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19 de setembro de 2011

ESTÍMULO À INEFICIÊNCIA




Não é necessário introduzir novamente o assunto do recente aumento de IPI, produzido de forma parcialmente protecionista por nosso governo, pois só afeta veículos importados de regiões fora do Mercosul e do México. O Bob Sharp já escreveu sobre o assunto no dia 7 de setembro e anteontem

O que quero colocar são os possíveis desdobramentos de tão nefasta medida, que agora impõe uma pesada dificuladade à livre importação de veículos para o nosso país, notadamente aqueles fabricandos nos países asiáticos, deixando o mercado brasileiro sem a possibildade da livre escolha.

Experiências como esta não são novidade para nós. Na história recente do País tivemos a proibição total da importação imposta a partir de 1976 e que perdurou até 1990, quando o então presidente Collor, recém-empossado, chamou os veículos nacionais de "carroças" e permitiu que fossem importados veículos para o Brasil novamente.

Podemos usar este período para ilustrar os efeitos da falta de concorrência no nosso mercado. Em 1976, tínhamos (entre parênteses, o número de anos decorridos: desde o lançamento no país de origem):

Chrysler:

Dodge 1800, lançado aqui em 1973, clone do Hillman Avenger inglês de 1970. (6)
Linha Dart, Clone do Dart americano, lançado lá em 1967 e aqui em 1969. (9)

Fiat:

147, lançado neste mesmo ano de 1976, baseado no 127 italiano de 1971. Um fato curioso é que o 147 nacional de 1976 serviu de base para a reestilização do 127 italiano, ocorrida apenas 1 ano depois, em 1977 (5)

Ford:

Corcel, lançado aqui em 1968, baseado no projeto do Renault 12, herdado da Willys. O Corcel foi lançado no Brasil antes do Renault 12 ser lançado na Europa. (8)
Maverick, lançado aqui em 1973, clone do Maverick americano de 1969. (7)
Linha Galaxie, lançado aqui em 1967, clone do Galaxie americano, lançado lá em 1965. Foi reestilizado nos EUA em 1969. (11)

GM:

Chevette, lançado aqui em 1973, clone do Kadett C europeu, que foi lançado lá neste mesmo ano, porém depois do lançamento do Chevette no Brasil. Mais um caso de carro que chegava primeiro aqui e depois na Europa. (3)
Opala, lançado aqui em 1968, clone do Opel Rekord C europeu de 1967, já fora de linha na Europa desde 1971. (9)

VW:

O Fusca lançado em 1959 era o mesmo modelo alemão de 1957 (19), cuja produção iniciou-se em 1945. Foi fabricado na Alemanha até 1978 e passou a ser produzido no México, onde só seria descontinuado em 2003.
Passat, lançado em 1974, clone do Passat europeu de 1973. (3 anos)

De todo o mercado nacional de 1976, apenas Galaxie e Opala eram os modelos que não mais eram produzidos em seus países de origem. Todos os outros ainda eram produzidos, sendo que a defasagem de lançamento nunca era superior a 5 anos. Tínhamos um mercado relativamente atualizado em relação ao resto do mundo quando veio a proibição de importações.

Quatorze anos depois, o primeiro presidente eleito diretamente em quase 30 anos chamava os carros nacionais de "carroças". O setor automobilístico se doeu todo com esta comparação, mas se olharmos para o nosso mercado de 1990, não podemos negar que ele tinha toda a razão ao afirmar isto, após o estrago de todos estes anos sem concorrência:

Fiat:

Uno, lançado aqui em 1984 e na Europa em 1983. (7 anos)

Ford:

Escort, lançado aqui em 1983 e na Europa em 1980. (10 anos)
Linha Del Rey, lançado aqui em 1981, mas sendo uma reestilização do Corcel de 1968. Fora de linha na Europa desde 1980. (22 anos)

GM:

Chevette, o mesmo lançado em 1973, apenas reestilizado. Fora de linha na Europa desde 1979. (17 anos)
Kadett, clone do Opel Kadett E europeu, lançado aqui em 1989, mas que já existia na Europa desde 1984. (6 anos)
Monza, lançado aqui em 1982, clone do Opel Ascona de 1981, que já havia saído de linha na Europa em 1988. (9 anos)
Opala, o mesmo lançado na Europa em 1967, apenas reestilizado. Fora de linha na Europa desde 1971. (23 anos)

VW:

Gol e família, lançado aqui em 1980, projeto nacional (10 anos)
Santana, lançado aqui em 1984, clone do Passat europeu de 2ª geração, lançado na Europa em 1981, já fora de linha lá desde 1988 (9 anos).

Em 1990, apenas Uno, Escort e Kadett continuavam em linha nos seus países de origem, todo o resto já havia sido substituído no resto do mundo. Alguns casos, como o do Del Rey e do Opala, apresentavam defasagens gritantes de mais de 20 anos, tudo isso fruto da falta de acesso à competição dos modelos importados.

Para coroar o atraso, em 1990, havia apenas 3 modelos com injeção eletrônica, todos caríssimas versões top em suas linha: Gol GTi, Monza 500 EF e Santana Executivo. E a injeção dos três era uma ultrapassada Bosch LE-Jetronic analógica (lançada em 1981), sendo que que injeções digitais já eram comuns na Europa e nos EUA há vários anos. Nos EUA, inclusive, já não existiam mais carros carburados em 1990.

A conclusão clara disso é que o protecionismo nos deixou como legado um mercado repleto de modelos obsoletos.

A década de 90 representou uma grande evolução na indústria nacional, que passou a ter que se mexer para competir com os importados, então liberados para serem vendidos aqui.

A GM surpreendeu duas vezes nessa década. O Corsa II foi lançado em fevereiro de 1994, 11 meses depois do lançamento na Europa. O caso do Vectra II é ainda mais surpreendente, pois foi lançado no Brasil em março de 1996, apenas seis meses depois de apresentado no Salão de Frankfurt de 1995.

Porém, na década passada (2000), algumas barreiras não-tarifárias foram levantadas para dificultar a importação independente, o que já está começando a ser sentido pelo nosso mercado. Na GM, o Agile é baseado na velha plataforma 4200 do Corsa II, a mesma do Celta/Prisma, já fora de linha em todo o resto do mundo, substituída pela 4300 e depois pela SCCS, que está presente no Corsa europeu atual. O novo Gol usa a plataforma baseada na do Polo de 2001, Palio é o mesmo desde 1996, Fiesta é o mesmo de 2002, Corsa idem.

Estamos voltando a ter novamente carros defasados em relação aos seus países de origem. Quando chega a concorrência ao mercado dos pequenos, trazida pelos chineses, o que nosso governo faz? Taxa absurdamente estes carros importados, para proteger a nossa acomodada indústria e assim incentivando-a a continuar oferecendo modelos caros e ultrapassados, mantendo suas altas margens de lucro.

E você, leitor, está preparado para voltar a andar de carroça?

CMF

81 comentários:

  1. Estou com nojo do governo. É sério, nojo!

    Quero ver com comprou JAC, o que será da rede agora que praticamente não poderão mais vender seus carros a um preço competitivo. Uma empresa promissora aqui no Brasil e que faz dois bons carros, praticamente saindo fora do jogo porque o governo insano decidiu que assim 'proteje a indústria nacional'.

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  2. Sem falar no gritante exemplo do VW Golf. GM Vectra/Astra...

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  3. É legal andar de carroça...´serio!
    Lá em casa, temos um burro castanho chamado pedrinho que é tiro e queda.
    Manso,anda que é uma barbaridade, é valente me terrenos de baixa aderência, não paga imposto e ainda por cima não bebe uma gota de etanol sequer...ao contrário do dono!
    A carroça é uma Falcon grand lux continental, estrutura com longarinas de madeira de reflorestamento, conversível, com barra anti capotamento, freios a tambor de 130 mm instalado no eixo, rodas raiadas em alumínio e pneus Pirelli daytona faixa branca.
    Muito bom...

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  4. Farjoun, pior que a defasagem estética era a mecânica!
    Lembrem-se que a Ford usou o motor CHT, como pau pra toda obra depois que descontinuou os V8!
    E esse motor era originado do Gordini!
    Só fomos conhecer a injeção eletrônica nos anos 90, enquanto os outros países já tinham passado pela injeção mecânica.
    E por aí vai...

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  5. Isso é verdade, nos anos 70 estávamos razoavelmente em fase com o resto do mundo, e nos anos 80 o negócio desandou. Realmente os casos mas gritantes eram do opala, chevette, e del-rey .

    Também houve no Brasil um grande atraso na introdução da injeção eletrônica nos automóveis, devido a essa "acomodação", e a um outro anacronismo da época, chamado "reserva de mercado de informática".

    Lembro quando (nos anos 80) o Voyage passou a ser exportado para os EUA (com o nome FOX), e disseram que uma infinidade de itens tiveram que ser adicionados para que o carro fosse vendido por lá, e que se o Voyage tivesse esses mesmos itens aqui o preço seria muito alto... Só isso já era um claro sintoma do nosso atraso na época.

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  6. Protecao sem preocupacao com as consequencias ...
    Acho que todo pais deve proteger seu parque industrial e zelar pela criacao e manutencao de empregos.
    Porem o governo deveria estimular nossa industria , reduzindo imposto para os carros nacionais.
    E dificil competir pagando-se os mais altos impostos do mundo... nao acham ...
    Em contrapartida a industria se comprometeria em repassar o beneficio para os precos .. Isso geraria protecao aos importados e iria , fortemente , estimular vendas , empregos e renda para nosso adorado Brasil ..
    Mas infelizmente o "lobby" da nossa industria automotiva , sempre foi fortissimo.
    Com certeza muitas vantagens esses politicos vao tirar de tal medida ..
    Ha muito mais coisa entre o ceu e o inferno que possamos imaginar...
    Enquanto isso vamos continuar a pagar muito caro por produtos defasados e de baixa qualidade..
    Assim fica dificil ser autoentusiasta !

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  7. Pois é, os carros brasileiros ficaram defasados nos últimos anos, mesmo com as importações abertas.

    A questão não se resume apenas às barreiras não-tarifárias que você citou: o Mercosul (Focus, Fluence) e o México (Jetta, Freemont, 500, Fusion), sem estarem sujeitos ao II de 35% por conta de acordos comerciais, "drenaram" a fabricação de carros com maior tecnologia de nossas terras.

    Pergunto: em que esses acordos favorecem o Brasil ou, pelo menos e por justiça, demonstram equilíbrio comercial? Só vejo a Argentina criando "n" empecilhos e levando vantagem.

    Pergunto: o comprador de ix35 e Sportage vai comprar carro brasileiro ou Freemont mexicano?

    Pergunto: o comprador de Elantra e Sonata vai comprar carro brasileiro ou Fusion e Jetta mexicanos? Ou Fluence e 408 argentinos?

    E aqui? Concordo contigo, continuaremos com Celta "Next Edition" e que tais...

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  8. Anônimo das 10:37, você tem toda a razão. A questão é que esta medida não foi para proteger a indústria nacional, mas sim para proteger os membros filiados à ANFAVEA. Lobby na cara dura. Continuaremos exportanto empregos para o México e Argentina da mesma forma. Mas criamos uma zona de conforto aos fabricantes ao protegê-los contra a concorrência dos coreanos e chineses. Demo-lhes um feudo de quase exclusividade, para que possam continuar praticando o "Lucro Brasil" sem serem incomodados por algo incômodo chamado concorrência. E, claro, tudo isso financiado pelos consumidores brasileiros, que mais uma vez pagam a conta, como verdadeiros palhaços de plantão.

    No que depender de mim, vou tentar convencer todos que conheço a adiarem a troca de carro para 2013, justamente para não entrarem no jogo da ANFAVEA. Queria ver a população se mobilizando e BOICOTANDO a ANFAVEA, para mostrar-lhes que cansamos do papel de palhaços de plantão. Mas acredito que infelizmente isso seja esperar de mais de nosso povo sem espírito cívico.

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  9. Na verdade, nós ficamos com carroças porque preferimos carroças a carros modernos.

    Um exemplo claro é a Renault: o Brasil é o único país onde o Sandero (carro do leste europeu, sucessor direto do Lada) é mais caro que o Clio Campus (carro francês, sucesso absoluto o "Uno Mille da Europa", vendido até hoje). E por incrível que pareça, o Brasil é o único país onde o Sandero vende mais que o Clio.

    Moral da História: na Terra Brasilis, melhor um carro imponente, mesmo que sem qualidade alguma (como o Gol G4, que ostenta um VW na grade) do que um carro moderno, com qualidade, porém sem aparência alguma (como o Clio).

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  10. Aléssio Marinho19/09/11 11:25

    Penso também nos mercados que se fecham às exportações dos nossos carros. Me parece que o Fox era o único carro brasileiro a ir pra europa através de operação de fábrica e este mês acabaram com a operação.
    O único carro fabricado no Brasil que ainda vai pro velho continente é a prestimosa Kombi. Sim, ela mesma. Vira motor home na Inglaterra para ripongas saudosos.
    Os carros vendidos aqui agora só servem pra serem vendidos na América Latina e África do Sul.
    Enquanto isso na Argentina, o Sprinter vai pra mais de 50 países, mais até que a sua versão alemã.
    Pelo menos a Renault ainda tem a sua linha em sintonia com a europa.
    As restantes ainda tem que correr atrás.
    Falta uma política industrial séria, que contemple toda a cadeia industrial: siderurgia, eletrônica, química e mais alguma que esqueci... com regras CLARAS e que realmente gere competitividade e inovação.

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  11. CMF
    De fato, uma vergonha essa medida. Merda na cara dessa gente. Por mim, adio a troca para bem mais à frente de 2013.

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  12. Só um adendo: O que chamamos de Clio aqui é o Clio II europeu, lançado na França em 1998 e aqui em 1999. Já foi substituído no velho mundo pelo Clio III em 2006, que é outro carro, feito em cima da plataforma Nissan-B.

    Mais um exemplo em que ficamos novamente para trás...

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  13. Quando a Honda deixou de produzir o City para produzi-lo na argentina, demitiu 400 operários.
    Os melhores carros das montadoras ditas "nacionais" vem de fora.
    Corolla e Civic, são os únicos automóveis com ótima qualidade produzidos no país.
    Portanto, eu penso que algo deveria ser feito porque, exceto os dois que citei acima, os demais produzidos aqui são veículos simples e mal acabados.
    Na verdade, o governo deveria ter baixado os impostos de todos os que são produzidos no país e não aumentar os que vem de fora.
    Mas eu penso que a verdade de tudo isso é outra. Acredito que o governo quer apenas refrear o consumo de carros, devido a falta de combustível e essa foi a maneira mais prática que ele encontrou.
    Tanto é, que essa medida deve terminar em dezembro deste ano.
    Então, tem tudo para ser apenas um refresco.
    São apenas divagações sem embasamento científico e não quero criar polêmicas com isso.

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  14. jackie chan19/09/11 12:03

    Os "nacionalistas" e "defensores" dos empregos no Brasil estão achando ótimo, mas essa medida, assim como tantas outras à favor do lobby dos fabricantes, caracteriza-se por não exigir contrapartida aos beneficiados. Não estão obrigados a investir e contratar mais, elevar a eficiência, reduzir preços, nada. Por isso são "nacionalistas" entre aspas. Compare com as medidas administrativas verdadeiramente nacionalistas da Coréia do Sul, que no passado admitiu a entrada de multinacionais com a condição de transferência de tecnologia às empresas locais, e fez sua parte no tocante à educação e infraestrutura, possibilitando o surgimento de Hyundais e Samsungs da vida.

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  15. Bicotar a ANFAVEA? Compro carro toda semana? Vocês compram?

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  16. CCN1410, não é pra eu polemizar contigo, é só para fazer um reparo em seu comentário:

    - esse decreto tem eficácia até dezembro de 2012, ou seja, uns 15 meses;

    - não creio que a intenção seja "refrear o consumo", muito pelo contrário: a questão é que, conforme matérias do AutomotiveBusiness, as vendas dos carros de entrada (populares) foram em grande parte (30% a 35% no Brasil, cerca de 45% em SP) destinadas a locadoras que, obviamente, têm generosos descontos sobre o valor de tabela.

    Assim, é crível que o objetivo foi conter as importações desses carros (Chery QQ, Jac J3, etc.) para "dar um fôlego" às vendas das carroças nacionais.

    Abraço!

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  17. IPVA, por exemplo, é calculado sobre o valor do veículo. JAMAIS que o "gobierno" reduzirá a carga tributária e forçará as "montadoras" a baixarem os preços dos veículos. O "gobierno" perderá duas vezes.

    Lobby. Eu também não vejo outra explicação.

    E por mais que nós entusiastas entendemos isso, a massa continuará ignorante. E, infelizmente, qualquer empresa deste porte vende para quem não entende. Os que entendem, que se... Explodam.

    Um conhecido meu, da engenharia da VW diz, por exemplo, que soluções para os defeitos/limitações da "Kumbuca" existem há anos nos "arquivos", mas que o mkt e a "direção", embargam as modificações alegando "por que modificar o veículo, se quem compra sabe disso?"

    Welcome to the jungle.

    O Collor pode não ter sido santo, mas ele tinha visão. 20 anos depois, e a massa continua a andar de carroças...

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  18. Bruno Moreno19/09/11 13:00

    Por incrível que pareça deve ter idiota batendo palma para isso tudo. Tem gente que vai contra a qualquer tipo de forma de avanço tecnológico e criam mitos quanto aos carros importados por simplesmente serem mais modernos que o nosso.

    Me lembro a 4 anos quando fui pegar um carro novo na agência e um dos vendedores estava todo alegre por que faltava pouco tempo para ele pegar o Vectra zero dele.

    Coitado, fiquei com pena do individuo...

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  19. "No que depender de mim, vou tentar convencer todos que conheço a adiarem a troca de carro para 2013, justamente para não entrarem no jogo da ANFAVEA. Queria ver a população se mobilizando e BOICOTANDO a ANFAVEA, para mostrar-lhes que cansamos do papel de palhaços de plantão..."
    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
    Boa Sorte... Pelo visto o pessoal do Fantástico Mundo está levando mesmo a sério os delírios que escrevem...
    E depois, em 2013 vem outra cipoada na cabeça dos maus pagadores de impostos. Só esperar...

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  20. Eduardo Chiavaloni

    Instrutivo ver a questão por esse ângulo, que infelizmente nunca é tratado nas discussões sobre o tema.

    Acredito que não adianta discutir "Custo Brasil" e "Lucro Brasil" isoladamente, quando existe uma relação dialética entre ambos.

    Essa é a perversidade da questão: ao governo, não interessa peitar o "Lucro Brasil", porque, além da questão do imposto mencionada, todo mundo sabe que um aumento da frota de carros imediatamente causaria apagão rodoviário e colapso total do já caótico trânsito de praticamente todas as cidades brasileiras. Sem contar que uma repentina queda no preço do carro com certeza levaria a uma farra de compras e crédito que incharia ainda mais a bolha que já está para estourar a qualquer momento.

    Às montadoras, também não interessa lutar pela desoneração do setor porque suas altíssimas margens seriam as mesmas sendo o "Custo Brasil" maior ou menor, e elas sabem que seu volume de vendas no Brasil não tem como aumentar muito mais dados os fatores do parágrafo acima.

    Para a quase totalidade dos compradores de carro, está bom do jeito que está...

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  21. Volte ao trabalho bostinha, estou pagando seu salário. Ok?

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  22. E muito bem por sinal.
    Valeu, "patrão"...
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  23. Não alimentem os trolls.

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  24. O que acontece é que o Brasil paga um preço por ser imenso.

    Países pequenos como a Costa Rica e a Jamaica podem dar-se ao luxo de exportar bananas e café e importar produtos industrializados e ainda assim tornarem-se nações desenvolvidas. Por quê? Porque eles conseguem mercado para todas as suas exportações, e podem aumentar a produção sem medo de queda nos preços. E por que a Costa Rica e a Jamaica não podem industrializar-se? Por serem pequenos, nenhuma indústria significativa vai se instalar ali, exceto se conseguir contratos de exportação (como a Intel) antes mesmo de começar a construir o barracão.

    Continua...

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  25. Já o Brasil é imenso. Tem uma população cem vezes maior que os países anteriormente citados.

    Na natureza, o elefante precisa tomar muito cuidado onde anda, onde pisa, senão pode morrer atolado no lago ou cair da ribanceira. Na economia, é a mesma coisa: se um gigante como o Brasil resolver produzir café aos montes (como na década de 1920), o preço do café despenca e os produtores do mundo todo terão prejuízo. E isso vale para qualquer produto que o Brasil queira exportar.

    Continua...

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  26. Por isso que o Brasil não pode investir a 100% em exportações.
    Sem falar que o Brasil fica longe demais da maioria dos países do mundo para querer montar um setor turístico forte e ser o país mais visitado do mundo.

    Então, para manter a balança comercial e o crescimento econômico, o Brasil deve investir em reduzir suas importações. Como o Brasil é imenso, nosso mercado interno é um dos maiores do mundo e as empresas querem atendê-lo.

    Obrigar as empresas a montar fábricas aqui para atender nosso mercado interno é uma maneira de reduzir as importações, melhorando o saldo na balança comercial e mantendo o crescimento econômico.

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  27. Anônimo 14:46

    Mas o problema é que com a pilantragem do IPI o governo petralha só incentiva as montadoras a transferir toda a sua produção para Argentina e México, o que talvez seja mesmo a intenção por trás da medida...

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  28. ao Carlos Mauricio Farjoun...

    O Clio Campus (que nós temos hoje aqui) é vendido ainda hoje na França (é o "Uno Mille" da Europa, o carro que está a mais tempo no mercado por lá, e ainda assim vende razoavelmente bem). E o Clio IV vai substituir o Clio III em breve, mas o Clio Campus não vai sair de linha tão cedo por lá.

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  29. ao Eduardo Chiavaloni...

    Você está corretíssimo, eu não tinha pensado dessa forma.

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  30. Os amigos estão fazendo tempestade em copo d´agua.

    A medida não é definita e deve perdurar até dezembro de 2012. A iniciativa do governo se deve ao fato de que uma grande crise financeira assola o chamado "mundo desenvolvido" e, por isso, sobram carros nos estoques deles. O que eles fazem para desovar? Barateiam os valores de forma irreal e enviam para países que estão muito bem e comprando muito, caso do nosso amado Brasil, sil, sil...
    Ou seja, grosseiramente falando, aqui, qdo um camarada deixa de comprar um Gol e compra um Jac 3, alguem em São Bernardo perde o emprego para um trabalhador chinês.
    Gosto de carros como vcs, também sou a favor da livre escolha de modelos, mas, evidentemente, isso não pode prejudicar o meu país.
    Isso é normal no comércio mundial, e alcança todas as modalidades, desde sapatos a suco de laranja.
    Em tempo: Será que tem alguem na China reclamando que o governo deles taxou nosso suco de laranja e agora eles terão que tomar apenas o da Indonésia???
    Cada um cuida do seu. Parabéns ao Governo Federal.

    Benedicto Al Hmar

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  31. Fiat:
    - Uno (1984)
    - Palio (1996)
    - Idea("partes da plataforma do Palio")

    VW
    - Kombi (censurado)
    - Gol Bolinha (1994, com a plataforma de 1979)
    - Gol Novo (plataforma do Polo 2002)
    - FOX (PLATAFORMA DO pOLO 2002)


    GM
    - Classic (Corsa de 1994)
    - Celta / Prisma (Corsa de 1994)
    - Agile (Corsa de 1994)
    - Meriva (Corsa de 2002)
    - Astra (1998)
    - Zafira (Astra de 1998)
    - Vectra (Astra de 1998)
    - S10/ Blazer (1996)

    Ford

    - Ka (Fiesta de 1996)
    - Fiesta Camaçari (2002)
    - Ecosport (Fiesta Camaçari)

    BRASIL,SIL !!!

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  32. Anônimo 14:55

    O camarada deixa de comprar Gol para comprar JAC 3 porque Gol é uma carroça pelada a caríssima. Esse é o problema, que governo e montadoras deveriam resolver.

    Porque vocês simpatizantes do governo petralha acham ruim "transferir empregos" para a China e Coréia do Sul, mas não estão nem aí se eles forem transferidos para Argentina e México - o que comprovadamente é conseqüência da medida? A desindustrialização do Brasil ocorre do mesmíssimo jeito, mas o consumidor perde muito.

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  33. Anônimo 15:03

    "Kombi (censurado)" fez-me trincar de dar risada...

    Agora, que mal lhe pergunte...quanto de $$$ deve ter rolado para a "cumpanheirada" defender a pilantragem com tanto afinco...?

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  34. Meu Caro, Uniblab.

    O governo tem acordos bilaterais com o México, e, assim como compramos os carros deles, eles compram os nossos. Bom lembrar, o Gol é um dos carros mais vendidos por lá.

    O Gol que concorre com o J3, na faixa de 38mil reais, é o Gol Power 1.6. Vem muito bem equipado, bom acabamento, resistência e durabilidade mais que comprovadas, bom valor de revenda, 780 concessionários, etc,etc,etc,etc...

    Quanto ao governo, pouco me importa se são petralhas ou tucanalhas, estou com quem trabalha pelo país.

    Abraços.


    Benedicto Al Hmar

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  35. Anônimo / Benedicto

    Agradeço o "meu caro", mas então se a colher-de-chá a Argentina e México é para retribuir acordos comerciais, então por favor avisem a "cumpanheirada" para parar de mentir que a pilantragem vai "proteger empregos de brasileiros".

    A pilantragem por si só já é dura de engolir, imagine então seguida de má-fé e desinformação...

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  36. Ah, esqueci...o Gol Power de 38 "pau" tem ABS e airbag...? Dou-lhe uma...dou-lhe duas...

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  37. "E muito bem por sinal.
    Valeu, "patrão"...
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK"


    hehehe esse é o meu garoto, assim é que eu gosto!

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  38. Até ontem a "linha do partido" para a "cumpanheirada" era de que o Lucro Brasil dos porcos capitalistas era o único responsável pelo alto preço do carro no lisarB. A alta carga tributária não tinha nada a ver com isso, já que "os países escandinavos têm carga tributária alta e são de primeiro mundo blablabla...".

    Aí o governo petralha anuncia a pilantragem, e de repente o Lucro Brasil vira uma maravilha sagrada que protege empregos de brasileiros...

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  39. Caro, Uniblab.

    O acordo é bilateral porque oferece vantagem para ambos os lados, e mais, quando o mexicano compra um Gol, está gerando divisas e empregos no Brasil. E, se não me engano, a balança comercia é amplamente favorável para nós, ou seja, mais exportamos do que importamos.

    Quanto ao ABS e AirBag no Gol, dispenso, e não troco o certo pelo duvidoso. O Gol passou em crash-test na Alemanha..e o Jac????

    Abraços.

    Benedicto Al Hmar

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  40. Gol passou no crash-test na Alemanha... Como é?

    Tem o link do vídeo?

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  41. Bruno Moreno19/09/11 16:11

    A Jac está investindo pesado em propaganda e logistica para ganhar espaço no mercado nacional. Quando se vende um Jac aqui, mantemos o emprego de algum funcionário dela em território nacional!

    Tudo indica que essa medida foi levantada para conter o crescimento da Jac motors...

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  42. Esse blog aqui deveria se chamar "AutoAlienados"... É post contra tecnologias de locomoção potencialmente mais limpas, é post pela importação de carros a qualquer preço... Se o Maníaco do Parque se candidatasse à presidência com a plataforma "emissões liberadas + carros importados sem imposto algum", ia levar os votos de 90% da galera!

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  43. Foi uma medida em favor de uns tantos e em prejuízo de milhões.

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  44. Não tem aquele comercial da Chevrolet "Não compre carro amanhã"?? Apesar que hj não tem nenhum carro que anda me fazendo virar a cabeça...

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  45. O pior desta lei está passando desapercebido: ela praticamente impede que novos fabricantes se instalem aqui, ao exigir mais de 65% de componentes nacionais.
    NENHUM projeto novo começa com este índice, basta ver o Cruze, que começará com diversos componentes importados.
    Por outro lado, as operações mais sérias, como JAC e Hyundai, continuarão suas operações, a meu ver com pouco ou nenhum aumento, pois já conhecem a nau sem rumo que é o governo e tinham um preço bem elástico para aguentar um golpe desses ou uma subida do dólar.
    Pena ver que tem gente que cai nesta esparrela de "defender empregos dos brasileiros" quando sabemos que 75% das importações não serão taxadas pois vem do México e Argentina. Ou seja, se tem alguém "invadindo" e "desindustrializando" o Brasil é justamente o pessoal da ANFAVEA, que fabrica seus produtos de alto valor agregado lá fora.

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  46. O bom pagador de imposto tem sempre razão, Patrão! Mais arrecadação, mais um reajuste pra nóis! Tô precisando de uma cobertura maior, chefe!!!

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  47. Se a importação das bicheiras chinesas estivesse quebrando os fabricantes aqui instalados, vá lá, né...

    Mas todos sabem que os maiores fabricantes de veículos no Brasil ganham dinheiro a rodo e ano após ano, é recorde de vendas e lucro.

    Quanto aos carros chineses em si, a única vantagem é que estavam puxando um pouco para baixo os preços do Fiesta, C3 e mais alguns carros aí.

    Agora, na boa, gastar uma grana naquelas porqueiras de Effa, Chery QQ, é de doer, né....

    E com 38 mil, preço do Jaca, tranquilamente escolheria um C3 ou um Fiesta.

    E com relação aos Kia/Hyundai, têm é puxado o preço para cima, isso sim.

    Aliás, em viagem à Europa, em 15 dias não vi mais de que 2 “I30”.

    Grande empresariado sempre mandou e desmandou nesse país e pelo jeito a situação não irá mudar tão cedo...


    Marco

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  48. Nossa, o mundo acabou! Quanto chororô, meu Deus! Quem tem $$ realmente vai comprar. Não vai reclamar. Quem reclama é quem depende de carnê das Casas Bahia e come couve pra depois arrotar caviar. Juntem $$ e comprem, oras!

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  49. O bom pagador de imposto tem sempre razão, Patrão! Mais arrecadação, mais um reajuste pra nóis! Tô precisando de uma cobertura maior, chefe!!!

    Bom pagador heheheh... Esse é o meu meninão!! Ah, trabalhe direito, dia desses apareço pra ver hein!

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  50. Jopamacedo, não poderia ter feito um comentário mais raso, estúpido e safado em tão poucas linhas. Parabéns pelo feito, de qualquer forma.

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  51. Mas que K ralho! Aqui sempre acaba nessa discussão idiota de política. Incrível como esses trolls enchem o saco! Vão dar meia hora de bund@! #prontofalei

    O que o Route quiz dizer não se refere à políticos e/ou politicagem.

    Acredito sim que a indústria (indústria o K ralho! Nós tupiniquins!) nacional TEM SIM a perder.

    Eu tenho, como exemplo, uma Belina 1.8 89/90. Vejo o quanto ela era defasada comparada com veículos da mesma época, "lá fora". Plataforma do projeto M/12 da Willys/Renault. Já não era "tão novo" na época, pois ainda tinha vários resquícios do Renault Dauphine/Gordine, como praticamente todo o trem de força. Sem contar que os opcionais eram Condicionador de ar, vidros e travas elétricas, direção assistida, algumas luzes de cortesia/leitura e MAIS NADA tecnologicamente falando! O Gordine, por consequência o Del Rey possuem projeto/tecnologia da década de 50!

    Meu irmão possui um Honda Civic VTi 1993. Tudo bem que é um veículo totalmente diferente do propósito da Belina mas, na época possuía injeção eletrônica digital e ABS numa plataforma "sensacional" perto das "Belinas novas" e pq não comparar com os Santanas, Versailles ou Opala, com seu veeelho 250S e eixo rígido na traseira? Motor então, nem se fale! Aqui a Ford tentou desesperadamente instalar o AP1800 na linha Del Rey para ver se davam uma "sobre-vida" ao "sucessor" (HAHAHAHAHAHA!!!) do Galaxie/Landau. A Ford só foi ter um motor 100% dela, quando da entrada dos Endura/Zetec. Antes, o único motor genuinamente Ford, era os bons e velhos 292/302, descontinuados com o Landau em 82.

    Sim... CONTINUAMOS SIM a andar de carroças. Salvo algumas poucas excessões, continuamos "com o resto" empurrado por nossas "guélas a baixo" pelas montadoras "nacionais".

    Que eu saiba, Gurgel, Presidente, Puma, etc já abriram falência faz teeempo. E mesmo assim, não possuíam projetos 100% deles.

    É uma pena que muita gente "anônima e isperta pra caraio" não consiga entender esse viéz e ficam nesta "malemolência" de introduzir política/partidos em todos os problemas tupiniquins. Isso é ser papagaio de pirata. Não sabem pensar nada, só retransmitem aquilo que ouvem. Valha me Deus!

    Desculpem o desabafo. Mas ficar lendo esse bando de babacas enrustidos e anônimos enche o saco. O povo brasileiro, em sua maioria, não está preparado para discutir absolutamente nada. Tem mesmo é que andar de carroça. O foda é que nós "pagamos o pato" juntos.

    "Custo Brasil". Simples assim.

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  52. "Jopamacedo, não poderia ter feito um comentário mais raso, estúpido e safado em tão poucas linhas. Parabéns pelo feito, de qualquer forma."

    Pode incluir o Homem-Baile nessa.

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  53. CMF, eu trocaria de carro no final deste ano, mas vou deixar para 2013. Meu carro atual (Corolla 2003) aguenta mais um ano sem problemas, então não custa nada. Colegas meus farão o mesmo, pois também acharam ridículo esse golpe do governo.

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  54. Anônimo das 20h00: faço minhas suas palavras.

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  55. A "carroçalização" dos automóveis nacionais já começou, pois temos um punhado de modelos antigos em fabricação por aqui. Essa medida de aumento do imposto de importação vai somente acelerar ainda mais o processo.

    Tudo bem que é estupidez tirar de linha um modelo antigo que ainda vende bem. O que não pode é deixar de lançar modelos modernos por conta disso, senão ficamos só no "dilema tostines": vende bem por que não há opção, ou não há opção por que vende bem?

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  56. Alexandre - BH -19/09/11 22:20

    Farjoun, você ainda foi bonzinho em não mencionar os utilitários, geralmente os últimos a serem renovados. Podemos citar C-10 / Veraneio, F-1000, Rural/ F-75 (todos no mercado por 20 anos ou mais), Pampa (e agora a jurássica Courier), Chevy 500, picape 147/City, Saveiro ‘quadrada’, entre outros. Vale lembrar que essa turma permanece até hoje com uma cadeira no conselho: é representada pela matusalênica Kombi!

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  57. Enquanto isso...

    http://noticias.uol.com.br/album/110815casaspoliticos_album.jhtm?abrefoto=28#fotoNav=28

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  58. Acho que a utilização de plataformas defasadas em utilitários não é exclusividade do Brasil. Lembro que nos anos 90 haviam caminhonetes pequenas diesel da Peugeot, importadas, que eram derivadas do velho modelo 504!

    E por falar em utilitários: alguém lembra em que ano que a VW mudou a carroceria da Kombi, da ultra-jurássica carroceria com portas laterais de dobradiça, para a carroceria "um pouquinho menos velha" com portas de correr???

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  59. http://bestcars.uol.com.br/colunas3/p361-servimos-bem.htm

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  60. http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/9/19/quatro-grandes-fizeram-lobby-do-ipi

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  61. Alexandre - BH -20/09/11 02:08

    Xará das 23h18,

    A história da Kombi no Brasil é mais ou menos assim:
    - Primeira geração - De 1950 até 1975 (incluindo as primeiras importadas);
    - Geração ‘híbrida’ - De 1976 até o começo de 1997 (frente e traseira da segunda geração com restante da primeira);
    - Segunda geração - De 1997 até hoje (janelas panorâmicas e porta lateral corrediça).
    Detalhe: O Brasil é o único país que ainda produz a Kombi, sendo o modelo atual lançado na Alemanha, pasmem, em 1967! Possíveis correções de dados a cargo dos kombeiros de plantão.

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  62. Benedicto Al Hmar,

    Vai só uma observação.

    Falando especificamente de carros, a balança comercial é negativa para nós, tanto em relação à Argentina, quanto em relação ao México. O México exporta cerca de 10 a 20% mais e a Argentina cerca de 30% em US$ do que nós exportamos para eles.

    Entretanto, se considerarmos todos os produtos importados e exportados, nossa balança comercial é favorável.

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  63. Sobre o assunto em questão, acredito que novamente foi uma jogada incerta, mal estudada, consequência de um lobby pesado e de compra de votos a favor da aprovação da medida. Enfim, esquema padrão de nossa "querida" terra.

    Entretanto, gostaria de atentar para alguns detalhes:

    Coreia do Sul e China praticam dumping.

    Em suma, carro importado destes dois países é muito barato.

    Aquela picape da Chana custa algo em torno de US$ 3 mil. Um Cerato é mais barato do que um Clio Campus com ar condicionado e direção assistida.

    Eu pergunto a vocês: essa diferença está sendo repassada para o consumidor? De maneira alguma.

    Nos últimos meses, o que mais se comentou foram os preços superfaturados das marcas coreanas (Hyundai e Kia) e das chinesas (em especial, Chery e Jac).

    O Sonata custa a partir 105 mil, enquanto o Fusion sai por 85 mil.

    O ix35 manual sai por 85 mil reais, preço de Freemont automática, muito mais equipada. O ix35 automático começa em 95 mil reais, preço de Captiva 6 cilindros, muito mais equipada. O ix35 topo de linha encosta no preço de modelos de segmento superior e premium, como XC60 e Freelander.

    O J3 Turin custa o mesmo que um Logan com a mesma lista de equipamentos, enquanto o J6 manual sai pelo preço de um Grand Livina mais equipado e com transmissão automática.

    Poderia até exemplificar mais, mas nem julgo necessário.

    Então, pergunto para vocês, qual a diferença que fará o aumento de IPI, pensando exclusivamente nos chineses e coreanos?

    A Hyundai estava pedindo 5 mil reais para importar seus carros na cor branca. O ágio nos lançamentos rola solto e a ordem é da própria fábrica. Assim é fácil.

    Os carros mexicanos e argentinos estavam ajudando mais a regular o preço de mercado do que os chineses e coreanos. A única coisa que estes fizeram foi praticar preços na média do mercado, quando não praticam sobrepreço, que é o caso de vários Hyundai, alguns Kia e dos Jac (absurdo, em minha opinião).

    A diferença de preço atingida graças ao dumping não estava sendo repassada para o consumidor, pelo contrário, estava indo para o bolso destes importadores de caráter discutível.

    Sugiro que vocês leiam o artigo "Os custos, os preços e os bobos" do Pedro Kutney, no site Automotive Business. Texto excelente publicado há algumas semanas que esclarece muita coisa.

    Tem chinês com margem de mais de 100%. Com o aumento do IPI, a única coisa que acontecerá é uma redução nessa margem. Nada impossível de se contornar e nem deveria haver repasse desse reajuste para o consumidor mesmo.

    Sinto pelas marcas suecas, inglesas, francesas e alemãs. Estas, sim, pagarão pelo dumping dos asiáticos, já que seus carros são cotados em Euro e tem margem geralmente menor. E, na maioria das vezes, trazem carros padrão internacional, com bom nível de segurança e equipamentos.

    Ao contrário dos coreanos, que insistem em trazer versões com poucos itens de segurança, em que são retirados até os ganchos de fixação de cadeirinhas infantis (presentes em quase todos os importados), além do trivial (airbags de cortina, controle de estabilidade, freios abs... sempre que podem, retiram). Chega ao ponto do Sorento, um utilitário médio e caríssimo, não ter airbags laterais de série.

    E o pior, os chineses. Das marcas chinesas de maior volume, existe apenas um único modelo que tem padrão de construção, segurança e montagem atendendo a critérios internacionais e infelizmente vende meia dúzia por mês, mesmo com a relação custo-benefício interessante.

    Havia começado uma batalha de preços entre as premium. Modelos da Mercedes, Volvo e Land Rover estavam com ótimo custo-benefício, alguns saíam mais baratos do que modelos inferiores de marcas generalistas. Há pouco, a BMW estava vendendo o Série 3 por menos de 100 mil reais. Uma pena.

    No final das contas, independente dos motivos que levaram à medida radical, o que importa é que o consumidor que sai perdendo.

    Infelizmente, arcaremos na prática com isto.

    ResponderExcluir
  64. Antes de expressar o meu comentário vou destacar q não sou a favor de governo nem político nenhum... Concordo com a maioria dos comentários incluindo o do Pedro Henrique acima...

    O post é muito interessante, mas eu gostaria de fazer uma ressalva... Proibir as importações é bem diferente de aumentar as taxas de importação...

    E praticar altas taxas de importação não é feito só aqui no Brasil e as vezes pode ter efeitos benéficos como por exemplo a notícia q a Honda vai implantar uma fábrica na Rússia pq percebeu que jamais seria competitiva devido ao imposto de importação de 50%...

    Vai q funciona... Abraços

    ResponderExcluir
  65. Sem dúvida vão beneficiar o trabalhador brasileiro...

    Só que os mexicanos e argentinos também. Inclusive o próprio Bellini deu entrevista a respeito de ser melhor produzir no México do que no Brasil por questões de infra-estrutura.

    A BMW escolheu o México entre tantas outras...

    Parabéns. Pagaremos caro, por produtos ruins, ganharemos pouco em empregos meia-boca. E o desenvolvimento de novos produtos aqui? Ah, pega os desenhos e os moldes, desenvolve fornecedor com material meia-boca e é isso. Nova geração X.

    O pessoal do marketing vai ter muito trabalho...

    ResponderExcluir
  66. Eu acho que não vai funcionar. Não tornaram o Brasil mais atrativo pra instalação de fábricas. Aumentando taxas, fizeram foi o oposto, dar ao empresário estrangeiro uma amostra de como funcionam as coisas aqui, como o nosso governo é mafioso e picareta.

    Além disso, muitas empresas estão percebendo que é mais vantajoso instalar fábricas nos países vizinhos ao Brasil, produzir lá com muito menos custos e exportar pra cá. Mesmo pagando os 35% de Imposto de Importação, acaba saindo mais em conta:

    http://www.noticiasautomotivas.com.br/importacoes-diminuem-ou-aumentam/

    E outra, pelo que eu andei sabendo, esse aumento de IPI tem grandes chances de não funcionar como o esperado, especialmente contra a China. No fim das contas, quem pode acabar tendo uma surpresa bem desagradável é o governo brasileiro.

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  67. Anônimo 06:13

    Claro que o governo brasileiro vai ter surpresas bem desagradáveis do chineses... Nem se compara...

    Perdemos décadas e mais décadas... Agora q os nossos 'amigos' de olhos puxados estão esquentando os motores...

    Vai ficar complicado para os EUA, imagina para o Brasil.

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  68. O "Cledorvino" aquele representante dos "picaretas nacionais" afirmou que não existe lobby? isto é coisa que "puseram na cabeça dos brasileiros", Cledorvino, o inocente, afirmou tb que não haverá aumento nos preços dos carros nacionais !

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  69. Me lembrei que na década de 1980 o governo dos EUA limitou as importações a um número determinado de veículos. O que aconteceu: os japoneses subiram os preços (porque não podiam vender mais), aumentando a margem de lucro, reinvestiram do desenvolvimento de novos produtos e "fizeram a América".

    Até a Sérvia saiu ganhando, vendendo Yugos (versão local do 147) a preço dos compactos concorrentes da Ford.

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  70. O que mais preocupa já não é mais esse desmando e sim a sua duração.


    Se abriram o precedente depois de tantos anos, quem garante que acaba no fim de 2012?

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  71. Sobre o Gol G5, ele não deriva exatamente do Polo 2001, mas aproveita algumas partes do projeto. No mais, é um carro que ainda tem heranças do 1o. modelo de 1980!

    Tem mais detalhes aqui: http://www.ppmotors.com.br/discussoes/1443-qual-verdadeira-origem-do-gol-gol-geracao-5-a.html

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  72. Enquanto em muitos países câmbio automático é ítem de série, aqui é artigo de luxo. E não vou incluir esses câmbios automatizados, que só existem para tornar o carro mais caro e não necessariamente melhores. A indústria nacional é muito mal acostumada e acomodada, talvez culpa dos privilégios concedidos pelo governo. Lembram-se quando espelho retrovisor no lado do carona se tornou obrigatório? A VW foi a última a adotá-lo como ítem de série, sendo que até o último momento possível permitido por lei era possível comprar um gol sem o espelho, vendido como acessório! As pessoas se esquecem desses absurdos e lá vamos nós de novo repetir a infeliz história recente.

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  73. Olha só que legal!

    Vou fazer o meu próprio consórcio!

    Simples!

    Vou juntar 200 pratas por mês e daqui a uns vinte anos, vou comprar os mesmos caros que estão à venda hoje, só com uns logotipos um pouco diferentes!!!







    Que tristeza....
    Talles

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  74. http://carplace.virgula.uol.com.br/politica-instavel-do-governo-pode-cancelar-projetos-de-novas-fabricas-no-brasil/

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  75. Ainda tem quem se ofende quando me vê chamar esse país de "república das bananas", mas é o que infelizmente vem sendo. Caso realmente houvesse um interesse em fazer com que as indústrias instaladas localmente tivessem uma melhor competitividade, seria muito mais lógico aliviar a OBSCENA carga tributária usada por politiqueiros e outros burocratas para sustentar regalias e cabides de emprego...

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  76. Aparece mesmo chefe. Tem umas coisas em aberto aqui no teu nome. E, Patrão, já adianto que não vai adiantar chororô porque eu tô trabalhando direitinho e logo inscrevo tudo em Dívida Ativa pra executar... Sabe como é, só tem razão se pagar o que deve... E não vem com aquele caô de que tá muito alto o valor porque a turma aqui, pelos conselhos(como os do Dudu, que recomenda a todos "dar meia hora de bund@"), já tá com a retaguarda calejada do tanto que conhece a pemba...
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    ResponderExcluir
  77. Temos que acertar as coisas!

    Quando escreverem "preconceito contra os carros Chineses" leia-se "preconceito contra o que o governo fará com quem acredita nos carros Chineses"...

    Talles

    ResponderExcluir
  78. Pagar o que deve, heheheh... Ok empregadinho, agora volta pro trabalho que não estou te pagando pra escrever lixo na internet. Ah, trabalhe direito, dia desses apareço pra ver, hein?

    ResponderExcluir
  79. E na época de protecionismo os empregos sobravam, a inflação não existia... Tudo era maravilhoso!!!

    Péra que o Papai Noel tá me ligando...

    Carlos Galto

    ResponderExcluir
  80. Eu sou a favor da abertura do mercado, que poderia levar à concorrência e ao barateamento dos carros, à evolução tecnológica tudo mais.

    Porém, não vejo nenhum sentido para o fato de termos apenas carros zero quilômetro com preços que vão dos 20 mil até os trinta e poucos... isso não é preço de CARRO POPULAR, é preço de CASA POPULAR. Pelamordedeus!

    Não veria nenhum problema em as fábricas oferecerem um modelinho de entrada que fosse carburado, freiozinho a disco na frente e tambor atrás (tudo coisa barata de fazer e simples de manter), na faixa de 10 mil reais no zero quilômetro.

    Acho absurdo que um zé-povinho seja tentado a se endividar no valor de uma casa em bairro popular, porque o carro novo mais barato que existe é uma traquitana eletrônica, complexa, que ele vai ter que levar num mecânico altamente especializado para consertar.

    ResponderExcluir
  81. Ao Vetusto, ladrão, cuzão, covarde, vagabundo, imbecil e fãzoca de GM:

    CHUPA OTÁRIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI281285-10142,00.html

    CHUPA COM GOSTO OTÁRIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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