudo, do trator ao carro, do computador ao telefone. Estávamos na indústria de ponta só pra fazer biquini.

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  22. AK,

    Teve a Lotus 63 de 1969 com tração integral que não andava grande coisa mas foi mais uma das tentativas do Chapman.

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  23. AK,bom dia

    Ótimo post;nada como uma preguiça na rede para ligar a mente!
    Se V. for um pouco mais fundo,vai sacar q. a familiaridade do Sr.Chapman com os tratores (ele se considerava um "country squire") foi bem além de usar o bloco do motor como parte estrutural dos veiculos q. construia,pois o conceito do chassi de trave central tambem está lá com todas as letras

    V. disse bem-nada há de novo sob a luz do sol,haja vista a suspensão dianteira por paralelogramo deformavel na maioria dos tratores,chegando ao requinte da inclinação variavel nas "patrol"

    Bons tratores os MF; residiam no meio termo entra os sofisticados Fordson e os "pelo duro" Deutz e Oliver-CBT,este, realmente brutal...

    Ab. e boa colheita.Deposita direitinho o FGTS do Tigrão.E fica esperto, pq. pontapé no rabo dá ação trabalhista das mais cabeludas

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  24. Sensacional a foto da totó posando de Spirit of Ecstasy

    Maran

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  25. Aléssio Marinho28/06/11 11:42

    Pô, Keller, releva aí...

    Um trator pro autoentusiasta é tãõ fascinante quanto uma Lotus, com a facilidade de ser mais acessível a nós, pobres mortais.
    E não é todo dia que vejo um Massey com a Honey no capô!
    Além do mais, um trator desses dá mais braço pra guiar que qualquer outra coisa!
    rsrsrs

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  26. Aléssio,

    estou só achando engraçado como é que a gente, autoentusiasta, gosta de tudo quanto é máquina autopropelida.
    A Honey, coitada, passou um cagaço pra tirar essa foto...

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  27. Dizem as Cassandras que o Colin não morreu no acidente de avião , mas sim, que "fajutou" o evento pra dar um nó nos credores que eram muitos e veio se refugiar no Pantanal . Eu estava ali do ladinho e nunca ouvi referencia ao gringo...Mas que ele entendia de trator e aproveitou esse conhecimento na pista, é inegável. E os resultados demonstram sua genialidade, bem aproveitada pelo Jim, pelo Emerson, e outros menos votados verdadeiros "pés de breque" . ;)

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  28. Aléssio Marinho28/06/11 12:21

    Keller,

    Não queria comentar, mas é nítido o medo da bichinha...
    Cachorro de fazenda é tudo de bom!
    A patroa tem uma Poodle, grande, que adora passear de carro. Agora ela está careca, por causa da quimioterapia, e meu pobre sedan franco-romeno tem pêlo dela pra todo lado.
    Tudo pelo bem estar da bichinha.
    Agora é impressionante o desenvolvimento que os tratores tiveram nos últimos anos. Seja em eletrônica, conforto ou facilidade de operação.
    Melhor que muito carro novo por ai.

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  29. Sensacional o post.
    Na fazenda do meu avô temos um CBT 1020 ano 1968, motor Mercedes, tem um barulho lindo. Além dele temos um John Deere a gasolina, anos 50, um Caterpillar D4 1954. Outro trator interessante é o Power Fordson Major, também 1954 que temos lá. Um verdadeiro museu. Além disso o caminhão Chevrolet C-64 verde é lindo. Sempre que vou para fazenda parece que voltei no tempo, detalhe que todas essas máquinas funcionam.
    Acho que essas foram minhas inspirações para o gosto por automóveis antigos, lendo esse post tive a sensação de que não sou o único a olhar essas máquinas do passado e imaginar tempos distantes quando eram elas que movimentavam o mundo.
    Um abraço,
    André Malzoni

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  30. Não tem jeito. Quem na sua infância conviveu com tratores, sabe admira-los. Meu pai é agricultor e seu primeiro trator, comprado novo, foi justamente o MF 85x. Até hoje temos ele e o utilizamos para aplicar os defensivos na lavoura, puxando um pulverizador. É um trator simples, robusto e econômico. Definitivamente não compensa vender um desses, já que faz o serviço tão bem quanto tratores novos. Além dele temos um CBT 8440, de uma geração mais "civilizada" de CBTs, um Ford 7610 4x4, meu veículo oficial na fazenda, e um MF 299, outro MF excelente. Chega até ser engraçado falar de tratores num num blog como o AE, mas certas experiências a bordo de um trator são inesquecíveis. São grandes, pesados, rústicos (pelo menos os antigos) mas pra quem os admira, os tratores sabem ser carismáticos como poucos carros conseguem ser.

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  31. Arnaldo Keller

    Esse MF 85 é o 85 Perkins ou o MWM????

    Tive um desses na Fazenda com motor MWM D-225, de 4 cilindros. Um trator rústico e pesado como só ele.

    Puxava tanque cheio com 6 mil L de água, grade aradora de 14 discos, enfim, uma máquina e tanto.

    O unico defeito: Como o cambio era do perkins, ele não casava bem com a curva de potencia do MWM de maneira que entre a segunda e a terceira marcha havia um "buraco".

    Depois, troquei o MF 85 por um Ford 6600 83. Embora de aspecto mais frágil se comparado ao 85, o 6600 era tão bruto e potente (senão mais até) que o 85

    Um grande Abraço

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  32. PS: Faltou dizer que o Massey Ferguson 85 foi o UNICO trator que saiu com motor MWM D225 como opcão ao Perkins 4.268. Todos os demais são Perkins e mesmo os vendidos atualmente saem em catálogo como motor "MWM-International" mas é o A-4, vesão agricola do antigo Maxion S4/S4-Plus e S4T-Plus utilizado nas D-20

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  33. hehhe..meu irmão empinava um 4100 agrale com os discos atrás, eu fazia contrapeso na frente, show carlos cunha caboclo!

    M Fórmula Finesse

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  34. Dizem que : "Os cachorros sao a semelhanca de seus donos"..
    Esse Tigrao e muito Louco !

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  35. O MF 85x do meu pai era com direção hidráulica sem o hidráulico funcionar, faz ideia o peso. Não tinha folga na direção, tinha um feriado prolongado. Ele tinha uma lâmina hidráulica dianteira, para frear a gente jogava aquilo no chão e seja o que Deus quiser.
    Ainda não sei como ninguém se machucou com aquilo. E ainda assim era gostoso andar na jabiraca.

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  36. Alexandre - BH -28/06/11 15:15

    Arnaldo, duvido que seu trator tenha talento musical como este aqui:
    http://www.youtube.com/watch?v=a1ThSi1wbqU

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  37. Daniel,

    o meu é motor "Pérquis" mesmo. Tive esse Ford 6600, que um empregado temporário saiu com ele sem pedir e foi à venda tomar uns tragos. Voltou à noite, bêbado, pegou um trecho de rodovia e conseguiu não morrer ao ser abalroado por um ônibus, que rachou o trator no meio, literalmente.
    Sobrou pra mim pagar o buzum, sem ter culpa de nada. Pode? O desgraçado do bebum não teve um arranhão.
    E esse Ford era bom pacas e também acho que era mais forte que o 85X. O pessoal da fazenda adorava trabalhar com ele, bem estilo Ford confortável mesmo.

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  38. Aléssio Marinho28/06/11 15:55

    GiovanniF;

    Aqui em Belém, estância é loja de material de construção.
    Ninguém soube me explicar o motivo disso.

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  39. Aos interessados,

    fui informado que as próximas reapresentações do Speed Masters serão:
    4a feira, dia 29, às 20:30 e
    Domingo, dia 3, às 22:00.

    Obrigado,

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  40. Aléssio Marinho28/06/11 16:05

    M Formula Finesse;

    Quando trabalhava no setor elétrico, um colega teve a missão de levar um Agrale 4100 usado para manobrar o King Air no antigo hangar da Celtins, no centro de Palmas-TO, para a sede da empresa. Coisa de 5 km de distância.
    Naquele sol "bacana" de Palmas a viagem de 1h deixou o coitado do motorista bronzeado e com a careca vermelha...

    Aqui as "estâncias" usam esse trator na cidade, para fazer entregas de material de construção. Por um simples motivo: ele não atola nas ruas de lama.
    Volta e meia um é xingado na rua...

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  41. Aléssio Marinho28/06/11 16:07

    Keller,

    Será que vai dar pra assistir pela web?
    Não consegui assistir pq viajei e no ninguem que conheço tem o speed assinado.
    Pedi a via embratel faz 1 mês e ainda n instalaram...

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  42. Um dos tratores que eu mais guiei foi um MF50x lá do sítio, uma belezura, zerado, que trabalhava muito e tinha cuidado de rei.

    Andei bastante também em Ford Major, Agralinho 4100(o laranjinha, que eu comprei molequinho ainda e mandei pintar de verde e bege), 275, Yanmar 1050D, Yanmar 2060XT, nas porcarias dos Valmet, New Holland TM140 e mantenho na fazenda um Ford 600 modelo 660 1956 zerado, com menos de 1500 horas trabalhadas.

    Esse último, movido à gasolina, é um canhão pra andar. Deve dar quase 40km/h e tem uma força brutal, que dá pra brincar bastante.

    O Agralinho 4100 eu tinha uns 12 anos no máximo quando eu descobri que ele empina muito fácil em segunda simples. Quando meu avô viu eu fazendo a peripécia, me esculachou e falou dos perigos. Depois disso a caixa de direção quebrou, foi substituída por uma de outra marca. Era girar o volante para direita e o tratorzinho virava pra esquerda. Comédia total.

    Tínhamos um cachorro, o Toquinho, vira-latas com pedigree, que adorava o som dos tratores. Era ligar qualquer um que ele vinha correndo ficar por perto. O que ele mais gostava era o CBT, que nunca guiei, já que era muito pequeno quando o possuíamos.

    Tivemos também um trator grandão meio amarelo, meio cinza, com uma roda gigante do lado, motor de um cilindro, que não lembro qual era. Tinha um som lindo de ouvir por alguns minutos, passou disso era ficar com a martelada na cabeça o resto do dia. Alguém sabe?

    Tenho algumas fotos de um trator Fordson que meu avô teve e vendeu em 2005. Foi produzido de 1907 a 1917 e é capaz que encontre o manual do proprietário e o manual de oficina dele, além do catálogo de vendas do modelo, que meu avô guardava com muito carinho.

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  43. AK, uma coisa que eu gosto muito são motores náuticos. Alguém do blog escreveria sobre isso?

    Já vi fotos suas em barcos, com a filhota pilotando. Você ficou com pose de marajá.

    Não sei o por quê, mas o Mahar tem cara de quem intende dessas coisas.

    Tenho dois motores Archimedes Penta Volvo marítimos, um de 4cv e o outro de 12. Baixa rotação, dois tempos, arrastam MUITO peso à baixa velocidade, ambos dois cilindros. O primeiro é da década de 20, o segundo é de pouco depois disso. E funcioanam redondinho. São espetaculares.

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  44. Uma outra inovação na F1 vinda diretamente dos tratores foram os 2 pedais de freio que a Mclarem implementou (acredito que em 1997, nos carros do Mika Hakinen e do David Couthard). Assim como nos tratores o pedal da esquerda controlava os freios das rodas do lado direito e o esquerdo o mesmo para o seu lado. Assim os pilotos freiavam somente para as rodas que iam dentro da curva, conseguindo alguns centésimos a mais por volta. Lembro que foi usado em poucas corridas, pois logo a chatonilda da FIA proibiu o uso.

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  45. Aléssio;

    O Agralinho 4100 é uma verdadeira "lenda", uma vez ele caiu de um barranco até um riacho pedregoso, mas foi só desvirar que o bichim voltou a funcionar.

    Mas tenho medo de tratores, nossa topografia é muito acidentada, ou você sabe lidar com o bicho ou melhor nem se arriscar a capotar; eu não arrisco apesar de termos um massey 1955 em casa.

    Mister Fórmula Finesse

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  46. Aléssio,

    não passará pela net. Só pela TV. Não sei se o site do Speed Channel costuma fazer isso depois que o programa deixa de ser apresentado, não sei mesmo.

    Zanetti,

    não manjo de motor marítimo. Só tive alguns motores de popa e só, e não me meti a prepará-los também, porque a prioridade é voltar pra casa são e salvo.

    Johnny,

    não creio que esses freios atuassem somente sobre as rodas de dentro da curva, porque o carro freiaria menos. Acho que tem explicação errada aí.
    Note que o pneu que fumaceia é o de dentro da curva, porque ele recebe menos peso sobre ele que o de fora, então, o que está segurando o rojão é o de fora.

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  47. Zanetti,

    um dos grandes perigos de tocar trator é bolear com ele. Esse lance de fazer bunitinho empinando trator é o cúmulo da molecagem e teu avô tinha mais é que lhe dar uma sova de rebenque. hahaha!
    Mas, falando sério, sei de um cara que morreu prensado de costas no chão e com o peito esmagado pelo volante. Em subidas temos que ter muito cuidado, tocar muito suave, quando arrastamos algo pesado.
    Então, para com isso, menino!

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  48. oi arnaldo este assunto me lembrou um coluna que vc escrevia no super auto onde fazia a comparação relativa entre comsumo de combustivel de um trator por horas trabalhadas e uma caravan por km rodados .um abraço de seu conteranio do interior.

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  49. se puder falar mais sobre isso tentei achar o artigo e não encontro mais .

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  50. Aléssio Marinho28/06/11 17:40

    AK,

    Então só me resta pedir ajuda aos universitários...rrsrs

    PELO AMOR DOS MEUS NETINHOS, ALGUEM GRAVE ESSE PROGRAMA!!!

    Saudade do meu videocassete...

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  51. Aléssio Marinho28/06/11 17:48

    Mister Fórmula Finesse

    Por isso que os tratores mais novos possuem cobertura em cima do pobre coitado do operador. Lembro de um MF que meu tio tinha em sua fazenda em Campos Belos-GO, e tinha um adesivo na lateral falando sobre isso.
    Agora esses John Deere cabinados, com ar condicionado, som e joystick são o bicho da goiaba. rsrsr

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  52. Arnaldo,

    Percebi que você é nostalgico também (e fica com raiva de empregado bebum que faz asneira - para não falar uma palavra chula), alguns "causos"

    - O meu MF 85 MWM voltou depois de um "emprestimo" para a construtora que meu pai teve. Não preciso dizer o estado do coitado. Como o escapamento vazava mais gás na cara do operador do que para cima, meu encarregado colocou um cano de quase 2 metros como escape. Quando o bixo puxava o tanque de 6 ton, dava para escutar a quse 1km de distancia o ronco.

    Em relação aos tratores Ford, a Ford tratores fez a coisa mais doida do mundo e que eu até hoje nao entendi: Os ultimos Ford 6600 utilizavam o motor Ford diesel FTO 4.4L (ou 4.268), idêntico (exceto a bomba injetora) ao utilizado em algumas F-4000 (na 4000 era a Bosch em linha enquanto no trator era a Lucas-CAV rotativa). Diziam que no trator o FTO rendia 85cv

    Depois ela lançou o 6610, com o mesmo FTO mas era o 4.256 (4.2L - mudava o virabrequim que dava o mesmo curso de pistão em relacão ao diametro - motor quadrado) e que rendia nada menos que...78cv...

    Resultado, quem tinha o 6600 ou partia direto para o 7610 ou continuava com o 6600 pois o 6610 só era superior aos primeiros 6600.

    Um grande Abraço

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  53. Na fazenda também temos um 85X, tanque adaptado atrás do assento, embuchamento do eixo dianteiro destruído, vazamentos, mas atende bem à sua função.

    Também tivemos um Ford 7610, me amarrava naquele conta-giros que movia no sentido anti-horário. Não aguentava o areião e a brutalidade dos operadores.

    Também passou por lá um CBT, ainda no início da propriedade. Meu pai dizia que as desgraças da vida começam com C. Café, cachaça, cigarro e CBT...

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  54. Adriano,

    parabéns pela memória. O assunto era tratores a álcool, que tinham bloco de diesel e cabeçote de motor Otto, ou seja, velas para ignição, já que o combustível era álcool. Esses motores tinham taxa alta, daí o bloco reforçado, o que permitia melhor queima do álcool. Morreu nisso. Resolveram substituir o que já tínhamos, e temos, de sobra, que é a gasolina, em vez de substituir o diesel, que ainda temos que importar.
    Burrice e intenções escusas é o que nunca faltou por aqui.
    Obrigado por lembrar. Ah! E um trator daqueles gastava 8 litros de álcool/hora, enquanto que a Caravan a álcool gastava mais de 20litros/hora para realizar o mesmo trabalho. Tem coisa aí, não tem?

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  55. Essa fazenda deve ter uma pinga boa...rsrsrs

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  56. O MWM 225-D não era o mesmo motor das F1000's?

    Trator é legal, torque e força bruta ao comando da mão...sempre me surpreende ver eles tracionando enormes carretas agrícolas repletas de caixas. Ou arrancando tocos de raizes velhas que levariam uma manhã de escavações - enxada e picareta - e corte, tudo numa simples "debreada" esticando as correntes.

    Mister Fórmula Finesse

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  57. Sou um sujeito 100% urbano e só fui dirigir trator pela primeira vez (no campo de provas da antiga Massey-Perkins em Canoas,RS) quando já estava perto de completar 40 anos. Foi uma verdadeira revelação. Duvido que haja escola melhor pra se entender, na prática, conceitos como RPM x torque máximo x tração.

    Em 1968, quando o Derek Bell foi contratado pela Ferrari, a imprensa italiana achou graça quando ele disse que se mantinha em forma pilotando trator. Podia até ser uma piada, mas tinha um fundo de verdade.

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  58. Mister Fórmula Finesse

    A F-1000 utilizou o 229 que usa camisa umida ao invés de camisa seca (o 225 e 226 são camisas seca).

    Sobre a F-1000, uma cultura inutil: A Bomba injetora em linha da F-1000 ficava permanentemente acelerada, regulando a rotação entrangulando o motor. Explico. Quando vc acelera uma dessas F-1000, na verdade é como se vc desestrangulasse o motor abrindo o óleo para a B.I. jogar no motor, por isso que ela acelera de soquinho.

    O sistema "convencional", o óleo fica aberto para a Bomba e quando você acelera, você abre caminho para este ir em maior vazao para o motor. O estrangulador "corta" o óleoda B.I para desligar o motor.

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  59. Arnaldo,

    essas eram coisas de moleque e que, sem precisar da sova que eu mereci, nunca mais fiz. Hoje ainda, quando necessário, faço alguns serviços com os tratores. Desde gradear até arrancar pés de café velhos. Tudo com suavidade e muito cuidado.

    Perdemos um amigo em 1996 da forma como você descreveu, prensado pelo volante sobre o peito. Muito trágica.

    Sobre as bombas injetoras da Ford - meu avô trocou a B.I. da F1000 dele, motor 229, pela da 4000 tanto pra ganhar um pouco de força, como para acabar com a aceleração estancada que ela tinha. Aí ganhou inicialmente um kit turbo original, depois veio uma maluquice de duas turbinas que ele arrumou com um amigo do meu padrinho de Itirapina. Lembro que o resultado o fez voltar para o kit original e posteriormente comprar a mecânica completa da Turbo original, aquelas últimas. A bomba tinha que ser avançada em muitos graus e não aguentava o rojão.

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  60. Curioso é que lá nas terrinhas do meu pai tinha um MF 50X, até bem conservado, mais parado a um tempo. Reformei ele todinho, desmontei ele todo, pintei com as as cores originais, comprei pneus, filtros, troquei muita coisa. Agora esta impecável, 100% funcional e pronto para mais 30 anos de trabalho.

    Sobre a formula 1, naquela época as ideias podiam ser postas em prática e as coisas ainda estavam sendo descobertas, o romântico de tudo era a real diferença de marcas e pilotos. De uns anos para cá acabou tudo isso, e agora vemos carros sem graça, com pilotos sem graça, com as grandes marcas bem longe da F1.

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  61. Hehe, com uma bela dose de humor me mostrou uma das várias histórias da Formula 1 que nem imaginava saber.

    Belo Post AK !

    Abs
    Kiko Molinari

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  62. Arnaldo, fantástico texto, os ganchos do texto são ótimos e engraçados de verdade. Aliás, você é tão bom nesses ganchos que acho que vou passar a chamá-lo de Arnaldo Garatéia.
    Parabéns.

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  63. Juvenal, é que eu tenho o Tigrão, que está sempre aprontando e eu tenho que contar.
    Veja, só, no dia seguinte ao da foto eu estava com ele na beira do rio debaixo duma árvore, quando começou a cair galhos na nossa cabeça.
    Olhamos pra cima e, ora! era um macaco prego fiadamãe nos tacando os tais galhos. Tudo bem. Dali a pouco o macaco desceu eu, falando baixinho: -Vai, Tigrão! Pega o fiadaputz! E ele foi e catou o macaco prego pelo pescoço e o trouxe pra mim. Nisso, o macaco, com cara de tristeza, me estendeu o bracinho e falou: - Pô, seu Nardo! Me libera eu, vai!..
    Fazer o que? Mandei liberar, uai!
    Pois é, essas coisas acontecem comigo e com o Tigrão e ninguém acredita.

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  64. Hahahahahaha
    Como é bom ler seus posts, Arnaldo!
    Se houvesse uma Academia de Letras Automobilística, você certamente mereceria estar entre os 'imortais'!

    Obrigado pela leitura gostosa!

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  65. Gostei da ultima foto: Jaguar da roça!!!

    abs

    RR

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  66. Alexei Silveira29/06/11 19:10

    O Tigrão exigiu e o Arnaldo colocou:

    1- Pneu slick de camioneta , refugado pra ir prá terceira ressolagem, prá direção ficar maciinha. Na sua sapiência canina, ele sabe que na terra o slicão é D Hidráulica!

    2- Latiu ( Uivou no pé do ouvido do AK) até o Arnaldo jogar fora o gerador e colocar um Alternador " de AP" e bateria fortona . Au au tô cansado de soltar o bicho no tranco .

    3- Pediu sulcos extras de ventilação nos 2 pneus traseiros( vide foto). Au.

    Bem, o princípio do diferencial Ricardo Engenherreeng ( sic) da Mclaren do Hakkinen vem dos freios separados-que o trator usa em boa parte das conversões e situações de pouca aderência.

    Também usado no E Diff da F 430 e agora da evolução F 458, que não tem mais a saidinha de frente . Eita nós!!

    Sobre o Busão, lamento muito a perda do Fordão , mas o vizinho de cerca do Arnaldo tinha-fácil-a melhor pinga do Brasil, tenho provas !!

    Excelente Post,

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  67. Arnaldo, a informação do Johnny quanto aos freios da roda interna da curva na fórmula 1 pela mc laren procede. Não sei se funcionava com dois pedais, mas sei que funcionou tão bem que a mc laren está utilizando o sistema no novíssimo mclaren mp4 12c (nomezinho estranho).
    espero ter sido útil

    Dorso

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  68. Alexei,

    vou mantê-lo longe do meu cachorro, senão ele vai na sua e eu me ferro.

    Dorso,

    vou pesquisar direito essa coisa. Não deve ser tão simples assim.

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  69. Mais um post classico do AK!

    Faltou só uma outra relação que os tratores tem com a F1 antiga: as cores! Eu lembro de quando eu era pequeno (não sei se ainda é assim), que eu reconhecia as marcas dos tratores pelas cores: vermelho eram os Massey-Ferguson, azul os Ford, verde os John Deer, marrom os valmet, são os que eu me lembro.

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  70. Ronaldo Nazário30/06/11 13:43

    Nooooooooossa Arnaldo!

    Os pimpolhinhos ficaram fofézimos!

    Mas esse trator....

    Que coisa de pobre!

    Vou mandar um recado... passa com o Bambam lá em casa que eu mando entregar um Caterpillar... zerinho...

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  71. amigo se eu nao estiver enganado por eu era muito pequeno na epoca eu acho que esse trator velho ai era do meu avo antoniolli o trator do meu avo na epoca ja tinha cabelos brancos eu tenhos quase certeza que e esse dai que eu me lembor vagamenteque os pneus trasseiros eram iguais tinha tambem bateria filtro ar e cano de escape esse lado tinha um cachorro que dirigia tambem o trator pro meu avo quando ele nao dirigia ele ai em cima da carretinha ficava ali bem folgado o bicho veio o cao era o esnup se e o esnup que ensinou o teu cao dirigir e esse ai mesmo o trator do meu avo

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