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13 de janeiro de 2012

PÉ PESADO, BOLSO LEVE



Eu estava intrigado com o consumo dos carros da família. Dirijo um Ford Fusion 2008, que peguei em agosto do ano passado. Utilizo o carro no trânsito urbano de Brasília, que tem muitas vias expressas em sua malha viária. Geralmente o consumo dos carros na capital federal tende a ser mais baixo por este motivo. Sessenta por cento do meu percurso é por vias expressas sem semáforos e com velocidade máxima permitida de 80 km/h. Portanto, o “consumo urbano” em Brasília é na prática um consumo misto com 60% de trecho rodoviário e 40% de trecho urbano leve (vias de 60 km/h e poucos semáforos).

Monitoro o consumo do carro desde quando pus as mãos nele. Em 5 mil km que estou com ele, a média geral foi de 9,47 km/l, somados todos os quilômetros e todos os abastecimentos. Considero este número de consumo muito bom, em se tratando de um carro com motor de 2,3 litros, automático e com 1.530 kg de peso.

Minha esposa dirige um Fiesta, que apelidei carinhosamente de “tartaruga sobre rodas”. Explico: É um Fiesta Sedan, motor de 1 litro a gasolina e com ar-condicionado. Estimo seu peso vazio em 1.150 kg, o que é muita coisa para um motorzinho de apenas 1 litro e 65 cv. Pois o Fiesta, apesar de hoje estar com a manutenção rigorosamente em dia, nunca passou de 11,5 km/l na mão dela. A média é na casa dos 11 km/l. Quando estava desregulado (velas velhas, cabos oxidados etc.), chegou a fazer até 8 km/l.

Era isso que me intrigava: como que um carro quase 400 kg mais pesado, automático e com motor de 2,3 litros poderia gastar apenas 17,5% a mais que o Fiesta, que pesa 25% a menos, tem câmbio manual e tem motor de apenas 1 litro? A diferença estava muito pequena, pela lógica eu esperava que o consumo do Fusion fosse na casa dos 35% maior, dadas as características dos dois carros.

Pois nesta primeira semana do ano ela viajou e eu resolvi usar apenas o carro dela, para tirar da comparação a diferença de motorista. Enchi o tanque até a boca e zerei o hodômetro, rodando durante 10 dias. Quando fui buscá-la no aeroporto, parei novamente no mesmo posto e mandei completar o tanque até a boca. O odômetro marcava 245,2 km e entraram 18,74 litros. Fiz a conta na calculadora do celular, deu média de 13,08 km/l. Ela não acreditou. Perguntou se eu tinha enchido até a boca, confirmei que sim. Olhou o hodômetro e olhou para a bomba, os números eram aqueles mesmos. Ela sempre achou que o carro dela gastava demais por causa do peso e do motor muito fraco, por isso ela aceitava os 11 km/l de consumo como “normal”. Para mim, agora sim é que estava normal: O Fusion gastando 38% a mais do que o Fiesta, dentro do esperado pela diferença dos carros.

Foi aí que eu contei a mágica: Era o estilo de direção que era diferente. Ela é uma motorista impaciente, acelera sempre rápido (na medida do que o Fiesta consegue...) e tem o costume de andar acima do limite de velocidade, freando nos radares. Vem andando rápido e freia em cima nos semáforos. Eu já tenho um estilo bem mais tranqüilo de dirigir, acelero suavemente, aproveitando a faixa de torque do motor, até atingir o limite da via. Dirijo o tempo todo à velocidade máxima permitida, sem precisar reduzir nos radares, mantendo uma velocidade constante. No Fusion, uso o controlador automático de velocidade (vulgar e erroneamente chamado de “piloto automático”) para isso. Quando vejo uma retenção à frente (seja trânsito, seja um semáforo), prevendo que terei que parar ou reduzir, já corto a aceleração e deixo o carro ir aquelas centenas de metros sem gastar gasolina, pois em desacelerações a injeção eletrônica entra em modo “cut-off”, que faz cair a zero a injeção de combustível. Ando aquelas centenas de metros com consumo zero, em vez de seguir gastando combustível para manter o carro na velocidade constante e só frear em cima.



A diferença de tempo nos percursos é pequena: Ela leva 18 minutos para chegar dirigindo do jeito dela, eu levo 21 dirigindo do meu. São 3 minutos de diferença que economizam 15% de combustível. Isto sem contar que, com o uso mais racional, os freios também são poupados, fazendo com que seus componentes de desgaste (pastilhas e lonas) durem mais.

Ela roda uma média de 2.400 km/mês. Com o carro fazendo 11 km/l e a gasolina custando R$ 2,85 o litro, ela gasta 622 reais por mês em combustível. No meu estilo de dirigir, gastaria 523 reais, uma diferença nada desprezível de 99 reais. Isso mesmo, o estilo de dirigir pode custar a ela quase 100 reais todo mês. 1.188 reais no ano, mais do que ela paga no seguro do carro.

Por isso, é interessante alertar os leitores do AE para isso e aproveitar para passar as dicas de como dirigir economicamente. Quem sabe o leitor também não consiga o mesmo, ficar com o “seguro grátis” só do que passa a economizar no posto.

Modo de dirigir
O motor do carro não tem rendimento constante, como já foi explicado aqui no AE. Por isso, o ideal para conseguir gastar o mínimo possível é tentar manter o motor perto de sua rotação de rendimento máximo, que na maioria dos carros é entre 2 mil e 3 mil rpm. Manter o motor nesta faixa de rotação, usando aceleração moderada é a forma mais econômica de se chegar na velocidade que se deseja. Ao chegar na velocidade desejada, engatar a última marcha que permita ao motor se manter acima das 2 mil rpm e tentar manter esta velocidade. Se o carro tiver um motor maior que 1,8 litro, pode abaixar este limite mínimo para 1.700 rpm. Andar em velocidade constante com marcha alta engatada é a forma mais econômica que existe de se dirigir.

O motor extrai energia do combustível para acelerar e manter a velocidade do carro, obviamente gastando mais para acelerar do que para manter. Já o freio transforma esta energia em calor e a dissipa na atmosfera, para diminuir a velocidade do carro. Eu costumo dizer que “frear é o que gasta combustível”, pois o freio literalmente joga fora a energia do combustível gasta para atingir a velocidade em que se freou, e mais combustível será necessário para retomar à velocidade de antes da freada. É por isso que é importante manter a atenção no que acontece no trânsito à sua frente, tanto próximo a você quanto distante.

Suponha que você tenha uma boa visibilidade e veja que a 500 metros, lá na frente, o trânsito está parando. O econômico é tirar o pé e deixar o carro andar no embalo até chegar à retenção. Você andou estes 500 metros de graça, pois em vez de gastar energia do combustível você gasta energia do movimento (energia cinética), sem contar que quando se solta totalmente o acelerador a alimentação é cortada. E soltando o acelerador bem antes, sua velocidade ao final dos 500 metros será menor, o que ainda poupa os freios.

Manutenção
Obviamente, deve-se manter a manutenção do carro rigorosamente em dia. Infelizmente, alguns fabricantes, para darem a impressão que seus carros dão pouca manutenção, esticam o prazo de troca de alguns componentes. No caso do Fiesta, a Ford recomenda a troca de velas a cada 40.000 km, sendo que ele usa velas convencionais, com apenas 1 eletrodo de massa. Já tirei velas com 20.000 km que apresentavam sinais de desgaste, em que sua substituição era recomendável. Na minha experiência, uma vela comum com mais de 20.000 km pode funcionar e não deixar o motorista na rua até os 40.000 km, mas estes últimos 20.000 km serão percorridos gastando mais gasolina desnecessariamente.

Aos 40.000 km as velas já estão em petição de miséria e com uma folga muito aumentada em relação ao recomendado por conta do desgaste. Velas com excesso de folga necessitam de maior tensão para centelharem, o que força a bobina e os cabos, acelerando também seu desgaste. Antigamente as bobinas tinham menor capacidade de fornecer altas tensões (forneciam até 26 kV) e por isso as velas falhavam com quilmetragem menor. Hoje as bobinas fornecem até 40 kV, o que torna mais difícil perceber que as velas já passaram do fim de sua vida útil. Mas não se engane, apesar das ignições e injeções terem evoluído, as velas e cabos pouco mudaram. Elas podem estar funcionando, mas estão torrando gasolina além do necessário.

Comparação entre uma vela (muito) usada e outra nova
Sendo que velas são um componente barato, em que o jogo de quatro delas custa na casa de 60 reais, e sendo a bobina bem mais cara que isso, acho que compensa bastante trocar as velas a cada 20.000 km, no caso de carros que usam velas comuns. A maior durabilidade da bobina e dos cabos, aliada ao menor consumo de combustível, pagam muitas vezes este gasto a mais com velas.

Outro item que influencia o consumo é o filtro de ar. Com ele obstruído, o motor não consegue “respirar” adequadamente e é necessário pisar mais fundo, gastando mais combustível. É outro componente barato cujo desleixo na troca pode acabar saindo caro no posto.

Um item que passa despercebido e pode afetar muito o consumo é a válvula termostática. Ela é responsável por manter o motor em temperatura ideal, nem muito quente e nem muito frio. Muita gente acha que é bom que o motor trabalhe frio, o que não é verdade, e até mandam retirar a válvula. O motor frio exige mais combustível para funcionar, as injeções eletrônicas fazem isso automaticamente, se o motor trabalha frio, elas acabam trabalhando sempre em “programa de aquecimento”. Na maioria dos carros, a água do motor deve se manter entre 85 ºC e 100 ºC. Se o marcador de temperatura do seu carro cai muito quando pega estrada, é certo que a termostática esteja ruim, abrindo muito cedo.

Um teste definitivo pode ser feito com o auxílio de um scanner de injeção: Partindo completamente frio e dirigindo em uma pista de trânsito livre, o motor deve atingir 80 ºC em menos de 5 minutos. Se após 5 minutos a temperatura ainda estiver abaixo de 80 ºC, a termostática não está operando como deveria e precisa ser trocada.

Há uma controvérsia sobre limpeza das válvulas injetoras, popularmente conhecidas como “bicos injetores”, alguns dizem que nunca é necessário efetuar a limpeza, outros dizem que por causa do nosso combustível, é necessário. Eu sou da opinião que, na dúvida, vale checar. As oficinas de injeção têm um aparelho chamado equalizador, que mede vazão e estanqueidade dos injetores. O correto é desmontar a “flauta” (peça onde os bicos são encaixados) e colocar os injetores no aparelho, que medirá a vazão dos mesmos. Se a vazão estiver igual nos 4 (ou 5, ou 6, ou 8, dependendo do número de cilindros do motor), não é necessária a limpeza. Se estiver diferente, realizar a limpeza e, se esta não for suficiente para que os injetores estejam equalizados, substituir o(s) injetor(es) defeituoso(s). Convém realizar este procedimento a cada 40 ou 50 mil km para se ter certeza que as válvulas injetoras estão trabalhando dentro das especificações.

Equipamento de limpeza e equalização de válvulas injetoras

Mas nada de cair no papo de “limpeza de bicos no local”, isso é a mais pura enganação. Não se limpa bicos preventivamente e nem sem tirá-los do lugar e verificar a sua vazão, isso é coisa de oficina porca e/ou de mecânico preguiçoso que quer empurrar um serviço para ganhar dinheiro fácil sem ter o trabalho de desmontar os injetores. A ordem correta é: desmontar, verificar vazão e, se necessário, limpar. Se não for necessário, é só montar de volta.

Pneus descalibrados têm maior arrasto, fazendo o carro beber mais. O ideal é checar a calibragem a cada semana, ou, no máximo, a cada 15 dias. Este hábito também permite detectar pneus com problema de vedação, seja por válvula defeituosa, seja por roda amassada. Se o pneu traseiro esquerdo sempre "perde" 5 "libras" (na verdade, lb/pol² ou libras por polegada quadrada, psi em inglês), sendo que os outros perdem apenas 2 lb/pol², é porque tem algum problema com ele, vale uma visita ao borracheiro para averiguar.

Quando conheci minha esposa, ela já tinha o Fiesta, completamente sem manutenção. Nesta época, o carro fazia 8,5 km/l de média. Velas completamente gastas, filtro de ar sujo, cabos oxidados, pneus abaixo da pressão recomendada, hábitos de direção não-econômicos, tudo isso fazia o carro gastar. Rodando os mesmos 2.400 km/mês com o carro, ele custava no posto nada menos que 800 reais por mês. Cuidando da manutenção e da forma de dirigir a economia chega a 270 reais num único mês. No ano, são mais de 3.200 reais (fora o risco de ficar na rua pela falta de manutenção).

É muito fácil de comprovar como todos estes procedimentos se refletem em uma conta menor no posto e numa menor emissão de poluentes. O bolso e os pulmões agradecem.

CMF


91 comentários:

  1. marcelo (jmvieira)13/01/12 12:23

    muito bom o post, falando das velas, existe duas formas de analizar a situação. na realidade aberturas maiores de vela ajudam a economizar combustivel, mas entao por que tem casos que o consumo aumenta? Porque como a tensão requerida aumenta, por vezes ocorrem fugas no trajeto entre a bobina e a vela, e combustões são desperdiçadas (e combustivel idem) por causa disso. mas se esse problema fosse contornado, seria bom pro bolso.

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    1. E falando de Fiesta... esta família de motores Rocam, tem o sistema de ignição muito fraco... a bobina queima com facilidade quando as velas ficam gastas e os cabos quebram ao retirar-los...

      Att.: Jackson (jkschmalts@ig.com.br)

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    2. Tenho uma dúvida e penso que este é o sitio certo.

      Trata-se do seguinte:

      Tirei a carta há 3 meses, e queria passar a passagem de ano longe de casa e preciso do carro só que o conta quilómetros estragou-se, posso continuar a conduzi-lo? ou tenho de ir urgentemente ir ao mecânico? cometo alguma infracção? consequências? se for mandado parar pela policia o que acontece?

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    3. Pode fazer a sua viagem tranqüilamente, não precisa mandar consertar agora, pois o conta-quilômetos (hodômetro) não é equipamento obrigatório.

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  2. marcelo (jmvieira)13/01/12 12:24

    perdao, escrevi analisar com z...

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  3. Renan Ulrich13/01/12 12:31

    Você muda a alanvanca do câmbio para o Neutro (N) nos semáforos. Isto faz bastante diferença, dado que o carro ficar "querendo andar"?

    Parabéns pelo post, muito bom!

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  4. Grande post, Farjoun!
    Descreve exatamente meu procedimento de "poupar combustível poupando freio".
    O modo de dirigir da minha mulher é parecido com o da sua, e mesmo assim ela consegue fazer em torno de 13 km/l com seu Clio 1.0 16v em Florianópolis. Ela não acredita quando digo que na minha mão o carro faria quase 15 por litro. Vou pedir que ela leia teu post...
    Discordo parcialmente apenas quanto à durabilidade das velas. Sempre rodei 40.000 km com um jogo (verificando o estado e a folga dos eletrodos) e nunca tive problemas.

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  5. Eu sempre falo aqui em casa, que o segredo da economia está no freio. Quanto menos se usa, mais se economiza. É óbvio, hehe.
    Meu carro atualmente está com 106.000 km, e a economia, mesmo sem "limpeza dos bicos", continua a mesma. Para isso, sempre uso gasolina aditivada.
    A cidade onde moro é pequena, mas como nunca ocorrem engarrafamentos e como não tem semáforos, pode-se economizar da mesma forma que aí em Brasília.
    No meu Astra, as médias sempre são acima de 13, chegando até 13,8, mas sei que se quiser, poderia até fazer mais. Ninguém acredita, mas não me importo. O importante é que eu sei.
    Quando tinha um Clio 1,6 16V eu chegava facilmente aos 16, 17 km/l, gastando em média 40% menos que minha esposa. Ela às vezes esquece de fazer as marchas.
    Carro em dia, com pneus calibrados, geometria e balanceamento feitos de vez em quando e maestria no uso dos freios, os resultados são excelentes.

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  6. Sempre tive a premissa, com meus carros, de que não se economiza troco em manutenção preventiva, visto que sempre dependi deles para o dia a dia e estradas.

    Manter correias e tensores novos e em dia, óleo e filtro bom e sempre novo, filtros diversos corretamente mantidos, injetores limpos, velas novas, pneus bons, suspensão e freios revisados, sempre como novos...

    O resultado para mim? Economia no posto de combustível, carros muito rodados em estado de novo, nada de "checkup antes da viagem" afinal o carro sempre está ok e facilidade de revenda.

    Alguns falam que essa diferença de economia de combustível se gasta em peças mas a maioria delas é barata e se troca em períodos longos, a economia de combustível paga com folga as manutenções e ainda sobra um troco pra comprar um barril de chopp e umas picanhas pra curtir no domingo.

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  7. Marcelo, em cada aplicação (motor ou combustível), a abertura do eletrodo da vela é especificada pelo fabricante. Uma abertura maior vai inevitavelmente reduzir a vida útil da bobina, pois a exigência de fornecimento de tensão vai ser maior, e aumentar o consumo de combustível, como você mesmo explicou. Não existe motivo para afastar os eletrodos da vela. O que deve ser feito é, periodicamente, limpar os eletrodos com uma lixa fina e verificar a folga entre eles com um calibre de lâminas, eventualmente ajustando para o valor especificado. Tenho feito isso nos meus carros e NUNCA tive problema com velas, bobinas, motor falhando e etc. E já rodei 50.000 km com um jogo de velas.

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  8. Pois é, só o componente "pézinho", já influi muito no consumo. No "Youtube" tem um antigo comercial do Maverick, em que jornalistas que testaram o carro dão testemunhos de consumo por volta de 10Km/l, um pouquinho mais, um pouquinho menos. Muita gente que comenta o vídeo duvida, mas eu não duvido nem um pouco. Bota um Maverick na minha mão, para ver se não faço os tais 10km/l. Outra coisa: diz a lenda, que o Monza 2.0 era um carro beberrão. Não sei os dos outros, mas o meu, não era.

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  9. CCN, é isso mesmo quanto ao Clio 1.6 16v. Tenho um e é impressionante o quanto ele é econômico quando se anda com o pé leve. Recentemente fiz uma viagem a passeio com 4 pessoas no carro, e andando sempre em torno de 80 km/h fiz 15,5 km/l. Isso com 112 cv de potência me esperando no pé direito se fosse necessária. Fica a pergunta: pra quê motor 1.0 senão pra driblar imposto?

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    1. Tenho um Clio Expression 1.0 16V e faço em torno de 12,6 a 13,1 na cidade, sempre saindo pra trabalhar atrasado, faço vários percursos curtos de 2 kms.. gosto muito do carro, na BR tem velocidade sem alto giro tão alto (comparado ao celta, 100 km/h com 800 rpm a menos).Clio é muito economico!

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  10. CCN 1410: eu acredito nas médias do seu Astra, he, he, he! Também não acreditavam nas do meu Monza, mas o importante é que a gente sabe. Sabe que são verdadeiras, e sabe como fazer para obter estas marcas de consumo, he, he!

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  11. Vendi meu Uno 1.5 i.e. com 222.500 km consumindo o mesmo do que quando o peguei, com 88.000. Nunca limpei bico e usava um tanque de aditivada de vez em quando. Acho que o meu procedimento de controle das velas funcionava...

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  12. Na boa, mas pra mim os dois carros consomem além do que se espera de carros modernos. Isso é consumo de carro carburado.Eu penso muito na hora de trocar meu velhinho quando vejo esses números, já que a manutenção de um carro injetado é bem maior, sendo que num carro carburado, eu mesmo posso fazer a limpeza.

    João Paulo

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  13. Também já rodo a mais de 100 mil km sem nunca ter efetuado limpeza de bicos, já que o consumo está dentro da normalidade. Abasteço sempre com gasolina comum. Não acho que seja necessário fazer a limpeza preventivamente, apenas corretivamente. É claro, desde que se mantenha um bom monitoramento do consumo.
    CCN1410, eu acredito na sua média de consumo, pois meu carro tbm é um Astra, mas dos primeiros, que tinham câmbio mais curto e motor de menor taxa de compressão, e mesmo assim faço médias não muito piores que a sua.

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  14. Ano passado fiz uma viagem longa, 3 mil km ida e volta, asfalto de pista simples, com várias travessias por trechos urbanos. Dirigindo como uma velha senhora, na casa dos 90km/h indicados, e as vezes esticando para 100 - 110km/h para fugir de caminhões que vêm piscando farol, querendo que a gente simplesmente suma da frente, fiz média de 14km/l. Tendo em vista que o câmbio é curto, cerca de 3000rpm a 100km/h, e a baixa taxa de compressão de 9:1, acho que foi uma boa média.

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  15. Muito bom o post!

    Obrigado pelas dicas Farjoun.

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  16. Muito bom.
    Será que no manual do Fiesta 2011 ou 2012 a Ford mudou o período de troca das velas? Porque eu não acredito que uma vela dure mais do que 20 ou 25.000 km.
    Tive um 2009 que, com 15.000 km, apresentou as velas completamente gastas.
    Neste motor não é recomendado aumentar o gap, pois a bobina queima com muita facilidade. Como aconteceu no meu carro, aos 15.000 km, já que, devido ao desgaste dos eletrodos, o gap estava bem maior do que o previsto.
    Além disso este motor tem um problema crônico de "emperramento" das velas nas roscas do cabeçote, se ficar muito tempo sem retirar as velas, estará sujeito a ter que retirá-las na retífica.
    Meio off-topic, mas... na minha opinião, entre os 1.0, os Fiesta e Ka são os mais caros e problemáticos em relação à manutenção básica, por isso decidi mudar de marca. Em 20.000 km que andei com o Fiesta 2009, gastei mais do que em 40.000 com um Corsa 2001.

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  17. Discordo do João Paulo. O consumo do meu 2.0 AT é igual ao do meu primeiro carro carburado (Fusca 1500): 8 km/l na cidade. A injeção e a modernidade do motor ajudam.

    Também já limpei carburadores de meus carros Ford CHT. Só que isso tem que ser sempre feito entre 3 a 6 meses, enquanto a injeção raramente precisa de manutenção.

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  18. Bacana o post CMF !

    Surgiram duas e meia dúvidas:

    - Então é melhor andar em quarta a 2500 RPM "pisando médio" do que em quinta a 1800 "pisando bastante", num 1.0-1.4 ?

    - Existem alterações mecânicas/físicas que podem ser feitas no carro pra diminuir o consumo sem que isso prejudique a durabilidade e as malfadadas emissões ?
    Falo em alterações como colocar filtro de ar esportivo, escapamento menos restritivo, velas especiais (de Irídio, certo ?) e até alterações na parte elétrica e eletrônica, turbo fica de fora. ;)

    - alterações aerodinâmicas só atuam em velocidades mais altas, pra cidade não vai fazer quase nenhuma diferença, correto ?

    Fiquei pasmo com a falta de cuidado com a aerodinâmica da parte inferior do meu carro quando o vi no elevador ontem.

    Obrigado.

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    1. Evandro

      - Geralmente o cutt off da injeção para o seu funcionamento abaixo de +-1.400 RPM, é melhor andar a 1.800 RPM com o pé mais pesado do que a 2.500 RPM pisando médio.

      -Filtro esportivo em sua grande maioria são de péssima qualidade e prejudicam o consumo do veículo, assim como permitem a entrada de partículas não filtradas para o interior do motor.

      -Pode ter certeza absoluta que o escapamento e admissão original de fábrica são o melhor setup para atender as diversas necessidades (consumo, durabilidade, emissões, etc).

      Quando se altera algum destes itens sem estudo, o velho cobertor curto aparece, pode-se ganhar em desempenho mas perder em consumo etc.

      Na parte eletrônica é possível ganhar em consumo, mas muitas vezes se perde em emissões.

      Alterações aerodinâmicas realmente fazem maior efeito em velocidades médias superiores a 60 km/h quando o arrasto aumenta.

      Hoje alguns fabricantes possuem pneus de baixa resistência a rolagem, que pode ser utilizado para reduzir o consumo.

      Os apêndices aerodinâmicos para o inferior do veículos possuem um custo elevado para as montadoras, não sendo portanto utilizados em veículos de entrada.

      Mesmo assim existe o estudo aerodinâmico relativo as superfícies mais visíveis do veículo, como por exemplo, retrovisores, ângulo da coluna A, alguns pequenos air deflectors que desviam o fluxo da carroceria, etc.


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  19. e o método carga?

    em um fiesta 1.0 2009, as rotações de pico de potência e torque são muito elevadas, a tal faixa útil ideal igualmente elevada e na cidade tornam a "viagem" cansativa aos passageiros.

    o que fazer?
    o método carga ou este do pé mais leve ?

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  20. A durabilidade da vela não tem uma relação direta com o número de eletrodos, o material dos eletrodos também influi. Por exemplo uma vela NGK BPR5EX (ponta de irídio) pode durar mais do que uma vela de 3 eletrodos com material comum. Quanto a conservação do sistema de injeção a melhor coisa mesmo é usar combustível de boa qualidade, fazer a manutenção rotineira (filtros, velas, etc) e usar o descarbonizante AG2000 (opcionalmente).

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  21. CCN 1410, você diz que ninguém acredita nas médias do seu Astra (por sinal tenho um, automático) então você entende o que eu sinto quando posto minhas médias nos fóruns sobre Fusca na internet.
    Eu tenho um Fusca 1300 1970 que, na cidade, faz mais de 10Km/l. Isso porque o transito da cidade, apesar de pequena, é muito ruim, cheio de aclives acentuados e semáforos. Na estrada já fez 16,8 Km/l mas isso foi uma situação fora do normal, porque fiz a viagem toda (550 Km) de madrugada e mantendo uma velocidade de cruzeiro de 80 Km/h indicados no velocímetro. Ninguém acredita mas é verdade, tanto que nas mais de 20 viagens com mais de 500 Km que já fiz com esse Fusca, nunca obtive média pior que 14,0 Km/l mesmo mantendo velocidade de cruzeiro próxima a 100 Km/h no velocímetro!
    Acho que economia de combustível é 70% motorista e 30% carro.

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  22. @ Renan Ulrich

    Não mudo a alavanca de câmbio para N, a não ser quando tenho certeza que a parada demorará mais do que 1 minuto. Automático não foi feito para ficar mexendo na alavanca. :-)


    @ Fernando

    A questão das velas não é só a folga, mas também o formato dos eletrodos. Eletrodos arredondados são piores para centelhar. Mas, claro, se pode retirar as velas a cada 10.000 km e lixar os eletrodos e trazer a folga novamente ao valor especificado. Como vela é barato, eu prefiro trocar de uma vez.


    @ CCN 1410

    Por isso que eu disse que o assunto é controverso. Eu acho que não prejudica em nada tirar os injetores e colocar no aparelho para conferir. Você nunca teve problemas, mas eu conheço gente que já teve injetor com vazão diminuída que voltou ao normal após a limpeza. Obviamente, usar sempre gasolina aditivada ajuda a manter os injetores limpos.


    @ Anônimo das 12:41

    Tive um Vectra 2002 que vendi com 145.000 km e o carro só me deixou na rua uma vez, quando a bateria entrou em curto de repente (morte súbita). Mas nunca me deixou na rua por quebra de componente de manutenção, pois a manutenção era feita em dia. Eu sempre digo que antes de te deixar na rua, o carro te avisa que vai deixar, não pode ficar "deixando pra depois", "deixa o cartão virar pro mês que vem", etc. Outra consequência disso é que uma peça estragada pode estragar outras que estão boas e encarecer muito o conserto na hora em que você efetivamente ficar na rua. Aquela história, "se tivesse vindo aqui quando começou o barulhinho..."

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  23. @ João Paulo

    Discordo de sua posição. Os carros antigos e carburados eram mais ineficientes, mas também tinham menos reforços estruturais, o que fazia com que pesassem bem menos. Um Fiesta Sedan de hoje pesa o que pesava um Del Rey 4 portas completo. O Fusion pesa o que pesava um Diplomata 6 cilindros dos últimos. Você imagina um Diplomata fazendo 9,5 km/l? Ou um Del Rey Ghia fazendo 13 km/l em ciclo misto 60% rodoviário e 40% urbano? Além disso, a necessidade de manutenção dos motores com injeção eletrônica é bem menor do que de motores carburados. Não se passa 50.000 km sem abrir um carburador para efetuar uma limpeza. Aliás, com 50.000 km sem limpeza, a chance de ficar na rua é muito grande com um carro carburado.


    @ Evandro

    - A pergunta e de difícil resposta. No geral, quanto menos rotação e mais acelerador você puder usar, melhor. O problema é que há um limite para isso, tanto para rotação quanto para aceleração. Se a rotação cair demais, o motor entra numa faixa em que sua eficiência diminui bastante, se a aceleração for demais, a injeção entra em "modo potência" e manda mais combustível. Vai depender de carro para carro, o ideal seria você testar as duas situações com o seu carro para ver qual é a mais econômica. Eu CHUTO que num 1.4 usar a 5ª é melhor e num 1.0 usar a 4ª é melhor. Mas só a prática pra te confirmar isso.

    - Desta lista, eu apoiaria as velas de irídio, porque elas têm uma centelha mais concentrada e têm menor desgaste. Vela de irídio sim, dura 40.000 km. Aliás, trouxe estas velas dos EUA e as coloquei no Fiesta, tirando velas convencionais que estavam com 20.000 km ("meia vida", pelo parâmetro da Ford). A diferença de desempenho foi sensível, a patroa notou que o carro estava mais "esperto" depois da troca de velas. Sinal que as velhas já não estavam fazendo o carro render o que podia.

    - Exato, pois a resistência do ar aumenta com o quadrado da velocidade. Até 60~80 km/h, a aerodinâmica influencia pouco.


    @ Anônimo das 13:53

    Método carga, sempre, desde que não precise ficar com o acelerador cutucando o assoalho. O ideal MESMO seria ter um scanner como aqueles ELM327, sobre o qual já escrevi aqui no AE, e monitorar a carga, fazendo-a ficar perto dos 70 a 80%, mas sem passar de 80% para a injeção não entrar em modo de potência.

    O que eu disse de "pé leve" é um comportamento generalizado, usar o carro com suavidade, sem ficar acelerando ou freando sem necessidade. A melhor condição de economia na estrada SEMPRE é manter a última marcha engatada e com velocidade moderada e constante. Sem preguiça de reduzir em subidas, é claro.

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  24. Obrigado CMF.

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  25. CMF,
    É engraçado como pessoas de outros lugares não acreditam que é possível economizar bastante aqui em Brasília apenas sabendo dirigir. Quando digo as médias que consigo fazer o pessoal sempre duvida e acabo passando por "contador de caso".
    Agora só uma dúvida: que trajeto é esse com trânsito bom e poucos semáforos? Brasília já não está como alguns anos atrás e se depender do Detran vai piorar (os novos pardais do buraco do tatu estão aí para provar isso).

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  26. CMF
    Cadê a Caravan?
    Se BSB ficasse ao nível do mar (em alguns pontos chega a 1200 metros) creio que as médias ficariam ainda melhores. Meu cunhado que mora lá em Sobradinho dos Melo à beira da DF-250 e trabalha no MME chega a fazer 16 km/l em seu Nissan Versa que comprou faz pouco tempo. Ele abastece alí no posto BR no Paranoá (perto da delegacia) que é caminho e a gasolina aditivada é um pouco mais barata do que no Plano Piloto e naqueles postos entre as QI e QL.

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  27. marcelo (jmvieira)13/01/12 15:39

    fernando,

    tenho alguns veiculos rodando com maiores abertura de velas ha alguns anos sem problemas. recentemente fizemos o procedimento num corsa vhc 2003 de um colega, que mora em natal, indo de 0,9 para 1,3mm. 1500km depois ele retornou com o seguinte relato: "Deu uma estabilizada no consumo (urbano)- antes oscilava de 10,4 a 11,5km/l. Até agora, está em 11 a 11,8km/l"; "O consumo rodoviário , no GNV, melhorou : de 14,4km/m³ foi para 15,8km/m³","O GNV adorou essas novas velas, antes eu pisava e demorava um pouco pra responder, agora ele está mais responsivo","Já na gasolina, o consumo (rodoviário)deu uma melhorada também : de 13,7 foi para 14,9km/l." de antemao informo existem alguns procedimentos especificos executados para permitir a abertura das velas mesmo com a ignição original do veiculo.

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  28. O Autoentusiastas é mesmo bem eclético: em alguns posts, os autores escrevem sobre os "rodas-presas" que estão se alastrando cada vez mais nas ruas, bem como os "bandidos da esquerda" ou um aumento da velocidade mínima permitida e todo mundo concorda que o que vem acontecendo é uma praga para a fluidez do trânsito. Em outros como este, surge a chance das "tartarugas" irem à forra demonstrando médias fantásticas feitas a velocidades ridiculamente baixas na estrada.

    Teve gente até reconhecendo que atrapalhava caminhão devido à velocidade muito reduzida somente para se vangloriar das médias de consumo!

    Daqui a pouco estarão fazendo campanha para o Kassab reduzir ainda mais a velocidade das vias em São Paulo para não serem incomodados pelos que tem compromissos a cumprir enquanto ficam brincando de "quem gasta menos".

    Com certeza as técnicas citadas podem ser utilizadas em qualquer circunstância e deixar para frear no semáforo na última hora, mesmo sabendo que continuará fechado, é burrice, apenas para citar um exemplo. Manutenção preventiva, então, não precisa nem dizer: é chover no molhado.

    Contudo, parto do princípio de que o automóvel foi feito para nos levar de forma mais rápida e confortável do ponto A ao B. Portanto, se eu puder chegar ao meu destino urbano 2 minutos antes, ficarei muito mais satisfeito do que ganhar a competição de Mileage. Se eu não tivesse pressa de chegar, usaria uma bicicleta para aproveitar e fazer mais um exercício aeróbico.

    Costumeiramente faço viagens com trajeto de ida de 700 km em rodovias de pista simples. Não consigo imaginar passar todo esse tempo a 80 / 90 km/h e adicionar mais de hora para chegar ao destino.

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  29. Concordo em gênero, número e grau. A maneira de "tocar" o automóvel explica as diferenças de quilometragem por litro. tenho um Astra 2010 com 38000 km e nesta semana fiz o trecho Santos a Serra Negra via Indaiatuba e o consumo na ida foi de 14.2 km/l e na volta 16,3 km/l na gasolina.

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  30. Velho da Virilha Depilada13/01/12 16:24

    Uma consideração que deve ser seriamente pensada antes da troca do carro, pobre sofredor, é a troca de esposa.

    E tenho dito.
    Velho

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  31. CMF
    Acho bem contraditório, em tempos de "racionalização de recursos", um Fiesta Sedan pesar o mesmo que uma barca Del Rey que, aliás, já vi fazendo 13km/l.
    Mineirin
    Fusca não é econômico como falam.

    João Paulo

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  32. CMF
    Desculpe minha insistência, mas é que consigo médias de até 10km/l com um Verona álcool nessas mesmas condições. Tudo bem que, se eu resolver pisar forte...

    João Paulo

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  33. Carlos, obrigado pela resposta !

    Vou testar a quarte e ver certinho a rotação em quinta do carrinho.

    Pena que "pneu verde" não mudou em nada o consumo do carro (0,1 - 0,2 Km/L demora a ser percebido), mesmo sendo perceprível que ele rola mais solto.
    Ao menos reduziu DEMAIS o ruído de rolagem e ainda paguei barato, assim não passo raiva.

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    1. Evandro

      Verifique a calibragem dos pneus, os ditos pneus "verdes" utilizam uma maior pressão.

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  34. Um Verona pesa 950 kg. Hoje um Prisma pesa isso. O que acontece é que os carros atuais, para terem uma célula de sobrevivência que proteja os ocupantes em caso de impacto, acabam tendo que ter reforços estruturais que implicam em maior peso. E maior peso significa necessitar de mais energia para vencer a inércia e colocar o carro em movimento, o que demanda mais combustível.

    Um Corcel pelado é um carro de 4,5m de comprimento que pesa a mesma coisa que o Verona, apenas 950 kg, mas num acidente amassa como papel se comparado com os carros de hoje.

    E o Del Rey que pesa como o Fiesta é o Ghia 4p completo. Tive um desses ano 89 por 2 anos e te falo que não fazia mais que 10 km/l de álcool na estrada. O Fiesta, em uso 100% rodoviário a 100 km/h deve fazer por volta de 15 km/l.

    Aliás, me corrijo: O Fusion pesa 180 kg A MAIS que o Diplomata 6 cilindros 1992 automático, que pesa 1350 kg. O Fusion só com o motorista pesa o mesmo do que um Diplomata com 3 adultos e 1 criança.

    O carro que pesa como o Diplomata é o Vectra CD 2002 que eu tive. E o Vectra fazia facilmente 13,5 km/l na estrada a 100 km/h, consumo que um Diplomata nunca sonharia em ter.

    João Paulo, os consumos parecem similares aos dos carros antigos, mas se você começar a comparar carros de mesmo peso, vai ver que houve sim uma grande evolução.

    Um motor CHT, ícone de economia dos anos 80, tinha 12 kgfm de torque e 72 CV de potência. Isso dá 46 CV/litro e 7,7 kgfm/litro. Hoje os motores atingem 65 CV/litro e 9,5 kgfm/litro, esses valores de potência e torque são atingidos por motores de 1,3 litro. Veja qual o consumo de um Palio com motor 1.3, cujo motor rende próximo do que rende o CHT e que pesa praticamente a mesma coisa que o Verona mais econômico (CHT) e compare para ver a evolução.

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    Respostas
    1. O CHT TINHA 90 CV, E TINHA CONSUMO DE ATÉ 18KM/L

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  35. James Cameron13/01/12 17:56

    AVATAR

    Conhece o avião? É uma boa, 700 km costumeiramente...

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  36. CMF
    65cv/l já é passado... Alguns 1,0 e outros tantos já beiram a marca dos 80 cv/l e com aspiração natural.

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  37. Este comentário foi removido pelo autor.

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  38. Fernando P.13/01/12 18:13

    É isso aí, a forma de conduzir importa sim, assim como outros procedimentos técnicos de manutenção. Entretanto, isso tudo vai para o espaço quando pegamos GASOLINA ADULTERADA. Nas cidades onde moro (Chapecó/Sta Maria-RS), meu corolla 2.0, dependendo do posto de gasolina, passa de 5,5 a 9,0 km/L na cidade e de 9-10 km/L a 12,5 na estrada. Na cidade de meu pais, na cidade fez 10 km/L na cidade e 13,5 km/L na estrada. Pasmem! Claro, dirigindo como o dono do post recomenda...

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  39. Tem outra razao possivel: carros mais potentes tem diferencial mais longo, o que os permite serem relativamente mais economicos que carros mais fracos com diferencial mais curto.

    Por exemplo, meu Acura TL 3.2 V6 com 270CV e pesando 1500kg faz 10.5km/l em meu trajeto para o trabalho (como em Brasilia, a maior parte em vias expressas) e recentemente fez 12.6km/l numa viagem de 640km.

    Mas se quiser, ele pode me dar a satisfacao de chegar a 100km/h em menos de 7s, mas ele cruza nesta velocidade a meros 1750RPM.

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  40. luizborgmann13/01/12 18:30

    Olá Farjoun, excelente a abordagem. No kartismo, se utilizavam, e parece que continuam usando, as velas NGK B9EGV (ou B8). Para motores de alto desempenho, essas velas estão à venda (japonesas) ao preço de R$ 30,00 a 40,00 a unidade.Claro, você precisa respeitar o coimprimento e diâmetro da rosca, pois é oferecido um só modelo e que talvez não sirva ao seu veículo com especificação diferente. Resolvi instalar um jogo para ver o comportamento em um motor AP 1.6, gasolina, de rua. Aquela falha na aceleração, ou quando o veículo anda muito em baixa rpm para economizar combustivel e que acaba carbonizando a câmara, desapareceu. Essa vela, quando utilizada em motores 2 tempos, "limpa" mais fácilmente, mesmo com uma mistura mais gorda. Sim, trata-se de vela fria, mas mesmo assim, gostaria de conhecer seu comentário ou de outro autoentusiasta a respeito para a utilização no trânsito urbano.
    luiz borgmann

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  41. Farjoun e todos,

    Vistes o JNacional ( Rede Globo) essa semana, após a denúncia do Fantástico?

    Alguns Postos de SP/RJ/PR foram flagrados pela reportagem afanando na litragem. Em 20 litros, de 1.300 ml a 2280 ml eram faltos. O esquema envolve a placa da bomba. Aí eles voltavam no posto, identificavam o motivo e.... e a litragem dava ok. Ruim hein...


    Sugiro um tópico no AE a ensinar o leitor a utilizar PC de bordo X tanqueada de bomba para evitar disparidades maiores.

    Muita gente por aí deve estar com consumo ruim porque em cada tanque completado a bomba marca mais litros que foram colocados.

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  42. nesse caso é só o camarada saber quantos litros cabem no tanque. Se, por exemplo, sei que no tanque de meu carro cabem 50 litros e sempre abasteço quando ele está no osso (finzinho da reserva) sei que não podem entrar mais que uns 46 ou 48 litros na primera estancada do automático da mangueira de abastecimento. Se entrar mais que 50 litros nessa mesma condição (no automático) batata, estão metendo a mão e devemos pedir a nota e fazer a denúncia.

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  43. Ou seja, no final do ano o Fiesta economizou 1.000 reais de combustível sobre o Fusion, sua esposa economizou um dia no ano fora do carro (2 x 3 min por dia).

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    1. Com certeza a esposa dele é muito mais racional.

      Gasta menos combustível (devido ao carro) e gasta menos tempo (devido ao modo de dirigir).

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  44. Antônio Martins13/01/12 20:03

    Na maioria das vezes trocar velas com 20 mil km é jogar dinheiro e produto ainda bom fora. Além do que muitos carros estão vindo de fábrica com velas de irídio, que duram de 60 a 100 mil km.

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  45. Concordo com o Avatar, tem um povo aí se contradizendo, mas...cada um pensa e escreve o que quer.

    Faço viagens longas, bem longas por sinal..+ ou - 1600 Km ida e volta. Viajo em uma Saveiro 95 1,6 AP carburada, GNV/Gasolina. Nada tenho a reclamar do consumo, 340 KM com 21 CM³ de GNV e média de 13 Km/l na Gasolina..e detalhe, não fico me arrastando, só acelero suave e freio suave também, sempre respeitando o limite máximo de velocidade permitida na via.

    Já acostumei com os incrédulos qdo menciono o consumo em algum papo...mas, como os colegas aí em cima, tbm sei que é verdade.

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  46. Ricardo - Vitória ES13/01/12 21:18

    Vejo que esse foco, essa prioridade de baixo consumo não combina com autoentusiasmo... Excelente ter um automóvel ágil e com motor eficiente, mas sou do tipo de autoentusiaste que estou sempre a procura de tração em primeiro lugar e tração das boas, nesta parte percebo mais autoentusiasmo na esposa do autor do post...ela deveria estar no comando do fusion

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  47. Este comentário foi removido pelo autor.

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  48. Ser autoentusiasta não significa pisar fundo e ser gastão. Basta gostar e se interessar por automóveis e tudo que advem disso.

    O negócio é dirigir como um chauffeur, sempre prevendo o que pode vir pela frente e que possa afetar o movimento do veículo com acelerações indesejáveis, e sem chegar atrasado, claro.

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  49. Sr. Fish, a média de sua Saveiro é ridiculamente superior a da Parati do meu trabalho, meus parabéns.
    Isto mostra o sempre pensei: um carro bem cuidado e mesmo que tenha mais de 15 anos pode ser tão eficiente quanto um carro 0km.

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  50. Marcelo junji13/01/12 22:22

    Sr. Carlos Mauricio Farjoun.
    Qual foi o motivo da exclusão do meu comentário?

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  51. FARJOUN, PAU NELES!

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  52. Avatar
    Jogamos no mesmo time! Sei andar econômico, claro (quando o tanque está baixo e nada de aparecer posto), mas gosto de acelerar e frear, sem preocupação com consumo e muito menos com desgaste de material de atrito dos freios.

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  53. Marcelo disse...
    13/01/12 22:04

    Então Sr. Marcelo, foi uma supresa p/ mim no início, mas hj quase 2 anos rodando nessa Saveiro, é a mesma coisa.

    E concordo com o Sr., qdo o veículo é bem cuidado não importa muito o ano de fabricação..vai aonde qualquer outro mais novo vai, ou até mais longe...talvez não chegue tão rápido, mas não tenho ligado p/ isso.

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  54. Eu costumo andar mais econômico, nos 80 aqui de Brasília. O que ferra meu consumo são as 14 lombadas entre a pista expressa e a minha casa.

    Mas um dia ou outro, normalmente sexta-feira gosto de espichar mais o giro sem me preocupar com o consumo.

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  55. Coloque mais um aí nesse time Bob.

    André Andrews

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  56. Caro Farjoun:
    O negócio é a sensibilidade e um pouco de noção.
    Quero divulgar minha experiência - o meu trajeto diário em S. Paulo é um misto de avenidas (60Km/h máx) e marginais (90 km/h).
    Normalmente dirijo meio rapidinho, mas sem loucuras e multas - estou zerado em pontos. Numa semana dirigi dessa forma, e a média foi 11,7 km/l.
    Na semana seguinte, me enchi de boa vontade e amor ao próximo, calcei uma "bota de veludo", acelerei devagar, usei pouco freio, não passei de 80 nas Marginais. Deu 17,4 Km/l no computador de bordo, 17 na bomba.
    Arredondando, que sejam 5km a mais por litro, isso dá 300 km num tanque de 60 l ! ! ! !
    Ah, é um C4 já com 4 anos.
    Abraços!
    Oswaldo Roschel.

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  57. Bob,

    Uma coisa é a gente andar rápido por diversão ou quando está com o tempo apertado.

    Outra situação é o vai e volta diário para o trabalho, que acaba pesando no orçamento e é por vias coalhadas de radares. Não vejo entusiasmo em acelerar até 120 pra depois dar um freadão pra passar a 80 no radar.

    Claro que pra andar na estrada, botar uma pimenta no pé é legal. Aliás, fiquei muito chateado quando encheram a descida da Serra das Araras de radares, pois era uma delícia descer aquilo ali "me aplicando" nas curvas. Ficava mais engraçado com alguém se borrando no banco do passageiro.

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  58. Tb tenho um astra 2010 com 28 mil km e faço em porto alegre média de 10 a 10,5 km/l. semana passada fiz de poa a bombinhas, próximo a comboriu, média de 15,3 km/l com ar 80% ligado andando na faixa de 3000 rpm (110 km/h). O fato é que o astra é mais economico que o polo 2008 que tinha, que na mesma velocidade gira a 3600 rpm e fazia no máximo 14 km/l. Sou o tipo de motorista que nem o Farjoun.

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  59. Uau!

    De repente, de uma hora pra outra nossa gasolina agora não é mais ruim! Que bom! Tá cheio de gente aqui fazendo marcas europeias de consumo!

    Talvez seja esse o objetivo dos que rodam a 80km/h na esquerda numa rodovia de máxima 120km/h. PARABÉNS!!!

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  60. Antes que uns e outros venham encher o saco com comentários irônicos, devo esclarecer que em nenhum momento, para conseguir as marcas que conseguia com o Monza 2.0, eu rodava a 80Km/h. A velocidade cruzeiro no caso era 100/110Km, e sempre dando passagem, que é o que se deve fazer, mesmo quando quem pede está muito acima do limite máximo permitido para aquela via.

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  61. Em resposta ao comentário do "Avatar" (já que a carapuça me serve), leia direito o que eu escrevi: "... esticando para 100 - 110km/h para fugir de caminhões ...". Justamente para não atrapalhar o tráfego, onde não havia como dar passagem (mesmo estando eles a velocidade acima da permitida na via), percebeu? E não estou a me vangloriar da média de consumo que obtive, já que a considero perfeitamente normal.

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  62. Christian Monteiro14/01/12 14:34

    Honestamente, respeito os que fazem disso, inclusive, um desporto atraente e um lazer a cada parada na bomba, conseguindo médias de consumo que superam suas metas objetivadas a cada medição, mas não me permito "vigiar" o meu modo de dirigir a cada instante em prol de alguns poucos litros a mais no tanque, limitando parte do PRAZER EM DIRIGIR.
    Isso não significa também que ande acelerando em circunstâncias em que isso não seja necessário.
    Mas como disse, respeito os que tem como hobby exclusivamente esse alvo: Médias positivas.

    Manutenção preventiva sim, é o ponto que mais beneficia seu bolso e o seu motor, e que quase todos se esquecem.
    Essa sim é o grande vilão ou o grande herói dessa história, se considerarmos combustível de qualidade pelo menos razoável nas análises.

    Mas, se me permitem: nesse país, Gasolina só existe uma - PODIUM.
    E não por acaso a mais cara delas.
    Gaste mais alguns reais e economize outros tantos, alé do tempo na manutenção e do seu motor, que ganha longevidade.
    Mas atenção: Não é UM TAMQUE de vez em quando, mas TODOS, SEMPRE!
    Acreditem: QUALIDADE do COMBUSTÍVEL é FUNDAMENTAL, e poucos lembraram disso aqui. Você pode usar velas bentas pelo Papa (com todo respeito à santidade...) que se não usar um combustível descente vai estragar a sua média de consumo e ainda, as velas novas!

    Sem apologia ou publicidade alguma: Façam o teste com a Podium, encontrada em alguns postos BR.


    Não se arrependerão, experiência própria.


    E boas médias à todos!


    CM
    _____________________________

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  63. Christian Monteiro14/01/12 14:45

    Ops, não revisei e a digitação rápida deixou alguns erros de português (perdoem-me...), e, por livre escolha, não aprofundei o assunto citando octanagem maior e resultados técnicos, apenas os práticos.
    Mas o Bob é expert nisso e vamos torcer para ele nos dar um parecer mais técnico, se concordar com o que eu mencionei...

    Abraço a todos!


    CM

    ___________________________________

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  64. Concordo que dirigir o tempo todo pensando no consumo é as vezes um saco. Por isso mesmo, quando estou "inspirado", e o alinhamento dos astros é favorável (asfalto bom, pouco movimento, sem radar, curvas convidativas, etc.), me rendo à uma tocada mais rápida (mas com segurança), quando a média de consumo piora bastante. Se eu fosse "dono de posto de gasolina", eu dirigiria quase sempre assim, não tenha dúvidas...
    Concordo também que a melhor gasolina é a pódium (fácil, né?), mas discordo que é a melhor opção sempre. Isso depende muito do carro (motor). Em alguns, de baixa taxa de compressão, como é o meu caso, acredito que não ajude.

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  65. Gasolina boa? Essa que tem 20% de álcool?

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  66. Eu acho que um dos motivos de quem dirige devagar pra economizar (algumas vezes atrapalhando o tráfego) é justamente a prestação do carro novo. Quantos de nós conhecemos alguém que entra na prestação e vive no aperto? Conheço muita gente, (minha irmã inclusive) que deixa de viajar por causa disso. Ou abastece naquele posto mais barato e coloca aquela gasolina suspeita. Sem querer entrar em polêmica, mas eu acho isso uma caipirisse. Esse é um dos motivos de eu andar de usado: não gasto 400 reais por mês com manutenção (preço médio de uma prestação) e ainda me sobra uma graninha pra dar meus rolês, ora economizado, ora tuchando o acelerador.

    João Paulo

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  67. Marcelo Junji14/01/12 19:30

    Carlos Maurio Farjoun. Achei deselegante o sr. ter apagado sem motivo o meu comentário. E ainda o sr. não disse o motivo.
    Se aqui é um lugar livre para comentários, é desrespeitoso o sr. excluí-los ao seu bel prazer.

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  68. Eu também sou do time do Bob.

    E não tem anda haver andar rápido com desconforto aos passageiros, basta saber como e dirigir suave. Muito menos significa andar "igual louco".

    Se eu tenho que ir a algum lugar eu vou, e rápido, faz parte da diversão.

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  69. Sr Marcelo Junji,

    Eu não apaguei seu comentário e nem nenhum outro. Considero odiosa qualquer tipo de censura.

    Não sei o que ocorreu com seu comentário, portanto, peço que escreva-o novamente.

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  70. Eu rodo 820 km com um tanque de 60 litros, meu carro é um marea 2.4. Média de 13,6 km/l.

    Tb tenho uma doblò adventure, ar ligado 100% do tempo e média de 12.8 km/l.

    Sou de Brasília :D

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  71. Fiquem tranquilos.
    Vocês dirigem focados na economia de combustível e nos não-me-toques da técnica e isso é bom.

    Pena que lá na bomba do posto alguma arapuca montada irá lhe roubar uns 3 ou 4 litros para a "caixinha de Natal".

    No lizarB não se salva ninguém.

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  72. Farjoun,
    A Serra das Araras tá cheia de radares, mas eles são bem sinalizados e ainda dá pra brincar em várias curvas, em dezembro vim de Campinas para o Rio e passei por ela, foi minha injeção de adrenalina na viagem.

    Sobre o pessoal que tá descendo o pau aí sobre dirigir economicamente: Não quer dizer que a pessoa está sendo uma lesma atrapalhando o trânsito. Mas economia vem principalmente de CONSTÂNCIA, em todos os sentidos. Manter uma velocidade constante (ao invés de ficar acelerando/freando), é mais econômico, e a depender das condições, você vai chegar no destino no mesmo tempo.
    Ou ser entusiasta significa encarar as ruas como pista de corrida o tempo todo? Aí depois acontecem os acidentes e ninguém sabe o porque...

    Deixe pra brincar com seu carro quando a pista está vazia, aí você treina como fazer o carro sair de traseira, trail braking, etc etc, mas quando a via estiver cheia de carros, vamos respeitar as outras pessoas e não ficar nem uma lesma, nem ser o nigel mansell.

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  73. CFM. Bacana seu texto, já fiz vários vídeos sobre o assunto.

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  74. Já tive um Escort Hobby 1.0 que teimava em não fazer mais que 10 km/l na cidade, bom... na estrada a 120 km/h constantes fazia 9 km/l, tudo bem que era um carro com mais de 15 anos de uso e o antigo dono era bem desleixado, o filtro de oleo qdo troquei parecia ser o original de fabrica pra se ter uma ideia, e o motor ja estava começando a fumar, agora to de Uno Eletronic e a coisa não está muito diferente disso (pra pior), pra mim o ideal seria um 2.0, pois só uso o carro pra sair ou viajar no fds com a família, só tô esperando boa oportunidade aparecer $$$.

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  75. Parabéns pelo post e pela sua forma de conduzir. Quem dera que todos agissem assim.

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  76. Eu consigo 6 km/l com o Omega 4.1 em Belo Horizonte, com ar ligado. Muita gente não acredita, outros dizem que já tiveram o carro e não conseguiram mais que 4,5 km/l.

    Em rodovias depende muito.

    Já fui com minha esposa e meus pais para São Paulo, na boa, e consegui 10,5 km/l. O tanque, de 75 litros, foi suficiente para chegar na capital paulista, saindo de BH e ainda rodei um tanto dentro de SP.

    Em outras situações, para assistir shows na mesma cidade, fui com pé no porão e nesses casos, a média é de 7,8... por aí.

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  77. e vem o tal do Ráitórrque dizer que já tem trocentos vídeos sobre o assunto, êta bicho chato, mais chato que chinelo de gordo, fica se fazendo de leitão vesgo pra mamar em 2 tetas ao mesmo tempo

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  78. eu rodo 1000 km com um tanque de alcool em meu Landau 82 na cidade e 1500 na estrada.

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  79. MUito bom texto!
    Também passei por isso, mas auxiliado pela média do computador de bordo.
    O problema é que muita gente, como sua esposa, não faz manutenção, e quando o carro fica "gastão" diz que é por estar "velho", que está na hora de trocar etc etc. Infelizmente ainda tem gente que acha "mais barato" trocar de carro do que fazer revisão... rs

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  80. Parabéns pelo post! Excelente didática e conteúdo minuciosamente pulverizado. Continue assim!

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  81. Caramba, descobri essa matéria somente um ano após sua publicação, mas estou pasmo. Como o autor pode atrelar a rotação de "rendimento" máximo (talvez tenha ser referido à rotação de torque máximo) em relação ao deslocamento volumétrico do motor? Se é 1.8, ande tantos rpm, se é 1.6...

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  82. tenho uma verona 1.8 motor ap caburador ano 91 estado de npvo a alcool aqui na cidade tem muitos lombada so da para anda ate 40 kl por hora ele faz 10 kl por litrro so na via de transito rapido fa fez 17 kl por litro de alcool eu nao acelero rapido e nao freio rapido no luga dos freio vou reduzindo as machas so dou uma pisadinha leve no freio para aumenta a velocidade vou aumentando ate o cxarro pedi as machas

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