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22 de agosto de 2011

AVISO DO EDITOR

Iniciamos anteontem (sábado 20/8) regime temporário de um post por dia às 13 horas e voltaremos ao normal de duas vezes por dia, às 9h00 e 16h00, na segunda 29/8.
Bob Sharp
Editor

15 comentários:

  1. BOB,
    Há previsão de avaliação do novo Picanto?
    Obrigado pelo ótimo blog e continuem com o bom trabalho.
    Grato,

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  2. Ok Bob, ciente.

    Aguardarei ansiosamente o dia 29/08.

    Abraço!

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  3. Bob, você pode fazer mais algum post sobre a maldição energética dos combustíveis vegetais? Acho impressionante como tantas pessoas o acham mais "ecológico" que petróleo quando na verdade é pior. Terra é para para gerar alimento e não combustível.
    Pior que combustível vegetal só mesmo usina nuclear, e esse governo despreparado e infeliz continua a investir nessa desgraça e já vão construir o Angra 3.

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  4. ao Douglas

    As usinas nucleares são seguras, desde que construídas em locais afastados, onde não haveria tanto problema em caso de vazamento.

    O problema de Chernobyl foi que a União Soviética não desintoxicou as pessoas do local, logo estas pessoas carregam até hoje doses altíssimas de rediação que prejudicam sua saúde continuamente.

    É insanidade construir usinas nucleares em Angra dos Reis, cidade entre o mar e a serra que não possui meios de escoar sua população com rapidez em caso de acidente. Pior: Angra fica entre Rio de Janeiro e São Paulo, e, se já é difícil lidar com um vazamento nuclear em regiões pouco povoadas, imagine em uma metrópole é impossível.

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  5. Ave Maria!

    Julgar "energia nuclear" por causa de uma possível desgraça, é a mesma coisa que julgar que "andar" de avião é perigoso pq em caso de queda, é fatal. O mundo dito desenvolvido, é basicamente tocado por ela. E quantos acidentes já ocorreram?

    Ninguém nunca parou para pensar que a usina de Itaipu é muito mais "desgracenta" (Acabei de criar este termo! *rs*) que uma usina nuclear qualquer? Barragem não suporta explosões. Já os "bunkers" onde ficam os reatores nucleares, sim.

    SE por exemplo em uma guerra "nego" conseguir quebrar a barragem, além de 1/4 da terra brazilis ficar sem energia, o montante de água do "oceano" dela (que é o lago da usina em questão...) acabaria inundando boa parte da Argentina, acabaria com a "luz" para o Paraguay e "adjacências".

    O sistema tupiniquim de transmissão e geração de energia elétrica entraria em colapso instantaneamente. Seria questão de dias para termos "desgraças ainda maiores" pela falta da eletricidade. Essa "coisinha" que está de forma até automática em nossas vidas atualmente. Poucos tem consciência do que é a "eletricidade" nas nossas vidas hoje.

    Pára! Malditas inclusões!

    Nego parece "papagaio de pirata" retransmitindo o que escuta...

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  6. ao Eduardo

    No Japão, Fukushima vazou feio e não houve problemas maiores, porém a população, a um primeiro momento, teve de ser evacuada e tratada. Os japoneses já sabiam do que teriam de fazer caso uma tragédia como a de Fukushima acontecesse. Agora, a radiação vai diminuir e a economia local vai se normalizando lentamente.

    Agora, imagina se ao invés de Fukushima fosse Tóquio a região afetada. Era uma vez o Japão. Socorrer 200 mil pessoas é um trabalho de Hércules, socorrer 40 milhões é IMPOSSÍVEL.

    Por isso sou contra a usina em Angra dos Reis. Essa usina poderia ser construída nos Lençois Maranhenses ou no litoral do Amapá: a população local é pequena e uma usina nuclear levaria à construção de um aeroporto que poderia retirar a pequena população local com certa facilidade em caso de desastre.

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  7. E lembrem-se: o Japão já está quase reconstruído, e o Fielzão ainda não saiu do papel. Eita Brasilzão!

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  8. 14% da energia elétrica consumida no planeta é produzida em usinas termonucleares. Elas são a terceira maior fonte de produção de energia perdendo somente para as usinas movidas a gás natural e carvão.

    1/3 dos Estados Unidos é abastecido por usinas nucleares. Os quase 2/3 restantes, por usinas a gás e carvão. Só os EUA produzem 1/3 de toda energia nuclear produzida no mundo.

    Existem mais de 400 reatores de uso CIVIL ativos produzindo energia ao redor do globo. Só nos EUA são mais de 100. França e Japão mais de 50 cada. Rússia com 30... E por aí vai.

    O Brasil "participou" em 2008 somente com 0,59% da energia nuclear produzida no mundo.

    Algumas das maravilhosas armas de guerra flutuantes e/ou submersas também são empurradas por "pequenas centrais termonucleares". Olhando do ponto de vista "desgracento", são usinas nucleares móveis. E o tal do "Kursk" continua "enterrado" no sarcófago dele a pouco mais de 100m de profundidade sabe-se Deus de que forma...

    Construir uma obra destas em um local remoto, é jogar energia fora. As linhas de transmissão fazem perder boa parte da produção. Há usinas próximas aos grandes centros no mundo todo.

    É só dar uma pesquisada rápida no Google para ver um mapa de onde estão estas centrais. Inacrecitavelmente, estão "no meio" de areas com um bom nível de densidade demográfica.

    Energia nuclear não é esta "desgraça" que muitos dissidentes de orgãos como o Greenpeace diz ser. Agradeça aos físicos e toda a corja que a estuda. Inúmeros testes médicos, industriais e laboratoriais devem-se aos estudos mais pronfundos desta tal de "radiatividade".

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  9. Não estão jugando as usinas nucleares inseguras só por causa dos acidente de Fukushima e Chernobyl, Usinas nucleares são sim um risco constante, a radiação destrói células, provoca câncer e pode levar até a mutação genética, acho que os humanos não deveriam brincar com esse tipo de coisa, lembrem-se, o risco pode até ser baixo, mas existe.

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  10. Risco existe qssim como a radiação solar, radiação eletromagnética de transmissores e sistemas diversos, de um microondas, de lâmpada e diversos outros de.

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  11. Certa vez li, nalgum material que não me recordo qual, que o posicionamento das usinas nucleares de Angra dos Reis se deu por dois motivos, um técnico e o outro militarmente estratégico. O primeiro seria que a temperatura do mar do litoral de Angra contempla uma faixa adequada ao resfriamento ideal dos reatores, o outro, que as usinas estariam à relativa proximade da base aérea do Campo dos Afonsos, sendo útil numa rápida estratégia militar.
    Alguém poderia confirmar isso?
    A energia nuclear seria um bom tema para ser debatido num post aqui do AE, fica a sugestão...

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  12. ao Douglas,

    Não há escape de radiação das usinas nucleares, exceto em casos de acidentes. E mesmo esses acidentes não são tão tóxicos e mortais quanto outros acidentes com gases e com petróleo que volta e meia acontecem por aí.

    Sem falar que muita gente sobrevive graças à radiação. A radioterapia é uma das formas mais eficazes de se combater o câncer (mas infelizmente ainda causa muitos efeitos colaterais, por isso é usada em último caso).

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  13. Anônimo (24/8 - 10:26),
    Deve ter havido algum equívoco, os tratamentos radioterápicos são realizados de forma controlada, com nível de radiação controlado e incidindo apenas na região afetada pela neoplasia, não podendo ser comparada à contaminação por radiação.
    A radiação provoca alteração na estrutura do DNA, provocando sua mutação, o que pode levar à morte celular; mas, em alguns casos, ao câncer. O mecanismo de ação da radioterapia antineoplática se aproveita da morte celular causada pela radiação, assim, pode-se dizer que se, numa situação hipotética, células sadias fossem expostas de modo errôneo a uma radioterapia, poderiam sofrer mutações em seu DNA e se converterem à células neoplásicas.
    A radiação é algo muito perigoso se não controlado ou se comtemplar uma exposição acidental.
    Abraço.

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  14. ao Marlos Dantas

    Para causar câncer e mutação do DNA são necessárias doses altíssimas de radiação, só vistas hoje em Chernobyl (em Fukushima a radiação não chegou nem a um milésimo do nível de Chernobyl).

    Para se fazer qualquer coisa é necessário contemplar o que fazer em caso de acidente. Por isso que os automóveis passam por Crash Tests: eles não são feitos para bater de frente um no outro, mas, caso batam de frente um no outro, deve-se pensar em como salvar as vidas de condutores e passageiros.

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  15. Sim, Anônimo, de fato, os níveis são cruciais nesse aspecto. Também concordo que atualmente as usinas são seguras, só havendo problemas de "vazamento" de radição em caso excepcionais...
    Porém, existe a questão do tempo de exposição, mesmo a uma concentração baixa, à primeira vista inofensiva à saúde. Mesmo em níveis baixos, as radiações ionizantes podem causar danos à saúde caso o tempo de exposição seja prolongado, a exemplo dos Raios-X e também da radiação ultravioleta emitida por fonte natural. No caso do acidente japonês, mesmo os níveis de radiação sendo baixos, uma exposição contínua a eles seria danosa à população, visto que o declínio dos níveis de radiação é muito lento, além de questões como a magnificação trófica, envolvendo a cadeia alimentar local, que poderia ter o homem como consumidor final, o que agravaria ainda mais o quadro de acúmulo de radiação nos organismos humanos.
    Acabei não sendo muito claro quando falei de comtemplar uma exposição acidental, na verdade eu quis dizer sobre uma eventual, em caso de exposição acidental. Mas, concordo que se tratando de problemas assim só o conhecimento empírico pode ter respostas mais sólidas, visto que a teoria nem sempre se repete na prática. O estudo envolvendo os sobreviventes do ataque nuclear às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, assim como seus descendentes e o meio ambiente, tem sido muito útil em casos envolvendo radiação ionizante, inclusive ajudou muito no entendimento do acidente e na ajuda aos sobreviventes de Chernobyl.
    Abraço.

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