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11 de fevereiro de 2012

FORA DE TÓPICO: MAS QUE RIO É ESTE?


No vídeo, a RioTur mostra um Rio que nós não conhecemos!

Nele, não vemos um casal normal (homem-mulher), nem uma família: para a RioTur, o Rio é uma cidade de gays, só tem homem com homem de beijinhos e mulher com mulher. Nada contra os homossexuais, cada um faz o que quer da vida, mas tudo contra um vídeo preconceituoso, tendencioso e mentiroso!

Sempre dizem que "videos/fotos/folhetos/cartões postais de mulheres com a bunda de fora" são um "incentivo ao turismo sexual:". E isso aí é o quê? Não é um incentivo ao turismo homossexual? Ah, isso então pode?

E aí, RioTur? Dois pesos, duas medidas?

Este video envergonha os brasileiros! O Rio nunca foi assim! E a RioTur tem o descaramento de chamar isso de "unique carioca lifestytle". Mentira pura e nojento! Me envergonho de ser carioca.

Se voce concorda comigo divulgue o desserviço que a RioTur está nos prestando! Se quiser divulgar o vídeo, o url é http://www.youtube.com/watch?v=NV-LE01K8dc .

BS


140 comentários:

  1. Nada contra os homossexuais, mas sim contra a exclusão dos heterossexuais.

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  2. É o fim do mundo. Até parece que é errado ser hetesexual. Abaixo a heterofobia.

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    1. Abaixo os idiotas que não sabem escrever.

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  3. Eh , Agora o bonito eh ser Gay.Sou Carioca e fiquei enojado.Cada um faz do seu corpo e sua sexualidade o bem quiser,porem , mostrar que esse eh o modo de vida do Carioca em geral eh o fim do mundo.

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  4. Putz, é pra sair do armário mesmo!!! O vídeo transformou o rio num puteiro gay.

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  5. Já pensou se fosse propaganda do turismo no Rio Grande do Sul?

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    1. Não estaria em inglês.

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  6. Tudo bem que o publico gay tenha dinheiro e gaste bem.... mas generalizar é foda hein... Poxa RioTur cagou o p** dessa fez.

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  7. Vocês são idiotas ou o quê? Isso é uma propaganda de uma EMPRESA para, claramente, um nicho específico (gays). Vocês querem o quê?! É como reclamar que não tem homem pelado em propaganda de cerveja!

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    1. Um vídeo de uma empresa? Qual, a RioTur? Ora essa!, trata-se de um órgão público, e esse órgão é do estado e o estado representa a TODOS os cidadãos e não apenas uma parcela deles. O vídeo não passa uma imagem real do que de fato existe por ali.

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    2. Toda forma de exclusão é digna de repulsa. Esse vídeo da RioTur é podre, para ficar no bom português. Quem não conhece a cidade do Rio de Janeiro e ver esse vídeo vai imaginar que na cidade só existem homossexuais, que está muito longe de ser verdade. Vejo esse vídeo como uma discriminação aos heterosexuais. Vídeo nojento, hipócrita e demagogo. Não sou carioca, mas compartilho da revolta de quem nasceu lá.

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    3. Corrigindo, heterossexuais...

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  8. It's the carioca lifestyle!

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  9. Realmente, esse vídeo é pura fantasia. No Rio de verdade, os homossexuais são agredidos físicamente e verbalmente, isso quando não viram estatística de homicídio.

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    1. Pior... e se esse vídeo aumentar o número de turistas gays e eles virarem estatística também (infelizmente), vai fazer efeito contrário.

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    2. Sobre agressões a homossexuais, de fato é algo que precisa ser combatido, assim como outras agressões. No Rio de verdade, heterossexuais também são agredidos, ou não existem pitboys e outros malacos diversos que adoram dar porrada em heterossexuais, leia-se aí maioria absoluta de homens, pacíficos e civilizados?
      Se formos passar para o Brasil inteiro, de 1980 a 2005 tivemos cerca de 800 mil assassinatos (http://www.camara.gov.br/sileg/integras/398227.pdf). Só que a maioria absoluta deles (uns 90%) foram de homens jovens. Sim, mulheres neste país estão muito mais seguras do que homens.
      Se passamos para homossexuais, descobriremos que nessa série de 25 anos foram assassinados 2.511, conforme o próprio Grupo Gay da Bahia certifica (http://www.ggb.org.br/assassinatos2005c.html). Isso é 0,5% do total e os números não dizem se essas pessoas foram assassinadas por homofobia, pelas mesmas razões que poderiam gerar mortes de heterossexuais (bala perdida, dívida de droga ou jogo, latrocínio etc) ou mesmo se foram assassinadas por outros homossexuais (um crime passional, por exemplo). Se formos pegar isso pela porcentagem de homossexuais na população, é também uma média baixa de assassinatos, independente do critério adotado para porcentagem. A ciência diz que 1 a 2% dos homens são homossexuais, porcentagens menores quando se fala de mulheres. Mesmo se pensarmos em tais números, que gerariam porcentagens baixas de homossexuais no total da população, é porcentagem baixa. E se pensarmos naquela clássica história de que 10% da população seria homossexual, ficaria uma porcentagem mais baixa ainda.
      Note-se também que de homossexuais assassinados que tinham profissão informada, a maioria deles era de profissionais do sexo, trabalho que por si só expõe uma pessoa ao perigo. Não é por acaso que profissionais do sexo, independente de serem prostitutas, travestis ou garotos de programa, preferem se aglomerar em uma mesma calçada e em um determinado lugar da cidade, pois isso por si só aumenta o número de testemunhas contra um eventual agressor e, pelo número de pessoas em um mesmo lugar, por si só intimida quem estiver com más intenções.

      Portanto, as próprias estatísticas mostram que o Brasil não é um lugar onde os homossexuais sejam especialmente assassinados por serem homossexuais, com os próprios números que o GGB divulga mostrando isso. Lugares onde um homossexual pode ser assassinado pelo fato de ser homossexual: Irã, Uganda, Arábia Saudita, entre outros.

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    3. P/ um país que se diz em desenvolvimento, o número é alto. Irã, Uganda e Arábia Saudita são poços de imbecilidade, sequer respeitam direitos básicos do ser humano. Além disso, o preconceito no Brasil é muito forte.

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    4. Pedro Henrique, se formos dividir 2.511 por 25 anos, dá uma média de 100,44 homossexuais assassinados por ano. Se formos pegar por porcentagem de população, o número estimado pela ciência de 1 a 2% da população significa que em 1980 tínhamos de 1,2 a 2,4 milhões. Se formos pensar que 2005 está no meio do intervalo de dois Censos, vamos imaginar que a essa altura o Brasil estivesse com 180 milhões de habitantes (imaginando uma média entre os 170 milhões de 2000 e os 190 milhões de 2010, e aqui fazendo um cálculo bem rápido). Isso significa que em 2005 podemos estimar que tínhamos de 1,8 a 3,6 milhões de homossexuais.
      Se pegarmos só o ano de 2005, em que foram registrados 85 assassinatos de homossexuais, significa que tivemos um assassinato para cada 21.176,47 pessoas de tal grupo e, se formos traduzir em assassinatos para cada 100 mil pessoas (afinal, essa é a estatística mais comum), significa que temos 4,72 assassinatos para cada 100 mil homossexuais. Observe-se que peguei a estatística de 1,8 milhão para dar números maiores, pois se pegarmos 2%, o número de assassinatos por 100 mil pessoas diminui, diminuindo mais ainda se pensarmos nos 10% que os grupos militantes afirmam dizer.

      Vamos comparar isso com a estatística do geral da população. Naquele mesmo ano, houve um total de 47.458 assassinatos no país inteiro (http://blogs.estadao.com.br/crimes-no-brasil/2009/12/03/a-morte-nas-grandes-cidades/). Imaginando-se que a população àquela época fosse de 180 milhões, isso significa que um brasileiro a cada 3.792,83 foi assassinado. Passando para o índice mais comum de medição de assassinatos, significa que 26,36 compatriotas a cada 100 mil perderam a vida de forma violenta pelas mãos de outra pessoa. Portanto, o índice de assassinato de homossexuais no Brasil é, estatisticamente falando, muito inferior ao da média da população brasileira.
      Em relação aos dados apresentados pelo Grupo Gay da Bahia, observe-se que eles só dizem em que estados aconteceram, por qual meio foram praticados, a idade dos assassinados e a profissão deles. Não há informação sobre quantos assassinatos ocorreram única e exclusivamente por ódio a alguém por sua condição de homossexual, quantos ocorreram por razões que poderiam igualmente afetar um heterossexual e quantos foram praticados por outro homossexual (o máximo que dá para deduzir que seja de homossexual para homossexual são os 2 garotos de programa, mas ainda assim faltariam outros 79 para saber as reais circunstâncias).
      Portanto, fica muito difícil sustentar que haja no Brasil uma predileção especial por homossexuais quando falamos de assassinatos se pensarmos que a média geral da população é muito mais alta que os números apresentados pelo GGB.

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    5. Em relação à força do preconceito, temos de levar em conta números objetivos pois, se caírmos na subjetividade, qualquer coisa poderia ser interpretada como tal. Não dá para computar como preconceito algo como "fulano olhou e virou a cara", pois uma pessoa que vira a cara pode não ser preconceituosa, mas tímida (tímidos, como bem sabemos, têm dificuldade de encarar pessoas que eles não conhecem e evitam olhar nos olhos). E só ficamos em um exemplo simples.
      Se formos pegar os homossexuais mais velhos, ao menos dois bem famosos (Clodovil e Rogéria) não relatam maiores problemas em suas vidas, mesmo quando não tinham fama, e isso em tempos mais brucutus que os de hoje. Rogéria, por sinal, reclama que os homossexuais de hoje estão muito molengas e medrosos, relatando a vez em que se deparou com skinheads que estavam querendo badernar uma área de boates gays. O que o senhor Astolfo Rogério Pinto (que diz adorar ser Astolfo e que não arrancaria fora algo que está em seu RG) fez? Foi até um ponto de travestis, juntou as bonecas mais porradeiras, levou para onde estavam os skinheads e aquele grupo desceu o cacete na neonazistada mais do que o Zé Aldo no Chad Mendes. Nem é preciso dizer que os filhotes de Hitler saíram correndo pedindo pela mamãezinha.

      Por fim, se para um país que se diz em desenvolvimento o número de 4,72 para cada 100 mil homossexuais ainda é alto (e aqui não sabemos quantos assassinatos foram mesmo praticados única e exclusivamente por homofobia), seria bom que tivéssemos dados de assassinatos de homossexuais em países em desenvolvimento que estejam em estágio econômico semelhante ao nosso, como México, Argentina, Chile, África do Sul e outros que nem de longe são um Irã, Uganda ou Arábia Saudita da vida, onde as leis criminalizam o ato de ser homossexual e o estado mata sem dó nem piedade quem for isso. Observe-se que Brasil, México, Argentina, Chile e África do Sul têm em comum a característica de serem nações democráticas, razoavelmente estruturadas (qualquer dúvida, que se compare com Paraguai, Bolívia, Guatemala e Moçambique, só para termos um critério de proximidade geográfica e fronteiriça) e que não vivem momentos de estagnação econômica (que poderia gerar busca de bodes expiatórios).

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    6. Tudo certo acima. Para cada bicha morta, matam muito mais heteros. Só que arrumam um escândalo tao grande que parece que mataram todas as bichas juntas. Só aqui.

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  10. Isso aí é o Brasil fingindo que é civilizado para o mundo que sabe que somos uns macacos selvagens, corruptos e pervertidos.

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  11. Sou homossexual e apaixonado por carro, acompanho o AE e vários outros sites/blogs automotivos. Sou muito feliz com a vida que tenho, mas realmente não concordo com a apelação do vídeo. Acho que o homossexual ganhou mais respeito na sociedade, mas eu não acho legal esse tipo de propaganda e exposição que vem ocorrendo, da a impressão que ser gay é um modo de vida agora. Na verdade ser homossexual não é uma escolha na vida, ao contrário do que muitos pensam... ninguém escolhe sofrer, ser discriminado, ser colocado pra fora de casa. As pessoas deveriam ter mais respeito com esse tipo de coisa.
    O que me preocupa mesmo é gente que mata, que estupra, que rouba... isso sim é um pecado contra a vida.

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    1. Esse é exatamente o ponto de vista desse video. É um preconceito contra os gays. Insinua que o Rio é rota para turismo sexual gay. Igual como se fazia com as mulheres.

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    2. Exatamente por isso não apoio o vídeo. E sim o respeito com o ser humano, independente de sua raça, cor ou "opção" sexual.

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    3. Sou hetero e concordo com voce, o vídeo apelou mesmo.

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    4. Concordo contigo. Homossexuais merecem respeito, não é só porque um homem ama outro homem que ele vai sair transando com qualquer marmanjo por aí. Claro que existem os imorais, mas a maioria dos homossexuais que conheço são pessoas decentes, que não iriam se rebaixar a essa libertinagem.

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    5. É o típico caso de tentar combater a discriminação ruim com uma discriminação politicamente correta. Assim como aquele Kit Gay que um certo candidato a prefeito de SP apoia.

      Estão querendo buscar a comunidade homossexual para turismo no Rio, afinal, os caras dão dinheiro. Ridículo, mesmo.

      Enquanto uns brigam por igualdade, outros brigam para tornar a preferência sexual um intocável objeto de porcelana chinesa e outros para lucrar em cima.

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    6. CaioFeb 11, 2012 04:46 PM

      Sobre o kit gay, um dos vídeos (o do rapaz que muda de cidade, torna-se amigo de um homossexual e vira bi) inclusive poderia gerar preconceito contra a amizade entre um heterossexual e um homossexual, dando a entender que um deles cortaria dos dois lados e por isso estaria com o gay.
      Convenhamos que isso acaba sendo uma daquelas boas intenções de que o inferno está cheio, pois poderia separar ainda mais pessoas por simplesmente tomarem rumos diferentes quando o assunto é sexualidade.

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  12. O vídeo claramente (desde o placar do aeroporto com as faixas listradas) é focado no público homossexual, num dado momento apresenta que há 50 lugares preparados para recebê-los. Logo, não vejo qualquer sintoma de apologia, nem qualquer tipo de distorção. Afirmar que o Rio recebe bem os homossexuais é ruim? Me desculpe, Buenos Aires, por exemplo, é uma cidade conhecida mundialmente como gay-friendly. Não entendo qual o problema. O problema no Rio é de outra ordem, falta de serviços públicos, segurança, etc, etc. Por favor!

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    1. Você prestou atenção no absurdo que você escreveu?!!! E seguindo sua linha limitada de raciocínio, vou falar para a RioTur alterar o vídeo então. Faltou incluir garotas e garotos de programa para os solteiros que só querem ir ao Rio curtir a vida, fazer o chamado turismo sexual...

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  13. "Antigamente o homossexualismo era proibido no Brasil.
    Depois passou a ser tolerado.
    Hoje é aceito como coisa normal.
    Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório."

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    1. Vamos fazer uma carreata das pessoas de bem e sumir deste Brasil cada vez mais podre. Tá cada vez mais difícil ter orgulho de ser brasileiro...

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    2. Cara, eu achei o vídeo muito preconceituoo: só aparece gay bombado e rico.

      E os gays gordos e pobres da zona oeste do Rio, como ficam?

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    3. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    4. Em 1971 fumar era bonito e dar a bunda era feio
      Em 2012,fumar é feio e dar a bunda é bonito

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    5. É verdade, quem já disse isso foi o pai do FB, grande verdade.

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    6. Fumar é uma coisa asquerosa.

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    7. Asqueroso é dar o rabo, homens se beijando, se agarrando, bichices, gaizices, veadagens! Isto é que é a coisa mais asquerosa do mundo. Cena deplorável, imunda, feia, ridícula.

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  14. "It's the carioca lifestyle!"

    É o que nós, os outros brasileiros pensamos.

    "Guenta, Bob".

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  15. Ferreirafp11/02/12 10:17

    qua, qua, qua, qua...."unique carioca lifestyle"...depois são os gauchos que levam a fama....huahuahuahuahuahuahuahauhua.

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  16. SergioCJr.11/02/12 10:29

    Acho que está havendo um erro de interpretação do vídeo...

    Como o anônimo das 03:14 ressaltou, é um vídeo dirigido ao público gay, mostrando que o rio é uma cidade gay-friendly, ou seja, um vídeo feito para um público específico, tanto que ressalta especificamente lugares que aceitam esse público.

    Sou paulistano, mas quando fui em Ipanema vi que tem alguns lugares que tem fincada uma bandeira com arco-íris, como mostra no vídeo, e nem por isso achei que o Rio fosse um reduto gay...

    Se fosse um vídeo sobre carnaval mostraria as mulatas rebolando de bunda de fora, em nem por isso estaria deturpando algo, pq no carnaval, realmente, há mulatas desfilando de bunda de fora.

    Da mesma forma, se fosse um vídeo para quem tem animais e gosta de viajar com eles, cujos donos procuram lugares e cidades pet-friendly, o vídeo mostraria as pessoas passeando com seus animais na orla, hotéis especializados em receber animais, restaurantes, bares e shoppings que aceitam a entrada de animais, etc... e nem por isso se estaria passando a mensagem que o Rio é uma selva e que aqui os animais 'tomam' os lugares das pessoas.

    Desde o começo o vídeo deixa claro ao público que se destina... Em nenhum momento afirma que o Rio é gay, mas que é uma cidade que, aí não sei se é verdade, recebe bem os homossexuais.

    Bob, acho que não denegriu a imagem de sua cidade não...

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    1. SérgioCJr

      Defendo e sempre defenderei a liberdade de expressão, em que todos são ou devem ser livres para falar a respeito e expor qualquer assunto. Só que a RioTur – Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro S.A., sociedade de economia mista – é o órgão executivo da Secretaria Especial de Turismo e tem por objetivo a implementação da política de turismo do Município do Rio de Janeiro, formulada pela Secretaria, em consonância com as diretrizes e os programa ditados pela Administação Municipal (definição no site da RioTur). A minha indignação, e não estou sozinho nisso, é apelar para o sexo, qualquer que seja a forma, como maneira de promover o turismo. É nojento. Faltou compostura e/ou educação de berço a quem na Prefeitura do Rio de Janeiro idealizou e quam autorizou esse tipo de promocão-convite. De novo, envergonha-me ser carioca.

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    2. Concordo com o SérgioCJR. Vocês estão observando o vídeo completamente fora de contexto. Este vídeo foi feito para dizer que a cidade é gay-friendly, e não um convite ao turismo sexual gay no Rio. O vídeo é claramente destinado a um público específico. É uma publicidade para atrair este público para a cidade. Não consigo entender como este vídeo possa remeter ao turismo sexual. Basicamente é um vídeo de promoção da cidade como outro qualquer, apenas substituindo os casais "sarados" heterossexuais que apareceriam por casais "sarados" homossexuais, mostrando opções de passeios e passando a mensagem que eles serão bem aceitos (se sim ou não, a discussão é outra).
      Acho que vocês estão exagerando um pouco, com uma pontinha de preconceito aí.

      Felipe.

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    3. AnônimoFeb 11, 2012 06:08 AM

      R: Sendo a cidade "gay-friendly", por que não mostrar alguém heterossexual tratando homossexuais numa boa e mostrar que o Brasil é um país que respeita as pesosas independente de quem for? Não posso deixar de notar no vídeo uma certa abordagem que remete ao marxismo cultural, que envolve compartimentar as pessoas conforme um determinado aspecto de suas vidas e obrigá-las a ficar circunscritas a esse determinado aspecto de suas vidas.

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    4. Lembro que durante uma copa a Suécia fez uma propaganda turística mostrando os homens de lá. O objetivo era atrair as mulheres que não estavam interessadas em futebol. Nem por isso os suecos (as) tiveram vergonha de serem suecos(as).

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  17. Nada demais o vídeo. Falta de interpretação total.

    Vídeo de publicidade apenas para atrair os gays. Nada absurdo.

    O vídeo da tomorrowland mostra gente drogada na divulgação, a maioria heterossexuais, e mesmo assim é bem aceito.

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  18. John Nobody11/02/12 11:20

    A RioTur foi inteligente: fez um vídeo para captar turistas homossexuais, pois são eles que torram mais dinheiro.
    Ser heterossexual é uma burrice: você casa e coloca um ou dois filhos no mundo, gasta os tufos com a educação deles e não sobra nada para fazer turismo. Por isso, se você é pai de família, lamento: a RioTur não tem um vídeo para você.
    E sabem o que é pior? Se você escreve a palavra "família" a turma moderninha já te chama de reacionário, como se isso fosse uma falha de caráter...

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    1. John Nobody
      Se a RioTur não tem um vídeo para mim, mais uma razão para me envergonhar de ser carioca.

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    2. John Nobody11/02/12 18:22

      Vamos abrir o jogo! O que está em voga, veladamente, é um conflito de ideologia: de um lado temos a cultura marxista, cujos seguidores são contra os três pilares do mundo ocidental, quais sejam: a ética judaico-cristã, a filosofia grega e o direito romano.
      Promover o homossexualismo, embora para potencializar o turismo capitalista, é um dos meios que os marxistas - infiltrados em todas as esferas da sociedade - encontraram para minar o conceito de família convencional, pois ela representa a manutenção do direito à propriedade, que é algo que os marxistas abominam.
      Outra muleta dos marxistas é a bandeira da ecologia, com a quela eles querem acabar com o automóvel, símbolo máximo da cultura ocidental.
      Caros autoentusiastas, estou soando paranoico, eu sei, mas este processo só está no começo. Quando ficar claro para a maioria, será tarde demais para aqueles que hoje estão entre as pessoas mais conservadoras.
      Aqueles que gostam de carro, e do sexo oposto, ainda serão minoria na sociedade...

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    3. Eu bem que gostaria que fosse só paranóia, mas há muito menos paranóia aí, do que muita gente boa possa imaginar.

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    4. ao John Nobody

      O que o marxismo tem a ver com homossexualidade e com ecologia?

      Homossexualidade = relacionar-se com uma pessoa do mesmo sexo.

      Ecologia = preocupar-se com a proteção do planeta, deixando as necessidades humanas para segundo plano.

      Marxismo = padronizar o comportamento humano de modo a engrandecer o Estado, que deve enriquecer e crescer a qualquer custo.

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    5. John Nobody11/02/12 23:43

      Anônimo, se você ainda não entendeu, não vou perder tempo tentando explicar. Aliás, para mim você é um marxista, pois me questiona pelo simples fato de questionar - o que é um traço dos marxistas de carteirinha. Portanto, não vou entrar na discussão.

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    6. AnônimoFeb 11, 2012 03:35 PM

      Aqui fala-se de marxismo cultural, que é insidioso. Bandeiras como defesa da natureza e dos homossexuais não são nesse contexto usadas para o que deveriam ser, mas sim como trampolim para um "amaciamento" da sociedade para que ela se torne mais propensa ao marxismo.
      A defesa da ecologia nesse contexto não é feita com bases estritamente ligadas ao efeito que o meio ambiente tem para o bem de todos nem a um manejo racional de bens naturais, mas sim como forma de gerar um ruído na sociedade e, muitas vezes, o produto final da coisa ser pior do que aquele que seria obtido sem gente histérica dizendo que nós humanos oprimimos animais e vegetais. Uma coisa é poluir menos pelo fato de um mundo mais limpo ser mais saudável para todos. Outra é usar o meio ambiente como uma forma de querer destruir a civilização e a partir das ruínas formar uma nova civilização. Todos sabemos que existiram civilizações que colapsaram por causa do mau manejo ecológico (vide maias, índios pueblos e habitantes da ilha de Páscoa), mas também sabemos que civilização e meio ambiente podem sossegadamente conviver juntos (fora que certas espécies selvagens e nativas adaptaram-se bem à civilização que supostamente as oprimiria).

      No caso dos homossexuais, jogá-los contra os heterossexuais partindo do princípio que todo heterossexual é preconceituoso até que prove o contrário é também uma forma de usar do princípio do marxismo cultural para gerar cizânia na sociedade. E obviamente partir desse princípio é absurdo pois homossexuais são filhos de uma relação heterossexual e a maioria deles não têm qualquer problema com seus pais (conheço um homossexual órfão de mãe que é devotadíssimo ao pai dele e você vê nitidamente em seus olhos o quanto que ele gosta do velho dele), muito menos com seus parentes heterossexuais.
      Um dos lances do marxismo cultural é o de usar a sociedade como censora de si própria. De repente, um heterossexual usa algum termo de amplo uso popular que os próprios homossexuais usam para se definir e que nem de longe ligam para outros usarem. Porém, eis que surge uma multidão de militantes (que são minoria entre os homossexuais, assim como uma minoria de mulheres é militante feminista) e começam a acusar aquele heterossexual de homofóbico por ele simplesmente ter usado um determinado termo de uso popular e também usado por homossexuais. De cara, o heterossexual vai ficar com medo, uma vez que militantes ficam escondidos na multidão e podem pipocar do nada.

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    7. Com isso, gera-se também um medo da pessoa em simplesmente expressar seus pensamentos. O cara nada tem contra o que os homossexuais fazem, mas prefere um homossexual educado como o falecido ator Sérgio Britto em vez de algum escandaloso e agressivo como algum desses militantes gays mais boquirrotos. Porém, se ele fala isso, começa a ser acusado de homofóbico e que sua preferência seria a postura de um opressor que não se sente ameaçado por um homossexual "domesticado" e quer impor postura de ovelhinha a todos os outros homossexuais. De repente o cidadão acusado fala que nada tem contra os homossexuais e que tem amigos que são assim, ao que recebe como resposta uma acusação de que essas amizades apenas seriam uma fachada para esconder o próprio preconceito ou uma homossexualidade enrustida. E, claro, gera-se o preconceito contra a amizade entre homossexuais e heterossexuais,
      Obviamente, não é o cidadão acusado que gosta de gente educada (e aqui independendo da sexualidade) que é o opressor, mas sim esse que quer fazer com que um cidadão comum se cale por expressar sua própria opinião com palavras que ele sabe que atrasam a revolução, uma vez que palavras criadas ou popularizadas por um povo que nem de longe teria a mesma autonomia sob um regime marxista.

      Observe-se que a censura privada do marxismo cultural é mais eficiente que a censura oficial do marxismo clássico. Em censuras oficiais, você sabe como passar ao largo dos censores e esses mesmos censores não têm como te proibir de falar o que pensa em ambiente privado e com pessoas de sua confiança (salvo quando escalaram multidões de informantes, como na Alemanha Oriental, trabalho esse de alto custo). Na censura marxista cultural, a pessoa fica com medo de expressar seu pensamento, pois sequer sabe como expressá-lo de uma maneira que alguém de má fé não possa descontextualizar (uma vez que essa pessoa de má fé pode acusá-la de monstro por simplesmente ter usado uma determinada palavra). Fora isso, é também censura muito mais barata, pois praticada por cidadãos comuns que não recebem qualquer remuneração para isso e apenas estão sendo otários de líderes a quem interessa tais comportamentos de cizânia arraigados no povo, por facilitar o corte de comunicação entre pessoas diferentes e dificultar a resolução de impasses sem que o Estado seja envolvido.

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    8. Anônimo 11/02 08:49 PM:
      Isto tudo que você disse, ilustra bem a essência e o objetivo final em si deste movimento, desta patrulha que é conhecida pelo nome de "politicamente correto".

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  19. A divulgação desse vídeo foi um "engano".

    Esse aqui é o vídeo original da RioTur

    http://www.youtube.com/watch?v=V4b1T8fZhDo

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    1. Agora sim deu vontade de ir ao Rio, hehehehe

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  20. Rio de Janeiro capital, taí um lugar que nunca passarei perto. Gente ixxxperta, sotaque feio, futebol mediocre. Se um dia eu for , vai ser pra fazer turismo sexual nas famosas termas , onde são pinçadas várias "estrelas" do pornô nacional.

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    1. e melhor ficar longe mesmo... pq se eu te ver por aqui vai dar merda.

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    2. Tenho mtos amigos no RJ.

      Cidade massa p/ caraio.

      E puta p/ puta meu amigo, SP tem os famosos "cafés".

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    3. Aqui em Sp tem puta tambem, mas as do Rio são verdadeiras profissionais

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    4. Hahahahahahha...

      Aiaiai...

      Ker dizer q as putas paulistas são puritanas?

      Meu Deus do céu..é cada coisa q eu leio.

      Puta é puta em qq lugar meu amigo.

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  21. Antonio Perobão11/02/12 12:56

    Vendo este vídeo, me deu uma vontade de doravante passar a também queimar o lordo.

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  22. Lorenzo Frigerio11/02/12 13:24

    Provavelmente repercutiram uma reportagem publicada pela FSP meses atrás que o RJ era "a melhor cidade brasileira para os gays".

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  23. A maior parada gay do mundo é em SP.

    Unique VIADO lifestyle é no RJ.

    E dps falam dos gaúchos...rss.

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  24. Não vi apelação sexual, vi casais gays passeando e curtindo no RJ. O vídeo é direcionado a essas pessoas, isso está claro no final do vídeo. Não entendo tanta indignação, a não ser pelo puro preconceito.

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    1. Fiz a publicação acima às 13:31h e não às 8:29h, o sistema tá meio doido!!!

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    2. Romero Florio
      A indignação está num órgão da Prefeitura fazer esse tipo de divulgação totalmente desnecessária, mostrando um Rio de Janeiro diferente do que é.
      Quanto ao horário, o sistema está atrasado seis horas. Já contatei o Google, mas até agora nada de solução.

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    4. Também acho completamente desnecessário esse tipo de assunto num blog intitulado de "Autoentusiastas".
      Certas indignações, acho que não cabem aqui!
      Não é a primeira vez que vejo esse tipo de colocação literalmente fora do contexto do blog apenas para colocar um posicionamento homofóbico do Bob.
      Espero que talvez, um dia, você perceba a besteira em que está se metendo!
      Que bobeira, Bob!
      Nunca imaginei ter que escrever isso aqui!

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    5. ROMERO FLORIOFeb 11, 2012 08:29 PM

      Há uma clara diferença entre homofobia e criticar um vídeo de turismo por ele dar a entender que se está incentivando o turismo sexual aos homossexuais da gringa.
      Homofobia seria recusar a entrada de um homossexual no Rio de Janeiro por ele o ser. Porém, se estão abordando os homossexuais, por que não falar de outros lances da cidade, como os tais 50 lugares "gay-friendly" que foram abordados só de relance no vídeo? Se o cara quiser vir para cá com o propósito de transar com iguais, que seja algo de seu exclusivo desejo pessoal e que a propaganda fique no boca a boca, sem que o governo dê a entender qualquer coisa. O mesmo vale para se evitar o incentivo ao turismo sexual hétero. Pra que mostrar uma bunda em um biquíni socado ou um torso masculino desnudo se o lucro construtivo está em promover visitas ao Corcovado, ao Pão de Açúcar e ao Jardim Botânico?

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    6. O cara se irrita com o Bob porque considera o post homofóbico (não sei onde isso...) Porém, o mesmo sujeito é discriminatório (seguindo o mesmo raciocínio do cidadão) ao não aceitar que se "fuja" do tema automóvel. Caramba, vê se cresce! Me irrita esse tipo de postura.

      Não vejo nada de errado em um post eventual, fora do contexto automóvel, ser publicado aqui no AutoENTUSIASTAS. Para mim, todo meio de comunicação deve ser usado para apontar os exageros. Para aqueles que não gostam de "fugir" do assunto automóvel é simples: basta não ler o post, simples assim.

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  25. ô loco meu, Rio de Janeiro, Campinas e Pelotas.

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  26. Este comentário foi removido pelo autor.

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  27. Revoltante e nojenta essa imagem do Rio (e tb do país como um todo) que estão passando para os turistas estrangeiros. Esta é mais uma daquelas em que me envegonho de ser brasileiro.

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  28. 1) Assim como outros, também entendi o vídeo em questão como propaganda direcionada a homossexuais, o que por si só nada tem de mais. A abordagem é que não foi adequada, pois partiu do pressuposto reducionista de que homossexuais viveriam todos os minutos de sua vida pondo aquilo naquilo ou esfregando dois aquilos. E, convenhamos, não me parece que uma pessoa, independente de heterossexual ou homossexual, vá passar 16 horas por dia (imaginando as 8 de sono regulamentares) tendo relações, até porque há outras coisas interessantes a se fazer na vida do que apenas ficar entre quatro paredes ou fazer aquilo que se faz em quatro paredes (seja nas quatro paredes ou em outros lugares);

    2) A lebre levantada pelo Bob foi boa: não se pode entender turismo sexual como apenas aquele feito por homens heterossexuais que vão para lugares pobres e dão um qualquer para uma prostituta maior de idade ou, pior, para pegar uma garota menor de idade. Turismo sexual pode ser também praticado por homossexuais. Não é preciso ser gênio para saber que uma certa porcentagem de homossexuais estrangeiros viriam para cá para pegar travestis ou garotos de programa (aqui imaginando sexo entre adultos que consentem com tal prática). Porém, é preciso também pensar em quem vem para cá para predar nossos meninos menores de idade. Isso também é tão turismo sexual quanto alguém pegar uma menina menor de idade, é tão degradante quanto e igualmente queima o filme de nossa nação no exterior.
    Portanto, seria uma boa mudar a abordagem de nosso país em relação ao turismo, bem como a abordagem que nossas cidades fazem com tal assunto. Amsterdam tem prostituição liberada e maconha em coffee-shops, mas com certeza não é promovida oficialmente como tal, tendo a fama em questão advinda exclusivamente de cidadãos comuns, sem qualquer incentivo governamental;

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    1. 3) Outra coisa a ser lembrada é que interessa para fins de dominação que as pessoas sejam separadas por grupos e que vejam outros grupos como supostos inimigos de seu progresso. Nessa, surge o lance de mulheres serem instadas a ver homens como opressores, negros verem brancos como obstáculo a seu crescimento, homossexuais vejam heterossexuais como inimigos até que se prove o contrário, fora aqueles lances de quererem por quererem que a pessoa se compartimentalize em um determinado grupo e não saia nem um pouco da caixinha. Fulano é mulato? Vão querer meter na cabeça dele que isso significaria "filho de mula" e seria uma denominação depreciativa, quando na realidade deriva do árabe "muwallad" e significa "de ancestralidade mista". E, claro, vão querer por querer que ele se veja como negro, mesmo que se sinta bem identificado com seus parentes brancos.
      Mestiços? obviamente que para essas pessoas eles não existem nem podem se ver como tal e se sentir bem assim, pois isso significa conciliação e com conciliação não é gerado o caos necessário para manter toda uma população dominada.

      Passando para o campo da sexualidade, a coisa pode ficar no lance de um bissexual ser visto por um heterossexual como um homossexual enrustido, enquanto um homossexual vê esse mesmo bi como um homossexual que nega a si próprio e tenta se enganar tendo relações heterossexuais. Por que isso? Obviamente porque o bi não se torna útil para o propósito de isolar as pessoas em compartimentos-estanque.
      E isso por si só também torna-se um pedido para que as relações naturais entre as pessoas comecem a ser vistas com desconfiança. Como heterossexual, noto isso um pouco tanto quando saio com meus amigos heterossexuais quanto noto mais ainda isso ao sair com amigos homossexuais. A maldade implantada nas mentes alheias e com o tal propósito secessionista faz com que dois homens heterossexuais sintam-se esquisitos ao irem almoçar em um restaurante, bem como começa a gerar maledicências quando há uma amizade entre um homem heterossexual e um homossexual, seja por parte de heterossexuais olhando para aquele heterossexual como se fosse um homossexual no armário, seja de homossexuais olhando para aquela amizade como se fosse um desejo homossexual latente do heterossexual, e não como uma simples amizade em que duas pessoas saem, falam besteira, tiram onda reciprocamente e outras coisas que qualquer amizade teria.

      Tudo isso, obviamente, é feito pelas pessoas sem pensarem no que faz, mas interessando a quem lucra com tal divisão da sociedade, que incentiva isso e faz essas pessoas de inocentes úteis. Obviamente que o resultado no ar é o de querer constranger quem dá de ombros para isso.
      E mesmo entre os homossexuais, noto que há aqueles que se recusam a serem encaixados nessas caixinhas. Vide Ney Matogrosso, que declara a quem quiser ouvir que não quer ser limitado a um aspecto de sua vida, não desfila em parada gay e cuja única militância é pelos hansenianos;

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    2. 4) Porém, é preciso lembrar que há uma diferença entre guetos e a natural junção de pessoas por interesses comuns. Se existem programas direcionados para homossexuais, é porque estes querem encontrar mais facilmente quem tiver isso em comum com eles. Partindo do mesmo pressuposto e tirando a sexualidade da jogada, é por esse motivo que existem bares de roqueiros, casas de forró e encontros entre pessoas que portem uma determinada condição (por exemplo, AA, NA e outros grupos anônimos).
      A grande diferença de transformar em gueto ou ser simplesmente algo em que as pessoas se sintam mais confortáveis do que em outros lugares está na abordagem em questão. Quando você faz gueto, fica aquele lance de quem for de fora ser uma ameaça a ser combatida, enquanto na junção de interesses pressupõe-se que é um momento da vida da pessoa e quem for de fora e não gostar não é obrigatoriamente má pessoa.

      Quando se cai na mentalidade de gueto, há mais chance em querer se achar culpados externos para algo que aflija aquele grupo. E nessa, quem está dentro do gueto torna-se presa fácil para lavagem cerebral, ainda mais se ela usar elementos que aparentemente pareçam lógicos;

      5) E, claro, quanto mais guetos houver e mais pessoas ficarem lutando pelo gueto e não pelo todo, mais e mais a cizânia prevalece em uma socidade e mais e mais essa sociedade torna-se governável. O lance é ir vendo pelos exemplos históricos, como a invenção dos hutus e tutsis em Ruanda, a estigmatização daqueles não considerados "arianos" na Alemanha nazista, a separação entre "proletários" e "burgueses" (aqui lembrando que "burguês" seria aquele que incomodasse um governo comunista). Em tempos atuais, podemos pensar naquele lance de quererem dar aura de normalidade a algo condenável que alguém supostamente oprimido faria, enquanto se alguém supostamente opressor o fizer, será visto como o inimigo número 1 do povo.

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    3. A 11 fev 12:50 pm
      Brilhante aula. Parabéns e obrigado.

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    4. Rafael Ribeiro12/02/12 00:02

      Anônimo das 12:51,

      Parabéns pelas colocações, já leu o livro de Demétrio Magnoli, Uma Gota de Sangue, História do Pensamento Racial? Interessantíssimo.

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    5. Ao Anônimo 11/02 12:50 pm

      Rapaz, excelente seu comentário, merecia ser assinado. São por esses motivos que você apresentou que escrevi mais acima que toda forma de exclusão é condenável.

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  29. Oskrmarinho11/02/12 19:07

    A gente fica pensando aonde é que a coisa vai chegar!Há uma paranóia envolvendo quase todo mundo e em especial o Poder Público, com toda essa história de proteção excessiva e injustificada das minorias, através da criação de leis e mais leis, ora para proteção das mulheres, dos gays, lesbicas, dos negros, dos descamisados, dos sem-terra, sem-teto, dos descendentes de indígenas, dos sem-vergonha, de tudo enfim; não se leva em conta porém, que são desnecessárias leis específicas para casos específicos, porque uma lei só é boa se for feita para todos, basta apenas que seja cumprida, cabendo ao Estado através do Judiciário, manter a vigilância para punir os infratores; porque uma "Lei Maria da Penha" se o Código Penal ja tipifica e estabelece penas para os crimes contra a vida, de quem quer que seja, mulher, homem, gays e suas variações; agora, além de leis estapafurdias, também os comportamentos valorizam muito mais essa minorias, ditas indefesas, via propagandas na midia, como essa de que se trata, passando a impressão errada de que o nosso País, de modo geral, é um paraiso gay; nada contra essa ou qualquer outra parcela da população, porém o homem comum, o cidadão que tem familia, trabalho normal, comportamento sexual normal, que escolheu ser parceiro de uma mulher, com ela ter filhos, trabalhar e lutar para educá-los com um minimo de decência e bons exemplos, fica se sentindo até deslocado nessa pretensa nova sociedade que nos querem impingir; daqui a pouco, ser homem, heterossexual, trabalhador, contribuinte do Fisco, respeitador das leis, vai causar vergonha!

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    1. Falou e disse: a lei já existe para a proteção geral, a proteção de todos. Que se aplique, então. Do modo como as coisas estão indo, logo teremos a "Delegacia dos Calvos", a "Delegacia dos Obesos", a "Delegacia dos Dentuços", a "Delegacia dos Míopes", etc, etc.

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    2. Só que tem uma pequena diferença: calvos, obesos e dentuços não são assassinados apenas por serem calvos, obesos e dentuços.

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    3. Não tem diferença nenhuma: seja qual for a razão do assassinato (preconceito, ciúmes, rixas pessoais, preferência futebolística, etc), o resultado é o mesmo: a vítima morre.

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    4. Pedro HenriqueFeb 11, 2012 02:33 PM

      R: Obesos e dentuços são vítimas de bullying em escolas. E não me surpreenderia se um bando de marginais disfarçados de alunos pegasse um deles e descesse tanta porrada a ponto de até mesmo a vítima morrer ou ficar muito desfigurada.

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  30. calma bob,

    Não sou gay, mas pra mim o vídeo tá dizendo que o rio é um lugar que acolhe bem turistas homossexuais, e não que só existe homossexual no rio. Quem seria estúpido a ponto de pensar isso?

    com relação ao "unique carioca lifestyle", acho que não se refere a homossexualismo, mas àquele jeito de ser típico do carioca, e que é singular (independente da sexualidade).

    Abraços!

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  31. Se um homossexual for discreto, educado, e se comportar de acordo com o decoro e regras de convivência social (assim como os heterossexuais também devem se comportar), não há a menor necessidade de que haja lugares "homo-amigáveis" para serem freqüentados. Pode perfeitamente estar em qualquer lugar, e ninguém nem vai saber de suas preferências sexuais. Agora, se quiser soltar a franga, exibir trejeitos, rebolar, desmunhecar, se insinuar acintosamente para outros caras, enfim exibir comportamento "afirmativo" que constranja ou choque os demais cidadãos, é melhor que fique em casa, como, aliás, devem ficar todos que não sabem se comportar adequadamente em lugares públicos, inclusive os heterossexuais. Esta patrulhazinha politicamente correta cretina, de que todos devem achar uma maravilha e aplaudir de pé a "bicha-louquice", já torrou a paciência.

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    1. É isso aí. Respeito é bom e recomendado para todos.

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    2. Aplaudo de pé seu comentário. Tudo que foge das regras do bom convívio social é condenável, seja homo ou heterossexual.

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  32. Esse não é um vídeo que mostra que o Brasil/Rio é receptivo aos gays ( o que é mentira, homofobia é muito grande no Brasil) para tentar atrair esse filão do mercado.

    Essa não é uma peça única é um vídeo direcionado. Como é um vídeo para um público específico então fala só de gays, mas existem outros vídeo da campanha que são mais abrangentes.

    Informe-se, meu caro.

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    1. Homofobia? O Brasil é o país mais amigável aos gays no Mundo. Nem na Argentina eles têm tantos direitos. Na Europa, neonazis matam dezenas de gays todos os meses. Na África e na Ásia, assumir-se homossexual é quase como assinar a própria pena de morte. Veja se isso acontece no Brasil...

      Agora, que gays têm mais dinheiro sobrando que pais de família, isso têm (claro, não gastam com crianças nem com as vontadinhas da esposa).

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  33. Um absurdo este comercial! Em se tratando em uma empresa de capital misto (o meu quente, por favor!) deveriam expor o que o Rio de Janeiro realmente é; os traficantes, as milícias, os hospitais públicos sucateados, os bailes funk...
    Não sei o que acontece com os publicitários. Nas propagandas de carros a mesma coisa, mostram os carros andando. Mas eles quebram e muito.

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  34. Um dos motivos é que o governador carioca é um medíocre, e a minoria barulhenta dos politicamente corretos faz barulho mesmo, e quem não concorda é injustamente tachado de preconceituoso.
    A prova é a eleição de Barack Obama. Foi eleito pela cor da pele e não por suas ideias e propostas.
    Com certeza um dos objetivos das esquerdas é acabar com a noção de família e religiosidade, pois são entraves nos seus planos de dominação da sociedade. Paranoia? A única coisa que está brecando eles é o fato de a economia estar indo bem, e o povo estar comprando como nunca. Isso traz votos afinal.
    Os mais velhos devem se lembrar do governo de João Goulart, onde o país estava uma bagunça como agora, mas a economia estava muito mal, graças ao governo de JK que fez a inflação disparar. A coisa chegou a um ponto que houve intervenção militar e a implantação de uma ditadura.
    Claro que o país e o mundo mudaram muito de lá pra cá, mas... e os militares?

    McQueen

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  35. Alexandre - BH -12/02/12 02:09

    Pô, eu tinha esperança de alguma chance com a Garota de Ipanema, mas depois desse vídeo da RioTur...

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  36. nunca imaginei que um jornalista que eu considerava uma pessoa inteligente fosse um homofobico ignorante a este ponto, que desprazer ler isso no autoentusiastas. atrair turistas, voce nao entende isso? ou pra voce só serve turista que seja hetero? imbecil

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    1. É homofobia criticar um vídeo direcionado ao público homossexual cujo contexto é muito parecido ao do material de divulgação para os heterossexuais em que apareciam bundas de fora em vez de uma bela praia? A crítica que se está fazendo é a de o vídeo, do jeito que foi feito, soar como incentivo ao turismo sexual por parte de homossexuais.
      É válido fazer publicidade direcionada a homossexuais? É válido sim, mas há abordagens e abordagens. Assim como muito se criticou a divulgação turística do Brasil de formas que davam a entender que aqui é uma meca do turismo sexual hétero, é criticável usar essa mesma abordagem quando se fala com homossexuais.

      Assim como não é preciso mostrar uma mulher em biquíni mínimo para que um lugar seja divulgado e visitado por heterossexuais, não é necessário ficar mostrando fortões com torso desnudo para dizer que um lugar é aberto aos homossexuais. E isso porque o vídeo mostra outros recursos válidos para se atrair o público gay, como a tal menção dos 50 lugares "gay-friendly".
      Exemplo simples de lugar que faz abordagem sem partir para dar a entender que é meca de turismo sexual: Florianópolis. O que vi de material de divulgação de lá fala das praias e das atrações turísticas, inclusive das "gay friendly". Não apelaram para mulheres seminuas ou torsos musculosos expostos, sendo que a cidade é conhecida tanto pela beleza de suas mulheres como também se tornou importante polo de atração de homossexuais no país. Deixaram isso para ser feito pelas movimentações espontâneas do povo.

      Enfim, quero poder crer que tenha declarado tal coisa em um lance de impulsividade, mas que agora esteja analisando direitinho as coisas e ligando os pontos.

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  37. Vish Bob, pisou no calo, hoje em dia nao se pode criticar mais nada sobre homossexuais, que é homofobia...
    Se você está num onibus, e tem um casal à sua frente se agarrando desrespeitosamente, você pode tranquilamente pedir educação e mudar de lugar se necessário, agora se você fizer isso com um casal gay meu amigo, de cara vai ser acusado de homofobia, e vai ser aquele alvoroço desnecessário e preconceituoso.

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  38. É só uma questão de saber interpretar o texto.

    Palavras do Bob:
    " Nada contra os homossexuais, cada um faz o que quer da vida, mas tudo contra um vídeo preconceituoso, tendencioso e mentiroso!"

    Se em algum momento o Bob criticou os homossexuais no texto, me mostrem, porque eu não vi.

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  39. "Tudo é uma questão de manter
    A mente quieta
    A espinha ereta
    E o coração tranquilo
    Tudo é uma questão de manter
    A mente quieta
    A espinha ereta
    E o coração tranquilo
    A toda hora, todo momento
    De dentro prá fora
    De fora prá dentro
    A toda hora, todo momento
    De dentro prá fora
    De fora prá dentro".

    Walter franco

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  40. Bob,

    Público gay no mundo é um nicho preconceituoso em si mesmo, fomentado por eles mesmo. Estão ávido em gastar seus bem sucedidos salários em locais somente deles. O Rio quer aproveitar o Mercado e eles querem tomá-lo de assalto.

    Tudo uma questão de mercado, calcado em princípios pessoais, assim como religiões e tudo mais.

    Um lado porco do ser humano que fomenta o capital.

    Simple assim, Bob. Simples assim.

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  41. Vamos encher a cidade de Fiat 500 e Minis todos cabriolet que são carros gays. Muito gays.

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    1. Milton Rubinho14/02/12 23:21

      Porra, esqueceram dos C3???

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  42. bom, e o que tem de autoentusiasmo aí?

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    1. A 12 fev 04:29 am
      Resposta: nada. Por isso o 'Fora de Tópico' no título. É apenas o exercício de opinar sobre qualquer assunto relevante, e este é.

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    2. Poderia opinar escrevendo corretamente. Mas estamos no Brasil e sabemos que nem todos tiveram acesso à escola.

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  43. haha

    De Gaulle cada dia mais certo.

    Brincamos com a economia, nos esforçamos para parecer sérios em medicina, aí vem e entopem o mundo com peitos, bundas e pintos a nosso respeito.

    A gente não se toca.

    Nunca, nunca seremos.

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  44. na boa,
    o vídeo é mal feito ainda.

    recortes toscos, textos e tipografia primários.

    e os atores são muito ruins, nem pra encenar drama mexicano servem.

    busquem no youtube video de turismo de outros lugares... dêem só uma olhadinha..

    que merda

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  45. É ISSO AÍ BOB, PAU NESSA VIADAGEM!!!

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    1. Opa, esta foi boa!

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  46. ué,
    por anos fazem isso com turismo sexual inclusive de menores através do carnaval...

    esse lado podre do Brasil nunca mudou. Apenas quer uma nova "fatia do mercado".

    é a suruba oficializada.

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  47. O video é uma excrecência ao tentar mostrar uma minoria gay como sendo a alma da sociedade carioca, o que é mais uma mentira. Mas claro, tudo de acordo com a cartilha dos comunistas de plantão...

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    1. Tudo de acordo com os cariocas, isso sim.

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  48. Vídeo tosco.
    Quanta merda.
    Post indevido.
    Assunto batido.
    vou seguir minha vida por aqui que eu ganho mais do que me encher papeando sobre essas modinhas. Modinha? Sim, isso aqui sempre teve sua putaria, agora a onde é meninos e meninas de Renato Russo. Depois inventam outra...

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  49. John Nobody12/02/12 18:09

    Já viram a propaganda das Havaianas com o ator Rodrigo Santoro? Nela, ele orienta um "amigo" turista a se comportar numa praia brasileira. Notem as cores, vejam o cenário e comparem com o vídeo da RioTur. É uma propaganda bem amigável para os gays...

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  50. VAMOS PARAR DE VIADAGEM E FALAR DE CARRO !!!!

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    1. que bichisse esse vídeo. Concordo com você.

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  51. Rio de Janeiro é a vergonha do Brasil. Turismo sexual escancarado. E como ficam as famílias e pessoas de bem que não compactuam com essa imoralidade? Onde está a polícia para coibir este absurdo?

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  52. O lance da histeria em relação ao que é ou não é homofobia inclusive pode gerar problemas na correta apuração de crimes contra os próprios gays. Seguem dois exemplos com notícias de hoje do mesmo UOL:

    1) http://blogay.blogfolha.uol.com.br/2012/02/13/casal-gay-e-agredido-em-aeroporto-no-rio/

    Observe-se que o casal gay em questão identificou corretamente que o táxi era pirata e, na maior das prudências, recusaram a corrida. E note-se que o taxista pirata, naquela base de que podemos deduzir que a prática de uma maloqueiragem gera a quase certeza de seu praticante fazer outras, xingou os dois em relação à sexualidade. Com isso, com certeza está claro o cunho homofóbico da coisa.
    Observe-se que dá para entender perfeitamente o porquê de um dos homossexuais ter partido para a porrada no taxista folgado em questão, o que significa que aquilo que começou em agressão verbal progrediu para a física. Não duvidaria que o tal taxista inclusive estivesse com vontade de dar umas porradas em alguém e partiu para o expediente de provocar a alguém.

    Note-se que o segundo homossexual tentou separar os que estavam brigando, ao que logo recebeu um chute na cara por parte de outro taxista, provavelmente dentro do lance de que um malaco protege o outro igual de maloqueiragem.
    Porém, fica a dúvida sobre se um chute no rosto pode ser considerado tentativa de homicídio ou se não deveria ser classificado como lesão corporal dolosa. Grande é o risco de, ao sair o resultado do corpo de delito, constatar-se que o agredido não correu risco de morte por causa de tal chute. Com isso, com a progressão do inquérito há o risco de a tipificação criminal ser rebaixada, o que provocaria histeria de militantes. E fica-me a impressão de que o delegado possa ter tipificado como tentativa de homicídio talvez com medo de os militantes dizerem que ele estaria sendo brando.

    Fica a pergunta: se dois amigos heterossexuais estivessem indo pegar um táxi e acontecesse algo parecido, com direito a chute no rosto do heterossexual que tentasse separar a briga, haveria exatamente a mesma tipificação por tentativa de assassinato ou seria enquadrado como lesão corporal dolosa?

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    1. 2) http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1048241-gay-e-espancado-e-enterrado-vivo-no-para.shtml

      Contra este professor de 50 anos, praticou-se atrocidade extrema, tendo ele sido espancado e enterrado vivo. A polícia tipificou o crime como roubo seguido de tentativa de homicídio.
      Quem cometeu o crime? Um rapaz de 21 anos que mantinha relacionamento com a vítima, acompanhado de um auxiliar, de 23. Logo, como se pode ver, o agressor era conhecido da vítima, o que significa que a vítima provavelmente estava de guarda baixa quando sofreu tal monstruosidade.

      Porém, o que está fazendo a militância gay da região de Altamira? Quer considerar que o crime teria motivação homofóbica, alegando que o agressor não queria que as pessoas soubessem que ele tinha relacionamento com o professor e sob a suposta ideia de que o professor seria frágil por ser homossexual (quando, como bem sabemos, força física e capacidade de defesa contra agressão física independe da sexualidade de alguém, vide os famosos homossexuais musculosos popularmente chamados de "Barbie").
      E nessa, eis que surge um assessor jurídico da referida entidade querendo encaixar uma tese de que o crime, cometido por um homossexual e um comparsa cuja sexualidade é ignorada, teria origem devido ao fato de a vítima ser homossexual. E nessa, obviamente que nossa cabeça entra em parafuso, pois está claro que o perpetrador é homossexual e a vítima, também.

      O que estamos vendo aqui se não alguém de mau caráter que quis subtrair o patrimônio de alguém com quem se relacionava e matá-lo para possivelmente alegar desaparecimento da vítima? Também não podemos deixar de cogitar que o agressor tentasse, caso a vítima falecesse e ninguém descobrisse sua ligação com o crime, alegar-se com direito a recebimento de parte na herança, aqui conspurcando a consagração de um direito justo, que é o de um homossexual ser herdeiro de um parceiro.
      Para pensarmos no absurdo que é alegar homofobia em um crime em que um homossexual vitimiza outro, pensemos que em vez de um rapaz de 21 anos com outro de 50, fosse uma mulher de 21 anos que chamasse um comparsa para roubar e enterrar vivo esse homem, sendo que essa mulher não quisesse que as pessoas soubessem que tinha relacionamento com o cara mais velho. Em quem (poste aqui um radical)fobia daria para enquadrar? Gerontofobia? Ou, sendo a vítima alguém de 50 anos, medioetariofobia?

      Tudo isso fica me parecendo muito que o referido grupo de defesa não quer reconhecer que o grupo que eles defendem, assim como qualquer outro grupo de pessoas, é composto de pessoas boas, pessoas ruins, pessoas de bom e mau caráter, trabalhadores honestos e ladrões, gente com coração de ouro e gente com ouro no coração.
      Por isso, é de se perguntar se tal entidade está querendo alegar homofobia como uma reação marxista cultural de tentar reverter algo que ocorreu entre pessoas que se enquadram na condição por eles defendida porque o fato de um homossexual agredir outro seria algo que atrasa o objetivo final da revolução por forçar a uma reflexão interna dos próprios homossexuais, que precisariam olhar para os próprios problemas internos, o que tiraria aquele ímpeto de avançar ao objetivo final.

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  53. Velho da Virilha Depilada13/02/12 23:56

    Bob,

    É a ganância desmedida para políticos medíocres angariarem votos a qualquer custo para aparecem na mídia e conseguirem um cargo mais lucrativo no Planalto central.

    O pior de tudo? Estão acabando com a única saída do Rio de Janeiro, o Galeão!

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  54. Absalão Bussamra14/02/12 12:13

    E pra quem não sabe, o Rio de Janeiro é hoje uma das mecas do turismo homossexual

    Garotos de programa, saunas e boates abundam pela Cidade Maravilhosa, que vem se tornando o destino preferido de gays milionários, como os estilistas Jean Paul Gaultier, Valentino e Calvin Klein.

    Por que vocês acham que eles não saem do Rio?

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  55. Bob, moro no Rio há alguns anos, e quanto mais o tempo passa, mais tenho certeza de que essa cidade não tem mais salvação.
    Até uns 20 ou 30 anos atrás, isso aqui realmente devia ser uma cidade maravilhosa. Mas hoje...uma tragédia, apesar de continuar linda.

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  56. Como assim o Rio não é isso? A cidade é o maior ponto turístico desse tipo no mundo. Não se esqueçam, homossexual pode ter dinheiro, muito $$$$$$$$$$$.

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  57. Esse negócio de exclusão da maioria é muito forçado. Agora toda campanha deve ter hetero, homo, bi, trans, simpatizantes, transformista, travesti, asexual. Também falta negro, oriental, indígena. Falta muçulmano, judeu, e qualquer outra minoria ou maioria não mencionada.

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  58. Antigamente fumar era bonito e dar a bunda era feio.
    Hoje fumar é feio e dar a bunda é bonito.
    Bem vindo ao novo mundo, Bob.

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    1. Fumar é feio e proibido. Nosso glorioso José Serra teve a coragem de mostrar ao Brasil o quanto os paulistas acham nojento o péssimo vício de fumar.
      E tenho dito.

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  59. Piada do Kibe Loco sobre notícias em 2030: "Fracassa a passeata hetero na avenida paulista".

    Vejo a apologia ao homosexualismo muita semelhança à apologia as cotas raciais e outras cositas do PT. É a famosa ditadura das minorias. Ai de quem for contra ao que estas minorias acham. PT é isto. Uma ditadura da companheirada e que ainda tomou de assalto o dinheiro do povo, em nome desta ética petista.

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    1. Veja, nós, eu, você, a gente temos que pensar que na verdade isso tudo que está acontecendo aí e que já vem acontecendo há algum tempo, continuará acontecendo, entende? É o que eu sempre falo: o mundo dá voltas.
      Mas se pensarmos que nós, eu, você, a gente podemos mudar o que está acontecendo, isto na verdade seria uma transformação e mudaria em muito o que está aí. Porque o que está aí nem sempre esteve e o novo pode vir a ser o real numa proposta completamente nova daquilo que aí está.
      Outro dia estava vendo algumas transformações e percebi que as mudanças acontecem e pode haver uma diferença entre o novo e o antigo.
      Na questão da sociedade a mudança pode ou não vir acompanhada de algo que mudará ou não todas as coisas para melhor ou para pior e isto pode significar a mudança.
      Podemos também inventar coisas diferentes. E sempre inventamos. As vezes elas nos auxiliam, outras vezes não.
      Mas é isto e acho que podemos assim no contexto de algo maior em prol da humanidade reverter certas coisas e reatar algumas.

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  60. Envergonhada está a cidade e seus habitantes com essa 'saída do armário'. Carioca? Tá de brincadeira... Isso aí é paulista, daqueles mais ortodoxos.
    Sou heterossexual, mas os homossexuais não me incomodam. E porque deveriam? Não os odeio nem me sinto incomodado pela sua representação cultural nessa mídia intolerante. Acho positivo explicar, para os pobres quem tem como exemplo ranzinas intolerantes que se encondem sob a fachada do politicamente correto, que existem diferenças entre os indivíduos, e que, desde que exista respeito ao próximo e à Lei, ninguém deve ser excluído. Também não me sinto em nada ofendido pela propaganda feita para o público gay viajar ao Rio. Isso é positivo pra uma cidade que vive de turismo, já que o mercado homossexual movimenta muito dinheiro. A bobagem desse texto é homofobia pura, preconceito de paulistinha facista/ultraconservador/tucano de coração. A recomendação é cuidar da própria cauda, e, por via das dúvidas, procurar um psiquiatra, já que esse tipo de fobia pode ser resultado de um furor anal mal resolvido. Principalmente nesse blog, povoado por 'entusiastas' com comentários esquisitões, de quem precisa deixar a borboletinha voar... E além disso, alguns casaizinhos de lésbicas desse vídeo são umas delicinhas...

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    1. Você sabe a diferença entre ter preconceito contra homossexuais e criticar um vídeo direcionado a homossexuais pelo mesmo dar a entender que se está incentivando o turismo sexual por parte de homossexuais?
      Ficar aqui alegando que alguém está sendo homofóbico por criticar um vídeo que por um acaso é direcionado a homossexuais é de um reducionismo sem tamanho. Fica soando como um marxista cultural que, encurralado na parede por não ter resposta racional, passa a desqualificar quem deixou o argumento que, se aceito por um amplo número de pessoas, irá atrasar o objetivo final, que é a revolução via mudança cultural.

      Se por um acaso o Bob visse um vídeo sobre o Rio, cidade dele, dando a entender um incentivo ao turismo sexual hétero e descesse a lenha, tornar-se-ia subitamente alguém do bem por simplesmente ter criticado tal modalidade turística? Então por que torná-lo um monstro por simplesmente ter falado que o vídeo em questão dá a entender que há um incentivo ao turismo sexual homo? Será mesmo que não haveria qualquer outra maneira de incentivar o turismo de homossexuais sem dar a entender que se está incentivando turismo sexual? Ou será que a abordagem do vídeo foi bem fraquinha? E se, em vez do Bob, quem criticasse o vídeo fosse um homossexual, esse homossexual passaria mirabolantemente a ser homofóbico? Por acaso o teor de uma crítica depende tanto assim da sexualidade de quem critica?
      Por acaso o Bob criticar algo direcionado aos homossexuais significa que ele está proibindo alguém de ser homossexual? Claro que não. O Bob estaria proibindo alguém de o ser se agredisse um casal homossexual ou fizesse coisa pior por simplesmente tal casal o ser. E, convenhamos, o autor da postagem é civilizado o suficiente para não fazer isso nem se importa com o que uma pessoa faça da vida, contanto que não faça mal a outrem.

      E, claro, pare também com esse ódio aos paulistas, pois isso está soando mais como algo que seu mestre marxista cultural mandou do que algo sincero de vossa parte. Se São Paulo organiza a maior parada gay do mundo, bem como tem a maior cena do arco-íris que há neste país, é sinal de que homossexuais por aqui vivem de forma razoavelmente tranquila, em que pesem certas agressões na Paulista (que são prontamente condenadas pela maioria das pessoas daqui).
      Já que falou de fascista, lembro que ser isso aqui no Brasil é crime, bem como são crimes de calúnia, difamação e injúria chamar alguém disso sem possuir provas. Fora isso, os marxistas não foram muito diferentes dos fascistas em relação aos homossexuais. Engels, por exemplo, dizia que a homossexualidade era algo "moralmente deteriorado", "abominável", "repugnante" e "degradante" (), enquanto Karl Marx chamou seu xará Boruttau de "bichona desprezível" por ter defendido a liberdade sexual. Fora isso, tanto Marx quanto Engels consideravam os homossexuais como uma degeneração produzida pelo capitalismo e curável pelo socialismo. Engels, por exemplo, disse que quando o socialismo chegasse, "a monogamia (aqui entendendo-se por heterossexualidade), ao invés de definhar, se transformaria em realidade - também para o homem - e a homossexualidade simplesmente desapareceria".

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    2. Portanto, sequer dá para dizer que quem pôs o socialismo em prática não fez algo que não estava preconizado pelos mestres. Stalin perseguiu homossexuais, bem como eles o foram também nos estados-satélites da URSS, na China, em Cuba e na Coreia do Norte. Na Alemanha Oriental, por exemplo, o governo dizia que a homossexualidade era um resquício da decadência burguesa e que isso ameaçaria a integridade da nação. Cuba mandou homossexuais para campos de trabalho, a China considerava a homossexualidade como uma perversão capitalista a ser eliminada e prendia quem assim o fosse, bem como castrava e fazia outras atrocidades. E isso porque a China era historicamente tolerante com homossexuais. Portanto, apenas operacionalizaram a coisa.
      Sobre ser ultraconservador, diga-nos que crime há em alguém ser conservador, quanto mais ultra. Se existem gays de direita (http://gaysdedireita.blogspot.com/), é sinal de que ser isso não tem ligação com aquilo que você faz com alguém. Assim sendo, que não se obrigue alguém a ser de um determinado espectro político por ser de uma certa sexualidade. Clodovil, pelo que sei, era homossexual e conservador, o que inclusive gerou fúria de comunistas contra ele por ele não ter agido da maneira que eles queriam que ele agisse por ser homossexual.

      Sobre ser tucano de coração, também não há qualquer crime nisso e inclusive lembro que o PSDB tem candidatos de tal orientação (sempre me lembro de um candidato a deputado federal por São Paulo de tal orientação, assumidíssimo, que usava o número 4524. Qualquer dúvida, consultar o TSE e salvo engano foi na eleição de 2002). Assim como em qualquer lugar deste país, simplesmente está sendo validada a vontade popular, a mesma vontade popular que na capital elegeu duas prefeitas do PT e que elege sem problemas candidatos como Aldo Rebelo e outros de espectro mais à esquerda.
      Sobre cuidar da própria cauda e procurar um psiquiatra, o mesmo vale para quem chama os outros de fascista sem ter qualquer prova concreta, bem como desmerece alguém pelo fato de morar em uma determinada cidade ou unidade federativa que por um acaso está sendo um entrave para a ampliação de um projeto marxista cultural. É querer projetar em todo um estado (e por conseguinte em sua população) as causas de uma vitória que não conseguem ter em campo. Só que aqui a diferença é que se passa de um tapetão formal para um tapetão de querer aterrorizar alguém que expresse suas ideias. E, claro, sempre lembro que se alguém contraria suas ideias, não é um monstro por causa disso, muito menos fascista. Se quer convencer as pessoas de suas ideias, apresente razões suficientemente convincentes em vez dizer que as pessoas seriam homofóbicas, fascistas e outras coisas. Demanda uma elaboração de pensamento, mas é mais efetivo do que gerar no opositor o medo de expressar seu pensamento porque subitamente surgiria um enxame para cima dele.

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    3. É como eu já havia dito. A pederastia 'entusiasta' não incomoda - certamente são muito mais difíceis para convivência no trânsito -, mas a falta de capacidade intelectual associada à uma inacreditável e comovente crença de que 'sabem do que falam' é capaz de fazer até o mais tolerante dos indivíduos desejar esganar com as próprias mãos um desses 'entusiastas/especialistas/intelectualóides' de internet. Um terrível efeito colateral do acesso fácil à informação na modernidade é a produção de cretinos; como o autor da longa, incompreensível e francamente risível 'tese' acima; que se imaginam 'conscientes' ou 'críticos' por serem capazes de citar, de forma genérica, autores e trivia como forma de 'validação' de seus achismos e bobagens. Triste fim da revolução da informação. No fim das contas, acesso à informação, por si só, não produz indivíduos mais capazes. Da mesma forma, a predileção por dar o rabo, por si só, não inutiliza um indivíduo enquanto membro útil da sociedade. E estas são pequenas verdades que, por mais informação a que sejam 'expostos', estão 'além do alcance' de perfeitos imbecis como alguns dos intelectualmente ineptos 'entusiastas' homofóbicos que se congratulam nas páginas desse blog. Não odeio ninguém porque gosta de dar o rabo, mas aturar um proto-humanóide que se julga 'capaz' e que tem a audácia de apresentar um 'produto' do nível do que se colocou aí em cima, como evidência disso, é pedir demais de qualquer ser... Se eu fosse teu pai, te encheria de porrada e te renegaria se apresentado à 'qualidade' da tua argumentação. Sinceramente, esse seria motivo mais justo para ódio e intolerância. Se dar o rabo ofende a tanta gente aqui, 'defecar' um texto desses deveria ser motivo para sentenciar qualquer um à pena capital.

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  61. A leitura dos comentários desse blog faz qualquer um imaginar que viadagem e desenvolvimento intelectual incipiente caminham juntos. Não me ofendo com a pederastia de Cucos e Messers entusiastas, mas a burrice e a falta de concatenação lógica dos argumentos incitaria à violência o mais tolerante dos cristãos... Viva os Gays! Pau nos 'entusiastas' retardados!!!
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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    1. Pau em vc, também.

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  62. Para que as pessoas daqui possam entender melhor o porquê de subitamente surgirem hordas de marxistas culturais enfurecidos chamando-nos de homofóbicos quando simplesmente vemos analogia entre materiais de promoção de turismo sexual heterossexual e o vídeo em questão, sugerirei que leiam com muitíssima atenção o texto "Tolerância Repressiva", de Herbert Marcuse:

    http://www3.est.edu.br/nepp/revista/012/ano06n1_03.pdf

    Quem ler o texto notará que Marcuse defende que a liberdade só seria atingida com a supressão da expressão de pensamentos daqueles que o marxista cultural considere como opressores ou inimigos porque esses pensamentos impediriam a mudança que eles desejam. Também notará que ele defende dois pesos e duas medidas, relativizando uma maldade feita por algum queridinho de marxista cultural e condenando a mesma maldade se ela for feita por alguém que esse mesmo marxista cultural odeie, uma vez que a primeira seria favorável à revolução e a segunda, não.

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