9 de julho de 2012

NOVO OU USADO, UMA VELHA QUESTÃO

Foto: revistaepoca.globo.com

Pátio da Renault em São José dos Pinhais, PR

O excelente post do Carlos Maurício Farjoun A hora e a vez do carro usado me levou a tecer algumas considerações sobre o tema.

Numa paródia ao popular "só há dois tipos de...", só há dois tipos de comprador de automóvel, os que só compram carro zero-quilômetro e os que só compram carro usado, ambos por convicção. Sou do primeiro grupo, embora minha última compra de carro zero tenha sido em fevereiro de 2003. Antes, em 2001, a contragossto, havia comprado o Escort 1,8 Zetec 1998, com 50.000 km, que vendi para o Arnaldo Keller em dezembro de 2008  e 100.000 km depois e está com ele até hoje. Por que a contragosto? O montante de que que eu dispunha tinha destino, uma ampla reforma no meu apartamento.

Meu "jejum" de carro novo explica-se pelo fato de na minha atividade eu me ver às voltas sistematicamente com carros de teste, portanto novos, e também pelo tipo de uso dos meus carros particulares, circulação na cidade somente. Mas há outro motivo, secundário: a avaliação pelas concessionárias dos carros usados a serem dados em troca de um novo costumar ser muito baixa – não as condeno de todo, faz parte do objetivo comercial o lucro, mas, por outro lado, recrimino a prática da maioria delas de valer ano de fabricação na compra e ano-modelo na venda, que considero uma tremenda "isperteza".

Também, ao procurar melhor preço pelo carro que estou vendendo, vender a particular, anunciar, receber a(s) pessoa(s) em casa, sair com ela(s) para que experimente, receber oferta, enfim, coisas que para mim estão longe de ser as mais agradáveis, fora a perda de tempo que isso acarreta. Para quem dispõe de tempo, otimo, pode até ser distração, mas para mim não dá.

Aliás, esse negócio de ano-modelo e ano de fabricação é uma das coisas mais ridículas da terra brasilis. Não era assim na época da Taxa Rodoviária Única, a TRU, em que a taxa era pelo ano-modelo. Quando mudou para IPVA, o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (para que pudesse ser cobrado pedágio nas rodovias, ou haveria a inconstitucional  bitributação) é que surgiu a figura do ano de fabricação junto com a do ano-modelo, acredito que por erro de redação da lei. Por isso consta do Certificado de Licenciamento e Registro de Veículo (CLRV): ANO MOD e ANO FAB. Daí veio o famigerado "Sou proprietário de um Mégane 2006/2007...".

A ridícula indicação de ano de fabricação e de ano-modelo, no centro à direita

Na Argentina, eu soube, vale só o ano-modelo, e que só pode mudar em agosto, mas carros licenciados a partir do janeiro seguinte costumam valer mais na hora de vender. Aí a turma espera virar o ano para comprar...Não é só no Brasil que existe gérsons, ¡allá también hay!

Com isso, surgiu o termo "carro de duas cabeças", o de ano-modelo posterior ao ano de fabricação. Já vi até o experiente Boris Feldman, no programa Vrum,  do SBT, recomendar, na virada do ano, cuidado com os "duas cabeças"...

Outro dia vi uma matéria na Automotive News sobre estoques de usados da marca Jeep subindo nos Estados Unidos devido à grande venda de novos, que trouxe esta foto:


Nos Estados Unidos, nada de 2005/2005: o certo


Notaram algo diferente? Os números nos pára-brisas informam o ano-modelo apenas. Não interessa se foram fabricados em setembro de um ano e em março do outro, por exemplo. Isso éo certo.

Voltando ao tema do post, minha opinião é que, carro usado, só se a pessoa: 1) não tiver condições de comprar um zero-km ou 2) olhar somente o lado financeiro da questão, como comprar um carro que já desvalorizou o que tinha que desvalorizar depois de deixar a concessionária. Claro, há quem se sujeite a andar num carro de dois, três ou mais anos de uso para usufruir de benesses como mais potência e luxo. Ou quem se sujeite a andar num carro mais simples e menor potente só pelo fato de ser zero-km – meu caso.

O curioso é que se houvesse uma movimentação em massa em direção aos usados com alguns anos de uso (nunca vou dizer seminovos, da mesma forma que jamais escreverei semigrávidas..) estes acabariam custando mais que os novos, devido à velha e irrevogável lei da oferta e procura.

Para muitos e para mim nada se compara a um carro zero-km. Que prazer isso dá! Tudo está novo, dos pneus à chave-reserva e à literatura de bordo, do volante ao carpete do porta-malas. O motor está imaculadamente limpo, o mesmo com a suspensão e o interno das caixas de roda. E o cheiro, tudo novo, uma dos melhores cheiros da vida.

Por falar em chave-reserva e literatura de bordo, em especial o manual, esses são itens que em grande parte das vezes é preciso pedi-los a quem está nos vendendo o carro usado, pois há uma mania inexplicável de retê-los largados numa gaveta qualquer em casa, como servisse de lembrança do carro que agora está indo embora, em vez de entregar logo tudo ao comprador.

Não só cheiro agradável e limpeza cativam no carro zero-km. Saber que nunca foi submetido a mau uso, nunca atingiu um buraco ou nunca bateu é uma tranqúilidade que não tem preço. Pagar, receber a chave e sair sem precisar examinar antes o carro todo, ao contrário do que se faz (ou se deve fazer) quando se compra um usado, é incrivelmente gratificante.
Carro zero: pagar, pegar a chave e sair (carrosribeiraopreto.com.br)

Há a garantia, que embora haja quem afirme que não há tanta vantagem, que na hora de precisar dela  não é tão fácil consegui-la, mesmo assim é bem melhor tê-la do que não. Com as garantias de três anos – até mais, como cinco no Hyundai e Kia e seis, no JAC – que estão vindo cada vez mais, esse ponto reverte em favor de quem compra um usado, embora no primeiro caso (três anos) não se possa contar com ela por muito tempo mais.

Como em toda regra menos uma (a de que toda palavra proparoxítona é acentuada), há exceções. Aqui no meu prédio havia um Ka ano 2000, branco, 14.000 km, perfeito de visual e aspecto do interior (visível por não ter "filme") Esse eu compraria, cheguei a falar com a proprietária, mas outro dia encontramo-nos no elevador e ela me contou ter dado o carro para uma sobrinha.

Nos onze anos em que fui sócio de uma concessionária Vemag e depois Volkswagen, raros foram os carros recebidos em troca que pudessem ser considerados perfeitos, acho que nem dez. Um deles, um Fusca 1968, estava com 110.000 km. Foi logo vendido e com essa quilometragem no hodômetro. Nunca baixamos quilometragem e o argumento não falhava: "O sr. preferiria comprar um carro sem ter certeza da sua quilometragem?". Essa atitude não demorou a ser conhecida na praça e nos beneficiamos enormemente dela.

Por isso, embora o colega Carlos Maurício Farjoun diga, com propriedade, que esta é a hora e a vez do carro usado, acrescento que é a do zero-quilômetro também. Nos feirões ou nos salões de vendas.

BS


256 comentários:

  1. Caro Bob,
    concordo contigo. Primeiro que não me sinto capacitado a de fato analisar o estado de um carro e realmente não possuo um mecânico de confiança. Ainda, vejo sempre o que costuma acontecer com os carros vendidos "em perfeito estado": o dono não foge de 1 buraco ou valeta, passa por lombada como se ela não existisse, colocam combustível simplesmente no posto mais barato, revisão (muitos nem trocam óleo ou filtros... durante todo o tempo que ficam com o carro), enfim, fazem miséria com o carrinho e depois o vendem "completo e em perfeito estado". Como não sei pessoalmente avaliar e não tenho a paciência nem tempo para tanto se soubesse, só vou de carro novo. Fico vários anos com o carro, vários, mas só vou de carro novo. Não critico as outras opções, mas a minha vai na de que "a melhor marca de carro é Novo, carro novo". Prefiro um mais simples que um mais equipado usado.
    VPJ.

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  2. Só completando, a duzentos metros de casa tem um posto onde só vejo porshes, ferraris, bmws e mercedes abastecerem, todos carros último modelo.
    E o posto está na lista da ANP por combustível adulterado, o posto não tem marca. Trezentos metros depois e quatrocentos antes, tem um shell e outro ypiranga que na minha opinião (e segundo a ANP) oferecem bons produtos. Mas, no posto sem marca custa 5 centavos mais barato por litro, 5 centavos! E aposto que esses carros vão para as revendas "premium" com 20.000km e 1 ano de uso.
    VPJ

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    1. VPJ
      Esse é o maior dos problemas, não se saber como o carro foi utilizado, os cuidados com o combustível e outros. Como o zero-km não tem nada disso. É uma tranqüilidade por um preço muito baixo.

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    2. No posto onde abasteço só tem uma bomba de Gasolina Aditivada e umas outras 4 de Gasolina comum. A diferença de preço é de 1 centavo (!!!) e mesmo assim fico pasmo com a quantidade de gente encostando seus carrões e enchendo de gasolina comum. Eu só uso aditivada a vários anos , e sempre que vou no posto a bomba da aditivada tá vazia e as outras com fila... vai entender...

      O cara compra um carrão, não se preocupa com a segurança dele e da família(não usam cintos de segurança, põe crianças no banco da frente), muitas vezes só se importam com o status, com o farol de neblina com Xenon regulado pra ofuscar os outros e por ai vai...

      Uma nota otimista : Estou vendo muitos carros novos aqui (Palmas/TO) sem os saco preto de lixo nos vidros ! Apesar de minha cidade ser quente o povo tá descobrindo que é melhor enxergar mais do que esquentar mais.

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    3. Xracer
      Devem estar concluindo também que com película esquenta mais, e esquenta mesmo. Já foi provado.

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    4. Carlos Roberto10/07/12 15:53

      Engraçado que sempre me preocupei em não levantar bandeira de "só compro zero" afinal... Se todo mundo pensar o mesmo, quem vai comprar nossos carros usados?
      Outro ponto interessante: o aumento das garantias pra 3 anos fez algumas pessoas pensarem "compro zero e vendo antes da garantia acabar" como se tivesse um 'laudo' de qualidade assegurada por uma garantia de alguns meses. Isso é bem diferente de quem compra pensando em longo prazo (meu caso).
      O outro tópico para análise de mercado é que a dúvida costuma ser: "um zero mais básico ou um usado mais equipado." Só que tem um MAR de carros básicos usados no mercado. Alguém tem que comprar esses também...

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  3. Como você apontou, Bob, há quem prefira usar a desvalorização em função da aquisição de um modelo melhor construído, mais potente, luxuoso, etc.
    Acho justo.
    Primeiro porque - como mais difundido do que marchinha em baile de carnaval - sabemos que é absurdo o valor do automóvel em nosso país, não só em termos absolutos como em relação aos ganhos da população em média e, segundo, porque nossas ofertas até uma determinada faixa ou categoria são muito simples, mal-resolvidas e direcionadas a alguns propósitos um pouco questionáveis de uso (para ser polido no discurso).
    Para meu gosto pessoal - e para colocar meu suado dinheiro em tais bens de consumo - acho inaceitável. Plástico duro nas portas, volantes tortos, conjuntos mecânicos mal dimensionados, qualidade de construção sofrível, etc. Detalhes bobos que somados e conjugados com os preços frente aos ganhos fazem uma equação bastante desgostosa.
    Basta bater o olho para reparar que, pelo preço que pagaria em um carro novo de R$ 35.000,00 poderia ter algo muito melhor no mercado de usados, mesmo que ao custo de alguns inconvenientes.
    Por óbvio que a mesma lógica não se aplica, por exemplo, a quem é hipossuficiente em termos automotivos ou simplesmente não quer se incomodar, mas é justamente nesse diferencial (a capacidade de aferir a melhor proposta) que, em minha opinião, quem não aceita os padrões de nosso mercado pode - e deve - se basear.
    É uma opção muito conveniente para quem quer esquentar a cabeça com os problemas certos, e não com os errados. Além do mais, não custa lembrar que a compra de veículos novos é muito mais viabilizada pela capacidade de endividamento dos consumidores do que qualquer capacidade aquisitiva de fato, e acho que aí, no frigir dos ovos da matemática financeira, aquela dorzinha de cabeça a mais de um usado começa a se converter em um enriquecimento desporporcional das financeiras pelas mãos dos que simplesmente preferem "um zerinho que não dá problema algum".
    Ainda prefiro perder algumas horas procurando.

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    1. Charles
      Lembre-se que nos países avançados cerca de 80% das vendas são financiadas, seja por crédito direto ou leasing. Aqui as taxas de juros cada vez mais incitam a isso. São altas ainda, mas estão baixando, felizmente.

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    2. Bob, quanto a isso não há que se questionar, mas lá fora, pelo peso proporcional no orçamento pelo qual aqui se paga um Gol ou Palio, as opções são infinitamente mais interessantes.
      É dolorido comprometer o orçamento - e pior, gerar lucros que excedem até os conceitos de usura para os bancos - por um carro que não oferece quase nada, mesmo sendo novo.
      E eu infiaria a cara em parcelas se fosse para comprar um Mustang pelo preço praticado lá em cima, por exemplo, sem a mínima dó.

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    3. Filipe_GTS09/07/12 17:22

      Charles,
      Os usados têm taxas de juros muito mais altas (para financiamento) que os novos. Isso também faz muita gente comprar um novo ao invés de um usado com pouco uso, afinal, mesclando-se o valor do carro com os juros e outras taxas, a "parcela" do financiamento acaba ficando igual.

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  4. Pois é Bob,

    Meu Astra também é um 2006/2007, hehe.

    Brincadeiras à parte, também prefiro ter um carro novo e cheirosinho de vez em quando, mas ultimamente, com a desvalorização dos usados, dá pena vender o carro que tenho e que está muito bom, e ainda precisar arcar com uma boa volta na compra de um novo.

    Não preciso e nem quero mais carro médio. Também não dou a minima para carros espaçosos. Atualmente, estou a preferir mais o aconchego de carrinhos pequenos e estreitos.

    Mas tenho uma dúvida cruel. A mecânica de meu carro está ótima, e ele ainda anda direitinho como se fosse novo. De ruim, apenas algumas pipocadinhas de pedriscos na dianteira.

    E aí persiste a dúvida. Dou uma pintada no capô e fico com ele mais uns quatro anos ou troco logo por um carrinho novo?

    Qual a tua opinião?

    PS.: Gostei do "jipinho" vermelho da foto.

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    1. CCN
      No seu lugar eu ficaria com o carro mais um tempo, fora que o Astra é um carro excelente (fora aquele painel grande demais...) e o seu é 2007. E nem me preocuparia em pintar o capô para eliminar as "marcas de guerra".

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    2. Valeu e obrigado pela resposta, O "cheirinho de novo" que espere.

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    3. CCN, até hoje estou com um Vectra 2001, comprado zero,com pouco mais de 120 mil km e posso dizer que o carro está em perfeito estado e nunca deu problema. Claro que não economizo na manutenção e cuido bem, por isso nunca tive interesse de trocá-lo pois sei que a diferença financeira seria grande e o beneficio minimo.
      Tenho pensado em comprar um novo agora, principalmente por itens de segurança, mas com certeza nao irei me desfazer do vectra.
      Igor

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  5. Concordo com o Bob. O último usado que eu ia comprar custava só 10% a menos do que o novo. Desde então, são 15 anos que só compro 0km.

    Vender carro usado só para profissionais. É uma encheção e existe, ainda, o risco de assalto ou golpe dos "interessados".

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    1. Mineirim,
      a última vez que tentei comprar usado fiz uma pesquisa muito cuidadosa em preços. E notei que o preço dos "semi-novos" era muito próximo ao do zero km. E nunca me sai da cabeça: como é que alguém vende um carro com seis meses - um ano com 5.000-10.000km? Será que tá bichado?
      VPJ

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    2. Aliás, acabo de me lembrar, na antepenúltima vez que comprei um carro vi preços de usados. Lembro de ter visto um 206 silver-alguma coisa 1.0 (acho que era duas portas), 10k km. Queriam do bicho 1000 reais menos que o 206 0km 1.6 duas portas vendido na concessionária duas quadras à frente. Meu amigo, este aqui é o usado, o outro é 0km. Ah, mas... enfim, não entendi nada, mesmo!
      VPJ

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    3. Anônimo 13:54, as vezes o usado foi vendido à revendedora com 50 mil km, daí ele aparece no pátio com 5.000 km, se é que você me entende... rs

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  6. Bob, por todas as certezas que o 0km dá, e você citou, também sou mais eles, embora sob certas circunstâncias (como ser muito próximo de uma pessoa e portanto saber muito bem os cuidados que ela dispensa ao seu carro, e o histórico do mesmo), não vejo problema em comprar um usado muito bem conservado e com aqueles equipamentos extras que o 0km não traria. E Bob, aqui no meu prédio também tem um usado que eu compararia: está com exatos três anos e meio, 8.500Km, perfeito de visual e interior, e não tem "filme". Só não compro por um detalhe: já é meu, he, he!

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    1. Três anos e meio e só 8.500 km?

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    2. Mr. Car
      Muito boa essa, "já é meu". Isso me lembra, em sentido inverso, claro, aquela frase do Groucho Marx de que "Eu não seria sócio de um clube que me tivesse como sócio"...

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    3. Pois é, CCN. E mais de 90% desta quilometragem, em rodovias, portanto fora daquilo que chamam de uso em "condições extremas". O carro está tão novo que analisando racionalmente, tenho até dó de trocar para meu atual sonho sobre rodas, o Fiat 500 Cult. Eu sou doido pelo 500, mas na realidade, não existe uma real necessidade de eu trocar de carro.

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    4. Mr Car,

      O meu está com 105.000 km e em muito bom estado. Nem barulho interno ele tem. É claro que a manutenção está em dia. Tem pneus e amortecedores novos e só uso óleo de primeira. Geometria e balanceamento a cada três meses ou após ter feito uma longa viagem. E também sou muito cuidadoso na hora de dirigir e quando minha mulher o dirige, o que é raro, o coração chega a doer.

      Está próximo de trocar a segunda correia dentada.

      Então imagino como está o teu carro.

      Esse é o problema em se cuidar muito de um carro, hehe...

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    5. E eu não compraria um carro usado de mim mesmo.

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    6. Filipe_GTS09/07/12 17:14

      VAMODOIDO, faço das minhas suas palavras, hehehe. Mas eu cuido com a manutenção, e sempre que estraga algo na estética também mando consertar. Ah, e também, sempre que possível, só ando de carro limpo. Tirando isso, é sem medo de corte de giro nem de buracos e ondulações.

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  7. Meu Clio é 05/05, mas está dando lugar a um 0km. Lá em casa sempre fomos e ainda somos fã dos usados pouco rodados. Entretanto, o 0km se faz interessante quando visamos passar muito tempo com o carro, como é o caso do Fit que lá está desde 2007 e do Ka que chegará para o lugar do Clio, que tende a permancer até a eternidade na nossa mão.

    Bob, apenas como curiosidade, os carros emplacados em Portugal possuem a identificação do mês e ano do emplacamento numa tarja amarela a direita.

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    1. Renato Passos
      Também tenho a sensaçào de que um zero-km ficará eternamente ma minha mão. Quanto a Portugal, é o calendário de licenciamento e meio de fiscalizar carros em situação irregular. Aqui tínhamos a plaqueta trocada todo ano para essa finalidade, lembra-se?

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    2. Do alto dos meus vinte e poucos anos, me lembro apenas das famigeradas placas amarelas. Entretanto, já vi essa tarjeta por fotos e em encontros de carros antigos.

      Bob, de acordo com amigos além-mar, a tarjeta amarela acaba também sendo utilizada para a classificação de "mesmo ano-modelo, mas o meu é mais novo que o seu". Inclusive um conhecido fez o possível para que a sua Skoda Fabia SW não fosse faturada em 31/12/99 e sim em 01/01/00 por isso (e Gérson com sua lei chegou ao velho continente...)

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    3. Renato
      Tanto no caso de Portugal quanto no da Argentina, pode ser questão do imposto de renda, passar a compra para o exercício seguinte.

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  8. Sempre tive carro zero mas o último foi um usado, na soma de tudo eu achei a experiência positiva, valeu a pena.

    A coisa que mais me agradou foi perder a preocupação obsessiva que eu tinha de cuidar do carro (por ser novo) como se fosse um bem precioso.

    Mas a razão principal é que os carros novos estão sem graça, mais beberrões e tão avançados quanto os modelos lançados à 15 anos atrás... e ainda por cima caros!

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    1. "A coisa que mais me agradou foi perder a preocupação obsessiva que eu tinha de cuidar do carro (por ser novo) como se fosse um bem precioso."

      Bem lembrado! Nada como o "laissez faire" do usado, ainda mais para quem é "flanelista" e morre de dó de botar aquela lateral "zero-ovos" para levar portada por aí. É o conceito de carro "pra bater" que eu sempre achei interessante desde que se tenha um segundo carro "pra cuidar".

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    2. Pra bater. Esse é meu Corsa 2006, se é que me entendem. Meu segundo carro, peguei com 18 anos. E ele pagou com a lataria o aprendizado. Aí depois da primeira amassada na roda, o primeiro risco da uma bela broxada. Mecânica em dia, mas o visual não é mais o mesmo dos tempos áureos, inclusive preciso trocar os faróis que são de policarbonato e já estão com catarata, tudo fosco... Mas daqui 14 anos aposento ele compulsoriamente por tempo de serviço. Só não sei se ele vai gostar, pois vive me dizendo que carro é pra andar e pede pra que chegue os 6 mil giros pra respirar melhor.

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    3. Aléssio Marinho09/07/12 16:53

      "A coisa que mais me agradou foi perder a preocupação obsessiva que eu tinha de cuidar do carro (por ser novo) como se fosse um bem precioso."

      Isso passa depois de 6 meses...rsrsrs

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    4. Os faróis podem ter a camada externa lixada e polida, ficam iguas a novos... procure quem faça o serviço aí na sua cidade...

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    5. Dependendo de quanto tempo ficou amarelado ou de quanto amarelou, só trocando. Como é acrílico, às vezes amarela por dentro e não só na camada externa

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  9. Victor Gomes09/07/12 13:09

    Bob,sou da turma dos que preferem os usados. Afinal de contas, comprei um. Veio com manual, revisões feitas em concessionária, nunca bateu, mas que também veio com seus defeitos pequenos. Mas acho que tive sorte. Ainda mais se pensar que para a maioria das pessoas meu carro é um famoso "mico": Um legítimo importado antigo, de certo luxo e que consome mais combustível do que gostariamos, um Accord 2000.

    Creio que foi uma execelente compra. Tive experiência com carros novos pois alugávamos carro com frequencia para viajar. Obviamente não eram 0 km mas tinham manuntenção em dia. Obviamente ninguém gostava de andar de carro 1.0, 1.4 e 1.6 com a 5 marcha curta, viajando no aperto e tendo q desligar o AC nas serras.

    Assim que eu e família tivemos condições financeiras de comprar um carro, não hesitamos em escolher um usado ao invés de um 0km. A intenção não era pegar uma "banheira" como o Accord, mas como fomos pacientes na procura, agarramos esta oportunidade.

    Foi até bom comprar um carro gigante (para nossos padrões) e de alto consumo, pois usamos o veículo com muita parcimônia. Só quando é estritamente necessário, coisa que muita gente deveria fazer...

    Interpretei sua preferência mais como comodismo, em comprar um 0km do que medo de comprar um usado. E respeito sua decisão. Mas prepare-se para ouvir um monte de comentários grotescos da galera que não aceita opinião divergente...

    Abraços!

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    1. Victor Gomes
      Vai ser interessane o debate via comentários, mas tenho impressão de que ficará no meio a meio...

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  10. No meu caso, comprar um 0km seria um desperdício. Ano passado rodei menos de 3.000km o ano todo. Troquei de óleo por tempo, não kilometragem. Pagar uma fortuna por um carro zero para passar a maior parte do tempo parado não faz sentido no meu caso.

    Ah, e cuidado com carros comprados 0km nas concessionárias. Você pode ser premiado com um carro que foi danificado antes da entrega e que foi retocado. É mais comum do que vocês imaginam e depois o carro acaba desvalorizado sem ser sua culpa. O ideal é, sempre pegue o carro durante o dia em local bem iluminado, mas na sombra. Leve alguém que saiba dizer se um carro foi retocado e nunca aceite retirar o carro em final de tarde, quando está ficando escuro e a loja está perto de fechar, o que acaba fazendo com que você não faça uma boa inspeção do carro antes da retirada. Verifique não só a pintura, mas detalhes de acabamento também. E sempre faça isso com toda a calma do mundo e sem pressa.

    Se achar retoques, recuse o veículo e procure o Procom, pois na maioria das vezes os concessionários se recusam a trocar o carro retocado (por eles mesmos) por uma unidade sem defeitos.

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    1. Clésio Luiz
      Esses casos de carros danificados antes de serem vendidos são exceção da exceção e de modo algum deve servir de desestímulo à compra de um zero-km. Sobre seu rodar pouco anualmente, nem carro usado compensa ter. Sai mais barato usar táxi ou alugar um carro quando necessário.

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  11. Aléssio Marinho09/07/12 13:28

    Bob,

    Tira o numero do chassi da foto, vai que clonam...

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    1. Aléssio Marinho
      Bem-lembrado, obrigado. Número "raspado".

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  12. Comprar novo ou usado vai da opnião de cada um. Aos que defendem ferverosamente a compra do usado, há de se lembrar de que para que se possa comprar um usado, alguém primeiramente deve comprar o carro zero. Muitos se esquecem disso.
    Ah, eu nunca comprei um zero Km, não tenho condições financeiras para tal.

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  13. Bob, um ponto que você não abordou e creio que o Carlos Maurício Farjoun abordou indiretamente é que essa questão de carro 0km versus carro usado é uma questão de gosto versus oportunidade.

    Carro 0km você adquire sendo o modelo que mais lhe agrada, com a cor que você preferir, dentro de um leque de opções, e equipado da forma que você achar mais apropriada.

    Carro usado é questão de escolher entre as opções que você encontrou e no estado em que estão. Se você restringir demais os critérios de escolha, corre o risco de levar muito tempo para encontrar um carro, se encontrar.

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    1. Octavio
      De fato, tem essa também. Quanto à questão tempo, tenho notado que as pessoas têm cada vez menos tempo sobrando, de modo que fica difícil procurar e pesquisar. Nisso a internet ajudou bastante, pois as pessoas se dirigem a uma concessinária ou feirão já sabendo como será o seu zero.

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    2. Nem sempre é assim...
      Troquei um Ka 08/09 num Focus GLX em novembro passado. Tive sorte de conseguir um cinza escuro, pois aquele que eu queria mesmo, um azul, não achei em nenhuma CSS Ford em BH. E demoraria quase dois meses para me entregarem o carro. Os vendedores falaram que não se encomenda cores diferentes de cinza, preto ou branco porque não vende. Não queria carro preto ou prata, como disse, dei sorte de achar um cinza perolizado, e pagaram bem no Ka (que era azul metálico, diga-se), enquanto na Citroen me ofereceram 16500, na troca por um C4 hatch, na ford me deram 19. E o preço do Focus e do C4, ambos 1,6 litros, era o mesmo. Mas o mercado daqui não é nem um pouco maduro, pois a maioria se sujeita a comprar carro preto ou prata para pegar 500 reais a mais na revenda depois... É triste.

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    3. Bob, em relação à Internet, há outro aspecto. Estava acessando o sítio da FIAT e vi um vínculo "Ofertas". Cliquei e vi três modelos em promoção (Uno Mille, Idea e Novo Uno ofertados para o Rio de Janeiro). À primeira vista, os preços estavam realmente melhores que aqueles obtidos quando você "montava" um carro. Ou seja, mesmo sendo um 0km, com a Internet você pode achar uma boa oportunidade, mesmo não sendo exatamente o 0km "dos seus sonhos".

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    4. Felipe, tenho a impressão que essa questão de cor é uma "empurroterapia" praticada pelas concessionárias para evitar formação de estoque. Eles jogam com a ansiedade do consumidor em obter logo o 0km. Você tentou solicitar uma proposta pelo sítio da Ford com a cor de sua preferência? Abraço.

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    5. Na verdade não cheguei a tentar a internet. Sabe como é, ao vivo a gente consegue negociar e tal. E como o cara viu que eu não estava muito contente em ter que levar aquela essa cor, conseguiu baixar um pouco o valor do carro, final de ano(tem que fechar o estoque) me baixou 3 mil e consegui 0,49 de taxa, e me "conseguiu" protetor de cárter e sensor de ré, além de película (Bob vai me odiar eternamente), mas é uma película bem clara, só coloquei porque sou muito claro e me queimo fácil em carros sem película, isso acontecendo em vários carros sem película.

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    6. Octavio
      Não sabia dessas ofertas da Fiat pela internet, interessante.

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    7. Bob, depois que postei meu comentário, resolvi conferir no sítio da Chevrolet e da Volks e eles também possuem uma página de ofertas, mas um pouco mais escondidas que a da FIAT. Não sei como é o processo de compra, mas vale a informação para quem estiver interessado.

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  14. Tb penso como vc...se puder pagar o preço do 0km, esta será minha opção...
    Sempre fico muito tentado com as excelentes ofertas dos pouco usados, mas acabo ficando com o pé atrás... outro dia estava quase comprando um I30 com 17000km por um preço R$ 11.000,00 mais baixo que um zero km(incluido no preço o IPVA, emplacamento e a pintura), mas acabei desistindo após dar uma passadinha numa oficina aqui no RJ(Barra da Tijuca) chamada GBG, tinham mais de 30 Hyundais novíssimos(Azera, Tucson, I30, Velosters...), e já batidos, esperando conserto(talvez peças, talvez autorização da seguradora).
    Vi q o que eu queria comprar poderia muito bem ser um destes, e vi tb das dificuldades de conseguir consertar estes carros, cujo distribuidor não estoca muitas peças e as oficinas "autorizadas" não consertam carro nenhum, apenas enviam para um terceiro faze-lo, e obviamente cobram uma valor de mão de obra de oficina autorizada e de primeiro mundo, para um conserto em um local q eu não mandaria nem minha bicicleta.
    Já estive quase comprando uma BMW 330 2003 com câmbio manual(ano passado, por R$ 63.000,00 e 36000km, muito raro de se encontrar) e uma Alfa 156 V6 tb com câmbio manual(a única q vi na vida, segundo o dono, de um ex-diretor da Fiat) mas faltaram culhões para realizar estas doideras...
    Acabei comprando um Focus GLX 2.0 manual 0km, não é tudo isso, mas eu sei que nunca foi mal tratado e vai demorar um bom tempo para me dar despesas de manutenção.
    Só fico meio revoltado em pagar de 6 em 6 meses para o for trocar o óleo e me cobrar uma boa grana, com a ameaça de que se eu não fizer, perderei a garantia do carro.

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    1. EduRSR
      Acho que você fez a coisa certa. Agora, que é uma insaanidade total da Ford, ou mesmo irresponsabilidade, exigir trocar o óleo do motor a cada seis meses, não há nenhuma dúvida.

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    2. Mas 6 meses não é a validade do óleo mineral, mesmo que sem dar a quilometragem? O óleo do Focus é sintético?

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    3. VAMODOIDO
      Óleo mineral agüenta 1 ano sem nenhum problema, isso de seis meses simplesmente não existe. Nos meus dois carros a recomendação de fábrica é 1 ano ou 15.000 km, com óleo mineral API SL, SAE 15W50. Troco a cada ano, os carros rodando em média 12.000 km.

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    4. Bob e EduRSR, todas as marcas exigem trocas de 6 em 6 meses caso contrário a garantia é perdida.
      Comprei um Vectra Collection 2011 e rodei muito pouco com ele. Independente disso, tenho que trocar o óleo de 6 em 6 meses ou perco a garantia e que já utilizei para trocar o radiador e as respectivas mangueiras. Demorou uns 15 dias mas trocou.

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    5. Eurico Jr.09/07/12 22:33

      Bob, a Nissan está junto com a Ford nessa insanidade, pois as revisões são a cada 10.000 km ou SEIS MESES, o que ocorrer primeiro. O Tiida da minha esposa foi para a primeira revisão com 4.000 km rodados. Óleo em perfeito estado, jogado no lixo. E o desperdício se repetirá nas próximas vezes, pois ela roda pouco com o carro. Revisão com periodicidade semestral é uma pouca-vergonha, na minha opinião.

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    6. ok, sem problemas, mas o negócio é que a concessionária Ford autorizada cobra 3 vezes o valor que custaria numa posto ou oficina de confiança...e eu tenho minhas dúvidas se realmente realizam o serviço.
      E acabo ficando 1 ou 2 dias sem o carro para fazer a revisão...

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    7. Eu discordo de uma quilometragem tão alta com óleo mineral,pois não é só a quilometragem puramente,mas tem as horas de trãnsito parado,combustível ruim,que contamina o óleo,mal uso do veiculo,como altas rotações etc,lembrando que a quatro rodas fez tudo correto com seu palio fire,e deu uma borra violenta no motor,pra mim,o ideal é 6 meses ou 5 mil quilômetros,e mesmo assim o óleo já sai "imundo"imagine com mais que isso.....

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    8. O Fire tem histórico de fazer borra há muito tempo mesmo trocando óleo certinho

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    9. Marcelo
      Não são todas as marcas. Até onde sei, só Ford e JAC.

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    10. Marcelo
      Complementando, e Volkswagen.

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    11. Anônimo 10/07/12 01:42
      Trocar o óleo com 5.000 km ou 6 meses não prejudica o motor, só o bolso. Tampouco "lubrifica" melhor ou protege mais. Quem se sentir melhor trocando o óleo tão cedo, que o faça. Fico no 15.000 km/1 ano, que é o que o manual do meu carro recomenda. Um Mille 1993 do meu irmão, motor Fiasa, de que já falei aqui, foi vendido com 246.000 km trocando óleo segundo o manual, 10.000/1 ano, sem precisar completar entre trocas, motor totalmente saudável.

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    12. Eurico Jr.09/07/12 22:33 Acho isto meio estranho ,não tem que ter comprovação técnica da necessidade destas revisões?
      Abracs, Fabio.

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  15. Como toda a torcida do Flamengo, eu sempre gostaria de ter carros comprados zero km, e até que há anos estou nessa prática; mas não dispensaria uma oferta tentadora - de um carro que me falasse ao coração - se soubesse bem do seu histórico de utilização (um parente por exemplo!).

    Então, concordo que os dois lados - compradores de novos e usados - têm seus argumentos certeiros para a escolha, e é correto imaginar que como existem dois lados da moeda, é crível acreditar que muitos compradores de novos se decepcionam ou se arrependem do montante investido naquele "amontodado de plástico vagabundo"; como aqueles que compraram carros usados que de sonho, viraram um dispêndio ambulante.

    É do jogo, ambas as escolhas precisam ser muito bem avaliadas para que o negócio seja mais ou menos o que pretendíamos de ínicio.

    Se eu trabalhasse em uma atividade que me colocasse o tempo todo, no assento de carros novos e sofisticados, provavelmente eu direcionaria minhas escolhas pessoais também para um produto - ainda que mais simples - zero km. Pois de certa forma, quando vamos comprar um carro usado, dispensando um menos elaborado (mas novo), estamos muitas vezes fazendo uma opção por uma máquina mais recheada, mais potente...tentamos matar um pouco aquela eterna sede de dirigir algo melhor atráves do "velhote". Mas se podemos acessar esses carros seguidamente, a opção mais pragmática - a exemplo do Bob - seria mesmo comprar um novo em folha. Vejam que esse último parágrafo têm um viés mais autoentusiasta...

    MFF

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    1. Filipe_GTS09/07/12 17:01

      Assino embaixo do que dissestes

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    2. Eurico Jr.
      Nissan também? As pessoas enlouqueceram mesmo.

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  16. Graças a Deus passei da fase em que já precisei comprar carro usado! Comprar usado em bom estado exige MUITA paciência e pesquisa, além de sorte, pois o que tem de gente que trata mal seu veículos não está escrito! Mas é bom que exista os dois tipos de compradores, pois assim a "roda gira".

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  17. Como foi dito no outro post, só acho desvantajoso comprar carro "popular" usado. Apesar de que o meu atual carro, uma Uno ELX 1995, foi comprada de 2001 pelo meu tio e até hoje não deu nenhum trabalho absurdo. Ah, ela tá com 45000km rodados

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    1. Tá satisfeita com sua Uno?

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  18. comprei um santana com 175.000 km e agora tem 240.000 raja e só funciona por que entendo de mecanica, carro velho é para quem entende de mecanica

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    1. disse tudo...tem q entender de mecânica e ter mecânico/oficina de confiança.

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    2. Anônimo 09/07/12 13:49
      Entender de mecânica automoblística é importante até para quem tem carros mais novos. Pilotos comerciais tem de entender de mecânica aeronáutica.

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    3. Tá aí! Se quer comprar carro com mais de 3 anos de uso, ou entenda de mecânica, ou leve um mecânico junto.

      Eu sou da turma dos usados. Mas se alguém me pergunta se deve comprar um carro usado ou zero, eu devolvo a pergunta: Você entende de mecânica? Se sim, belez, se não vá para o zero e seja feliz...

      O Bob e outros leitores que são do ramo e podem nos ajudar, mas mais de uma vez eu entrei nos fundos de CSS e verifiquei o tratamento despendido aos carros "semi-novos". Nos que eu vi, eles depenavam uma boa parte do interior do veículo para dar aquela geral. Tiravam bancos e deixavam só no carpete, dando aquela limpeza extrema. Achei muito legal por ver que é uma coisa que não se encontra nas compras particulares. Lógico, que eu sei que muitos fazem isso para falar que o carro era de um senhor e blá blá blá...

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    4. Lorenzo Frigerio09/07/12 14:58

      Meu Santana GLS 1990 completo automático com teto tem 133.000km. Ele é que nem a Elizabeth Taylor, já troquei muita coisa nele, para manter sua boa aparência e funcionamento. O carro tem 2 Weber 40 DCOE, só para ajudar no torque. É uma curtição. Devido ao câmbio curto e desagradável na estrada, só rodo perto de casa, aqui nas lombadas e pirambas de Caucaia do Alto, o que ele faz muito bem. É um carro de baixo valor e manutenção fácil, e de confiança. Em geral, os probleminhas dele resolvo eu mesmo.

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    5. Daniel Machado

      Achei exagerada sua afirmação. Comprei há 4 anos anos um carro com 10 anos de uso e que está comigo até hoje, pois sou do time dos usados pelos 2 motivos, falta de grana e por levar mais por menos. Poucas vezes tive problemas com o carro e o que gastei em manutenção e consertos não chega nem perto da diferença do que pagaria para ter um carro novo, ou mesmo um com poucos anos de uso. Já tive carros bem mais velhos que só usava na cidade e quando precisava reparar algo, era tão barato, que não devia dar nem o que pagam de IPVA os consumidores de carro novo.

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    6. Também sou dos carros usados ,pelos mesmos motivos que o anonimo de cima falou ,falta de dinheiro e vou atras de modelos mais completos e com motor maior ,e digo ,todos os três carros que tive foram usados, nunca abri o motor nem cambio ,só manutenção normal ,tudo bem que sempre rodei pouco ,mas também carro usado bem comprado , não significa dor de cabeça previa .Abrcs ,Fabio.

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  19. Aléssio Marinho09/07/12 13:56

    Já fiz as duas coisas, comprar usado e 0Km.
    Com o zero, vem o cheirinho de carro novo e a certeza de ter um carro com a segurança de ter sempre a manutenção em dia e o seu histórico.
    Carro usado é sorte e oportunidade. Vejo tantos carros com 2-3 anos de uso com a manutenção tão desleixada mas com boa aparência que dá dó de comprar uma bomba dessas com 20 mil km. Quando vejo que está calçado com pneus remoldados então...
    Carro Zero sempre, ou fique com o seu atual por uns bons anos. Nenhuma "economia" vale o tempo e dinheiro perdido arrumando carro em oficina.

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  20. Antonio Pacheco09/07/12 14:00

    Esse é um assunto que gera bastante discussão. Tenho 2 amigos, um é a favor de sempre se comprar carro 0 km, e o outro é adepto da opção de pegar um usado com pouco tempo de uso. Acredito que as duas opções são corretas, dependendo apenas do que a pessoa prefere, e também do seu grau de conhecimento.
    Não adianta eu recomendar alguém para que compre carro usado, sendo que a grande maioria do brasileiro não conhece de carro, mecânica e etc. Aquela propaganda que diz que brasileiro é apaixonado por carro é conversa fiada, são poucos os que fazem manutenção preventiva em seus carros. Se a pessoa tiver conhecimento, pode fazer bons negócios na compra de um usado.
    Por outro lado, a compra do 0 km é interessante, pelos motivos expostos no texto.
    Eu mesmo, comprei meu primeiro carro 0 km, um focus flex 2008, e hoje com 111 mil km sem nenhum problema,sempre com manutenção preventiva em dia, talvez eu o venda para pegar um outro carro 0 km, mais por vontade de ter um 0 km do que por desgosto com o carro. Aliás, toda hora que converso com a esposa sobre a venda, já fico com dó de vender o nosso carro usado, que apesar da km avançada para os padrões brasileiros, continua cumprindo o seu papel. Dúvida cruel.

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    1. Antônio Pacheco
      Um carro atual, bem-cuidado e bem-dirigido, chega a 200.000 km praticamente sem despesas de reparação. Está aí o seu Focus para provar.

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    2. Antônio, na minha humilde concepção a resposta desse dilema é muito simples:

      Na dúvida, não vendo e não troco!

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    3. Eu tbm tenho um focus 1,6flex e o valor dele hj é o mesmo de um ka,celta,mille,gol zero km....se fosse comprador eu iria no focus/astra/golf/polo etc... usado sem pensar 2 vezes,apenas levaria um mecanico e algum amigo junto pra avaliar bem as condições do carro e documentação.
      meu tbm está em perfeitas condições e é muito gostoso de dirigir além de ser completo.

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    4. Eu tambem tenho um Focus 2009 que comprei usado ano passado com apenas 17.000 km rodados. Quando comprei o carro, fiz uma pesquisa e descobri que esse motor 1.6 da Ford e' homologado para rodar 280.000 km.

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    5. Quanta gente com focus antigo, quando era vendido sempre ficava lá atrás nas vendas hoje vejo bastante nas ruas um tio meu comprou um usado 2008 1.6flex e está bem feliz com o carro e me surpreendeu também.

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  21. Jackie Chan09/07/12 14:29

    Comprei até agora 2 carros zeros e um usado, costumo ficar bastante tempo com o carro. Conheço as vantagens e desvantagens de cada opção, mas atualmente sou do "time" do CMF: carro usado.
    E não é só carro, recentemente estava precisando comprar um micrômetro, de tamanho que eu ainda não tinha. Dei uma olhada no Mercadolivre e achei um usado em bom estado, fabricado na Alemanha Oriental pela VEB, antiga Steinmeyster, subsidiária da Zeiss à época. O preço pedido dava pra comprar um novo, mas desses Digimess, Zaas, King Tools da vida, Made in China. Não tive dúvidas, fiquei com o usado, e estou muito satisfeito. Podem ter a mesma precisão, mas o usadão de fabricação alemã tem outro nível de qualidade de construção, sendo portanto muito mais agradável de se usar.

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    1. Lorenzo Frigerio09/07/12 15:02

      Digimess é "chinês dos bons", tenho várias coisas deles - micrômetros e um súbito. Mais do que isso, só partindo para um Starret ou Mitutoyo digital.

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    2. Jackie Chan09/07/12 15:24

      Também tenho algumas coisas da Digimess. E Mitutoyo tbm.
      Tesa, Steinmeyer (escrevi errado 'steinmeyster' no texto acima), B&S, Etalon, etc.. também produzem micrômetros de qualidade comparável aos Starrett e Mitutoyo.
      Dos made in china, prefito Insize a Digimess.

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  22. Bob;

    Já tive carros usados de excelente procedência e carros novos.

    Usado é uma loteria: Dos três usados que tive o mais feio deles e que tinha tudo para me dar trabalho foi o que me deu menos trabalho - uma Saveiro 1997 CLi verde escuro queimado, comprada em 2001 após ter ficado estacionada por 3 anos, com o dono apenas funcionando o motor uma vez por mês. E a que tinha tudo para ser um carro novo (uma Saveiro Supersurf 2004, adquirido com 6 meses de uso), foi a que me deu mais trabalho, com constantes problemas na suspensão dianteira.

    Carro novo é sem dúvida a melhor marca que existe mas o ideal (opinião minha) é que quem compre um fique pelo menos um periodo de tempo o suficiente para usar o carro e compensar as perdas com a desvalorização.

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  23. Lorenzo Frigerio09/07/12 14:50

    Um problema dos carros 0km que pelo visto não foi abordado aí em cima é o fato de alguns serem "zicados". Dão problemas graves e a "montadora" deixa o freguês na mão. O carro usado comprado de particular provavelmente não terá esses problemas.
    Além do mais, poucos são aqueles que podem comprar o carro 0km que desejam. Os preços são estratosféricos. Se você não tem muito dinheiro para botar num 0km, existem coisas muito mais interessantes para se fazer com o dindim: viajar, ter hobbies, ter sítio ou casa de praia etc. E ter outros carros para outras finalidades, como coleção ou utilitários.
    Carro zero, a meu ver, é mais para quem não entende de carro e não curte, mas precisa de um para trabalhar e que não vá tomar seu tempo em manutenção e consertos. Fora isso, só sendo rico e querendo ser sócio do Governo.

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    1. Aí esse zero que foi pego com problemas graves, muitas vezes ocultos o cara faz o que? Vende ué! 6 meses de uso, único dono, baixa quilometragem. Uma mosca branca.

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    2. Exatamente VAMODOIDO, muita gente fica falando de usado como se fosse um grande negócio e sempre falam de raridades com baixa km e outros milagres, mas esquecem que na verdade até mesmo para quem conhece é difícil achar um bom carro que realmente agrade e que não seja maquiado. Dependendo do modelo que voce procura e do ano, pode ser impossível mesmo para alguém com tempo e conhecimento achar o modelo que quer. A maioria acaba comprando da cor que não queria, da versão que não gosta e com o cambio que não preferia porque fora disso estava tudo ruim

      Sem contar que mesmo para quem é entusiasta, quer esperar e tudo mais as vezes o modelo dos sonhos só se acha zero

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  24. Acabei de ver na "Folha" que querem novamente aumentar a porcentagem de álcool na gasolina para 25%. Bem, se for comprar usado, é bom que seja um flex, mesmo. Meu carro é à álcool e só o pó de quem tem carro só à gasolina. Lamentável!

    João Paulo

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  25. Tudo é relativo.

    Por exemplo, carro não é investimento, mas em alguns casos, pensando em cifras apenas, compensa comprar um zero, em outros, o usado. Por exemplo:

    Em média, um carro de entrada custa 23 mil reais. Considerando uma depreciação de 20% ao tirar da concessionária vc perde R$ 4600,00 de cara. Ao tirar um automóvel "médio", que vale 50 mil, vc já perde 10 mil reais. E ao tirar um Sedan maior, que por exemplo, valha 80 mil, morrem quase 20 mil de depreciação de cara.

    Claro que o cidadão que compra um sedan de 80 mil pode ter um patrimônio onde 20 mil seja troco... mas é notável que a depreciação de carros maiores é enorme, enquanto nos modelos de entrada é bem reduzida. Por exemplo, tive um Palio 2001 g1 que comprei usado por 14,900... depois de 5 anos vendi por 12,500... depreciação ridícula... Se for Gol então, a depreciação é pequena.

    Em suma, acho que carros de menor valor, o negócio é ir logo para um zero... mas em carros maiores, um ou dois aninhos podem significar dezenas de milhares de reais poupados...

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    1. E, pior, na maioria das vezes quem dá R$ 80 mil num carro não tem R$ 20 mil de "troco".
      Eu estou esperando ansioso pelos novos modelos de Focus e i30, para poder comprar um deles pouco usado e muito desvalorizado.

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    2. Isso tende a mudar com os novos baixando de preço. Ninguém vai pagar 20 num popular usado com 3 anos se o novo custa 23. Em breve o popular deve ser um dos que mais desvaloriza

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  26. digo a todos que vai depender do carro velho ou usado a comprar, como o cara do santana falou , tem que conhecer a mecanica do carro, ver qual as peças de motor são baratas, por exemplo é mais facil arrumar um santana 1.8 do que um stilo da fiat, 1 filtro de oleo pro ap 1.8 custa 10 reais para o stilo custa 30, então tem que pesquisar bastante, cada pessoa tem seu gosto para carro, mas para ser usado tem que ter liquidez de mercado, por exemplo o opala já não se caha tanta peça, pois foi descontinuado em 1991, mas é um processo continuo , daqui uns tempos o proprio ap vai ficar caro tb pois as unidades restantes vão sumindo, faz tempo que não vejo brasilias vw por aqui em sp, mesmo assim em comparação a outros paises o carro usado com 30 anos de uso é bem caro.

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    1. Anônimo, isso é relativo. Tenho dois Opala que nunca ficaram esperando peças, e coloquei um deles para uso diário por que meu outro carro, bem mais novo, tinha que esperar (acabei vendendo ele para meu mecânico). Há casos de recall em carros zero em que o mecânico desmonta, vê que o estoque zerou e o dono tem que esperar até uma semana para "acharem" a peça nova. Isso aconteceu, por exemplo, com um Gol 2010 de um colega.

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  27. carros velhos inteirinhos sendo destruidos pelos adolescentes russos:
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=-To9be-11GM

    outro impressionante:
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=fKP1DiD01iM

    se fosse aqui ainda iria durar mais uns 20 anos nas vilas

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    1. videos impressionantes, só tem mesmo carro velho no brasil, america latina kkk e africa, o resto já era

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  28. O ideal seria que cada um analizasse os preços, manutenção, estado do carro (quando usado) e decidisse qual é a melhor opção pra si. Mas o que não falta é gente que compra um carnê (e ganha o carro de brinde) e chega desfilando com seu zero, sendo que tinha um carro com 1 ou 2 anos de uso, pronto pra rodar centenas de milhares de km e trocou só por impulso.
    Pessoalmente, sou omegueiro, gosto de Omega e nem penso em ter outro carro, e como um zero km custa mais que a minha casa, fico nos usados mesmo.

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  29. Eu prefiro um usado de 2 a 3 anos 1.4/1.6 completo, que um 1.0 basico.

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  30. A quem for vender carro usado e estiver morando em cidade grande, a dica é vendê-lo em cidade interiorana. Consegue-se mais valor pelo bem, não ficam de frescurinha por causa de cor e mesmo que o carro não esteja no esplendor de sua forma, ainda assim ele é vendido.

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  31. Eu sempre achei a compra de carro zero, pelos preços praticados e o q é oferecido, menos vantajosa. Claro q tenho o desejo de um dia comprar um zero para mim, mas por enqto não vai ser. Ainda não está na hr de trocar meu carro atual, e tbm pq um carro para mim precisa cumprir certos requisitos: no mínimo motor 1.6, ar cond., dir. hidráulica, painel com conta-giros e indicador de temperatura da água e um porta-malas mais-ou-menos (pelo menos uns 300 litros). Já deu pra ver q não sou da turma dos mais pequenos. Sendo assim, um zero que me satisfaça está fora do meu poder aquisitivo atual. Financiar, do jeito como estão as coisas hoje, tbm está fora de questão. Além do q meu carro atual está me atendendo plenamente, apesar de seus atuais 10 anos e quase 130.000 km. Não está 100%, mas os seus probleminhas estão sendo administrados e serão eliminados quando for mais conveniente. Se a conjuntura melhorar, quem sabe nesse dia alguma concessionária verá eu saindo dela com um carro zero. Por enquanto não.

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  32. "Não só cheiro agradável e limpeza cativam no carro zero-km. Saber que nunca foi submetido a mau uso, nunca atingiu um buraco ou nunca bateu é uma tranqúilidade que não tem preço."

    Infelizmente não tenha tanta certeza, Bob. Fui empregado de uma montadora e, dentre o que vi com meus próprios olhos inclui-se: partida com o motor frio (e zero km) com o pé no fundo, indo direto ao corte de giro; cavalos-de-pau em pátios de armazenamento provisórios (de cascalho), direção extremamente agressiva, atropelando tachões e lombadas entre o fim da linha de montagem e os pátios e cegonhas, e por aí vai. Fora as batidas e raladas que são consertadas lá dentro mesmo (daí a origem dos "martelinhos de ouro" como você bem sabe). O carro estava com um barulho estranho, foi necessário andar 200, 300 km para localizar o problema (em estrada de chão e paralelepípedo muitas vezes em alta velocidade) e consertar? Simples, troca-se o quadro de instrumentos por um marcando zero. Depois a concessionária lava, passa pretinho, põe calota, o cheirinho de novo continua lá e pronto! O comprador chega, vê, cheira, fantasia, sobretudo não sabe pelo que o objeto de desejo já passou e assina o cheque. O tempo que trabalhei nessa montadora fez derrubar completamente esse mito do carro zero km imaculado, e reforçou mais ainda minha opinião que o melhor custo/benefício é o usado de 2-3 anos com procedência e escolhido a dedo. Zero km é simplesmente caro demais.

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    1. 200 km sendo mal tratado não é legal, mas pior são 50 mil km de maus tratos. E sem garantia de fábrica pra cobrir os eventuais problemas que possam aparecer. 0 km não é "sonho".

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    2. Se você trabalhou em fábrica sabe como é produzir um carro. O único jeito de chacoalhar o carro é andando com ele. Já devia ter se acostumado com isso. Você já deve ter reparado também que muita peça que você vê nas prateleiras de scrap da vontade de levar pra casa de tão besta que é o defeito. Coisas reparáveis, mas que não reparadas pois estamos vendendo um carro 0km. Essa do carro de 300 km você queria que fizesse o que? Desmontasse e jogasse o monobloco pra scrap?

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    3. Começa que carro zero nao é zero, sempre roda alguma coisa e às vezes já serviu até de teste. Mas como falaram, uns 50 km de mau trato comparados a 50 mil km de mau trato nao sao nada

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    4. Junior
      Isso que você viu é exceção, não regra.

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    5. E outra " Troca o painel"... Negativo.
      Simplesmente, nos carros atuais é desconectado o sensor de velocidade e usa-se um GPS, simples assim, não marca-se a distância rodada, neste caso.

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    6. Você é do RS ,falou em tachões ,pode ser algum funcionário revoltado ,creio que não é algo comum isto,senão traria muito prejuízo para as montadoras .abrcs ,Fabio

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    7. Anônimo10/07/12 10:25 Falei que pode ser funcionário revoltado que fez estas coisas com os carros ,não você Junior ,antes que eu possa ser mal interpretado ,abraços ,Fabio.

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    8. É do RS? Então a tal montadora deve ser a GM de Gravataí.

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  33. Essa é utra daquelas questões em que a "navalha de Adams" se aplica: Pessoas de opiniões igualmente respeitáveis, cuja inteligência é equivalente, defendem opiniões contrárias, logo, é uma questão que não se pode definir apenas racionalmente. Há bons argumentos favoráveis ao zero-km e outros igualmente razoáveis para o usado. Mas, no final, a escolha vai pelo gosto mesmo. Vale mais ser explorado por uma concessionária ou por um mecânico desonesto? É preferível arcar com uma boa revisão na hora da compra, ou com a depreciação do primeiro ano? Aproveita melhor seu dinheiro quem faz um financiamento com traxa baixa ou quem junta para negociar um desconto? O modelo que melhor satisfaz seus gostos e necessidades ainda é fabricado? Sairá de linha? Outro melhor está para ser lançado? São muitas variáveis que precisam ser consideradas.
    Por gosto pessoal, acho mais interessante "garimpar" um carro com poucos anos de uso e aproveitar o dinheiro na mão para um desconto que será usado em uma revisão meticulosa que comprar o zero e ser surpreendido com algum defeito do qual me achava imune justamente por ter desembolsado quantidades mais volumosas de dinheiro.

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    1. Também podemos sair do plano individual e pensar nas questões ecológicos ou em como não ajudar o governo nem as montadoras boicotando a compra de carros novos.

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    2. Perneta, isso é uma falácia como a maioria desses protestos metidos a ativistas por aí. Se ninguém comprar o novo, o usado não existe ou então custará tão caro quanto o novo. Além disso nosso usado é tão caro quanto o novo, é só comparar com os preços de outros países

      Não que não ajude se uma parte das pessoas deixem de comprar novos para comprarem usados, mas se realmente muita gente aderisse a isso não só não iria adiantar nada como iria piorar as coisas

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    3. Quando a periferia se mete a pagar de erudita só sai groselha.

      É navalha de OCCAM (ou Ockham), zé.

      Realmente, e pra variar, vc tá por fora rsrsrsrsrs....

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    4. "Vale mais ser explorado por uma concessionária ou por um mecânico desonesto?"

      Depende do seu nível de conhecimento acerca de mecânica. Uma pessoa que não sabe o que é um filtro de ar ou para que serve um bico injetor pode facilmente ser enrolada por um mecânico canalha, por outro lado uma pessoa que possui certa bagagem acerca do funcionamento de seu automóvel não tem alternativas senão dobrar-se diante dos termos de garantia de um automóvel novo, muitas vezes investindo uma diferença em dinheiro que jamais irá reaver caso o automóvel não apresente defeitos durante o período em que está garantido por vias contratuais, ou, caso o faça, o valor do reparo não venha a ser coberto pela diferença de gastos caso utilizasse uma oficina não-autorizada.
      Para quem tem conhecimento e equipamento para fazer o básico (trocar filtros, fluidos e peças de "desgaste natural") optar por uma garantia as vezes é a forma mais cara de ter "paz de espírito" em tempos onde cada vez menos automóveis modernos tendem a apresentar defeitos extraordinários.
      Ademais, certas vezes conseguir o exercício efetivo do seu direito à garantia é uma via crucis tão pesada que faz parecer o procedimento do tribunal de pequenas causas algo simples. Argumente-se com razão que é exceção à regra os casos onde a relação consumidor/garantia chega a beirar o ridículo em termos de inexecução e descaso, pois com a mesma razão listo que um usado bem escolhido tem as mesmas chances de apresentar um problema excessivamentel caro ou insolúvel. O risco sempre há, porém em níveis proporcionais a autosuficiência de cada um (razão pela qual não há regra geral aplicável).
      Novo ou usado, vícios ocultos são tutelados pelo direito e a garantia legal de três meses vigora da mesma forma, desde que a aquisição seja em revenda (art. 26 "caput" e § 3º do cdc).

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    5. Anônimo10/07/12 00:53 (vc não tem mulher, não? Que faz na internet a essa hora?) Que bom que você conhece a navalha de Occam. Mas é arrogante de sua parte acreditar que estou errado por não falar o que você falaria se estivesse em meu lugar. É Adams, em homenagem a Scott Adams, que além de ser uma pessoa cuja inteligência respeito muito, ainda consegue usar humor para expor suas idéias. No caso, a "navalha" é uma paródia: Há situações em que conhecimento e inteligência são irrelevantes. De mais a mais, ainda prefiro ser Zé a ser anônimo.
      Charles: a situação é tal que cheguei à conclusão que a mão de obra para livrar-me de enganadores é maior que a de eu mesmo realizar a maioria dos consertos. Só levo em mecânicos quando é necessário usar alguma ferramenta que ainda não compensou comprar (fazer um alinhamento, trocar um parabrisas, coisas que também não se faz todo dia). Um amigo advogado resumiu assim a situação da garantia: Garantia é bom, desde que alguma coisa garanta que a garantia funcione.

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    6. anonimo 10/07 00:53

      E aí, tomou? É isso aí, às vezes banca-se o esperto e passa-se por bobo.

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    7. Charles, tudo isso é verdade mas a prática cria uma regra geral sim. Usados também possuem garantia contra vícios ocultos na verdade até na venda entre particulares, mas na prática passado os famosos 3 meses boa sorte com qualquer coisa. E 3 meses é um período muito curto para qualquer coisa, quanto mais para um carro. Sem contar que a garantia deveria ser para o carro todo, mas as revendas garantem somente motor e câmbio sem entrar na justiça

      Já com os novos, embora existam casos onde só entrando na justiça, na maioria das vezes os problemas são sanados sem muitos inconvenientes e você pode ser mais exigente. Se veio com algum problema no acabamento, na pintura ou coisa assim dá para pedir o conserto. Vai pedir isso numa revenda, é muito difícil e talvez no máximo voce consiga uma única cortesia

      Quanto a parte do conhecimento e de saber fazer manutenção, pode até compensar o que não se teria coberto pela garantia, mas nem sempre a pessoa está afim e poucos mesmo entre os que sabem fazer esses serviços tem tempo de executá-los. Comprar um carro para reformar é obviamente mais barato que comprar um carro pronto para o uso, mas antes voce tem que reformar

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  34. Bob,

    vale lembrar que o ano-modelo muito adiantado às vezes confunde. Dia desses passei pela Seminovos Localiza e resolvi dar uma olhada em uma Fiorino 2012. A pedida era 31 mil reais. Estamos em 2012, portanto carro do ano. Resolvi perguntar sobre garantia de fábrica, como foi fabricada em maio de 2011 a garantia havia terminado (por isso foi para a loja de seminovos).

    Do outro lado da rua, a concessionária Fiat, 35 mil reais a Fiorino zerinho, acho que já 2013, mas principalmente, com 1 ano de garantia. Ainda não comprei nem uma nem outra, pois estou de olho no Kangoo, mas o fato é que nesse caso o 0 km é muito melhor opção, ainda que o 2012 da outra chame a atenção.

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  35. Concordo com todos os argumentos para o carro zero como para o carro usado. So que em alguns casos temos que pensar muito bem. Ha exatos dois anos sismei que queria um 4x4 grande para poder viajar ate 10.000 km por ano em qualquer tipo de estrada. Nao queria investir muito dinheiro nem na compra e nem em manutençao e despesas gerais (IPVA, seguro etc). Depois de muito pesquisar tinha a opçao de um Nissan Xterra 2005 diesel na faixa de 60.000,00 ou uma Explorer 1998 gasolina na faixa de 21.000,00. Como ja citei acima o carro nao eh para o dia-a-dia e depois de algumas contas, como a diferença de gasto com combustivel, seguro e manutençao, e apos descobrir no site 4x4 Brasil que a Explorer era um verdadeiro trator, nao tive duvidas e hoje sou um feliz proprietario de uma Explorer 1998, com seguro somente para terceiros, que apos revisao geral após a compra teve que trocar óleo, filtros, correia poliV e válvula termostatica. Quanto a diferença de gasto com gasolina e diesel fazendo as contas de 7 km por litro na gasolina e 11 por litro no diesel, o dinheiro não investido me garante pelo menos uns 30 anos rodando na gasolina. Considerando meus 54 anos, já estarei quase me aposentando da direção se estiver vivo.

    Renato Ver

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  36. Concordo com todos os argumentos para o carro zero como para o carro usado. So que em alguns casos temos que pensar muito bem. Ha exatos dois anos sismei que queria um 4x4 grande para poder viajar ate 10.000 km por ano em qualquer tipo de estrada. Nao queria investir muito dinheiro nem na compra e nem em manutençao e despesas gerais (IPVA, seguro etc). Depois de muito pesquisar tinha a opçao de um Nissan Xterra 2005 diesel na faixa de 60.000,00 ou uma Explorer 1998 gasolina na faixa de 21.000,00. Como ja citei acima o carro nao eh para o dia-a-dia e depois de algumas contas, como a diferença de gasto com combustivel, seguro e manutençao, e apos descobrir no site 4x4 Brasil que a Explorer era um verdadeiro trator, nao tive duvidas e hoje sou um feliz proprietario de uma Explorer 1998, com seguro somente para terceiros, que apos revisao geral após a compra teve que trocar óleo, filtros, correia poliV e válvula termostatica. Quanto a diferença de gasto com gasolina e diesel fazendo as contas de 7 km por litro na gasolina e 11 por litro no diesel, o dinheiro não investido me garante pelo menos uns 30 anos rodando na gasolina. Considerando meus 54 anos, já estarei quase me aposentando da direção se estiver vivo.

    Renato

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  37. André Stein09/07/12 17:18

    Em maio de 2010, comprei um Focus Sedan GLX 2007 com seus 21.000km "comprovados no manual" pela revisão de 3 anos (com 18.000km) carimbada 3 meses antes de eu comprá-lo. Couro original, liga leve 15", pneus novos, tapetes originais, nota original, câmbio manual, Duratec saudável, todo alinhadinho, apenas tequinhos de pedra no capô. Pelo mesmo valor pago - R$ 31.800 - não compraria muito mais do que algum 1.0 ou 1.4 cheirando a novo, mas lá com suas limitações. Eu tenho preferido bons usados aos medíocres 0km...

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  38. Existe uma linha de pensamento que diz que é sempre melhor comprar de segunda mão pois o primeiro dono já resolveu todos problemas que vieram de fábrica.

    Já ouvi muito essa recomendação de quem tem Mitsubishi...

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    1. Ou então o primeiro dono não fez nada e ao acabar a garantia vendeu. Essas regras e linhas de pensamento são completamente imprecisas nessas questões de novos ou usados

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    2. André Stein, tem neguinho que a cada 30.000km rodados baixa 20.000km no odômetro antes de receber o carimbo da revisão. Um carro com 50.000km bem dirigidos tem o mesmo desgaste de um com 10.000km de um mau motorista.

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  39. Kevin de La Noya09/07/12 18:04

    Quando sai da concessionária para a casa do novo proprietário, o carro deixa no hora de ser zero e de cara já perde uns 15% do valor que o camarada pagou lá dentro debaixo dos cafezinhos, cartazes e refletores.

    Depois, bastam algumas baforadas de cigarro ou mesmo umas flatulências mais fortes para aquele cheirinho de novo ir para o vinagre. Pelo menos aqui em Sampa, depois de rodar alguns quilômetros, o carro já terá passados por umas 30 valetas, 15 lombadas e muita lama e sujeira, nessas nossas mal tratadas "vias públicas".

    Complete o quadro com as crianças comendo um biscoitinho de polvinho no banco de trás, valets kamikazes nas portas dos bares e restaurantes e aquelas porradas que sua sogra dá nas portas para ver que o belo "zerinho" já estará todo ferrado depois de 2 ou 3 meses. Já cansei de ver carros assim.

    Mas a economia tem quer girar. Enquanto houver gente que ainda vive dessas ilusões meu emprego, graças a Deus, estará garantido...

    Ah! Não se esqueçam. O próximo final de semana é sempre o último para comprar seu Chevrolet!!!

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    1. Quem compra carro zero como se casasse com mulher virgem vive de ilusão mesmo. Quem compra porque sabe que todos esses peidos, polvilhos e valetas danificaram menos um carro zero do que um com 5 ou 10 anos não está nada errado

      Se ninguém comprasse o zero também, não só seu emprego estaria ameaçado como o próprio mercado de usados. Em uns 10 anos a maioria dos carros disponíveis seriam só lixo e os poucos bons valeriam mais do que um novo valeria, além de faltar carros para a demanda, uma completa Cuba. O que já é ruim tem sempre como ficar pior

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    2. Pelo menos aqui no Brasil, a grande maioria que compra carro zero km se endivida um bocado para mostrar aos vizinhos seu novo carro 1.0 cheio de plástico, pelo qual pagou um preço exorbitante. Carros quase sempre adquiridos às custas de viver em casas péssimas ou mesmo economizar na escola dos filhos.

      Da minha parte, penso como o Nóia aí em cima. A economia tem mesmo que girar, desde que não seja com meu suado dinheiro lógico.

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    3. É fato Kevin, meu vizinho tem um Nissan March que chama a atenção pelo péssimo estado de conservação: calotas completamente raspadas, para-choque esfolado, para-brisa trincado, carpete sujo, até o banco já rasgou.

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    4. Não vejo tanto essa de se mostrar não, pelo menos não com popular. Muita gente compra para se mostrar mesmo, mas muitos esquecem que quem se endivida para comprar um simples popular pelado zero km na maioria das vezes faz por necessidade. Precisam de um carro confiável para a família e é gente que pode ter passado de desgosto em desgosto com carro usado no passado, se endividando e gastando grana da mesma forma. Hoje esse pessoal pode fazer um financiamento e assim o faz

      Tem muita inveja nesses papos também, tem cara que não pode ver o vizinho com carro zero que já acha que é pra se mostrar ou que está torrando dinheiro só porque não comprou ou não pode comprar um novo. Nem todo mundo tem tempo ou possibilidade de procurar um bom usado e é fato que a maioria tem alguma coisa por trás de negativo. Tem gente que nem se interessa por carro e com certeza não vai fazer curso de mecânica ou se arriscar num usado se pode comprar um popular novo um pouco mais caro mas com mais tranquilidade

      Além disso, o March do banco rasgado que faz a roda da economia girar "sem o seu suado dinheiro" é o carro que amanha um monte de gente que pensa igual vai comprar usado e dizer que foi ótimo negócio, super bem conservado e que só quem quer se mostrar compraria um novo

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  40. Já li a respeito de mecânicos que você pode contratar para avaliar meticulosamente um carro usado antes de você comprar. Ele vê se o carro bateu, se está adulterado, o que teria que fazer, estima o custo da manutenção etc. e ainda te subsidia na negociação. O custo era honesto, tipo uns R$ 100 pela avaliação.
    Sei que esse serviço existe no RJ. Alguém conhece e tem contato?

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  41. Bob,

    Olá! Meu nome é Eduardo e sou de Aracaju-SE. Qual a sua opinião sobre o VW Golf 1.6 Sportline? Vale a pena comprar um novo? Abraços!

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    1. dudaserius
      Há muito que não ando num Golf, mas é um bom produto. Se você tem vontade de ter um, compre.

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    2. Agradeço pelo feedback... Fiz essa pergunta devido ao fato de eu estar prestes a comprar um veículo e tentei pesar os prós e contras de alguns automóveis que venho pesquisando: WV Golf Sportline 1.6; Ford Focus GLX 1.6; Fiat Bravo Essence 1.8 e Hyundai i30 (manual). Diante da minha realidade, da minha cidade e do estado analisei uma série de fatores e cheguei a considerar o WV Golf como um forte candidato apesar de defasado. Porém, meu objetivo aqui foi ouvir a opinião de uma pessoa mais experiente, uma vez que, o mundo automotivo é recente pra mim. Obrigado!

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  42. Em geral, prefiro os usados aos novos, principalmente pela possibilidade de comprar um carro bem mais equipado e de melhor construção. Também adoro alguns modelos mais antigos, sobretudo as BMWs E36 e E34/E39.

    Acho curioso como no Brasil, onde o poder aquisitivo é relativamente baixo, um carro com 100 mil km é desprezado, enquanto nos EUA, por exemplo, não é difícil ver um com 300 mil km rodando. Claro que as condições das vias são muito melhores lá, mas ainda assim...

    Só é preciso ter um pouco de cuidado ao comprar um usado:
    http://www.youtube.com/watch?v=qG4IaHgqH00

    PS: Acho que precisamos de mais comerciais assim.

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  43. Existem situações e situações..... eu, dos 06 carros que tive, 05 foram usados e 01 foi 0km...
    Sempre que vou comprar um usado, uso como filtro a km máxima de 30.000km (tenho ciência que pode ser adulterada), seleciono os carros e vou vê - los pessoalmente com muita calma, reparando em todos os detalhes (volante, pedais, mecânica em geral e funilaria), daí se passam em meu filtro, levo para fazer uma inspeção completa em empresas como a SUPERVISÃO, e dentro de tudo isso avalio se o carro realmente possui a km original (nos injetados modernos é possível verificar a km real pela central eletrônica)... nunca tive grandes problemas.
    Outra coisa que eu levo em consideração é que se é para comprar um carro mais usado ou rodado, que seja um carro simples e de manutenção fácil e barata.

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  44. Estou preferindo comprar usados. Comprei um Megane 09 Privilege 2.0 automático por R$ 34 mil com 27 mil Km em perfeito estado isso em 2011. O carro tinha custado R$ 73 mil reais quando zero. Será que não vale a pena? Se fosse comprar um zero só conseguiria um popular.
    Virei um fã dos micos, principalmente franceses.

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    1. Boa compra, mas em 2009 esse carro nao custava 73 mil na prática. Era vendido por uns 60 e apartir de 2010 a versão 1.6 com os mesmos equipamentos passou a ser vendida por uns 50

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    2. Na nota fiscal tem o valor de R$ 68 mil, pois o dono comprou com CNPJ, o carro é 08/09 tirado em fev 09. Essa que você está falando é a Dynamique.

      Veja aqui o modelo que comprei http://quatrorodas.abril.com.br/carros/lancamentos/conteudo_296525.shtml

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  45. Eu mesmo tenho um Voyage CL 1.8 1992... o carro está há 18 anos na família, 127.000km rodados e estado impecável, mas impecável mesmo, nos mínimos detalhes... os outros carros que tive foram passando e o Voyage ficando, até chegar a conclusão que não valia mais a pena se desfazer dele... quanto me pagariam nele, R$ 10.000,00? O que eu compro com isso?
    Agora, com relação à achados, eu conheço alguns...Tenho um vizinho, um capitão da reserva da aeronáutica que possui um Gol CLi 1.6 1995 com 30.000km, o pai de um amigo meu, ex projetista da VW possui uma Parati CL 1.6 1989 com 39000km e um Gol 16v 2001 com 20.000km.. só que existe um problema: carros pouco rodados também costumam a dar muitos probleminhas chatos por falta de uso......

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    1. Além dos problemas de falta de uso, esses carros são completas excessões. 90% das pessoas compram carros bem mais rodados que isso ao comprar usado

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  46. Sou da turma que prefere carros zero-quilometro e dos que fica com eles por muito tempo. Assim eu garanto duas coisas: Primeiro que o carro não sofreu maus tratos, que sempre foi usado o lubrificante correto, trocado no prazo correto, combustível confiável, suspensão sem nenhum problema, etc...
    Segundo que assim o carro não sofre a desvalorização "por sair da concessionária". Tudo bem, sofre, mas isso é amortecido com o passar dos anos. Quando vendo, uns 5 a 8 anos depois de comprado zero-quilômetro, a desvalorização já não é tão grande comparado ao ano anterior.

    Só que, Bob, eu não consigo entender sua predileção pelo ano-modelo. Concordo que deve existir só um "ano", mas que esse "ano" seja o ano de fabricação, afinal o ano modelo pode vir em agosto, em outubro, em novembro... ano de fabricação não, tem-se a certeza de que foi fabricado entre 1 de janeiro e 31 de dezembro.

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  47. Pois é como gosto de auto tenho um focus ghia 2006 auto comprei com 30km e hoje tem 40km , meu pai tem um 207 2010 comprado zero hoje o carro tem 8km.Cheguei a uma conclusao em dezembro de 2011 , ou trocava o focus ou comprava um brinquedo para fazer companhia para a 147 placa preta 78 , resultado comprei um xr3 92, e ofocus é tratado com todo carinho , pois acho um absurdo pagar 74.000,00 num focus titanim novo.Ou seja carro zero é bom para quem tem condiçõe de pegar um igual ou melhor que o atual , por que para pegar um 1000 prefiro ficar com o meu , e me divertir com os 2 que estao descansando.

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  48. Agora uma coisa é fato: as pessoas (normais, hehe) não cuidam mais dos carros como cuidavam antigamente... antigamente era muito mais difícil adquirir um veículo ou mais e as pessoas tinham muito mais cuidado, hoje compram 0km, usam e abusam e depois de dois ou três anos trocam o mesmo já bem judiado por um outro 0km...... tenho muitos amigos assim......

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    1. Verdade Gonzalez, hoje o normal é ser anormal!

      Da minha parte, continuo mantendo o ritual que aprendi com meu pai, que por sua vez aprendeu com o pai dele: Lavar e polir o próprio carro, cuidar de sua mecânica e lubrificação, enfim, zelar pelo patrimônio que tem, aliás, com muito esforço.

      Essa turma de relaxados que moem os carros são a grande maioria hoje em dia, para a sorte das fábricas lógico...

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    2. Coisas da popularização do carro no nosso mercado. Americanos, europeus e asiáticos há muito tempo não cuidam com tanto cuidado dos carros como a maioria dos brasileiros cuidava. Por um lado é ruim que algumas pessoas ficaram desleixadas e desperdiçam um bem tão caro, por outro é bom porque quem precisa usar o carro sem tomar tanto cuidado não vai sofrer tanto com desvalorização e revenda. Além disso contribui para que os novos e usados não sejam tão caros, assim como foi com os computadores

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  49. Aléssio Marinho09/07/12 20:46

    Antigamente a manutenção era mais frequente, regulagem de carburador, ignição, troca de óleo de motor e câmbio com 5 mil km, por ex.
    Hoje um carro é muito mais durável e por conseguinte mais resistente a desleixos, graças em parte pela injeção eletrônica.
    Mais alguns anos, não vai mais compesar retificar um motor ou câmbio, ou comprar uma central nova que bichou. Vão virar sucata em 10 anos, como no exterior.
    Hoje carro antigo é um estorvo pra quem não conhece mecânica, e pros mecânicos que não sabem consertar carro sem passar o Kaptor!

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    1. Estorvo???

      Vai comprar um carro antigo prá ver o quanto estão pedindo...

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    2. Muito mecanico não sabe mais como mexer com carburador também e os que mexem com carros antigos cobram caro, tirando as boquetas. Tem funilero que quando mexe em carro antigo fala que é restauração e por isso cobra mais caro que num carro novo

      Mas a tendencia é virar como no exterior, onde com certos problemas o carro vira sucata mesmo pois o conserto vale mais que o carro que já custa pouco por lá. Aí o dono escolhe ou manter como carro de combate ou de colecionador ou então ir pro desmanche mesmo. O ideal seria seguir o modelo europeu onde isso acontece mas não é impossível manter um carro com mais de 10 anos mesmo com toda tecnologia, basta ser da vontade do dono. O modelo americano é consumista demais, com carros de apenas 4 ou 5 anos indo para o desmanche e com donos que na maior parte não estão nem aí sequer para manutenção básica (eles nem compram os carros, só alugam)

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  50. Bob. Seus posts são excelentes e você como jornalista é algo fora do comum. Preciso admitir.
    Mas de mercado de automóveis você não entende absolutamente nada. Pelo menos não do mercado atual. Esqueça o mercado dos anos 60. Eu considero que eu entendo, ainda que longe de pensar ser uma autoridade no assunto, pois vivi desse ramo por 12 anos.
    Veja bem, você diz que "existem os que só compram novos e os que só compram usados, por convicção". Não concordo. Existe uma questão de bolso que vem muito antes da convicção. E também de inteligência, claro. Semana passada conheci um sujeito que pagou R$ 40.000 por um Freelander ano 2001. Mas para a maioria das "pessoas comuns", inclusive eu, o sonho sem dúvida é um carro zero quilômetro. Mesmo considerando que se perca um bom dinheiro imediatamente após a compra, certamente que o carro zero quilômetro transmite uma, ao menos aparente, sensação de tranquilidade. Aparente, porque carro novo também pifa. Aliás, os carros novos do meu sogro (que pertence ao seu primeiro grupo) sempre incomodaram muito mais do que os meus usados.
    Além disso, no caso de quem compra um carro zero para ficar muito tempo com ele (como sói acontecer com meu sogro), a grande desvalorização aumenta muito a distância para trocar por um zero novamente. Ele comprou um Honda Civic EX em março de 2003 (que ainda tem), na época era um dos mais caros modelos nacionais - senão o mais caro. Com o valor desse Civic hoje, para comprar o nacional básico mais barato, que deve ser o Uno ou o Ka, ele precisa completar o dinheiro.
    Você fala da baixa avaliação por parte das concessionárias. Não é o que os consumidores pensam, haja vista que as vendas de novos estão "bombando", e eu duvido muito que todo o mercado consumidor de novos distribua-se entre os que mantêm o carro velho, os que vendem "particular" ou os que estão comprando o primeiro carro de sua vida.
    Você comenta acerca do ano de fabricação e do ano modelo. Você deve lembrar tanto quanto eu, vou citar dois exemplos irrepreensíveis. Em março de 1994 foi lançado o Tempra linha 1995. Voltemos, por exemplo, a 1996. Os donos até podiam achar ruim, mas não tinha como avaliar um Tempra fabricado em março de 94 pelo mesmo preço de um fabricado em agosto de 95. Era muita diferença de tempo e quilometragem. Da mesma forma o Vectra linha 97, que foi lançado em abril de 96. Atualmente é a mesma coisa, daqui a um ou dois anos, não tem como avaliar um modelo 2013 fabricado em março de 2012 da mesma forma que um que será fabricado em julho do ano que vem. Aliás, para as fábricas, isso é uma grande jogada de marketing: já pensou ter um carro do ano durante dois anos? Abraços.

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    1. Nessa questão da avaliação baixa ser aceita pelos compradores, entra também o fator que a maioria dos que estão comprando um zero pela primeira vez tinham carros em estado ruim ou abaixo do que seria bom. Para esses proprietários a avaliação mais baixa é perfeitamente aceitável e é até um bom negócio, pois conseguem vender no ato ao contrário de uma venda para particular que duraria meses

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    2. CSS
      - Vários leitores disseram que só compram carro 0-km
      - Você admitiu que seu sonho é um carro 0-km.
      - Voce concorda que o carro novo transmite sensação de tranqüilidade.
      - Quem quiser não precisa esperar muito para trocar o carro comprado zero por outro zero; depende de cada um.
      - O fato de compradores aceitarem baixa avaliação não significa necessariamente que aprovam ou concordam. Fora que aumentam as vendas simples, sem troca, seja o prmeiro carro da família ou adicional.
      - Carros se avaliam por ano-modelo, quilometragem e estado, só. Isso de lavar em conta o tempo1 não existe, é mais uma "ispereza" na hora da comprar que desaparece como por encanto na hora de vender.
      Está bem, eu é que não entendo de mercado...

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  51. No mau caso só me resta esperar, pois quero trocar minha Courier 07 por uma Saveiro Tropper cabine simples zero que por meio de desconto rural, antes da baixa do IPI sairia para mim completa de tudo mesmo por R$38.8k, um belo desconto de R$7k, mas esperei um pouco para ver como iria ficar o desconto novo e foi ai que fiquei bem puto da vida pois as revendas VW aqui em BSB simplesmente subiram o valor de todos os carros em torno de 5% sobre alegação de "grande procura" e a Saveiro subiu praticamente R$2k no valor ?!

    Agora fiquei sem opção alguma pois para o que preciso a Saveiro me atende muito bem frente as outras pickup pequenas de cabine simples. Carros para trabalho para mim só zero KM pois geralmente as pessoas não cuidam quase nada e usam muito, então carro usado nem pensar e não gosto de pickups a diesel medias ou muito menos ainda grandes, pois não tenho necessidade alguma de um 4x4 e o custo do valor/beneficio do a diesel são ridículos aqui no Brasil.

    Agora bato palmas para a Nissan com o Tiida que para revenda de agricultor, o carro caiu de R$52k para R$44K completasso de tudo, já já o fiestinha daqui vai ter outro dono.

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    1. Liga na Pollo do Valparaiso...
      Muita gente cota preço de carro no entorno, as vezes compensa mais que em Bsb...

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    2. Acontece que para eu ter desconto como pessoa jurídica (agricultor no caso) só pode ser no estado que moro e exerço a função.

      Agora, acho uma baita sacanagem isso tudo, mas tenho muito paciência e vou esperar a hora certa para fazer um bom negocio na Saveiro, já o Tiida é uma boa escolha pelo belo desconto apesar de que o Focus 1.6 é minha preferencia, mas tá vindo a 3ª geração...

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  52. Marcelo Augusto09/07/12 21:24

    Pra quem é exigente, carro usado não dá. Como se diz, a melhor marca de carro que existe é o zero km. Me carro já tem 3 anos, e outro dia fiz uma viagem num Celta 0km a convite, embora um carro muito "inferior" (acho que isso não existe, cada carro é um carro, compra-se sabendo disso) ao meu, deu muito prazer. O carrinho cruza a 130 numa boa, e como rpm não me incomoda mas agrada, dá pra rodar até na sua máxima sem problema.

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    1. Prá quem realmente é exigente, Celta, nem zero Km...

      Ande num Mercedes-Benz usado, com 15 anos ou mais, e na primeira volta com a maioria dos carros nacionais você terá até náuseas!

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    2. Marcelo Augusto09/07/12 22:07

      Em relação a um Mercedes de mais de 15 anos, realmente não preferiria um Celta zero a ele, um Chery Face já bastaria.

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    3. 3 anos e você achou pior do que o Celta 0-km? Qual seu carro? Um outro Celta?
      Comparar uma MB de 15 anos com um Chery Face é complicado. Não tem nem por onde começar.

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    4. Eu tenho uma MB de 16 anos e minha mulher um Sandero 2010. A MB e' um milhao de vezes melhor. Mais confortavel, melhor acabamento, melhor construida, mais silenciosa, mais potente, mais bonita, etc...
      E valem praticamente a mesma coisa.

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    5. E a manutenção não é muito cara?
      Sempre é preciso trocar amortecedores, molas, buchas...

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    6. Marcelo Augusto
      O que você disse está em sintonia com o que acho.

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    7. Anônimo 09/07/12 21:50
      Você está precisando ler um pouco mais o AUTOentusiastas, a julgar pelo seu comentário sem nenhum embasamento.

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  53. Estou em busca de um carro e disponho de apenas 40mil reais. Tenho algumas opções, ou um Focus ghia 08, ou um subaru impreza 2.0 16v 4x4 ou um popular 0km.
    Fica difícil comprar um 0km diante dessas ofertas de usados.
    Aqui na minha casa só teve 1 carro zero km, que percebemos que se torna um usado como qualquer outro depois de alguns meses de uso.

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    1. Logan 1,6l Expression Automático 2012/2012 - Negociando e pagando a vista, sai pelos 40...

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    2. Suzuki,

      Tem gente aí em cima que vai preferir um Celta zero do que o Focus 2008. Coisa de gente exigente, sabe?

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    3. Marcelo Augusto09/07/12 22:10

      Mil vezes o Celta. Sou exigente mesmo.

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    4. Marcelo Augusto09/07/12 22:14

      Com 40 mil dá pra comprar um bom carro novo, eu não me arriscaria com um usado.

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    5. Depende do que se considera exigência. Para quem quer ter o carro livre de detalhes como arranhões, barulhos, acabamentos quebrados e com manutenção duvidável o usado é mais complicado mesmo e aí pode ser até uma Mercedes usada contra um Celta zero que fica mais fácil ser exigente com o Celta. No caso do Celta, devido ao acabamento ruim e suas limitações, falar em exigência pode ser piada mesmo. Mas se a pessoa não faz questão de um carro potente ou com muitos equipamentos mas faz questão de um carro inteiro, um Palio zero pode ser sim bem melhor que uma Mercedes usada

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    6. Marcelo Augusto09/07/12 23:51

      A exigência é no sentido da primeira parte que vc escreveu, é o óbvio ululante entender isso, mas tem gente que não consegui.

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    7. Suzuki09/07/12 21:45 Onde é que eu assino ,faço suas as minhas palavras , parabéns .Abracs ,Fabio.

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    8. Imagine o que já fizeram com o impreza... super ralado... não vale 40k de jeito nenhum. O focus por 40k tá caro de mais também... por 46k vc. compra um focus 1.6 0km... logo, caro de mais...

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    9. Eu tenho um Focus GL 2009, nao e' nem o Ghia, e toda vez que entro num Celta eu me sinto num filme de terror! Da impressao que algum daqueles plasticos vai cortar minha jugular num caso de acidente.
      Se me oferecerem um Celta 0km completo no meu Focus eu nao troco!

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  54. Uma das coisas que mais me incomoda para negociar carro usado é que todo mundo acha que o seu é o maior filé da praça... já o dos outros é um "mico". Isso é mais um motivo pra cuidar bem do carro, pois aumenta a chance de algum amigo ou familiar querer comprar e aí economizo no stress.

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    1. Fazem isso até com jaca, o carro tá todo cheio dos poréns mas é filé, carro de doutor, bem cuidado

      Com carro novo já tem xaveco, com usado então é pior ainda. Sem dúvidas é uma das piores partes ao procurar um usado, fora que todo mundo quer pegar tabela mesmo nesses carros que estão bons só no papo. Já na hora de comprar, seu carro pode estar muito melhor que a média que ainda assim querem dar a mesma coisa

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  55. Marcelo Augusto09/07/12 22:13

    Com 40 mil dá pra comprar um bom carro novo, eu não me arriscaria com um usado.

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  56. Para vc eh facil ne Bob... sempre pensando so em VC....

    Vc pode usar a sua prerrogativa de ex-funcionario e comprar um 0k mais barato....

    aaa faça-me o favor!!!

    metido!!! post burgues!!!!!

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    1. O Bob não compra um carro novo há 10 anos e nem disse que quem compra usado está errado. O seu post que foi de uma burrice e pseudo-ativismo imensos, com uma boa dose de inveja politicamente "justificada"

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    2. Os ataques da inveja são os únicos em que o agressor, se pudesse, preferia fazer o papel da vítima.

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    3. Anônimo09/07/12 22:51, Acho que toda a opnião deve ser respeitada ,tanto de quem gosta de usados como de carros novos ,seu argumento para critica não tem um pingo de lógica .Abrcs ,Fabio.

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    4. Anônimo10/07/12 09:07 Opá ! corrigindo "opinião deve ser ...",abracs,Fabio.

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  57. Comprar carro é como um casamento: sai muito caro trocar (de carro ou de esposa), então deve ser muito bem feita a escolha (do carro ou da esposa).

    Por que não ficar com o mesmo carro por 10 anos ou mais? Só porque ele não tem aparência de carro novo? E se cuidar bem dele ao longo da vida, vai acabar com um carro antigo merecedor de placa preta, que certamente vale tanto quanto um novo.

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  58. Na verdade é a hora e a vez dos preços decentes de carros, tanto novos quanto usados. Mas isso acho que nunca vai acontecer. Aqui é a nação dos bandidos ladrões de escritório.

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    1. Isso aí. Tanto o novo como o usado são muito caros no Brasil

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  59. O governo está muito envolvido com o setor automobilístico, enquanto isso continuar, o mercado de novos e usados sempre será ruim para o consumidor.

    No momento que o governo se afastar disso tudo o mercado naturalmente entrará em seus eixos.

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    1. A verdade é q os governos estão muito envolvidos é com tudo, menos com quem mais precisa dele: o povo.

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  60. Esses carros nacionais novos são tudo de plástico ,dos mais recentes só o golf 2002 que me agradou , o resto são tudo carro feito de plastico ,vou comprar um santana 2000 ou um polo sedan 2007,ou Vectra 2,que não tem um acabamento pobre e deprimente na cor preto.Abracs ,Fabio.

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    1. Todos esses que vc falou são feitos de plástico por dentro também. É ignorancia achar que tenha carro que não seja de luxo (como Rolls Royce) sem acabamento de plástico desde uns 40 anos atrás

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  61. Na boa, cada um compra o que lhe convier, o que lhe for mais vantajoso, tanto do ponto de vista emocional como financeiro e ponto final. Brasília-DF, 08h48

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  62. Na boa, cada um compra o que lhe convier, o que lhe for mais vantajoso, tanto do ponto de vista emocional como financeiro e ponto final. Brasília-DF, 08h48

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    1. Taí, matou a questão. O resto é firula.

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    2. Apoiado !mas todos os gostos devem ser respeitados ,porem cada gosta de expor seu ponto de vista ,abraços,Fabio.

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  63. Compraria um zero km pela quantidade de uso não pelo prazer de ter um carro ,só os modelos mais caros podem oferecer este prazer hoje em dia .Abracs,Fabio.

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  64. Concordo que a melhor marca é o novo..... Mas esses preços abusivos dos novos "pelados" aqui no Brasil é de lascar........ E usados, alta probabilidade de você comprar "gato por lebre", uma vez que até a maioria das tão respeitadas "agências ou revendas oficiais" não vendem o usado como realmente ele é, sem maquiagem. Talvez por essas e por outras que não troco de carro a cinco anos. No novo, sou assaltado; no usado, ludibriado.

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  65. O carro usado demanda mais tempo e sola de sapato. Já o novo, na maioria das vezes sai mais caro

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  66. Este comentário foi removido pelo autor.

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  67. Este comentário foi removido pelo autor.

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  68. Tive a paciência de ler quase todos os comentários (até aqui!) e o texto muito bem redigido pelo Bob, e cheguei a uma conclusão interessante quanto ao tema em tela.

    Os argumentos para ambos os lados são fortíssimos e acredito que a tese de uma não se mistura com a outra.

    Entendo que na hora da compra devem ser avaliados inúmeros pontos que vão além do simples fato de comprar um carro e coloca-lo na garagem.

    Digo isso, pois, cada um que postou seu comentário aqui, possui um poder aquisitivo diferente do outro, uma predileção por marcas e modelos peculiar a cada gosto, cada um tem uma tradição que influência na hora da compra, e cada um reside num estado nas quais as condições geográficas também é um fator que colabora para decidir qual o melhor carro comprar.

    Gostaria que a partir daqui cada uma que ler o que vou escrever esquecesse, ou melhor, deixasse de lado por um tempo suas tendências, sua opinião que já está formada, ok?

    Carro usado ou 0km? Eis que quando leio artigos sobre isso entendo que quem está escrevendo não levou em consideração inúmeros fatores principalmente de poder aquisitivo e de condições geográficas.

    Nunca se chegará a um ponto comum nesses assuntos, pois estamos lidando com realidades diferentes, e claro que cada poderá decidir entre um carro usado e um 0km...

    Eu tenho um Gol, ano 99, 1.6AP MI, e quando comprei há um ano fui influenciado a comprá-lo principalmente por que era um sonho, e foi um “achado”, o dinheiro que tinha para investir dava comprar o veículo e ficar com ele quitado, e outro motivos foi por ter usado por um bom tempo um Palio 04, 1.0 Fire (Peladão) e sentia que na minha cidade (só montanhas) faltava um motor que melhor me atendesse, só que um carro 1.6 0km sairia muito fora do orçamento sem contar a dívida com financiamento enorme que iria ter que fazer...

    Na época paguei R$ 14.5000,00 num carro com mais de 10 anos de uso, mas que iria e com certeza atende até hoje minhas necessidades, e não tive que enfrentar uma coisa que pra mim é difícil: Financiamento. (Continua)

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  69. Este comentário foi removido pelo autor.

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