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11 de agosto de 2012

CORVETTE, "EXPERIMENTE O NIRVANA"


Um cara, quarentão, ralando muito no trabalho, totalmente estressado, e de tanto estresse, ficando meio gordinho, com os cabelos caindo e constantes dores nas costas. E antes que sejam maldosos, todo o resto funcionando muito bem! Aí surge uma viagem a trabalho para a Califórnia. Para um trabalho empolgante, mas puxado. Mas esse cara tem sorte; o trabalho acabaria na sexta-feira e o vôo de volta, só no domingo. 

Ao fazer o check-in pela internet apareceu um código de desconto para aluguel de carros na Avis. Sábado livre e desconto no aluguel. Corri para o site da Avis e procurei o Challenger. Isso porque durante férias anteriores já aluguei um Camaro e alguns Mustangs. Naturalmente faltava o Challenger para que eu pudesse ratificar minha preferência (emocional) pelo Mustang. 

O Challenger teve que esperar!

Fiz a consulta para um R/T V-8 e sairia por 260 dólares. Desci mais um pouco na tela e surgiu a opção do Corvette. Esse eu (e quase todos os leitores) sempre tive vontade de ter. Acho que me tornei um autoentusiasta quando vi um Corvette Stingray Azul 74 pela primeira vez, quando era um garotinho. E vejam só! Após fazer a simulação idêntica a do Challenger, o preço que saiu lá, por um dia de aluguel, foi de 213 dólares. Reservado! Um C6 coupê. O Challenger que espere. Ou alguém teria feito diferente?

Obrigação feita, e muito bem feita chegou o esperado sábado. Conforme programado, pouco antes das nove da manhã chegamos no balcão da Avis. Eu e meu colega, o Fernando. 

Aqui vale um comentário, pois pode ser o caso de algum leitor mais comedido. O Fernando só alugou minivans todas as vezes que foi para os Estados Unidos. Inconformado eu perguntei que tipo de prazer ele sentia ao se aproximar de uma minivan segurando a chave do trambolho na mão. Nenhum, é claro. Nenhum prazer, nenhuma sensação, nenhuma emoção, nenhum poder, nada! OK, ele tem dois filhos e precisa de espaço para a mala das compras. Sem problemas, que alugue ao menos um SUV com cara de mau, ou com cara de aventureiro, mas que cause alguma emoção! Muitos acham que é caro! Caro? Quanto é caro? Quanto vale um prazer? Eu expliquei para ele que nas férias não podemos economizar felicidade. Se tiver o dinheiro, gaste bem, se sinta feliz. Um homem de família também precisa de prazeres. Bem, tudo isso foi antes ainda de pegarmos o Corvette.

V de velocidade, vitória, vigor, vontade, vida, V de Vette!

Como tínhamos apenas um dia, eu não quis me preocupar em gastar tempo para reabastecer o carro na volta eu comprei o tanque cheio. Uma dica. Recentemente as locadoras ajustaram os preços do combustível para um valor muito próximo do que é vendido nos postos, então, se a intenção é esgotar o tanque, vale a pena comprar o tanque cheio e devolver no osso sem se preocupar em reabastecer antes. No caso do Vette o tanque custou 69 dólares. 

Considerando minha ansiedade e o motor V-8 de 430 cv, resolvi fazer aquele seguro extra por mais 18 dólares. E aí descobri que para o Corvette apenas as 100 primeiras milhas são isentas de custo. A partir daí são 67 centavos de dólar por milha. Rodei quase 300 milhas e a conta final deu 430 dólares!!! Mas eu dei sorte mais uma vez. Meu colega, após o imenso prazer desfrutado por ele, se prontificou a pagar a metade. Como eu dirigi 95% do tempo fiquei meio sem graça. Mas ele me disse valeu tanto a pena, e estava com um grande sorriso de satisfação, que eu aceitasse logo as duas notas de 100 que ele segurava. 

Quando chegamos na Avis a placa na capota dizia "Upgrade to this cool car",
que eu traduzi para o Fernando como "aproveite a vida"
 

Ainda não falei do carro... mas vai mais uma dica. Sempre que estiverem alugando um carro façam duas solicitações. Primeiro perguntem se tem alguma unidade com caixa manual. Em 100% dos caso não tem. Mas perguntar não ofende. E depois solicitem o de menor milhagem (quilometragem). A chance de pegarem um carro novinho e sem problemas é bem maior. No caso do Corvette tive sorte. Me deram um amarelo com apenas 832 milhas (1.331 km).

Fomos para o estacionamento e lá estava ele, um C6 Coupê na cor Velocity Yellow. Dei sorte de novo, pois a cor é demais. Interessante como o Corvette fica bem em amarelo, desde a geração anterior. E para minha surpresa tinha o teto removível. Sorte de novo! Eu não sabia disso quando reservei o carro, mas todos os C6 coupê têm o teto rígido removível manualmente e que se acomoda no imenso porta-malas.

Mostradores simples e diretos, como quase tudo no Corvette,
Assim que entrei no carro tirei essa foto para  registrar  a milhagem

Aí aconteceu algo engraçado. Demos uma baita manézada que eu decidi contar, pois foi bem engraçado. O carro estava embicado numa vaga escura e eu não via os comandos. Liguei o carro no botão de partida e não encontrei a alavanca do freio de estacionamento onde ela deveria estar. Meti o pézão lá do lado esquerdo e nada de pedal do freio de estacionamento, tipico de carros americanos. Procurei por um botão (imaginei o acionamento elétrico) no console, no painel, na parte de baixo do painel, desci do carro para procurar alguma alavanca escondida embaixo do painel e nada! Eu não admitia ter que recorrer ao manual do proprietário para achar o acionamento do freio de estacionamento. 

Mas como o relógio estava avançando e o tempo de direção estava sendo consumido, abri o porta-luvas. Claro que o manual não estava lá. Já irritado com ma minha incompetência me rendi e fui procurar alguém da Avis para desbrecar o carro. O cara não entendeu muito bem minha pergunta (estúpida) mas foi lá. Nesse percurso eu só fui imaginando que o botão estaria na minha cara mas eu não conseguia enxergá-lo. O cara abriu a porta e apontou a alavanca do freio no console central. Inacreditável!!! Eu sabia que isso iria acontecer, que eu me sentiria um idiota. Mas dá pra explicar. A alavanca é bem do lado direito do console, como se o carro tivesse direção do lado direito. O meu colega encostou a coxa esquerda na alavanca e no escuro ela ficou invisível. Reparem na foto abaixo. Rimos muito da situação. Acho que a ansiedade também contribuiu para minha cegueira. 

A alavanca do freio lá do outro lado, isso é lugar?

Ao ligar o carro e acelerar deu logo para perceber o ronco maravilhoso do motor LS3 small block todinho de alumínio, 6,2-litros com 436 cv a 5.900 rpm. Olhei para o Fernando, pensei numa minivan e balancei a cabeça sem falar nada. Saímos em direção ao Vale do Napa, uma região bem próxima de São Francisco e que é repleta de vinícolas de alta qualidade. Sempre quis ir lá mas nunca deu certo. 

Saímos do aeroporto internacional em direção a São Francisco pela 101. Já percebi a suspensão durinha.  Mais do que a do Mustang GT da última viagem. Um esportivo mesmo. Pra quem não sabe, algumas estradas da Califórnia estão bem piores que as de São Paulo, cheias de rachaduras e remendos. Num primeiro momento achei que a suspensão poderia ser mais macia. Mas depois de um tempo me acostumei com a sensação de estar sempre disposto a acelerar forte e sem hesitação. E o desconforto não era tão grande assim.

Já me sentindo numa pista e aparece uma minivan na minha frente

Comecei então a brincar com o acelerador. Alavanca da transmissão no modo sport e estilingadas sem avançar muito além de 80 milhas por hora, velocidade em que a maioria anda nas estradas. Já disse aqui antes que para mim não importa muito a quanto um carro vai, mas como ele chega lá. E nesse ponto o Corvette responde incrivelmente. Há borboletas no volante. Mas numa configuração pouco usual atualmente. Em ambos os lados é possível subir (com o polegar pela frente do volante) ou descer as marchas (com os outros dedos por trás do volante). Como estou acostumado a subir pelo lado direito e descer pelo lado esquerdo, e sempre por trás do volante, me atrapalhei várias vezes. Mas acho que com um pouquinho mais de tempo seria fácil de se acostumar. O importante é que a caixa, automática, de seis marchas, é precisa e compatível com a empolgação do motor.

Eu gosto de manter o carro sempre com o giro mais alto, sempre cheio. E nesse Corvette isso significa um som do escapamento bem mais encorpado. Notei que toda vez que passava das 3.500 rpm o som melhorava, e o motor enchia com muito vigor. Numa das paradas olhei o escapamento, quádruplo central, lindo, e notei que nos dois do centro há duas válvulas pneumáticas. Até que bem aparentes, talvez propositalmente, já que é um opcional. Essas válvulas atuam conforme a rotação do motor. Abaixo de 3.000 rpm  (ou próximo disso) ficam fechadas e abafam mais o som. Quando abertas o som fica como gostamos e há um acréscimo de potência passando dos 436 cv para 442 cv. Adorei esse brinquedo!

Escapamento central e válvula de controle do som do escapamento
Continuando o passeio reparei num logo diferente no conta-giros e no velocímetro. O logo do Corvette com um 60. É claro! O Vette nasceu em 53, e o modelo do meu coupê era 2013. Mais tarde vi que os logos nas soleiras das portas e no capô também tem a inscrição 60. Essas coisas da GM são legais. Aumentam o entusiasmo. Descobri também que um dos opcionais do Corvette é o número de série (VIN) customizado. Pode-se solicitar um número especial, desde que esteja disponível. Quem mais poderia fazer isso senão a GM!? E ainda dá para solicitar uma entrega especial no Museu do Corvette! Que outro carro tem um museu só dele!?

Ainda no início do caminho brinquei com o HUD – Head-Up Display, que projeta informações no pára-brisa. Há três modos de exibição, street, track 1 e track 2. Estes últimos com o conta-giros e informações de temperatura do motor e pressão do óleo. Depos de um tempo me acostumei a olhar lá e esqueci dos mostradores no painel. Essa é uma tecnologia que já deve estar bem barata e ajuda muito na visualização das informações sem desviar os olhos da pista.

HUD - Head-Up Display

Seguimos para Napa e a paixão pelo Corvette só foi aumentando. E o Fernando curtindo cada vez mais. No caminho paramos num outlet para umas compras rápidas. Camisas sociais de qualidade por 29 dólares não dava para deixar passar. Acabamos logo com isso e fomos a procura da vinícola Chandon. Procuramos  essa porque na noite anterior tomamos um Pinot Noir produzido por ela e de excelente qualidade. Logo a encontramos.

Um lugar lindo com um restaurante bacana. Mas estava cheio e demoraríamos demais ali. Eu queria é rodar. Enquanto o Fernando examinava os vinhos eu consegui um mapa da região e umas dicas de estradas bonitas (scenic roads), pois a estrada principal, apesar das vinícolas, é reta e movimentada. Entenderam minha intenção, não é? Convenci o acompanhante a se decidir e comprar logo duas garrafas do Pinot Noir para sairmos dali. Quando chegamos no estacionamento o céu estava mais aberto e o ar numa temperatura mais agradável. Foi a deixa para removermos o teto. Facilmente soltamos três pontos de fixação e o encaixamos no porta-malas, por cima das compras. Coube fácil e ainda sobrou espaço. 

Um carro esporte com muito espaço; teto coube bem no porta-malas

Uma das grandes vantagens do Corvette sobre seus concorrentes é o porta-malas. Ontem comentei com o Ralf, dono do quiosque onde tomo café e que sabe tudo de todos os carros, e ele me disse que esse porta-malas acomoda mais de 600 litros. Imaginei que ele estivesse redondamente enganado. Mas agora verifiquei e é isso mesmo, pelo menos é a informação que está no site, incríveis 634 litros.

Sem a capota a felicidade foi aumentando. E o Fernando se entusiasmando. saímos da principal e pegamos um trecho de uma estrada chamada Silverado Trail (vem daí o nome da picape Chevrolet) e logo depois começamos a subir por uma estradinha sinuosa e quase deserta. Como o Fernando não manifestava nenhum temor a cada investida minha no acelerador, fui me empolgando cada vez mais. Até o meu temor me limitar. Talvez ele não soubesse que a minha confiança estava mesclada com um certo medo. E justamente esse medo é que libera a adrenalina. E a adrenalina nos faz bem! Pode ser que ele também estivesse com medo, mas gostando disso.

Estradinha bacana!

Depois desse trecho seguimos mais na manha, contornado uma represa. Eu procurava um bom lugar para fotos. Confesso que nessa viagem eu não queria muito me preocupar com fotos, tanto é que nem levei minha Nikon. Preferi andar leve com minha nova portátil Canon G1X. E também queria relaxar do peso que carrego com as expectativas minhas e dos outros sobre minhas fotos. Também usei muito o celular e o Instagram, para compartilhar instantaneamente com os amigos. 

Bem, passei um pouco rápido por um bom lugar. Parei no acostamento, desliguei o controle de tração, primeira marcha, pé esquerdo no freio e direito no acelerador, e a vontade de riscar o asfalto ao fazer um retorno cruzando a pista. Mas assim que soltei o pedal do freio apareceu uma indicação que logo sumiu: "competitive mode". E o carro saiu tracionando sem patinar, ao contrario da minha expectativa. Sem o manual do proprietário para consultar, eu concluo que a rotina que eu fiz acionou esse modo de competição que deve ser similar a um controle de largada, para arrancar com o máximo de tração possível. Pelo menos evitou que a minha manobra não acabasse mal.



Logo encostamos e eu desci do carro, assim como o Fernando. Ele me perguntou por que eu sempre deixava o carro ligado. E eu respondi que era para não ficar enrolando nas paradas e, naquela parada específica, para a ventoinha resfriar o motor. Assim que retomamos à viagem serpenteando a represa, o display do painel mostrou outra mensagem, agora indicando que o pneu dianteiro esquerdo estava com alta pressão, e logo depois que o traseiro direito também. Bem, sinal que a lenha foi boa a ponto de aquecer bem a borracha. 

Segui me divertindo nas curvas, com o acelerador, as marchas, o ronco do motor nas reduzidas e de tempos em tempos me atrapalhando com as borboletas no volante. Suspensão e direção impecáveis. E o vento refrescando o calor do sol. Olhei para o Fernando e disse: "na próxima parada você pega o carro". Ele não quis ainda. Sorte minha. Começamos a descer a montanha e escutamos uma sirene. Ih! Me pegaram, eu pensei. Mas era uma Dodge RAM dos bombeiros, que logo foi seguida por outros carros de bombeiro atrás de algum foco de incêndio. Pensei que o foco pudesse estar nos meus pneus. 

6,1 km/l mesmo mandando brasa!
Na descida, muito sinuosa, os dois começaram a enjoar. E para não complicar a nossa vida mudei a alavanca para o modo automático e desci bem na maciota, já umas quatro da tarde. Nessa hora consultei o consumo no computador de bordo. Mesmo com as lenhas e o meu modo binário de controlar o pedal do acelerador, o mostrador indicava incríveis 14,3 milhas por galão, equivalentes a 6 km/l. Isso num V-8! Esse motor LS3 é sensacional. 

Apesar da frente longa o incrível LS3 fica bem recuado, quase totalmente atrás do eixo dianteiro
Terminando a descida passamos por uma cidadezinha simpática chamada Santa Helena e paramos num tipo de padaria que vende produtos orgânicos. Eu queria mesmo um belo e suculento hambúrguer do In N Out, uma rede da Califórnia a qual recomendo. Mas o lugar era legal e decidi entrar na onda. Comprei um sanduba natureba e não achei nenhuma bebida conhecida. Vi uma com uma tampinha que dizia "Felicidade numa garrafa" e no rótulo estava escrito algo como "experimente o Nirvana". Peguei essa achando que seria possível ficar mais feliz do que eu já estava. As vezes sou muito ingênuo. A bebida era horrível e não senti nada a mais. Talvez porque já estivesse no máximo da felicidade. Bem que o Corvette poderia vir com essa mensagem estampadas em algum lugar!

Felicidade e Nirvana numa garrafinha? Não é tão fácil assim.

Depois de alimentarmos a alma com o passeio e o corpo com o sanduba colocamos o teto e partimos satisfeitos para o regresso a São Francisco. Agora, que estava trânsito, o Fernando no volante e eu só curtindo esse estado de satisfação. Pegamos um trânsito intenso e eu só fiquei imaginando um jeito de cortarmos caminho pelas montanhas, em direção a Sonoma. Mas decidi sossegar. Foi aí que descobri uma rádio fantástica, por satélite, que só tocava músicas legais do anos 90, U2, The Cure, Depeche Mode, Police, New Order, Talking Heads e similares. Isso num som premium Bose. Caramba, se melhorar estraga. 

Já na direção de Sonoma o trânsito liberou. Apareceu um descidão sem absolutamente nenhum movimento e eu não vi placas de limite de velocidade. Fernando, bota esse Corvette pra andar! Quero ver 100 aí no velocímetro! E o Fernando se soltou, 70, 80, 90, quase 100. Mas o trecho acabou. A essa altura o Fernando já estava pilotando e ao som de uma música bacana balançava a cabeça. "É, Keller, vou fazer isso mais vezes quando eu viajar. Não vou economizar felicidade!", disse ele. 

C6 e C5 lado a lado

Depois disso passamos pela Golden Gate, totalmente encoberta pela neblina típica da região e paramos em São Francisco, onde jantamos. De lá partimos para o aeroporto pela autoestrada 101. De noite, devorando a estrada, os dois calados, nossas cabeças povoadas lembranças frescas de momentos inesquecíveis, e começou a tocar a música "Enjoy the Silence", do Depeche Mode. Aumentei mais o som, acelerei e pensei no dia memorável que tivemos. Simplesmente esqueci de tudo que mencionei no primeiro parágrafo desse longo texto.

Não acho que todo esse efeito foi causado apenas por um carro, mas sim pela combinação de diversos fatores. Mas o Corvette, sessentão, parece um rapagão de 18 anos. Tem uma história gloriosa e rica. Faz parte integrante da cultura de um país que preza a liberdade. É ao mesmo tempo tecnológico, mas com um grau apropriado de imperfeição. Deve ter alguns defeitos, mas preferi ignorá-los e explorar apenas suas qualidades. A todos que passaram a desgostar da GM nas últmas décadas, nunca se esqueçam do Corvette. Ele é mais que um carro.

Caso alguém queira a dica de como fazer esse passeio no link está o percurso aproximado do caminho que fiz: http://goo.gl/maps/iHRlb 

PK






















92 comentários:

  1. Fantástico...

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    1. Realmente fantástico, mas vendo os dois lado a lado, não consigo parar de pensar em como o C5 é infinitamente mais lindo que o C6. Claro que o C6 é fantástico, mas acho que o C5 é o melhor exemplar da espécie.

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    2. parabens pela matéria,muito boa;pena é só poder ler e não compartilhar essa experiencia;ai que inveja

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  2. As estradas de sp estão ótimas, o problema é o preço que pagamos para andar nela.

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  3. Que viagem!
    Espero um dia ter o prazer de fazer uma dessas!

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  4. Sensacional. Espero um dia ter oportunidade de guiar um Corvette!

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    1. Paulo keller13/08/12 21:13

      Raphael Hagi, Torço para que isso aconteça, Abraço, PK

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  5. "Sunday bloody sunday"-U2 * "In between days"-The Cure * "Message in a bottle"-The Police * "The perfect kiss"-New Order * "Wild wild life"-Talking Heads: uma trilha sonora deste tipo e mais este carro...fizeste uma viagem e tanto, heim!!!

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    1. Acrescento She Drives me Crazy, do Fine Young Canibals, para ficar no clima

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    2. Não entendi a ligação entre anos 80 e este carro... nada a ver.

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    3. Mr. Car, a sequência foi mais ou menos essa, e muitas outras. Foi demais. Abraço

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    4. Anônimo, no final dos anos 80 eu tinha 18 anos. Uma época inesquecível, que vivi ao som dessas músicas. Nada a ver com o carro, mas com o momento.

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    5. Mr.Car
      Para quem foi "coroinha" quando crianca, voce ate que é bem moderninho na sua selecao musical. Né nao?

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    6. Voces todos nao sabem nada!
      Minha única música seria o som do V8
      E ponto final.

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    7. O Miss Mobilete queimava a coroinha...

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    8. Paulo Keller13/08/12 20:45

      Realmente o som do V-8 já bastava. Mas eu só liguei o rádio quando fui para o banco do passageiro.

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  6. Sensacional! eu já tive uma amostra "grátis" do que vc sentiu guiando esse Vette, pilotei um igualzinho ao das fotos amarelo sem teto mas manual, em Gramado - RS realmente é uma sensação indescrítivel!
    Segue video:
    http://www.youtube.com/watch?v=eYRj8NuZJ4I
    Sempre que meu dia termina com altas doses de stress dou uma passeada no vídeo só pra ouvir o ronquinho do motor, e o sorriso nasce na hora.
    abraços e parabéns pena viagem, com certeza um sonho para todo autoentusiasta.

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:52

      Reiter,
      Que bacana! Esse som é uma máquina de sorrisos...
      Já me deu saudades. Esse aí era manual, coisa fina.
      Ví em outro filme curtinho que as rodas desse aí são mais legais. Eu não gostei muito das rodas cromadas do "meu".
      Abraço
      PK

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  7. Apesar de bem mais novo que você, Paulo (sem ofensas!) , entendo muito bem como um dia assim pode fazer bem e ser prazeroso. Tive um ou outro assim na Europa, incluindo uma ida ao Inferno Verde. Estou precisando de mais... Belo texto! Abraço!

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    1. Henrique, deve ter sido especial! Dar algumas voltas em Nurburgring está na minha lista de desejos assim como visitar o Festival de Goodwood e Assistir Le Mans. Abraço!PK

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  8. Filipe_GTS11/08/12 13:33

    Que texto e que fotos! Vc é o cara!

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  9. Eu não consigo tirar uma música ao ler essa matéria:

    Red Barchetta - Rush
    http://www.youtube.com/watch?v=djVGhqvl_8A

    "...I fire up the willing engine,
    Responding with a roar.
    Tires spitting gravel,
    I commit my weekly crime...
    Wind-
    In my hair-
    Shifting and drifting-
    Mechanical music..."

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    1. Bem que essa e outras do Rush podiam ter tocado. Eu adoro Rush também!
      Abraço,
      PK

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    2. Bela coincidência este post, e belo gosto musical. Viajarei para a Flórida no fim de outubro e já reservei, há pouco mais de uma semana, um Corvette e um Camaro SS, cada um por um dia! E, o melhor, já garanti meu ingresso para o show do Rush em Tampa!! Será que naquela região existem estradas agradáveis para percorrer? Afinal, nestes dois dias em que ficarei com estes dois brinquedinhos a idéia é rodar, rodar e rodar...
      Abs.
      Fábio.

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    3. Pois é PK apesar de ser um Corvette e amarelo, a letra traduz exatamente o sentiria tendo essa mesma sorte que você.
      E ainda de quebra serviu para demonstrar o bom gosto dos frequentadores daqui do AE.
      Se bem que por lá se tem a sorte de boas rádios, coisas que aqui não temos a sorte.

      Abração e valeu!

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    4. Márcio Santos,

      perfeito !!!!!

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    5. Paulo Keller13/08/12 20:43

      Fabio, a região de Tampa é muito bacana. Vá a té a costa e encontre algum ponto bacana para destino. Quando eu estive lá descobri um forte e um faról dentro de um parque.
      Estando lá não deixe de visitar o Tampa Bay Automotive Museum, uma homenagem aos carros de motor traseiro e ao início dos carro de tração dianteira. Imperdível.Programe-se de acordo com dias de abertura e horário de funcionamento.

      Veja:

      http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2010/07/tampa-bay-automobile-museun.html

      Na região de Orlando não perca o Old Town:

      http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2010/07/old-town-kissimmee.html

      E também o Don Garlits Museum:
      http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/03/don-garlits-museu-de-dragsters-e-de.html

      Abraço
      PK

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    6. vc numa estrada desta com um senhor carro;curtindo uma boa musica,como Pink Floyd ou Dire Straits,Deep Purple;Deef Leppard........isto sim seria uma viagem dos sonhos de muitos

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  10. Tem cara que nasce com a bunda virada para a lua...

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    1. Quem tava com a bunda pra cima era o acompanhante... Me lembrou "Brokeback Mountain".

      Brincadeira, achei show de bola!

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    2. RSRSRS! Tive sorte e soube desfrutar. Mas nada desse b mountain...
      Corvette é carro de macho...
      Abraço

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    3. Bianca Nazário - Mulher com um "algo" a mais!13/08/12 16:58

      Oba é pro meu!

      Bianca

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  11. Paulo Keller, e só para complementar, creio que há um "opcional" do Corvette para seu futuro proprietário que é a possibilidade do dono acompanhar a montagem de seu motor!

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Isso é pro Z06 e pro ZR1. E não é acompanhar não. É montar mesmo, por a mão na massa.

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    3. É, eu vi isso há um tempo. Mas esses que eu citei estão na lista de equipamentos e especificações no site do Corvette. Este por sinal vale uma visita: http://www.chevrolet.com/corvette-zr1-sports-car.html
      Abraço.

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  12. Legal, PK. Muito legal mesmo. Peço licença para ser um pouquinho chato:
    1) que pena que não era manual!
    2) escreva mais vezes!
    3) peça ao MAO e aos outros colunistas que andam meio sumidos para escreverem mais vezes também!

    Abraço

    Lucas CRF

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    1. Lucas,
      Não foi nada chato!
      1- não teve jeito!
      2- vou tentar
      3- vou pedir
      Obrigado e um abraço.
      PK

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  13. Tenho que tomar algumas providencias imediatamente!! Minha vida esta sem emoção.

    Fusca95

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:28

      Fusca95, vá buscar a emoção. Depende mais de você do que o que você imagina. PK

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  14. JUST AMAZING!

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  15. A Califórnia é maravilhosa! Impossível imaginar outro lugar no EUA para desfrutar de tanto prazer dentro de um carro espetacular.

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  16. Pare de trabalhar tanto e escreva mais no blog meu chapa
    Jorjao

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  17. Muito legal, vc escreve tão bem que consegue até fazer um cara que odeia a GM como eu achar legal ler sobre um Corvette (se bem que o ´vette é uma espécie de terreno neutro...)

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    1. Bacana! Mas não precisa odiar a GM, afinal ela faz o Corvette! Abraço.

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    2. Hehehe é engraçado isso da empatia com marcas, "odiar" talvez seja um termo forte demais...

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  18. Vou a pe de casa para o trabalho, e passo sempre em uma loja aonde poucos meses atras tinha um corvette amarelo para vender.
    Fiquei dias passando em frente dele e parando para admirar, pensando "quem mandou nascer pobre..."
    Depois da loja, como sempre eu seguia o camilho pela Avenida Goias, e passava em frente a GM, como todo santo dia.
    Ai eu via uma horda de Cobalts, Spins e Cruzes.
    O Corvette ja foi embora. Os outros continuam la.
    Eu sou fã da GM, mas hoje em dia no Brasil ta dificil. Ainda bem que la fora ainda tem alguma coisa boa

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:32

      Aeroman,
      A GM está tentando se reencontrar. E pelo histórico dela devemos continuar acreditando. O Cruze é um bom exemplo, assim como o Camaro e o Vette!
      Abraço
      PK

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    2. PK
      Discordo um pouco. Esta tentando se reencontrar? Sim, claro!
      Mas... que rumo é esse que ela está trilhando? Simplesmente não me agrada e muito menos convence.
      Os últimos lançamentos no .br mostram bem o quanto são inferiores em relação aos que ela fez o favor de matar.

      Quanto aos post, maravilha!
      Viva e seja feliz. De preferência rasgando o asfalto.

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  19. Incrivel esse consumo e mais incrivel o relato da viagem parabéns e obrigado,fico abismado com a economia de gasolina desses montros de alta cilindrada em um forúm americano sobre ford mustang 2012 com o novo motor v6 têm donos que consegue fazer 9/10 km/l na cidade com esse motor de 300 cv,vai entender....
    Para musica nessa viagem eu inclua na lista Pink Floyd,Metallica e por aí vai.

    Grande Abraço.

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    1. Ficaria feliz com essa trilha também! Abraço.

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  20. Parabéns PK pela viajem , pela otima escolha no carro e principalmente por esse belissimo texto.
    Abraços!

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:54

      Obrigado e um abraço.

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  21. Sr. Keller, espero um dia poder fazer uma destas. Nos últimos 3 anos fui a Orlando, mas andei somente de Gran Caravan, Edge e Flex. Quem sabe um dia ache um brother para ir à California. Parabéns pelas fotos! Curto fotos também, tenho uma 300S e uma S100. Abraço.

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    1. Ford edge e Flex já tem um pouco mais de emoção. Eu também comecei com minivans, uma Pontiac Trans Sport, em 1996. Abraço.

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  22. PK: legal a aventura. Vc tem razão e no seu lugar faria o mesmo. Tendo a oportunidade, não devemos desperdiçar ou economizar mixaria.Com esta grana, aqui, alugariamos um Celta.... Nunca andei nem entrei num Corvette. Tenho quase 1,90 de altura e, para piorar, mais tronco que pernas. Não consegui caber numa Alfa 156, em BMW 325 coupe com teto solar. Raspo cabeça na BMW 330, etc. Mas caibo bem em Accord, no meu Omega, no meu Civic geração 6 ( geração 7 em diante não). Também entrei em um Sonata e toma cabeça no teto. Cabe cara grande neste carro? Cê mede quanto? Claro que tenho barriga tambem, rss. Abs.

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    1. Eu costumava ter 1,90, masestou encolhendo. Agora tenho 1,88 e peso mais de 100 kg. Quando peguei o Vette achei que sofreria um pouco. Mas não, o carro é fácil de entrar e sair e acomoda bem. Uma curiosidade. Ao ajustar o volante por uma usual alavanca havia apenas o ajuste da altura, o que achei muito pobre. Mas depois achei um botão na coluna com o ajuste elétrico de profundidade. No final do dia agitado minha dor nas costas tinha ido embora.
      PK

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    2. Valeu PK. Não sei se este, mas vou por um Corvette na minha alça e mira.Primeiro vou dirigi-lo, claro. Se me couber.... O nirvana...A o nirvana....
      Abs
      JAT

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  23. Ontem em Interlagos (Kartódramo) tinha um Vette igual ao da reportagem, mas era preto.....

    abs

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    1. Então não era igual!!

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  24. PK, qual a sua profissão ?

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    1. Seu engenheiro mas trabalho na área comercial de uma multi. PK

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  25. Uma matéria deste nível só poderia ter vindo de um Keller, meus parabéns PK, muito obrigado por compartilhar um momento tão especial, me senti dentro da Vette :)

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:55

      Valeu Passarini! Abraço

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  26. Parabêns pelo post PK; suas viagens e carros sempre merecem uma atenção especial, bela adição cultural e entusiasta!

    Linda essa Vette; deve acelerar como um tiro! Já pensou em uma dessas, ter nas mãos um legítimo "Blue Devil"?

    Abraço!

    MFF

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:57

      MFF, um dos nossos primeiros leitores...
      Obrigado!
      Agora que a escala está aumentando vai ficar difícil recuar. Bem que o ZR1 poderia estar disponível para locação!
      Abraço
      PK

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  27. Paulo Keller.

    Muito bom. O melhor carro esporte do mundo, na relação custo / benefício.

    Minha frase: "Infelicidade é pagar passagem aérea para viajar".

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    1. Paulo Keller13/08/12 21:00

      Juvenal, é o preço. Infelicidade é ter um escorpião no bolso...
      Abraço
      PK

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    2. Paulo Keller,
      infelicidade é ter 1/3 do salário (triste termo) tungado pelo governo federal.

      Excluir
  28. Estou partindo amanhã para o Monterey Car week... e terei um como esse, porém conversível , me aguardando na Hertz para uma semaninha de diversão.

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:59

      El Chueco,
      esque ci de incluir essa Monterey Car Week na minha lista de desejos. Curta bastante!!!
      Um abraço
      PM

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  29. Este comentário foi removido pelo autor.

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  30. To indo pros EUA em outubro, mas vou ficar na costa leste. Tava com planos de alugar um mustang, mas vendo o preço do corvette, mesmo sendo quase o preço da câmera fotográfica que eu quero comprar, eu consigo pagar essa conta.

    E com mais de 600 litros de porta-malas, não é possível que não caiba a montanha de roupas que a respectiva quer comprar...hehehehehehehe

    Só tenho que ver se eles aceitam a devolução dessa categoria de carros em outra cidade (a hertz não aceita), porque a idéia é fazer de carro o translado entre as cidades que nós visitaremos, justamente para aproveitar a estrada e conhecer o que há de bom no caminho.

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:27

      Carlos Eduardo,
      Uma câmera é um objeto que fica obsoleto rapidamente e de um jeito ou de outro pode ser comprada em outras ocasiões. Já as lembranças que um Corvette pode proporcionar são eternas.
      Se não der para ser um Corvette, tente um Mustang ou um Camaro, mesmo que seja V-6. Você não vai se arrepender. No caso do Mustang, ainda dá para ser conversível, com capota automática. Um prazer imenso também. O ronco de ambos esses V-6 é emcorpado.
      Abraço
      PK

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  31. Paulo Keller...morri de (boa!) inveja. Simplesmente babei.

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:23

      Huttner (desculpe a falta da trema),
      Se é da boa não tem problema. Abraço. PK

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  32. Como o amigo aí de cima falou...........Minha vida esta sem emoção!.......eheheh, Texto maravilhoso PK, parabéns!
    Mauro_XR3 2.0i

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:21

      Mauro, Obrigado.
      Um XR3 2.0i é cheio de emoção!
      Basta um pouco de disposição para vivê-la.
      Abraço, PK

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  33. Ronaldo Nazário13/08/12 16:55

    Aí meu Jesus Cristinho!

    Loucura loucura loucuuuuuuraaaaa!

    Paulo, essa de ficar palmeando no escuro para encontrar a alavanca de freio de mão que estava espremida na coxa do amigo (que não tem a coxa tão grossa assima mas tem a mão grande...) me deu um tesão louco!!!!!

    Ai, uma viagem assim.... hummmmm...

    Esse foi o segundo texto mais erótico do AE!

    O primeiro foi quando apareceu o tesudo do Bambam!

    Ronaldo

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    1. Paulo Keller13/08/12 20:17

      Ronaldo, ainda bem que eu sou bem resolvido e o meu colega não era você...
      PK

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  34. PK,

    Que viagem cara! Depois do dever, nada mais justo que relaxar com uma esticada dessas. Seu amigo será sempre grato pelo seu conselho. Me fala uma coisa, conseguiu colocar o Vette de lado em alguma curva dessas scenic roads? Só não fiquei com mais inveja (branca) de você porque esse fim de semana cai na estrada para testar um carro, nada próximo de um Vette, mas interessante também - saindo do Rio, café da manhã na Região dos Lagos, almiço em Nova Friburgo e um belo por do sol na Teresópolis-Itaipava.

    Achei ótimo você ter colocado o link com a rota. As dicas de viagem de vocês são ótimas, essa prática poderia virar um padrão dos textos que relatam viagens.

    Sobre as fotos, mesmo quando você resolve simplificar, o resultado é fantástico, parabéns.

    Grande abraço

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    1. Paulo Keller13/08/12 21:05

      Caro Caio,
      Muito obrigado pelo incentivo.
      Quanto aos mapas, pelo menos nas minhas vou colocar.
      Para fazer curva de lado só desligando o controle de tração.
      Eu achei melhor não fazer isso. Olha que eu abusei bastante. Mas quando numa curva ví um ciclista caí na real e tentei me conter. Não queria estragar o passeio! E nem ser preso lá nos states!
      Abração
      PK

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  35. Warley Camurça13/08/12 20:56

    Algumas estradinhas sinuosas na califórnia, um bom amigo do lado, boa bebida, boa música, um conversível amarelo V8 roncando livre... São coisas como estas que fazem a vida valer a pena!
    Ainda sonho em um dia fazer algo parecido, viajar por essas estradas desertas dos Estados Unidos num clássico roncando grave (Podia ser um Plymouth GTX 1970 ou um Dodge Coronet 1968), ouvindo rock clássico, jazz e blues, parar em cidadezinhas de beira de estrada com casas de cercadinho branco e bandeiras americanas penduradas, conhecer alguns senhores "Redneck's" com história pra contar, talvez até dormir num motel barato, beber num bar de motoqueiros decadentes, observar as pessoas irem e vir, e no dia seguinte, cedinho, entrar no carro e sair meio sem que sem rumo...
    Tenho fé que um dia farei isso ainda!!!

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    1. Paulo Keller13/08/12 21:14

      Warley Camurça,
      O que seria da nossa vida sem os sonhos. Temos que ter fé e trabalhar para conquistá-los. E se ficar muito difícil podemos ajustar. Mas sem sonhos não dá.
      Impressionante como essa sua viagem deve estar no imaginário de muitas pessoas. Essa cultura americana realmente é um sonho, o american dream.
      Já ssistui o vídeo de Stylo do Gorollaz. Me veio a cabeça com sua descrição. Talvez você não goste do estilo da música, mas vai gostar da estética do vídeo, excluindo-se os bonequinos escrotos e a violência é claro.
      http://www.youtube.com/watch?v=nhPaWIeULKk
      Abraço,
      PK

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    2. Warley Camurça15/08/12 23:29

      Senhor Paulo Keller, eu já conhecia o vídeo, fazia tempo que eu não via, mas já tinha visto na época do lançamento.
      E é bem como descrevemos, bem ao estilo "Bad Ass" com o Bruce Willys naquela El Camino vitaminada com uma Colt na mão!
      Eu rí muito com o "bonequinhos escrotos", e já conhecia o grupo Gorillaz, não gosto dessa música especificamente, mas algumas outras sim.
      Grato pela atenção, é é isso mesmo, o que nos mantém vivos são os nossos sonhos, fazem a vida valer a pena!

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  36. Paulo Keller13/08/12 21:11

    Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  37. Eu teria feito diferente...ia de Challenger SRT8.
    E tinha uma linda Ram ali atrás, ao fundo da foto, na beira do lago.

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  38. Pô AK, KD o vídeo???????????

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  39. Paulo, parabéns pelo bom gosto...Napa Valley, que paisagens belíssimas. Sua capacidade de captar e "formar" cenários e ainda assim evidenciar o protagonista da estória nas fotos é impressionante, arte pura!

    André Franco

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