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27 de outubro de 2011

ANIMAIS NA PISTA, O GRANDE PERIGO

Foto: acdesterro.blogspot.com


É talvez a situação mais perigosa que existe para o motorista e seus passageiros. Já tive duas experiências dessas e é algo que não desejo nem a um inimigo – modo de falar, não tenho nenhum. O impacto contra um animal de grande porte como boi ou cavalo tem conseqüências as piores possíveis.

A primeira vez foi em 1971. Eu e meu sócio Eduardo estávamos vindo a São Paulo, de noite, no Karmann-Ghia dele, motor um pouco mexido, dois carburadores 40, comando P2, taxa mais alta etc., estimo uns 80 cv (originalmente 50 cv). Andava bem.

Vinhamos a cerca de 140 km/h no retão de Lorena quando vimos (ele dirigindo) o asfalto mudar de preto para vermelho de repente. Começou a frear mas não deu: acertamos um boi, já morto. Com a batida, o KG decolou de lado, andou um tempo em duas rodas mas voltou para quatro rodas. Tremendo susto.

Examinando o carro assim que deu para parar, num posto, a roda dianteira direita estava bem recuada, corpo do eixo dianteiro e cabeçote do chassi tortos. Na traseira, a barra compensadora foi arrancada. Prosseguimos viagem devagar e de São Paulo o carro voltou numa cegonha. Éramos concessionários VW e foi fácil conseguir um transporte.

O chassi teve de ser substituído, estava inservível.

Tivemos sorte, poderia ter sido bem pior, como sair capotando àquela velocidade. O incrível é que o carro tinha excelente iluminação (Cibié bi-iodo) e mesmo assim não deu para antecipar o obstáculo à frente àquela velocidade, que não era tão alta.

A segunda vez foi em 1992. Estava com um Monza de teste e fui com a família ao Rio, os filhos de 7 e 9 anos no banco traseiro. Na Baixada Fluminense um cavalo atravessou à frente, freei, mas atingi o animal, pegando com o lado central-esquerdo na sua anca. O pára-brisa quebrou, mas o carro continou andando reto, mas com motor parado.

Deixei-o rolar o mais que pude nessa condição para ir para longe da cena do acidente. Ficar ali, no acostamento, seria perigoso, outros carros poderiam nos atingir.

Enquanto o carro seguia andando no embalo, a rápida checada para saber se estavam todos bem, e felizmente estavam. Eu estava a 120 km/h indicados e devo ter batido a 60 ou 70 km/h, no máximo. Os filhos dormiam deitados.

Carro ainda andando, pensei logo no que seria parar adiante no acostamento às 10 da noite numa região que chamo de "Faixa de Gaza", pela alta criminalidade local. Eu ali, com mulher e dois filhos pequenos, como ia ser?

Continuando a lenta desaceleração, notei um carro me seguindo e diminuindo a velocidade junto. Nisso que estou parando, ele pára também, colado. Assustei-me, claro, mas em seguida os dois ocupantes desceram do Del Rey e vieram às nossas portas perguntando se estava tudo bem. 

Eram dois médicos que moravam em Niterói, estavam voltando de um congresso médico em São Paulo, viram a cena toda e supuseram que precisaríamos de ajuda. Nessa hora acreditamos que alguém lá cima controla tudo...

Ofereceram-se para passar a bagagem para o carro deles e nos deixar num local seguro, e logo adiante entramos num posto que tinha serviço de guincho. Pois esperaram que eu fosse com o guincho buscar o Monza, perderam uma hora nisso, e nos levaram até a rodoviária do Rio, onde pegamos um táxi para casa (da minha mãe).

Na ida no guincho foi preciso ir além do ponto do acidente para fazer o retorno e, ao passar pelo local, cenário de horror, vários carros e caminhões batidos, um ônibus inclusive. Havia feito mesmo bem em me afastar o mais possível do local.

Precisei voltar ao posto no dia seguinte para coordenar a remoção do carro para uma concessionária Chevrolet no Rio, por instrução da GM. O capô estava bem afundado e vi então porque o motor parou de funcionar: o distribuidor, que ficava horizontal no cabeçote, lado esquerdo, havia quebrado..

No posto me contaram que não houve feridos ou fatalidades, felizmente.

Ficou a lição. À noite é preciso reduzir o rtmo de viagem e contar sempre com faróis potentes, embora nem sempre possam ser usados em facho alto devido ao tráfego contrário. Para isso, uma boa medida é, enquanto se ficar no facho baixo, relampejar alto rápido para ter certeza de pista livre à frente. Não chega a incomodar os outros.

Para evitar esse tipo de acidente os novos sistemas de visão noturna, como os que Audis, BMWs e Mercedes já têm, são a solução perfeita. Por meio de uma câmera térmica (raios infravermelhos), permite detectar um corpo vivo até 300 metros de distância – o dobro dos mais fortes faróis – por meio do calor irradiado.

Só não sei se corpos  mortos têm calor bastante para irradiar e a imagem ser processada. Vou procurar saber.

Os faróis nada "vêem" de anormal, mas o sistema de visão noturna vê e exibe no mostrador (bmwblog.com)

BS

67 comentários:

  1. Pior é isso acontecer quando tem algum ser acéfalo grudado na sua traseira, ou quando por instinto tentamos desviar e a situação pode se complicar bastante.

    Você teve dois casos com animais grandes, mas os casos com animais médios e pequenos são bem corriqueiros, meu pai detonou a frente um Corsa uma vez que uma capivara atravessou a pista de noite, só soubemos que era uma capivara porque no dia seguinte um amigo viu o que sobrou dela.

    Esse mesmo amigo atropelou um cachorro enorme na mesma estrada (Viscinal de zona rural), mas ele estava de moto. Sorte não ter quebrado muita coisa além da perna e se ralado inteiro.

    E duro que muitos destes casos ocorrem por irresponsabilidade do criador do bicho.

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  2. Outra situação perigosíssima é quando a banda de pneu recapeado de caminhões se destaca e fica no meio da estrada.

    Marco

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  3. Essa câmera térmica com indicação no para-brisa, como na foto, é a melhor coisa que a tecnologia proporcionou no quesito segurança nas últimas décadas. Na minha opinião, melhor até que o air-bag e o ABS. Pena que ainda demora um pouco a se popularizar.

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  4. Esse post trouxe-me a lembrança do Monza Classic SE que tive cerca de quinze anos atrás. Eram nada menos de seis faróis - dois normais (fachos alto e baixo), dois de longo alcance ("milha") e dois de neblina.
    Simplesmente, o melhor conjunto que já experimentei em um carro nacional.

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  5. Vacas e galinhas no acostamento também são muito perigosas, especialmente quando pedem carona.

    - Brincadeirinha, gente!

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  6. Esses tempos eu evitei de atropelar um cachorro na estrada, tive de frear de 120km/h a 20km/h.

    Por sorte o carro que estava atrás estava bem longe pois a probabilidade de uma colisão seria grande...

    É incrivel como existem motoristas, principalmente mulheres, que parecem não ter visão periferica. Atropelam animais em situações totalmente evitaveis. Ou também os idiotas que acham que os animais são racionais e que não vão se atravessar na frente do carro, avistam um animal no acostamento ou canteiro central e nem diminuema velocidade.

    Dirigir defensivamente é sempre a melhor opção, isso não significa andar se arrastando, pois já vi atropelamentos de pessoas e animais por veiculos que trafegavam a não mais do que 60km/h.

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  7. Já topei com muitos bichos na SP-50. Quem conhece sabe como é.

    João Paulo

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  8. O bom motorista não se envolve em acidentes.

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  9. Bob,
    muito provavelmente o calor num corpo de animal já morto pode acionar os sensores do sistema por infravermelho, só depende de quanto tempo depois do óbito, já que o corpo não esfria instantâneamente.

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  10. Realmente um grande perigo. Foi assim que uma amiga perdeu o pai, que dirigia quando um cavalo atravessou a pista de repente a noite.

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  11. Realmente andar à noite em estradas pouco ou nada iluminadas, no Rio de Janeiro, requer sorte contra assaltos e arrastões e faróis potentes.

    Morei anos perto da BR040, em Duque de Caxias e diariamente, indo para o trabalho, pela manhã, via o que sobrava de acidentes horríveis, grande parte deles boiando num mar de sangue de animais e pessoas.

    O problema é que muitos dos carroceiros, pouco ou nada alimentam seus animais durante o dia e, à noite, os amarram com frágeis cordas em postes. Porém se esquecem que um animal tem uma força infinitamente superior à um ser humano, então o animal facilmente arrebenta a corda, fugindo para a estrada, onde às suas margens, nos guard rails, come o capim, lá existente.

    Agora quando é um animal de pequeno porte, gato ou cachorro, tento me desviar, mas quando é inevitável, lamento. Minha integridade e a da minha família primeiro.

    Já vi um acidente gravíssimo de um senhor que ao desviar sua Brasília, onde levava sua família, de um cachorro pequeno, enfiou o carro na cabeçeira do viaduto da Av. Lobo Júnior, Penha, Rio de Janeiro. O carro ficou destruído. Depois eu soube que também houve óbitos. Muito triste.

    Tallwang

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  12. Olá Bob,

    Desculpa a sinceridade, mas tremenda irresponsabilidade essa sua! Velocidade de 140 km/h, de noite, numa rodovia, e com os super freios de um Karmam Ghia? Já pensou se, por causa dessa sua ânsia por velocidade, sua e de seu amigo, vocês acertassem um carro em sentido contrário? É óbvio que a culpa do acidente é dos animais na pista, mas devido a imprudência da velocidade alta poderia ter consequências bem maiores. Talvez, se você estivesse a 80 km/h, teria segurado o carro sem maiores problemas. Você que gosta tanto de teoria, lembre-se que a enrgia cinética é proporcional ao quadrado da velocidade. Na minha opnião, relatos como esse são um desserviço a sociedade e ao trânsito que tanto queremos melhorar. Já pensou que muitos motoristas que você tanto critica nesse blog, como o do Porsche, o do Camaro, e outros, tiveram o mesmo pensamento que o seu nesse dia? Curtir seu carrão mechidão, que anda bem? Dessa vez você teve sorte, ou na próxima poderemos discutir o caso de um ex-piloto que cruzou um entroncamento rodoviário a 140 km/h (na sua dita velocidade confortável), quando atravessou um cachorro/porco/boi/cavalo na pista, e em decorência disso acertou uma família no sentido contrário matando todos ocupantes. Desejo fortemente que você tenha sempre sorte e que Deus lhe proteja. Rodovia não é lugar de correr, para isso existe autódromo, e os limites de velocidade são calculados e com grande margem de segurança, não definidos a esmo.

    Jumir Vieira de Carvalho Junior

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  13. Marco,

    Mais perigoso é quando ela se destaca e você tá fazendo uma ultrapassagem sobre o caminhão em questão. Aconteceu com a irmã de um amigo e por sorte, ela só teve escoriações.

    Vi o carro depois que chegou aqui e te digo que não era o dia dela ir. Onde a banda pegou o teto afundou muito. Se vai do lado do motorista ela tinha morrido na hora.

    Tudo culpa da ganância dos caras, andam com excesso de carga pra ganhar mais dinheiro, sobrecarregam os pneus recapados e eles soltam a banda de rodagem. Se andassem dentro dos limites de carga isso não aconteceria.

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  14. Tenho um primo policial rodoviário. Ele trabalha em Mossoró, na BR 304. Quando fui pra lá para o casamento dele, o questionei porque havia tantas cruzes (indicando mortes) no caminho. Ele me informou que lá acontecia freqüentemente atropelamentos de animais de grande porte na estrada.

    Esses bichos, por mais que os faróis sejam bons, são muito complicados de se enxergar à noite. Mesmo com bons faróis e bem regulados, quando o bicho é visto normalmente é tarde demais.

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  15. Jumir Jr.
    O carro não era meu e eu não estava dirigindo. Os freios dianteiros a disco do Karmann-Ghia, mais os pneus radiais, eram mais do que adequados para aquele velocidade, fora que era rodovia de pista dupla numa noite clara com pouco movimento. E não estávamos num entroncamento rodoviário. Limite de velocidada em auto-estrada não é calculado, mas estabelecido aleatoriamente. Nada ver com os casos do Porsche e do Camaro, que estavam em via urbana. E dos irresponsáveis donos dos animais e da irresponsável autoridade sobre a via, que não controla as cercas, nenhum comentário seu?

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  16. Antonio Pacheco27/10/11 14:24

    Animais na pista são um perigo mesmo. O maior sufoco que passei na rodovia foi quando um Boi atravessou a pista correndo, na frente do meu Corsa Wind. Não bati por pouco.
    Falando em animais na pista, me lembrei de um vídeo que mostrava um cara atropelando um cavalo, em uma avenida. Nesse episódio, não sei quem é o cavalo, se o pobre animal que morreu, ou o que estava dirigindo o carro:
    http://www.youtube.com/watch?v=6sNgdTRsDO4&feature=fvwrel

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  17. Faltou dizer que, ao avistarmos um animal na pista, é preciso diminuir a velocidade ao máximo e também não acionar a buzina para não assustá-los ainda mais. Quanto mais lentos e silenciosos passarmos pelo local, maior será a nossa segurança. É claro que em situações diferentes dos casos relatados que ocorreram por falta de visibilidade.
    Nos dois casos, eu teria parado o carro e sinalizado aos outros motoristas avisando-os do acidente. Quem sabe até poderia surgir algum caminhoneiro com uma corda ou corrente, que poderia ser utilizada para rebocar o animal para fora da pista.

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  18. Se na estrada não é lugar de desenvolver velocidade, não sei onde é. Claro, óbvio, nítido que a responsabilidade deve estar sempre presente, mas a falta dela pode causar acidentes horríveis até a 60km/h. Que mania de colocar a velocidade como vilã. E nem leu o texto, achando que o Bob é que estava dirigindo. Ah! Velocidades estipuladas criteriosamente... fala sério.

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  19. Alemães loucos! como deixam uma estrada sem limite de velocidade cuidadosamente estipulado pelas competentes autoridades de trânsito? Precisavam de um estágio aqui no Brasil para aprenderem como é que se faz...

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  20. Assisiti o vídeo no youtube que o Antonio Pacheco enviou e isso apenas corrobora o que escrevi anteriormente.

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  21. Falaram aí em velocidades criteriosamente estipuladas? Então alguém me explica qual é o critério em se descer a serra da Imigrantes (SP 160) a 80 km/h. A mesma pista, sentido planalto, 100 km/h.

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  22. Alexandre - BH -27/10/11 15:30

    "Deixei-o rolar o mais que pude nessa condição para ir para longe da cena do acidente. Ficar ali, no acostamento, seria perigoso, outros carros poderiam nos atingir."
    É o que faço quando passo por um acidente e já tem gente socorrendo. Por conta da curiosidade, a maioria dos motoristas se esquece do trânsito lento e causa mais acidentes.

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  23. Já arrebentei a frente do carro qnd atropelei um cachorro q cruzara a rodovia correndo.

    Era de pista dupla e o infeliz animal cruzou a pista da esquerda p/ direita. O problema é q eu vinha pela pista do meio e ao meu lado direito existia outro carro emparelhado que me cobriu a visão. O msm freiou bruscamente p/ evitar o bicho, que assustado correu p/ meio da pista onde eu estava.

    Bum!

    Não teve como, radiador, parachoque e outras coisinhas foram p/ saco.

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  24. Correção:

    O outro carro ao meu lado estava à minha esquerda.

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  25. Realmente, os animais geralmente proporcionam grandes situações de risco... já tomei alguns sustos, especialmente de moto...

    O ideal é ao ver um animal, ficar ligado e tirar o pé.

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  26. JUMIR = JUMENTO + TAPIR

    R

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  27. Como tem meia roda que não presta atenção no trânsito.

    Bom motorista não sai atropelando animais por ai.

    Não sabem usar o freio?

    Tudo criado a leite com pêra.

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  28. FGV, tambem não entendo essa velocidade de 80 KM/h na descida da Imigrantes, é de dar sono!

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  29. Mas claro que a velocidade é diferente seu burro!

    Na descida o tempo de frenagem é maior que na subida.

    Se você tivesse estudado, saberia o que é força da gravidade.

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  30. Tenho um parente que uma vez atropelou um cavalo... de moto!

    Ele estava numa estrada vicinal, pouco iluminada, e o bicho cruzou a pista de repente. Pouco havia o que fazer. Por sorte - não sei bem a altura do animal - ele voou por cima ao colidir com o cavalo. Mas rolou uma ribanceira e teve fratura exposta além de ficar desacordado por um tempo...

    Por sorte, alguém em algum casebre próximo chamou por socorro.

    Nesses casos não há muito o que fazer, pois tudo pode acontecer de repente.

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  31. Gustavo Cristofolini27/10/11 18:01

    Eu viajo bastante de carro. Em 2009, no interior de MG, indo da região de Montes Clares para Capelinha, de noite, passei por uma situação parecida.

    Lá existem retas intermináveis e eu, de Marea 2.4. A vontade de afundar o pé era grande, de rasgar aquelas retas o mais rápido possivel e chegar logo no meu destino. Eu já havia visitado alguns clientes, passado calor o dia inteiro (fora do carro) e dirigido naquele dia cerca de 800kms.

    Mas, como o Bob falou, algo lá em cima nos guia, ou nos ajuda ou intervem por nós. Fiquei firme nos meus '100zinho', deixando rolar até 110 por hora.

    De repente vejo algo meio longe (faróis altos acionados + farol baixo + farol de neblina que o Bob odeia), dou uma tirada de pé do acelerador e o mesmo repousa sobre o pedal do freio (puramente instintivo). Quando os faróis finalmente 'bateram' no vulto confirma-se o que eu suspeitei no primeiro momento.

    Lá estava uma plantação de churrasco fazendo não sei o que no meio da pista. Certamente se eu viesse mais rápido, não teria tempo nem espaço para frear. Precisei quase parar o carro para passar pelos bois e vacas que estavam sobre o asfalto.

    Como falei, viajo e dirijo muito, mas já me dei conta e me conscientizei que, de noite, é nó maximo dos máximo 110 por hora.

    Ao amigo Jumir JR. Os freios de qualquer carro, não param o carro. O que pára o carro é o atrito dos pneus com o piso. Os freios param as rodas.

    []s

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  32. Aléssio Marinho27/10/11 18:35

    Já vi toda a sorte de bicho nas estradas.
    Mas gostei de 3 casos: Um jabuti, perto de Juara-MT, onde parei o carro e o coloquei no mato, para ninguém atropelá-lo e um Lobo Guará, perto de Natividade, rumo a Gurupi-TO, que entrou na pista e começou a correr na frente do carro. Ainda bem que estava bem devagar, na faixa de 70 km/h.
    Outra vez, me entra um enorme avestruz na estrada e para no meio da pista depois de uma curva leve mas rápida. Vinha um pouquinho forte e levei um grande susto ao ver aquele bicho plantado no asfalto.
    Perigoso são as emas ao longo das lavouras. Andam em grupos e sempre cruzam a estrada ao anoitecer. É muito dificil vê-las no lusco-fusco. Essa é a hora do dia que menos gosto de dirigir, o farol não ilumina o suficiente e sol ainda brilha.

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  33. Mister Fórmula Finesse27/10/11 19:00

    Em 2005 eu estava em uma Ranger eletrônica (lançamento na época) com calço hidráulico, sendo puxada por outra Ranger na estrada do inferno, conhecido "paraíso" dos jipeiros...era noite bem alta já.

    Em um trecho de bom pavimento, vimos de repente as luzes do freio da picape da frente crescerem de forma assustadora...o piloto da nossa Ranger (que simplesmente fez um Paris Dakar), puxou de lado o carro sem motor (que serviria para corrigir, freiar ..etc), sem assitência do pedal do freio e direção, atirando-o para a esquerda da outra picape, arrebentando a cinta que unia as camionetes no mesmo instante...tudo em um átimo de segundo, no puro reflexo do motorista mesmo.

    No instante seguinte, estávamos andando embalados em silêncio total (mudos de susto e sem motor), com pelo menos uma dezena de cavalos galopando assustados dos dois lados da camionete...

    Quase aconteceu uma tragédia! Tremenda irresponsabilidade do donos dos animais.

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  34. Luiz Dranger27/10/11 19:22

    Bob, mais um belo post.
    Meu pai perdeu um Jaguar MkV impecável, ao atropelar um cavalo na Dutra. Ficou irrecuperável !!!
    A noite, 140 km/h é perfeitamente viável e tem um cara aí em cima chamando vc de irresponsável rs.... Nem sabe com quem fala ! Vai ver é um dos responsáveis por fazerem as leis brasileiras, ou um nerd engenheiro frustrado. O Cara quer falar de energia cinética para nós !!!! Vai se catar ! Eu ia para o Rio de Chevette-Lotus em 3.30 hs. ou seja muito mais que 140 km/h em alguns trechos e nunca houve nada. Existem animais na pista, mas o pior são os animais ao volante. De novo digo que nosso grande problema é a educação.
    Abr, Luiz

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  35. Até os pequenos animais podem causar graves acidentes, seja pela perda do controle do veículo na tentativa de se desviar deles, seja pela freada brusca (com alguém vindo muito colado atrás), ou até pela perda de direção pelo próprio susto do impacto. Nestas horas a gente vê como a engenharia do carro é importante. Precisei desviar bruscamente de cachorros em três ocasiões. Nas duas primeiras, com um Gol quadradinho, e com um Alfa-Romeo 2300, tudo bem. Na terceira, com um Palio, molengo de suspensão, tomei um tremendo susto. Sorte que não sou de passar dos 100Km/h nas estradas mais simples (uma pista para ir, outra para vir, sem separação das faixas por guard-rail ou um belo canteiro central) daqui do Rio, e deu para segurar no braço.

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  36. "Plantação de churrasco" seria hilário se não fosse trágico.

    Sustos e acidentes provocados por animais são muito comuns nos 200 km iniciais da BR 471 (do Chuí/RS para o norte), especialmente no trecho que cruza a reserva ecológica do Taim. Ali, há alguns anos, passei por um bando de capivaras (que, para quem não conhece, se parece com um rato do tamanho de um porco) deitadas, no meio da noite, sobre o asfalto, que ainda devia estar quente. Em outra ocasião, na mesma estrada e também à noite, tive que parar o carro pois um rebanho solto estava cruzando a rodovia e não havia para onde desviar. Se eu estivesse distraído, poderia ter havido uma carnificina da qual eu não sairia vivo.

    Além dos sustos, já sofri um acidente bastante incomum: o carro em que eu estava foi atropelado por um cavalo em disparada! Vínhamos à noite em um caminho de terra sem iluminação, em velocidade bem baixa (2ª marcha e motor pouco acima da marcha-lenta), quando ouvimos um grito e, em seguida, algo bateu no carro com força suficiente para fazê-lo balançar para o lado. Aparentemente o animal, que cruzava a via, tentou pular sobre o carro, parando sobre a capota e, em seguida, rolando por cima do para-brisa e do capô até o chão. Estava escuro e só ao sair do carro foi possível perceber o que havia acontecido. O homem que cavalgava o animal aterrisou numa valeta a uns 4m de distância e fraturou uma costela (dadas as circunstâncias, ele teve sorte). O cavalo, aparentemente, se feriu bem mais.

    Isso aconteceu há cerca de 15 anos e, desde então, sempre evito pisar fundo na estrada à noite. Nunca esqueço que, naquela ocasião, foi impossível ver o animal antes do acidente.

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  37. FVG
    Quando só havia uma serra e a mão invertia para descida nos fins de semana, a velocidade era 100 km/h. Depois, durante a construção da segunda serra, falou-se o tempo todo que a velocidade de projeto era 110 km/h. Quando inaugurou, 80 km/h. Uma vez eu estava com um carro de teste sem placa e experimentei várias velocidades. Até 120 km/h é perfeito. Se 110 km/h, segurança total.

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  38. Gustavo Cristofolini27/10/11 20:10

    FCardoso, na Rússia, o cavalo atropela você!

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  39. Frase de parachoque de caminhão :

    " pior que animal na pista só burro no volante "

    Curta e grossa, a mensagem anota o medo dos profissionais do volante sobre os animais na estrada,

    Considero os cavalos os mais perigosos, eles são ariscos sob luz,pesados, altos e velozes o suficiente para entrarem na pista que rodamos onde antes um átimo tinha nada. Mesmo em estradas de chão, velocidades menores no carro, mas são perigosos, pois cerca não é obrigatória em via rural de pequeno calado.

    A situação dos cães então é deplorável, cachorro hoje em dia é dependente do dono, quase foge... acho que não tem uma saída na rodovia não tem urubu limpando pista.


    Ótimo post, Bob. Ah, certamente eram anjos desfarçados de médicos.

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  40. FCardoso,

    As capivaras tem uma glândula que desanima qualquer um de consertar o estrago, tão fétido o carro fica.

    Capivara é outro animal muito sucetível a atrpolementos, não sei a causa,

    Mas como esse bicho também aniquila plantações igual gafanhotos e ainda é vetor do causador de uma doença terrível que atinge o homem, devia ser liberada sua caça pelo cidadão ou mesmo existência controle populacional delas pelo poder constituído.

    ( Se escrevo aqui talvez o certo seria MATAR capivaras, vão começar a perguntar pro Bob porque ele não arrastou- ou tentou arrastar- na unha!!!- o cavalo de ~ 1 tonelada , sua esposa e dois filhos pequenos aguardando a proteção do pai de família.)

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  41. Warley Camurça27/10/11 20:36

    Aqui no estado do Ceará esse problema é sério! Meu pai certa vez voltava de Fortaleza em um Versailles 1.8,CE-060, com quatro adultos a bordo e a 120 km/h quando de repente atravessa um carneiro, mal deu tempo de frear, a batida foi bem na cabeça do animal, o que avariou pouco a frente do carro. Meu irmão, que viaja de moto, já sofreu dois acidentes indo na mesma 0-60, na primeira ele ia de carona com um amigo em uma Parati ano 2000 e encontraram um rebanho de bois atravessando a pista, o penultimo animal destruiu a frente do carro, mas as lesões se resumiram a uma pancada da cabeça contra o para-brisas, na segunda vez ele viajava em sua moto a cerca de 100 km/h, de dia, quando logo depois de uma curva, vários cachorros atravessaram a pista, ele bateu em um cachorro dos grandes, machucou o pé e saiu bastante arranhado. Sorte que quando ele caiu, o motociclista que vinha bem atrás o ajudou a se situar. Imagina se no sentido contrário vem um caminhão?

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  42. Daniel San27/10/11 20:58

    Nunca me esqueço de uma situação que vi na BR-101,no ES. Um urubu estava almoçando um cachorro recém atropelado quando um caminhão à minha frente atropelou os dois...

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  43. Daniel San


    Hahahahahahahah....melhor comentário by far!

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  44. Com relação a Imigrantes (descida) até que sou favoravel aos 80 por uma razão simples: o que tem de nó cego nos fins de semana é assustador. Dá pra perceber o panico no rosto de muitos motoristas com a familia toda a bordo. A 100 por hora todo mundo empilhado o strike é quase inevitável. Andam a uns 5 metros do carro da frente.
    Já dei estirões nos tuneis atingindo uns 200, e confesso que é um tesão maaassss, foram circunstancias especialíssimas pois não havia transito nenhum. Vez em quando acontece. Levo alguma "vantagem" por saber onde estão os radares.

    Dranger, eu também tenho um "recorde" parecido com o seu de Sampa ao Rio.

    Hoje é impensável.

    Com relação a bicharada, dei sorte. "Só" matei um passarinho que cruzou minha frente e amassou legal a frente da kombi quando a ligaçao São Sebastião - Bertioga era de terra e fico triste sempre que lembro. Sustos tive vários mas o mais bizarro foi "quase" ter atropelado uma anta = tapir (que tem o tamanho de um boi com pernas curtas e bem grossas) no Mato Grosso que veio pulando pelo mato e atravessou o picadão (não era estrada, era um caminho) . Minha mulher ficou empolgada quando viu o bicho sem se dar conta de que, se tivesse acertado o animal, teriamos que andar 'só' uns 20 km para conseguir ajuda pois, certamente a picape não ia aguentar a pancada.

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  45. Eu vi essa, Daniel San. Aí uma onça foi comer a carcaça do cachorro e do urubu e passou uma carreta e atropelou os três.

    Estralalá, estrololô e a história se acabou!

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  46. Como mencionaram algumas mensagens acima, naquelas estradinhas de pista simples a coisa é complicada à noite, pois no farol baixo não se enxerga à frente o suficiente para passar muito dos 80 km/h. Já o farol alto permite enxergar bem melhor mas preciso abaixar quando vem alguem no sentido contrário.

    A propósito: comprei no ebay um jogo de lâmpadas halógenas amarelas (2500k) para os faróis altos, e a visibilidade noturna melhorou de uma maneira impressionante!

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  47. Jumir,

    Se na estrada 140 km/h é rápido, então a sua solução de motorização é essa: http://blogdomoquenco.blogspot.com/2010/09/aaglander-uma-alternativa-motorizada.html

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  48. Eu evito frear para animais pequenos que atravessam a pista, pois na maioria das vezes tem sempre um carro colado atrás. Prefiro atropelar e matar um cachorro/tatu/galinha/gato/quati/etc do que me envolver em um acidente de resultado imprevisível. Não paro mesmo.

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  49. Concordo com o Pedro e alguns outros comentaristas: se for animal pequeno, não desvio. É mais perigoso do que firmar o volante e seguir em frente.
    Quando aprendi a dirigir, atropelei um cachorro médio com meu Fuscão. O animal passou no meio do carro e, pelo retrovisor, vi que saiu correndo depois. hehe
    Nos 5 anos que andei de moto, não tive tanta sorte. Atropelei um cachorro grande numa avenida: eu me ralei "surfando" no asfalto e o chassi da CB 400 empenou na parte dianteira. Anos depois, ao entrar numa avenida, um bando de cachorros atravessou e caí ao atropelá-los: braço quebrado e nenhum dano à Elefantré 30.0.

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  50. Bob,

    Outra questão que também deve ser tema de alerta é a presença de animais domésticos no colo de motoristas ou passageiros. Sendo tranportados sem a devida caixa de proteção.

    Também já vi, acidentes em que o cachorrinho estava no colo da madame, com a cabeça para fora da janela e num descuido da dona, o animal pulou na pista.

    Sorte que o motorista do carro da senhora, não se descontrolou, diminuiu a velocidade e parou no acostamento à frente.

    Apesar das freadas dos carro que vinham atrás, o cachirrinho foi atropelado, porém, felizmente não houve nenhuma colisão ou acidente mais grave.

    Talles

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  51. As leis são feitas para serem cumpridas. Pode-se opinar, discuti-las, é salutar, mas cumpri-las. Viver em sociedade pressupõe aceitar as regras. Demonstra imenso mau caratismo quem não as cumpre. Demonstra igualmente imenso mau caratismo quem como passageiro de um carro, vendo que o motorista infringe as leis, fica passivo diante da situação. Há quem defenda o uso da maconha. Podem defender, usar não. Esta de que a culpa é da autoridade de trânsito, do dono do animal que não cuidou corretamente deixando o mesmo ir para a pista não cola. Se fosse assim os Nardoni também poderiam alegar que a criança morta só foi jogada do apartamento porque o fabricante da tela fez um produto que possibilitava ser cortado.

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  52. 140 Km/h?? Ah, vão à merda! Querem o quê?

    João Paulo

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  53. Bob,

    Quando foi instituído a limitação de velocidade máxima? Se não me engano foi na década de 70 como meio de economia de combustível durante a crise do petróleo árabe, é isso?

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  54. Fórmula 1 na índia onde animais são sagrados e existe uma super população de todos eles,,,, 3 cachorros na pista e 1 atrapalhou o treino... ai ai ai

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  55. Bob! Este Karamann-Guia devia ser muito legal. Penso em ter um com motor boxer mexidinho, mas com ingeção Full Tech ao invés de carburador. Muita estrada já peguei a noite. Sempre preferi viajar a noite e é o q vc falou. Piscar a luz alta para ver mais a frente. O pior de atropelar um animal grande e o perigo dele cair em cima do para-brisa, por isso, mesmo q vá bater no animal tem q saber bater pois se ele cair em cima do para-brisa é um acidente de grandes propoprções. Muito legal o comentário do Luiz Dranger. Ñ curto o chevette, mas já li sobre o chevette lotus e, com certeza odoraria pilota-ló.

    Abraço

    Tazio Nuvolari

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  56. Engraçado, o pessoal reclama tanto de gente colada... Propaganda do Cruze pra vocês!

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  57. Rafael Bruno28/10/11 17:43

    Sempre tive curiosidade em saber se essa câmera capta corpos mortos.

    Acho muito bacana esse mecanismo nos carros de hoje!

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  58. Aléssio Marinho28/10/11 20:29

    Anômino 27/10/11 20:33;

    O animal que mais vejo atropelado em rodovias é o tamanduá. Impressionante como ele vem pra cima do carro a noite, tanto o mirim quando o bandeira. Acredito que seja atraído pelos faróis.
    O cachorro é complicado pq em vez de contiuar o seu caminho, ele volta quando atravessa na frente do carro.

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  59. O cúmulo da burrice é querer justificar um erro com outro erro.

    Tem uns animais ai que atropelam outros animais porque tem carro "colado" atrás, ou porque o dono do animal o deixou solto.

    Façam me o favor. Que povinho retardado!

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  60. Agora, como é proibido matar capivaras, são elas que nos matam nas estradas... uma vergonha esse IBAMA e essa lei macabra

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  61. Talles,
    Não faz muito tempo me deparei com um cadáver de cachorro (de médio porte, acho que um Poodle daqueles maiores) na faixa esquerda da Linha Vermelha sentido Rio, na altura da transportadora Luft. Estava naquela faixa trafegando no limite da via, passando pelo pessoal mais lento nas outras duas quando, logo após a curva, vi o corpo do pobre animal já bem perto. Estava de Ka e consegui desviar tranquilamente, mas a moça que vinha atrás num Fiesta Sedan pegou em cheio o cadáver, que arrebentou o parachoque dianteiro do carro e foi batendo por baixo do veículo, fazendo-a perder o controle, mas, felizmente, conseguiu parar na cabine policial logo adiante. Um agravante foi a película escuríssima no parabrisa do Fiesta, que pode ter atrapalhado a visualização do cachorro, que era cinza, numa manhã chuvosa e nevoada de sábado.
    Sem dúvidas aquele animal saltou pela janela de algum veículo de algum irresponsável...

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  62. Semana passada um motoqueiro atingiu um búfalo em uma de nossa rodovias "mais bem iluminadas" (um brêu), agora imaginem a cena atingir um búfalo que é escuro que nem a noite, e estando em um moto... resultado: o búfalo morreu no local, o motociclista foi socorrido e morreu ontem depois de 7 dias... o dono do bixo ninguém sabe, o local é cheio de fazendas de búfalos... enfim...
    BrunoEverton_Macapá-AP

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  63. AH! Outra... ontem quase que bato uma "animal" na pista, chuva, rua mal iluminada e carros com faróis desregulado em sentido contrário, eu vinha cruzando aa 30 mais ou menos qnd fui ver passou correndo uma besta humana com uma toalha na cabeça e atrás dela outra besta humana com celular e uma toalha na cabeça no vai e não vai dela... quase ela amassa meu carro... (rs) sorte dela que eu vinha devagar... dirigir aki na minha cidade é um desafio a cada dia, é gente mal educada, gente distraída, gente que não sabe dirigir e o pessoal da garrafa que se acha melhor q todo mundo. Morte no trânsito por aki é todo dia...
    BrunoEverton_Macapá-AP

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  64. Ronaldo Nazário01/11/11 12:59

    Ai ai ai, seus bobinhos....

    Por aqui tá cheio de animal que fica à noite pela rua...

    Muito Bambi!

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  65. Tem muito animal de bicicleta...

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  66. Há muitos animais no zoológico...

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  67. Augusto Filho03/11/11 03:40

    1k2 disse...
    Bob,

    Quando foi instituído a limitação de velocidade máxima? Se não me engano foi na década de 70 como meio de economia de combustível durante a crise do petróleo árabe, é isso?

    __________________________________

    Ô Bob, responde ai a pergunta do 1k2... Tou curioso também. Abraço!

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