31 de maio de 2012

DIRIGINDO UM ROBOTIZADO

Quadrante das marchas de um câmbio robotizado VW

Os câmbios robotizados vieram para ficar, mas dos carros médios para baixo, porque nos grandes os câmbios automáticos tradicionais, os chamados epicíclicos, continuam com força total e com uma eficiência impensável não faz muito tempo. Até o CVT, de relações continuamente variáveis, têm seu lugar ao sol nos médios. Todos apresentam hoje operação automática e manual, com poucas exceções para esta última, caso do Focus de mercado americano que, certamente por razões de custo, associado aos hábitos de dirigir dos americanos, não oferece troca seqüencial de maneira convidativa, que é feita por uma tecla tipo balancim no topo do pomo da alavanca seletora.

Como são

Robotizados – são câmbios manuais aos quais foi adicionado um mecanismo de engate e seleção de marchas que opera mediante sinal elétrico. Esse mecanismo é elétrico ou eletro-hidráulico. O primeiro de que tenho notícia veio no BMW M3 de 1998. O sinal elétrico tanto pode vir de um contato na base da alavanca de câmbio, quanto da central eletrônica de gerenciamento do motor. No primeiro caso a operação é manual e no segundo, automática. Os câmbios robotizados são chamados também de automatizados, pela capacidade de efetuar trocas de marcha automaticamente. Associado ao câmbio robotizado está a embreagem automática, embora nada impedisse que fosse de operação manual por pedal. A embreagem, como na maioria dos carros, faz a conexão do motor com o câmbio. A partir da segunda metade da década de 2010 surgiu uma importante variação do câmbio robotizado, o de dupla embreagem, cuja principal característica a a troca de marcha, quer no modo manual, quer no automátiico.

Câmbio Dualogic Fiat (testedos100dias.com.br)

Automáticos – são antigos, o primeiro data de 1939, oferecido num Oldsmobile. Suas engrenagens são do tipo epicicloidal, que tem a propriedade de ao imobilizar um dos seus elementos – a solar, as planetárias e a coroa – obtêm-se relações de transmissão diferentes e até mesmo inversão de movimento, para fazer a ré. Evoluíram muito e hoje seu controle passou de meramente hidráulico a eletrônico. O único câmbio automático diferente em desenho, por ter pares de engrenagens normais em vez da epicicloidal, é o da Honda, chamado Hondamatic, e é patenteado. Mas todos os automáticos contam com um elemento chamado conversor de torque ligando o motor ao câmbio. Chama-se conversor porque efetivamente converte o torque do motor em mais torque, por meio de alavancagem hidráulica. O conversor permite que o carro fique parado como a marcha engatada, como se fosse uma embreagem.

Câmbio automático epicicloidal ZF (4wheelsnews.com)

CVT – sigla de continuouly variable transmission em inglês, transmissão continuamente variável. Aqui cabe um parênteses. Os americanos costumam chamar câmbio de transmissão, o que para nós é todo o sistema entre o motor e as rodas. Para os americanos o nosso conceito de transmissão se chama driveline. O nosso "CCV", câmbio continuamente variável, é uma idéia simples, em que duas polias em "V", ligadas entre si por uma correia especial, variam a largura do "V", uma em movimento de variação oposto ao da outra, com isso variando a relação de transmissão continua e infinitamente entre o valor máximo e o mínimo. A ligação do motor com este câmbio pode ser tanto embreagem automática quando conversor de torque. Embora a relação de marcha varie continuamente, é possível estabelecer pontos de parada das polias, desse modo simulando marchas reais e quantas o fabricante quiser. O câmbio CVT foi criado pelos irmãos holandeses Hub e Wim Van Doorne e primeiro aplicado no Daf Variomatic de 1966.
 
As duas polias e a correia de um câmbio CVT (subaruoutback.org)

Também na década passada começaram a se popularizar os interruptores de troca de marcha junto ao volante, as chamadas borboletas, convencionando-se que a da direita é para subir marcha e a da esquerda, para reduzir. As primeiras borboletas para esse fim foram vistas no Ferrari 640 de F-1 no início da temporada de 1989, vencendo na estréia, com Nigel Mansell, no GP do Brasil no Rio de Janeiro. O câmbio já era robotizado. No ano seguinte a Porsche introduziu no 911 interruptores nos raios do volante (teclas em vez de borboletas) para trocas manuais no câmbio automático.

As borboletas de troca de marcha atrás do volante (e46fanatics.com)

Dirigindo com câmbio robotizado

Enquanto o câmbio automático há tempo se integrou à nossa cultura e, até certo ponto, o CVT também, o mesmo não acontece com o robotizado, em especial o de uma só embreagem, como o Dualogic da Fiat, o I-Motion da Volkswagen e o Easytronic da GM, este disponível apenas na Meriva. O Smart também vem com câmbio desse tipo. O motivo é a troca de marcha preguiçosa quando em operação automática, o que ocasiona interrupção da forca de tração e gera certo desconforto. Esses fabricantes têm se empenhado em reduzir essa interrupção, que ficou popularmente conhecida como "cabeçada" em alusão ao movimento da cabeça para frente devido àquela interrupção, mas ainda sobra um resquício do efeito, daí a resistência à aceitação desse tipo de câmbio. Veja as recomendações do AE para tirar máximo proveito dos câmbios robotizados de uma embreagem:

- Quando em modo automático (Drive, D), ajude a troca de marchas aliviando ligeiramente o acelerador. Com isso a interrupção de potência é menor.
- Quando desejar mais desempenho, escolha o modo S apertando o botão correspondente próximo à alavanca. As trocas ficam um pouco mais rápidas e o câmbio fica mais tempo na marcha antes de passar a seguinte.
- Se quiser um comportamento típico de câmbio manual, escolha o modo Manual e efetue a trocas, seja pela alavanca, seja pelas borboletas (se houver). São leves e breves toques para frente e para trás (subir e reduzir nos VW e reduzir e subir nos Fiat, Meriva e Smart).
- Como os câmbios robotizados não têm a posição L (Low, reduzida), se quiser usar freio-motor, como numa descida de serra, vá para o modo Manual e selecione a marcha que dê freio-motor, como faria num câmbio manual.
- Esses câmbios não têm a posição P (Parking, estacionamento) como os automáticos epicíclicos ou CVT, por isso ao parar o carro sempre coloque a alavanca em N (Neutro) do mesmo modo que colocaria em P.
- Em hipótese alguma pode-se manter o carro parado num aclive pelo motor, acelerando o suficiente para que não recue, sem precisar usar o freio. Esse procedimento, normal com câmbio automático, destrói a embreagem do carro com câmbio robotizado em pouco tempo.
- Para fazer o motor pegar empurrado numa emergência, depois que o veículo tiver velocidade suficiente (cerca de 15 km/h e com ignição ligada) mova a alavanca para D, o que equivale a soltar o pé do pedal de embreagem num carro de câmbio manual.

Ms irigir um carro com câmbio roborizado de dupla embreagem, como o Jetta Highline com câmbio DSG (direct shift gearbox, câmbio de trocas diretas) ou os Audi com câmbio S-tronic, é uma experiência inesquecível pela rapidez das trocas mesmo em modo Automático. É dirigir para crer.

O "creeping"

Palavra da lingua inglesa que significa engatinhar, que é um movimento lento, como todos sabem. O termo é empregado para descrever o avanço lento de um carro com câmbio automático estando em D ou R e tirandoo pé do freio. Nos robotizados da VW e da Fiat não há esse avanço lento, o carro fica parado como o motor em marcha-lenta (daí a importância de colocar a alavanca em N, pois uma acelerada não intencional e o carro salta para frente ou para trás). Mas a Meriva tem a função.

Como para haver creeping [crí'ping] a marcha tem de estar engatada e a embreagem parcialmente acoplada, ela fica em patinagem, aquecendo e se desgastando. Hoje este problema é resolvido atrelando o pé no freio ao desacoplamento completo da embreagem, não havendo desgaste nesse caso. É o que a Fiat acaba de fazer ao introduzir o creeping nos câmbios Dualogic. O AE especula que a Volkswagen deve acompanhar. Por quê? Para tornar mais fácil efetuar manobras. Basta tirar o pé do freio para o carro andar lentamente.

Ao estacionar ou tirar o carro da vaga, por exemplo, o creeping ajuda bastante. Basta tirar o pé do freio e o carro anda lentamente, bastando controlar a velocidade com o freio, como se faz quando o câmbio é automático. Ou no tráfego congestionado, em que o carro segue lentamente e pára logo.

Os câmbios de dupla embreagem e Audi citados tem creeping com o tal desacoplamento da embreagem enquanto imobilizado pelo freio de serviço ("de pé").

O "punta-tacco" automático

Cada vez mais a indústria aplica a breve aceleração do motor nas reduções de modo a casar rotação com a velocidade do carro na marcha a ser engatada, evitando trancos que, alem de desconfortáveis, podem desestabilizar o carro, especialmente com piso molhado. É a mesma aceleração que se dá ao fazer o punta-tacco, manobra com os pés que motoristas mais experientes e pilotos de corrida utilizam para frear e dar a breve acelerada ao mesmo tempo numa aproximação de curva. Com o advento da borboleta de aceleração acionada eletricamente ficou fácil para o controle eletrônico do motor promover automaticamente essa aceleração, que tem o nome de aceleração interina ou intermediária.


Punta-tacco, desnecessário no câmbio robotizado (motoig.com)

A primeira aceleração interina automática  em carro de rua de que se tem notícia foi num câmbio automático, no Porsche 911 Turbo de 2005. Num câmbio manual, o único conhecido é no Nissan 370Z. Hoje todos os câmbios robotizados incluem essa útil (e prazerosa) aceleração ao reduzir manualmente, uma vez que facilita bastnte o dirigir e proporciona conforto.

As vantagens do câmbio robotizado

Uma vez que se conheça e entenda o funcionameno do câmbio roborizado, ter o carro dotado de um em vez de manual comum só se tem ganhos, sem nenhuma desvantagem:

- Custa aproximadamente a metade de um câmbio automático epicicloidal.
- Proporciona a mesma economia de combustível de um câmbio manual normal por não haver perdas de nenhuma espécie.
- A embreagem é de atuação automática, portanto não há pedal com que se preocupar.
- Ao parar, como num semáforo, o câmbio vai automaticamente para primeira.
- Trocar de marcha é mais simples, basta movimentar a alavanca para frente e para trás ou, se houver, premer as borboletas no volante.
- Toda redução é feita sem trancos devido à aceleração interina automática.
- O motor pode ser feito pegar empurrado ("no tranco") numa emergência, impossível num câmbio automático.
- Quando se qujser, pode-se deixar em Automático para não ter de trocar marchas manualmente.
- Eventual reparo no câmbio não requer mão de obra tão especializada quanto um automático, pois o câmbio robotizado de uma só embreagem é um câmbio comum
- Arrancar em aclives ou declives fica mais fácil, basta manter o carro freado com pé esquerdo e acelerar.
- Pode-se repousar a mão na alavanca sem que isso leve a algum dano nos garfos e aos sincronizadores do câmbio.

Pense nisso quando for comprar seu próximo carro de câmbio manual e houver opção de robotizado.

BS

201 comentários:

  1. Bob, obrigado pelo texto, estava pensando neste assunto esses dias, veio bem a calhar suas considerações !

    Mas fica a dúvida, se o automatizado tem tantas vantagens, porque ele não substituiu de vez o automático tradicional ?

    Não falando em Brasil, mas mundialmente, o automático tem as suas vantagens, ou não ?

    Obrigado !

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    1. Evandro
      Além de o automático ter um troca de marcha mais confortável, o custo de um dupla-embreagem é bastante próximo. Também, para o maior número de marchas que todos buscam hoje, é mais simples um automático do que um dupla-embreagem.

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    2. Bruno Souza31/05/12 18:02

      Será que é pelo fato do automático Honda ser de par de engrenagens ela ainda não ter essas caixas de mil marchas?

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    3. Bruno Souza
      Certamente é o motivo.

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    4. Obrigado Bob !

      Mas estava falando de um automatizado mais "minha realidade", que são os populares que você citou.

      Ainda fico com o pé atrás acerca da manutenção de uma transmissão automática, mas já bastam os buracos do solo lunar que chamam de asfalto daqui pra chacoalharem minha cabeça.

      Preciso mesmo é testar um automatizado pra ver como é, CVT e automático eu já testei e aprovei, exatamente pelo conforto que você citou.

      Obrigado mais uma vez ! =)

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    5. Bruno Souza31/05/12 21:03

      E a Honda só usa automatizado dupla embreagem em moto, em carro é mono. Vai entender!

      Não sei se o Bob já notou, mas quem acostuma com caixa de conversor, nota bem o desperdício de rotações quando pega um mesmo modelo com embreagem (o mesmo vale para a caixa robotizada). Na prática a economia deve ser bem maior.

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    6. Na prática, o que comanda o garfo para realizar a troca da marcha?

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  2. Já pensei e ainda não me sinto à vontade para ter um. por isso, continuo com o câmbio manual.
    Até quando eu não sei, porque um dia, quem sabe, eu possa mudar de opinião.

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  3. Lembrei agora que li em algum lugar sobre o câmbio da Meriva. Tem muita gente trocando pelo manual, porque o automatizado desse carro dá muitos problemas.

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    1. CCN
      Esteja certo que a maior parte dos problemas é mau uso, segurar o carro na subida com o motor patinando embreagem. Um dos primeiros câmbios tipo do Meriva foi usado pelo Opel Corsa em 2000.

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    2. Pelo fato de a Meriva ser muito usada por taxistas, e estes converterem seus veículos para GNV, há muitos relatos de desgaste prematuro da embreagem com este combustível, pois a central do veículo passa a queimar mais a embreagem tentando compensar a perda de potência causada pelo GNV. Não sei se a maioria das Merivas Easytronic são taxi, mas pelo que se vê nos foruns da internet parece que uma grande parte dos proprietários da Meriva Easytronic estão insatisfeitos e realmente trocando por câmbios manuais. Fiat e VW têm um volume de vendas bem maior e não se percebe tanta reclamação como na Meriva.

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    3. Pode até ser mau uso, mas então o manual é muito mais tolerante com esse mau uso. O fato é que uma Meriva robotizada é bastante incomoda para o passageiro, por conta da "cabeçada" que é muito sentida (ser bastante alta ajuda a maximizar o efeito) e, quando em táxi, mal paga sua própria manutenção. Não creio que o problema esteja localizado, pois o Siena também é prefeirido sem o sistema para o uso em táxis.
      Mesmo com meu pai não trocando de carro há 16 anos (ele julga, e dou certa razão, que depois do Omega não foram fabricados Carros no Brasil), ele ainda exerce a profissão de motorista de praça, e, das conversas entre seus colegas, consigo deduzir que é uma roubada do ponto de vista do custo de manutenção independente da marca.

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    4. A embreagem é caríssima. Podem orçar. Um linea kit de embreagem mais volante desgastado chega a 5.000 reais.easytronic kit embreagem quase 3.000.kit dupla embreagem do jeta 14.000 reais só a peça. Embreagens se desgastam especialmente em transito pesada, seja no manual, seja no automatizado, já o desagaste das cintas de um automatico convencional é muito menor, pois o conversor se bem usado dura mais que um motor.o CVT, nem é bom dizer quanto custa o kit de correia metalica e polias ue tambem se desgastam...pode custar valor do proprio carro, como no sentra que passa de 30 mil o reparo. Quem duvida ligue ccs e orçe.

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    5. No Jetta Clube pesquisaram o preço do kit de dupla embreagem (que dura muito mais que nossas embreagens secas), e o maior valor foi beirando 6000 reais. Onde você encontrou 14 mil?

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    6. Com 14 mil vou la na Alemanha comprar e trago o kit na mala. rsrsrsrsrs

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  4. Vamos pensar que eu tenha problemas no cambio, no manual a gente faz uma gambiarra pulando a marcha, e o robotizado?
    Eu ´so vejo um grave problema nisso, o custo brasil.
    Podem falar o que quizer...

    POBRE QUER LUXO, MISERIA É COISA DE INTELECTUAL e viva a tecnologia automotiva.

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  5. Lorenzo Frigerio31/05/12 12:30

    Bob, já que você vive falando em "punta-tacco", sugiro que escreva um artigo específico sobre isso. Estou com 50 anos, dirijo desde os 18 e nunca entendi a lógica de se acelerar e frear ao mesmo tempo, visto que os câmbios têm sincronizadores já há muito tempo. O "punta-tacco" sempre me pareceu um "cacoete" de quem dirige em pista, em situações extremas, mas sem a menor utilidade numa rua ou estrada pública. Imagino que a maioria dos leitores aqui também não têm experiencia em pista, portanto você poderia melhor esclarecer a utilidade desse procedimento.

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    1. Lorenzo,
      A lógica do punta-tacco é simples: enquanto se está freando, como numa aproximação de curva, ao reduzir simultaneamente para a marcha adequada para acelerar na saída de curva, para que não haja tranco ao soltar a embreagem eleva-se a rotação do motor. Isso independe de o câmbio ser ou não sincronizado. No dia-a-dia o punta-tacco é de grande utilidade ao arrancar numa subida, dispensando usar o freio de estacionamento. Publicamos post a respeito punta-tacco há um ano, veja em http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/06/o-ponta-salto-de-todos-nos.html.

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    2. Lorenzo, mesmo em cidades o punta-tacco deixa a condução mais confortável, eliminando os trancos e ainda poupa a embreagem, pois o escorregamento vai ser mínimo. Além de deixar mais rápidas as reduções para ganhar velocidade (ultrapassagens). A diferença e q no meu carro não tenho como usar o acelerador com o calcanhar, então piso com o lado direito dos dedos.

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    3. Bob, e pessoal.

      Nunca tentei fazer punta-tacco. Porém, em todas as reduções (de velocidade e de marcha para ultrapassagem) faço o seguinte ritual: pisar na embreagem, acelerada, engate da marcha, soltar a embreagem, acelerar. Meu carro possui câmbio bem "longo" e, por exemplo, quando estou a 100km/h e preciso de uma retomada rápida, reduzo para terceira utilizando esta técnica e a marcha entre suave e sem trancos.

      O efeito é o mesmo do punta-tacco?

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    4. Pelo que eu entendi você faz aceleração interina isso quando reduz para buscar retomar velocidade. O procedimento é esse mesmo. A lógica do punta-tacco é fazer o mesmo só que preparando o carro pra uma curva, por exemplo, que exige uma velocidade menor, então você faz tudo isso daí freando ao mesmo tempo.

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    5. "Pelo que eu entendi você faz aceleração interina isso quando reduz para buscar retomar velocidade."

      Isso mesmo!
      Entendi!

      Valew!

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    6. Lorenzo Frigerio31/05/12 18:32

      Em geral, quando uma curva se aproxima, reduzo antes dela e mantenho essa marcha até depois de sair dela. Não me parece ser seguro fazer a curva sem tração, então a marcha para qual reduzi mantém o torque durante a curva; e depois dela vou acelerando e mudando de marcha normalmente.
      Essa técnica do "punta-tacco", só na base da descrição, não parece ter muita lógica ou utilidade para mim, mas algum dia gostaria de ver alguém bem treinado fazendo, para tentar entender melhor.
      De qualquer forma, parece exigir um longo período de condicionamento, e uma boa coordenação motora para aprender.

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    7. Há muito tempo, quando eu tinha um Voyage antigo e ainda gostava de correr e fazer algumas loucuras, uma das coisas que mais gostava era entrar nas curvas em alta velocidade e frear dentro delas. Quando percebia que o carro estava prestes a desgovernar, eu reduzia a marcha e pisava fundo. Era assim que eu enfrentava e ganhava de Santanas, Monzas e Omegas bem mais potentes.
      Depois que vendi esse carro me tornei um motorista exemplar, hehe...
      Sério!

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    8. Lorenzo, um pouco de punta-tacco e "otras cositas mas"
      http://www.youtube.com/watch?v=qdWSyrqEnE4

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    9. Lorenzo, a meu ver a utilidade é atrasar a freada para entrada na curva. Se vai usar na rua ou não, na pista ou não já são outros 500. Acho bom sempre ter a carta na manga. Exige muita prática sim, eu ainda apanho bem. Mas é isso aí, a gente evolui e aceleração interina que é mais simples já consigo fazer com 5 pessoas no carro sem balançar o carro ou ser xingado!

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    10. Outra coisa, a pedaleira influencia. A do meu Corsa C acho infinitamente mais fácil do que a do Chevelho que o acelerador é bem mais baixo.

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    11. Lorenzo: Uma das maiores vantagens que percebi com o uso foi a suavidade, reduzir marchas não dá cabeçada, numa redução normal para uma curva, você freia - joga os passageiros pra frente, reduz a marcha - joga de novo. Se o tranco nessas trocas for grande, como foi dito inclusive nesse post, você pode ter um comprometimento do controle do carro.

      Fazendo o punta-taco conhecendo bem o carro você freia o necessario, deixa parte pro freio motor da redução - a transição é suave.

      Acredite se quiser eu uso porque meu carro é duro e arisco, carregar um bebê na cadeirinha dormindo e ver a cabecinha dele vindo pra frente apenas com uma singela redução faz você aprender qualquer técnica pra não chacoalhar o carro e o punta taco sem duvida nenhuma faz a redução parecer que você esta num carro automatico. Se chacoalhar é porque eu errei a tecnica, mas tenho tido relativo sucesso.

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    12. A sensação do punta-taco perfeito é muito prazerosa pra qualquer entusiasta! hehehe... me identifiquei com o video, o piloto fica premendo o acelerador no fim de curso, crente que vai extrair um pouco mais, isto tem um efeito psicológico enorme! kkkkk

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    13. Thales Sobral

      Prefiro esse vídeo do Keichi Tsuchya
      http://www.youtube.com/watch?v=klMur6TPkrM

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    14. Keichi andando de Levin? Cadê o Trueno? rs

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    15. Caros colegas, tive a oportunidade de tentar fazer punta-tacco em Fiat Strada e GM Celta. Nunca consegui satisfatoriamente. Óbvio, nunca tinha feito antes, mas seria só minha a impressão de que os pedais do Celta e da Strada dificultam? Na Strada a diferença de 'altura' entre freio e acelerador é absurda! No Celta, nem tanto mas os pedais também são um pouco afastados...

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  6. eu assisti um filme em que um maverick americano disparou na estrada... travou o cambio, isso é serio, em caso de pane o certo é mesmo pisar no freio até derreter tudo?

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    1. http://filmow.com/o-carro-desgovernado-t7655/

      tenho que rir as vezes aqui, é um filme mesmo, passou umas 50 vezes na seção da tarde, em caso de problemas, pise bem nos freios e desligue o motor sem travar o volante, isso é um caso extremo em que o carro não tenha sequer uma manutenção decente, em que não se desliga o motor, trave a borboleta de aceleração e o cambio quebre engatado, isso pode acontecer até com os corolas, mas existe recall para isso.

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    2. http://www.youtube.com/watch?v=t9fF362dzNM
      vale um gol desgovernado

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    3. Anônimo - veja no google cessão, seção, sessão...

      Qt ao video "a mer... a mer..." rsrsrs

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  7. É possível levar um 0km automático de verdade na faixa de preço dos robotizados. Fico com o verdadeiro, então.

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    1. Gol automatizado custa segundo a VW R$ 34.438,00. Por favor, qual carro automático custa R$ 34.438,00?

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    2. Você está falando de um carro automatizado "pelado", e o automático a que me refiro é completo. Se for colocar este Gol com tudo que vem no Logan automático, fica até mais caro.

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    3. Ok, carros completos. Um Logan custa R$ 41.390,00; o Voyage R$ 52.481,00 com a diferença de que o Voyage é um Volkswagen. Fico com o Voyage e desejo sorte ao senhor com seu Logan.

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    4. Azar o seu, que fica com o Voyage. Por menos que o preço dele, eu levo uma Grand Tour, he, he, he!

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    5. O azar é só meu com certeza, pois quando ando com meus Volks (o mil e duzentos seis volts e o que usa motor Audi), preciso explicar a cada sinal que não quero vendê-los.

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    6. Está bem, Sr. "Torcedor de marca". A linha Gol/Voyage é melhor que tudo no mundo, só por serem Volkswagem. Era isto que queria ouvir? Então pronto, agora você pode dormir felizinho, não precisa fazer pirraça nem biquinho, he, he, he, he!

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    7. Não durmo tranquilo. Amanhã e depois e depois continuarei a ter que explicar para mais alguns muitos que não quero vender nenhum dos meus dois veículos com DNA germânico. Por que será que todos eles querem os VWs usados? Devem ser um bando de tontos como eu.

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    8. Assim como muitos querem um VW usado, outros tantos querem um Ford usado, um Chevrolet usado... Como vê, ser objeto de desejo não é exclusividade dos VW. Sinto muito se isto decepciona seu coraçãozinho de torcedor, he, he, he!

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    9. Continue com seu VW e a péssima rede de atendimento deles, a baixa qualidade do acabamento, o alto valor do seguro e o alto índice de roubos/furtos que eles tem, vai fundo Anonimão !

      Antes de me falar algo, eu tenho um pra falar isso, que por acaso foi a recompensa pelo furto de um outro.

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    10. Mr. Carpa, sinto em decepcionar seu coraçãozinho de piloto de Logan, mas não sou torcedor. Pelo contrário acho os Renaults fantásticos. Meu amigo tem um Logan, que carro! Parece um Lada Laika.

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  8. Acho que os fabricantes deveriam lançar câmbio automático comum em carros menores como a Renault fez.

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    1. A GM tinha o Corsa antigo 1,6L. O problema num carro pequeno, e consequentemente, de motor pequeno é o desperdício de energia. Penalizando consumo e desempenho. Era praticamente um carro de nicho,alguns dos poucos que vi serviam a pessoas com deficiência de mobilidade, haja vista que era o mais barato do Brasil.

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    2. Lorenzo Frigerio31/05/12 18:40

      Vamodoido, cada câmbio automático tem um consumo de energia. Naturalmente, os fabricantes não colocam câmbios grandes atrás de motores pequenos. Imagino que o câmbio do Corsa fosse adequado para o modelo. Obviamente, sempre há uma perda de desempenho em relação ao câmbio mecânico, especialmente porque esses automáticos mais antigos sempre tiveram um número reduzido de marchas em relação ao manual, quando um motor pequeno precisa exatamente de mais marchas. Uma Impala sobrevive com uma PowerGlide, mas imagine um Kinder Ovo desses só com duas marchas!

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    3. Aléssio Marinho31/05/12 23:23

      Vamodoido,

      O Corsa Sedan Automático foi oferecido entre 1997 e 2006, sempre com motor 1,6l e no acabamento GL.
      Já no novo Corsa de 2002, foi oferecido o Autocluch, embreagem automatizada, com motor 1 litro. Esse Corsa vinha com alavanca de câmbio e para "dizer" a caixa o desejo de pisar na embreagem, bastava por a mão na alavanca.
      Mesmo sistema do Palio Citymatic de 1999.
      Hoje esses 2 carros são considerados micos, pois a eletrônica não era muito confiável, e uma central tem um custo elevado para um carro popular, hoje com mais de 10 anos.

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    4. Tanto o Palio Citymatic quanto o Corsa Autocluch fizeram parte dos programas de autonomia para pessoas com deficiências físicas das respectivas fabricantes.

      Não são carros micos, são carros especiais, para pessoas que precisavam deles e não tinham grana para bancar um carro mais caro. Serviram ao que serviram e nunca tiveram boa utilidade na mão de alguém que não sofre com limitações corporais.

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    5. Lembro bem desse Corsa Autoclutch, andei num desses nos idos de 2002, mas na época não dirigia ainda. Foi meu primeiro contato com o Corsa C e gostei muito do carro, tanto que 4 anos depois comprei um.

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  9. Sempre fui fã dos automáticos, tive um e gostava muito. O automatizado pra mim seria o melhor dos dois mundos, mas nunca dirigi um pra avaliar o comportamento e dizer se eu teria ou não.

    Para estacionar com o carro engatado, por exemplo numa ladeira com muita inclinação, basta deixar a alavanca em D?

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    1. Fonseca,
      Desligue o motor e D e a embreagem acopla automaticamente, ficando engatando em primeira.

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    2. Tenho uma Space Cross e o próprio manual recomenda deixá-lo estacionado com a alavanca na posição D e assegurar-se do freio de estacionamento acionado

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  10. João Celidonio31/05/12 13:44

    não foi o cambio da m3 e46 dessa época que vivia dando pau?

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  11. Fazendo coro ao Bob; realmente o DSG é sensacional...tentem guiar um Jetta TSI e logo em seguida um Tiguam (que partilha o mesmo motor); a diferença entre os câmbios é bem perceptível!

    Mas ainda sou partidário do manual, talvez perderia alguma coisa em linha reta em relação a um DSG, mas compensaria no prazer na tocada do carro (falando de modo particular e imaginando um Jetta TSI manual);

    Creio que só iria no DSG em carros com mais de 300 cavalos, naturalmente mais ariscos...

    MFF

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    1. Andei no Jetta TSi e fiquei impressionado com o funcionamento do conjunto. Em ritmo normal, eu só sabia que o carro passou de marcha porque olhava no painel a indicação (e o conta-giros). Acelerando forte, as trocas de marcha parecem de um carro de F1, sem nenhuma interrupção de força. Simplesmente fantástico.

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    2. Sim Thales, a mim também impressionou muito, e olhe que são "só" 200 cavalos muito bem geridos.

      0 a 100 em 7 segundos, tempo de muscle car, têm muito crédito da transmissão.

      MFF

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    3. Treze anos atrás o Marea Turbo já fazia 0-100 em 7,3s g com câmbio manual e não tinha injeção direta, era pesado e o motor tinha 17cv a menos que o do Jetta. O Jetta tinha mesmo é que fazer em menos, talvez 6s baixos, afinal usa câmbio de dupla embreagem, turbina moderna, injeção direta, etc. etc.

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    4. O Marea turbo era um pouco mais leve que o jetta, e tinha um "porém", em acelerações fortes tinha overbooster pra levar esse motor a uns 200 cv por alguns instantes.
      Então, carros com pesos semelhantes, potências semelhantes, tempos semelhantes. Dois carros que andam MUITO.

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    5. Não sabia que o Marea tinha overbooster!!

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  12. Se for dirigido com a costumeira brutalidade estilo Bob Sharp, um cambio desse não dura nem um mês!!!

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    1. dentre as inumeras qualidades do bob,talvez uma que se destaca e a tocada suave.coisa rara.assista um video dele testando um gt40 americar e confirme o que digo

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    2. Soube que o grande BS era rei do Demolition Derby (akelas corridas americanas de demolição de carros)

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    3. Mr. Carmaggedon
      Nunca, no máximo foi jogar duas vezes Autobol para dar força a um amigo que organizava. Um horror.

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    4. De onde você tirou que dirijo com brutalidade? É exatamente ao contrário. Mas mesmo que troque da marchas dessa maneira não consegue danificar o câmbio robotizado, outra vantagem.

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    5. Os brutos também amam

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    6. Amigo, ocasiões diferentes exigem modos de se dirigir diferentes. Imagine você levando seu pai (ou seu avô, se seu pai ainda não for idoso) ao hospital (emergência) em um carro 1.0. Você iria passar devagar em lombadas, fazer curvas sem acelerar dentro delas, respeitar a faixa vermelha do conta-giros, certificar-se que pisou totalmente na embreagem antes de trocar marchas, etc.?

      Se sim, tomara que seu pai leia este post e o deserde, porque você poderia matá-lo. Nesse caso acima, a brutalidade é o que garante a sobrevivência do velho, e acho que mesmo o Bob seria "brutal" se o que estivesse em jogo fosse a vida de sua família.

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    7. Nem sempre, dependendo do caso é necessario pensar que você pode agravar uma lesão, provavelmente pelo que conheço dos posts do Bob diria que a suavidade sempre. Tem que se dirigir rapido mas pensando como se estivesse carregando 10 duzias de ovos no porta malas. E eles tem que chegar inteiros.

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    8. Anonimo das 20h10, se o cara já tá doente e você ficar sacudindo ele além de estragar o carro, levar alguma multa ainda pode machucar feio o doente.

      Numa situação limite o melhor é manter a calma, ser prático e preciso. Lembre-se também que existem ambulâncias, ou seja, não é obrigação nem dever do civil levar, sob forte nervosismo, seu ente querido sendo que muitas vezes o atendimento poderia ser dado na própria ambulância, no caminho do hospital. Quem já foi atendido pelo SAMU sabe que ele vem igual uma bala.

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    9. kkkkk... vai acreditando!

      Dirigir sempre com calma e não tentar fazer o que não sabe... Sempre suave, estilo Jenson... rsrs

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  13. É o fim dos tempos: Câmbios robotizados, motoristas idem.

    Logo logo a maioria vai comprar veículos que se dirigem sozinhos, e será proibido dirigir nas ruas s/ estar logado a um "sistema". Não quero mais estar neste mundo qdo isso acontecer...

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    1. Considerando o nível dos "motoristas" que andam pelas ruas por aí, o transito melhoraria consideravelmente com carros totalmente automatizados... rs

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    2. seria ótimo! com cnh mais caras e extremamente difíceis de se "certificar"... e deixa o rebanho todo conectado, sem opção de fazer M!

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  14. A probabilidade deve ser pequena, mas se queimar esse motorzinho elétrico que faz as trocas do automatizado, deve ser um belo de um prejú.... e se pegar algum ponto de alagamento (que quase não tem em SP) erá que periga de dar curto no equipamento, ou não?

    Quanto à manutenção dos mesmos, havia lindo em algum lugar pela net que a troca de embreagem de um automatizado é bem mais cara de que a de um mesmo modelo similar com câmbio manual.

    E por último, sempre que vejo alguém "moscando" no transito com algum VW de motor 1.6, está lá colado na tampa traseira: "i-moton" ! Será que é coincidência demais?

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    1. O câmbio evolui, mas tem certos motoristas...

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    2. O Thales Sobral já respondeu por mim. Ele falou pouco mas disse tudo.

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    3. Você leu isso (do custo maior) na 4 rodas que tem o Versa na capa.

      Eu li o "guia do robotizado" deles esta semana em uma sala de espera de consultório. ;)

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    4. A quatro rodas já faz alguns anos que é mais revista de moda do que de automóvel.

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  15. A manutenção mais cara, o desgaste mais acelerado do sistema, o fato de ter uma máquina tomando decisões que antes eram minhas, e, principalmente o fato de que não acho trocar de marchas uma tarefa árdua, cansativa ou pesada me permitem postergar para quando for bem velhinho e já estiver com a artrite atacada a compra do automático "de pobre".
    Agora, essa gambiarra é novidade para mim: Além de tudo, o manumático não ajuda a travar o carro estacionado? Como ficam as recomendações de que não se pare o carro apenas com o freio de mão, principalmente em carros com quatro discos, em que o risco de o disco traseiro estar quente e o freio afrouxar por efeito da contração térmica é mais que uma especulação, sendo que até a quatro rodas perdeu um Fiat desse jeito?

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    1. Braulio, ao desligar o motor estando em primeira ou ré, a embreagem acopla e o carro fica engrenado como num manual. O desgaste do sistema só tende a ser menor por não haver erro de operação.

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  16. O autor diz que não há desvantagens no câmbio robotizado. Porém cito três em relação ao manual convencional:
    - Preço de compra
    - Manutenção mais cara
    - Não é qualquer oficina que mexe

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    1. Já ouvi relatos da mais de R$ 2000 para a troca da embreagem da Meriva Easytronic em concessionária. Lá se vai a "vantagem" do menor custo em relação ao automatico convencional.

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    2. Lá se foi a vantagem... É isso mesmo! Paga mais R$ 2 mil e leva um automático de verdade que, teoricamente, dura tanto quanto o motor.

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    3. Não vai querer que o robotizado custe o mesmo que um manual, certo? Se usar como deve, não tem o que quebrar. Não é qualquer oficina que mexe em muitas coisas do carro, assistência hidráulica da direção, por exemplo.

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    4. Quem vê custos compra Uno Mille Economy 1.0 pelado!

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    5. Há! Até parece que quem não compra "Uno Mille Economy 1.0 pelado" tá com dinheiro pra poder rasgar.....

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    6. Já ouvi dizer também que ABS não é bom porque quando da pau é caro pra arrumar!

      Tem hora que vale aquele ditado: não devemos dar pérolas aos porcos.

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    7. Uma coisa é a manutenção custar 20, 30% a mais. Outra coisa é ter que trocar uma embreagem de um câmbio automatizado com um custo que chega a ser 4 vezes maior do que seria com um câmbio manual convencional. Nada contra a tecnologia, mas a maneira (ou custo) pela qual ela está sendo oferecida aos brasileiros simplesmente não compensa, automático é muito mais vantajoso. A não ser que dinheiro não seja um empecilho e se faça questão de ter um automatizado.

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    8. Complementando o post acima, minha crítica se refere mais especificamente ao trio Easytronic, Dualogic e i-Motion, dos quais um dos argumentos na publicidade deles é o custo de aquisição inferior ao de um carro automático. De que adianta pagar menos na hora da compra, se na hora da manutenção periódica (digamos em torno dos 120000 km, chutando alto) de troca de embreagem essa economia vai pro espaço? Ao invés disso, poderia estar usufruindo de um autêntico automático todo esse tempo que provavelmente ainda estaria em perfeitas condições.

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    9. Custo de manutenção é relativo. Por exemplo, o kit de embreagem do Focus de primeira geração, que possuo. Somente em peças, o kit fica em torno de R$1500,00, incluindo os atuadores hidráulicos. Porém, meu carro já está com quase 98000 km e a embreagem continua perfeita. Não sei atualmente, mas os câmbios automáticos epicicloidais de antigamente necessitavam de mais manutenção que as caixas manuais.

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  17. Tenho uma Meriva Premmium Easytronic, já com 35.000 Km muito bem aproveitados. No começo não curti esta transmissão, que minha esposa adorou, mas com o tempo fui me adaptando e hoje penso que é uma opção muito útil: auto nos congestionamentos típicos de São Paulo, e manual sport quando quero usufruir um pouco melhor, nas viagens ou eventualidades.
    Minha opinião: hoje se fala muita bobagem, inclusive na internet, e taxistas de hoje não são referência como no passado, e muitos moem os carros porque tem condições de trocar de carro devido aos benefícios, e os contratados que dirigem o taxi do dono não estão nem aí para cuidar, querem mesmo é tunnar. Muitos nem entendem o básico de mecânica e manutenção, e já ouvi cada absurdo impressionante, fora que como profissionais deveriam dirigir melhor e não se achar donos das ruas.
    E queimar embreagem é comum a donos de veículos com transmissão tradicional manual ou as robotizadas. O que mais tem é gente queimando embreagem, apoiando pé no pedal ou a mão na alavanca. Não tem mecanismo que dê conta. Provavelmente são os mesmos que não fazem manutenção de seus carros, saem para viajar sem sequer olhar o nível dos fluídos, pastilhas ou pressão dos pneus e luzes, apenas trocam de carnê em carnê, dando seu carro moido como parte do pagamento.

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    1. Sergio;

      Endosso com você. E isso não vale apenas para transmissão manual nem automatizado. Tem muita gente com carro de cambio automático puro que tambeem segura o carro com o motor em rampas, com medo de ele voltar para trás...E essa prática é nefasta ao ATF do conversor e a todo o cambio por atacado.

      Citando um exemplo proximo a mim, enquanto a maioria dos proprietários de Ranger 3.0 pelo que já li em foruns trocam platô e disco com 70 mil km, a minha aguentou até os 140 mil, usando o carro para valer na terra, areiões, cidade, etc.

      Abraços!

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    2. Vá em uma ccs - qe é a unica que pode trocar o kit embreagem easytronic pois exige usar scanner com software especfco - e ergunte quanto usta tocar o kit embreagem easytronic - não é igual ao manual. Aposto que vc vende o carro na outra semana. Tive uma, é legal, mas com uma troca já daria ra ter comprado uma livina automatica de verdade e ainda sobraria us trocados.

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    3. Rapaz, ela está aguentando com a minha esposa, no transito de SP. Isso prá mim é o melhor teste de resistência que pode existir....rs
      Problemas podem existir, mas acho pouco provável que as pessoas tenham a humildade de perguntar sobre algo que não conhecem, como eu fiz. E me surpeendi com tantas bobagens e alucinações que ouvi de "entendidos" e "profissionais". Se fosse dar ouvido a tantas lendas, andaria de táxi, vestido com máscaras como o michael jackson e lavando as mãos como o monk.
      Inclusive, acho pouco provável que estes moedores de carro ou cupins de aço saibam sequer onde fica a caixa de fusíveis, porque pedirão arrego e só saberão ligar para o seguro mandar um anjo da guarda.

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  18. Bob,

    No caso dos automáticos com conversor de torque, como a central eletrônica executa o punta-tacco, visto que o motor está permanentemente acoplado à transmissão? Ao reduzir, a transmissão é colocada brevemente em neutro e é feita a aceleração interina?

    Por falar em punta-tacco, no outro post você recomenda elevar a rotação antes de engatar a marcha. Há alguma explicação técnica para isto, ou é apenas uma preferência pessoal?

    Acho interessante combinar esta técnica com a "debreada" dupla (double clutch), as marchas parecem entrar quase sozinhas!

    Obrigado!

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    1. Isso, o câmbio fica em neutro para dar a interina. Elevar a rotação antes de engatar a marcha evita o anel sincronizador tenha de trabalhar, só isso. E como você diz, a marcha parece entrar sozinha.

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  19. como fazer o carro pegar no tranco hein senhor bob? com toda essa eletronica sem bateria? hahahahaha te peguei....

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    1. já pensou, a bateria descarregar, nem vai dar para engatar a primeira e empurrar, o duro se for em um lugar dificil, a tecnologia é fantastica, ela cria problemas que antes não existia.

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    2. Pô, essa é fácil: se a bateria já era (está com carga abaixo de 9 V), nem mesmo a central eletrônica da injeção de combustível irá funcionar. Portanto, o câmbio robotizado será o menor dos problemas...

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    3. E do ligar tudo no 220!
      Sacou?

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    4. Claro que não me pegou. Sem bateria nem o manual pega, pois não há corrente para formar o campo magnético no alternador.

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    5. resumindo, tom toda essa tecnologia, se der problema nem adianta empurrar..... fiquei triste... uma vez uma bateria minha descarregou pois as placas colaram, mesmo sendo uma quantum 1 bico a gente empurrou e o carro pegou, tirei a bateria do lugar, joguei no reciclavel e fui embora...mesmo sem bateria e somente com a energia do alternador.

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    6. Antonio Pacheco01/06/12 11:15

      A pergunta me lembrou o tempo que começaram a surgir as motos 125 com partida elétrica. Escutei um curioso falando na apresentação de uma concessionária, que a partida elétrica era ruim, pois se a bateria arriasse, não teria a facilidade do pedal (algumas motos possuem partida elétrica e pedal, outras não). O vendedor foi esperto e perguntou se o carro dele ainda tinha a manivela, ou era só partida na chave...

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    7. E esta tal de eletricidade? Que só vei para nos atrapalhar. Antes não tinha que me preocupar com falta de energia e suas consequências. Agora, esta droga que é a vida moderna.

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  20. Legal o post, apresenta o câmbio robotizado em detalhes. Mas, como bom Neanderthal sobre rodas que sou, ainda prefiro a velha e conhecidíssima alavanca tradicional em "H", com o indefectível pedal de embreagem a tiracolo. Fazer punta-tacco é uma delícia! (ou "tacco-punta", caso do meu Focus)

    Não vejo razões para desgaste prematuro da embreagem, desde que não se use o "freio motor" em subidas. Como o sistema é programado para efetuar a troca de forma sempre correta, o desgaste da embreagem tende até a ser menor, em minha humilde opinião.

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    1. Road Runner
      Se você e muitos leitores soubessem como é bom dirigir o robotizado trocando manualmente...Dá até para arrancar deixando borracha no asfalto: é acelerar até umas 4.000 rpm e mandar a alavanca para o D. A primeira engata e a embreagem acopla instantaneamente. E não precisar torcer o pé para o punta-tacco é ótimo! A tocada fica ainda mais precisa.

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    2. Bob,
      Preciso ainda dirigir carros com câmbios robotizados e caixas automáticas epicicloidais modernas, pois confesso que tenho ainda um certo preconceito contra essas novas tecnologias. Mas concordo com você, as manuais robotizadas são legais para trocar as marchas manualmente, havendo a possibilidade de trocas automáticas, caso se queira.

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    3. Road Runner:

      Confirmo o que o Bob disse. Tenho um A3 Spbk com S-Tronic e se enfiar o pé na saída o bicho canta pneu que nem manual. As vantagens não param aí: é incrivelmente suave, absurdamente rápido, ridiculamente preciso. E bem econômico. Bate de longe em todos os critérios qualquer câmbio manual, automatizado ou automático comum que já tive. CVT então, sem comparação...

      Agora, quer se divertir um pouco a mais? Quer ter mais controle sobre o carro? Bota no manual e faz as trocas pela alavanca ou mesmo pelas borboletas. A resposta é imediata, frações se segundo mesmo. As reduções em manual não são tão suaves quanto em AUTO ou as subidas de marcha, dá um leve "clic" mas nada que incomode.

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    4. Antonio Martins01/06/12 20:17

      É assim: quando o cara puder comprar um, ele muda de idéia.

      E tem outra: o câmbio é só um meio para o prazer, não o prazer em si. O câmbio permitindo vc fazer o que quer (ir ao corte; curtir elasticidade; acelerar como desejar) com o motor é o que interessa.

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    5. Exatamente, Antonio. Na minha opinião, mais do que os infames "trancos" o que acaba "estragando" um pouco a imagem dos automáticos e automatizados com comandos manuais (seja na borboleta ou na alavanca) é o fraco desempenho em termos de "obediência" aos comandos do motorista. Ou seja, o câmbio é manual pero no mucho.

      Com exceção do DSG e do S-Tronic (ou do PDK da Porshe mas aí é outro nível mesmo) os câmbios com comando de praticamente todos os fabricantes nacionais e japoneses/coreanos/americanos não obedecem muito bem nas reduções ou avanços de marcha do motorista quando em manual. O Tiptronic usado pela Peugeot/Citroen atualmente é horrível nesse quesito, assim como o câmbio da Honda nos FIT e CIVIC por exemplo.

      Além de serem sensivelmente mais lentos nas trocas, a programação desses auto-manuais é um compromisso meio esquisito entre as vontades do motorista, o desempenho do motor e a necessidade do momento (carga, regime de giro, aceleração, etc.). No S-Tronic (ou DSG) isso não ocorre e ele realmente dá a sensação e o controle dos manuais, é de babar.

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    6. Bob, no Dualogic nem precisa fazer isso, é só botar no modo esportivo e quando for sair apertar o acelerador MUITO rápido mesmo, ele deixa a rotação subir bem muito e então solta a embreagem e o carro sai "cantando" pneu.

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  21. Bob, tem como fazer um post explicando e detalhando sobre o conversor de torque e o cambio automatico?!

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    1. Lorenzo Frigerio31/05/12 20:29

      Um bom post para o MAO fazer.

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    2. Thiago,
      Tem sim, como não? Vou ver isso.

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  22. Bob,
    Só uma pequena correção: os irmãos Van Doorne não inventaram o câmbio CVT. Eles foram os primeiros a utilizá-lo em automóveis, aproveitando um conceito empregado em máquinas-ferramenta e em ciclomotores - a Motobecane francesa, por exemplo, já usava o sistema em algumas versões da Mobylette no fim dos anos 1950.

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    1. Zamariolli,
      O variador na Motobécane era em uma só polia, era preciso movimento do motor para aproximar ou afastar da polia variável. E nas máquinas-ferramentas a relação era variável mudando a correia de lugar, não era continuamente váriável.

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  23. Tive um automatizado, é realmente melhor qu o manual. Mas vendi uma semana depois que soube quanto custa trocar a ambreagem - que precisa ser feita na conecessionaria, pois é necessario scanner com softaware especifico para " zerar" o desgaste da embreagem. Custa quase 3.000 reais. Comprei um bom e confirtavel automatico de verdade.

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    1. A única vez que dirigi um carro com cambio automatizado foi quando fiz o test drive do Fiat 500 1.4 EVO Dualogic. Fiquei muito surpreso com a suavidade do cambio, não deu nenhum tranco, mesmo eu forçando.

      O engraçado é que em algumas vezes eu "procurei" o pedal da embreagem com o pé esquerdo: força do hábito!

      Não posso dizer que o dualogic da Fiat é bom nos outros carros, dizem que no stilo é ruim, mas no 500 ficou muito bom, eu compraria!

      Abraços,

      Uellington

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    2. Eu dirigi 3 automatizados: 1 polo (em 2010), o 500 (fim de 2011), e Jetta TSi (fim de 2011).
      O I-Motion tinha a fama de ser melhor calibrado que o Dualogic, mas eu não gostei do sistema no Polo, e gostei no 500. Andei de carona num Stilo Dualogic, e em condução normal, simplesmente não sentia a mudança das marchas, mas acho que isso é muito mais mérito do dono do carro, que já se adaptou ao câmbio. Em aceleradas mais vigorosas, parecia que demorava uma eternidade pra entrar a próxima marcha...rs
      Sobre o Jetta, só posso descrevê-lo com termos "Hyundaianos": Soberbo, Magnífico, Espetacular, O melhor... DO MUNDO!kk

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  24. Olá Bob,

    Andei apenas uma vez, como passageiro, em um Stilo Dualogic e gostei do que vi e senti. O único porém era a troca de 1a para 2a, onde havia certa lentidão e se sentia o incômodo movimento. O que percebi, nesta passagem, que o acelerador era solto pelo computador, depois acionada a embreagem para desaclopar, passada a marcha, a embreagem acoplava e o acelerador passava a atuar novamente.

    O problema, ao meu ver, era a desaceleração antes do acionamento da embreagem para desaclopar. Estas tarefas deveriam ser executadas ao mesmo tempo.

    Tendo essa experiência e interessado na tecnologia, gostaria de saber como o cambio funciona em modo manual. Por exemplo, estou em 1a trafegando e, ao mesmo tempo, aciona a alavanca para passar a 2a e tiro o pé do acelerador, para ,1 ou 2 segundos depois, voltar a acelerar. Neste caso, o comportamento é igual um carro com embreagem ou ocorre o caso do Stilo que relatei?

    O que me interessa é não haver pedal de embreagem, não me importo de passar as marchas pela alavanca.

    Carlos Torres

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    1. Carlos Torres
      Trocando manualmente é bem rápido, sem cabeçada. É por isso só dirijo robotizado dessa maneira. É muito agradável.

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  25. Não li todos os comentários, mas tenho minha opinião formada sobre os cambios automatizados.
    Em um Audi, BMW, Mercedes, ou carros de luxo focados no conforto, o automatizado de Dupla Embreagem é essencial, pois é eficiente e confortável também.
    Agora, e as Ferrari? Tudo bem, o F1 da 355 não era os melhores, mas na Modena melhorou (aliás, é um F1 de 1999/2000 que já fazia o punta tacco automático) e na 430 ficou extremamente bom com trocas de 150 mili segundos. A Ferrari foi mais longe fazendo na 599 o cambio fazer trocas em 100 mili e se superou ainda mais na Scuderia e 599 GTO, com um automatizado de embreagem simples de 60 mili segundos!!! As cabeçadas referidas no post, podem incomodar em carros do dia-a-dia... mas na Ferrari é extremamente prazeroso, em cada troca um solavanco mostrando os 500, 600 cavalos te empurrando, é demaaaais! Lamborghini a mesma coisa, a LP570 Superleggera quase quebra seu pescoço nas trocas de marcha do modo "Corsa". Maaaassss o Duplaembreagem chegou na ferrari, primeiro na California, agora na 458, FF e F12... e na minha humilde opinião, embora tenha tornado a Ferrari um carro muito mais confortável e usável, perdeu totalmente aquela emoção. São cambios muito perfeitos, e embora ajudem na performance da troca ininterrupta, quebrou a emoção. é muito automático, muito direto, não transmite a sensação da troca de marcha...
    é uma faca de 2 gumes... Nos esportivos, eu manteria embreagem simples, em pró da emoção.. e é justamente isso que a Lamborghini está fazendo, até em sua ultima obra de arte, o cambio que vem é de embreagem simples, com trocas de 50 mili segundos, e absurdos solavancos em casa troca. ANIMAL!

    Leone Andreta

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    1. É isso ai Andreata
      Experimente qq dia guiar uma Dino(anos 70) ,uma 348 ou F355 puramente mecanica.
      Sao mais emocionantes ainda!

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    2. Leone Andreta04/06/12 14:44

      Não discordo jamais!
      Sinceramente, se falar de Dino, 365GTB/4, Daytona, 308... são Ferraris mecânicas mas que não chamam minha atenção, ja guiei essas e não gosto mesmo!
      Pra mim, o que é inigualável de tocar mecânico, é a 355 e F50, essas sem dúvidas são as mais perfeitas.
      Falando somente de Ferrari... claro!

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  26. Parabéns pelo post didático!
    Tenho um certo receio dos "automatizados" por achar que a tecnologia ainda pode evoluir (pode-se, por exemplo, evoluir a troca de marchas até que não haja mais o "tranquinho" na mudança de uma para outra) e acho que ainda se deve dar um tempo para que os mecânicos brasileiros se adaptem ao automatizado. Hoje eu ainda não compraria um, mas daquí a 5 ou 10 anos, quem sabe?

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  27. Sou proprietário de um Linea Dualogic e gosto muito dele. Até a minha esposa que nunca tinha dirigido um carro automático gostou de dirigí-lo. As vezes (principalmente em primeira e segunda) ele fica meio lerdo e irrita um pouco, tenho a impressão que falta um pouco de modulação nestas marchas, porque se você acelerar ele dá um "pulo pra frente", de tal maneira que precisa tomar cuidado para não acertar a traseira dos carros mais lerdos à frente :-D Será que esse "creeping" é o que a Fiat está anunciando como Dualogic Plus? Espero que seja possível fazer uma atualização de software que disponibilize isto para os modelos anteriores.

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  28. Aléssio Marinho31/05/12 23:56

    Bob,

    Também tenho um Meriva Easytronic. O carro roda pouco por ficar com a patroa, mas em 3 anos de uso descobri algumas "manhas":

    Parado no sinal, em vez de segurar o carro com o freio, simplesmente puxo o freio de mão o suficiente para acender a luz espia. Faço isso em virtude de Belém ser plana, o que dispensa travar o freio de mão. A central entende que o freio está acionado e alivia a embreagem.
    O efeito "cabeçada" só é sentido em acelerações mais fortes. Mantendo o pedal do acelerador imóvel a troca é feita de forma lenta e suave, quase da mesma maneira que um bom automático.
    Aliviar a pressão do acelerador é uma forma de dizer a central que se deseja passar de marcha, o que pode levar a uma "frustração" pois dependendo da tirada de pé ele pode trocar a marcha ou mantê-la engatada, dependendo da rotação que o motor estiver. Prefiro manter o pé no acelerador imóvel, como descrevi anteriormente.
    O Creeping realmente é instintivo e uma mão na roda na hora de estacionar. Mas muita gente acelera desnecessáriamente o carro nesta condição, onde acredito que o desgaste da embreagem seja maior pelo esforço desnecessário, pois o acoplamento da embreagem e mais lento.
    O Easytronic é acionado por motores elétricos. Guiando a noite em estrada sem iluminação, é possível perceber uma piscada dos faróis quando a central troca uma marcha, isso é devido ao consumo alto de energia pelos motores elétricos e pelo ajuste do alternador a essa demanda.
    ACHO que por conta do creeping forçado e por algum vacilo da engenharia da GM na hora de especificar o sistema elétrico desta versão do Meriva. Tanto que a bateria dela precisa ser substituída em pouco mais de ano e meio.
    Enfim, basta ter cuidado com a forma de conduzir e manter o sistema elétrico em ordem que o Easy não dará despesas.

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  29. Só para corrigir, o Focus americano automatico tem mudança sequencial, por botao na alavanca, o que tira o entusiasmo.

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    1. Igor
      Certo, me expliquei mal. Ocorre que a tecla não estimula a troca manual tanto quanto uma alavanca que se move ou borboletas, num arranjo mais próprio para o motorista americano. Fiz um acréscimo no texto explicando isso. Obrigado pela sua observação.

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  30. Cada louco com sua mania: é com prazer que faço uso uso da embreagem. Penso contrariamente: essa "dificuldade " a mais tempera ainda mais a direção, separando o joio do trigo. Para mim, o prazer do punta taco está exatamente em fazê-lo com perfeição, não o carro. Ainda fico com os carros de três pedais. Mas cada um é cada um...

    Abraço

    Lucas CRF

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    1. Eu sou defensor do câmbio manual. Todos os fabricantes deveriam oferecer câmbio manual para todos os modelos. Pena que as fabricantes nos desrespeitam. A Ferrari por exemplo, a um bom tempo não faz mais carros com câmbio manual, é triste.

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  31. Não há prazer algum em trocar marchas num congestionamento ou a 40km/h como algumas vias estão sendo monitoradas hoje.

    Não há prazer em descer a Imigrantes a 80km/h.

    Quer prazer na direção? Compra um carro manual entusiasta antigo e pro dia a dia usa o mais confortável, aí vem o prazer da boa música, silêncio, redução do esforço e a mãozinha dada com a gata do lado, ao invés de passando marcha.

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    1. É bem por aí... Com o trânsito hoje em dia cada vez mais enfadonho, o prazer ao dirigir vai sendo posto de lado, e enfatizado mais o "conforto a bordo"...

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  32. Antonio Pacheco01/06/12 11:19

    Eu fiz um teste drive no Grand Siena dualogic recentemente e, ao contrário do que imaginava, gostei do que vi. O câmbio no modo manual, trocando as marchas pelas borboletas ou na alavanca, é de uma precisão e suavidade impressionante, além de ser bem rápido. No modo automático, notei um pequeno "delay" na troca da 1ª para a 2ª, mas ainda assim, não é tão ruim como tinha ouvido falar. Confesso que a minha expectativa era bem pior, de tanto ouvir falar mal desses câmbios automatizados, mas aprovei.

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  33. Os automatizados nacionais em geral ainda são bem ruins. São "tipo assim, tipo NET" rsss... Lógico, eu entendo que nem todo mundo pode comprar "the real thing" mas não é por isso que vamos louvar qualidades que eles NÃO tem.

    Aliás, pra mim carro automático só se tiver motor pra puxar senão fica "chocho". Tenho um FIT 1.5 automático (5 marchas, não o CVT antigo) e o bicho é burro e lento mesmo em manual.

    Eu só teria um automatizado de dupla embreagem, como o DSG e o S-Tronic. Já testei e esses funcionam, são sensacionais. Não adianta nada uma das partes (motor ou câmbio) não estar à altura do outro, pra mim o que vale é o conjunto.

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  34. Eurico Jr.01/06/12 15:15

    Mais uma aula magna do mestre Bob Sharp. Simples assim.

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  35. Bob,

    Cheguei atrasado neste post mas aqui vai mais uma observação, dirigi a Fiat Idea outro dia e parado com o carro em D pensei no seguinte cenário: que seria possível sair do carro e deixá-lo engatado! Então fui testar e ver o que acontecia, abri a porta do carro e o câmbio deu uma série de apitos e mudou para Neutro automaticamente. Aprovado! Espero que GM e VW também tenham copiado esta estratégia de funcionamento para esta situação.

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  36. HM
    Realmente, a Fiat aplicou essa salvaguarda. a VW optou por não, e a GM, não me lembro.

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  37. Antonio Martins01/06/12 20:23

    Se o conversor multiplica o torque, então porque o carro perde desempenho perante o mesmo carro de embreagem a seco?

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    1. Porque o conversor gera perda de energia, já que há atrito nele. Para falar a verdade, tudo que se move perde energia cinética de alguma forma, porém o conversor de torque perde mais energia do que a embreagem.

      Quanto a multiplicação do torque, ele dá mais torque em troca de menor velocidade no momento em que se está multiplicando o torque, então não há ganho de potência nisso.

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  38. Dirijo diversos veículos da VW, dentre eles muitos I - Motion ou alguns Golf e Jetta Tiptronic... se estou no trânsito pesado, coloco em D e tudo vai bem, no caso dos automatizados, é só aliviar um pouquinho o pé nas trocas de marcha que as cabeçadas somem... agora na pista, vou fazendo as trocas manualmente e se tiver borboletas, fica show... têm até um macete dirigindo os automatizados no modo manual: se vc quiser fazer uma redução sem que ele dê àquele tranco, no segundo que vc chama a borboleta / alavanca de redução, dê um toque no acelerador, o giro sobe e cai certinho na rotação ideal.
    No caso dos Tip, uma coisa me irrita um pouco: o câmbio quer pensar por mim... eu quero reduzir, e ele "pensa" ao mesmo tempo que eu, daí por exemplo, ele cai numa redução de 4ª para 2ª, pois ele reduziu uma marcha ao mesmo tempo que eu, então reduzem - se duas marchas

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    1. Bruno Souza01/06/12 22:22

      Nos automáticos nem perco tempo em trocar em manual, fazem tudo que queremos com o pé, por isso que vc se atrapalha. A troca de marchas é "com o pé" como se diz. Tem até um post do Bob sobre o Beatle, modo manual é só pra mostrar pro vizinho. O todos os automatizados dupla embreagem e os automáticos estão na mesma linha, exceto alguns poucos.

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  39. Ei, Bob! O livro sai esse ano, né?

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  40. Nao entendo porque ninguem ofereceu ate agora um carro manual automatizado. Quero dizer, os carros com cambio automatizados oferecem controles de cambio automatico.
    Como a mudança é feita pelos servos, nada impediria de usar uma alavanca de controle no mesmo formato de um cambio manual enviando sinais eletricos para selecionar a marcha desejada. Talvez até um pedal de embreagem "by wire" como ja é o acelerador hoje
    Assim, voce poderia ter um carro "manual" que pode trocar de marcha automaticamente. O motorista pode optar pelo controle da alavanca, ou passar a um modo automatico e deixar o sistema comandar tudo sozinho.
    Ofereceria o prazer de um manual, com a opção de conforto do automatico, para o transito. Acho que valeria o custo extra da alavanca (e talvez do pedal)

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    1. Prezado Aeroman;

      o sistema do Palio Citymatic 1.0, lançado no modelo 2000, possuia alavanca normal de troca de marchas mas com atuador elétrico da embreagem. Tinha apenas dois pedais e uma central para controlar o acionamento da embreangem enquanto o motorista selecionava as marchas.

      Durou muito pouco, provavelmente por causa de fatores conjuntos como preconceito do mercado, falta de iniciativa (marketing) da Fiat e pós-venda falho...

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    2. Eu lembro do Citymatic. Grande ideia, achava muito interessante. Considerando que a maior parte dos usuarios de automatico que conheço justifica que comprou porque nao quer pressionar a embreagem no transito, eu ainda acho uma otima ideia.
      Ele tinha o servo so na embreagem. O que imaginei foi uma forma diferente de controlar o automatizado, com uma alavanca no formato de cambio manual.

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  41. Aeroman
    Mas isso é exatamente o que o câmbio robotizado faz. O câmbio em si é manual, em que as marchas podem ser trocadas tanto manual quanto automaticamente.

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    1. O automatizado ainda usa a alavanca de um cambio automatico Bob. Imaginei uma alavanca de controle exatamente igual a de um carro manual, onde o motorista pudesse escolher as marchas no formato do "H" que ja conhecemos hoje ao inves dos comandos de subir e descer marcha.
      A diferença é que haveria uma posição extra (um "Drive"), ou um botao que passaria o controle ao sistema quando o motorista desejasse, para que o carro mudasse as marchas de modo automatico.
      Como o acelerador hoje. O pedal é um sensor, e a borboleta é um servo, nao existe cabo. A alavanca e o pedal da embreagem seriam sensores, e os servos controlam o cambio, mas para o motorista seria como um manual normal, com a diferença de que quando ele cansasse de trocar de marchas, colocaria o cambio em "Drive"

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  42. Bob, muito bom este artigo! Esclareceu dúvidas minhas e de muitos sobre a utilização do automatizado.

    Muitos Merivas, principalmente táxis, deram problemas por falta de 'uso adequado' por parte dos proprietários. Eu mesmo, uma vez, presenciei um desses casos e me perguntei como uma pessoa conseguia dar tanto "tranco" naquele câmbio.

    Também não deve haver muita dedicação em todos os pós-vendas a explicar a diferença dos automáticos e automatizados...

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  43. PauloPGomes03/06/12 10:19

    Eu fiz um Test Drive no Novo Siena 1.6 com câmbio dualogic.
    E na real, odiei, o câmbio é burro, em subidas demora muito pra redzurir de segunda pra primeira, mesmo o carro diminuindo a velocidade a ponto de parar.
    Não sei se o vendedor me explicou mal o funcionamento do câmbio, mas o maldito me passava as marchas aos 4000 rpm, aquilo que me desgostou completamente, e ele insistia, que era assim mesmo que o câmbio funcionava, um 16v, feito pra girar, passar sempre aos 4000 rpm?

    E outra, mesmo andando tranquilamente, gerava trancos nas passagens, nada exacerbado.

    Gostei da empunhadura do volante e das respostas rápidas das borboletas.
    Mas sinceramente, não faço questão alguma em um robotizado, se for pra ter um AT, que seja um de Dupla Embreagem, ou um CVT.

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    1. PauloPGomes,

      Provavelmente voce usou o cambio com a tecla S apertada, meu Bravo é dualogic e pra mim foi o melhor "opcional" que poderia ter colocado nele.

      Agora, se tem uma coisa q ainda não descobri como se faz, e em descida quando ta transito (ou seja você vai descendo devagar). Se voce tira o pé do acelerador (tipo descer da banguela) e pega velocidade o suficiente pra por em 2º num cambio manual, o robozinho não entende e quando você encosta o pé no acelerador, a cabeçada é enorme...

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  44. http://bestcars.uol.com.br/editorial/379-posicao-funcao-dos-comandos.htm

    E aí Bob, vai defenestrar seu amigo Fabrício, porque ele acha que cambio de automóvel não é controle de TV, como você faz com quem tem opnião contrária à sua por aqui?

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  45. Anônimo 5/6 13:58
    Claro que não, é opinião dele. Se ele gosta de movimentar a alavanca ao contrário, fora de toda lógica, fazer o quê? Eu já disse o que tinha de dizer. Só sei que dirigindo o BMW 640 Gran Coupé errei várias vezes, tanto subindo quanto reduzindo marchas pela alavanca. Ainda bem que o câmbio tem salvaguardas e não houve conseqüências.

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  46. Carlos José D'Avila11/06/12 01:25

    Bob, estou com algumas dúvidas típicas de alguém que nunca dirigiu esse tipo de câmbio: o que devo fazer se o carro com câmbio robotizado estiver estacionado em uma subida e for necessário manobrar lentamente? Devo utilizar os dois pés (um no freio outro no acelerador) para movimentar o carro? Pelo que entendi, ao pisar no freio com o carro parado o câmbio volta para N, então, se eu estiver numa ladeira e tirar o pé direito do freio para acelerar(imaginemos que eu opte por não usar o pé esquerdo para freiar), o carro não vai recuar muito? Ou devo utilizar o freio de mão nesse caso? Obrigado pela atenção e parabéns pelo seu excelente trabalho, o qual venho acompanhando há várias décadas.

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  47. Carlos José D'Ávila
    Desculpe-me pela demora em responder.
    Caso se pise no freio com o carro parado o câmbio não vai para neutro. Por isso você pode perfeitamente acelerar um pouco e controlar a velocidade com o freio, portanto usando os dois pés. Caso você não se sinta confortável para fazer isso, pode usar o freio de mão, sem problema. Claro, se num subida você tirar o pé do freio e passá-lo rapidamente para o acelerador, haverá algum recuo, daí ser recomendável usar o freio – de pé ou de mão – para evitar que o carro se movimente indevidamente.

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  48. Depois de dois Corollas automáticos, o último um XEi 2.0 2012, acabo de comprar um Novo Tipo Dualogic 1.6. modelo 2013, por razões de espaço na garagem. Gostei do carro, sobretudo do acabamento, e as diferenças nos câmbios não são muito marcantes sendo a mais nítida a falta da opção Parking. Achei as passagens de marcha suaves e apenas tinha dúvidas quanto ao freio-motor, já que viajo muito para Teresópolis. Segundo li nas postagens anteriores, será conveniente passar ao modo manual para obter essa função, mas isso não travaria o carro demandando uma aceleração e, portanto, maior consumo?

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  49. Luís
    Para dispor do freio-motor é necessário selecionar manualmente uma marcha mais baixa, qualquer que seja o tipo de câmbio. Uma regra básica (e quase secular) para freio-motor é usar a marcha que se usaria para a subida. Note que a finalidade precípua do freio-motor é poupar freios e/ou evitar seu superaquecimento, não poupar combustível Poderá, sim, dependendo da gradiente da serra, haver o caso de a marcha inferior ser reduzida demais e o motor frear o carro além do necessário, obrigando a se acelerar um pouco. Mas isso, de novo, pode ocorrer com todos os câmbios, não apenas o Dualogic. A propósito, seu carro deve ser o novo Palio, não Tipo, que saiu de linha.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  50. Bob, meu caro, desculpe a minha falha... mas o meu carro é o Novo PUNTO! Não sei de onde pesquei esse Tipo, nunca tive nenhum outro da FIAT... rsss

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  51. Caro Bob,

    Estou pretendendo comprar um Punto 2013, 1.6, Dualogic Plus, o câmbio é o mesmo utilizado no Bravo, entretanto, existe muita informação a favor e contra, gostaria de uma opinião a respeito deste modelo específico. Você já dirigiu com este novo dualogic plus? A troca de marchas parece ter ficado mais suave, mas ainda é sentido o tranco, ainda que de leve, existe muita crítica quando se vai estacionar, muitos motoristas afirmam que para estacionar é como se estivessem "brigando" com a embreagem. Tudo isso me fez pensar e repensar a compra do carro com esse câmbio, embora o que mais me motive a comprá-lo seja o conforto, sobretudo em razão de morar em uma cidade grande que possui longos engarrafamentos. Agradeço se puder opinar. Fábio

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  52. Anônimo 01/09/12 20:18
    Não tenha dúvidas e compre seu Punto Dualogic. Todos sempre foram suaves, o que havia era demora para as trocas de marchas em modo automático. No Dualogic Plus isso acabou./ Não existe "briga" com a embreagem, o que havia é que no Dualogic normal, de antes, o carro não andava a menos que se acelerasse. Agora não, tirou o pé do freio o carro anda lentamente, é o chamado avanço lento (creeping, em inglês), como existe nos câmbios automáticos comuns.

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  53. ola! estou na duvida na compra de um carro , fiz um teste no novo punto 2013 e goste , POR SER UM CARRO CONFORTAVEL E BONITO NA MINHA OPINIAO . MAS TENHO DUVIDA POR ELE SER UM AUTOMATIZADO , ESTOU PENSANDO DE COMPRAR O NOVO C3 SO POR ELE SER REALMENTE AUTOMATICO . TEM MUITA DIFERENCA ENTRE DO CAMBIO PARA O OUTRO ?GOSTARIA DE OUVIR SUA OPINIAO.

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  54. An%onimo 30/9/12 20:01
    A diferença é construtiva, não de uso. Ambos fazem as trocas de marcha automaticamente e o robotizado (termo correto, evite automatizado) tem a vantagem de ser possivel efetuar trocas manuais, quando necessário, mais perfeitas, além de resultar em menor consumo de combustível por transmitir a força de maneira mais eficiente. Pode partir para o robotizado sem nenhuma dúvida.

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  55. Boa noite Bob!tenho um pouco de medo de dirigir carros com marchas manuais, medo do carro morrer esses tipos de coisas.Por isso que te fiz a pergunta se compraria o Punto dualógic ou o C3, obrigado pela sua resposta, comprei o Punto e amei meu carro!

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  56. Ola Bob! posso dirigir o robotizado sempre no autmatico ? Ana paula

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  57. Ana Paula.
    Sempre, pode até fazer de conta que é impossível efetuar trocas manuais.

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  58. ola ! tenho um punto dualogic plus depois de 15 dias de uso ele apresentou um barulho horrivel, quando mexo no cambio para dar re ou coloca lo neutro ele faz um barulho que parece pedras quebrando . e antes ele nao tinha esse barulho. ja levei na fiat.e eles falam que e normal ,mais sei que nao e. o que vc pode me orientar? o barulo e bem alto que chega encomdar.

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    1. Anônimo 28/10/12 18:23
      Nenhum barulho como o que você relata é normal. Contate logo o SAC da Fiat e peça uma solução.

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  59. desculpe me o erros ortograficos ! e meu teclado q esta com problema . eu quis escrever encomodar e barulho. abracos

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  60. Fábio Sena02/11/12 05:22

    Bob, muito se fala sobre o custo de manutenção ou mesmo de conserto de um câmbio robotizado, as pessoas temem que tendo um problema gastem muito caro para a solução do mesmo. O que você poderia falar? De fato é um custo muito superior comparado a um câmbio comum? Quanto seria percentualmente?

    Outro ponto que tem me chamado atenção é o seguinte: no caso da FIAT, o dualogic, as autorizadas não sabem lidar com os eventuais problemas do câmbio, muitas vezes o carro tem que ser enviado para a fábrica para conserto, é preocupante que não exista de maneira acessível mão de obra qualificada pra auxiliar o consumidor, este é o dilema de comprar um carro com câmbio robotizado... Imagine ficar sem o seu carro por inúmeros dias por causa da complexidade de um câmbio destes... Gostaria de uma opinião a respeito. Obrigado!

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    1. Fabio Sena
      Desculpe não ter respondido e valeu você me dár o toque.
      Tudo o que é novo sempre representa certa dificuldade na hora de reparar, uma vez que os profissionais levam algum tempo para assimilar a nova tecnologia. Foi exatamente assim quando surgiu o alternador nos anos 1960, ninguém queria nem chegar perto, tinha os tais dos "diodos retificadores", assustava. Entretanto, hoje alternador é carne de vaca. O mesmo, bem antes, com o câmbio automático, metia medo, era a principal razão da rejeição, só alguns gênios eram capazes de repará-lo. Hoje é um item altamente desejado pelos consumidores. O mesmo vale para os câmbios robotizados, ainda são novidade entre os reparadores. Há casos isolados de problemas, custo do conserto, mas nada que se precise temer. Os sistemas são bem projetados e não têm por que dar problema maior. A única coisa que realmente acaba com a embreagem automática é segurar o carro numa subida acelerando, uma vez que muitos trazem esse hábito dos carros de câmbio automático epicíclico, convencional, nos quais se pode fazer isso sem problema algum exceto consumir mais combustível. Utilzando o câmbio robotizado como se deve, tanto ele – uma caixa manual normal apenas dotada de um sistema de engate robotizado – quanto a embreagem têm longa vida. Eu diria até maior do que um câmbio manual normal, pois fora o segurar na subida é impossível outro tipo de erro de operação.

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  61. Tenho um fox i-motion e recomendo muito, estou realmente satisfeito com o carro. 35.000 km e até agora tudo ok...
    Dica: As borboletas no volante são essenciais, como a passagem automática das marchas não é a ideal (principalmente em subidas) as borboletas aumentam muito o conforto e o prazer de dirigir..
    Embreagem nunca mais. (espero que a durabilidade do câmbio não me decepcione)

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  62. 2500 reais pra colocar volante multifuncional, vale o investimento.

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  63. Nunca dirigi robotizados. Só conheço os velhos automáticos. Dúvidas: a passagem de D para manual é lenta? Numa manobra rápida em subida, isso é crucial.

    Outra: no modo manual, atingido o limite de giro, o câmbio sobe a marcha?

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  64. João Guilherme
    Mesmo estando em D, é possível a qualquer momento reduzir uma ou mais marchas direta e instantaneamente pela alavanca ou, se o carro as tiver, pela borboletas atrás do volante, no caso de reduzir, a da esquerda. Há tambem escolha entre automático ou manual. É tudo bem fácil e intuitivo. Estando em D e trocando de marchas como expliquei, após cerca de 10 segundos sem atividade de troca manual o câmbio vclta por sí só para automático. Sempre sobe marcha ao ser atingida alta rotação, geralmente 6.000 rpm, independentemente de o câmbio estar em modo manual ou automático. As últimas versões de robotizados como o Dualogic II da Fiat e o Easytronic 2, da GM, aplicado dias atrás no Agile, têm o que se chama de avanço lento (creeping, em inglês), que é o carro andar lentamente ao tirar o pé do freio estando engagatado em uma marcha qualquer, como nos câmbios automáticos convencionais fazem há décadas. Infelizmente o ASG da Volkswagen não tem essa boa característica, inclusive estou com um Gol 2-portas em teste, com esse câmbio, e faz falta (em dois ou três dias sai o teste). Esperamos que a Volkswagen o aplique, pois trata-se spenas de software do sistema. Todos os câmbios robotizados atuais têm controle Magneti Marelli.

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    1. Compreendido, caro Bob. E olha que eu torcia o nariz pra esses robotizados... Talvez até adquira algum.

      Amplexos.

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    2. Prezado Bob Sharp, boa noite!
      Adquiri um Idea 2011/2012 ontem, com cambio dualogic 1. Você nos diz acima que o avanço lento (ou creeping) se trata apenas de um software de atualização do sistema.

      Portanto, indago: é possível atualizar o dual-1 para inserir o creeping ou a atualização se dá apenas para reduzir os solavancos do antigo cambio?

      Agradeço imensamente a resposta!

      André Araujo.

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    3. André,
      A Fiat já foi consultada a esse respeito e informou não ser possível atualizar para o Dualogic para o Dualogic Plus. Não se trata apenas de software nesse caso..

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  65. Fábio Sena20/11/12 01:38

    Bob,

    E minha resposta? Cheguei primeiro e fui preterido... rs rs

    Abs!

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  66. Olá Bob,

    Bom dia. Tudo bem? No seu texto você diz que, ao estacionar, devemos colocar o câmbio no "N". Entretanto, comprei um Bravo Sporting. O manual diz para não desligar o carro no "N". E, ainda, quando desligo no "n", o carro emite sinais sonoros me alertando que desliguei de maneira errada. Se estou no modo Auto, freio (dai o carro quando para fica em 1 marcha), puxo o freio de mão e desligo. Quando vou ligá-lo, aperto o freio coloco no "n" e , assim, ligo o carro. Pelo que entendi do manual...essa é a forma correta. O que vocÊ acha?
    Obrigado,

    Abraços,

    Thiago.

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  67. Bom dia, Thiago. É estranho isso que você está dizendo, pois eu só desligava em D quando desejava estacionar com marcha engrenada intencionalmente, como se faz com câmbio manual ao estacionar num aclive ou declive. Tentei ver o manual baixado mas a parte do Dualogic é suplemento do manual e não é disponível no site da Fiat. Vou passar numa concessionária e verificar isso. Os sinais sonoros a que você se refere são exatamente o quê? É dado algum aviso escrito no mostrador? De qualquer maneira, continue a proceder como diz o manual até que essa questão fique esclarecida.
    Abraço!

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  68. Obrigado pelo retorno. Ressalto: meu bravo é o sporting com dual Plus. Estava desligando sempre no "N". Logo após desligar, o carro dava 3 "apitos" e a Letra "N" piscava no painel. Achei estranho e fui ler o Manual. Ai lá estava: Desligar sempre em 1 marcha ou em marcha "ré". Não desligar no "N" principalmente em aclive ou declive. "Se o carro for desligado na posição "N" emitirá sinais sonoros e a letra "N" piscará no painel, alertando que o carro não foi desligado de maneira mais correta." Entretanto, pelo que entendi...nada impede de se desligar no "n", mas por uma questão de segurança...não é recomendado. Em outra passagem do manual, específico, podemos perceber que não é recomendado desligar no "N". Diz: procedimentos para ligar o veiculo: "Coloque a alavanca na Posição "n", pise no freio e só então ligue o carro". Ora, se o manual manda colocar a posição do cambio em "n", antes de ligar, pressupõe que ele não precisa, necessariamente, ser desligado no "n". Mas mesmo assim não estou tão seguro, exatamente por sempre desligar carros automáticos no "P". Por isso preciso de sua ajuda. De toda sorte, irei a loja, onde comprei na quinta. Pedirei auxílio a um tecnico da concessionária. Depois posto a aqui ! Muito Obrigado !abraços,
    Thiago

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  69. Thiago
    Não tenha mais dúvida. Desligar em D (ou mesmo em R) serve apenas para estacionar com o câmbio engrenado. Por isso que estranhei quando você perguntou pela primeira vez, pois sempre estaciono na minha garagem sem deixar marcha engatada, seja com câmbio manual, seja com robotizado. O aviso sonoro serve justamente para lembrá-lo de "engrenar" uma marcha se for deixar o carro estacionado num aclive.

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  70. Resumindo, acho que podemos concluir que podemos desligar em qualquer posição - "D", "N" ou "R". Entretanto, em aclives não devemos estacionar em "n", uma vez que assim, o carro só ficaria "seguro" pelo freio de mão.
    Logo, estacionar (desligar o carro) em "D" ou em "R" em nada danifica o câmbio. Entretanto, quando desligar o carro em tais posições, D ou R, lembrar que antes de liga-lo temos colocar a alavanca em "N". Do contrario, como descrito no manual, o carro não ligará. Estou correto Bob?
    Abraços,

    Thiago

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    1. Thiago
      Correto, o motor de partida só aciona com o câmbio em N – como num automático convencional, o motor só parte em N ou P.

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  71. Amigo, por favor, me tira uma baita dúvida. Possuo um Honda Fit 08 EX cvt, e estou com dúvidas quanto as paradas de sinal. Pelo q li no manual quando estiver parado no sinal devo colocar a marcha em "N" neh isso? mas outros me disseram q não, q pode-se deixar em modo "D" q não tem problemas e q o cambio foi projetado pra isso. Mas eu sinto q em "D" o carro fica querendo andar, mas só q fica preso porque seguro o pé no freio(por causa do creping) então qual seria o ideal?

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  72. Guerreiros do Asfalto MC
    Com CVT de embreaem em banho de óleo como o seu Fit, siga o manual e coloque em N, para maior longevidade da embreagem.

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  73. Tenho um fit cvt 2006 e estou querendo trocar num punto dualogic plus mas pelo que li o cambio automatizado não permite a possibilidade de ficar parado por longo tempo em engarrafamentos sem ter que se colocar a alavanca em N para não se queimar a embreagem, ao contrário do cambio automático.
    Isto realmente acontece no cambio automatizado?

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  74. Sou proprietário de um Fox I-motion e utilizo muito um Punto Dualogic Plus. ambos 2013
    e falo a única vantagem do Dualogic Plus para o Imotion e o "creeping", de resto o I-motion leva larga vantagem.
    A Volks na ultima atualização deixou o cambio bem vuave, você ainda sente um pouco as cabeçadas se pisar e não levantar o pé, em subidas o cambio sente que esta perdendo o giro e automaticamente joga para uma marcha abaixo isso em posição "D" (DRIVE), as reduções ainda são demoradas,mais basta uma apertada na tecla "S" (Sport) e ele joga 1 ou 2 marchas para baixo e entra bonito o freio motor, alias se precisar sair com agilidade deixe ela apertada as trocas agora são feitas com 4500rpms e sempre mantem a marcha perto de 4000rpms para a troca, isso nem o Dualogic faz, esse muitas vezes tenho que passar para o manual e assumir o controle, pois as trocas são de vovós, a ultima atualização melhoraram esse aspecto, porem agora estou ganhando trancos, não cabeçadas, já reclamei e vamos ver como vai voltar da CCS.
    Em contra partida o motor etorq 1.6 16v responde bem em altas ja o EA111 é muito ruim em altas e vice versa.
    O DSG é um "esculacho" a parte.

    Abraços. Helio Cintra

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  75. Bob sempre leio seus posts mas essa é a primeira vez que faço uma pergunta: vc acha possível/viável do ponto de vista $$$ e mecânico a adaptação de em cambio da Meriva Easytronic em um corsa com a mesma motorização? penso isso por que ouço muito falar em taxistas retirando o sistema devido ao desgaste prematuro, seria minha intenção comprar um desse retirados por um preço acessível e adaptar em um Corsa... o que você me fala sobre isso? já viu algum caso? Att Roberto

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  76. Bob um honda fit 1.4 2004 automatico que quando fica desligado algumas horas o mesmo não anda no D apenas no R para que o mesmo saia e ande temos que esperar varios minutos ai ele começa a dar entender que vai como se ficasse pulando mas não sai numa constante deopis de um tempo que ela sai e anda normalmente vc acha que tem a ver com a polia? ou seria mesmo o cambio ? Att Elainny

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  77. Elaiinny
    As polias (são duas) constituem o próprio câmbio. Parece haver problema nelas ou na correia de transmissão. Recomendo recorrer a uma concessionária Honda.

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    1. Caro Amigo Bob sharp fico feliz em saber que deu uma atenção ao meu caso estou aqui sem saber se mando consertar ou se troco logo por um carro mais novo ele esta com 80.000 km rodados mas vc sabe como é né mulher levar carro em oficina geralmente não é sempre que encontramos pessoas honestas obrigada por tudo Bob Sucesso para vc sempre Att.Elainny

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  78. Caro Bob Sharp, comprei um Bravo Essense 2012 Dualogic. Minha dúvida é se é possível colocar nele as borboletas de troca de marcha no volante.

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  79. Edvaldo Souza
    Tecnicamente é possível; financeira e logisticamente é que não

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