25 de novembro de 2012

O FUTURO DA SUPER-SEGMENTAÇÃO DOS CARROS COMPACTOS


Os quatro nacionais do segmento de entrada da entrada



A terceira reestilização do Renault Clio, apresentado aqui no AE esta semana, nos mostrou uma plástica nada profunda, porém acompanhada de modificações importantes no motor que nem por isso disfarçam a insistência da Renault em manter um carro desatualizado no segmento de entrada num clube do qual já faziam parte o Fiat Uno Mille, o Chevrolet Classic e Celta e o VW Gol G4. Destes, apenas o Fiat tem data definida para encerrar sua produção, o final do ano que vem.

Esse clube de "velhinhos" de entrada começou em 1996. A Fiat lançava o Palio (projeto 178), suposto a substituir o Uno como seu veículo mais barato, mas numa manobra de certa forma inovadora do ponto de vista de marketing automobilístico e que muitos questionaram se teria sucesso ou futuro, optou por manter ambos em produção, posicionando o mais antigo como seu veículo de entrada de entrada. Os demais veículos da família Uno – o sedã Premio, a perua Elba e a picape Fiorino – foram sendo gradativamente substituídos pelos membros da família 178, respectivamente o Siena, a Palio Weekend e a picape Strada. A exceção ficou para os utilitários Fiorino e o Uno furgão, que não tiveram sucessores e estão no mercado até hoje.

O Uno ficou, mas somente com a motorização de 1 litro, não faria sentido haver competição com o Palio nas motorizações mais potentes ou versões mais sofisticadas.


Palio Young 2000 – o segundo de entrada de entrada da Fiat

Posteriormente, no primeiro face-lift do Palio, em 2000, a Fiat inovou mais uma vez. A carroceria nova ganhou um novo motor, o Fire, com versões de 1,0 e 1,3-litro (também multiválvulas) e manteve a carroceria inicial em produção, com seu motor original, o Fiasa de 1 litro, dando-lhe um novo nome, Young.

Esperava-se com isso que o Uno morresse, mas tampouco aconteceu e o segmento de compactos da Fiat passou a ter o Uno 1-litro Fiasa, Palio Young 1-litro Fiasa e Palio face-lift 1-litro Fire, daí para as versões mais sofisticadas, às topo de linha com o motor GM 1,8-litro. No ano seguinte a Fiat se tornaria a líder de mercado do Brasil, posição que mantém até hoje. Sob o ponto de vista mercadológico creio que ninguém poderia afirmar que a Fiat escolhera o caminho errado.

Pelo contrário, a boa resposta do mercado a essa super-segmentação para baixo da marca italiana ganhou adeptos. A Volkswagen lançara o Gol G3 em 2000 e manteve o Gol G2 (projetoAB9), conhecido como “bolinha”, em produção, reduzindo-o a uma única versão de acabamento, motorização 1-litro e duas portas. Pouco depois lançou um misto de G3 com G2, ou o novo com interior antigo, versões de duas e quatro portas, somente com motor 1-litro.

VW Gol "bolinha" e G3 coexistindo


Resumindo, a Volkswagen oferecia três "Gols” de entrada, o “bolinha” (G2), o misto G3-G2 e o G3, todos com motores 1-litro de idênticos potência e torque, mas ao G3 caberiam as versões mais sofisticadas em acabamento e motorização: 1-litro turbo multiválvulas, mais os AP 1,6, 1,8 e 2 litros.

Em Detroit temos os três grandes, GM, Ford e Chrysler; no Brasil também, Fiat, VW e GM com a marca Chevrolet, que não ficaria atrás e aderiu à super-segmentação dos pequenos de 1 litro: o projeto Blue Macaw (Arara Azul) deu uma nova "casca" ao Corsa 4200, batizou-o de Celta e passou a fabricá-lo na nova fábrica no complexo de Gravataí (RS). O Celta teria motores de 1 e 1,4-litro, o novo Corsa 4300 também, mais a opção de 1,8 litro.

Do Corsa 4200 antigo ficou somente o pequeno sedã de quatro portas, rebatizado de Classic e novamente opção única de motor 1-litro, porém com algumas variações de acabamento.

Os três grandes fabricantes de automóveis do Brasil, todos eles super-segmentando os pequenos, criando os de entrada de entrada, os de entrada e os de entrada-saída, três opções bastante próximas em preço, motorização única e diferenças sutis de carroceria. Todos com grande volume de produção concentrada nos compactos, proporções variando pouco de um a outro, de 60 a 75% do que vendiam no nosso mercado. O que ganhou o consumidor com isso? Inovação para baixo, para o mais barato, mais "low-cost".

O quarto grande fabricante seria a Ford, ela também tentou algo parecido, mas seu Fiesta lançado em 1996 nunca fora campeão de volumes. Mantê-lo coexistindo com o Fiesta BV256, este feito em Camaçari, ambos com motores 1-litro idênticos, fazia pouco ou nenhum sentido, parecia uma exigência da área de marketing, "Não tenho nada competindo na entrada da entrada". Essa situação pouco durou e julgaram que o Ka era o mais adequado. Matando o Fiesta antigo, o Ka se mostrou totalmente inadequado sob o ponto de vista de produto, nada mais era que um 2+2 zen, zen espaço, zen porta-malas e zen sal.

Ford Fiesta Street – coexistindo com o Fiesta BV256


Enfim, quando o remodelaram em 2006, corrigiram certas distorções, mas segue distante da super-segmentação de compactos das três grandes. Por que tentar copiá-los?

Bem, o quinto maior fabricante busca o mesmo, com alguns anos de defasagem em relação aos pioneiros. O Clio 2, em vez de morrer, ganha um modesto face-lift e motor novo, aparentemente também porque os marqueteiros demandavam "Queremos algo para competir na entrada da entrada com Mille e afins, produto para a faixa até 26 mil reais". A resposta foi simplificar o Clio 2, mais de-content e menos ao consumidor.

Mas o Clio nacional jamais fora produto de volume. O que produziram em treze anos no Brasil e depois na Argentina, 325 mil unidades, a Fiat faz em nove meses, Volkswagen e General Motors também. Menos de trinta mil por ano dá à fábrica um ritmo de pouco mais de cem veículos ao dia. Para que tenhamos uma idéia, a novíssima fábrica da Hyundai em Sorocaba (SP), que faz 34 HB20/hora, atingiria essa produção com menos da metade de um turno. A fábrica da VW, em Taubaté (SP) produz cerca de 80 veículos/hora. Sob o aspecto de eficiência fabril, algo completamente questionável.

O baixo custo dos populares, ou mais corretamente veículos de entrada, dá-se por baixo custo de materiais e de manufatura, de produção, ou seja, requer eficiência industrial. O baixo custo dos veículos de entrada da entrada, como Celta, Classic, Mille e Gol G4 têm fatores adicionais como amortização já concluída dos projetos e coexistência na linha de montagem de seus irmãos mais modernos, dividem seu custo de produção com eles. Não é o caso do Clio.

Quando o motor Fiasa chegou ao fim, a Fiat deu ao Palio Young o Fire, mas com menos potência que o Palio face-lift. Este motor também chegou ao Uno Mille, mas é curioso notar que na estratégia de super-segmentação eles cuidavam de entregar as melhores opções de potência e torque aos produtos "de cima", criando uma classe B ou subclasse, praticamente dizendo ao consumidor que se contente com menos do menos. Como pode? Motores de 1-litro por si só eram síntese da simplicidade, oferecê-los com "de-rate" de potência e torque? Menos ainda é algo de difícil compreensão, só mesmo num mercado atípico como o nosso.

Fiat Palio primeiro face-lift em 2000


Quando chegou o momento da terceira reestilização no Palio, a Fiat estendeu a idéia de sub-segmentar para baixo do Siena, também versão de acabamento e motorização únicos com casca antiga e também o batismo de Fire.

Sob um ponto de vista, a estratégia da marca italiana tinha uma lógica interessante. Seu projeto 178 seria eterno, a cada 3 ou 4 anos nova reestilização, deixando frente/traseira anterior aos modelos Palio e Siena Fire.

Palio 2004 torna-se versão Fire Economy em 2010


Mas a Fiat é italiana e uma ordem de renovação e obsolescência de modelos Palio e Siena Fire germanicamente ordenados a cada três/quatro anos tampouco faria sentido e eis que na quarta reestilização as coisas não andaram tão bem quanto antes, o consumidor gostou mais da terceira e, ainda por cima, viria o projeto 326, que aproveitou um pouco da plataforma 178 e lhe deu mudanças mais profundas e estruturais.

Assim, o Palio Fire atual ficou defasado em uma geração de face-lift, ainda temos o Mille e o Novo Palio 1-litro, mais o novo Uno 1-litro, que divide a plataforma com o Palio 326 e morte anunciada do Mille daqui a um ano. Pudera, hoje são quatro modelos de entrada, todos 1-litro, uma escadinha de preços com diferenças tão sutis que por vezes chegam a se anular ou inverter, dependendo do estoque de cada concessionário.

A GM ia por outro caminho, os Corsas 4300, hatch e sedã, lançados em 2002, deram lugar ao Cobalt, que também substituiu os Astras hatch e sedãs. A versão 1-litro desse Corsa ficou sem sucessores, mas o Onix hatch e sedã veio em bom tamanho para cumprir essa função, mais matar o Celta hatch e sedã, o Prisma – ops, a GM mudou a estratégia e decidiu manter o Celta em produção…

E a senhora Volkswagen? Germânicos são mais lógicos e organizados, o Gol G4 deve dar lugar ao novíssimo Up!, portanto seu veículo de entrada da entrada passa a ser totalmente novo e coexistirá com o Gol G5, que passará a sucessão ao G6. Ou não. Devem ainda haver longas discussões com os marqueteiros, que na faixa de preços de R$ 22.799 até 22.999 eles ficam sem produto, enfim.

A Ford virá com um outro Ka, projeto global, B562, quatro portas, feito em Camaçari, completamente novo. Diz-se que o premiado motor de 3 cilindros poderá equipá-lo, mas sem turbocompressor..

O segmento de entrada da entrada com três produtos novíssimos, da Volkswagen, da GM e da Ford: onde ficou a Fiat? GM ainda manterá Classic e Celta? Por quanto tempo?
Novos Chevrolet, VW e Ford, no segmento de entrada. Falta alguém


Entram também outros fatores, o Latin NCAP, sempre ele. Falou-se aqui dos resultados da terceira rodada de testes, a compreensão que se tem do trabalho dessa entidade é que, as pessoas passem a considerar a segurança passiva daqueles automóveis que pretendem comprar, Certo, o Sandero teve resultados pífios e incompatíveis com seu irmão romeno, comparado na mesma base de testes. Mas espera-se os novos produtos do segundo, terceiro e quarto maior fabricantes estejam em linha com o mundo, com outros países emergentes, no quesito segurança passiva atenderão os critérios do NCAP de forma mais adequada.

O fator "novos players"’ entra também. O Hyundai HB20 começa em R$ 32 mil reais, o Toyota Etios, em 29 mil, todos atendem não só a lei do airbag, como presumimos o NCAP com melhor desempenho que os atuais, que por sua vez presume-se que subirão de preço por conta da adição obrigatória desses dispositivos de segurança, ou seja, o carro de preço até 24 mil reais vai subir mais um pouco se inserirem reforços estruturais para melhorarem no teste de colisão, a diferença se tornaria ainda menor.

Lembro que quando pequeno conhecera um amigo de meu pai que tinha uma pequena fábrica de móveis. Quando ele trouxe um deles para casa, vi era uma mobília antiga e perguntei à minha mãe, como podia um móvel novo ser antigo, ao que ela inteligentemente respondeu, ”Ele fabrica móveis antigos!” Curto muito clássicos, mas clássicos zero-km não fazem meu estilo.

Será que manter a estratégia do produto de entrada da entrada com projetos velhos e/ou defasados em estilo em uma ou mais gerações, motor 1-litro menos potente, ainda persistirá por anos? Não se esses fabricantes jogarem para ganhar.

MAS



146 comentários:

  1. Antes de lançarem o Fox os "jornalistas especializados" disseram que seria o substituto do Gol...agora é o Up,dúvido!

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    1. Pois é... e esse Up tem uma cara de "Fox Piorado"...

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  2. Fantástico

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  3. Uma correção. Qundo foi lançado o Palio Young, qunado da reestilização do Palio, este ainda usava o motor 1.6 16v. O motor GM 1.8 só veio depois.

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  4. Sem dúvida uma boa inovação..

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  5. Desde que existam opções superiores aos modelos de entrada da entrada, não me incomodo deles existirem, desde que oferecidos a preços também de entrada da entrada. O que não gosto é nos venderem produtos defasados em relação ao que existe mundo afora, porém nos apresentando como se fossem o topo de linha, alinhado com o mercado exterior (o exemplo mais revoltante disso foi o Peugot 207 "Brasil"...)

    Com essa nova obrigatoriedade de bolsas infláveis frontais e ABS, o mercado de entrada da entrada, de preços camaradas (para o mercado brasileiro, lógico) irá acabar. Não acredito que algum fabricante irá lançar um veículo superior com os mesmos preços dos defasados-pelados de hoje. Isso seria atestar que o lucro do modelo anterior era abusivo...

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    1. Concordo com você!
      Não dá pra torcer para lançarem produtos a nível europeu sabendo que irão custar muito mais que os atuais carros de entrada. É só ver o Fiesta mexicano, que vem pra cá sem imposto e ainda assim é caro de doer, mesmo considerando seus itens de série.

      Prefiro que o mercado comece em 22.000 reais com o Mille do que em 29.000 reais com um Etios. Até porque o fato de existirem carros de entrada de entrada não faz com que deixe de ser possível oferecer bons produtos em categorias superiores.

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    2. Aonde estão os "preços camaradas",caro Road essa semana estava olhando o preço do novo Twingo,por acaso desse mesmo segmento,e fiquei pasmo ao ver que custa pouco menos de 8mil euros com bonus de 900 euros, com abs e air bags de série ,sem isenção fiscal( a carga tributaria na frança é de cerca de 37%)e um trabalhador europeu ganha cerca de 3 x mais do que um peão nosso.

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    3. Guilherme, o carro de entrada custa 22.000,00 seja qual for, isso porque nem todo mundo que compra carro novo hoje está disposto a pagar mais de 22.000,00.

      Esse é o número mágico, se lançar um carro com preço menor que esse, simplesmente não terá um aumento significativo nas vendas, e se um carro tiver um preço maior que esse, terá de se justificar (seja com motor maior, acabamento melhor ou simplesmente com emblema VW).

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    4. Para mim o emblema da VW não valoriza o carro, aliás, pelo contrário...

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    5. Se a gente observar bem o mercado Brasileiro, a tendência é lançar um produto mais recheado e caro para agregar valor. Depois, vão soltando as versões mais baratas, não tão mais baratas, uma vez que o carro já é desejado.
      R$22mil dava para ser muito bem o preço de um Gol G5 1.0 duas portas pelado, só com os itens de segurança obrigatórios. Isso já considerando o abusivo mercado brasileiro no que tange a preços e qualidade.
      Digo isso porque os EUA, um Focus com cambio automático, AC e 7 airbags custa 13mil dolares, preço de concessionária.
      Estou falando em 6 mil reais a menos por um produto totalmente pelado em equipamentos, de construção inferior e mais barata do que um Focus com um motor de metade do tamanho com bem menos tecnologias. Logo, vejam que um Golzinho a 22mil não é nada absurdo.
      Mas as coisas aqui já estão modificando o padrão de comparação das pessoas, tornando-as acomodadas com essa realidade.

      E para fechar a bíblia que ficou esse texto, muito me espanta os fabricantes diversificarem TANTO uma gama de produtos baratos (e menos rentáveis, segundo eles) num país onde os custos são tão elevados. Perde-se absurdos sem o ganho por escala.

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    6. totiy,
      Por isso o camaradas em itálico, pois carro por aqui é vendido a preço de ouro! Não vou entrar no mérito da questão de onde vem o preço alto, mas mesmo na Holanda, onde os carros praticamente custam mais caro que em qualquer outro país europeu, os preços são muito bons se comparados aos cobrados pelos mesmos modelos aqui (ao menos 30% abaixo do preço brasileiro...)

      Abraço!

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    7. Guilherme,
      E existem pessoas que querem apenas um carro para trabalho, sem luxo e para trajetos relativamente curtos. Meu pai, lá pelos idos de 1980 e alguma coisa, ao arranjar um emprego em que precisaria de carro para ir e voltar ao trabalho, procurou um Fusca para ser o segundo carro de casa, justamente por ser o mais simples e barato naquela época (mas ele também gostava do besouro, é verdade!)

      Abraço!

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  6. Essa super segmentação dos populares tem mais a ver o quanto se cobra por um "premium" do que quanto custa para produzir um popular.

    Pense bem, quem pagaria 50 mil em um carro que na versão básica custa 22 mil? Seguimentando com produtos inferiores, pode cobrar mais nos ditos "premium".

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  7. [b]teste de negrito[/b]

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    1. Não deu certo Flor...

      Tente mais uma vez, tá?

      Negrito!

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    2. Tem que usar os símbolos de menor que (<) e maior que (>) no lugar dos colchetes.
      Assim

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    3. Será que eu consigo também?

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    4. Consegui !!!!

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    5. <>eu também<>!

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    6. Droga, eu também uma ova!

      Como é que faz essa droga? Explica pro burrão aqui, vai.

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    7. assim<>?

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    8. Olha...

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    9. (<)Última tentativa(>)

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    10. (<)Nadica(>)

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    11. < aaaa >

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    12. 15:58
      Já que vc é tão esperto e inteligente porque não ensina os menos afortunados de intelecto a fazerem o certo?

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    13. !?!?!?!?!

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    14. É assim:


      aí vc escreve o que quiser e coloca novamente
      .

      entendeu?.

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    15. 1 - <
      2 - strong
      3 - a palavra que você quiser
      4 - <
      5 - /
      6 - strong
      7 - >.

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    16. Supercalifragilisticexpialidocious.

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    17. 2a - >

      Desculpe, esqueci o 2a.

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    20. clap, clap, clap....

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    21. Anônimo26/11/12 16:03
      Já disse uma vez e se apagarem direi de novo. Cara burro tem de se fuder para aprender.

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    22. 28/11 15:57
      vai tomar no meio do seu cu, mané

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  8. Outra correção: o Ford Ka é "zen sal" AGORA: ao primeiro, pode até ter sido um erro de estratégia atribuir-lhe a função de substituir o antigo Fiesta, mas que era um carrinho muito bacana, era. Em especial quando trocaram sua traseira européia pela bem mais elegante brasileira. Quanto ao assunto principal do post, esta super-segmentação com convivência de gerações também não me agrada.

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    1. Zen sal nada. O antigo Ka foi o carro mais bonito feito em nossas paragens.

      Ka.

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    2. Rafael Ribeiro25/11/12 13:15

      Exato, o KA era conceitualmente um carro estritamente urbano, mas a Ford não deixou isso claro e os consumidores entenderam mal a proposta, comparando-o a Gol, Palio e Cia. Como carro urbano, era interessante, mas como "pau-para-toda-obra" não.

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    3. O 1.6 dá calor em muito carro de respeito, principalmente em Serras Travadas.

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    4. Rafael Ribeiro,

      Quem não entendeu foi a Ford o nicho do carro. Fiat 500, Mini e Smart vendem muito bem dentro das possibilidades, apesar do preço.

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    5. É verdade, um Ka 1.6 antigo completinho pode ser melhor do que um Fiat 500.

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    6. Eu comprei um Ka faz pouco mais de trÊs anos e me encantei com o carrinho, manutenção barata, desempenho fantástico (1.6), ar condicionado competente, bons freios e conforto acima da média dos pequenos, me levando inclusive a usá-lo bem mais que o meu carro maior. Poucos meses atrás visitei uma concessionária com interesse em ver um zero km e sinceramente, desisti na hora após analizar e fazer TD no modelo novo, que se tornou sem sal, feio e com acabamento horrendo.

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    7. Eu particularmente gosto muito do meu XR 2001. Carro para o dia-a-dia mesmo aqui no Rio.
      Realmente foi mal compreendido no seu lançamento, pois hoje em dia se vê um Fiat 500 custando horrores para desempenhar o mesmo papel.

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    8. Acho que o problema do Ka antigo é que ele era nacional, se viesse importado custando o dobro do preço aposto que ia vender como água.

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    9. anonimo 25/11 16:36

      Falou tudo.
      Pra brazuca, carro de nicho tem que ser caro, bem caro.

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    10. ka especialmente o 1.6 é muito bom, muito esperto e gostoso de dirigir.

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    11. Já ouvi uma história de que os XR 2001 tinham mais potência que o declarado (ouvi falar em 105cv). Alguém confirma?

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    12. Pois é.... se o Ka antigo viesse importado, com um motor acima de 1.0 e com uns RODÕES, e com o preço alto, venderia como água!

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    13. Meu carro mais divertido foi um Ka XR 1,6.

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    14. 25/11, 19:25
      Não, eram 95cv mesmo, gasolina apenas. No Fiesta, 98cv, também gasolina. Somente o Focus é que tinha uma versão com mais de 100cv (acho que eram 103cv, não tenho certeza) e uma versão da Escort SW com 107, álcool.
      É que o Ka era pequeno e levinho, andava mesmo. Fiz um test-drive uma vez, uns meses depois que lançaram, botei pra andar e gostei muito, pena não ter grana à época (tempos duros pra mim, aqueles) e fiquei só na vontade. A vendedora sai do carro trançando as pernas.

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    15. Foi mal posicionado o primeiro Ka, fora a hora errada: Hoje um Fiat 500 é praticamente a mesma coisa e a Fiat lava a égua com ele...

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    16. Fabiano,
      Também já ouvi esse história. O que acontecia era que os Ka 1.6 até 2001 tinham um desempenho melhor que os seguintes. Não acredito que fosse questão de potência máxima, mas sim de calibração, que foi "piorada". Acredito que tenha a ver com emissões.

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  9. Meio incoerente a renault deixar o clio com um motor mais forte que o mais caro (e mais pesado...)sandero...

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  10. Se alguém quiser equipar seu carro de entrada com o básico A/C, DH, vidros e travas, deve comprar um carro de nível superior. E ainda poderá ganhar um motor 1,6.

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  11. Rafael Ribeiro25/11/12 13:18

    Alguém sabe dizer se a Fiat vai dotar o Fiorino com ABS e Air Bags, ou sairá de linha como o Uno e Kombi, por exemplo?

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    1. Sairá de linha também, ela já está testando a versão Novo Uno:
      http://www.noticiasautomotivas.com.br/exclusivo-primeiro-flagra-da-nova-fiorino-derivada-do-novo-uno/

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  12. Apenas um comentário: Pelo que me lembro, realmente os primeiros Fiat's Fire tinham potencia inferior ao Fiasa (acho que era 57cv contra 61 dos Fiasas) mas a cruva de potencia do motor Fire era mais favorável em baixas rotações do que a dos motores Fiasa.

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    1. Daniel

      Eram 55 cavalos nos Fires 8V gasolina.

      E tinha o 1,25 8V de 67 cavalos também.

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    2. Exato, menos potência e torque aparecendo antes.

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    3. O motor Fire, apesar de ter potência total inferior, tem uma curva de potência bem mais plana que os concorrentes, não é necessário mantê-lo na rotação correta o tempo todo para se extrair um nível aceitável de potência.

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  13. Só uma correção. Não foi em 1996 e nem a Fiat que começou essa tendência. Esqueceram do VW Gol BX de 1984? A VW, em 1984, trouxe pra toda linha Gol S, LS e o novo GT, a motorização refrigerada à água e uma reestilização frontal. Porém, colocou o Gol antigo refrigerado à ar, em um patamar inferior rebatizando de Gol BX. Inclusive sua estética frontal foi conservada. Não foi o Mille que começou essa tendência, mas sim o Gol BX que perdurou até 1986.

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    1. E sem falar no convívio do VW Gol 1000 quadradinho com o VW Gol Plus 1.0. Mas o Gol BX é o pioneiro sim.

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    2. Esse Gol BX com motor a ar saiu em 1986 e só ficou em linha esse ano. Na mudança da linha 87 ele foi descontinuado. O Gol de entrada passou a ser o Gol C, uma mosca branca.

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    3. Não. O Gol Bx foi fabricado entre os anos 1984 a 1986.

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    4. Já ouvi dizer várias vezes desse Gol C, mas nunca encontrei um.

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    5. Cara, era rarissimo ver um Gol C na época imagina hoje.

      Eu vi até hoje apenas dois. Eles eram mais simples que o Gol BX refrigerado a ar: Os cintos de segurança eram fixos, sem serem retrateis (o BX tinha cintro retratil), bancos em couvim igual da Kombi (o BX tinha banco em tecido como opcional) e apenas duas cores - bege vime ou branco paina (como a Kombi - o Gol BX tinha de varias cores solidas e metalicas)

      Muitas vezes o Gol C era confundido com o CL porque externamente eram iguais e muita gente achava que o Gol C era na verdade um CL que tinha perdido o "L" na logotipia.

      Tem outro Gol rarissimo de se ver: Gol Special bolinha, 2002 com motor AP1.6. Também eram bi-colores: Branco ou preto. Apenas 20 mil carros foram produzidos, em sua maioria a álcool.

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    6. Eu já encontrei um Gol Special 2002 com motor AP 1.6. Eu achava que aquilo era adaptação do dono. Não sabia que existia original de fábrica.

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    7. Existia sim, assim como Corsa Wind 1.6

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    8. Se a versão CL era deprimente em falta de conteúdo, imagina a versão C. Lamentável o que a falta de concorrência faz. Em 1993 um amigo comprou um Gol CL 1,6 que era uma tristeza. Ele não veio com os difusores de ar das extremidades do painel; não possuía termômetro de temperatura do motor; não possuía hodômetro parcial, somente o total; os para-sóis eram fixos; não havia nenhum porta-objeto; os cintos de seguranças não eram retráteis; a luz de cortesia não acendia ao abrir as portas; não havia luz no porta-luvas ou porta-malas...

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    9. Tive um Gol CL 1988, onde a única coisa que vinha de série eram os cintos retrateis, o ventilador (de ar frio, kkk, motor e rodas...

      Temos um Voyage CL em casa, este já tem a mais o desembaçador traseiro, vidros verdes, termômetro da água do radiador e relógio (analógico) no painel...

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    10. Salvo engano (que não acredito estar havendo), Corsa com a denominação "Wind" e motor 1.6, nunca houve.

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    11. Melhor ainda foi no fim da década de 90 que a VW fez coisas como lançar carro esportivo sem conta giros, carro importado sem ar condicionado, etc

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    12. Mr. Cat... eu também fiquei na dúvida sobre a existência do Corsa Wind 1,6, porém, ele existiu. Pesquisei no site da FIPE e ele foi fabricado entre 1998 e 2002. Seu painel não possuía conta-giros.
      Asterix

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    13. Existiu até Parati C. Na polícia civil de SP vi algumas viaturas desse modelo. Acho que o "C" estava restrito a frotistas e governo, só pode.

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    14. Mr. Car, é porque o Wind 1.6 não tinha o adesivo do 1.0, então dava pra confundir com um GL.
      A diferença mesmo era no acabamento interno simples e no painel, como o 08:27 disse.

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    15. Anônimos 26/11/12 08:27hs e 10:57hs: considero que se a fábrica não denominava o Corsa 1.6 de "Wind", não existiu Corsa 1.6 Wind, salvo se ao invés do adesivo na carroceria, esta identificação constasse nos documentos do veículo. A denominação que a FIPE possa ter dado, não considero como tendo valor oficial. Daí nossas interpretações diferentes do assunto.
      Abraços.

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    16. Anônimo 25/11/12 22:49,

      Nesse mesmo ano eu comprei uma Parati CL 1,6 e era exatamente como você descreveu o Gol.

      O que mais me irritava, eram os para-sóis fixos. foi uma tristeza só.

      Também foi meu último consórcio e o meu último Volkswagen.


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    17. Quase todos os VW da família BX (Gol quadrado) tinham acabamento simplesmente podre, verdadeiras carroças, salvo exceções como Gol GTi e Parati GLS. O interior de qualquer Ford, GM ou Fiat parecia verdadeiros Rolls-Royces perto deles, e olha que também não eram lá grande coisa.

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    18. Até onde eu sei, o Gol C foi vendido apenas para frotas, não era disponível para o consumidor comum. Era uma lástima em equipamentos, faz os Mille de hoje parecerem um luxo perto deles: quebra-vento fixo, pára-sol sem articulação lateral, revestimento interno (ainda) mais simples que o CL e por aí vai.

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    19. Mr. Car-roça
      O Corsa 1.6 Wind não tinha o nome na carroceria, assim como não mais o tinha o próprio Wind 1.0 MPFI na época.

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    20. O logotipo "Wind" desapareceu já na linha 96, quando entrou a injeção MPFI. Mas a designação continuou até os últimos modelos de 2001, justamente o ano em que lançaram essa versão 1.6 e que nem constava no catálogo. Em 2002 ainda foi fabricado mas apenas na versão Millenium, assim como o sedã.

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    21. Carro "completo" na década de 80: motor, 4 rodas, 2 bancos na frente e um atras, 2 retrovisores externos, duas placas...

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  14. É, e ainda do Escort Hobby com o modelo posterior.
    Sei lá, Strassen, me parece que o consumidor do modelo "entrada da entrada" não está preocupado com o melhor torque, com o melhor escalonamento de marchas, com o motor mais moderno, e sim com a melhor avaliação da troca, com a melhor taxa de financiamento e com o menor custo de manutenção. Não são carros para autoentusiastas e sim para autodependentes (para aqueles que precisam de um meio de transporte, nada mais).

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    1. Mas pode ser Autoentusiastas e sem grana mas que precisa de um carro confiável.

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    2. CSS,
      A Fiat escolheu puxar 1 litro pra baixo na potência, o consumidor pode se acostumar e não reclamar, até chegarem concorrentes com produtos melhores. Esse é um risco e grande, quais serão mais falados? quais estarão no topo da mente dos compradores?
      Vejamos o exemplo da Hyundai e Toyota, o primeiro trouxe o 1 litro mais potente, avançado e talvez o mais econômico, o segundo abandonou-o e oferece um 1,3-litro com mais torque e mais econômico também, a preço de 1-litro, com qualidade Toyota. A raspa do panelão pode até ficar com os de entrada de entrada, mas sem cereja e sem lucro.

      MAS

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    3. MAS, entendo sua empolgação com os recentes lançamentos das marcas orientais, mas veja bem, acho que você mora na capital paulista; eu moro no interior (não tão interior assim), mas seguidamente trabalho "mais no interior ainda" e a ainda pequena rede de assistência técnica dessas marcas pode ser um fator determinante para a opção por uma das quatro grandes. Lembremos que nem só de metrópoles vive o Brasil, e existem muitas regiões bem interioraranas que têm muito potencial consumidor.
      Além disso quanto custa a manutenção de um Hyundai e quanto custa a de um Mille? Só o tempo dirá se a dita maior qualidade compensará o maior custo versus a menor frequência de manutenção.

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    4. CSS,
      Entendo o Uno e Palio têm qualidades inegáveis, a Hilux e Mitsubishi também, caso contrário, a presença destas nas cidades e climas mais inóspitos do país não seria tão dominante.
      Qualidade, durabilidade e confiabilidade irão dizer se o consumidor irá ser conquistado por essas novidades com mais tecnologia, não acha?

      MAS

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  15. Documentário do National Geographic sobre o Tesla s http://www.fshare.vn/file/TKHPFSYHCT/ esta em italiano mas dá pra entender... capiche...

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  16. alguém quando será lançado este substituto do KA?

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    1. Sei lá!

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    2. Anônimo das 16:28

      Diz-se início de 2014.

      MAS

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    3. Novo Ka "Fiat 500"?

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    4. Nop!
      A segunda geração do Ka europeu, que divide plataforma e fábrica produtiva com o Fiat 500 na Polônia é restrito ao mercado europeu, o B562 será um veículo compacto da Ford para países emergentes.

      MAS

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  17. O comentário sobre o Renault me fez pensar algo sobre os franceses: Eles esqueceram de como fazer carros.

    Veja só; antes, tínhamos os alemães, os ingleses e os Franceses com suas suspensões (loucamente) fantásticas, seus comandos de outro mundo e seu estilo, no mínimo, controverso. Eram tudo, mas eram o "modo francês de fazer as coisas." Renault 5; Citroen CX; Peugeot 504...

    Nos últimos 20 anos, as três grandes parecem ter tentado criar modismos, mas, na verdade, são embalagens com técnica copiada, principalmente, dos vizinhos alemães. Não acredito ser uma exclusividade esta crise de identidade, pelo contrário, afeta o mundo todo, mas, especialmente os franceses, parecem estar sem rumo. A crise na europa não ajuda.



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  18. Na boa, enquanto tiver gente comprando, vai ter gente vendendo. Você no lugar da "indústria", fazendo porcarias e vendendo como água, com até fila de espera, pra quê ia tirar um produto do mercado? Duvido!

    Boa parte das pessoas gostaria de estar andando de BMW por aí, mas o máximo que consegue é comprar um Uno "Mille" cujo valor é baixo, essa mesma pessoa cansou de levar tapa na cara com mecânico que não conseguia sequer trocar uma correia então prefere depois de alguns poucos anos de uso renovar o carnê e comprar outro Mille. E o ciclo é assim, a indústria não tem incentivo para se atualizar pois vende fácil e as pessoas precisam dos produtos "baratos".

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  19. A maioria das fábricas possuem muitos modelos com propostas similares com vários casos de "overlap" de classificação. E em alguns casos, carros pesados demais com motores 1L.

    Posso estar equivocado, mas será que não seria melhor ter somente um modelo para cada nicho de mercado? Na minha visão, a fábrica poderia concentrar recursos ($$) em somente 1 modelo e assim (em teoria) vender um produto muito melhor acabado.

    A GM, como citado no texto, chegou a ter cerca de 4 modelos de entrada (Celta, Prisma, Classic, Corsa 4300). Na minha opinião, a GM poderia ter investido mais no Corsa 4300 e Classic do que desenvolver a dupla Celta/Prisma.

    Entendo que, entre as "4 grandes", a Ford é quem menos segmenta seus produtos; acho que esse deveria ser a prática, apesar de não concordar em ver o motor 1L no Fiesta, que deveria vir somente com 1,6L.

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    1. Daniel,
      Perfeito, concentraram-se na diversificação dos de entrada com poucas inovações, mudanças ou atrativos ao invés de investir num lineup mais moderno.
      Vamos ver quem se sobressai com as mudanças dos novos players.

      MAS

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  20. Este comentário foi removido pelo autor.

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  21. A Fiat hoje tem Mille, Uno e Pálio de entrada.

    Não seria melhor deixar um deles mais sofisticadinho?

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  22. Discordo da parte onde são colocados os modelos das 4 grandes. Em relação ao Up! e novo Ka, ok, mas o Ônix acabou que não veio, ao contrário do esperado, para o seguimento de entrada ou "populares". Acabou ficando no seguimento seguinte, entre aqueles e os "premium", no lugar do Corsa e competindo com o Gol e o Palio. Quanto ao modelo da Fiat, ele já existe, foi o primeiro a ser lançado, é o novo Uno. Mas como o Mille e o Palio Fire ainda continuam no mercado, isso não ficou bem claro. Se formos considerar todos os "segmentos" do mercado de carros compactos, Fiat tem impressionamtes 5 modelos no mercado, dos 23 até os 65 mil reais.

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    1. Já andou em um corsa C com motor 1.0? Com este mesmo motor e com o ar cond ligado? O corsa C simplesmente se arrasta, e até que embale é um sofrimento. Tome-lhe a reduzir marcha e pisar fundo no acelerador, altamente estressante (acho até q o Corsa C 1.0 é pior que o Fiesta 1.0). Quanto ao celta, devido ao tamanho, economia de materiais e a um cambio curto, o desempenho do 1.0 é completamente diferente, esperto e com animo para encarar estradas, subidas, etc, etc. Se a GM tivesse tirado celta de linha e rebaixado o Corsa C a carro de entrada, ia ter uma verdadeira tartaruga e a reclamação de muitos clientes...

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    2. E dái, o que tem a ver com que eu falei? Hora nenhuma falei sobre o Corsa C nem disse que este deveria substituir o Celta, o que disse é que o Ônix acabou por substitui-lo a não ao Celta como foi aventado antes do seu lançamento edito no texto, o que é bem diferente.
      Aprenda a interpretar e entender um texto antes de critica-lo.

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    3. Já tive os dois e posso afirmar que o Fiesta 1.0 se arrasta muito mais que o Corsa C 1.0.

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    4. E...
      Impressionante como o pessoal consegue continuar uma discussão que nada tem a ver com o tema.
      Até parece que é uma disputa carro x carro.
      O nível aqui tá ficando pior do que o do Noticias automotivas.

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  23. A GM errou, no meu ponto de vista, ao tirar o corsa C de linha e manter o celta, que não passa de um corsa B com pior acabamento, como carro de entrada. Talvez tenha sido por conta dos problemas referentes à matriz de São José dos Campos, pois seria muito interessante se, ao lançar o Onix, fosse mantido o Corsa C com motor 1.0 como carro de entrada na faixa dos 23.000 reais e retirado de linha o Celta, um carro muito inferior ao corsa c.

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    1. Realmente seria bem interessante ver o Corsa C (em comparação com seus oponentes, que fique bem claro). Mas ai talvez entre muito o marketing como bem diz o texto. O Corsa C nunca foi bem adotado no Brasil, por questões de design mesmo, o mercado é mais familiarizado com o Corsa B/Celta. Talvez ser 4 portas também conte...

      Coisas de terras brasilis...

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    2. Sem contar que o B/Celta fica bem mais barato de ser produzido que o C. Mas ai talvez isso fosse balanceado por possíveis mais vendas.

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    3. É off-topic, mas como o MAS permite que se abuse deste espaço, vamos lá, certamente o Corsa C tem suas qualidades(entre elas, na minha opinião, o design), eu costumava chamá-lo de Corsa da Fiat, pois tem o interior espaçoso, totalmente contra os princípios que a GM enraizou nos modelos que sempre fez no Brasil; e o design tem aquele toque do capô característico do Uno passando por cima dos para-lamas, as lanternas na coluna à moda Punto... só que em termos dinâmicos a linha Celta/Corsa B é muito mais interessante, na verdade o único diferencial construtivo do C é ter suspensão dianteira com braço triangular. Porém ele é quase 200 kg mais pesado que a versão B e o motor VHC, apesar de ter 11 CV a mais, ganhou somente 0,3 ou 0,4 no torque (não sei os números com exatidão, mas é por aí), o que faz dele um carro completamente "chocho" - o 1.0 é uma tristeza - a versão 1.8 mudava da água para o vinho, mas acredito que era muito cara e, pior, mantinha o péssimo acabamento interno (padrão Celta e não padrão primeiros Corsa B). A direção é bem mais lenta, e apesar da diferença de suspensão não houve nenhum ganho em estabilidade.

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    4. E que fim a GM deu no bom motor 1,6 do Corsa? Eu tive um Corsa GL 1,6 MPFI e depois um Corsa GSI 1,6 16v. Quando fui trocar meu Corsa por um novo, optei pelo 206 1,6 16v ao Corsa 1,8 8v.

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    5. O corsa c é superior ao corsa b e celta no quesito dinâmico sim. Entre em um celta e depois entre em um corsa c. Embora o plástico preto predomine nos dois, basta dirigir por alguns quilômetros e percebe-se a superioridade da plataforma 4300. Sem contar que o corsa c nâo tem o volante torto como o celta. O motor SPE4 1.0 cairia muito bem no corsinha C.

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    6. Falou farofa, anonimo. Dizer que o Corsa C não ganhou nada em estabilidade comparado ao B é atestar que não conhece e sequer andou no carro. Minimizar a diferença apenas citando a suspensão dianteira é uma tremenda injustiça com o 4300, uma barbaridade.
      Sabe de uma coisa? A GM não é boba, não. Tirou o Corsa C, manteve o Celta/Classic e entrou com o Onix. Se mantivesse o 4300 perigava do comprador levar o Corsa depois de fazer test-drive nos dois, no Corsa e Onix.

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    7. O problema do Corsa com motor VHC nem era tanto o peso e, sim, calibração do acelerador eletrônico e centralina, mais lento que na linha Celta/Classic. Só andar e prestar bem atenção ao comportamento dos modelos pra atestar a diferença. Nos Prismas e Corsas 1.4 é a mesma coisa, mesmo o Prisma sendo menos potente a resposta é bem mais sensível ao pedal do acelerador. A diferença de peso entre os dois é insuficiente para justificar tamanha diferença.

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    8. Farofa, uma ova. Já tive Celta, Corsa B e Corsa C e posso te garantir que o B é o melhor de todos. Principalmente na versão hatch 1.6.
      Sem dúvida o C foi uma grande evolução em termos de posição de dirigir e espaço interno, mas foi só. Em termos mecânicos e dinâmicos ele não apresenta nada que justifique o maior preço em relação ao anterior.

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    9. anonimo 25/11 22:31
      Esse motor 1.6 ainda vive sob o capô do Sonic, com nome Ecotec e cabeçote 16V com variador de fase no comando.

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    10. Pra você não é farofa, pra mim é. Também já tive toda a linha 4200 com exceção ao GSi e Corsa pick-up, hoje tenho um 4300 1.4 e mesmo original não quero voltar, nem que me paguem pra isso, para o Celta 1.4 que tive antes dele, e olha que ele tinha um trabalhinho no motor e suspensão dianteira.
      Amigo, a evolução de um carro vai muito mais além do que aquilo que você enxerga.

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    11. Ou não. Inclusive, a GM teve a oportunidade de colocar um motor EcoTec no C e não colocou porque não quis.

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    12. Pior que colocou. Lembra da Meriva CD 1.8 16V de 2003? Assim como o Corsa GSi, também era um Ecotec, só que sem variador de fase no comando. Aliás, na europa existiu o Corsa C GSi (era duas portas) com esse mesmo motor e que tinha 122cv. Se você considerar que a Meriva era um "Corsão" com a mesma plataforma não deixa de ser, né?

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    13. Tive 2 Corsas "C", ou "4300". Um VHC e outro 1.8 Família I. Muito melhores que o anterior. Aliás, a GM deveria fazer o Classic com o Corsa C sedã. Creio que seria um sucesso de mercado.

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    14. O corsa hatch C é um muito superior ao B, seja em espaço interno, seja em curvas, seja em crash test. Alguns estranham no começo, como eu, pois a carroceria inclina um pouco, mas depois que apoia o carro segura muito. Tenho um 1.4 econoflex e estou trocando por um onix 1.4, espero que este me faça tão feliz quanto o corsa me fez. O celta 1.0 fica na frente do corsa vhc (1.0, claro)unicamente por serem mais levez devido a uma estrutura de mais simples e mais leve. Acredito que a GM só não o manteve pois ele era produzido em São José dos Campos. Como as coisas não vão muito bem naquela fábrica da GM, não foi viável continuar com o modelo.

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  24. VW - FOX / GOL G5 / UP / GOL G4
    Fiat - Palio 326 / Uno 326 / Palio 3
    GM - Cobalt / Onix / Cetal(o bom e velho Corsa B!!)

    O mercado brasileiro é como tudo no país, uma "bagunça organizada"

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    1. As fabricantes de automóveis devem morrer de medo quando lançam ou mudam um carro no Brasil... Eu acho que muitos brasileiros pensam no carro como objeto de "ciúme ao vizinho", especialmente em cidades pequenas. Um camarada compra um C4 Pallas e todos os outros querem ter um igual, inclusive na cor.

      Eu não entendo, por exemplo, como um excelente carro como o Megane não foi aceito pela maioria dos consumidores no Brasil... e infelizmente, o bom Fluence segue pelo mesmo caminho.

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  25. Essa criação da Fiat, a coexistência de gerações antigas e atuais, foi uma sacada de marketing para aumentar o preço dos lançamentos. No mundo todo, de maneira geral, quando um veículo passa por grande reformulação o antigo desaparece e o novo é lançado ao mesmo preço ou com pequeno aumento. No Brasil, país dos espertalhões, descobriram esse ovo de colombo, que permitiu aumentar muito o preço de veículos que são de mesma categoria dos antigos, mas simplesmente foram renovados. Como exemplo, o "New" Fiesta deveria custar o mesmo que o "Old" Fiesta, que desapareceria para todo o sempre para dar lugar ao novo modelo.

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  26. Essas dezenas de opções e velharias que resistem em sumir entulham e distorcem o mercado, tanto de novos quanto de usados. Culpa dos fabricantes (por medo e ganância) e dos consumidores (ignorância e conformismo). Sorte de quem tem condições e consciência pra se livrar desse lixo, desse círculo vicioso.

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    1. É isso aí... eu prefiro um automóvel semi-novo decente do que um pé-de-boi jurássico zero.

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    2. Pode crer. É igual imóvel, o cara se esfola pra pagar um apertamento de 75m² num pombal qualquer quando pelo menos preço poderia morar num apartamento mais antigo, menos "fashion", porém maior mais bem localizado. Mas essas distorções serão corrigidas no seu devido momento, a hora do acerto de contas está chegando.

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    3. 75 metros quadrados? Cê tá bonzinho, hein? 75 já virou outros quinhentos em São Paulo. A coisa reduziu um pouquinho, coisa de uns 55 a 65 num tres dormitórios. E de onde vc tirou que num apartamento mais antigo e melhor localizado o sujeito vai pagar menos? Muito pelo contrário, vai é pagar mais, principalmente se levar em conta que uma das coisas que fixa o preço é a metragem do imóvel, e apartamentos mais antigos são em geral maiores. Mesmo assim, num antigo as coisas não tão melhores já que demanda muito mais manutenção e isso reflete na taxa de condomínio. Outro senão é que a maioria desses imóveis possuem número reduzido de vagas, na maioria 1 por unidade. Hoje em dia ninguém quer mais saber de comprar apartamento com menos de 2 vagas, só se não tiver jeito mesmo o cara se vira com uma só. Se o preço desse tal imóvel aí que vc diz é assim tão atraente, pode ter certeza, tem gato na tuba.

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    4. É verdade com imóvel pouco importa ser novo ou velho é tudo caro hoje em dia. Os velhos custam ainda mais pela metragem ou por estarem nos melhores bairros, o que cria uma situação "engraçada" ao contrário do mercado de carros, onde o velho geralmente não vale a pena mas vende mesmo assim e mesmo usado é mais caro

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  27. Muito legal o texto, MAS.

    Abraço

    Lucas CRF

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  28. Já não acho que manter esses carros é bom, mesmo coexistindo com seus sucessores, pois justamente esses que ficam é que parte deles como referencia(sic) ao restante da marca, e nisso é que esta o golpe - O preço alto por uma carro pé de boi, mas que vende muito pois é "barato", mas se voce quiser algo mais "completinho" e "bonitinho" leva a mesma coisa praticamente custando 10 mil ou mais.

    Brasileiro nunca aprendeu que carro de entrada não tem nada a ver com carro pé de boi e defasado, mas o consumidor entendeu assim e aceitou, com isso, detonou o mercado, a qualidade, e o preço dos nossos carros.

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  29. A renaut começou vendendo carros mil premium. Descobriu que cresce muito mais em participação se adotar a estratégia das 4 granfes. Carros defasados, plataformas de países emergentes, depenação anual (graças aos contadores de feijão) e apliques plásticos abundantes para um visual mais moderninho e "radical"...pronto: India, Turquia, Irâ e Brasil são a mesma coisa para os deptos de marketing...

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  30. negrito colorido.

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  31. É assim:

    a palavra.<

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    Respostas
    1. assim?<

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    2. ou assim? <

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    3. desisto

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    4. Ainda bem que desistiu. Isso era muito pra sua limitada inteligência.

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  32. Vou tentar te ajudar...

    Primeiro este sinal <
    Depois você escreve a palavra strong
    Depois coloca este sinal >
    Aí você escreve a palavra que você quer colocar em negrito. Digamos que seja a palavra anônimo.
    Depois você coloca novamente este sinal < e este /
    Escreve novamente a palavra strong
    E coloca novamente este sinal >.

    Okay?

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  33. Eu nunca entendi essa estratégia, porque embora mantenha compradores na faixa de entrada-entrada, ajuda a travar as vendas dos modelos mais novos. No caso da GM, ainda não consegui entender onde ela quer chegar. O Cobalt, na minha visão, é o sucessor do Corsa, mas levou Astra para o além. Só que o Astra teria um público que seria o do Sonic - que dizem ser premium.

    Mas pelo porte, o Sonic ocupa a faixa do Corsa, que vem com Ônix. Aí eu pergunto: onde entra o Agile? Por sinal, Classic e Celta continuam... Por que não matam o Classic e mantém Celta/Prisma (prisma = classic) como modelos de entrada-entrada? Na sequência, Ônix (matando o Ágile) e Cobalt. Sonic no lugar do Astra e Cruze no lugar do Vectra.

    No caso da Renault, acho que a manutenção do Clio em linha é uma tentativa de elevar as vendas de um carro que não é ruim. Mas não adianta mais insistir, já deu. O que a Renault deveria fazer seria: matar Clio e Symbol, colocar Sandero/Logan como entrada, com uma oferta de equipamentos que criaria competição com HB20 e Etios, criar um modelo premium (poderia ser a nova versão do Clio) e na sequência posicionar o Fluence.

    A VW é confusa também, pois temos Gol G5 (quase um fusca de tão pelado) e G6. Fox seria o sucessor do Gol... e ficou como um compacto premium que de premium mesmo não tem nada - ajudou foi a travar as vendas do Polo - que ainda é imprensado lá em cima pelo Golf. O Fox só ajudou a dar fim à Parati com a SpaceFox, mas não repete a mesma repercussão da antecessora.

    A Ford tem uma linha interessante: Ka como entrada, pode ser. É um carro pequeno, para quem realmente está começando no trânsito. Daria para incluir alguns equipamentos de serie e apostar na personalização, como a Fiat faz com o Uno. Depois Fiesta antigo, como complemento do segmento de entrada. New Fiesta na premium e Focus entre os médios, com Fusion na dos grandes sedans.

    A Fiat é muito confusa também. Mille antigo, Uno (com versões 1.0) Palio Fire, (Novo) Palio... tem muito 1.0 aí. Como eu faria: Mille antigo, custando R$ 21 mil, com um só pacote de equipamentos: vidros e travas elétricas, rádio am/fm com cd, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, com ar e dh como opcionais - com painel com conta-giros. Para disputar com Chery QQ.

    Nova Uno, entrada. Novo Palio, compacto prêmium. Punto: disputando com Sonic/New Fiesta. Bravo - uma pegada esportiva - com acabamento e equipamentos voltados para um público mais afeito à carros velozes - com motor 2.0 T-Jet

    Palio antigo - fim de linha.

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  34. MAS,

    Achei sua análise bastante interessante e completa. Mas eu não concordo com a observação feita sobre o Ford Ka. Ele não é um 2+2 sem espaço, sem porta-malas e sem sal. Muito pelo contrário, aém de ter um estilo diferenciado, o que da um certo charme ao carrinho, era uma proposta muito interessante de veículo urbano versátil e econômico. A Ford simplesmente matou o Ka, achei muito lamentável, e lançou outro carro, que não tem a mesma proposta e nem o mesmo estilo, apenas usando o mesmo nome. Talvez tenha atingido seu objetivo de ampliar mercado com este modelo, mas isso é outra coisa.
    Ainda temos aqui em casa um Ka MP3 1.0 07, eu sou apaixonado por este carrino, e para o uso a que ele se destina, ainda não achei nunhum substituto. Só quem tem ou conhece bem o Ka antigo pode saber como esse carrinho é bom. Para mim ele é o verdadeiro "Fusca" moderno.

    ABRAÇOS.
    Sergio S.

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