20 de fevereiro de 2012

TERRORISMO DOS PLÁSTICOS



Vivemos hoje sob o pseudo-terrorismo dos plásticos, sempre odiados pelos jornalistas testadores de carros daqui e do resto do mundo. A ponto de sempre falarem em plásticos “bem-encaixados e sem rebarbas”, como se isso fosse mérito ou então como se não fosse geralmente assim. Os fabricantes têm que fazer das tripas coração para que seus produtos de menor preço não tenham plásticos com cara de menor preço. Senão, lá vem malho.

Sabedoras de longa data da perseguição aos plásticos, as fabricantes procuram minimizar o problema com inteligência. A Peugeot, no 408, aplicou revestimentos de portas de toques diferentes nos espaços dianteiro e traseiro, mais duros atrás. Sendo um sedã médio a ser dirigido pelo dono, este teria, em hipótese, sensação de maior "luxo".

Pensei nesse assunto numa viagem de avião semana passada, um Boeing 737-800 da Gol, pelo jeito bem novo na frota. Fiquei procurando plásticos macios e o resultado foi tudo duro. Nunca vi ninguém reclamar de plásticos duros em avião. Já em automóvel...

Boeing 737-800: só plasticos duros

Não tenho a menor idéia do inventor da idéia de plástico macio ser sinônimo de “bom acabamento”, “luxo”. Será que se fica tocando nos revestimentos dos carros o tempo todo? Ou é só para saber que tem plástico macio, satisfazer o ego, e nunca mais pôr o dedo em qualquer ponto do painel ou revestimento de porta?

A fibra de carbono é um plástico, um compósito formado por resina epóxi e reforço de fibra de carbono. Do mesmo modo que a nossa conhecida "fibra", resina poliéster com reforço de fibra de vidro. O nome completo da fibra de carbono é plástico reforçado com fibra de carbono, carbon fiber-reinforced plastic (CFRP) em inglês. Já o nome todo da "fibra" é plástico reforçado com fibra de vidro, fiberglass-reinforced plastic (FRP). Como o CFRP é leve e resistente, e também charmoso, vem sendo aplicado na decoração interna dos carros mais caros. Alguém reclama que é duro?


O caso do Chevrolet Celta é um bom exemplo. O “arara azul” – seu nome-código no projeto e desenvolvimento – foi feito para custar o menos possível, abaixo do Corsa, e por isso os tais plásticos são mais baratos e, portanto, duros. E daí? O visual é agradável? Não choca? Então pronto, para que ficar com preocupação a respeito de o plástico ser duro ou macio?

Painel do Celta: plástico duro

E as rebarbas? Pelo jeito, esses testadores ficam enfiando o dedo em tudo que é buraco e reentrância atrás de rebarbas. “Achei! Achei!”, devem pensar, exultantes, ao encontrar uma. Quanta perda de tempo falar disso, em vez de se concentraram no carro em si, suas características de rodagem, seu desempenho, suas praticidades e comodidades.

Será que tem rebarba nessa  maçaneta? Só procurando

Se para operar o veículo têm-se comandos adequados quanto ao lugar onde são para ser tocados, qual o sentido de achar ruim porque atrás de uma maçaneta tem rebarba, por exemplo? E não precisa ser grande, não, basta que haja rebarba; tamanho não interessa.

É evidente que carros têm plásticos e terão cada vez mais, por várias razões. Uma, facilidade de produção (e menor custo); outra, peso, o inimigo de qualquer carro. E num tempo em que se quer sobretudo gastar menos combustível seja pelo seu preço, seja para não derreter o planeta aquecido pelo efeito estufa (obrigado, Bob Lutz). Os carros terão que pesar cada vez menos.

Já imaginaram um pára-choque de aço? Ou um painel todo metálico? Ou um tanque de combustível nesse material? (Embora seja obrigatoriamente assim nos EUA, o mesmo país que manda avisar que os objetos estão mais perto do que parecem no espelho convexo do lado direito). Enquanto isso, no mercado europeu, do mesmo tamanho do americano, o tanque de combustível de plástico polipropileno impera. E lá se anda bem mais rápido do que na terra de Tio Sam.

Plásticos, bem-vindos. Duros ou macios, com ou sem rebarbas.

BS

222 comentários:

  1. jackie chan20/02/12 12:14

    Pra mim pouco importa se os plásticos de acabamento são duros ou macios. Mas importa a qualidade do material. Tem que ter boa resistencia a riscos e não se desmanchar, empenar, trincar, com pouco tempo sob o sol. O aspecto bem construído também importa, com boa qualidade de injeção (sem rebarbas..), da mesma forma que acho muito feio carrocerias com frestas grandes e/ou desiguais nas portas, quase sempre presentes nos carros de entrada.

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    1. Falou por mim. Plásticos? Sim, mas nestes termos que o Jackie colocou. E além da qualidade do material em si, o capricho na montagem também importa: nada de encaixes desnivelados, rebarbas aparentes...acabamento simples é uma coisa, porco, é outra totalmente diferente. E este último sim, incomoda demais. E apesar de não ter bronca de plásticos de modo geral, não me importaria que muitos deles, que compõem o ambiente interior do carro, tivessem forração em tecido.

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  2. O problema não é quando se tem que somente ler essas críticas em relação aos plásticos duros. E sim, quando se trabalha em uma concessionária como eu, e tem que ficar ouvindo histórias de que o carro possui ruídos internos. Chega uma hora que esgota a paciência do mecânico. É uma consequência da massiva utilização de plásticos na manufatura de um veículo. O que um simples mecânico pode fazer quanto a isso? Desencaixar todos os forros, danificando os grampos e até mesmo os pontos de fixação dos mesmos, a fim de encher de fitas antí-ruído para sanar o "grande problema" do condutor.
    Aposto que muitos irão discordar de mim, mas como em várias outras situações, o que falta neste país também é um pouco de empatia. Se se colocar na pele do engenheiro, que tem seu emprego correndo risco, caso opte por um material mais caro, ou até mesmo um processo de fabricação mais demorado e com um custo maior. Ou do mecânico, aquele que se for pra desmontar toda a parte mecânica de centenas de tipos de automóveis não se apega, tem cada detalhe e manha guardada na cabeça. Mas um maldito ruído, CONSEQUÊNCIA do que o mercado impôs, de veículos cada vez mais "harmônicos" interiores cheios de curvas e detalhes, onde a própria fixação dos acabamentos acaba ficando um pouco prejudica. Ahhh este mecânico. Incompetente. É isso que já fui taxado muitas vezes. Ficar hora se mais horas, as vezes dias para tentar sanar um problema ocasionado pelo processo de fabricação do carro para tentar resolver um problema sem solução. Alias, plástico + plástico = ruído.

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    1. Ivan você sabe como resolver o problema do meu carro? Toda vez que eu passo numa rua de paralelepípedo com as pedras mal assentadas, soltas e desniveladas o carro faz barulho?

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    2. Ivan, apelar para a simpatia do público não é desculpa para engenheiro incompetente. Todos os carros tem revestimento de plástico, mas alguns tem mais ruídos que outros. Eu trabalho removendo forros de porta e seu bem a diferença entre uma engenharia elegante e um serviço feito nas coxas.

      Não existe isso de se colocar na pele de ninguém, quando alguém me procura para resolver um problema eu resolvo, não fico apelando para a pena dos outros. O bom profissional é resolve problemas sem esforço. Os incompetentes é que ficam chorando pra vida, reclamando de tudo e de todos, menos dele mesmo.

      Quantas e quantas vezes eu me deparo com um forro de porta difícil de desmontar, sem vantagem nenhuma em relação ao concorrentes. Isso é engenharia incompetente. Por mim, esse pessoal deveria pegar o diploma e rasgar, pra ir fazer outra coisa da vida, pois pra engenheiro ele não serve.

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    3. Como o Clésio Luiz disse, nada justifica má engenharia. Justificar que remover os painés de acabamento levam a danificar os grampos de fixação, é confessar que o projeto dos painéis de acabamento é mau feito. Se o painel precisa ser removido, nada mais justo que criar sistemas de fixação que aguentem o tranco.

      Minha "bronca" contra o plástico deve-se justamente pelos projetos mau feitos: com raras exceções, basta uma remoção de um acabamento de porta para, muitas vezes, danificar o sistema de fixação. Até aí ainda não ficaria tão revoltado caso fosse possível encontrar (no mercado de reposição) os grampos, travas ou o raio que seja para fixar os painéis. É um tal de quebrar grampo e não achar para substituir que deixa qualquer um doido!

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    4. A solucao e mais simples: examine um Honda e um Toyota e notara que ha ja uma fita entre partes que podem entrar em contato ou vibrar. Ou seja, e um projeto mais bem realizado por quem tem mais respeito a seus clientes.

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    5. Ué, Ivan, os clientes da sua concessionária são otários o bastante para comprar carro ruim, quer que eles sejam espertos o bastante para entender que o carro foi malfeito pra salvar o emprego do engenheiro?

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    6. Ivan,

      Me fale onde você trabalha pra eu passar bem longe!

      Não quero ter que ser simpático para engolir um "espertão" tentando me enrolar.

      Complicado. Você junta uma grana, vai comprar um carro e tem que aturar um projeto torto, manufatura tosca, um concessionário que quer te empurrar o pior pelo maior preço possível e ainda tem que ser simpático com a má vontade do pós venda.

      É de lascar mesmo!

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    7. O Augustine é chato demais.

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  3. Belo tema Bob, depois você poderia comentar sobre os supostos barulhos...

    Aqueles ruídos na suspensão, caixa de direção ... de 5dB que surgem quando passam por um buraco(!) ou andam em ruas de paralelepípedos(!) e fazem o dono ir à concessionária para "resolver", reclamam do carro...

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    1. Há duas coisas em que continuo virgem: ter a mala extraviada nos vôos e barulhos no painel. Não sei o que são ambos. Você tem razão, tem quem reclame de qualquer barulhinho e recorre logo à concessionária.

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    2. Fica difícil de engolir plástico de péssima qualidade, que arranha com facilidade - alguns até com a unha! - e fica rangendo em qualquer imperfeição da via. Situação inadmissível - pelo menos para mim - em carros superfaturados que, de certa forma, nos são empurrados goela-abaixo.

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    3. Bob, você já usou algum Gol do jeito que a propaganda da Volks diz, sem dó? Todos os Gols de casa apresentam ruídos internos, sendo que os que produzem som no painel são exatamente os dois BX: o LS 1982 da família e o meu GTS 1994. O meu eu uso em basicamente qualquer tipo de estrada que consiga passar, enquanto que o LS foi muito usado em qualquer lugar que dê para passar ou não (o interior de Rondônia no início dos anos 80 era complicado). Já o Rallye 2005 do meu pai é o mais barulhento mas nada vêm do painel, quase tudo é devido as portas. Não sei se mudaram alguma coisa na forma de fixação, mas é isso que o acontece.

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    4. Quem tem problema com isso deve reclamar mesmo, afinal pagou caro no carro e deve exigir que bateria no acabento (= falha) não ocorra.

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  4. O plástico duro passa a impressão de ser barulhento e como sempre é utilizado em carros de menor preço, as pessoas o consideram inferior ao plástico macio.
    Tenho dúvidas quanto ao painel de metal. Se fosse utilizado alumínio pintado não seria legal? Eu, por exemplo, gosto da simplicidade do painel do Fusca.
    Agora, independente do material utilizado, prioritário para mim é o silêncio a bordo. Detesto carros barulhentos.

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  5. Sou sempre a favor da qualidade funcional. É plástico duro e meio mal acabado, mas sem comprometer funcionalidade nem tornar o ambiente interno desagradável ou triste? Ótimo.

    Um exemplo com canetas: pode-se pagar US$100 ou mais em uma caneta (melhor que seja tinteiro, para justificar o gasto extra) sem rebarbas e muito bem acabada, mas que escreve igual ou pior que uma de US$25 (em casos extremos, até de US$3). Aí, pagou-se mais pelo luxo que pela qualidade funcional propriamente.

    Meu Corsa foi comprado em 2010 e apesar do cheiro de carro novo, não parece. Plásticos feios, mal acabados, alguns mal encaixados. Mas estou muito satisfeito com o veículo, do ponto de vista funcional.

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  6. O Emílio Camanzi sempre critica os plásticos duros.

    http://www.youtube.com/watch?v=IjUzIjTIt2E&feature=related

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  7. Concordo que é inevitável ter plástico e que na maioria das aplicações, o plástico duro desde que bem aplicado é mais que suficiente. Como viajo muito a trabalho, alugo carros com bastante frequência. Modelos simples em maioria. Todos de plástico duro até para ser mais leve. Uns melhores que outros. O que não acho aceitável são rebarbas em alavancas de maçanetas ou na alça de porta, onde se põe a mão com frequência. Ou no vão do porta luva. E isto não é só em carros pequenos baratos, vários carros médios também tem os mesmos problemas. Aí, já acho desleixo puro e simples. Na minha amostra informal, GM é a pior em rebarbas.
    Quanto a painel macio ou emborrachado, a parte de cima das portas de Civic ou a parte de cima do painel do Vectra são muito agradáveis ao toque. Muito melhor que plástico duro granulado. Já audis tem uma película emborrachada por cima das partes de plástico duro no console, como alguns laptops. Muito bonito quando o carro é novo, mas meu saudoso A3 quando vendi com 4 anos estava todo arranhado por dentro.

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  8. O problema é que plástico duro causa muito rangido, igual a um 737 pousando. Mas no caso do 737 nós não o possuímos. É igual a taxi, pouco importa se for Celta ou Vectra, contanto que seja honesto. E se fossemos comprar um avião, pode ter certeza que escolheriamos o melhor acabamento.

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    1. Justamente isso...
      E se o Bob acha que ninguém reclama de avião, é porque não anda prestando atenção... Entra num 737 antigo da Gol (que ainda tem muito voando por aí), e num Embraer da Azul, e depois venha me dizer que "tanto faz um como o outro"...

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  9. Eu já tenho a seguinte conclusão, carro tem que vir com tudo de fábrica porque a cada vez que se desmonta alguma coisa para instalar algo, a partir daí o carro começa com uns barulhos que só tendem a aumentar. Não sou contra os plásticos, só que a montagem dos carros é tão vagabunda (todas as marcas) que se você desmontar alguma coisa em qualquer carro e quebrar alguma presilha daí meu amigo já era, naquele lugar não vai segurar e vai ter algum barulho, quando não fica pendurada, daí agente aprende a conviver com aquilo no carro. Outra coisa que tem que ter critério é quem mexe nos seus carros, isso não é regra, mas com todos os procedimentos feitos dentro da montadora absolutamente ninguém consegue refazer esse procedimentos seja numa retifica para se retificar, balancear um conjunto de um motor, seja numa concessinária para consertar (remendar) uma suspensão ou sanar algum problema, portanto acho que quanto mais cuidado você tiver com seu carro visando menores intervenções mecânicas fora da manutenção normal, melhor. Por que cada um que põe a mão no mesmo além de só querer te empurrar coisas que você não precisa não está nem aí para o seu problema de fato, as vezes resolvem o problema, mas as vezes cobram caro e agente tem que ir levando o êngodo e eles na maior cara de pau que está tudo normal que é assim mesmo, claro que isso não é regra, mas eu já não acredito mais em papai noel e nem nos homens então SE LA VI. Não estou endeusando um simples automóvel, carro aqui devia ser como sapato, ficou velho compra outro como é lá fora. Só que aqui agente tem que ficar ligeiro senão "cangam "agente até numa simples troca de óleo, cobrando demais por porcaria..

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    1. Exatamente o que disse mais acima: no mercado de reposição, concessionários ou não, não se acha presilhas, grampos ou o raio que o parta quando quebram... Inadmissível esse tipo de coisa!

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  10. O Bob que me desculpe, mas acabamento bem feito é essencial. É óbvio que se pega e se entra em contato com boa parte dos plásticos do carro, especialmente das portas.

    Eu sou do tempo que se revestia o interior do carro com tecido aveludado, como a Ford e principalmente a Chevrolet faziam antigamente. Hoje dia os carros dessas empresas são de uma pobreza de dar dó.

    E não é para vender carros baratos que eles empobressem o interior dos carros, é para aumentar os salários e as regalias dos executivos dessas empresas. Além é claro mostrar curvas acendentes de lucratividade para os acionistas, ano após ano.

    Bom acabamento não significa necessariamente aumento de peso. Eu desmonto interiores de carros e sei bem que um interior bem acabado e revestimentos anti-ruido tem um aumento de peso insignificante em relação aos empobrecidos.

    Um exemplo de aumento de peso desnecessário são pneus ridiculamente largos para o peso e a potência do carro e o uso de rodas de desenho espalhafatoso, mas ineficiente, que com certeza agradam os coitados que vivem de ostentação e cuja vida depende da aprovação dos outros.

    Fabricante de carros não são amigos do consumidor. Se eles puderem vender um veículo mais pobre pelo mesmo preço, eles o farão sem remorso algum. O mercado brasileiro está cheio de exemplos disso.

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    1. Clésio,

      uso de veludo não significa bom acabamento. Uma vez um amigo me mostrou e me convenceu, o Monza usava um veludo mais sofisticado, mas a emenda na coluna B era porca, um pano por cima do outro, desfiando. Já os Fords tinham uma bainha bem feita na peça que sobrepunha a outra, eram realmente os melhores.

      Um Astra atual talvez tenha um interior menos 'aveludado' que um Monza, mas acredito que o acabamento como um todo seja melhor. E graças aos plásticos, já que hoje a coluna B é coberta por peças plásticas de aspecto bem melhor do que as soluções de antigamente.

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    2. O Astra tem alguns detalhes de acabamento curiosos. Enquanto o painel é muito bem feito, os puxadores de porta, com os botões do vidro elétrico possuem cantos vivos e rebarbas, além de acumularem gordura e sujeira facilmente. Ou seja, capricharam onde raramente se põe a mão e erraram feio onde mais se pega no carro, depois do volante e câmbio...

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  11. Eu não ligo se o plástico é duro ou macio, desde que o visual seja agradável e a fabricação/projeto bem executado, mas poderia haver mais tecido ou mesmo curvim como antigamente, nos painéis de porta. Porém, isso é o que anda em falta nesta terrinha tupiniquim...

    Não dirijo o tempo todo pondo a mão no acabamento, mas é duro você pagar R$60 mil em um carro, olhar para o interior e só ver plástico para tudo que é lado. Nem um pedacinho de tecido que seja nos painéis de porta! Para mim, por melhor que seja o plástico, este passa a imagem de muita simplicidade. Fibra de carbono aparente também acho abominável, feio demais... E olha que sou o tipo de pessoa que repara pouco no interior dos carros, prefiro mais a funcionalidade do conjunto como um todo.

    Meu Focus 2002 tem acabamento em curvim e tecido cinza claro nos painéis de porta, que torna o interior muito agradável, aliado ao veludo confortável dos bancos. Me decepcionei ao ver que o Focus "Mk II" tem acabamento mais simples nesses quesitos.

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  12. Os carros japoneses dos anos 90, apesar de terem os interiores praticamente todos iguais, eram simples, extremamente funcionais, mas não deixavam de ter aquele plástico emborrachado no parte superior do painel e nas portas. Desde Civic até Baleno, todos eles tinha interior bem agradável, inclusive o tecido dos bancos.

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  13. Até que enfim alguém concorda comigo! Eu sempre, nas conversas com amigos, critiquei os jornalistas que falavam que um carro não tem interior agradável porque os plásticos são duros, ou tem textura não agradável ao toque. Vou repetir aqui a pergunta que fazia aos amigos meus:
    Quem fica se esfregando no painel? Pra que o plástico tem que ser macio?

    Concordo com tudo o que disse nesse post, Bob! Parabéns!

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    1. Acho que o problema não é o painel, mas volante e manopla de câmbio.

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    2. Não me pareceu que o Bob estivesse falando disso...

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    3. Na boa, pode ser plástico duro, só que é fogo pagar caro num carro e sentir aquela sensação de pobreza no acabamento do carro.
      http://www.motorward.com/wp-content/uploads/2009/05/vw-polo-6.jpg
      Cheio de plástico duro, mas passa uma sensação de qualidade, muito mais do que isso:
      http://cro.i.uol.com.br/album/fiat_novo_uno_vivace_f_011.jpg

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  14. Talvez as pessoas gostem do plástico macio no painel porque sonham que um dia poderiam ter o acabamento em couro (e macio ao toque...) hehe. Mas a boa montagem não está só onde a vista alcança, está principalmente onde os olhos não veem. Essa coisa de bom acabamento é polêmica, pois já vi muita gente se orgulhar dos materiais do Linea... e eu francamente prefiro a sofisticação oculta do meu Focus , embora é lógico não faria nenhum mal a Ford caprichar um pouco mais no plástico da porta.

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  15. Não tenho o menor problema com plásticos DUROS, mas rejeito categoricamente a "instituição Chevrolet do Brasil' dos plásticos ÁSPEROS, prática existente desde os tempos do Corsa Millenium. É perfeitamente possível fazer plásticos de baixo custo (duros) sem que tenham textura de lixa de parede. Para os que gostam de mãozinhas macias, poderia ser vendido como opcional esse volante e manopla de câmbio com textura de lixa para tirar as calosidades da mão enquanto dirige, mas jamais vir de fábrica assim. As versões básicas do Fusca tinham volantes lisos, os primeiros Uno Mille idem, o Escort Hobby vinha até com volante acolchoado, o caso da GMB é desrespeito com o consumidor mesmo.

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  16. Antonio Amaral20/02/12 14:37

    Pessoal, plástico é resultado de muita engenharia e pesquisa, não sei de onde vem o preconceito de que plástico significa baixa qualidade. São os materiais plásticos que permitem que os carros sejam econômicos como são hoje, baratos, pelo menos muito mais baratos do que seriam se o acabamento fosse de madeira, alumínio ou aço, mais seguros com relação à propagação de chamas, na verdade são melhores em quase tudo comparados a outros materiais. Já tive e dirigi dezenas de modelos de carros, lembro da posição de dirigir, da reação do motor, da direção, dos freios, da suspensão, de cada um deles, e não tenho a menor idéia se o interior era de plástico ou não, nem a cor do interior me lembro quanto mais se os plásticos eram duros ou não, nunca entrei num carro e fiquei tateando o interior para ver se o carro era bom ou não. Prefiro uns ruídos no painel, que andar em um trambolho de 2 toneladas, custando 500 mil e fazendo 3km/l, aliás uma máquina mecânica, movida a motor de combustão interna que trafega nos mais variados tipos de pisos, não é uma sala de concerto.

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    1. Peso de um Corolla 2003 com acabamento de plástico macio e borracha, 1100 quilos. Peso de um Corsa C 1.8 com acabamento com rebarbas e plástico duro desagradável ao toque e ao olhar, quase a mesma coisa. Se equipar o Corsa como o Corolla o preço também é quase a mesma coisa, ou seja é muita desculpa.

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  17. Bob,

    o caso não é a maciez (ou falta de), e sim o aspecto. Dois exemplos que para mim ilustram bem, o Clio 2001 da minha sogra tem a parte superior do painel com um aspecto muito melhor do que o Clio 2006 de um amigo, e o dele é de versão superior. Claro exemplo de depenação. E a irmã dela tinha um Siena 1998 onde o mesmo exemplo se aplicava, o aspecto do plástico era muito melhor do que o Palio week 2004 que tive.
    Mas concordo que há exageros, um Celta 1.4 de 100 cv seria um carrinho tão intessante e barato que os plásticos seriam o de menos.

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  18. Comparem o interior de um Astra ou Vectra recentes com o de um Monza 1992 ou um Vectra 1996 (tive os dois). Que a depenação e "racionalização de construção" ou baixar custos impere, ok, mas poderiam repassar isso para o consumidor... Os carros no Brasil até poderiam custar o que custam SE FOSSEM AS MESMAS VERSÕES DO RESTO DO MUNDO! A depenação só beneficia o fabricante, que continua a cobrar o mesmo economizando no custo. Alguém tem idéia das margens de lucro das fabricantes? Ouvi falar em 100% em alguns modelos GM, e que a Honda lucra R$ 14.000,00 em CADA City vendido... Isso deveria reverter para o interior e mecânica dos carros, não?

    Mauro Cesar

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  19. O ser humano prefere contato com materiais semelhantes a substancias organicas. Um indicio desta preferencia e a diferenca entre esperar sentado naquelas horriveis cadeiras de plastico empilhaveis ou numa cadeira estofada. Por varias razoes, preferimos o contato com materiais macios e ricos em curvas, que nao so se assemelham a nossos corpos mas os suportam mais adequadamente.

    Mas nao e so isto, nos geralmente tambem encontramos conforto visual de materiais naturais. Por exemplo, a visao de textura e mais agradavel do que a monotonia de uma superficie lisa, ou a visao de veios aleatorios num pedaco de madeira agradam mais que precisao da textura da fibra de carbono.

    Sao tantos fatores e a maioria de fundo psicologico que acambam formando a "atmosfera" de um ambiente, mesmo no interior de um automovel. A VW alema percebeu isto ha muitos anos quando passou a usar melhores materiais em seus interiores e os compradores ficaram mais satisfeitos com o valor de sua compra, ainda que mais caro que a concorrencia. O fato e que muitos consumidores perceberam maior valor no interior de um VW que em sua concorrencia. Portanto, dada a escolha, os consumidores preferem, sim, plasticos macios. E sem rebarbas, pois ja aconteceu a meu irmao de ter um fio puxado de sua camisa social pela rebarba do plastico na coluna B ao entra num carro, arruinando a camisa. Eu mesmo ja me cortei na rebarba de uma dessas macanetas de um Dodge Stratus (que eu lixei, ja que teria de conviver com essa droga de carro por mais uns anos).

    Portanto, como nao podemos comprar um Bentley, cujos donos nao veem plastico, apenas materiais como couro, madeira ou metal, plasticos macios e bem feitos, sem rebarbas, e o minimo que devemos exigir por um bem duravel que custa muitos anos do salario medio do brasileiro. Se satisfazer com menos e se satisfazer com mediocridade ou nao dar valor ao fruto de seu trabalho.

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    1. Cara, você disse tudo. Tudo o que eu tava pensando e mais um pouco. Parabéns pelo comentário.

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    2. Augustine,
      você e uns 90% da população mundial merecem andar de VW o resto da vida. É a esmagadora maioria chata, desagradável.
      Vai ser chato assim na casa do caralho.

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  20. Nada tenho contra o plástico largamente empregado não só nos automóveis, mas hoje também na arquitetura (que é a área em que trabalho).
    O "x" da questão, entretanto, já que aqui tratamos do plástico automotivo, nem é a qualidade do material, mas sim a qualidade do beneficiamento (leia-se processo de injeção) desse material atualmente.
    A conclusão a que chego, e não quero ser o dono da verdade, é que o desgaste do ferramental (matrizes e injetoras) não está sendo compensado, e a larga escala de produção faz com que esses equipamentos se desgastem muito mais depressa hoje, quando a produção de automóveis é muito mais expressiva do que nos anos 80.
    Pelo que me lembro o painel do Chevette, que era um popular da época, (não sou fã do carro, estou apenas citando um exemplo) também era de plástico "duro", mas não existiam (eu ao menos não me lembro) as famigeradas rebarbas (que, vamos admitir, existem atualmente e em grande quantia). E era muito melhor acabado do que os populares de hoje (mas isso faz parte de uma política "low-cost" que não é necessária que se comente aqui).
    Aliás qualquer carro dos anos 80 que tenha sido cuidadosamente conservado com certeza terá os "plásticos" com aspecto melhor do que um carro popular ano 2000 ou 2001.
    Não é querer ser saudosista, alguém poderia me dizer, "CSS, então compre um carro dos anos 80 se isso te faz feliz", a questão é que quando você se torna entusiasta de determinada marca, e compra sucessivos modelos dela, você espera que a qualidade melhore ou pelo menos se mantenha, já que o preço, este sempre aumenta. Para mim não parece sensato que o preço aumente na mesma proporção em que a qualidade diminui, e isso não vale só para os plásticos mas também para a pintura, para os tecidos...
    Quanto ao avião, Bob, eu nunca comprei um, por isso talvez nunca tenha reclamado... Abraços.

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  21. Lendo esta reportagem, acho que existe n imaginário coletivo, que alguns materiais sejam mágicos
    é o mesmo problema de sempre falta de conceito, e as vezes neurose

    é como o maldito graus centigrados, as asneiras faladas de motores elétricos, daí pro barranco abaixo

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  22. Esse trabalho todo para defender o Celta?
    Se era para falar bem do do Celta (de novo) poderia ir direto ao assunto.
    Como vários já falaram aqui, o problema não é o plástico ser duro, é ser mal encaixado, perigoso em caso de colisões e ter rebarbas APARENTES, como no caso do maravilhoso Celta.
    Achei legal pois posso falar de dois carros que ilustram o artigo. O megane é um exemplo de acabamento interno, pena que não repetiram no tosco Fluence. O Plástico que você toca ou vem de encontro a sua cara em caso de colisão é o correto. No caso do toque, sem rebarbas, e o painel é macio.
    Já o celta, que eu já possuí em um momento de vacas magras, é o exemplo do desrespeito com o consumidor brasileiro que paga por porcarias inseguras e mal feitas, que novamente neste Blog procurou-se elogiar. Eu acredito que em um mercado tosco como o nosso deveríamos valorizar o que é um pouco melhor (ou menos pior). Esse não é o caso do Celta.

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    1. Mégane exemplo de acabamento interno? Há!! Você me fez rir agora!!

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    2. copiando para não esquecer: "Já o celta, que eu já possuí em um momento de vacas magras, é o exemplo do desrespeito com o consumidor brasileiro que paga por porcarias inseguras e mal feitas, que novamente neste Blog procurou-se elogiar. Eu acredito que em um mercado tosco como o nosso deveríamos valorizar o que é um pouco melhor (ou menos pior). Esse não é o caso do Celta." Este é o pior exemplo de carroça que vemos por aqui. Não tem para ninguém.

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    3. Acho que você não tem um megane Guilherme. Entre em um Dynamique 2006/07 e confira os materiais e compare com a o restante da indústria nacional. Depois a gente conversa.
      Se tiver um tempo entre no Fluence e repare nos encaixes, parece que os vãos são de propósito de tão grandes. É muito tosco, comparado com o megane.
      Carro bem acabado, o melhor que já entrei e curti mais tempo foi uma maserati. Está a anos luz à frente do que vemos na indústria nacional, inclusive no preço.

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    4. Este comentário foi removido pelo autor.

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    5. Leonardo, eu não tenho um Mégane, mas não preciso ter para poder avaliar um. Mégane, Focus (o "novo"), Corolla (o "velho") e Vectra GT eram carros que, na minha opinião, não primavam em qualidade de acabamento e de material nos plásticos. Eu não ligo, são ótimos carros! Mas que tem o tal do plástico barato por toda a superfície que se toca, tem. Isso, é claro, comparando com outros carros médios.

      Só aproveitando para opinar sobre o Celta, considero-o um dos melhores carros pequenos no geral. O acabamento é apenas mediano, mas o painel mais recente não range nada. Sei disso porque tive um Prisma 2007 que vendi ano passado com 95.000 Km e o painel continuava íntegro, assim como o carro em si. Hoje tenho um carro médio 2011 que aparentava ter bom acabamento, inclusive a imprensa dizia isso. Já está fazendo alguns barulhinhos ao passar por estrada de terra batida...

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    6. Só de ver essa foto do painel do celta ja me dá um degosto... Não sei como podem aceitar e ainda defender isso...

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  23. Esse negócio de "cheio de plásticos duros e com rebarbas" parece mais um jargão, repetido exaustivamente pela atual imprensa automotiva, quando da avaliação dos carros. Penso que isso é devido à maior facilidade de se avaliar esse tipo de coisa do que as virtudes/defeitos/compromissos de cada carro em sim, em seu sentido mais amplo, o que requer efetivamente grande conhecimento e experiência nesse ramo, o que não é, definitivamente, de propriedade da maioria dos jornalistas.

    Fazer uma análise crítica séria e imparcial é difícil. Repetir o óbvio é fácil: "tem rebarba, vem com ar condicionado, plásticos duros, etc"...

    Essa repetitividade cansa.

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    1. Quando a Meriva foi lançada aqui eu, de curioso, entrei em uma. Cortei a mão numa rebarba no volante. Como é que isso não é relevante? O carro é tão vagabundo te além de machucar os olhos te fura também?

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    2. Anônimo 10:47,

      eu falei que não é relevante? Estou criticando a repetitividade da imprensa em gastar demasiado espaço para tratar sobre rebarbas, pois basta uma simples inspeção visual para constatar que existem rebarbas maiores ou menores. Ao passo que tratar de questões mais aprofundadas requer mais do que isso.

      Em tempo: comprei um Mille Way 0 km em 2009, modelo 2010. O carro era cheio de rebarbas gigantescas no painel, e as famosas "peças mal-encaixadas". Mas eu sabia que não estava comprando um Bentley. Posso dizer que é um carrinho extremamente competente em tudo o que ele se propõe. Já o vendi em 2010, com mais de 50.000 km. Se as "rebarbas" tivessem me incomodado, eu mesmo as removeria. Da mesma forma que faria caso alguma me cortasse (como já aconteceu em outros carros nas manivelas dos vidros). Mas vou dizer que o carro não presta por causa disso? Que você jamais entre embaixo de uma Ferrari 355, por exemplo, para não sair falando que o carro é "vagabundo"...

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    3. Rodrigo;

      É muito mais facil avaliar plasticos e rebarbas, bem como ficar caçando essas coisas do que ver a potencia do motor, estudar um pouco de contrução de uma suspensão, avaliar de maneira imparcial a proposta do veiculo.

      E viva os jornalistas "papagaio" - Aqueles que vivem de repetir as coisas

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    4. Exatamente, Daniel. E pena que a maioria seja assim.

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  24. Eu acho q se chegou a esse ponto porque antigamente, até meados/finais dos anos 90, se fabricavam Corceis, Brasilhas, Chevettes, Monzas, Santanas, Opalas, Omegas, Variants, Fiats 147, Unos, Kadetts, Escorts, Passats, Vectras A e B, Astras com plásticos melhores do que os usados nos Agiles, Cobalts, Kas, Corsas, Gols, Unos de hoje, isso pra não falar do Celta, campeonissimo.

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    1. O plástico que usavam no painel do Opala, por exemplo, era mais duro que qualquer plástico de carro atual. Porém, por não ter rebarbas, as peças serem bem alinhadas e os encaixes, fortes e de boa qualidade, obviamente que o Opala passa uma impressão de coisa mais sofisticada que os plásticos usados nos carros atuais que mencionou.
      Fora isso, os plásticos duros desses carros atuais estão bem sujeitos a riscos por besteirinha, enquanto na linha Opala, se houvesse um risco maior em um painel, muito possivelmente era patada de cachorro ou qualquer outro ser vivo cujas unhas fossem muito duras.

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    2. No Astra G de 1999, os plásticos duros dos revestimentos das portas são de boa qualidade, isso posso atestar. Do material, nao quanto aos encaixes e rebarbas. No meu carro, sempre acabo raspando o pé esquerdo nesse plástico ao sair, devido a garagem nao dar espaço para abrir a porta num angulo melhor. Mesmo assim, basta passar um paninho e as marcas de sujeira desaparecem, não risca o plástico. Isso após muitos anos de uso. Se fosse de tecido ali, como passou a ser mais tarde, certamente que estaria em estado deplorável. Já os plásticos do Corsa B de 1994, certamente tinham uma composição diferente, pois riscavam com facilidade, e com o tempo se tornavam quebradiços e esfarelentos..

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  25. Bando de pé rapado mesmo (mente rapada seria o termo mais apropriado) a maioria desse pessoal que comenta aqui.

    O que falta é cultura mesmo.

    Aí eu tenho que ler baboseiras do tipo "plástico não significa baixa qualidade". Significa o que então? Nobreza??

    Daqui a pouco vai ter gente exaltando até acabamento de Kombi aqui.

    Ô povinho que merece essas porcarias que tem pra venda mesmo.

    O pior não é teremos só carroças caras aqui, o pior é ter gente que acha isso o máximo.

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    1. Concordo contigo anônimo. São tudo um bando de "pé rapado" mesmo...

      Quem sabe um dia a maioria dos consumidores seja como você, um homem de estirpe, classe e bom gosto, o tipo de homem que compra um carro revestido internamente de couro, couro fino, pelica de saco de touro. Afinal, se é para sentar, que seja em algo de "crasse"!

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    2. Antonio Amaral21/02/12 10:49

      Como dizia o Dilbert, conhecimento em pequenas doses fica ridículo, você sabia que há centenas de tipos de pláticos e que muitos deles têm características físico-químicas e de resistência mecânica que nenhum material que você considera nobre têm? Aliás esse materiais que você considera nobres, são só aparência, o projeto interior de um carro deve ter como prioridade funcionalidade e segurança e custo, porque um carro que que não pode ser comprado por muita gente não é um projeto de engenharia, é mais uma obra artística, engenharia de verdade tem SEMPRE o compromisso do custo.

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    3. Antoni Amaral:

      Experimenta bater a cara nesses painéis com "plasticos de Celta" pra vc ver a segurança.
      Qual a segurança em ter a lateral inteira de porta em plástico duro vindo em sua direção num acidente?
      Então não me venham falar em segurança.
      E só por funcionalidade e custo vc pode andar de Fusca

      E nossos carros (a maioria) estão bem caros para o que oferecem. E tem uma margem de lucro altíssima.

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  26. Realmente esse lance dos plásticos duros sendo colocados como sinônimo de mau acabamento pela imprensa especializada está parecendo outra mania que essa mesma teve no passado de execrar carros de tração traseira pelo simples fato de as rodas que tracionam não serem as mesmas que esterçam, em vez de avisar ao público que os carros de tração traseira que eles criticavam eram na realidade deficientes na distribuição de peso entre os eixos (70-30, quando os carros de tração dianteira contemporâneos eram 60-40), tinham suspensão traseira por eixo rígido e eram projetos antigos. Essa mesma imprensa conseguiu emprenhar a mente do povo tão fortemente que muitos ficaram decepcionados com o Omega A ao saber que ele tinha tração traseira (em vez de se decepcionarem com o fato de a GMB não ter trazido direto o Omega B e em vez de se alegrarem de haver um carro de tração traseira com suspensão independente nos dois eixos, distribuição de peso perto de 50-50 e bem acertado o suficiente para ser à prova de idiotas mesmo não tendo "gremlins" eletrônicos). Tal postura da imprensa acaba soando entre os autoentusiastas como se houvesse um poderoso lobby por trás e que se interessa em plásticos acolchoados.
    Plástico duro não é ruim, até porque ninguém se encosta em um painel e no máximo vai ficar com o cotovelo na altura do vidro ou do apoio de braço do forro da porta. Ruim é se o plástico for de má qualidade, como já falaram daqueles que equipam os carros da GMB e que estão cheios de rebarbas.

    Se plástico duro fosse sinônimo de mau acabamento, de péssimo acabamento seriam carros como Opala, Monza e Santana caixote, modelos esses que deixavam patrão qualquer um que os guiasse nos anos 1980 e começo dos 1990. Fora isso, plástico duro usava a Ford naqueles tempos e todos devem se lembrar o quão mais luxuoso parecia um Escort básico do que o L que ostentava em sua tampa traseira.
    Por que isso? Porque investiam em plásticos sem rebarbas, bem como os faziam com padrões de textura bonitos, meio que lembrando uma casca de árvore ou uma fórmica que não seja lisa. Ou então também investiam em plástico liso que tivesse uma textura que eu chamaria de semilaqueada. Eram plásticos resistentes, práticos e fáceis de limpar. Um paninho e seu carro que parecia em petição de miséria logo voltava a ficar exuberante.

    A má fama do plástico também se deve ao que acontecia com o painel de alguns carros, que simplesmente se rachava e ressecava com os anos de exposição ao sol. Vejam, por exemplo, painéis de Passat I e Chevette e notem quantos deles estão rachados e foscos que nem uma solução de silicone consegue devolver vitalidade.
    Também é preciso pensar nas economias porcas feitas pelos fabricantes. Na GM, todos se assustaram com a pobreza de acabamento do Astra B em 1998 e sua porta com apenas um retalho de tecido sobre um plástico bem feio. Abaixo do Astra B, tínhamos o Corsa B e acima, o Vectra B, ambos com boas extensões forradas em tecido, normalmente o mesmo tecido da área do banco em que o corpo encosta, o que significa serem tecidos resistentes o suficiente a cotovelos roçando e pessoas com menos tato encostando (tire-se da conta os Corsas B mais recentes, que já esculachavam no acabamento usando um tecido horrível e igual ao das laterais de banco que já haviam sido vagabundeadas do modelo 1998 em diante). Claro que tecido não significa garantia de acabamento agradável, como mostram os Gols com tecido que pede para ser esgarçado com o passar dos anos.

    De carros atuais com plásticos duros, um exemplo de bom acabamento (ainda que simples) está no Logan (e, por extensão, no Sandero). Plásticos bem feitos, sem rebarbas, com bons encaixes e alinhamento. Tudo bem que, pelo que dizem, as fixações deles são deficientes (vide o apelido de Pandero para o hatch) e é de se perguntar se estão usando materiais resistentes (como pinos de aço) ou se esculacharam legal fixando plástico diretamente no aço, pedindo para haver fadiga de material.

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  27. Ê, laiá, Bob...

    Esse já é o 3º post "FERNANDO CALMON MODE: ON" em uns 10 dias...

    Sou só eu ou mais alguém fica triste vendo o Bob defender essas bizarrices do leprosário (apelidado de "mercado") automobilístico lisarBiano, ainda mais como se a defesa dos prásticos pudesse ter alguma aura "transgressora".

    De minha parte, aguardo novas avaliações suas e do Arnaldo...

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    1. Não é só você não. O blog às vezes parece que deveria chamar entusiastas das desculpas para GM e Celta.

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    2. De acordo. Podiam mudar o nome para Celtusiastas.

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    3. É, concordo, gosto dos posts do bob mas é uma pena quando resolve defende o celta. Agors pra piorar não ve problema no plastico vagabundo que ele tem. Só falta dizer que não tem problema o aperto e a falta de apoio pro pé esquerdo pela invasão da caixa de roda no interior.... Pq o sub-chassis ja foi decretado que não faz diferença....

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    4. fla3D
      Eu trabalhava na GM quando o Celta foi lançado. Dois anos depois comprei um. Se não gostasse do interior ou de qualquer outro aspecto do carro, não teria comprado, isso é mais do óbvio. Um ano e pouco depois comprei o segundo, já VHC. Ambos com ar-condicionado de fábrica e, por serem Super, com conta-giros, sobreposto ao velocímetro, que acho ótimo (olha-se os dois ao mesmo tempo, só movendo os olhos); painel de iluminação vermelha, como gosto; buzina na alavanca da seta, que gosto; acionamento uma-varrida do limpador, que considero imprescindível; o pé esquerdo apoia-se na caixa de roda. O primeiro Celta, 2-portas, está com 130 mil quilômetros e o segundo, 4-portas, com 101.000 km, sem nenhum tipo de problema (só uso gasolina aditivada); sempre trocando óleo a cada ano ou 15.000 km (nada de óleo sintético). Nunca trocou tensionador da correia dentada. Tenho 1,80 m e ao final da viagens longas, tipo SP-Rio, 5h00 porta-a-porta, chego novo, sem nenhuma dor nas costas, ou seja, bancos ótimos. Já viajei muito bem com três adultos no banco traseiro (sem serem gordos, claro). O nível de ruído interno é totalmente aceitável, mesmo sem a filtragem do subchassi (Uno também não tem). Faz curva muito bem. Agora, não dou a menor importância ao fato de muitos não gostarem do Celta – não o fabrico! –, nem tenho a intenção convencer ninguém a gostar. O que interessa é que EU gosto. Está claro?

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    5. Acredito no que você escreveu, mas quando utilizo o Celta de minha filha e mesmo com balanceamento e pneus calibrados, cfe. o manual, eu acho que a direção é muito pesada.

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  28. Trabalhei por anos em indústria de carrocerias de ônibus. Ok, é um pouco (muito!?) distante de uma fabrica de automóveis, mas quando se fala em redução de custo interno, é tudo a mesma coisa.
    Horas são gastas em cima de projetos visando redução de custo. Mas essa vantagem, só vai para o bolso dos fabricantes.
    E esse é meu ponto de vista. O uso do plástico em algumas áreas facilitou a vida da produção e do custo final do produto, mas esse não é repassado para o consumidor.

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  29. Uma hora atacam o excesso de plástico, outra hora defendem...
    Pessoal aqui é bem eclético...

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  30. O problema não é o plastico ser duro ou não, ao menos no painel. Agora, plástico que reveste as portas, ao menos no "apoia braço" deve ser macio sim...

    Pegue um Focus da geração anterior. Eu tenho um. O painel é feito de plástico duro. As portas são revestidas de courvin acolchoado. O painel, contudo, recebe uma pintura que o deixa com um aspecto agradável. O meu carro tem 60 mil km e não faz nenhum barulho, isso porque rodo na "maravilhosa" pavimentação de SP/ABC. Ou para ser mais exato, o único barulho é proveniente do rádio não original, mas até agora tive preguiça de encher de espuma...

    Agora pegue um Fox da geração anterior (o novo não sei porque não entrei). O painel é todo de plástico, cheio de rebarbas. As portas idem. Não possuem um mísero pedacinho de tecido. Além de possuirem um aspecto horrível e áspero. Se bobear dá para lixar a unha no revestimento, de tão grotesco...O carro é uma escola de samba...

    E eram carros vendidos praticamente no mesmo preço, quando equipados com motor 1.6


    Marco

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  31. Eles podem fabricar da forma que quiser, mas desde que cobrassem um preço coerente a essa proposta de "redução de custos"... Pq pelo preço que eles cobram por aqui era pra vir com acabamento no nivel de BMW...

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  32. E plástico revestido com couro ou similar?
    Um bom exemplo é o painel e revestimentos das portas do Omega(nacional), não é nada excepcional mas até hoje mesmo em modelos de "luxo" nacionais é difícil ver algo semelhante de boa qualidade e durabilidade. Os do meu Omega estão em excelente estado e conheço de outros mais antigos que continuam bons. Será que isso encarece tanto o preço final?

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  33. Alexandre - BH -20/02/12 18:32

    Bob,

    O que pude notar é que existe diferença de qualidade do material, ainda que na aparência e no “toque” esteja tudo certo. A tampa interna do porta-malas do Celta (alguns chamam de bagagito) é feita de plástico muito duro, por isso quebra-se com facilidade nos pontos de fixação. Percebi o mesmo problema na reposição do para-choque dianteiro de um Corsa da família. Comprei uma peça de marca recomendada no mercado paralelo, com encaixe a aparência perfeitos. Na primeira manobra descuidada, ao sair de uma vaga de 45 graus, a ponta do para-choque agarrou num pequeno ressalto no passeio. O plástico se quebrou como um disco de vinil, espalhando pedaços pra todo lado. É o famoso barato que sai caro. Comprei a peça original, que é mais flexível, e o problema foi resolvido. Mais tarde um vendedor de autopeças me disse que componentes de plástico muito duro são feitos com material reciclado, por isso, a baixa resistência a torções. A saber.

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    1. Alexandre,
      Claro, há plásticos de diversos tipos. Esse seu exemplo mostra bem isso.

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  34. Uma vez cortei a mão ao pegar uma chave ou moeda no Palio que eu tinha. Era a rebarba no meio do console central.

    Discordo do Bob: qualquer material tem que ser bem feito e funcional, com boa aparência e sem rebarbas. Afinal, o interior de um carro é um ambiente tão pequeno que não justifica economizar feijões.

    Digo mais: ligo mais para acabamento de carros do que de casas. Tem gente que coloca materiais sofisticados na reforma ou construção, mas que são pouco funcionais. Na minha opinião, forma e conteúdo andam juntos. Se a forma peca, o conteúdo é prejudicado.

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  35. Antônio Martins20/02/12 20:25

    Agora ninguém dá bola pra plásticos nesses comentários. Que estranho!

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  36. Gente, basta entrar num Audi/BMW/Mercdes e em seguida num Celta/Mille/Gol... Vai me dizer que o tipo de plásticos usados não interessa, não faz diferença?

    Ah, faça-me um favor... Tudo é questão de preço, custo. Sempre vamos preferir o melhor que pudermos comprar.

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    1. Lógico,assim como tem diferença entrar em uma mansão,ou numa casinha do CDHU!!!!

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    2. Antonio Amaral21/02/12 10:34

      Claro que faz, mas essa diferença é irrelevante perto da importância dos outros sistemas que compõe um carro, estão querendo dar um peso exagerado à aparência do interior quando o que torna um carro bom são os outros 99,99% ninguém fala, rigidez à torção, qualidade do aço estrutural, projeto cinemático de suspensões, projeto do motor, etc. parece que aqui o carro pode ter engenharia de primeira, mas se o sujeito entra e vê um plástico no acabamento ele deduz que o carro não presta, muito inteligente isso.

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    3. Antonio, não é que um carro vá prestar ou deixar de prestar por causa do acabamento. Mas se o mais caro, que é o projeto de carroceria, suspensão, drivetrain, for bem feito, por que economizar logo na parte que está aos olhos? Só se for pra não vender.

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  37. Pessoal perdeu tanto a noção do que era comum até para um carro de entrada, que até defendem a porcarias que temos largamente hoje, um mundo de plastico a preço de couro legitimo.

    Fico muito triste de como anda a cabeça dos consumidores brasileiro.

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  38. As avaliações que ficam falando sobre qualidade de plásticos são ridículas.
    Isso o dono vê/observa na concessionária.
    O jornalista tem que descrever como o carro é andando, ponto. Coisas que as vezes são imperceptíveis num test drive. Mas preferem ficar falando de plasticos, revestimentos de bancos etc.

    Mas o dono deve se preocupar com isso sim. Ter carro todo batendo depois de poucos km é um saco. E já que nos cobram preço de BMW por Uno, é mais um motivo para sermos chatos.

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    1. Se o jornalista avalia o carro inteiro porque tem que só falar como o carro anda? Para deixar a imprensa especializada pior ainda, falando só de como é o desenho do carro e seu preço? Tem que avaliar coisas como o acabamento sim.

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  39. O problema não é o material em si, é a qualidade de construção. Os plásticos deveriam ser acolchoados e bem fixados, e não esse relaxo completo que vemos por aí.

    Não é por ser barato que tem de ser mal feito.

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    1. "acolchoados", essa é a palavra que eu queria lembrar, um painel acolchoado com um revestimento mesmo que sintético, é outra coisa.

      Não precisa ser um carro caro e artesanal pra vir sem rebarbas nos plásticos, mesmo que difíceis de perceber(quem gosta de dar aquele trato no carro percebe essas coisas), talvez pra quem use o carro apenas como meio de transporte e nada mais mal perceba, mas pra tem gosto pelo veículo, aquelas rebarbas, aqueles trilhos de banco sem revestimento, aquele tipo de carro em que você machuca o pé se estiver descalço, mesmo num carro popular, isso é serviço/projeto de porco, e a maioria é assim. Parece que quanto mais novo o carro pior nesse ponto.

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  40. Bob de Petrópolis20/02/12 22:31

    Bob, creio que houve um engano na questão do espelho: "Objects in mirror are closer than they appear", que significa que os objetos estão mais perto do que parecem.

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    1. Xará de Petrópolis
      E não é que me enganei mesmo? Já acertei lá. Obrigado pelo toque!

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  41. Eu quando vou ver um carro, quando estou avaliando-o divido os materiais em 2 tipos:

    - Os que você encosta
    - Os que você não encosta

    Parte superior de painel e certas partes de forro de porta você somente os vê, não fica passando a mão o tempo todo. Para estes casos, ele precisa ter um acabamento que não te distraia enquanto dirige ou reflita o sol na sua vista.

    Outras partes de forro de porta (maçaneta, alça para puxar a porta), botões e alavancas precisam ser agradáveis ao tato, não podem ser ásperas demais ou com rebarbas.

    O celta que eu aluguei tinha uma no forro de porta EXATAMENTE onde o cotovelo repousa quando se dirige por um longo período. Um lixo de manufatura. Os outros plásticos que se encosta também eram ruins, desagradáveis.

    Ser "duro" ou não, não quer dizer nada. O problema é ser ruim, com análise dimensional nula, com rebarbas e sem qualquer tratamento pra que não fique batendo bizarramente depois de 20 mil km rodado

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  42. http://www.autosalon-singen.de/_virtueller_Rundgang/tourdaten_fuer_website/tour_en.html

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    1. Pelo jeito ali não tem nenhum plástico, o que dirá duro e com rebarba. rs. Nasci no país errado mesmo, salário de m#*%@ e preços estratosféricos, ou seja, vida de cão ou de gado.

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  43. Queria saber quanto é o jaba que as fabricas pagam pra esses formadores de opinião ficarem repetindo como um mantra " o Celta é um carro bom" e "plastico duro não incomoda".

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    1. O jabá é alto realmente, você está certo: acabei de ganhar um Malibu zero-quilômetro da GM...Essa sua pergunta idiota mostra que você é zero de conhecimento em carro. Lamentável. Leia mais o AE para ver se aprende alguma coisa – se é que vai entender o que está escrito nos posts. E não ande de Boeing, é cheio de plásticos duros!

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    2. Bob não gosta de comida nordestina.
      Foram eles que invadiram a Barra no Rio quando o pleito militar ainda dominava por lá. Pessoal que jamais aceita a diferença.

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  44. Acho que:
    Há, sim uma questão de capricho na escolha dos plásticos que o fornecedor entrega ao fabricante. E, como o capricho reflete na qualidade, é importante, sim, que algum repórter informe se o carro é "cheio de rebarbas", "com muitas", "com algumas", "com poucas", ou se, "mesmo procurando não encontramos rebarbas". Reflete a atenção aos detalhes, e os carros atuais são diferenciados, basicamente, por detalhes. No caso dos GM, mesmo os nacionais mais luxuosos, falta capricho, e isso pode ser visto nos plásticos de péssima qualidade que seu controle de qualidade permite que seja fornecido, que reflete-se nos encaixes porcos e nas tais rebarbas.
    Plástico macio é bom, mas para o cliente final, outras qualidades passam por cima: Ser fácil de limpar, ser, ou pelo menos parecer durável, proporcionar um ambiente agradável, não machucar os ocupantes, etc. Usando minha epatia, no entanto, devo imaginar que poucos repórteres tenham permissão para ficar com o carro tempo o suficinete para que ele pegue poeira, encarda, ampute um dedo, essas coisas que você só descobre do carro depois de um tempo. Então ele usa um dedo (não amputado) e testa a maciez do painel. Conta se gostou ou não. Ocasionalmente, o usuário também terá de tocar no painel, então essa opinião pode ser importante. Não tanto como saber da estabilidade e segurança, concordo. Mas os carros atuais são muito parecidos nesses quesitos (via de regra sempre satisfatórios no primeiro e tão melhores quanto mais caros forem no segundo).
    O que mais um repórter poderia fazer? Entusiasmar-se com tudo é acabar tecendo elogios para qualquer caixa de sapatos, broxar com tudo é frustrante, e o melhor seria procurar outra profissão. Restou-lhe prender-se aos detalhes. Testar um Mini de 1967, e achar muito legal pelo detalhe que era uma engenharia primorosa já naquela época, andar num BMW série 7 e procurar detalhes, como o manual de 900 páginas, para contar, essas coisas.

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    1. Brauliostafora
      Um coisa é ser testador de automóveis, outra coisa é ser analista de interiores...

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    2. Bob a imprensa geralmente fala pouca coisa de acabamento, se falam de rebarbas, encaixes e uma ou outra coisa isso na verdade é o básico. Não precisa ser analista de interiores para ver o quanto alguns acabamentos são ruins e desagradáveis, em especial o do Celta.

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    3. Cara, o celta é carro popular!!! Queria que tivesse acabamento de que? Bentley? RR? Bugatti? Vc tá fazendo força pra ser burro! Tira os antolhos!

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    4. Existem vários carros popularem com acabamento razoável ou bom como Palio, Ka antigo, Fiesta Street e Clio. O Corsa B era popular também e tinha acabamento bem melhor que o Celta.

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    5. O Celta é o pior ENTRE os populares.
      Entendeu agora ou temos que fazer um desenho?

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  45. Algumas pessoas falaram da General Motors e do Celta. Bem, a General Motors é um amontoado de velhos barracões velhos na cidade de São Caetano do Sul.

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    1. Celta é feito no Rio Grande do Sul, seu mongol...

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    2. O idiota,vc tá falando sem conhecer,não importa que os galpões são velhos,mas sim a produtividade que tem,e nisso a fábrica de SCS é campeã,e com um excelente quadro de funcionários,bem produtivos,aliás,o ABC já provou que é uma região bem produtiva,estude antes de dar opiniões esdrúxulas

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    3. Feito no Sul, claro. Projeto porcaria azul.
      O ABC conta com a General Motors, um amontoado de velhos barracões velhos e improdutivos no município de São Caetano do Sul.

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    4. E você é um imbecil que nunca viu a fábrica da GM em São Caetano e nem sabe o que é fabricado lá.
      Vá votar no PT sua mula !

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    5. A GM é um amontoado de barracões velhos, com idéias velhas, de gente velha produzindo coisas velhas em SCS.

      Eu moro em SCS e sei de onde surgiu a torcida "de bengalas".

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    6. Fabricam um monte de porcarias lá. Isso sim!

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    7. Você, morador de SCS, que senta o cacete nos "barracões velhos" deve estar torcendo para que fechem as portas, não é mesmo? Eu também, só para ver seu IPTU subir umas vinte vezes, no mínimo. Se bem que, na verdade, acho que é seu pai que vai reclamar pois algo me diz que é ele que paga suas contas.

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  46. Marcelo Junji20/02/12 23:55

    Falou tudo o que eu vinha pensando ultimamente.
    Não ligo para excesso de plásticos, mas logicamente quanto mas duro e delgado for,mais vibração irá fazer. E barulho é coisa que pouca gente gosta.
    O maior problema em acabamentos, não é só dos materiais em sí, mas na montagem deles. Quantos de vocês já compraram carros 0 km que vieram com travas, parafusos e etc. caídos no assoalho do carro? E com peças mal encaixadas ou desalinhadas? Ou com peças faltando?
    Tô achando que estão vendendo tanto carro que não está dando tempo de montá-los direito.
    Meu próximo carro será um usado, assim não vou passar raiva caso tenha algum defeito.

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  47. por essas e outras que estou andando mais de moto do que de carro, o barulho é mais agradável

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  48. Bob, primeiramente quero lhe dizer: Sou seu Fã. Tempos atrás, buscando historias de veículos (no caso, VW Santana), vi que o Sr., fez parte da historia desse admirável automóvel (Exigência da cor branca, Escalonamento de marchas, etc.). Por ironia do destino no ano passado, acabei comprando um Santana, ano 1997, carro encantador, motor 2.0, só não completo por não ser o modelo topo de linha o Evidence, o meu é a versão: 2000mi.

    Mais o que tem a ver esse meu relato com o post??? Calma, chego lá. Por diversas vezes fui em concessionários das variadas marcas, procurar um substituto para meu velho Santana. Fui em concessionário VW, Gm, Ford e Fiat. E ao olhar o exterior dos carros, fico admirado com as tendências mudam, em relação as da época do meu Santana. Ok, admito. Acho o design dos carros de hoje mais belos que o meu Santana. Mas quando entro nos automóveis de hoje, EM TODOS, impera o uso de plásticos rígidos, seja no painel ou molduras de portas. O máximo de "luxo" existente hoje, são enxertos de tecido minúsculo nas portas, especificamente na área de contato com o braço.

    Ok, tudo bem. Saio da concessionaria, entro no meu Santana e me ponho a analisar o interior do mesmo. O que vejo??? Molduras de portas em veludo (Como eu disse, a versão do meu Santana não é a de topo. É uma intermediaria: 2000mi), painel macio ao toque (Não sei se é feito de borracha ou material parecido.). Área onde se apoia o cotovelo nas portas em um material parecido com couro, mas é tipo uma fina película. Ok, admito, meu carro não é só “painel macio”, tem plásticos sim, na parte inferior do painel, porta-luvas.

    E fico a pensar... Será q as montadoras hoje desaprenderam a fabricar carros??? Será isso, a corrida desenfreada por reduzir custos??? Será que é um se colar-colou, do tipo “vamos fazer assim, se ninguém reclamar, continuamos”, e como ninguém reclama, da-lhe plásticos.


    Bob, se formos analisar carro por carro, esquecendo a data de fabricação/modelo que consta no documento. Vê-se claramente o esmero que meu carro tinha em sua fabricação (Ok, não era só o meu, muitos outros modelos nacionais da mesma época tinham acabamento melhor que os de hoje.).

    Bob, será que hoje em dia é tão caro fazer um carro em relação a antigamente??? Em que existe a necessidade de usar peças muitas das vezes de baixa qualidade???

    Onde esta o orgulho de uma montadoras, em por seu melhor, nos seus automóveis?? Hoje tudo que vemos é a busca pelo mais barato/rápido de se fazer.


    P.S.: Na posição de fã, gostaria de saber se o Sr. já lançou o seu livro, em posts antigos, vi que o Sr. iria lançar um livro.

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    1. Harry
      É tudo questão de época. A própria decoração de ambientes vai mudando com o tempo, e por razões de custo também. Com os automóaveis não seria. diferente. Livro, nada ainda, mas estou para começá-lo.

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  49. O que faz barulho no meu Mille 2006 são os encaixes das portas e o rádio que está meio solto, probleminhas fáceis de resolver mas que demandam tempo para levar o veículo num tira grilos. O Painel em sí não faz barulhos e nunca me incomodou ao "toque".

    Já o Vectra não faz barulho de nada, talvez por ser pouco usado. O painel é parcialmente revestido de borracha e de início achei legal mas depois acabei ignorando pois raramente triscava nas borrachas. Só não gostei das alavancas da chave de setas serem de um material duro, eu tenho que ir com jeito pois no passado recente eu quebrei alguns dedos da mão direita e alguns locais ainda doem, já no Mille isto não ocorre pois tem uma capa de borracha.

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  50. Pedro de Albuquerque21/02/12 05:16

    No Notícias Automoticas em toda "avaliação" é a mesma coisa: análise de plásticos. Depois ele sai com o carro não consegui subir uma ladeira e reclama que é o carro; vira uma rua e vemos uma ordenhada de vaca; usa o modo manual de caixa automática dizendo que tem "mais controle do carro", etc.

    Analise de interior chame um decorador, carros deixe com quem entende.

    Pior que NAs e 4Rodas da vida fazem a cabeça da molecada.

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    1. Cuidado, senao o moderador do NAs (acho que é: Snoop ou algo do tipo)vem aqui e te bani. Rs.

      Tbm percebi, que no NAs, as avaliaçoes sao sempre assim. Subindo uma ladeira, com o ar ligado, saindo cantando pneu. O cara lá de camisa regata. Rs. Mas no geral é um bom site. De flagras e novidades ele é imbativel, o NA e o autossegredos.

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    2. Gosto muito do NA no seu respectivo nicho, que é completamente diferente deste aqui, mas aquele Snoop é mesmo um zero à esquerda completo. Parei de comentar lá por causa das arbitrariedades e incompetência dele.

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    3. NA: Quantidade
      AE: Qualidade

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  51. Olha, tentem explicar para mercedes, audi, bmw e afins que é melhor eles começarem a usar plastico duro porque é tudo igual. Depois eles podem até reduzir custo dos carros e talvez apareça em sua cidade uma concessionaria Mercedes bem popular mesmo e entao voce poderá comprar um Mercedes classe S pelo valor de um Logan porque afinal de contas é tudo igual. Aproveite e tire o V8 e coloque um 1000cc ja que vai levar ao mesmo lugar. Mas que piada. Essa matéria ficou sem uma conclusão séria. Me admira o jornalisa automotivo com anos de conhecimento falar isso. Ora as coisas melhores existem porque alguem ganha mais e pode pagar por elas. Se fosse para ser tudo igual, entao seria tudo chato e padronizado. Os detalhes fazem as grandes diferenças. E sendo desde o plastico até o friso cromado, tudo faz parte de uma idéa maior: O Status. O ser humano tem por instinto querer aparecer mais dentro da sua tribo isso é natural. Sendo assim é óbvio que uma marca vai usar materias que são (de conhecimento geral) mais caros para satisfazer isso. Simples. E o plastico duro é sim mais barato porque um Painel de celta por exemplo é só uma grande peça unica de plastico moldada e recortada só com os furos prontos. Já o painel de um carro de luxo tem varios e varios encaixes niveis e detalhes. E isso é a riqueza do objeto, isso é a justificativa dele custar 3 ou 4 vezes mais do que o simples. E isso acimda de tudo é a justificativa de quem o dirige mostrar: Eu tenho dinheiro. Fodam-se os pobres.

    É isso.

    Att. Lucas =D

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  52. Os carros na grande maioria das vezes são utilizados para reforçar o status e de poder dizer, mesmo sem palavras, "Eu posso!".
    Na minha opinião, acho ridículo um jovem solteiro ou mesmo uma pequena família embarcada em um sedan quatro portas. É para essas pessoas que existem carros como o Celta e o Ka, entre outros da mesma categoria.
    Como já citei anteriormente, não gosto de barulhos internos, mas se houver, pode-se usar material fono-absorvente e tudo está resolvido. Não deveria ser assim, mas não considero um problema sério.
    E nesse ponto concordo com o Bob. Muitas revistas e sites atém-se a pequenos detalhes como esses dos plásticos duros, demandando, inclusive, várias linhas para comentar a respeito, mas deixam de lado muitas vezes outros dados de suma importância, como a aceleração, o comportamento em retas e curvas, o silêncio a bordo, a ergonomia, entre outros.
    Há algum tempo, vieram com essa de espelhinhos no quebra-sol do motorista. Insistiram tanto, que hoje meu carro tem uma droga dessas e sem uso. Para mim, seria mais interessante um porta canetas/documentos como era antigamente.

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    1. Várias linhas está de bom tamanho. Já é melhor que gastarem páginas inteiras para falar de desing de forma subjetiva, opiniões do que a redação ou os amigos acham do carro, preço e lista de equipamentos (como costumava ser). Darem um pouco de atenção para o acabamento já é uma boa melhoria, mesmo que errem algumas vezes. Performance é muito interessante, mas para quase todo mundo uma cabine aconchegante (os plásticos macios ajudam muito nisso), bem acabada e bonita é muito mais relevante que mais meio segundo no 0-100.

      A cabine é a parte que mais se passa tempo do carro, é incrível como um site com entusiastas não dê importância para isso. Espero que um dia além de dar atenção para os plásticos as revistas também falem dos bancos usando várias linhas para isso.

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    2. A Fev 21 03:59
      Este site de entusiastas dá importância para acabamento, mas sem exagero. Não vamos mesmo atrás de rebarbas e nem ficar analisando plásticos de acabamento. Vamos, sim, atrás de detalhes que incomodam o dirigir, como uma vez, ainda no Best Cars, critiquei um volante (de Honda, acho) cuja costura do couro ficava exatamente na região de apoio dos polegares. Mudaram pouco depois para a parte detrás dos raios.

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    3. A grande diferença deste blog é a amplitude de opiniões que, frequentemente, são contrárias à grande maioria da imprensa. Concordando ou não é ótimo ler um ponto de vista diferente e que nos faz refletir. Alguns se irritam ao ler opiniões com as quais não estão acostumados. Não é o meu caso. Gosto justamente disso.

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    4. Hiro Maxair Kotarou21/02/12 20:58

      Eu lembro dessa análise Bob, era no Fit.

      Ainda bem que vc citou, pois defeito em carro japonês nunca é corrigido, pois os donos são extremamente bitolados. Tem até um clube que chama Fit Fanáticos!!

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    5. Hiro, não fale assim...

      O Bob é um dos fundadores do Celta Clube.
      Ele pode ficar magoado se alguém diz sobre fanatismo já que ele a turma do Calmon gostam de celebrar o atraso nacional.

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  53. O problema é o "downgrade". Andei em um Cruze LTZ e todo o material do acabamento interno é de sensação pior que o meu Omega CD de 1997, e com certeza pior que um Vectra daquele ano. Quem sai de um Vectra e vai para o seu substituto natural, vai perceber essa piora na qualidade.

    Se o plástico duro, ou barato, é aplicado em carros de entrada, não vejo problema, afinal o objetivo principal do automóvel é custar o menos possível, mas eu automóveis com o Cruze, eu acho exagero o material de boa qualidade ser resumido a pequenas áreas do painel.

    Mas, isso é uma tendência que todos os fabricantes seguem, e nem por isso o consumidor sinaliza sua insatisfação a ponto de estagnar as vendas. E se continua vendendo, o fabricante entende que está tudo certo.

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    1. Acho que você tocou num ponto importante. O Cruze é vendido no Brasil como um carro de categoria superior, imagino. Mas nos EUA ele é um carro compacto cujo mercado são estudantes do colegial ou na faculdade. Portanto, ele é feito para ser barato, ponte torcente e tudo mais.

      No entanto, como vivemos numa economia globalizada, o Cruze é feito para atender o preço da categoria em seu maior mercado de vendas: um compacto no mercado americano. No entanto, este não é o mercado dele no Brasil: um carro médio para famílias de renda médio-alta.

      Imagino que no passado a tropicalização incluía um retoque no interior, já que o mercado do carro no Brasil seria pelo menos um degrau acima daquele de origem. No entanto, não acredito que haja mais tanta tropicalização. Para começar porque poucos carros são totalmente fabricados no Brasil, incluindo muitas partes importadas, especialmente da matriz. Segundo porque muitos fabricantes apenas fabricam os carros localmente e não mexem no projeto. Finalmente, porque é bem possível que hoje como antes o Brasil é para onde se mandam os ferramentais usados e cansados.

      Também é preciso se lembrar que muitos modelos no mercado brasileiro são aqueles projetados para o terceiro mundo, como o Sandero e o Palio, portanto suspeito que nunca incluíram no projeto um interior decente, mas apenas funcional.

      Sera que este é o caso que explica a queda geral do acabamento interno?

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    2. Augustine, vá torcer a ponte na fruta que caiu !
      Ô nego chato de cueca.

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  54. Eu gostei do texto no sentido de que vai de encontro ao mantra propagado por toda a imprensa dita especializada. É realmente muito chato ver sempre os mesmos comentários. Quanto à qualidade dos plásticos, realmente, em alguns lugares não faz diferença ser macio ou duro (como o painel, por exemplo). O problema que eu vejo e isso é mais um caso do Brasil do que da indústria automobilística é que o preço dos veículos é incompatível com o acabamento oferecido. Que o plástico é um bom material para ser usado nos carros acho que isso é ponto pacífico.

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  55. Eu acho fundamental um interior caprichado! Afinal é dentro do carro q passo a maior parte do tempo que tenho contato com meu carro. Essa questão da economia nos materiais até acho compreensível quando se trata de um carro de entrada. Mas esses plásticos ásperos, duros e vagabundos, em carros médio pra cima é inaceitável. Como o Cruvinel falou antes, a questão do aspecto. Tem carros hoje em dia que parecem q as partes plásticas são feitas em fundos de quintais tamanha a pobreza no aspecto.
    A saber: minha família teve a alguns anos uma Scenic 2002 que era simplesmente horrível nesse quesito. Bancos e acabamentos das portas em couro e tudo mais, mas todos os plásticos dos mais vagabundos imagináveis. Não a toa, mas tudo batia dentro dela. E logo num carro que, pelo menos quando 0 KM tinha um valor alto. Essa Scenic veio para substituir um Corolla 1995 q dava um BANHO nesse quesito. Eu diria até q referência de acabamento interno o Corollinha 95...

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    1. Eu tive uma Scénic 2002 e depois troquei por outra 2006, ambas compradas zero quilômetro. Nunca ouvi um ruído que fosse dentro delas. E é um carro, que pelo seu formato, deveria gerar ruídos.
      Excelente carro!

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    2. A Scénic q tivemos era horrível na questão dos ruídos internos (especialmente na parte de trás, mas por tudo tinha um pouco. Só o painel não era tanto) e qualidade dos plásticos internos em geral. Realmente dava a impressão de serem plásticos reciclados....
      Já o Corolla 95 era o oposto. Silêncio total! Acabamentos das portas estofados e macios, painel feito de um material excelente. E isso num carro pequeno, apertado, com uma suspensão macia e baixa demais para as nossas estradas, que enroscava o assoalho por tudo, motorzinho 1.6 e ainda por cima foi comprado batido (pouca coisa, só capô, farol e para-lama esquerdo trocados). O Corollinha importado tinha defeitos, mas em acabamento era show!!

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  56. A Geni (personagem da musica do Chico Buarque) dos leitores do blog chama-se Celta: Ele e seus plasticos que honestamente não vi nada demais. Muito pelo contrário, achei até muito satisfatorio pela proposta do carro.

    Engraçado...a impresna dita "especializada" tanto critica os acabamentos em plastico do Celta mas do painel do VW Amarok (esse sim, um plastico beem vagabundo) ninguém fala nada. E todo mundo continua lendo a revista Auto algumacoisa, 4 Outra coisa, Car and xyz, revistas claramente escritas por Pseudojornalistas....

    O Mino Carta ("jornalista" que DIZ entender alguma coisa de politica) começou a vida numa editora escrevendo revista de automovel....sem sequer ter carta de motorista. Tudo isso dito por ele mesmo em entrevista...

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    1. O "jornalista" Bob Sharp comete mais erros de língua portuguesa do que um aluno com poucos anos de ensino.

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    2. Pedro Kelmmer21/02/12 16:15

      Ah! Pare de apontar seu dedo sujo sobre os outros. Escrever duas linhas sem erros, até analfabetos funcionais como você conseguem...

      Acha o Bob Sharp ruim, mas lê seus artigos e se dói por eles. Vá lavar um tanque de roupas sujas Madalena!

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    3. A Fev 21 06:40
      Quais erros, pode apontar?

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  57. Deveria só ser permitido a opinião de quem se identificasse por aqui... para não ficarem esses babacas avacalhando...

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    1. Bale para você também, ou não?

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    2. Vale, sorry...

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  58. Bob,

    Talvez se beneficiaria de ler de novo "Car Guys vs. Bean-Coutners", onde seu xará relata sua luta para se melhorar os interiores da GM, como este item estava no final da lista e, quando os custos de um projeto saíam mais do que o esperado, era o item no topo da lista a ser sacrificado. Daí a pele de rato que cobria do porta-malas ao teto, característica da GM, inclusive na Cadillac, e motivo de piadas diversas na indústria.

    Pelo jeito, o Bob Lutz conseguiu fazer progresso nesta área na matriz da GM, mas parece que a filial tupiniquim foi deixada a sua velha filosofia de produto.

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    1. Augustine
      Certamente, o xará tinha que atender os anseios dos jornalistas-testadores...

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    2. Por favor, leia de novo esse capítulo sobre os interiores e acabamento em geral, inclusive externo, onde ele fala da diferença que um mero friso cromado pode fazer à elegância do carro e da importância de se esconder pontos de solda e de se modificar moldes para que a superfície do metal não ficasse irregular. Coisas que qualquer sabe como fazer e não sai mais caro, é só querer.

      O que o Lutz queria era vender mais carros com mais lucro, pois ele sabia que assim que um cliente em potencial entrasse dentro de um Chevy Malibu e depois se sentasse num Honda Accord ele teria a percepção de mais valor no Honda que no Chevy, daí os incentivos médios da GM - na ordem de milhares de dólares - praticamente zerarem o lucro, daí sua falência, enquanto que os incentivos da Honda eram de apenas centenas de dólares.

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    3. O Augustine tem pelo de rato no rabo, cá cá cá cá.

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    4. E você tem pêlo de burro na cabeça....

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    5. Augustine
      É opinião dele. Para mim colocar anéis cromados brilhantes ou foscos nos difusores de ar só "para dar ar de luxo" é infantilidade. Coisa de marqueteiro de comum-acordo com estilistas.

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  59. Bob,avião nós ficamos puco tempo dentro deles,pode ser acabado do jeito que eles quiserem,eu não vou comprar mesmo,hehehehe....Gol 1.6 G3 não era popular nem tinha preço de,mas aquele painel casca de ovo se desmanchava rapidinho,vc ia usar um vidro eletrico e o botão ia parar lá dentro do painel, pode-se usar plástico à vontade, mas que tenha uma qualidade decente,como eu não uso lixo nacional podem continuar discutindo à vontade enqto eu continuo olhando para o painel da minha 300CE 91 chei de madeira,hehehehe.....

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  60. Eu não tenho nada contra plásticos, duros ou moles, em carros. É um material essencial hoje, da indústria automobilística. Ainda lembro dos painéis de aço dos carros das décadas de 60/70, (mal) revestidos de alguma coisa (inclusive plásticos).
    O que me chateia é comprar um carro com bom acabamento (um Fusion 2011 zero quilometro que está com 2.500 km), e ficar extremamente irritado pelo ruído do assento dianteiro direito quando ando sem o passageiro, pela folga que o banco tem com o trilho.

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  61. Essa questão ainda gera polêmica mesmo Bob.
    Existe muita implicância com o plástico, talvez decorrente da época em que "carro de plástico" era carro de brinquedo.
    Nunca tive problemas com o material, embora ache que algumas cores e texturas realmente não são agradáveis.
    Acho que a indústria automotiva precisa aprender com a de celulares sobre o uso do plástico. Ás vezes, num único aparelho, temos vários tipos de texturas e cores diferentes, tudo muito bonito e agradável ao toque. A SAMSUNG, por exemplo, costuma usar um verniz aveludado nos plásticos de alguns celulares que é simplesmente sensacional. Fica bonito o tem um toque agradável.
    Pergunto: é difícil usar plástico nos carros com o mesmo bom gosto e qualidade que as fábricas de celulares já fazem há anos?

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  62. Como sempre, o Bob aberto a opiniões diversas...

    Bob, pessoas pensam diferente.
    Não carregue suas heranças da barra da tijuca anos 60 que não suportou ver seu território "militar" ser socializado com mais pessoas.

    Esse tipo de pensamento hoje está nos centros em Brasília. Gente que não sabe conviver com gente, com a diferença. Pobres homens.

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    1. A Fev 22 )4:13 am
      Que besteira! De onde você titou isso?

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    2. do seu histórico cara pálida!
      conheço toda a sua capivara mermão!

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  63. É ISSO AÍ BOB, PAU NO POLIPROPILENO COM 20% DE CARGA!!!

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  64. Flavio. M. S. Bezerra22/02/12 10:23

    Bob,
    Concordo com o jargão burro da imprensa.

    Agora que não dá pra gastar 40, 50 mil reais em um carro e se deparar com PROJETO E SERVIÇO PORCO aí não dá.

    Rebarbas?
    Imagine mulheres que usam meia calça por exemplo indo para uma reunião?

    Você não pode tomar como base para avaliar um produto apenas as premissas as quais você experiencia, mas sim de um universo de consumidores bem maior.

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    1. Flavio
      Esse "universo de consumidores" a que você se refere se resume a meia-dúzia de colegas testadores de veículos. Só.

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    2. Flavio. M. S. Bezerra22/02/12 11:16

      Discordo veementemente.

      A maioria que compra carro nem lê, nem se informa a respeito. Conheço dezenas de pessoas que compram carro como sapato.

      Qualquer percepção de qualidade conta a favor de um produto.

      Você usaria um paletó com fios soltos? Ou brilhante demais?

      Simples assim.

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  65. Bom dia,

    Gostaria de aproveitar este debate para perguntar...

    - Ja foi publicado o livro de BOB SHARP?
    Ha referencia a este livro nos debates de
    Abril do ano passado.

    Se sim,como fazer para adquiri-lo?

    ...e para sugerir:

    - Reportagens sobre a primeira geracao de
    motores a alcool no Brasil,se possivel
    com o testemunho dos tecnicos/engenheiros
    que participaram daqueles tempos heroicos,
    com relatos das dificuldades de transfor-
    mar os motores (caminhoes) 318 e 261 e,
    principalmente o sucesso da linha FORD.

    Era estudante na epoca e julgo que esta
    e um marco para a industria automobilis-
    tica local,deveria receber mais destaque

    E um tema que vale tambem um livro.


    Finalmente,gostaria de ver mais temas relacionados a linha Willys/FORD,prici-
    palmente CORCEL e o Sr Max Pearce.

    Edio.

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    1. A Fev 22 04:27
      O livro ainda está por ser escrito. Claro, vou falar no Proácool e nos problemas para converter os motores, mas jamais com a conotação de marco para a indústria automobilística. Não considero glória esse feito. Quanto a falar mais sobre Willys, Ford e William Max Pearce, anotado.

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  66. E lógico,Tio, as equipes Wyllis e DKW !!!!

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  67. Toda vez que o Bob avalia DESIGN - sim, qualidade, texturas e desenho dos plásticos no interior são sim DESIGN e não somente estilo - o post fica manco.

    Deveria ter passado esse tema para o Castilho comentar.
    Acredito que seria muito mais rico e com menos achismos/gostos pessoais.

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  68. Gertalha
    Não avalio nada. Apenas – repito – acho perda de tempo jornalistas-testadores ficarem falando de plásticos e procurando encaixes mal-feitos e rebarbas. Você jamais verá no AE posts periódicos sobre estilo tipo o do novo Ecosport pelo Castilho. Isso você encontrará fácil em outros veículos de comunicação especializados em veículos. Nosso foco é outro.

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    1. Bem, o Emílio Camanzi sempre fala de encaixes, rebarbas e gosto das avaliações dele.
      Na verdade ele não faz testes, mas excelentes avaliações.

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    2. ué?
      e design automotivo não tem ligação com entusiasmo?

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  69. O importante são os plásticos não desmontarem com o tempo. Os carros da VolksWagen e os da Hyundai não aguentam muito tempo nas nossas estradas, e com pouco tempo de uso já tem parte do painel caindo e um monte de barulhinhos de plásticos rangendo.

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  70. vou ali procurar rebarbas nos plasticos ruins do meu focus 2002 e ja volto. hehehe

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  71. Até agora, 156 comentários. Com este, 157.

    Abrimos qualquer site ou blog de automóveis e sempre é mesma a lenga lenga. O carro tem bancos confortáveis, inúmeros porta objetos, porta-malas king size, tipo ônibus, plásticos macios ou duros, rebarbas, mas ninguém é capaz de falar sobre o comportamento do carro. Depois de ler, sabemos quase tudo sobre o carro, menos o que realmente interessa e ficamos na dúvida. Sera que o carro é bom de curva e não oscila nas retas? E o motor é valente e econômico ou é lerdo e beberrão. É gostoso de dirigir ou só é bonito?
    Em verdade, tem muito lero lero e nada do que importa.
    Outro detalhe é a ênfase em descrever sobre o enorme porta-malas de alguns carros. Prá que queremos isso? Quanto menos bagulho se leva em uma viagem, mas agradável ela se torna. Viagem não é para levar a metade da casa junto. Se for assim, que se fique em casa.
    Eu tenho o hábito de viajar uma ou duas vezes por mês e aprendi que quanto menos se leva, melhor se torna a viagem.
    O que falta mesmo, são carros racionais e que os blogs e sites da vida, passem a dar ênfase sobre isso.

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  72. Sinto falta do tempo que se usava forro a lata nas portas em em boa parte do interior... mil vezes melhor que o plástico barulhento.

    http://i42.servimg.com/u/f42/12/32/23/14/foto_213.jpg

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  73. Me desculpem, mas usar o celta como exemplo de plástico de qualidade é uma ofença...ahahahahahaha

    Eu tive a tristeza de alugar um quando estive no nordeste.

    Nossa senhora, que desgraça de carro. Primeiro que eu quase não cabia nele, o modelo não tinha DH, era praticamente impossível fazer uma curva mais fechada a baixa velocidade.
    Você ouve tudo que acontece fora dele, todas as micro pedrinhas batendo por dentro do paralamas.
    E o acabamento do carro é lastimável, é o que falaram, não é questão de ser plástico duro ou mole, é questão de material de qualidade. É aquele plástico que se você olhar mais nervoso ele risca sozinho. Ter junções boas nas peças nem pensar...
    Me desculpem, mas pelo carro que é o Celta tinha que custar 50% menos do que custa.
    Ah e aí as pessoas falam que é carro popular, sei lá o que. Me desculpe, mas todas as asneiras que acontecem no trânsito, todos os motoristas que só fazem merda, 90% tem um celta, fora os que são de Sto André, que aí piora muito a coisa.
    É a nova classe média tendo acesso ao mercado...Eita Ilha de Vera Cruz...

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    1. Leandro,
      pegando seu comentário: "Você ouve tudo que acontece fora dele ..." foi a mais surpreendente sensação quanto andei de carona num celta. Quando parava ao lado de um caminhão, ônibus, moto... ouvir a conversa do motoqueiro com o carona... fora que tive de andar meio de lado estirado sobre o banco traseiro. Não sou muito grande, mas era impossível sentar direito no banco traseiro. O painel em peça única deixou de ser assustador depois da experiência de andar dentro de um.
      VPJ

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    2. Pelo carro que é, o Celta não deveria custar mais do que R$ 5.000,00.

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    3. Não fale isso!

      O Bob e a turma do Calmon acham normal pagar 30 mil reais em um Celta.
      Pra eles tá tudo bem. É "popular" mesmo.

      Deviam fazer um comparativo dos plásticos do Celta com os do Tata Nano... sei não hein...

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    4. Anônimo fev 22 )5:11 PM
      Por esse comentário dá para ver que seu conhecimento de automóvel é zero. Lamentável. Espero que você melhore lendo o AE. A equipe e eu estamos aqui para isso mesmo.

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    5. Pirulito
      Aprendi mais uma, que o Celta é o único carro do mercado que tem preço alto em relaçào ao que oferece. Obrigado! Espero contar sempre com a sua preciosa colaboração.

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    6. Esse é o Bob.
      Graaande Bob, sempre aprendendo!!!

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  74. É o seguinte Bob Sharp: eu não estou nem perto de comprar um Boeing ou até mesmo um simples teco-teco.
    Quanto aos carros, eu não quero plástico duro, nem macio.
    Quero um painel revestido igual ao antigo Kadett ano 1997 ou GM Astra, devidamente emborrachado. É simples e não é pedir muito.
    E quanto às rebarbas ... o seu Celta tem aos montes e nem precisa procurar muito.

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    1. Daniel BBB23/02/12 09:41

      "É o seguinte Bob Sharp: eu não estou nem perto de comprar um Boeing ou até mesmo um simples teco-teco.
      Quanto aos carros, eu não quero plástico duro, nem macio.
      Quero um painel revestido igual ao antigo Kadett ano 1997 ou GM Astra, devidamente emborrachado. É simples e não é pedir muito.
      E quanto às rebarbas ... o seu Celta tem aos montes e nem precisa procurar muito."

      [x2]

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    2. Anônimo fev 22 )7:36 PM
      Você não é obrigado a comprar nada, tem todo o direito de escolher o carro que tenha os revestimentos internos que aprecia, ora. Não é simples? E quanto ao meu Celta ter rebarbas, visíveis nenhuma. E como não sou caça-rebarbas como a maioria dos testadores, é evidente que não vou procurá-las. E cuidado com os plásticos duros dos Boeings!

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    3. Como sempre o Bob aberto à discussão!!!
      Parabéns!!!

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    4. Bob,

      Voce e um jornalista respeitavel. Nao, mais que isto, sua contribuicao a industria brasileira de automoveis foi significativa e portanto sua contribuicao na imprensa especializada e impar.

      Por isto mesmo, acho que partir para ataques pessoais, ainda que ao "Anonimo", especialmente quando ninguem o atacou pessoalmente, e incompativel com seu prestigio. Alem de que, nao vale a pena responder comentarios hiperbolicos, especialmente do "Anonimo".

      Paz.

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    5. Augustine, você é mesmo bastante chato.

      Excluir
    6. Augustine,

      Você está sendo politicamente correto.
      ou seja,

      CHATO BA-GA-RAI!!

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    7. Chato mesmo!

      Excluir
    8. Muito chato.

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  75. Tem gente que chega em uma certa idade/posição profissional/social/etc... que acha que já está pronta.

    Diz que "não se convence" simplesmente porque não quer pensar as vezes diferente do que vem pensando a vida toda.

    Isso me deixa triste: gente pronta, perfeita, acabada, sem dúvidas, cheia de certezas.

    Para estes falta o quê mais?

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  76. Infelizmente, os consumidores de carro brasileiros tem os carros que merecem. Damos valor a "tradição" em detrimento de outras coisas que deveriam ser mais importantes, especialmente segurança e qualidade de construção. GM usando motores dos anos 80, plataformas no inicio dos anos 90 e oferecendo produtos RIDICULOS (Celta e Agile os principais expoentes) isso so pra fica nela.

    E pior é falar que "é carro popular, queria o que??". Caras, 30 mil reais É GRANA PRA CACETE. Comparem os carros oferecidos nessa faixa de valor em mercados MENOS IMPORTANTES de paises MAIS POBRES que o Brasil, como a Argentina? Chega a se revoltante.

    Acabamento interno É IMPORTANTE SIM!! Pra quem gosta de carro, e tem nele uma paixão como muitos aqui, não ligar pra area do carro em que voce mais fica é quase uma idiotice. Plastico duro e com rebarbas que machucam é horrível. Bancos duros, sem suportes pra coluna, ergonomia porca entre outras coisas so ajudam a piorar a impressão que os carros populares me fazem ter.

    Infelizmente, o "povo" continua comprando MUITO lixos ambulantes como Celta, AGILE, Gol, Fiesta entre outros. Enquanto isso, as montadoras sentam em cima da grana dada por nós, trouxas, para projetos antigos, cujo investimento já foi pago a séculos e pela qual cobram um valor ESTUPIDO

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    1. Tá bem, ô revoltadinho. Carro aqui é absurdamente caro. Mas qual carro eu deveria comprar então? Não quero andar a pé, e todos os carros de entrada são mal acabados. Qual carro você tem? E qual recomenda que eu compre?

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  77. Aléssio Marinho24/02/12 01:11

    O que define se o interior é pobre ou luxuoso é o desenho que se aplica à peça. Plástico permite uma infinidade de desenhos, basta usar a criatividade, o que falta no projeto do interior de alguns carros.
    Requinte havia no Corsa 96, com os painéis de porta moldados em plástico mas revestido em tecido. Essa é a melhor solução, com uma fina camada de espuma.
    Inteiror com painel em duratex revestido em tecido ou lona, não consegue manter a integridade por muito tempo.

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    1. duratex?

      ah manja pra caramba de carro viu?

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  78. Eliésio Ruiz24/02/12 08:06

    Mais uma vez vemos aqui dezenas de "entusiastas" - inclusive o autor do post - que desconhecem a fundo o comentam.

    NÃO SABEM o que é, como é feito, o que tem de fazer um interior de automóvel.

    É todo mundo dando pitaco no cheiro, no achismo, no borógodó, no chute.

    Depois ainda vem reclamar quando os outros dizem que não somos um país sério. LÓGICO! Olha os comentários sem embasamento algum.

    Puro barulho para absolutamente nada.

    O autor do post - SEMPRE DISPOSTO A APRENDER E SE REAVALIAR - se quer conversou com algum engenheiro ou designer ou sei lá quem que trabalha com interiores pra vir aqui escrever mais em tom de protesto e inveja com colegas de profissão - jornalista - do que falar do assunto com a seriedade merecida.

    Nunca, nunca seremos.

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    1. Eliésio, a gente vem aqui se divertir. Quer se informar de verdade? Procure uma publicação séria.
      Isto daqui é um blog, discurso panfletário do começo ao fim.

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    2. Quanta imbecilidade esse povo comenta! O que é publicação séria? A Quatro Rodas? O programa Autoesporte da Globo? Bando de burros.

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    3. Que anônimo revoltado você!

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    4. Anônimo Feb 24 04:08 AM
      Este blog É uma publicação séria. Que você se divirta aqui, isso muito nos envaidece, mas não venha com a piada "procure uma publicação séria".

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    5. o AE é talvez o mais sério meio sobre o assunto, apesar de alguns "pré-conceitos".

      mas às vezes algumas opiniões pouco embasadas broxam a leitura.

      no geral vida longa ao AE

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  79. Uma bosta mesmo é o painel do Gol G4, que peca pelo problema não de plásticos duros, mas de plásticos macios demais. A lateral dp painel, próximo à porta e à caixa de fusíveis, tem um vão de 4 cm entre o painel e a guarnição da porta. E é tão safado o material que, empurrando com um dedo, o painel flete completamente.

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    1. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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    2. O painel do Gol G4 parece feito do mesmo plástico que os copos descartáveis.

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  80. Que anônimo revoltado você!

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  81. A BATALHA DOS ANÔNIMOS VOLTOU!!!

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  82. quanta baboseira...
    tá parecendo o NA aqui...

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Um abraço!
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