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5 de maio de 2012

AUDI: PROIBIDO O 0-100 KM/H LEVAR MAIS DE 10 SEGUNDOS




Esse "proibido" é por minha conta, mas foi o que lembrou o gerente de treinamento e consultor técnico da Audi do Brasil, Lothar Werninghaus, durante a preleção sobre o novo A4 que está chegando o Brasil, antes de sairmos para uma avaliação de São Paulo ao litoral, chegando à raiz da serra da Rodovia dos Imigrantes e voltando. "Nenhum Audi vendido no Brasil gasta mais de 10 segundos para acelerar de zero a 100 km/h" – disse. "Até o A1 leva 8,9 segundos", complementou. O  Audi A1 tem motor 1,4-litro turbo de 122 cv a 5.000 rpm e 20,4 m·lgf de 1.500 a 4.000 rpm. Entretanto, na Europa é comercializada versão 1,2 TFSI 3/5-portas de 86 cv, 1.040 kg o 3-portas, que realiza a mesma aceleração em 11,7 segundos.

Mas o foco deste post é mesmo o novo A4, a plataforma B da fabricante de Ingostadt que este ano está completando 40 anos, tudo tendo começado em 1972 com o Audi 80 (o Passat, seu clone, surgiria um ano depois na Alemanha). Esta é a oitava geração do A4 e foi apresentada no último Salão de Frankfurt, em setembro passado. A produção do A4, o carro-chefe da Audi, chegou às dez milhões de unidades em outubro.


A versão do A4 que começa a ser vendida por R$ 149.700,00 é a Ambiente, ano-modelo 2013. O preço já embute o aumento de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados que vigora desde 16 de dezembro último.

É um tração-dianteira com motor longitudinal turbo com interresfriador de 2 litros e injeção direta, 180 cv de 4.000 a 6.000 rpm e 32,6 m·kgf de 1.500 a 3.900 rpm. É um duplo-comando (por corrente) de 4 válvulas por cilindro e variador de fase admissão e escapamento atrelado a câmbio de variação contínua (CVT, ou Multitronic na nomenclatura Audi) de oito marchas virtuais. As trocas manuais podem ser feitas tanto pela alavanca seletora  quanto pelas borboletas atrás do volante com aro revestido de couro e totalmente circular (sem a parte abaulada em baixo), e de pequeno diâmetro. Não cheguei a medir, mas é visivelmente menor que 370 mm, provavelmente 360 mm..

Uma característica notável do câmbio CVT no A4, associado ao controlador automático de velocidade, é o carro manter a velocidade programada mesmo numa descida de serra. Eu já havia comentado aqui no AE o absurdo completo que é o limite de 80 km/h nesste trecho da SP-160 Rodovia dos Imigrantes, apesar de projetado para 110 km/h, conforme amplamente divulgado durante sua construção, em que se desce freando o tempo todo ou usa-se marcha mais baixa acelerando na descida, absurdo maior ainda. No novo A4 Ambiente, as polias do mecanismo CVT param numa posição que forneça a redução exata para obter o freio-motor necessário para manter o veículo na velocidade inserida no controlador. Nota 10!

O uso do controlador ficou ainda mais fácil, uma vez que agora insere-se a velocidade pela pequena alavanca na coluna lado esquerdo situada um pouco mais abaixo, lê-se no mostrador central a velocidade desejada e só depois de soltar a alavanca é que o carro chega à velocidade e já no modo automático. Normalmente aciona-se a alavanca, a velocidade sobe logo e se precisa olhar no velocímetro a velocidade atingida, o que não é tão preciso. Perfeito.

Ponteiro do velocímetro fica vertical a 160 km/h
 Como digo sempre, sào os detalhes que fazem a diferença num automóvel. Mostrando ser o A4 é um carro de Autobahn, o ponteiro do velocímetro ficar na vertical a 160 km/h, que é a velocidade de passeio lá. Outro, os limpadores de pára-brisa ficam totalmente escondidos quando desligados. Mas ao usar a funcão intermitente, uma ponta do engate da palheta com o braço, no lado direito (seta), fica visível na parada temporária, avisando que o limpador não está totalmente desligado. Ao fazê-lo, nota-se a ponta desaparacer.

 Detalhe da ponto do braço do limpador direito aparecendo e depois sumido

Não houve alteração na suspensão, de braços triangulares superpostos na dianteira – embora estes sejam peças individuais  e não triângulos unitários – e multibraço na traseira, maior parte dos componentes de alumínio.. Com a direção com assistência elétrica (relação 15,9:1) a partir dessa geração, mais os pneus Bridgestone Potenza 225/50R17Y (o estepe é fino, temporário), com a calibragem de suspensão no compromisso exato de conforto e estabilidade, até se duvida da necessidade do controle de estabilidade. Dirigi-lo entusiasma.

Mesmo com altura de rodagem "para maus caminhos", como explicou Lothar, 20 mm maior para pisos não muito, digamos, favoráveis, caso do Brasil, o comportamento em curva é exemplar. Acrescentou ele que existe na Audi a  suspensão standard, a de conforto e a sport, esta 20 mm mais baixa. Ou seja, menos 40 mm em relação ao carro que dirigi anteontem.

A caixa Multitronic tem faixa de 6,31, com a maior redução 2,4:1 e a menor, 0,38:1, redução de diferencial 4,61:1. A 120 km/h o motor está a apenas 1.700 rpm. A conexão motor-câmbio é por embreagem multidisco em banho de óleo e com carro parado e pé no freio a embreagem fica desacoplada, evitando seu desgaste inutilmente. Ao soltar o freio, 1 segundo depois inicia-se o avanço lento dos câmbios automáticos tradicionais.

O baixo consumo é um destaque no novo A4. A Audi brasileira informa 10,6/17,5 km com 1 litro cidade/estrada, embora ela recomende abastecer com gasoluna Podium, o combustível do carro avaliado. Esse resultado pode ser creditado à injeção direta e à assistência de direção elétrica que não consome energia estando as rodas retas à frente.

Andando, nota-se a variação de relação da caixa CVT, porém num grau razoável, sem a estranheza de a rotação subir logo e o carro demorar a  acelerar. Pela alavanca escolhe-se os modos D e S, este naturalmente favorecendo aceleração e não consumo ou, levando-a para um canal à direita, operação manual (sobe marcha para frente), com troca ascendente automática quando a rotação chega a 6.500 rpm.

Para quem aprecia, há borboletas atrás do volante cuja atuação é prioritária sobre qualquer outra e que volta automaticamente ao modo D após cerca de oito segundos de potência estabilizada, como é comum em outros câmbios de marca e de outras.

Por ser a troca das marchas virtuais obtida apenas por variação, em passos, do "V" das polias, o efeito prático é praticamente o mesmo dos câmbios de duas embreagens, inclusive o S-Tronic da própria Audi, ou seja, rapidez. Ir trocando manualmente em aceleração forte dá um tempero especial a este A4. A redução com o acelerador levado rapidamente ao fim de curso (kickdown) é imediata.

A aceleração 0-100 km/h declarada pela Audi é realizada em 8,2 segundos e a velocidade máxima, 226 km/h. Nota-se claramente o efeito do bom Cx 0,28 e da área frontal de 2,20 m². Com peso em ordem de marcha de 1.470 kg, são 8,16 kg/cv de relação peso-potência.  A boa aerodinâmica com toda certeza é outro fator que contribui para o baixo consumo informado e que pôde ser observado no computador de bordo.

As dimensões mudaram pouco. O comprimento de 4.701 mm e  altura de 1.447 mm se mantiveram, mas largura e entreeixos cresceram 10 mm, para 1.828 mm e 2.808 mm, respectivamente. O porta-malas continua com a boa capadidade de 480 litros (VDA) e diâmetro mínimo de curva é o mesmo, 11,5 metros.

Nova luz de uso diurno, por tubo luminoso; apaga ao se dar seta

A luz de uso diurno mudou de tipo, passando de LED a tubo luminoso (acima), de luz contínua. No A4 anterior, ao dar seta elas reduziam a intensidade para 25% de modo a tornar a luz de seta mais visível; agora apagam-se no lado de acionamento do indicador de direção. Os faróis têm novo desenho e são de xenônio, enquanto na traseira a borda inferior do pára-choque forma agora um difusor e o escapamento tem duas saídas.

O veículo pode ser adquirido com o a interface multimídia (MMI), opcional que custa R$ 10.350,00 e que inclui navegador e comando por voz. É possível navegar por diversas mídias, como jukebox, SD Card, CD e rádio, havendo um HD de 60 GB.

O navegador exibido na tela em cores de 7 polegadas de alta resolução

Os bancos dianteiros contam com ajuste elétrico, há sensores de chuva e crepuscular, teto solar, faixa degradê no pára-brisa acionamento elétrico dos espelhos (que trazem repetidoras), bolsas infláveis frontais e laterais, freio de estaciomento eletromecânico, auxílio de estacionamento traseiro, rádio Symphony, Audi Music Interface e Bluetooth. São nada menos que 15 cores disponíveis e quatro combinações de interior.

Está prevista para breve a versão Ambition do A4, que terá motor de arquitetura senelhante de 211 cv, câmbio S-Tronic e tração integral quattro. 

Mas esse A4 Ambiente de 180 cv não fica muito atrás e dá muito bem para o gasto. Belo sedã mesmo!


BS


95 comentários:

  1. Nossa! 60 mil a mais que um Jetta TSI...com o "troco" ainda dá pra levar um 500 multiair. Belo carro, mas com preço fora da realidade.

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    1. Aqui no Brasil temos de pagar bem caro para ter bom gosto. Ah se fosse só comprar carro no eBay e botar no correio...

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    2. Post falando de Audi e vem gente falar de 500 multiair ,só podia ser anonimo mesmo !
      Fabio.

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  2. PAU NAQUELES QUE PENSAM QUE O BOB SÓ DIRIGE CELTA!

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    1. Gustavo Cristofolini05/05/12 13:19

      hgahahahahahahahahaha

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    2. Boa Anônimo, mas não precisava se passar pelo Plutônio que, aliás, anda sumido há tempos!!!

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    3. marcelo (jmvieira)05/05/12 15:31

      KKKKKKKKK eu me rendo, sou um deles! audi 2.0T VHCE rulezzzz KKKKKKKKKKK

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  3. É um carro quase perfeito, mas tem preço exagerado.

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    1. Pois é, se não fossem os 30% extras no IPI, poderia ser mais barato.

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    2. não é o IPI ,é o mercado que aceita esses preços,tem uma alterantiva importação particular sai por 50% desse valor

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    3. Importação particular se livra do IPI. Se fosse só mercado, a BMW podia vender o série 3 depenado por esse preço também.

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    4. A perfeição não tem preço!!!

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  4. Antonio Carlos05/05/12 12:45

    Carro alemão não tem pra ninguém. Xô americanada!

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    1. Lorenzo Frigerio05/05/12 13:06

      Xô americanada??? Quem é que vai comprar os carros alemães, então?
      Os carros alemães são assim porque o americano compra. Senão, ainda estariam fabricando Fuscas e Trabants.

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    2. Prezado Frigério, acho que o Antônio Carlos quis se referir aos automóveis americanos, não ao povo. AAgora,penso que todos os carros são bons e tem lá o seu valor e a sua razão de ser...não importa sua procedência.

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    3. Concordo, anônimo 09:28 AM. Besteira esse paga-pau para carros de determinada origem, a não ser que seja dono de concessionária da marca, haha...

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    4. Lorenzo,
      Não se esqueça de que, por muitos anos, os motoristas norteamericanos foram condenados ao limite de 55 mph, mesmo em carros alemães feitos para andar duas vezes mais rápido.
      Os carros alemães são assim porque os alemães os compram - e podem usá-los como se deve, rodando nas autobahnen, com toda a segurança e tranquilidade, o dia inteiro, a 160 km/h.

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    5. Lorenzo Frigerio05/05/12 18:19

      Alexandre, a porcentagem de Audi, Mercedes e BMW que são colocadas em uso nas autobahnen (algumas autobahnen) a velocidades proibidas em outros países são uma pequena fração do total fabricado, sendo grande parte exportada para os Estados Unidos - muitos, inclusive, são fabricados lá mesmo. Essas empresas não teriam chegado onde chegaram se dependessem apenas do mercado interno.
      Lembre-se, inclusive, que Audi e BMW não eram, nos anos 60, 70 e 80, tudo o que são hoje. Aliás, poucos alemães, na época, tinham condições de comprar os modelos premium. Com exportação e economia de escala, houve uma grande evolução dessas marcas, com disseminação de modelos mais baratos porém sofisticados.
      Os carros americanos é que são o que são principalmente devido ao mercado interno. Eles são feitos para um país com pouco transporte coletivo e excelentes estradas; são espaçosos, confortáveis, têm bom desempenho e, acima de tudo, são acessíveis.
      Portanto, não se deve comparar Mercedes com Impala. Os americanos têm hoje poucos carros premium, e o certo é comparar os carros de classe média. Enquanto o europeu compra um Fiat, o americano compra uma Malibu; enquanto o europeu compra um Renault Mégane, o americano compra uma Impala; enquanto o europeu compra um Golf GTi normal, o americano compra um Camaro ou Challenger. Creio que seria a preferência de muitos, inclusive no Brasil.
      Anônimo das 9:28, eu quis dizer que o mesmo povo que compra carros americanos, também compra carros alemães. Ou, se preferir, "carros alemães também são comprados por americanos, que em geral compram carros americanos".

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    6. Este comentário foi removido pelo autor.

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    7. Os carros alemães com especificação americana são bem interessantes. E um Dodge Charger, Chrysler 300, Camaro Z28, tem muito mais carisma do que um simples Audi.

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    8. Íleocecal21/04/13 23:56

      Hahaha! Essa foi boa...

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  5. A traseira, e mesmo a lateral, lembram os sedans da Hiunday. Não gostei!

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    1. A similaridade não deve ser coincidência, já que os novos Hyundais estão sendo desenhados na unidade de Russelsheim, na Alemanha.
      Por falar em designers alemães e marcas coreanas:
      Gosto cada um tem o seu, mas tenho achado os novos Kia mais bonitos que os Audi.

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    2. Não concordo, o estilo dos Audis tem se mantido sóbrios e retilíneos há tempos. O que me agrada bastante.
      Os Hyundais/Kias (apesar de ter o ex-designer da Audi) abusam de curvas e formas musculosas, que apesar de serem bonitas, são um pouco exagerados em minha opinião.

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    3. Eu gostava do desenho dos Audis da época do A3 nacional, depois não mais.

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  6. Outro dia, uns e outros tomaram quase como ofensa pessoal, quando eu disse que não dava a mínima se as supermotorizações deixassem de ser oferecidas aos motoristas normais, ficando restritas às competições. Um motorista não precisa de 400, 500, 600 cv para ter um carro que responda bem em qualquer situação, lhe dando segurança em ultrapassagens, retomadas rápidas, e seja capaz de manter sua velocidade mesmo em aclives, inclusive quando carregado. A prova está aí: que motorista precisa mais que estes 180 cv turbo com 0 a 100 em 8,2 segundos, e máxima de 226Km/h? Um piloto, dento de uma competição, pode precisar. Um motorista, para qualquer situação de trânsito, inclusive rodoviário, não.

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    1. Com certeza. Não dê bola para esse pessoal juvenil.

      McQueen

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    2. Mr. Car
      Seu raciocínio tem toda lógica, mas todo e qualquer patrulhamento deve ser recusado e combatido. Questão de princípio.

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    3. Não é nem questão de patrulhamento, Bob, é questão de segurança pública mesmo, he, he! Imagine um carro como tantos verdadeiros bólidos que você (que obviamente não pode ser considerado um motorista comum, visto que possui conhecimento e prática em competições) tem oportunidade de testar, nas mãos de um motorista comum de fato. Se neguinho não consegue nem "domar" um Uno Mille, que dirá uma usina de força bruta como determinados carros são.

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    4. Barbeiro que é barbeiro vai bater tanto uno mille quanto corvette. A diferença é que a batida do vette vai aparecer na primeira página do jornal.

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    5. marcelo (jmvieira)05/05/12 15:43

      concordo e discordo. concordo pela falta de capacitação dos motoristas meidanos (pra nao dizer mediocres) e discordo pela falta de oportunidade que nós, entusiastas entusiasmados, deixariamos de ter ao deixar de ser oferecidas essas bençãos que são esses puro sangues...

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    6. Para Thales Sobral: barbeiro que é barbeiro pode bater com um Mille ou com um Vette, acontece que o Vette incita a correr, coisa que talvez o barbeiro nem fique tentado a fazer, com um Mille.

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    7. Não fica tentado? Talvez na sua redondeza todo dono de mille seja pacato, mas o que eu mais vejo é dono de mille (e celta, e ka, etc..), seja por se achar o "senna", ou por vontade de descontar suas frustrações na vida, dando "pau" no carro. E numa dessas, bate.

      A verdade é que, quando um esportivo bate, vira notícia. Quando um carro de entrada bate, vira estatística. Só é olhar os números de acidentes nos feriados: O que mais bate é uno, palio, gol, ou seja, é o que tem mais por aí. Mas não é manchete.

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    8. Lorenzo Frigerio05/05/12 18:29

      Em 2005, aluguei nos Estados Unidos um Chrysler 300C V6 3.5 HO, com câmbio automático de 5 marchas. Esse motor tinha 250 hp. Achei o carro excelente, aliás mudava as marchas a 6000 rpm - era muito bem acertado. Para uso na rua, acho difícil alguém precisar de muito mais do que isso. As versões atuais com motor Pentastar têm uns 280 hp.
      Em 2006, aluguei um Hemi - ainda aquele de 340 hp. Como motorista estritamente de carros de rua, achei o desempenho assustador. Para quem tem juízo, acho que um bom limite é esse, especialmente num País praticamente sem estradas como o nosso.

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    9. Concordo com o Thales Sobral. A maioria dos motoristas de Celta, Mille e cia. parece que está apostando corrida. Aliás, já tive carro pequeno e moto. Nos dois casos a gente tem a sensação de poder passar em qualquer brecha e quer tirar o máximo de potência do motorzinho. hehe

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    10. Principalmente quando o carro popular for de alguma frota de prestação de serviço: aí é que a peãozada senta o pau mesmo!

      Aliás, nos últimos dias, coincidentemente com dois tipos de veículos barbarizando no transito: as fiorinos furgão, e um outro modelo de furgaozinho que é dirigido pelos prestadores de serviço da Porto Seguro (que belo exemplo os motoristas deles estão dando, hein?!)

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    11. Mr. Car, roda-presa dos infernos. Porque no te callas?? Se algum político ler isso logo vai pensar em PROIBIR a importação de carros potentes aqui. Seu IMBECIL.

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    12. Paulistano Indignado06/05/12 10:55

      Adoro comentários desse tipo. Comentários bizarros feitos por algum ser impensate adorador do senso comum, típico de um Paulistano Mediocre. Quem vai definir o que é ou não supermotor? Eu? Você Mr Car? O Governo? A 4 Rodas? O Geraldo (picolé de Chuchú) Alckmin? O falastrão do Lula? Minha avó ou um moleque de 18 anos?

      Enquanto achamos o máximo rodar com uma F-250 de 203cv, os americanos acham essa motorização ridicula. O carro compacto deles é o de luxo extendido nosso.

      E carros comuns para nós são simplesmente supercarros se comparados com os vendidos em alguns locais do planeta....

      Ninguém pode julgar isso. Segurança pública? É mais facil impedir o avanço tecnológico dos motores do que educar o motorista combater os excessos...

      E viva mais um comentário estupido, comentários esses feito por gente que ajuda a colocar no poder governantes e representantes bizarros que amam o Brasil como Judas amou Jesus...

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    13. Paulistano Indignado
      Caramba!
      Voce precisava escangalhar com todo mndo dessa maneira?
      Precisava?

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    14. Para anônimo 05/05/12 08:30 PM e Paulistano Indignado: dois imbecis de pai e mãe que muito provavelmente iam se arrebentar na primeira curva, com um carro destes nas mãos, digo, nas patas.

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    15. "Barbeiro que é barbeiro vai bater tanto uno mille quanto corvette. A diferença é que a batida do vette vai aparecer na primeira página do jornal."

      x2...

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  7. Acho que o pessoal da Audi-br anda copiando minhas idéias. Eu sempre tive por conceito de que qualquer carro minimamente decente TEM que fazer 0-100km/h em, no máximo, 10,0s. Qualquer coisa acima disso é indecente e inaceitável.

    Quanto ao comentário do Mr. Car, acho completamente absurdo. Pego a BR-101 frequentemente (para quem não conhece, é rodovia de pista simples com inúmeras carretas enormes), e para se fazer ultrapassagens com segurança, o recomendável é ter motor de 300CV empurrando de 1300kg a 1500kg. Não é o que eu tenho feito atualmente (ando com 140CV empurrando 1350kg) e isso me faz perder boas oportunidades de ultrapassagem, ou seja, perda de agilidade e segurança. O pior de tudo é saber que a imensa maioria nem sequer isso tem a disposição, pois é constituída por motores de 60CV a 80CV, com carros abarrotados (de coisas e pessoas).

    Talvez o comentário dele faça sentido em rodovias duplicadas, que existem com certa abundância no estado de SP (mas com custos pra lá de extorsivos), mas no restante do país não. Mesmo assim, acelerar 0-100km/h em 8,2s eu não acho grande coisa, principalmente diante do preço.

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    1. O problema não é ter carro com menos de 300 cv. O problema é a falta de boas estradas e bons motoristas

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    2. Eu conheço muito BR-101, e com 1/3 destes 300 cv em um Monza,por exemplo nunca perdi boas oportunidades de ultrapassar. Você não está falando de uma condução normal. Se não pode sob hipótese alguma, perder 1s esperando por aquela que considera a "boa oportunidade de ultrapassar", aí, talvez 300 cv fossem o mínimo recomendável. Só que neste caso, você já não está apenasdirigindo, e sim competindo. Mesmo que seja com você mesmo.

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    3. Se você precisa de 300 cv pra fazer uma certa ultrapassagem, é porque ela é naturalmente arriscada.

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    4. Se você precisa de 300 cv pra fazer uma certa ultrapassagem, é porque ela é naturalmente arriscada. (2)

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    5. Nunca vi tanta gente com sede de cavalaria e velocidade como voces.
      Isso é realmente necessario?
      Será?

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    6. Felix, voce tem razão. Mas como o problema de falta de boas estradas é crônico, temos que nos defender. Isso acaba exigindo carros de 300CV tanto para ultrapassagens como para sair de situações ruins.

      Mr. Car, com um Monza, na BR101 no RJ e ES, voce não vai a lugar algum a não ser ficar eternamente atras dos caminhões grandes. E ainda será ultrapassado por uma multidão de carros. Nada contra o Monza, mas para as exigências atuais da BR101, ele simplesmente não atende.

      Thales, não é só a ultrapassagem que é arriscada, simplesmente ESTAR na BR101 é algo MUITO arriscado. Mas como não há outra rodovia que passe pela região, tome vida arriscada. There's no way out. Eu vejo diariamente pessoas se jogando na contra-mão, com carros e caminhões vindo, e eles se jogam de volta sobre outros carros quando já está totalmente "em cima", na iminência de colisão. Só espero que nunca sobre pra mim. Esse fato corriqueiro mostra que, tanto os caras são péssimos motoristas, como falta potência (e muita). Eu faço a minha parte, mas ainda assim o fator sorte pesa bastante (sorte de não estar no lugar errado na hora errada).

      Anonimo, não é sede de velocidade, e sim de acelerar rápido para concluir as ultrapassagens o mais rápido possível, sem ficar "dando sopa" para o pior. Concluída a ultrapassagem tira-se o pé do acelerador, joga-se a marcha mais alta possível, e continua-se o trajeto normalmente, sem exageros.

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    7. Bussoranga, com um Monza, na BR-101, eu não vou mais a lugar algum, pois não o tenho mais. Mas que ia, ia. E sem ficar eternamente atrás dos caminhões, he, he!
      Abraço.

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    8. Na verdade o Mr. Roda-Presa fica NA FRENTE dos caminhões, atrapalhando os mesmos, que ficam furiosos buzinando pra ultrapassar a lesma!!!

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  8. Belo carro. Se fosse proibido de custar mais de R$ 100 mil, seria perfeito.

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    1. Se custasse 100 mil, eu ia dar um jeito de catar um pra mim... rs

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  9. Belo carro, mas vamos esperar o novo BMW série 3 3201, 318i. Acho que virá com preço mais em conta, de quebra, tração traseira. Com dinheiro, teria um. Sem dinheiro vou de amarok mesmo.ou tiguan. kkk ou não.

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    1. Não conte com preço menor na próxima versão da série 3 não...

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  10. Os novos BMW série 3 estão muito bonitos, diferentemente desses Audis...

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Eu, como fã de BMWs, prefiro o estilo sóbrio e bem definido dos Audis.
      Alias sinto falta dessa sobriedade na BMWs, que tem se tornado muito coreana.

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  11. Interessante a disposição longitudinal do motor com a tração dianteira, herança dos primeiros modelos há mais de 40 anos.

    Os detalhes mencionados demonstram cuidado no projeto do carro, diferencial destas marcas pouco percebidos até pelos donos, em alguns casos.

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    1. Lorenzo Frigerio05/05/12 18:39

      O motor longitudinal com tração dianteira é a prova cabal de que alemães são portugueses que passaram em matemática. A mudança de 90 graus no sentido do movimento gerado pelo motor exige uma construção mais complexa do agregado e implica em perdas de energia que só se justificam se o objetivo for a tração traseira. Sem contar a manutenção, que exige acerto de coroa e pinhão, coisa absurda para um carro de tração dianteira.
      Mas os caras são cabeça dura, fazer o quê?

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    2. Lorenzo
      Os Fórmula 1 têm transeixo transversal com motor longitudinal que obriga a mudança de sentido de acionamento. O motor longitudinal simplica as semi-árvores de tração, que podem ter o mesmo comprimento sem precisar de ginástica. O acerto de pronfundidade do pinhão na coroa e da folga entre dentes não tem dificuldade maior. Não vejo problema.

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  12. Nunca dirigi um Audi. Confio na avaliação entusiasta do Bob e no excelente conceito da marca. Mas, não querendo ser estraga-prazeres, se quisesse gastar 150 mil, não compraria o A4. Reparem que o perfil e a traseira lembram muito os VW Jetta e Passat. Provocação: seria um Passat tunado?

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    1. Mineirim
      Essa foi boa, Passat tunado...

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  13. Dizem que o pessoal da Volvo certa vez calculou que um carro deve acelerar de 0-100 em entre 6 e 12 segundos. Mais rápido ou mais lento do que isso é perigoso.

    Alguém poderia verificar se essa história é verdadeira ou só mais um hoax?

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    1. Em que circunstâncias? Isto vai depender muito das circunstâncias envolvidas, e também de por quem este carro está sendo acelerado.

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    2. A história faz certo sentido. Um carro muito rápido é muito difícil de ser controlado, por isso que vemos incautos espatifando Camaros e Audis por aí. Já um carro muito lento não tem agilidade para escapar de circunstâncias de risco, e o motorista nada tem a fazer...

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  14. Essa função da palheta o Jetta 2.5 mk5 também tem. O Passat e Tiguan tenho quase certeza que também possuem essa função.

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    1. O Jetta, certeza, fica um pontinha aparecendo sempre.

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    2. Com minha mania de simetria, depois de rodar um tempo, certamente iria até essa tal de palheta e lhe daria umas boas bordoadas para que ficasse no lugar. To me vendo, hehe...

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    3. Você não é o único. Eu não consigo "engolir" carros com um espelho retrovisor menor que o outro, apenas uma luz de ré, ou mesmo um pára-choque desalinhado, he, he! E o pior é que eu tenho um olho danado para estas coisas. Se o desalinho for de um milímetro, já percebo.

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  15. Bob, obrigado por mais este post. Eu tenho um A3 Sport 2011 e adoro o carro, gosto muito da Audi. Aliás, optei por ele - dentre outros motivos - depois de ler seu teste e do AK aqui no AE. Quando fiz o TD me apaixonei, na minha humilde opinião é um dos melhores carros para o dia-a-dia e pra quem gosta de máquinas (nós autoentusiastas).

    Tb sou detalhista e não me canso de curtir esses pequenos detalhes do Audi, como os que vc mencionou e os diversos outros. Embora o meu não tenha tantos quanto esse novo A4 (eu até curto sedãs mas prefiro hatchbacks daí optei pelo A3), dá pra se divertir rsss..

    Só fiquei com uma dúvida (desculpem minha ignorância): como o torque declarado do A4 é maior do que do A3 enquanto a potência é menor e mesmo assim ele anda menos? Sei que o motor é o mesmo e essa diferença se deve à calibração, mas pensei que com maior torque ele saísse na frente do A3 e não o contrário!

    Abs.,

    ATC

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  16. P.S.: O "preço" do limpador de pára-brisa oculto é a impossibilidade de abri-lo totalmente sem botar ele na posição de manutenção. Isso é feito através dos comandos do computador de bordo, submenus, etc. É sacal, mas como é ocasional até passa.

    E há que se ter cuidado tb com o capô aberto e os limpadores em posição de manutenção. Eu quase tirei uma lasca da pintura (ou quebrei os limpadores) por descuido, o que não é mto difícil.

    P.S.: OO Passat têm esse recurso e não se vê os limpadores de dentro. Aliás, mesmo de fora ele fica oculto. No Tiguan dá pra ver uma pontinha dos dois, de dentro e de fora.

    Abs.,

    ATC

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  17. Bob, os Mercedes Benz Classe C da atualidade são melhores. Afinal, tem tração traseira, são mais sisudos e bonitos a além disso mais baratos. Além de levar a marca da Estrela nos logotipos. Quase questão de gosto, mais ainda, de tradição.

    Renan Veronezzi

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    1. Renan
      Não há mais a propalada vantagem da tração traseira sobre a dianteira em questão de comportamento dinâmico no uso normal, fora que numa subida com pouca aderência um bom tração-dianteira se dá melhor do que um bom tração-traseira. Mas concordo, o M-B Classe C é tremendo carro também. E nos anos 1930 a Estrela de Três Pontas viu os Quatro Anéis Entrelaçados por meio de binóculo na maioria dos Grande Prêmios...

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    2. Eu discordo: Os carros com tração traseira hoje vem com blocante eletrônico e por isso encalhar na subida com tração traseira é coisa do passado. Hoje mesmo passei por uma subida de cascalho em um estacionamento sem problemas por causa do blocante.

      Por outro lado, um amigo com um Volvo estourou uma roda no primeiro buraco que caiu, isso é reflexo dos mais de 300 kg a mais no eixo dianteiro em relação a um carro com distribuição de peso 50/50. Isso (50/50) não é viável em um carro com tração dianteira, e por isso um carro com tração dianteira NUNCA terá nível de conforto e comportamento dinâmico igual a um carro de tração traseira.

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  18. Viajei para a França nas férias, em março 2012 e aluguei um Audi A4 S-line a diesel(turbodiesel com 170cv, com cambio manual de 6 marchas), e achei um carro incrível, viajei 4200km nele...mudei meu conceito com relação a Audi, e se eu tivesse grana sobrando hoje em dia, seria a minha escolha, ao invés de Mercedes ou BMW.
    Achei muito legal o cruise control q freia nas descidas, não havia visto ainda, o freio de mão era elétrico, os bancos eram muito confortáveis(esportivos e confortáveis, tipo Recaro), e os faróis eram excelentes, esse negócio de Xenon é bom mesmo! E me lembrei do Bob metendo o pau no programa ProAlcool, fazia entre 12 e 13Km/l na cidade e 15 e 16km/l na estrada, com um tanque de 60 e poucos litros... autonomia de mais de 900 km na estrada...quase igual as nossas carroças fazendo 5km/l na cidade com alcool, e olha q o carro tinha 170cv e 40kg de torque a 1700rpm, dava para viajar o tempo todo em sexta marcha, não precisava reduzir quase nunca, tamanho a força do motor.
    Os comandos do GPS e do ar condicionado no painel do carro tb eram excelente e íntuitivos, aprendemos rapidamente a usa-los sem precisar ler o manual, enfim, um carro incrível!
    Tõ jogando na Megasena, quem sabe um dia...

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    1. Tõ jogando na Megasena, quem sabe um dia.. 2X

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  19. hoje em dia é tão fácil fazer um carro com peso baixo fazer de 0-100 em menos de 10s e ainda assim ser mais econômico que um antigo 1.5 com quase metade da potência e quase 30% menos de toruqe... parabéns pra audi, nao faz mais que sua obrigação por que cobra, industria nacional tem que ser mais decente e honesta com que entrega, essas soldas de fundo de quintal, deformação dos anos 80, vergonhoso, pagar 15 mil dólares numa porcaria nacional 1.0 com abs de 2ª geração e deformação do final dos anos 80´s... entregando projetos defeituosos que vão perdurar por mais 5 anos, que vergonha, engenharia automobilística brasileira tem sim projetos falhos e atrasados, isso é fato, esse país não investe em exatas, isso é histórico.

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    1. A culpa dos carros daqui serem o que são não é falta de conhecimento técnico...
      Mas INVESTIMENTO demanda dinheiro. Pra que usar dinheiro em investimento se qualquer tranqueira "nova" aqui vende? Porém, quando os chineses chegaram oferecendo mais (equipamentos, tecnologia) por menos preço, as fábricas "daqui" tremeram nas bases: "Peraí, esses china estão mostrando que a gente vende carro caro demais aqui!! Para com essa festa deles JÁ!"

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  20. Parabéns Coréia do Sul!

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    1. Os coreanos simplesmente não têm acesso algum aos Audi. O mercado coreano é o mais fechado do mundo (mais que o do Brasil com certeza).

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    2. Que eu saiba, lá vende bem mercedes e bmw. E compram carros japoneses também, apesar de ser um dos países mais anti-nipônicos que existe.

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  21. conteúdo do curso das universidades federais que prestam engenharia mecânica é uma piada se comparadas ao do chile, sem falar que as do chile é uma vergonha se comparada ao dos USA.
    Ou seja, aprenda inglês o quanto antes.

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  22. Audi é Audi. Não tem papo nem meias palavras, qualidade, tecnologia e tradição. Mas, para um leigo, qual a diferença se estiver com um desses, um Kia ou um JAC, que custam muito menos? Nenhuma... até porque externamente são bem semelhantes.
    Tallwang

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  23. Uma correção: Ingolstadt, não Ingostadt

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  24. Eu tive um fusca que nunca alcançou 100 km/h, na minha única tentativa ele chegou a 97,6Km/h, depois de 4 horas acelerando, mas foi preciso parar para abastecer. Uma pena!

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    1. Em queda livre o Fusca é mais veloz até que o Porsche. Ele apresenta menor resistência ao ar, então ele cai mais rápido.

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    2. Cruel !

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  25. Eurico Jr.06/05/12 17:43

    Bob, mais uma daquelas avaliações que a gente lê babando, de tanto gosto que dá.

    Meus parabéns e muito obrigado!

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  26. Bob,
    Se tiver disponível... Poderia por a "ficha técnica" como faz de costume?
    Grato

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  27. Há tempos tenho muito respeito e admiracao pela Audi.
    Andei ha uns anos num Audi S2 94/95 que possui todo trem mecanico derivado dos Quattro de raly.
    Tracao 4x4 motor 2.2 5 cilindors turbo e 230cvs. Rivalizava com os Subaru GT e Lancer da época.
    Pela primeira vez senti medo da velocidade.. tamanha a forca e rapidez de aceleracao daquele carro.. Um verdedeiro foguete!
    Para quem gosta .. O preco de um desses hoje em dia é bem em conta , mas a manutencao nao deve ser nada barata...

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  28. Bob, excelente avaliação, parabéns!

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  29. Sandoval Quaresma07/05/12 19:50

    Interessante é o balanço dianteiro curto e o eixo razoavelmente longe da parade corta-fogo, mesmo com "motor e caixa pendurado na frente do eixo" como defenestram os seus não-simpatizantes. nisso os franceses são uma lástima.

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  30. Qual é a real altura mínima do solo, entre o A4 novo e as novas BMW 320i 2013 a venda no Brasil.Pois me falaram, que as BMW estão mais altas em relação ao solo que os modelos anteriores.Tem como vocês mostrarem exatamente estes dados?

    Obrigado,

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  31. Paulo Londrina12/02/13 20:31

    Se BMW, Mercedes e Audi continuassem a ter a mesma altura do solo, sinceramente não agradariam aos motoristas do dia-a-dia que estão conseguindo comprá-las hoje. O estado das estradas brasileiras é sofrível. Tive uma motorsport e era impossível andar com ela com um mínimo de conforto. Só buracos para todo lado e raspava tudo. Tenho um A4 e uso 17 225/50. Ficou relativamente confortável e não bate em nada, afora manter as excelentes qualidades de estabilidade e dirigibilidade do carro.

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  32. Paulo,
    Eu já tive o Jetta TSI e,êle tem uma altura do solo relativamente muito boa, não raspa praticamente em nada no uso normal do dia a dia:rampas de garagem,quebra-molas etc...
    O Audi A4 com essa configuração original corresponde em altura livre ao Jetta?
    O Passat também tem uma ótima altura livre e não raspa em nada, é como o Jetta.
    A minha dúvida é:o A4 tem um entreeixo bem amplo(2.808),isso pode ser um fator desfavorável nesse aspécto.
    Mesmo em rampas de garagem não raspa?

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