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4 de abril de 2012

DAFRA: DOBRANDO APOSTAS, CORTANDO PREÇOS


Dafra Next 250


O ano de 2012 promete em termos de lançamentos de motocicletas. Entre as mais ativas empresas neste recém-terminado primeiro trimestre do ano está a Dafra.

Não, nem Honda, nem Yamaha, nem Suzuki ou Kawasaki, só para citar marcas nipônicas, que comandam o mercado mundial desde os anos 1960, todas instaladas no Brasil, estão comandado o desovar de novidades.

Nascida há menos de cinco anos, a Dafra estreou no mercado montando em Manaus utilitárias que capturou de fornecedores chineses, motos simples, de 125 cm³, nos moldes daquela que é a best-seller do nosso mercado desde sempre, a Honda CG.

E como em todo começo, tropeçou um pouco a Dafra, com os problemas de suas novidades, boas de preço, mas não tanto em termos de qualidade, confiabilidade.

Rápidos no gatilho, os irmãos Franco, Creso e Mário (leia-se Grupo Itavema) resolveram melhorar seu negócio no ambiente de duas rodas, agregando qualidade, e foram buscá-la longe, na Índia, de onde trouxeram uma caprichada moto de 150 cm³, a RTR Apache (por que "Apache" e não Krishna? Ganesh? Shiva?).



RTR Apache 150


Fabricada por uma empresa, a TVS, que durante anos teve uma joint-venture com os japoneses da Suzuki, a tal Apache é um vôo solo dos engenheiros indianos que muito se inspiraram na qualidade nipônica aprendida, e não quiseram errar. Se pecaram, foi pelo excesso, pois a tal Apache tem requintes técnicos difícilmente vistos em motos de sua categoria (comando de válvula roletado...). E com já quase dois anos de mercado brasileiro, essa Apache que veio do país do Taj Mahal desfruta de boa fama entre os motociclistas brasileiros, sabidamente moedores de quilômetros, e motos.

Em sua política de infidelidade a fornecedores, a Dafra – que continuou comprando de chineses (Haojue) e indianos – entabulou conversa com taiwaneses e deles pinçou um scooter de 300 cm³, o Citycom, fabricado por uma empresa chamada SYM.

De boba essa SYM não tem nada: sua especialidade são scooters e nesse nicho tão caro principalmente aos europeus, é marca prestigiada. Aliás o tal Citycom 300i foi desenhado na Itália, visando não apenas os olho fino e exigente do cliente da velha bota como também seu biótipo mais encorpado. Resumo: sucesso na Itália, a terra da Vespa, mãe de todos os scooters.

Scooter Citycom 300


Lançando o Citycom no Brasil em 2010, a Dafra não imaginava que sua expectativa de venda estava tão errada, e teve que duplicar a pedida, pois entre nós o bicho não tem concorrentes, mas fez muitos admiradores. Honda, Yamaha & Cia dormiram (e continuam dormindo) no ponto nesse segmento.


Roadwin 250


Voraz, a Dafra iniciou 2012 colocando nas revendas duas motos de 250 cm³ que mostrou no Salão das Duas Rodas, realizado em São Paulo em outubro passado. Uma, a esportiva Roadwin, nasceu na Coréia do Sul, criada por um fabricante que no passado já andou vendendo pequenas motos e scooters no Brasil, a Daelim. Carenada, com cara de moto do Jaspion, a Roadwin é uma aposta da Dafra para roubar clientes da queridinha desse segmento entre nós, a Kawasaki Ninja 250, assim como da vindoura Honda CBR 250R. 

Se conseguirá ou não é cedo para dizer: está há pouco tempo nas revendas da Dafra e tem contra si o fato de ter motor monocilindro para brigar com o bicilindro da Kawasaki. Porém, custa menos, claro (3 mil reais menos), e se não tem a prestigiada marca Kawasaki estampada no tanque, ao menos tem formas e dimensões imponentes.

Agora chegará a segunda aposta da Dafra nessa faixa das 250: trata-se da Next, uma naked (moto sem carenagem) de linhas modernas e pedigree interessante, pois vem da mesma SYM que faz o scooter Citycom que, como já dissemos, vende bem e tem excelente fama entre os seus usuários.

Dotada de um moderno motor monoclindro refrigerado a água, esta nova Dafra de cara coloca no chinelo – em termos tecnológicos – as líderes deste segmento em nosso mercado, a Honda CB 300R e a Yamaha YS 250 Fazer, principalmente por conta de seu motor de refrigeração líquida. Todavia a Dafra sabe que é preciso algo mais do que um motor atual projetado por gente que capricha e que tem qualidade para vender na Europa. Sim, porque a SYM não vende só o scooter Citycom a italianos, franceses e espanhóis, mas também essa 250 que aqui se chama Next.

E o que tem essa Next 250 a mais? Ah... ele, o preço: custa 10.190 reais, mil a menos que a Yamaha, 1.500 a menos que a Honda. Se tecnologia e design ajudam a vender, com preço bom então...

RA



59 comentários:

  1. Dafra? Não, obrigado. Já vi bastante motor Dafra fazendo retífica com 3.000km. Eu passo.

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    1. Caralho! Sempre ouvi falar mal das Dafras, mas fazer motor com 3.000 é foda viu...

      Bom. Deixa eu ficar com minha Fan 150 ESi com 3.500 km rodados que tá bom demais!

      Fad

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    2. eu tenho uma riva 150 ta com 21000 e não fumou ainda.

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    3. É PORQ TU VIU AS COITADINHAS DAS SPEEDS. INFELIZMENTE VOCE SO CONHECE ESSE MODELO. VERIFICA O HISTORICO DA APACHE.

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    4. Vai ver pq tiveram de fazer retifica. Pq não cuidam da moto. Esquecem do oleo. Resultado: Motor fundido! E isso acontecerá em qq marca, Honda, Yamaha, Suzuki, Kawasaki etc.

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    5. Tenho uma apache e já está com 16.000km e ainda está muito boa, sem problemas, pois faço as revisões conforme manual.

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  2. Soube que algumas Dafra quebraram o chassis com as nossas lombadas e o fabricante se "omitiu" seria verdade ou lenda urbana?

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    1. a honda também teve motos com quadro partido (cb 300) e ninguem fala nada , as motos ruins da dafra são as speed 150 chinesas lifan, essas não tem nada a ver com elas

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    2. Não fala nada? Só vejo o pessoal falando mal da cb300. Vazamento de óleo, bomba de combustível...

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    3. engraçado... tenho uma cb 300, sem vazamentos, sem problemas em bombas.... sem contar que é a mais vendida da categoria...
      todo veículo está sujeito à problemas, a diferença é a maneira como a fabricante lida com elas, e a Dafra se mostrou indigna de confiança....

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    4. Pra quem diz honda é honda veja esse video q pasou na tv record balanço geral http://www.youtube.com/watch?v=yrsailtEOgA

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  3. o problema da Dafra é ser Dafra, talvez apenas o nome. O cara diz:
    Tenho uma Kawasaki!
    Tenho uma Honda!
    Tenho uma Dafra! :s
    Poderiam arrumar um nome mais bonito que Dafra. Por que Dafra parece nome de tratorzinho agricola ou daqueles de puxar caçamba de lixo.

    E infelizmente a confianca ainda é baixa. Tem que ter um trabalho de marketing martelando na qualidade. Botar um mototaxistas ou motoboyz desses ai moedores (quem caem todo dia e nao morrem (gracas a Deus!)) esmerilhando elas pro pessoal acreditar que elas aguentam o trampo!

    Por fim, tenho uma Apache aqui, com 1800 km, ano 2010. NOVA igual uma da loja; e baratinha! To vendendo (tentando) ha 3 meses mas NAO vende. Pouca procura; Alguns curiosos.
    Pros: Bom acabamento; painel e comandos completos; Freio a disco; Tem o painel com boas vindas, muito legalzinho.
    Contras: Motor vibra muito, ate pra um monocilindrico, te reforca a mensagem sublime de estar num tratorzinho daqueles agricola. Muito pequena. Meia hora nela e voce ja vai estar se contorcendo. E o carona vai mal.
    Olhando de longe, com as carenagens, te remete uma moto 300, mas de longe. Andando é 150 mesmo. Nao vai passar de 110.

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    1. "Tenho uma Dafra! :s"

      Kkk, essa é boa.

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    2. Voce deixaria de comer a Giselle Bundchen se ela se chamasse Ambrósia?

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    3. cara, eu ia comer mas ia chamar ela de outro nome..

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    4. Ah , se o problema é a marca ter uma nome Chinês ou Japonês, mudem o nome pra "Dafla" então kkkkkkkkkk

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  4. Engraçado, mas as hondas que fumam com pouca quilometragem também ninguém fala ou todo mundo esqueceu das cg 150 ou que a mesma honda tentou tirar a cg 125 do mercado tentando fazer o mercado engolir a sua 150, como a concorrência nadou de braçada nessa cagada da honda aumentando sua respectiva participação no market-share em coisa de 4 meses eles relançaram a cg 125 com o novissimo motor varetado e ainda por cima deram um jeito de não pintar o paralama e as laterais que antes eram pintadas para aumentar os lucros, sem considerar que mudaram alguma coisa no motor porque esse já não é tão valente quanto os antigos motores 125 que a mesma produzia, ou do motor da cb 300 que vaza óleo ou mesmo do óleo porcaria que até pouco tempo a honda recomendava utilizar e que acabava fazendo o motor ter a vida útil reduzida, agora eles recomendam um bom óleo que é semi-sintético API SM 10w30 onde antes era mineral API SF 20w50 o manual recomendava trocar com 3000 km, mas toda concessionária instruia os clientes a trocarem com 1000 senão fundia os motores, lembrando que a geração SF é de antes de 2000. Entre erros e acertos a yamaha também que teimou muito tempo com os motores 2 tempos e agora a sua linha nacional é toda 4 tempos. Acho que a simplicidade e resistência dos modelos da yamaha se dá porque eles ficaram cansados de trocar peças de motor 2 tempos em garantia.
    Acho muito bom a concorrência da dafra porque se não for assim as marcas que dominam o mercado não mudam e cobram caro por veículos defasados do mercado mundial. Problemas todas as marcas enfrentam a questão é como ela lida com isso de forma a não deixar os clientes na mão, e até agora a dafra está atuando na média do mercado ou até mais porque está oferecendo mais por menos para poder entrar no mercado e se estabelecer.

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    1. Acho que a Yamaha largou as 2T por causa das emissões.

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    2. Que eu me lembre, durante longo tempo, só a honda podreria fabricar motos 4 tempos no Brasil. E se tivessem evoluido os motores 2 tempos em vez de largarem por ser mais dificil ou muito caro para diminuir os poluentes, seria bem melhor que os 4 por rodarem mais livres os motores. A culpa de haver quebras mais facil nesses motores é pelo fato de não terem freio motor e querem redusir só na marcha... Um caso, meu pai tinha uma DT 200R para trilha, ando 2 anos precisando trocar só o óleo, quando vendeu, o novo dono na primeira trilha quebrou o motor, então é culpa do 2 tempo ou do cara na boléia?

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    3. Que eu me lembre, durante longo tempo, só a honda podreria fabricar motos 4 tempos no Brasil. E se tivessem evoluido os motores 2 tempos em vez de largarem por ser mais dificil ou muito caro para diminuir os poluentes, seria bem melhor que os 4 por rodarem mais livres os motores. A culpa de haver quebras mais facil nesses motores é pelo fato de não terem freio motor e querem redusir só na marcha... Um caso, meu pai tinha uma DT 200R para trilha, ando 2 anos precisando trocar só o óleo, quando vendeu, o novo dono na primeira trilha quebrou o motor, então é culpa do 2 tempo ou do cara na boléia?

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    4. A Honda parece que fazia questão de ter que trocar motores da garantia enquanto usou (por motivos comerciais e não técnicos) o óleo Mobil 20W50 SF 4T em suas CGs. Foi só trocar o óleo que acabou o problema.
      Se o mesmo erro ocorresse com a Dafra, teria um monte de gente dizendo que a marca não é confiável, mas como é com a Honda ninguém se revolta.

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  5. Agora tem uma coisa que me deixa com medo dessas Dafras Apache, motos com menos de um ano de uso já estão parecendo motos velhas, cansadas em aparência.

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  6. Tenho conhecidos motoboys (pessoas sérias, que vivem disso, não os malucos), que rodam mais de 150km por dia dentro da cidade, e segundo eles, as únicas que duram razoavelmente bem nesse serviço (o suficiente para não ficar no prezuíjo) são as Hondas. Os que tentaram outras marcas se arrependeram. Lembrando que se tratam de motos de 125 e 150. Para uso "doméstico" no entanto, a coisa pode ser bem diferente...

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  7. Tive uma Citycom. Fiquei um ano com ela. Não tive problema algum, nem com a scooter nem com a marca. Vendi porque queria dar upgrade na moto e não preciso mais dela para o dia a dia.

    Compraria essa Next fácil.

    Ah sim, Já tive Honda, Yamaha, Suzuki, Kawasaki e BMW. Então falo com conhecimento de causa, não porque o primo do amigo da vizinha falou.

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  8. Tiêta do Agresti.
    Lua Cheia de Verão.

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  9. Agresti
    Acompanho sua coluna "Punta-Taco" . Parabens , muito bons os temas e abordagem.
    Por que nao o transcreve tbm aqui no AE?
    Abracos

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  10. É o mesmo motivo que faz geral escolher um gol pé de boi, mesmo sabendo que poderia comprar outro carro com mais tecnologia, conforto e as veses até mais barato da marca X. Pq sabe que no dia que precisar vender o gol, basta perguntar pro cara ao lado se quer comprar e ta feita a venda. Tipo o cara paga quase 30k no carro, roda 2 anos e vende por 25k. Se tivesse comprado o carro de 20k da marca X, depois de 2 anos não consegue vender nem por 10k.

    Não tem jeito, brasileiro ve carro/moto como investimento e não como bem de consumo como nos outros paises. Ninguem aceita pagar barato no carro/moto, usar até acabar e vender por qualquer dinheiro e comprar um novo. Nego prefere pagar caro sabendo que vai revender caro do mesmo jeito

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    1. Não é só brasileiro, nos EUA a menor depreciação de certos modelos (Corolla por exemplo) é um dos motivos que atraem os consumidores, sendo que existem modelos mais completos e mais baratos (Elantra, por exemplo) que vendem muito menos.

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    2. Nossa, essa mentalidade em relação ao Gol é a mais retrógrada possível além de ser quase uma lenda urbana. Gol perde valor igual a qq carro, quebra e dá manutenção igual qq carro e por experiência própria, pega fogo do nada,com 20 mil km, e a Volkswagen simplesmente diz: "Esse tipo de coisa acontece". Sem mais.

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  11. É ISSO AÍ AGRESTI! PAU NOS JAPAS ACOMODADOS!!!

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    1. pau na sua lomba

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    2. Estas respostas são as melhores hahahaha...

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    3. Plutonio: Hoje um NOME amanha um MITO depois uma LENDA.

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  12. O que é que as japonesas estão esperando para lançar um scooter de 250cc por aqui? Não tem cabimento, no caso da Suzuki, o cara ter de optar entre a pequena Burgman 125 ou a cara 400. Faz tempo venho dizendo isso.

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    1. Também acho. A Yamaha, por exemplo, tem um modelo chamado X-City 250 que é simplesmente maravilhoso. Por que cargas d'água essa máquina não vem para cá?

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    2. Nuóssa! Essa X-City 250 é M A R A V I L H O S A !

      JISUISSSS

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  13. Velho da Virilha Depilada04/04/12 16:51

    Gostei do fim do texto:

    "... preço bom então... RÁ!"

    RA pra vocês!!!!

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    1. Vai um Prestobarba ai ?

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  14. Eu talvez arriscaria na nessa SYM NEXT 250, que aparenta ser boa e mais acertada que a Daelim 250. Mas a pechincha mesmo é a RIVA, que é praticamente uma "Suzuki Yes", pois fabricada pela HAEJOE, que é quem faz de fato as nossas pequenas Suzuki 125.

    A marca de fato está ousando. Mas essa "promiscuidade" entre fornecedores me deixa um pouco cabreiro em relação a reposição de peças.

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  15. Alexandre - BH -04/04/12 18:24

    Ok, tudo muito bonito, tudo muito bom. Mas espero que os comentários postados aqui sirvam de feedback para o fabricante. Pelo teor já deu pra sentir o clima não é, Dona Dafra? Em casos como o da Kansas, que quebrou quadros e fez vítimas, ação ou omissão serão determinantes para a imagem da marca no mercado.

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  16. Alexandre - BH, imagino que voce pense da mesma forma sobre o kickback das Twisters. E a toda poderosa Honda, fez alguma coisa? Pode ter certeza que as vítimas não foram poucas.
    Embora tenha uma Honda, não tenho nenhuma fidelidade à marca.

    Abraço

    Lucas CRF

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  17. Tudo muito bom, tudo muito bonito. Mas se não custar abaixo de 8 mil reais ( o que seria um preço justo para uma moto ao estilo novidade indiana) não vai vender nada e pobre de quem comprar: vai ter um mico nas mãos.

    E esse banco aí deve ser uma cruz pra se carregar nessa via sacra de suspensão dura característica das nakeds.

    Augusto Filho

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  18. Hoje em dia, como nos carros, não existe mais marca razoavelmente conhecida que seja ruim. O cara na boléia, como disse o FelF aí em cima, tem culpa no cartório. Tive uma Falcon 2001, excelente apesar de defasada, não pegava nem chuva com ela, tratada à pão-de-ló, mas com 23.000 km já batia corrente de comando e tive que soldar o quadro, que trincou no encaixe do bagageiro (original, caríssimo). Pretendo comprar uma Citycom 300 e usar até acabar, sem me importar com valor de revenda. Também tive um Fox tirado 0km que tinha problemas no ar condicionado e eu era obrigado pela garantia a trocar o óleo a cada 6 meses mesmo estando bom, fazendo isso na concessionária pagando o preço de concessionária. Manutenção barata onde? Vendi e não pretendo comprar mais carro VW, partirei prum japonês, que dura uma vida sem dar maiores problemas.

    MAURO

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    1. Mauro, Eu tive uma Falcon 2004, tirada 0km, e soube, à época, que a partir daquele ano/modelo o quadro recebeu reforço na parte traseira além de outras modificações que não me lembro. Bagageiro original não está com nada, eu usava um da marca Roncar, modelo Hercules, mil vezes melhor que qualquer outro, aguenta tranco e o melhor, não precisa mexer nos piscas para montar, ele é preso apenas pelos pontos de fixação das alças originais. Eu usava um baú Givi 450, enfiava um monte de traquitanas lá dentro quando pegava estrada e ia numa boa, nada de balanço, nada de bateção. Ainda tenho o baú e o bagageiro (a moto já partiu) na esperança de voltar a andar, um dia, quem sabe, sobre duas rodas.

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    2. Mauro, o óleo do carter de qualquer carro de qualquer marca deve ser trocado a cada 6 meses mesmo que a quilometragem de troca não tenha sido atingida.

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    3. É verdade, em 2004 a Falcon recebeu reforço na parte traseira do chassi. Reynaldo, o manual do proprietário do meu carro atual (Astra) diz que o óleo tem que ser trocado a cada 15 mil km ou um ano, o que ocorrer primeiro. Troco a cada 10 mil, o que levo uns dez meses para fazer, e nunca tive problemas. Uso uma ou duas classificações acima do exigido (SF), considerando que o uso não é severo (estradas de terra, anda-e-para, táxi, polícia ou similar). Além disso tem a questão ecológica, um óleo que ainda poderia ser usado tem que ter destinação correta.

      Mauro

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  19. Alexandre - BH -05/04/12 02:15

    Lucas CRF,

    Não tenho fidelidade a fabricante algum. Não sou como alguns que defendem marca de carro ou de moto como se fosse time de futebol. Citei o caso da Dafra Kansas porque é dos mais divulgados, pela gravidade do problema. Se a Honda também fez bobagem com a Twister, as vítimas têm mais é que por a boca no mundo. Caso parecido aconteceu com a Yamaha RD350. Lembra? Pena que na época não existia a força da internet.

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  20. Alexandre- BH,

    acredito que no caso da RD 350, os acidentes aconteciam mais por empolgação e falta de habilidade do que por falha mecanica. Tanto é que tinha a Copa RD 350 e não lembro de ouvir dizer em problema de freios. E não vamos esquecer que os 2T aceitam veneno muito bem. A partir de determinado ano, se não me engano 89, a Copa era dividida em duas, uma com preparação e outra sem. As RD preparadas passavam dos 70cv. Canhão!

    Abraço

    Lucas CRF

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    1. Essa questão dos freios está ligada às antigas RD 350, se não me engano, importadas, lá nos anos 70 e que tinham freios a tambor (também, se não me engano). O termo "viuva negra" vem desde aquela época. Outra coisa é que segurança naqueles tempos não era um assunto muito em voga, eu mesmo, moleque safado que era, não sabia o que era capacete. Hoje, só de lembrar, me dá arrepios das coisas que fiz e que presenciei.

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  21. Tazio Nuvolari05/04/12 16:55

    Tenho uma bros pelada 2010, gasolina, fiz todas as revisões, passou por recal na injeção e com uma ano de uso e uma trilha leve na vida, 20.000 km, estourou o amortecedor traseiro e a bomba de gasolina. A bomba estou tentando q a honda pague, o amortecedor nem chorei, foi R$ 545,00. Nos anos 80 andei muito de rx, TT e DT era muito divertido até pela minha idade na época, 15 anos. A DT até de corrida participou, trilha, barranco, andando com três em cima e nunca c trocou o amortecedor traseiro. Motor a galera fazia na rua, na calçada e andava mesmo. Agora, um amigo comprou uma 300 xr e com mil km já deu problema de lubificação. M arrependi de comprar a bros, na real Keria a lander e m precipitei com as revendas q aki em Poa/rs só tem duas e uma dlas ñ presta, estou até hoje esperando a papelada e na honda entrei e sai de moto. Até o meio do ano kero uma lander, porke moto é yamara o resto e onda.

    azio Nuvolari

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  22. Yamaha Lander, uso para ir trabalhar e rodo mais de 100km por dia.
    Estou na segunda moto a primeira rodei 54.000 sem problemas a segunda esta com 12.000 sem nada ainda, pneu, relação e pastilhas não contam.
    Quanto a Drafa, três coisas que li ai encima são importantes:
    1 - Durabilidade, não tem jeito são menos duráveis, custam menos porque usam materiais mais baratos, simples assim.
    Não existe milagre, a tecnologia esta disponível a todos, o que diferencia é a qualidade do material empregado e a mão de obra empregada.
    Querem ver uma coisa, BMW, fabrica as pequenas em qualquer lugar, motos 650 e 800 com motores Chineses, as maiores são fabricadas na Alemanha a mais importante delas a 1000RR é super Alemã, sabe porque?
    Porque as menores e mais baratas (metade do preço das outras), são destinadas a compradores sem tradição motociclistica que querem a marca estampada no tanque.
    Ja no caso das maiores, a BMW não se atreveria.
    2 - Promiscuidade de fornecedores, adorei esta, definiu muito bem.
    Vai ter problema de fornecimento de peças sim e sito refletirá no preço de revenda.
    Sabem de uma coisa, o valor de revenda é importante sim e muito!
    Aqui no Brasil e em qualquer lugar do mundo, ninguém é idiota a ponto de preferir deliberadamente um bem durável que tenha revenda dificil.
    O que mais pesa a favor do Gol ou das Hondas não é por que são especialmente duráveis, é porque tem farta oferta de peças originais ou não, e isto é importante, ou não é.
    A Dafra não tem portanto eu jamais compraria.
    3 - Este neg[ocio de preconceito contra produtos de determinada procedencia não é besteira não, quer ver?
    Qual são as consideradas marcas premium do mercado? aqui estão algumas: Mercedes, Audi e BMW, certo? Será que tem fama injustificada? Claro que não. agora transporte para as motos, diga quais são? Voc~E vai citar Honda, Yamanha, Suzuki e Kawasaki certo?
    Claro que sim, agora diga vc prefere uma marca premium ou uma marca qualquer?
    Quem disser que tanto faz, não faz mesmo a minima ideia do que é uma máquina.
    Finalizando: O dia em que Dafra ou qualquer uma destas marcas pouco tradicionais começar a inscrever motos de fabricação delas em competições de nivel mundial ai sim a coisa vai mudar.
    Pensem como os Japas conseguiram se sobrepor as tradicionais marcas Inglêsas que dominavam o mercado de motos, foi passando por cima delas nas competições.
    Elas ainda são uma prova de competência, não só de dinheiro, porque se for dinheiro, Indianos e Chineses tem mais que Japoneses, Alemães e Italianos.
    Já ia me esquecendo: Tem uma fabrica Chinesa que descata que um de seus produtos tem "desenho Italiano" como qualidade, ai eu penso: Porque comprar um carro que só tem o desenho Italiano se posso comprar um que tem desenho e tudo mais Italiano? Se isto é qualidade a se destacar o que é 100% Italiano deve ser mesmo muito melhor, ou não.
    Acosta

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    1. Cara vc tá viajando. Vc tá iludido pelo que houve sem saber da realidade.

      Em um país de 3o mundo vc acredita naquilo que seu mundinho conhece.

      Vc tem que levar que montar motos ou qualquer outro tipo de produto em outros países tem mais haver com impostos e custos de produção.

      A tributação varia de país para país e o nosso é demasiado alto. Ninguém coloca uma marca em jogo para construir motos menores. Marca é marca.

      A verdade que fosse se ligar por marca nacional estaríamos andando de fusca e chevete. Qual montadora nacional dava 3 ou 5 anos de garantia? VW, Ford.

      Esse exemplo serve para motos tb.

      Minha dica é vc deixar de ser bitolado.

      Quando tivermos credibilidade como consumidores e sermos vistos como um mercado atraente investimentos chegaram e quem sabe uma fábrica aqui mesmo.

      Um abraço

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  23. Muito bom ver o tema duas rodas pairar sobre o AE. Pra mim, que sou motociclista de paixão é uma satisfação enorme. Obrigado pelo post!

    Augusto Filho

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  24. Sou muito preconceituoso com marcas que não conheço... :( mais dessa vez eu me rendi...acabei de chegar da concessionária...ja paguei...vai chegar sexta feira...na hora de comprar o carro foi a mesma coisa...todo mundo falando mal da renault a quatro anos atraz...mais pesquisando não tinha como fugir o custo beneficio do carro me fazia sentir um trouxa por comprar outras marcas...mais a garantia de 3 anos me fazia sentir um idiota de pensar em comprar marcas conhecidas....não teve jeito...o jeito foi comprar...o carro ta na garagem impecável nunca deu nenhuma dor de cabeça...e a única peça que precisou trocar foi a pastilha do freio, que segundo o povo da concecionária estava gasto, só que eu bati o pé dizendo que então gastou precocimente pq eu uso o freio de forma muito conciente, eles trocaram em garantia, e eu tava certo mandaram a velha dentro do porta malas pra comprovar que trocou e ela estava gasto apenas um terço, pagaram por tentar me dar o golpe...fora isso é soh colocar gasolina e a agua do parabrisa quando eu lempra ja que o troço deve pegar uns 5 litros pois nunca acaba...rs...agora to pagando pra ver na moto...minha vida inteira foi honda e yamaha...daqui quatro anos faço meu relato...ou se não prestar faço antes....rs...odeio lixo...

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    1. Mano, se vc poder postar coisas do dia-dia (consumo, retomadas, barulhos apresentados, reposição de peças) nós agradeceremos muito pois pra esta moto decolar, precisamos de relatos de consumidores reais como o senhor!
      Chega de Honda e Yamaha! Basta preços injustos!

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    2. Estou gostando muito da moto, ela já vai pra 4000km e até então nada a reclamar...como a primeira revisão é cortezia ainda não sei falar dos preços...creio que sejam baratas as peças pois, uma mulher derrubou minha moto apos 2 dias de uso...e o seguro dela pagou tudo, como a moto era nova tudo que tava com qualquer arranhadinho eu exiji que fosse trocado...agora só falta trocarem o paralama dianteiro que custa 115,00 e deu um pequeno arranhão tb que o cara da seguradora não tinha visto mais eu chamei ele novamente pra fazer uma vistoria complementar...resumindo essa troca de farol, paralama traseiro e dianteiro, retrovisores, guidon, manete da embrenhagem e mão de obra ficou por menos de 800,00 claro que a seguradora tem um desconto mais mesmo assim achei que ficou barato (obs.: nenhuma das peças citadas quebraram soh a ponta da manete de embrenhagem, eu exiji a troca pq eu não ia ficar com uma moto nova arranhada se fosse minha moto velha eu nem ia correr atraz pq foram coisas mínimas)...a ultima média que fiz dela foi 29 km/l uso misto é possivel fazer médias melhores mais para a diversão ser garantida com tocada esportiva sempre a média não passa dos 22km/l trocando de marcha aos 8000 rpm.

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  25. Oskrmarinho21/07/12 11:26

    Tá bem! Então, não vamos comprar carros coreanos, nem de qualquer outra marca,que não seja das quatro grandes, japonesas, alemãs ou italianas, o mesmo se aplicando a motos, porém, é bom lembrar que os japoneses também começaram copiando e já faz um bocado de tempo, o que vemos se repetir agora com os coreanos e chineses. Acho que a escolha do produto passa muito pelo gosto pessoal e a vontade de arriscar ou não em um veiculo novo, de marca nova. O senso comum indica que devemos acompanhar a boiada, mas, arriscar em novidades faz parte da escolha de cada um. Nos anos setenta, deixei de comprar uma CG125, de porte muito pequeno para mim e preferi comprar uma Motovi 125, disfarçada de Harley, 2T (sempre gostei desses motores), a qual usei durante um bom periodo sem problemas; depois, RD200, RD350, já com freio a disco na dianteira, DT180 (muito boa), XL250 (ruim de trilha que só ela, apanhava feio das DT), Honda Aero 150, NX150, algumas titans 125 e até Daelim 100 (02), que entreguei na mão de vendedores, para esmerilharem todo dia no trânsito de Fortaleza, as quais duraram muito mais do que eu esperava. Então, pessoalmente, eu compraria qualquer moto, desde que me agradasse o suficiente para motivar a escolha.

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  26. Eu ja tenho uma Speed 150, 2009. Comprei ela zero e ate hoje nunca tive nenhum problema com ela, me leva e traz sem me deixar na mão. E outra coisa, sendo uma 2009 ela não tem aparência de velha não, porque eu cuido tanto da aparencia quanto da manutenção. E ja estou me preparando para comprar a NEXT 250 porque viz um test nela e amei... E como o amigo acima disse, desde que agrade e partir para o abraço.

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  27. tenho uma next 250 com 20000 km em 4 meses. Ta inteira e dando pau em todas as 300 e fazers que trombo

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