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26 de novembro de 2012

POR UMA VIDA MENOS COMPLICADA


O maravilhosamente simples Caterham Super Seven. Proibido no Brasil a partir de 2014. (foto: Caterham)


“Existem argumentos que dizem que não existe progresso real; que uma civilização que mata milhões em guerras sangrentas, que polui o planeta com quantidades cada vez maiores de detritos, que destrói a dignidade dos indivíduos submetendo-os a uma existência mecanizada, não pode ser considerada um avanço em relação à pré-história, e suas mais simples sociedades baseadas na caça, coleta e agricultura. Um argumento atraente para muitos, mas falho. As tribos primitivas permitiam bem menos liberdade individual do que a sociedade moderna. As guerras antigas eram infinitamente menos justificáveis moralmente do que as modernas. A tecnologia que produz detritos pode achar, e está achando, meios de descarte ecologicamente corretos para estes detritos. E as fotos de museus que mostram os homens primitivos às vezes omitem as desgraças de sua vida primitiva – a dor, a doença, a fome, o trabalho duro necessário apenas para sobrevivência. O fato de termos saído desta agonia da mera existência e chegado à vida como vivemos hoje, só pode ser avaliado como um grande e inegável progresso. E o principal agente deste progresso é claramente o avanço da tecnologia humana.”
Robert M. Pirsig, em “Zen e a arte de manutenção de motocicletas”.

Apesar do texto acima apresentar uma verdade inegável, muita gente ainda acha que tecnologia é um mal, e que tudo só piora. Esse tipo de pessoa, conhecida pelo difícil nome de misoneísta, falha em observar as vantagens criadas pelas novas tecnologias em nosso dia-a-dia, concentrando-se apenas nas desvantagens inevitáveis.
 
Eu não estou entre eles. Não chego a ser entusiasta de novidades, pelo contrário, sou devagar para adotar novas tecnologias, mas reconheço que, como bem disse Pirsig no texto acima, a humanidade sempre evolui.  Talvez seja difícil perceber isso em nossa breve estada por aqui, mas para isso existem os livros de história, que não deixam dúvida alguma a este respeito. E toda nova invenção tecnológica, por menor que seja, é um passo para esta evoluçã

Mas dito isso, tenho que dizer também que a complicação do mundo moderno anda me incomodando. Não a tecnologia em si, mas mera e simples complicação de coisas que deveriam ser mais fáceis. A evolução da humanidade nunca ocorreu quando algo fácil se tornou complicado, e sim o contrário, quando coisas extremamente complexas se tornam fáceis pela aplicação de novas tecnologias, ideias, e métodos. Tenho a impressão que andamos nos esquecendo disso.

Volante de direção...(foto: Globo.com)


E acho que não sou o único a pensar assim. Recentemente fui assistir com minha filha o mais novo filme de James Bond, "Skyfall". Numa cena antológica, o novo Q entrega a Bond, num museu, seus equipamentos para a sua nova missão. Se você acabou de voltar de uma viagem de 50 anos a Urano, e portanto nunca viu um filme do agente 007, cabe explicar que Bond costumava receber de Q um sem fim de equipamentos, de computadores a abotoaduras Laser, de rádios embutidos em dentes falsos a carros equipados com metralhadoras e assentos ejetores. O equipamento de Bond sempre foi extenso e complexo.

Mas não mais. Em "Skyfall", Q primeiro passa a Bond um envelope com as passagens, cartões de crédito e passaportes. Em seguida, uma caixa preta pequena. Bond olha a caixa meio confuso, e abre a tampa. Dentro, apenas duas coisas. A primeira é uma pistola semi-automática Walther PPK-S, com acabamento escuro, programada a reconhecer a pega de Bond apenas, e atirar só com ele. A outra, um minúsculo transmissor de rádio, com apenas um botão; para ser acionado caso o agente precise de ajuda, em qualquer lugar do mundo. Bond pergunta: “Uma arma e um rádio? É só isso?” Ao que Q responde: “O que esperava? Uma caneta explosiva? Francamente...”


Bond conhece um novo Q em "Skyfall". Na mão direita dele, todo o equipamento que Bond usaria no filme (foto: screenrant.com)

Essa foi apenas uma das coisas que fez de "Skyfall" talvez o melhor filme de Bond que já assisti. Simplicidade. A complicação tecnológica do filme fica a cargo dos vilões.

Uma brisa de ar fresco. E sinto isso porque andar em carros modernos, algo que faço regularmente por força de profissão, está cada vez menos simples.

Veja por exemplo o carro novo de minha esposa. Se o coloco em marcha-a-ré, ele faz um ruído eletrônico avisando que ela foi acionada, píííi. Se passo perto de alguma coisa andando de ré, ele faz mais pí, pí, píííí. Eu conheço a garagem de minha casa, não preciso de nada me avisando de obstáculos, mas o treco me avisa mesmo assim. O pior é que na parede do fim da garagem existe um amortecedor de espuma, que me permite dar ré sem medo, até encostar nele. Mas nesse carro, sou obrigado a ouvir o  pí, pí, pííííí crescer e crescer até virar um insuportável PÍÍÍÍÍIÍÍÍÍ.  Esqueceu chave no contato? Píííí, mesmo se você só ia descer por um segundo. Abriu a porta com farol ligado? Píííííí de novo, lógico. Eu mereço.

Mas não é só isso, camaradas. Se ando um pouco sem meu cinto de segurança, lá vem outro pípípí me perturbar. Mesmo o passageiro dianteiro tem um sensor de presença no banco, que gera mais pípípí. Parece uma besteira, porque todo mundo usa cinto hoje em dia, mas a gente anda sempre com pressa, e vai pondo o cinto a caminho, sempre, a tempo de ter a paciência testada pela maldita babá eletrônica. É suficiente para um cara ter ganas de cortar o cinto e deixar a fivela sempre lá...


Aí pensei: deve ter um jeito de desativar isso. Lógico, coisas tão irritantes assim devem ter um botão liga e desliga, algo que diga aos computadores que não estou interessado em ser irritado todo santo dia, mesmo que minha vida esteja em risco. Mesmo porque já corro risco de suicídio se continuar este inferno. Nem que seja suicídio financeiro por tacar fogo no carro.

Peguei o manual do proprietário no porta-luvas então. Aí descobri que as coisas podem piorar.

O manual é enorme. Mas o pior não é isso. É constatar que mais da metade dele é dedicada a avisos de risco iminente. Vai acender um cigarro? Antes de explicar como funciona o acendedor e o cinzeiro, você vai ter que aprender que se colocar algo metálico no buraco dele você corre sério risco de morrer eletrocutado. Que se você colocar o dedo no acendedor quente, vai queimar o dedo (dã!). Cuidado especial com as crianças aqui! As crianças, as crianças, AS CRIANCINHAS!

Uma vez quando criança eu queimei o dedo num acendedor de carro. Ao invés de culpar o fabricante do carro, meu pai deu uma boa risada, e disse: tá vendo, moleque! Isso é para você pensar antes de meter o dedo em qualquer lugar! Tive sorte em meu pai se divertir com a minha burrada, porque senão ainda por cima ia levar umas boas palmadas para certificar que tinha aprendido a lição.



O manual é ridículo. Para cada duas linhas de explicação de algo, uma dúzia de avisos sobre as mil maneiras em que o carro pode te machucar. Onde fomos parar...

Mas o pior é que não tem como desligar os apitos. Sou obrigado a ouvir esses avisos todos, todo santo dia, provavelmente porque sou um idiota que precisa ser protegido de si mesmo. De novo, eu mereço.

Mas tem mais. Tem o Bluetooth também. O meu celular funciona perfeitamente, sempre conectando quando entro no carro, e permitindo que fale ao celular no volante sem ser multado, uma útil maravilha moderna. Mas o da minha esposa, que era relativamente novo, não é compatível com o carro. Ou troca de carro, ou de telefone, os dois não se entendem... E ainda tem minha filha, inconformada que seu iPod se conecta, mas o carro acha que ele é um telefone, e não toca as músicas dele via Bluetooth. Tem que usar o cabo. Mas aí ela não consegue controlar as músicas pelo aparelho, do banco de trás. O carro da mãe da Patrícia funciona, por que o nosso não?

Eu, como o entusiasta de automóveis residente, ganho reclamações diárias das duas neste assunto, e uma frustração danada delas pela minha falta de habilidade em resolver estes problemas. Uma azia completa, que nenhum sal de fruta resolve.


E o pior é que, a coisa de dois meses atrás, nenhum desses problemas existia porque o carro antigo só tocava CD mesmo, nem entrada USB tinha. E a jaca não apitava nunca, graças a Deus. O antigo também não tinha sua velocidade máxima (e não rotação, atenção aqui, é diferente) limitada por mais uma babá eletrônica. A vasta maioria dos carros modernos tem a sua velocidade máxima ditada não pela sua capacidade de atingi-la, e sim por quão rápido o fabricante do carro está disposto a deixar você andar. Porque, lógico, você não tem responsabilidade para decidir isso sozinho, suponho.

E quando podemos escolher algo, bem... As mais modernas e atuais versões do tradicional carro esporte, hoje coisas japonesas turbinadas e com tração integral, que não tem nome e sim siglas, tem tantas regulagens eletrônicas e possibilidades de ajuste que simplesmente me perco. Dá para passar uma semana inteira ajustando sem parar as mil e uma funções, as trezentas mil regulagens de dureza de suspensão, as mil e uma posições de dirigir, os mil e um equipamentos e acessórios, que nunca dá para saber como o carro é de verdade. Eu só quero dirigir, não quero acertar a dureza do amortecedor e molas, isso devia ter sido feito pelos engenheiros que projetaram o carro. Isso é trabalho! Parece que os caras não conseguiram decidir, e resolveram deixar tudo para mim! Francamente...

Foto: Aol.cars.com

Este é um fato crucial aqui. Dallara ou Alfieri nunca deixariam tal escolha para quem comprasse o carro. O carro era uma criação deles, e seria o mais perfeito que eles pudessem atingir. Se os carros de Alfieri sempre foram mais confortáveis que os mais nervosos e ágeis de Dallara, é só um reflexo da personalidade de cada um deles. Hoje em dia, todo mundo quer agradar a todos, e por isso mesmo ninguém assina a obra. Não importa o que os departamentos de relações públicas digam, carros hoje são obras sem criador, acéfalas, moldadas por consensos coletivos inócuos e sem coragem de enfrentar opiniões contrárias. O carro como uma expressão não somente do intelecto, mas sim também da alma e do coração de seus criadores, desapareceu. O que é uma coisa muito, mas muito triste mesmo.

Mas talvez eu seja um chato. Afinal de contas, eu acho todas as modas automobilísticas modernas uma chatice sem fim. Não consigo imaginar, por exemplo, o por quê de uma pessoa abandonar o pedal da embreagem por qualquer outra coisa só porque “cansa de usar embreagem e câmbio no trânsito”. Nunca aconteceu isso comigo. Alavanca de câmbio e pedal de embreagem são partes indivisíveis do ato de dirigir. Sem eles, o dirigir se torna cada vez mais algo eletrônico, remoto, distante. O envolvimento diminui demais, a ponto de parecer um jogo de computador. E olha que nunca me interessei em jogos de tema automobilístco justamente por isso: pela falta de real envolvimento que conseguia em carros de verdade.

E o carro moderno ajuda muito neste sentimento. Até os caríssimos e exóticos esportivos de motor central e mais de 400 cv se comportam hoje como carros de luxo, isolando totalmente o exterior, e anestesiando os comandos até que se tornem tão somente joysticks de um x-box gigante. Sempre houve carros que em nome do conforto isolaram e amaciaram tudo até que o motorista quase durma ao volante, mas agora TODO mundo caminha para isso. Não é uma questão de precisão, de velocidade, de comportamento. É uma questão de interação entre o homem e a máquina. O carro moderno não confia em mim, e se protege disso controlando os freios quando acha que não sei o que faço, a estabilidade quando eu erro, e me mandando colocar o cinto, desligar luz, parar de andar de ré. Ora, todo mundo sabe para onde vai um relacionamento onde uma das partes não confia na outra.

Foto: Fiat

 É por isso que realmente gostei do meu recente passeio de Mille. E mais ainda de um passeio recente com uma réplica de Lotus Seven (aguardem um post sobre isso).  Estes dois carros, coisas simples e descompromissadas, serão em breve proibidos em nosso país pelas leis que obrigam ABS e airbags. O Seven então, é simplesmente maravilhoso, uma volta a tudo que faz o ato de dirigir ser memorável. E, incrivelmente, o Mille não fica muito atrás disso. Na simplicidade, na cumplicidade, na deliciosa interação dele com o mundo lá fora e comigo lá dentro, são parecidos. São carros simples, onde você entra e facilmente se sente a vontade, comandando comandos mecânicos diretos e sem filtros, te tornando o mestre completo da máquina. O fato de que este tipo de cumplicidade com um automóvel está acabando traz um céu nublado para a alma de qualquer um que já a tenha experimentado.

Foto: Caterham

O que mais me irrita nessa situação é a falta de opção, a negação do meu direito de escolha de como viver minha vida. Eu não poderei decidir não ter airbag, ABS, ou mesmo avisos irritantes, mas “importantíssimos” para minha saúde. Nem ao menos desligá-los poderei, a julgar pelo caso dos irritantes pípípís. Me sinto um idiota, uma criança que o pai não julga responsável por suas próprias ações e portanto restringe suas liberdades. E é disso que falamos aqui, de restrição de liberdade. Não de segurança, nem muito mesmo saudosismo ou aversão à tecnologia. Estamos discutindo nossa liberdade de escolha.

Dirigir caminha a passos largos para se tornar também proibido. Ou vocês acham que, lá bem escondidinhos em cantos obscuros, burocratas governamentais e fabricantes de automóveis não imaginam um futuro de carros autônomos? Tecnicamente, é perfeitamente possível. Procurem notícias disso e sintam medo. E, com o pensamento atual, é inevitável. Deixar essas pessoas irresponsáveis por aí dirigindo carros como quiserem e para onde quiserem? Isso não pode dar certo, vão se matar, será impossível controlá-los!

Acham que exagero? Ninguém na Alemanha dos anos 1930 achou que um certo Adolf estava exagerando quando começou a contar seus sonhos de uma Alemanha forte e superior. Tudo que sucedeu a isto aconteceu debaixo de aplausos estrondosos.

E é assim, pessoal, que morre a liberdade. Eu, o chato, já não poderei, depois de 2014, ter um carro exatamente como gostaria.

Você é o próximo.

Foto: Caterham
MAO

263 comentários:

  1. tenho que construir meu seven logo...

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    1. Anônimo,

      Somos 2. Mille, Kombi, Seven, Morgan de 3 rodas...

      Seria tão mais fácil se nos deixassem em paz.
      MAO

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    2. Putz, o Seven até vai, mas construir Uno, Mille e Morgan de 3 rodas...

      Se não for pra venda qualquer um pode construir um Seven e usar ele. Aliás, se for vendido como carro de competição pode ser feito modelos até sem pisca alerta, só que só podem ser usados em autódromos

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    3. Mas as regras de construção será que valerão para prototipos e carros artesanais? Airbag e abs em uma replica é impossivel.
      Outra coisa, pela propria regra atual um seven tinha q ter parachoques... Coisa q na real não tem...

      Se não houver alternativa, eu que tb tenho a vontade de construir o meu, proponho um multirão. :o)
      É o "multirão do carro (de verdade) proprio".

      Abraço,

      Ozirlei

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    4. Até onde eu saiba normas de impacto para carros vendidos como de competição ou especiais não se aplicam, mas não se pode usar na rua também. No caso dos Caterham parece que na Inglaterra por ele ser vendido desmontado ele consegue escapar dessas regras e rodar na rua também

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    5. Anônimo 26/11/12 13:55: sim, corre o risco das replicas deixarem de existir nas terras tupiniquins graças a nova legislação que exige o ABS e Airbag, pois, a lei abrange todos carros fabricados a partir de 2014.
      Diferente de outros países, onde as réplicas devem apenas atender às normas de segurança da época do projeto original.

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    6. Zé da Silva27/11/12 09:50

      MAO
      Localize o alto falante que faz pipipipipipi, corte os dois fios e coloque uma resistência, você acabará com o incômodo.
      Não afetará em nada o funcionamento do veículo.

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  2. MAO, BB, JJ, AK... parece que o AUTOentusiasta preferido é sempre o ultimo que postou!

    MAO, você é o cara!

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    1. Isso tudo tem a ver com o nosso DNA caro amigo. Data de Nascimento Antiga... eu também não me adapto automaticamente com tanta traquitana modernosa, algumas delas, profundamente irritantes. Deixo o moderno com a chefa e vou desfilando de Palio sem fru fru nenhum, com 14 anos e 266,000km sem abrir o motor e que passou com galhardia semana passada no maldito Controlar. Só troquei o catalizador.

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  3. Sei lá MAO, mas acho que você encontra problema demais em coisa simples. Não é que é chato nem nada, são só problemas e reclamações demais em coisas triviais.

    Eu também tenho um carro que me avisa se estou sem cinto (e não tem como desabilitar) e nem por isso fico louco ou nervoso... simplesmente entro e a primeira coisa que faço é plugar o cinto, isso se tornou automático, levo poucos segundos e duvido que eu ganharia muito tempo saindo e atando o cinto ao mesmo tempo.

    Acho que com tanta opção de carro, só compra um carro que te irrita quem quer. Ruim mesmo era a época que o homem comum tinha apenas meia dúzia de carros para escolher e tinha que aceitá-los.

    Desculpe a franqueza :)

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    1. Hugo,

      Não é só o cinto, como expliquei.

      Mas o obsurdo não é o aviso, é não poder desligá-lo!

      MAO

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    2. Hugo, parabéns! O carro te adestrou.

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    3. Murilo Figueiredo26/11/12 12:58

      MAO é um homem comum, que quer seu carro sem ABS, tem milhares de opções, mas nenhuma delas é como ele quer, e ele TEM que aceitá-las.

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    4. Isso me lembrou a piada do Português e o Peixe...

      "O Portugues e o Peixe
      O Japonês estava olhando para um aquário com um peixe dentro (o peixe imitava o japones)e o português observava passando 30 minutos o português pensa
      -eu vou la perguntar o que ele ta fazendo
      assim foi ele chegou perto do japonês e perguntou
      -Porque você esta ai a mais de 30 minutos olhando para esse peixe
      o japones responde
      -Simples!!!Mente forte controlar mente fraca!!!
      com isso o japonês vai embora
      E o português tenta imitar o japonês. passando 30 minutos o japonês volta e vê o português imitando o peixe!!!"

      Sem graça, mas conveniente.

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    5. Concordo com o Hugo, o texto começa bem e pra variar descamba em contradições com o próprio propósito dele. Não é pra simplificar as coisas? Então porque não pode ter cambio automático ou sensor de estacionamento? Não é pra ter liberdade? Então porque um GTR não pode ter regulagens no lugar de obrigar você a usar o ajuste padrão de fábrica? (Se fosse um Seven com 30 mil regulagens mecânicas de suspensão que quase ninguém faz ideia de como mexer, aí seria ótimo). Não é pra seguir o progresso inevitável da humanidade? Então porque não aceitar os compromissos que isso traz, como foi dito no começo do texto, entre eles o do aumento das exigências de segurança?

      Não é pra não complicar e não exagerar? Então porque achar que um cinto, um airbag ou um auxílio eletrônico significa que o carro vai se dirigir sozinho?

      Concordo também que é falta de ter perspectiva na hora da escolha. No passado tinha só realmente meia dúzia de carros todos seguindo a mesma escola e por questão de custo, não de princípios morais. Hoje tem carro pra todos os gostos, tirando a obrigação dos itens de segurança básicos compra quem quer o que quiser. Tem Lotus a venda que passam por todas as leis de segurança, tem GTR, tem novo Uno tão pelado quanto o antigo e tão mecanicamente simples quanto (pois é, a Fiat conseguiu essa proeza), tem Cruze com controle de tração e Focus sem

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    6. Anônimo,

      Achei que fui bem claro, mas como você entendeu tudo errado, falhei.

      Por isso peço desculpas.

      Grato,
      MAO

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    7. Foi claro sim MAO, talvez seja alguem da geração atual... não vai entender. Mas vou escrever em termos que ele possa entender... Um telefone antigamente era pra fazer e receber chamadas por voz (sem skype!). Há algum tempo atras, bastava voce tira-lo do gancho, e digitar alguns numeros ou girar com o dedo... Era assim, mecanico... Imediatamente funcionava. Ele era para esse proposito, e funcionava perfeitamente pra isso, com a simplicidade e confiabilidade que se espera.
      Hoje, fico abismado quanto tempo leva para ligar um celular (ele dá boot!!! O Galaxy SIII leva 40 segundos... Como um computador, carrega seu S.O e leva meio seculo para isso) Até ele achar a torre, dar o boot, discar naquela tela chata sensivel ao toque (a não ser q já esteja na agenda, o que tb não facilita muito, se tem muitos numeros, e tome busca, e rola, e alisa daqui e dali) Sou da epoca que os telefones eram 6 digitos, sabiamos de cabeça o telefone de todo mundo, e de quem não sabiamos tinha anotado do lado do telefone. Tem noção do que é levar milisegundos pra fazer uma ligação? Não... essa geração não sabe o que é isso.

      A essencia do carro é levar você de um lugar a outro. A do telefone é você fazer uma ligação. Infelizmente as coisas hoje em dia estão muito distorcidas. Acham que carro é extensão da casa, que telefone é balada-computador-camera fotografica... Esquecem qual é o verdadeiro proposito das coisas ou o que deveria ser.
      E tenho dito, TIM ficou 2 horas fora do ar na hora do almoço hoje... Então talvez seja por isso que o celular vem com jogos, e capacidade de tocar musicas e fotos... afinal, ele não serve pro basico pra que deveria servir... hehehe

      Ozirlei

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    8. Caramba,

      Então os celulares eram melhores antes? A TIM já foi melhor? Eu não vivi nesse mundo que vc ta falando! As operadoras de celular sempre foram uma porcaria, sempre tavam fora de área e as ligações eram uma fortuna. Se você não gosta de smartphones, ta cheio de dumbphones de 50 reais a venda. Eles só fazem ligação e mandam SMS (desnecessário para você), compre um e seja feliz.

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    9. Não.

      O cara falou que era melhor na época que só havia telefone fixo, tanto que ele falou em "discar" (quem nasceu até a década de 80 ainda viu um telefone de disco), e falou de nºs de 6 dígitos (de novo, quem nasceu até a década de 80 viu nºs de telefone com 6 e 7 dígitos)...

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    10. Ozirlei, sou dessa geração que vc disse sim. Mas também sei de tudo o que vc disse e concordo com muito do que vc disse, por exemplo não vejo sentido em ter um smartphone se uso o telefone apenas para ligar. Mas acho que não dá pra ver as coisas só por um lado tb, tem gente que usa essas funções por necessidade e que bom que existem aparelhos que as cumpram

      Também não acho que evoluções nos carros com o uso de mais eletrônica ou de melhorias mecanicas significam transformar o carro num smartphone, a não ser quando começam com essas palhaçadas de "carro conectado" e isso passa a ser o foco do carro. Não é porque se tem um sensor de estacionamento e um piii de farol aceso que o carro virou um smartphone

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    11. Putz, se o cara não consegue acessar um nome rápido na lista de telefone do celular dele, o problema é dele e não do telefone. Simplesmente abomino esses dinossauros que acham velharia a melhor coisa do mundo. Esse aí deve guardar os trocados dele embaixo do colchão, pq "vai que o banco some com o meu dinheiro". E, pelo amor de Deus, esse blog aqui endoidou de vez. um bando de ranzinza reclamões. Esperto somos nós, brasileiros que fabricamos no ano de 2012 Kombi e Uno Mille. Fazer apologia a Kombi e Uno Mille é de doer. Os cara de charuto na boca na Fiat e VW devem rolar de rir cada vez q algum incauto compra uma dessas duas merdas e dá 2000% de lucro à eles! Só aqui mesmo...

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    12. Antigamente também a gente podia ter a nossa própria opinião (desde que não fosse contra a ditadura) que ninguém falava nada. Ou se falava, respeitava. Hoje a gente precisa aceitar e concordar que os tempos modernos, mesmo com toda essa correria, stress, trânsito, roubalheira, violência, montoeira de tecnologias pouco úteis, conectado o tempo todo, sem privacidade, músicas deprimentes e etc são a melhor coisa que aconteceu com a humanidade.
      Anônimo 26/11/12 17:25 e outros, deixe quem vê coisas boas em Unos e Kombis em paz e vá vc procurar tua turma..... E outra, ninguém está dizendo que Kombi ou Uno Mille são as maiores maravilhas do mundo, e sim, que mesmo neles há coisas que podem agradar ao gosto de alguns. É tão difícil compreender isso ou vcs não leram o texto???

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    13. Anônimo das 17:25,

      Vê se vira homem pelo amor de Deus...

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    14. Oli26/11/12 15:50 -> Como foi respondido para você pelo Anônimo26/11/12 16:22 fiz uma comparação entre o velho telefone (fixo, com discagem por disco), e o novo telefone, a "evolução maxima" dele mostra que ele não é tão pratico quanto o antigo e que sua funcionalidade principal foi afetada, ele agregar serviços realmente eu não sou contra, mas sim o fato de que ele não é tão pratico quanto é um telefone antigo na sua funcionalidade essencial.
      --
      Anônimo26/11/12 17:00 -> Sim, mas é desnecessario para o basico. Como evolução de um automovel, a parte mecanica parece intocada, e pelo contrario, parece ter piorado. Exemplo... Os automoveis antigos eram mais dificeis de dirigir, quem ja dirigiu um fusca, sabe o que estou falando, você não vê nada, e o formato arredondado e vidros pequenos e linha de cintura alta faz você se sentir em um tanque de guerra... Ai você pega os carros dos anos 80... é uma evolução enorme... area envidraçada grande, linha de cintura mais baixa, e você consegue ver e calcular em milimetros (exagero) a distancia do parachoque de tras... (sem precisar de nenhum PIIIII) Ai vamos para 2012... o Veloster é lindo... concordo... E a visão de dentro dele é claramente pior que de um fusca. Qual é a evolução de engenharia? Nenhuma. Não temos materiais nobres para manter a estrutura resistente e a visão periferica? Ou por preguiça ou custo é mais facil colocar cameras e sensores? Pense nisso.
      ---
      Anônimo26/11/12 17:25 -> Trabalho com tecnologia, sou cientista da computação... E o que tenho a dizer sobre a informatica? Ela esta tornando as pessoas cada vez mais burras, cada vez mais lentas, e cada vez mais incapazes de fazer as coisas por conta propria. Gosto de coisas novas que são evolução das antigas, mas não gosto dos retrocessos. Exemplo: Musicas no itunes ao inves de ter lps/cds/dvds... É uma evolução enorme ter as musicas que você gosta a uma pequena busca, ou classificadas por album, ano e etc. Porem, o botão de volume redondo do aparelho de som era absurdamente mais pratico que a barra deslizante de volume na tela do programa.
      ---
      Enfim, não se substitui hardware com software, e quando isso é feito normalmente se perde praticidade, funcionalidade ou gera lentidão... uma janela é muito melhor do que uma tela de LCD com camera. Um carro com bom controle de tração por engenharia bem feita, uso de LSD ou até AWD com os bons diferenciais torsen, é muito melhor do que um via "software" com o EBD/ABS afrescalhado, nas primeiras, vem pra te ajudar a ser um motorista melhor e ter um carro melhor e mais dirigivel, o EBD ABS vem pra te limitar e te colocar como um inutil que não tem controle do proprio carro.

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  4. Não creio que se trate de misoneísmo. Não se trata de aversão ao novo. Apenas se vê cada vez mais que a tecnologia não resolve todos os problemas do Homem como um todo, que aliás permanecem os mesmos desde a aurora da Humanidade. Papo altamente filosófico, que descabe neste curto espaço.

    No que tange ao automóvel, este evoluiu muito pouco em relação ao ciclo Otto e continua funcionando a partir dos mesmos princípios do século XIX. E há outra consequencia seríssima do "frenesi" tecnológico: a massificação da produção - para lembrar de Marx e Malthus - conduzirá à superpopulação. Noutros termos, temos mais carros do que podemos suportar.

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    1. P.S. Cá pra nós, é muito melhor dirigir os carros de hj que os de ontem. Quem tem tempo de estrada sabe o que digo. O problema é que cada vez temos menos espaço e liberdade pra dirigir.

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    2. Se querem um carro "bom como os de antigamente" é só comprarem umas duas kombis e as deixar na garagem. Sem ar-bag, sem abs, sem freio a disco, sem película, sem apitos, sem porcaria nenhuma. E vai usando estas duas jabiracas pelo resto da vida. Nada como sentir o vendo da janela aberta na cara para refrescar, mesmo que lá fora esteja na base dos 45 graus e na janela esteja o escapamento de caminhão velho desregulado. Mas, é a liberdade!!!

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    3. Anônimo 26/11/12 14:39

      Exato! e se quiserem carros modernos e confortáveis, com toda a sorte de duendes eletrônicos e sopa de letrinhas também há diversas opções. Tudo meio caro, é verdade, mas tem.
      Agora o que vc tem q ver se EU quero poder pisar em embreagem ou corrigir a trajetória do meu carro eu mesmo??? Ou eu mesmo modular a pressão no freio para evitar um travamento das rodas??

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  5. Julio Bomfim26/11/12 12:30

    Opa! Adoro o minimalismo automobilístico de carros como Brasília e Jeep Willys. Só o necessário e nada mais. Assim como os carros apresentados no post. Até nós podíamos consertá-los. Uma pena não termos mais estas opções no mercado nacional.

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    1. compre uma kombi. Bom retorno aos anos 50.

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  6. Pessoas menos capazes de expressar sua responsabilidade serão, inevitavelmente, pessoas inferiores para tudo. Não é à toa que o homem médio está cada vez mais infantilizado.
    Já disse Da Vinci que a simplicidade é o último grau da sofisticação, e acho que não há nada mais a se acrescentar.

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  7. Liberdade de escolha: Essa foi a palavra chave nesse post.

    Também não consigo suportar a ideia de ter que levar uma boa dose de parafernalha tecnológica que eu não quero e não é questão de não gostar de tecnologia, mas sim de livre escolha. Hoje em dia muitas coisas já estão se tornando Fáceis pois a tecnologia se encarrega de simplificar tudo o que é chato e custoso (em termos de tempo e energia) e o carro é apenas mais um objeto que sofre com essa evolução.

    Não sou contra uma pessoa comprar um carro de cambio automático caso não goste de trocar de marchas ou aderir a um carro com controle de tração, estabilidade e o escambau caso sinta insegurança, mas não são todos que realmente precisam (na verdade se tivessem a devida educação no trânsito NINGUÉM precisaria de tanta eletrônica para auxiliar) e o pior é que estamos ficando meio que sem opções.

    Se quiser interação homem-máquina o jeito é ficar com seu carro 'velho' mesmo...

    Mendes

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    1. Besteira, todo mundo ta sujeito a pegar uma poça de óleo numa curva, e nesse caso sem auxilio eletrônico você roda mesmo que seja o Vetel.

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    2. Oli, você roda mesmo COM o auxílio eletrônico. Sem aderência já era...

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    3. Sem contar o tipico caso da perda de tração+ABS... em alguns casos deixa o carro completamente sem poder de frenagem, como ja foi postado neste blog....

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  8. Você está anestesiado quando está ao volante e corre o risco de dormir?

    Não tem problema! Agora tem mais um "Piiiiiiii" acompanhado de um ícone com uma xícara de cafezinho pra te avisar que o carro te deixou com sono.

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    1. Marcos,


      Verdade, tinha me esquecido de mais essa...

      MAO

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    2. E se tiver, não é pra deixar as coisas mais fáceis? Não é obrigatório o tal piii do cafezinho e aliás nem o do sensor de estacionamento, que só vem em alguns carros. Que tal o MAO parar de resmungar de tudo e ficar babando em Uno e no lugar de comprar um Cruze comprar outro carro que não tenha os tais piiiii. Bom, mas o Cruze tem a gravatinha da Chevrolet, aí pode ser o quanto complicado for

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    3. Anônimo das 13:21

      Sim, não são obrigatórios, mas estão cada vez mais comuns, o que acaba sendo o mesmo. Como disse, a birra nesse caso é de não poder desligar.

      A reclamação não é do Cruze, e sim geral em carros modernos. É claro que meu Cruze, sendo um exemplar da espécie, tem alguns dos píííís. Mas não todos eles. E não dou desconto por ter marca nenhuma, é ruim nele também. Um saco.

      Sobre sua proposta de parar de resmungar, bem, vou passar, OK?

      Grato pela participãção de qualquer forma.

      MAO

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    4. Mas sensor de estacionamento pode ser desligado, pelo menos todos até agora são assim. Vale lembrar que boa parte dos piiis irritantes que não podem ser desligados são obrigação das leis americanas que acabaram vindo para cá pela questão dos carros estarem mais uniformes de um mercado para outro. Justamente nos EUA que tem esse discurso de liberdade tão forte que se obrigou coisas realmente estúpidas como bipes para chave no contato (isso sim chatice, pois a pessoa pode desejar manter a chave no contato)

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    5. Anônimo

      Nem sempre podem ser desligados. É esta justamente a reclamação.

      Se posso desligar, estou feliz.
      MAO

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  9. MAO, e se a gente construir um Caterham Super Seven em casa, também é necessário instalar air-bag e ABS?

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    1. Octavio,

      Boa pergunta, não sei responder.

      Mas suponho que seja proibido também.
      MAO

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    2. Não é pois seria carro não destinado para venda

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  10. Depois de 2014 como vai ficar a fabricação de venda de carros fora de série?

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    1. Anonimo,

      De que carro estás falando especificamente?
      Mas a lei é simples: se não tem AB e ABS, não vende.
      MAO

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    2. Não tem drama nenhum disso, a não ser o que o MAO inventa. Lotus continua sendo vendido com airbag e abs e se ninguém te contar você não percebe, o volante pequeno continua ali e os freios continuam maravilhosos. Só fabricante folgada não consegue se adaptar a essa regra

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    3. Anônimo das 13:30,

      Folgados como a Morgan e a Caterham, é isso?

      Mesmo que você estivesse certo (o que certamente não acredito), ainda tem o caso de que estão forçando minha compra de equipamentos que não quero, para proteger-me de mim mesmo. Eu sou veementemente contra isso.

      Grato pelo comentário.
      MAO

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    4. Sim, folgados como Morgan e Caterham. A Caterham usa esse mesmo modelo já fazem décadas, com soluções mecânicas igualmente ultrapassadíssimas como eixo rígido na traseira. Até aí tudo bem, é um carro de outra proposta, é pra ser bem simples e pra ser usado exclusivamente pra diversão, mas se nem a uma mínima exigência de segurança eles conseguem se adaptar e se atualizar então não só são folgados como estão mais para estampadores de chapa (que só fazem é duplicar a mesma coisa por décadas) do que fabricantes

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    5. Anônimo das 14:00,

      Me desculpe, mas se você quer modernizar os Morgans e Caterhams, você nunca vai entender o que eu quis dizer aqui. Não vamos nos entender nunca e então é melhor parar por aqui para não gerar animosidade a toa.

      Obrigado pela participação!
      MAO

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    6. Modernizar o que tem que ser modernizado, oras. Não é pra colocar GPS e sensor de estacionamento neles, nem pra colocar tração 4x4 computadorizada e sim evoluir em certas coisas que tem que evoluir. Se a Caterham não usasse nem sequer chapas galvanizadas, por serem muito "modernas" acho que ela mereceria muito bem falir

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    7. Anônimo 26/11 14:13,
      Existem pessoas como eu, o MAO e muitos outros que curtem carros simples, jurássicos até. Se modernizarem um Caterham ou Morgan, jamais chegaremos perto dessas jabiracas modernizadas, preferindo infinitamente o modelo antigo, arcaico. O Caterham é clássico, pequeno, peso-pena, diversão pura. Não se sente falta alguma de modernidades no veículo, não é modelo para uso racional, mas sim para diversão, se expôr ao perigo que seja. Tem que interagir para aproveitar tudo que a máquina tem para oferecer, leva tempo e dedicação para domar o carro, estando justamente aí a diversão!

      Abraço!

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    8. Road Runner, isso não tem problema nenhum. Mas certas exigências ou o carro cumpre ou sai de produção e não tem nada de complicado ou que estrague um carro como o Caterham o cumprimento de normas como abs e airbags, ficando mais uma desculpa do que qualquer outra coisa

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    9. Esse anônimo deve ser troll, não acredito que ele não tenha entendido ainda. Ou talvez falte o entusiasmo mínimo para entender o que o MAO e o Road Runner disseram. "Modernizar o que tem que ser modernizado"... faça-me o favor.

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    10. Modernizaram o Corvette, e ele está cada vez melhor....(trollface)

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    11. Driver 8, não existe nada que com o tempo não tenha que ser modernizado. Alguém conseguiria dirigir um Caterham que precisasse de motor que exija gasolina com chumbo hoje? Alguém gostaria de viver com pessoas que apoiam o escravismo ou a colonização como era no passado? Entusiasmo é uma coisa, dramatismo, babaquice, saudosismo e babação de ovo cega são outra coisas. Tem cara aqui que mostra a foto de um Lotus e pronto, o que foi escrito está perfeito e é obrigatoriamente maravilhoso!

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    12. Ao anônimo das 22:55

      A questão aqui é que tem pontos de modernidade que não precisam adentrar em certos nichos de mercado, como por exemplo, o mercado de replicas, ja que estes não sao carros destinados ao grande publico. Agora, em veiculos que sao para o grande publico, eu concordo com o MAO e acho que deve existir a opção de desliga-los, ja que como adultos, podemos decidir o que nos incomoda e mudar isto

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    13. Mercado de réplicas é uma coisa, pra venda ao público em massa é outra. Na Inglaterra o Caterham pode ser vendido e usado como carro normal, por isso estava falando dele. Para réplica com uso restrito aí vale o que a pessoa quiser

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  11. MAO,

    "porque todo mundo usa cinto hoje em dia"

    Sinto lhe informar, mas você está "por fora".

    Acredito que na cidade onde moro, menos da metade e talvez uns 80% dos passageiros não utilizam esse dispositivo de segurança.

    PS.: Escrevi isso antes de terminar de ler o texto, por ter não "aguentado" a ansiedade em lhe dizer, hehehe...

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    1. Obs.:

      "Menos da metade dos motoristas e 80% dos passageiros".

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    2. The Sun,

      Mais poder a eles. Eu acho um absurdo me obrigarem a fazer qualquer coisa que, não fazendo, só cause mal a mim mesmo.

      Antes que alguém reclame, uso sempre o cinto. SEMPRE. Mas isso não quer dizer que concorde com uma lei que me obrigue a usá-los.
      MAO

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    3. Então que não obriguem a produzirem carros com cinto também, o que seria um absurdo

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    4. Anônimo das 13:31,

      Você está exagerando para ridicularizar meus argumentos.

      Mas se você quer ir por este caminho mesmo, vamos lá:

      Não vejo problema nenhum e não fazê-lo obrigatório, e sim opcional. Mas neste caso eu sempre o pediria, não por acidentes, e sim para me manter fixo ao banco, e assim sempre no controle do carro.

      De qualquer forma, legislações de lado, pode-se dirigir o carro sem o cinto mesmo ele estando instalado, enquanto os equipamentos que reclamei, não.

      MAO

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    5. Boa MAO!


      No caso do ABS, eu até gosto da tecnologia, mas acho que antes de pensarem em implantar em todo e qualquer modelo, deveriam dimensionar melhor os sistemas de frenagem de cada um. Tem muito carro popular aí que tem freios que facilmente entram em fadiga, ou tem tendência a travar as rodas traseiras primeiro, etc...

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    6. MAO, mas se nem o cinto vc considera obrigatório, a coisa fica exagerada mesmo. Sem nenhum parâmetro do que é obrigatório ou não e de até onde pode ir a liberdade dos consumidores e fabricantes, vira zona, nada impede de se vender um carro sem banco também

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    7. Anônimo,

      Liberdade total é ruim?

      Era assim antes das pessoas acharem que o governo é que devia projetar seus carros, e não os fabricantes.

      Veja bem, eu acho que a intervenção dos governos no automóvel a partir dos anos 70 foi necessária naquele tempo, para impedir excessos. Hoje, só serve para piorar os carros e restringir nossas liberdades.

      E respondendo a sua pergunta, quem compraria carro sem banco?

      Grato pelo comentário!
      MAO

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    8. MAO, quando a população não decide por si mesma às vezes o governo tem que decidir. Como já dito aqui, se esperar a caridade dos fabricantes e a exigência da população ia ter gente comprando carro zero km a preços atuais com cinto abdominal só nos bancos da frente

      Sobre os bancos, com certeza teria gente que compraria, principalmente se fosse mais barato. Pela não obrigatoriedade iam colocar um banco de praia solto mesmo e ninguém ia poder falar nada. Você gostaria de dividir uma curva com um carro em que o motorista estivesse solto lá dentro? Pois é, a coisa pega mais embaixo que isso

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    9. Anônimo das 14:10

      Assim pensa todo ditador que já existiu! Eu escolho por eles!

      Ficar sem cinto era algo normal no passado, não tenho medo não. Aliás, existem vários carros antigos que não os tem, veja meu post sobre o DeTomaso Pantera.

      Podemos ficar até o fim do dia aqui, mas acho que nossas posições estão claras, não? Vamos deixar assim, ninguém mudará a cabeça do outro mesmo.


      Forte abraço,

      MAO

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    10. MAO,
      Apesar de concordar com boa parte do que você escreveu, reconheço que a intromissão do governo as vezes se torna necessária. Não fosse assim, o retrovisor direito ainda seria opcional, como era há poucos anos atrás.

      Em tempo, particularmente acho o "piii" do farol acesso muito útil pra não descarregar a bateria por descuido.

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    11. O piii do farol é útil mesmo, reclamar dele é só pra reclamar mesmo

      MAO, os ditadores pensam assim mas também é papel do governo tomar certas decisões. Por exemplo, acredito que a maioria da população apoia o abs e airbag obrigatórios, mas como povo não exigiam isso individualmente por uma série de motivos. O governo então entra pra obrigar com o poder que tem, nada de errado. Um ditador passa dos limites entre o que o povo te deu poder pra fazer e o que não deu, não é o caso

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  12. MAO,

    Eu sempre uso o cinto e sou seu defensor fervoroso. Mas sou contra a lei que obriga usá-lo. Na minha modesta opinião, caso alguém sofra algum acidente por não usar o dito cujo, simplesmente a seguradora se eximiria em pagar as despesas. DPVAT também.

    E que use o cinto quem quiser e quem se sente seguro com ele.

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    1. A seguradora não paga as despesas, mas o SUS paga. Qualquer metido a suicida tem o direito de ser atendido pelo SUS e todos nós pagaremos pelo atendimento dele.

      Sad but true.

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    2. Anônimo das 13:39,

      Essa de dizer que precisamos proteger a vida das pessoas para REDUZIR CUSTOS é a pior coisa que tenho ouvido nos ultimos tempos.

      Era só o que faltava mesmo, colocar preço.
      MAO

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    3. MAO, essa eu concordo com vc, é absurdo, mas em todo país com saúde pública reduzir custos é essencial sob pena de provocar crises que levam o país a falência. Mesmo nos de saúde privada é importante, caso contrário se torna tão caro ter acesso a saúde que poucas pessoas conseguem isso. Reduzir os custos significa também evitar acidentes, mortes e doenças

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    4. Anônimo,

      Enquanto estamos protegendo a vida, a discussão anda. Agora colocar preço nesse serviço essencial e até negá-lo para quem não usa cinto? Pelo CUSTO? Sinto muito, se não percebem o absurdo, me desculpem, esse tipo de assunto eu não discuto.

      Ainda mais aqui no Brasil, sinto muito.
      MAO

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    5. MAO,

      O Brasil é um país paternalista, sabemos disso. Sendo assim decisões como você não poder escolher um carro sem cintos de segurança ou mesmo colocar o ABS e as bolsas infláveis como obrigatórios vêm para justificar números e transferir a culpa pela violência no trânsito para outro que não a ineficaz educação para o trânsito.

      Aqui parte-se da premissa de que, sem leis, não se respeita, então se colocam muitas leis (que continuam não sendo respeitadas pela falta de fiscalização), mas como a lei existe, o governo se exime da culpa.

      No final, um triste jogo de números.

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    6. Ok, eu citei DPVAT e seguradoras.

      É claro que impedir alguém ser atendido pelo SUS é o cúmulo da irracionalidade.

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    7. The Sun,

      OK, tudo bem. Ainda assim, acho que não é por aí.

      Acidentes são o que são, acidentes, e devem ser tratados como tal. O mito do cidadão infalível é somente um mito. Todo mundo erra algum dia, e as vezes com resultados catastróficos. Negar seguro e socorro é negar o básico desses serviços em nome do dinheiro.

      O serviço devia vir antes do dinheiro, mas sei que a sociedade anda tão confusa que isso parece maluco e irreal...
      MAO

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    8. Fala isso pro Bob. Ele falou que nunca vai sofre um acidente, já que é bomzão demais e consegue dar uma de Macgaiver ninja ultrafodão e escapar de qualquer acidente. E por isso mesmo ABS e AB são bobagens, pura histeria.

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    9. MAO não é negar o SUS e sim que temos que reduzir ao máximo o uso dele, pois como já comentei serviços de saúde são extremamente caros para qualquer país e um país onde se usa muito serviço de saúde ou vai a falencia ou então não tem saúde para todo mundo

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    10. Anônimo 26/11/12 16:48

      Mas aí eu acho que se está querendo resolver os problemas pelo caminho errado. Por exemplo: carros sem ABS ou AB poderiam ter um incremento no DPVAT.
      Trabalhe a consciência das pessoas, implemente situações em que elas sejam duramente penalizadas pelos erros que deliberadamente optam fazer, e não punir a todos indiscriminadamente, só porque "as pessoas precisam ser protegidas pelo Estado". Eu estou ficando cheio desse Estado-babá.

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    11. Anonimo, 20:25 verdade, mas isso era pra ser feito há muitos anos atrás pra dar certo hoje. Não teve e ainda não tem nenhum incentivo do governo para carros com esses itens, não é agora em 2012 em que até na Índia airbag está se tornando comum que vai dar pra começar campanhas assim pra depois de décadas a população e os fabricantes naturalmente exigirem esses itens ou terem bom senso suficiente pra saber quando não são necessários

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    12. Anônimo 26/11/12 20:44

      Sim, verdade, isso já deveria ter sido começado há muito tempo, mas um dia isso precisa começar!!! Fazer as coisas direito, sem duvidar da inteligência das pessoas, e não pelo caminho da obrigatoriedade cega.

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  13. MAO,

    Quanto ao texto, gostei dele e acredito que a maioria dos que frequentam este blog o aprovam.

    Minha queixa maior é com o rádio do meu carro. Não tem Bluetooth, MP3 ou outro tipo de modernidade. Mas para sintonizá-lo, existem mais ou menos umas cem teclas e não consigo ouvir nenhuma estação. Nada como o bom e velho dial.

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  14. Cristiano Mendonça26/11/12 13:59

    É MAO, te entendo. As coisas te são oferecidas em mil e uma opções, mas que no fundo mimetizam uma determinação inescapável. O homem deve ser padronizado, cada vez mais fica impossível ser um ponto fora da curva, ter indiossincrazias, como a de gostar de carro, não como um objeto, que lhe dê status e lhe sirva como transportador confortável e insosso. O homem padronizado dá mais lucro é mais controlável e previsível; basta um bom marketing para "instrui-lo" do que é desejável, correto e admirável.

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  15. MAO, vc tá de mau-humor hoje hein...hehe. A preocupação com a segurança veio pra ficar (graças a Deus), embora a maioria dos brasileiros não usufrua do lado bom disso. Atar o cinto é a primeira coisa que faço depois de me sentar, isso desde sempre (lição da auto-escola). No meu caso, pelo menos o sensor de estacionamento dá pra desligar... Vivia muito bem sem o GPS antigamente, mas esse é outro que posso desligar também. Eu penso que é NECESSÁRIO a mão do governo pra regular a segurança, senão ainda nem o mínimo teríamos a depender da baixa exigência do consumidor típico e ausência da consciência de cidadania e coletividade! E tem outra coisa: eu GOSTO de dirigir, mas torço para que logo os carros andem sozinho, pois resolveria o problema de mobilidade da milha filha (deficiente visual) e de milhões de outros deficientes e idosos... é muito egoísmo achar que o prazer de dirigir é mais importante que o direito de ir e vir para TODOS.

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    1. "Autoentusiastas", Félix.

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    2. Felix,

      Se você não enxerga como eu, que bom para você.
      Mas lembra que eu avisei, rsrsrssr...
      MAO

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    3. Eu não sou tão radical. O mundo é formado por diversos tipos de pessoas, não apenas "autoentusiastas". Aliás, o brasileiro médio nem entende de carro e prazer em dirigir...só quer borboleta e adventures da vida. Sobre modernidade, aposto que no início do século XX houve quem criticasse os carros, acabando com a romântica relação homem/cavalo... E até a Kombi, Lotus Seven e o Mille um dia (a long time ago...) foram modernos. A tecnologia traz pentelhações, mas há quantos ANOS não sei o que é marcha-lenta desregulada? E sobre tecnologia e a relação leitor/jornalista então? Imagine quantos jornalistas tradicionais não se enchem de fúria com a liberdade de expressão dos leitores com a internet, ao contrário de vcs que dão a cara pra bater aqui nos blogs?

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  16. E em alguns modelos é assim: Se quiser câmbio manual tem que comprar o modelo de entrada porque o top de linha já vem com automático + brabuleta.

    Eventualmente dirijo um popular sem opcionais (nenhum) e é realmente mais gostoso do que meu sedã-médio-luxo no ponto de vista "pilotagem". Sem contar que o bichinho é chucro e não se ofende com qualquer besteira, diferente do sedã mauricinho.

    Só não digo qual é o popular e o sedã para não precisar ler comentários dos xarope-xiitas-extremistas que PRECISAM opinar sobre coisas secundárias no texto.

    Quem deveria decidir sobre o fim da Kombi e do Mille é o mercado.

    Eduardo.

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    1. Obrigado ,ainda prefiro meu sedam e a boa modernidade.

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    2. Sim, por sorte posso ter ambos. E ainda saber escrever!

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    3. Anônimo26/11/12 14:54 Parabéns senhor sedã ,pelos carros ,usei o corretor de texto do blog e errei a palavra ,mas tenho uma qualidade que acho que você não tem:humildade.

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    4. Anônimo26/11/12 14:54 Anonimo ,se o que escreveu não foi para mim peço desculpas e que desconsidere minha "resposta"..

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    5. Opa!! Peralá, escrevi assinando como Eduardo e só. Não escrevi mais nada depois disso.

      Sim Speedster, se for viajar, prefiro o sedan, se estiver tranquilo, calmo, sem vontade de dirigir, prefiro o sedan. Se quiser ouvir música e curtir o conforto, prefiro o sedan.

      Mas se quiser ir de carro rapidinho até a padaria, prefiro o básico. Se quiser "brincar" de dirigir também. Se quiser me aproximar da sensação de pilotar um kart, é o básico que diverte mais.

      Se puder escolher um carro só para todas as ocasiões - fico com o sedan. e vou sentir um pouco de falta da diversão. É isto.

      Eduardo.

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    6. Ok Eduardo! entendi o que você quis dizer no seu comentário,meu negócio e bom senso e paz na vida e também nos comentários ,entendi que não foi você que comentou sem colocar o nome ,abraço e até a próxima .

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  17. Cristiano Mendonça26/11/12 14:06

    Correção: idiossincrasias ( o índio não tem nada a ver com isso e quem dá azia é o própio tema)

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    1. O entendido corrige "idiossincrasias" e escreve depois "própio". Santa paciência!

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  18. Brilhante MAO!

    Sabe o que mais me incomoda nos carros hoje? É que cerca de 40% do material publicitário sobre os mesmos é referente as "centrais de entretetimento" (céus, nem sei se escrevi correto; palavra chata)...

    Ou seja, é entrada USB, é entrada para aplicativo android e não sei mais o quê, é windons 14, é possibilidade de "interagir" com outras pessoas, uma encheção de saco. O novo Onix é um exemplo, o que falam nos testes dessas possibilidades digitais no centro do painel não tá no gibi; mas o que me interessa isso a mim, motorista dedicado?

    Eu lá quero ver minhas mensagens de email no painel, ou atualizar meu facebook no trânsito? Eu não quero aquela draga alienadora no painel, eu quero mais um motor de 1800cm3 (ou mais, sure!) para fazer a bonita carroceria do Onix "saltar" a cada retomada nas ultrapassagens, eu não quero estar conectado com o mundo quando dirijo, quero estar ligado fisicamente ao carro, fazendo-me deslocar com eficiência e - por quê não? - prazer....

    Não quero ser cool nem descolado, o painel para mim além das informações magnas que todo motorista deveria ter direito (pressão do óleo, contagiros...etc), pode no máximo abrigar um rádio e um eficiente GPS, todo o resto é pura alienação, coisas de eletrodoméstico!

    MFF

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    1. Tudo bem, sei que irão saltar defensores por todos os lados.

      Mas, cá entre nós...DVD em carro para entreter as crianças?

      Sinceramente eu não consigo engolir esse tipo de coisa. Mas cada um é cada um.

      E essa "coisa nova" do Onix também acho besteira.

      MFF,

      Concordo contigo. Põe um motorzão nessa coisa de Onix GM, e tira essas besteirinhas.

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    2. The Sun, durante algum tempo cogitei essa história de por DVD pro meu filho em viagens mais longas. Desisti pois percebi que tiraria dele o prazer de viajar, talvez as suas recordações desse período que passamos juntos. Se ele optar por se desligar, tem seu videogame portátil (até hoje nunca fez uso dele). Escolha, responsabilidade.....

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    3. Jegue do Pantano,

      Pois é... Meu filho hoje tem 34 anos e sempre me diz que os momentos mais felizes de sua infância e adolescência foram quando viajávamos. E ainda lembramos que durante os trajetos, eu sempre comentava sobre a geografia desses locais e também um pouco das histórias dos lugares por onde passávamos.



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    4. MFF, e para ver como as coisas são: tempo atrás, até o iPhone 4, alguns fabricantes deram muito destaque à presença de um conector próprio para o iPhone. O que aconteceu? O iPhone 5 foi lançado com outro conector! Ou seja, aquela central de entretenimento que era divulgado como a grande maravilha para os i's da vida, com integração física perfeita entre o celular o o console, agora estão obsoletos! A impressão que dá é que os fabricantes estão querendo empurrar essas centrais pois elas são as primeiras coisas que ficam obsoletas num carro e, por tabela, essa obsolescência seria um argumento para trocar o veículo. Um abraço.

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    5. Não concordei em nada com o texto do MAO, mas se tem uma modernidade que me incomoda e que concordo é essa babaquice de central multimídia e estar conectado no carro. Coisa realmente de quem acha que carro é trem e devia se dirigir sozinho

      Pros passageiros até vai isso aí, mas como opção. Parece que estão querendo empurrar isso como obrigatório VOCE TEM QUE ESTAR CONECTADO mesmo que for o motorista

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    6. Octavio, isso que vc diz não é impressão, é fato. Essas grandes empresas fazem de tudo o possível para te forçar a comprar um novo produto, seja produzindo-os com peças que logo se estragam e são de difícil substituição, seja lançando novos produtos incompatíveis com os anteriores. E isso tudo é intencional. O negocio é mandar uma banana e dizer: "Apple, vc não me escraviza!!"

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    7. MFF,
      Perfeito seu comentário! Quando dirijo meu carro, quero justamente CURTIR o momento de dirigir, simples assim. Não tô nem aí para Facebook, e-mail e afins. Aliás, nem mesmo música eu ouço com freqüência ao dirigir. Corto do meu carro até o GPS, porque aqui nesta terrinha, o treco falha que é uma beleza!

      Abraço!

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    8. MAO,

      Tambem detesto essas porcarias de sensor de ré, sensor de distância, e tolero um indicador luminoso de cinto não afivelado, no painel, sem ruidos irritqntes desnecessários.

      Mas repare que o carro que voce quer na verdade voce já teve: Focus. Mas agora voce optou por um veículo de uma "nova geração", e nesta "nova geração" as escolhas que voce quer não estão mais disponíveis.

      Então, encare isto como uma crítica construtiva: foi um erro ter trocado seu Focus pelo Cruze.

      Apenas para título de comparação, não troco meu Vectra CD 98, que comprei-o 0km em 25/05/98, com seus atuais 198000km, por carro nenhum. Que outro carro eu teria tanta história? Que outro carro aguentaria isso sem NUNCA ter falhado nem me deixado na mão?

      Então concordo em boa parte com o AG: ao longo da vida, quando voce encontra aquele carro que realmente faz o que voce busca, fique com ele e ignore o resto do mundo, pois dificilmente algo melhor surgirá. Afinal, a raça dos autoentusiastas está em extinção, e a tendência é não mais haver carros para nossos objetivos, ou eles se tornarem inacessíveis.

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    9. Bussoranga,

      por favor, responda-me, qual o problema do Cruze? Voce acha o Focus essa maravilha toda? Com certeza é um carro muito bom, mas acho que ele passa longe de merecer essa fama toda...

      Abraço

      Lucas CRF

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    10. Problema do Cruze? Nem sei por onde começar.
      1. Desenho inchado (principalmente faróis e lanternas)
      2. Motor fraco
      3. Cambio mal escalonado
      4. Consumo incompatível com o desempenho (ou seja, nem sequer econômico é)
      5. Rodas com design absolutamente nada a ver com o carro (parece que quem desenhou a lateral foi um cara, a frente outro, a traseira outro, e as rodas um outro sujeito ainda)
      6. Comportamento dinâmico que nem sequer chega perto do Focus (que seria o mínimo esperável nessa faixa de preço)
      7. Painel horrível
      Precisa mais? Na verdade só por não ser da linha OPEL eu já não precisaria ter dito mais nada.

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  19. Bom texto. A matéria é de discussão extensa...

    Parte do problema se deve ao fato de os fabricantes adaptarem-se aos desejos do mercado e o mercado ao que há disponível, num tipo de "loop". Em breve, nenhum fabricante oferecerá carros simples e diretos como o desejado pelo colunista pois não é o que o mercado deseja (e, adquire). Como os fabricantes não vivem de vontade e sim de lucros, são obrigados a tentar antecipar o mercado e se adaptar a ele. Ainda assim, creio que permanecerão alguns fabricantes pequenos (em termos de volume de vendas) que conseguirão sobreviver atendendo nichos específicos, como é o caso.

    De outro lado, tem o Estado e toda a parafernália de ONGs, ecochatos e "politicamente corretos" restringindo a liberdade de todos, por conta dos que abusam de seus direitos. Infelizmente, os bons pagam pelos maus. Não tem jeito, é e será sempre assim. Se assim não fosse, o comércio de drogas seria legal, seria possível comprar telhas de amianto, seria possível comprar remédios para emagrecer (!), seria possível... Em alguns casos, julgamos a restrição adequada e em outros não, conforme nossas culturas e gostos individuais. O mais triste, eu acho, é não poder participar de maneira efetiva e participativa das discussões que levam à essas restrições, e claro, dos grupos com o poder de decisão.

    Matéria muito boa para discutir no bar, com muitos aperitivos e bebidas!

    Ótima a iniciativa de externalizar essa opinião, valeu MAO!

    ______
    42

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    1. André,

      Obrigado!

      Sabe, externalizar opiniões está cada vez mais difícil. Mas sinto que devemos sempre fazê-lo!

      MAO

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    2. André, está certo sobre o mercado. Saiu uma pesquisa ha pouco tempo, onde mostra que pela primeira vez em muito tempo o carro não é mais o sonho de consumo dos jovens, mas sim os dispositivos eletrônicos. Nada mais obvio para os fabricantes de carros que incorporem todos gadgets atuais tão execrados por tantos aqui. Podem falar que é puro marketing, que que bobagem etc., mas é a realidade do mercado.
      Vejo que assim como os escritores deste blog, a maioria dos que aqui comentam tem idade acima dos 40, 50 anos. Senhores, sinto informa-los mas vocês não são o público alvo, mas sim os jovens que gostam e desejam estes dispositivos.
      As reações das pessoas aqui me lembram a reação do meu avô quando na década de 70 começaram a aparecer os carros de tração dianteira. Ele simplesmente não aceitava, falava que carro tinha que ter motor à frente e eixo cardã, que carro bom era como os antigos Chevrolets Bel-air e similares.

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    3. Nasci em 93, não sei se choro ou se dou risada por conta disso, por um lado é bom ser jovem, por outro não vi essas máquinas mecânicas saindo da concessionária tinindo.
      Sinceramente não entendo a cabeça das pessoas que acham que se manter conectadas é prioridade e não podem largar os malditos celulares nem quando tem que se concentrar pra cagar.
      Sou quase graduado em TI e nem por isso acho que a tecnologia é sempre necessária, adoro passar a manhã de domingo com meu pai caminhando entre os carros a venda na orca (o apelido de um tipo de feirão de carros só de particulares aqui em Brasília), celular desligado e mente ligada.
      Sinceramente acho que a tecnologia é uma coisa boa, mas deve ter hora, lugar e principalmente deve ter botão de desliga.

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  20. É bom saber que, além de mim, muitos já começam perceber que a liberdade e o prazer de dirigir estão com os dias contados. Em poucos anos, "movimentar-se" utilizando um carro será tão entediante, monótono e chato quanto viajar de avião.

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    1. Se você estiver se referindo aos congestionamentos concordo .

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    2. E você acha isso bom? Perder uma das únicas coisas que ainda não é monótona na vida é bom? Ainda por cima deve apoiar os carros autônomos, um babaca que só sabe colocar a mão no queixo, reclamar da vida e não deve saber nem dirigir uma bicicleta

      Felizmente isso é mentira, pois fora das grandes cidades existe vida também, ao contrário do que os intelectualóides, eco-otários e "futuristas" pensam. É ridiculo ver que ao mesmo tempo são tão metidos a inteligentes e racionais mas não enxergam que o inferno que eles reclamam é o mesmo que eles fazem, nas tais cidades grandes onde tudo é cheio. Não enxergam que tem outro mundo além disso onde a vida vai melhor, inclusive com o carro

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    3. Se realmente persistir a tendência de automação de controles de movimento do carro, como afirma o autor deste post, o prazer de dirigir será substituído pela necessidade de ser dirigido, carregado inerte e passivamente por carros que "sabem" o que é melhor para o seu usuário. Vamos torcer e lutar para que este pesadelo não aconteça.

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    4. O dia que o carro se tornar autônomo (e periga acontecer mais rápido do que imaginamos!), eu passarei a andar a pé, de bicicleta, ônibus, trem, metrô...

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  21. Brasileiro gosta de música sertaneja, pagode ou o funk (do morro carioca). Se mata para ir para a praia no feriadão (síndrome Hommer Simpson). Gosta de kombi, mille e gol. Votam em ...
    E ainda querem que não exista milhões de lei para regular tudo?

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    1. Anônimo26/11/12 14:32 E o senhor? fica o feriado enfiado em casa assistindo televisão ? kkkkkkkkk....

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    2. Pagodeiro fanático por cerveja com picanha detected... será que ficar vendo tv não é melhor não?

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  22. Marco Brito26/11/12 14:41

    MAO, estou contigo e não abro. Quando comecei a me interessar em dirigir esportivamente, o aprendisado era fantástico, feito em DKW's ou Fuscas. A entrada de curvas sempre eram uma certeza e quanto à saída delas ... nem sempre tão perfeitas; mas exatamente nessas situações que aprendíamos algumas coisas, desenvolvendo habilidade no controle dos carros. E hoje em dia? Aprende-se tudo isso na frente da TV? Meio sem graça não é?
    Por essas e por outras é que ainda prefiro carrinhos antigos (de preferência com tração trazeira) com mecanica atualizada para termos (ainda) um pouco de diversão. Me desculpem os "plantonistas", mas, permanece a emoção de se saber capaz de controlar seu carro.

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  23. Realmente, esse assunto tem um monte de pontos de vista. Gosto do meu Linea automatizado, que tem apito para o cinto de segurança (nunca toca no meu caso porque sempre afivelo o cinto quando entro no carro) mas também não consigo passar pra frente meu Kadett que nem vidro elétrico tem.
    Acho que um problema mais básico aí, é que as leis do ABS e airbag, como sempre, foram mal escritas, e vão exterminar os carros fora-de-série. Eu andei lendo as resoluções do CONTRAN e a legislação para carros artesanais, e são tão vagas que a coisa vai ficar ainda mais confusa. Quem quiser fazer um SEVEN e conseguir pagar um bom advogado, deverá conseguir, mas fabricar em pequenas séries para comercialização vai ficar inviável.
    Alguém sabe qual é o nome do deputado que lançou o projeto de lei? Estou tentando achar mas não consegui.

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  24. Gostei do post ,tem certos "mimos" que me irritam também ,só acho que referente ao detalhamento do manual se refere em defender-se juridicamente de algum processo sob a alegação de estar definido qualquer eventualidade ou ocorrência de problema no manual,abraço.

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  25. Eu entendo que a eletrônica nos carros mais ajuda que atrapalha. Não sou mecânico (nem mexânico), mas acho que a eletrônica permite que os carros fiquem cada vez mais confiáveis, algo que considero essencial em qualquer automóvel.

    Porém, ultimamente tenho notado um excesso de parafernalha eletrônica no interior dos carros, que mais se parecem com uma central multimídia ambulante do que um automóvel de verdade. Uma infinidade de botões, teclas, telas que na minha opinião, podem mais distrair o motorista do que ajudar. E esse painel do Lexus? Um excelente carro, mas quantos botões, teclas se pode enxergar?

    Muita gente faz questão que o carro tenha integração com celulares, iPods, iQualquer Coisa, ver filmes (!!) no carro, entre outras coisas; não faço questão disso e como foi dito em respostas anteriores, ainda é possível escolher carros sem esse montão de coisas. Mas está ficando difícil.

    Me preocupa quando vejo que a maior novidade de um lançamento de uma fábrica do porte da Chevrolet seja um componente que permite a integração de celulares e outros portáteis.

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    1. Entendo sua preocupação, Daniel, muito embora me sinta compelido a não concordar com ela.
      É antes de tudo um diferencial mercadológico. Ora, as pessoas estão perdendo cada vez mais o seu precioso tempo acorrentadas ao trânsito moroso e congestionado das grandes cidades. O surgimento da central multimídia e suas inúmeras funções é, você concorde ou não, um alento que pode surgir com força para minimizar penosos minutos e, por que não, horas perdidas no trânsito pesado. Por que não ver nisso uma boa oportunidade para se destacar nas vendas? Na verdade a central multimídia do Onix, e tenho certeza que é a ela que você se refere, está sendo injustamente alardeada como novidade, quando não é, aliás pode até ser novidade como opcional de fábrica, mas um equipamento do gênero pode ser comprado, com a mesma qualidade (!) (pois tenho convicção de que o equipamento do Onix é chinês) e instalado na maioria dos carros, mesmo muitos dos mais simples, produzidos de uns 6 ou 7 anos para cá; em muitos deles basta colocar uma moldura adaptadora no painel. Hoje muitos têm abertura 2-DIN no painel, só não instala um equipamento desses quem não quer.
      Alguns dirão, "enquanto o motorista se distrai enfiando os dedos na tela de LCD, os assaltantes farão a festa". Pode até ser, mas passa a ser uma questão de bom senso.
      Num mundo onde tudo parece já ter sido inventado, apesar de ser saudosista, eu vejo com bons olhos a popularização do equipamento que você cita. Não sei a sua idade, mas mesmo que seja mais novo, remeta-se ao início da década de 70. Você desprezaria um toca-fitas no painel? Acredito que não, e com certeza ele foi um equipamento tão desejado quanto o componente com tela digital.

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  26. MAO, (novamente, hehehe)

    Acabei de ler que no interior da cidade de Chapecó (SC), um pai, que ao perceber que sua filha de quatro anos estava no banco traseiro e sem cinto, pendia metade de seu corpo para fora.

    Assustado com o que viu, tentou com o braço empurrá-la para dentro, mas perdeu o controle do carro que capotou.

    Ele, sua esposa e sua filha de sete anos nada sofreram, mas a pequenina de quatro anos foi decapitada.

    Agora eu pergunto: Será que esse pai que errou como qualquer um de nós pode errar, merece o seguro e o DPVAT?

    É claro que ele deve ser perdoado. Tanto por nós, simples e míseros mortais, como pelo Todo Poderoso, que acredito existir. Mas fazer jus a indenizações por isso? Eu penso que não.

    Para finalizar, quero dizer que o bom deste blog é podermos expor nossos pensamentos sem qualquer receio de sermos ridicularizados. Desde que, é claro, sem ofensas pessoais.

    Obrigado a você e a todos que fazem parte deste excelente blog.


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    1. Ó Sol, vc. faz uso de algum tipo de substância proibida?

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    2. Num é pussiver...
      Deve ser o anti-alérgico então que tá fazendo mal!

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  27. A maioria das pessoas que entra em um automóvel só quer chegar de um ponto a outro da maneira mais rápida e confortável possível. Eu mesmo só quero isso na maioria das vezes que entro no meu carro.
    No futuro os carros irão proporcionar exatamente isso. Serão autônomos e terão todos os apetrechos possíveis de entretenimento. 99% da população mundial estará feliz da vida.
    Os 1% que querem o prazer de dirigir terão que se contentar com as pistas fechadas ou talvez consigam aprovar alguma lei que permita que comprem carros que possam ser dirigidos, claro que arcando com todos os problemas disso: provavelmente terão que pagar mais caro no carro, terão que ter um seguro caríssimo para pagar todas as possíveis despesas decorrentes de algum erro, tanto médicas como indenizatórias, terão que passar num super exame de direção e serão responsabilizados criminalmente de maneira severa por qualquer erro que cometam.

    Eu gosto desse futuro!

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    1. Você gosta, então seu lugar é no zumbi entusiastas, pra gente que gosta de ser controlada em cada detalhe da sua vida

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    2. Lorenzo Frigerio26/11/12 18:01

      Não é futuro, é presente. Dirigir como o Bob & Turma propõem, hoje em dia, só é possível em circuitos fechados.
      Eu tento me adaptar ao que é possível, gosto de curtir o passeio, de ver a paisagem ficando para trás, de saber que meu carro faz curvas e freia bem se precisar. NÃO de ficar passando marcha ou fazer "punta-tacco", isso é uma coisa completamente diferente, que só faz sentido num autódromo fechado, lugar a que a maioria das pessoas nem tem acesso.

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    3. Extrapolando um pouco mais, nesse futuro haverão apenas máquinas e as pessoas não serão mais necessárias para nada, nem para criar máquinas e nem para consertá-las.

      Já estou até sentindo náuseas de pensar num futuro assim. Tomara que isso nunca aconteça realmente.

      Por um futuro mais das pessoas e menos das máquinas.

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    4. Quem não gosta dos confortos da modernidade pode voltar a andar com os próprios pés.

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    5. Ah eu faço isso as vezes. Vou trabalhar a pé.

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    6. Sim, num futuro próximo (100 anos) as pessoas não serão mais necessárias em nenhum trabalho não criativo. Até lá teremos energia infinita via fusão nuclear e as maquinas vão fazer tudo. A nós vai sobrar apenas a diversão e o ócio :)

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    7. Nossa, que sonho Oli! E também além de achar lindo isso acho que o papai noel existe

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    8. Oli

      Aff... que mundo mais monótono e sem graça esse teu. Ainda bem que daqui a 100 anos eu já não estarei mais aqui. Só lamento pelos meus descendentes....

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  28. Olha sou fã de carros como a maioria aqui, gosta muito de guiar e viajar é uma terapia para mim, quando vou para casa faço 1200km e se fosse necessário eu os faria todo dia sem problemas, sem câmbio automático, sem aceleradores eletrônicos e sem babás.
    No entanto sou obrigado a descordar da parte sobre a proibição da direção, recentemente perdi um tio em um acidente de trânsito, o motorista do caminhão dormiu ao volante e invadiu a pista contrária, o transtorno que isso causou a minha família é enorme, pois a atitude de apenas uma pessoa teve a capacidade de transformar a vida de uma dezena de outras....
    Se o mundo fosse pautado pela lógica e não por interesses econômicos todos andaríamos de trem e os carros ficariam restritos a transportes locais, autódromos seriam mais frequentes e bem cuidados e todo mundo sairia feliz, pois iriamos usar o automóvel como nossa diversão e não como meio de transporte para cargas e trabalho como é utilizado hoje.
    No entanto o mundo não é lógico, por isso caminhamos a passos largos para justamente a proibição da direção, péssimo para os autoentusiastas como nós, mas menos mal para famílias prejudicadas como a minha.
    PS: lembrando que a maioria das pessoas dirige MUITO MAL, acham que dirigir e falar ao celular/retocar a maquiagem ou qualquer outra coisa é perfeitamente normal, esquecem que tem que se ter ATENÇÃO total na estrada para não se matar e principalmente não matar aos OUTROS.

    Rodolfo M

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    1. Sua conclusão é perfeita. Inclusive muitos "autoentusiastas", que estão mais para "autoterroristas".

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  29. Grande Post MAO. Eu acho assustador como algumas pessoas acham perfeitamente normal o governo querer controlar as nossas vidas, como se fossemos crianças, tentando nos salvar de nós mesmos. Isso é muito perigoso! A cada dia que passa nossas liberdades são diminuídas, e quase ninguém percebe. Abraço!!

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  30. MAO, no fundo toda essa briga é só pelo direito de escolha, não é? Eu mesmo, adoro tecnologia e informática, mas não tente mandar um e-mail pra mim nas minhas férias, pois nem olho minha caixa... quem me conhece sabe que vai precisar telefonar e falar "ao vivo"...hehe. Talvez seja isso, não se tornar escravo da tecnologia, embora seja impossível viver sem ela.... mas dá pra pra se desligar de vez em quando.

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  31. Lorenzo Frigerio26/11/12 17:51

    Essas cigarras e dispositivos de segurança existem porque tais carros são vendidos primordialmente nos Estados Unidos, onde os fabricantes podem ser PROCESSADOS por qualquer imbecilidade do usuário.
    Agora, dizer que "alavanca de câmbio e pedal de embreagem são indivisíveis do ato de dirigir", você falou bobagem. Transmissão automática existe desde 1939 e é uma coisa consagrada lá nos Estados Unidos - vai encontrar um carro mecânico ali, que não seja carroça de "cucaracha". O Brasil é que é TERCEIRAÇO e acostumou mal os motoristas.

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    1. Carro verdadeiramente ESPORTIVOS usam câmbio manual, até mesmo nos EUA. Corvette, Camaro e Mustang sempre tiveram opção de câmbio manual, além do automático.

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    2. Lorenzo,

      Cambio automático é campeão de vendas nos USA desde 1900 e guaraná com rolha simplesmente porque americano é preguiçoso e nunca soube dirigir (salvo raríssimas exceções).

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    3. Lá vem o Lorenzo falando groselha...

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    4. Pior que é verdade: americano no geral não sabe dirigir. Tanto que não me lembro de nenhum piloto americano que tenha feito história na Fórmula 1...

      Ah, mas eles tem a Fórmula Indy! E daí? A maioria dos circuitos são ovais... curva pro mesmo lado a prova inteira...

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  32. MAO, os irritantes apitos nem são as piores coisas que nos empurram goela abaixo, nos carros modernos: não se esqueça dos motores flex. Mas a pior coisa está por vir, e desta nem os carros mais antigos escaparão: o tal chip que o (des)governo obrigará que todo carro tenha. Se alguém aí souber como fazer para desabilitar essa bisbilhotice do Estado na vida do cidadão, que faça à sociedade, o imenso favor de divulgar. Ainda não sei como, mas vou burlar esta invasão de minha privacidade, ah se vou! Não quero nenhum imbecil a quem isto nada interessa, sabendo a que horas saí ou não com meu carro, e para onde fui ou deixei de ir.

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    1. Mr. Car
      O Grande Irmão vai ficar de olho em você ! Vai ser seu novo anjo da guarda.
      Mr. Car e seu Dacia! Agora totalmente monitorados

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    2. Monitorar o Mr. Carniça
      é fácil. Do Asilo pro médico, do médico pro asilo....Tudo a 10 por hora na faixa da esquerda.

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    3. Difícil é monitorar aquela porca que te colocou no mundo. Nunca se sabe em que puteiro a vadia estará dando plantão.

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    4. Mr. Car, e vai ter gente achando esse CHIP o máximo. Pode esperar. Eu sinceramente fico assustado.

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  33. http://www.youtube.com/watch?v=FCKYCntiaSU

    Esses carros japoneses e suas siglas insuportáveis...tsc...tsc...tsc...

    Eles são os verdadeiros culpados pela morte das baleias, pelo buraco na camada de ozônio, pelo desmatamento da amazônia, pelo conflito entre israelenses e palestinos, pela onda de violência em São Paulo, pelo derretimento das calotas polares e pela Nana Gouvêia ter tirado fotos "sensuais" nos escombros deixados pelo furacão Sandy.

    Chatos, modorrentos, burocráticos e cheios de "piiiiii" e botõezinhos que tornaram o ato de dirigir tão monótono quanto poderia ser.

    Que voltemos aos anos 70, época de carros de personalidade. Quando emburravam (e não era raro), deixavam o dono na mão com cara de idiota e uma mancha de óleo na garagem. Mas puxa vida, eles tinham personalidade! Afinal de contas, o que importa mais num carro do que um adjetivo usado por humanos? Andar e ter confiabilidade é coisa para carros sem personalidade.

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    1. Siglas os alemães já passaram faz tempo.

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    2. Não brinca, jura? Puxa, agora eu posso dormir tranquilo!

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    3. Gostou? Gostaria que eu escreve todas aqui? Assim pode pode sonhar com os anjinhos.

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    4. Boa! Iêeeeeeeeeeeeeeeee!

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  34. Esse chip vai ser o pior mesmo.

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  35. Luiz Dranger26/11/12 18:48

    MAO, ótimo texto. Há algum tempo, o Bob publicou um texto meu que gerou uma grande polêmica no AE e está super alinhado com o seu texto. http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/08/queronao-quero.html#more
    Abração, Luiz

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  36. "Usa o cinto quem quer".

    "Usa farol quem quer".

    Quem defende essa liberdade total de fazer o que quer, ter "opção" ou "escolha" e é contra a regulamentação do estado sobre certos usos & costumes, em 100% das vezes se esquece que o CUSTO dos acidentes, mortes, etc. é pago por toda a sociedade.

    Uma coisa é amassar o parachoque na garagem. Outra é achar e defender que cada um que se vire como achar melhor, com base na sua consciência e habilidade, sendo que trânsito é interação entre muitas pessoas e coisas.

    Com estruturas e interações sociais cada vez mais complexas, há uma necessidade maior de regulamentação sobre o indivíduo. A liberdade não é irrestrita e tem um alto preço sim! Entender e aceitar isso é maturidade e não infantilização.

    O mercado anda assim pq ele não atende apenas nichos, como os AUTOENTUSIASTAS. Vc, MAO, e todos os demais, tem escolha sim. Mas se sua mulher escolheu esse carro, vc deve aceitar os contras assim como os prós.

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    1. Isso acontece porque o AE ótimo em falar de carros, mas falha quando foge disso e quer aprofundar em assuntos mais sérios.

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    2. os Anônimos aí acima acertaram na mosca.

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    3. Discordo inteiramente.

      Ao simplesmente não usar cinto de segurança, qual a chance de eu causar mal a outrem??? Nenhuma! Já farol serve para ver e SER VISTO. É bem diferente.

      Sobre o custo dos acidentes, ora, cobre-o de quem os causa, e não de mim que estou aqui de boa.....

      E por que "com estruturas e interações sociais cada vez mais complexas, há uma necessidade maior de regulamentação sobre o indivíduo"?? Quer dizer que antes de eu pensar ou decidir alguma coisa, alguém já previu que eu estaria errado e precisa querer me corrigir?? Eu não tenho capacidade de escolher e arcar com as consequências dessas escolhas?? Penso que a minha liberdade só deve ser restringida quando ela começa a fazer mal para outras pessoas, antes disso estamos todos apenas exercitando as nossas liberdades.

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    4. Anônimo das 20:56 - Se vc tiver seguro de vida, espero que seu corretor não te ouça... hehe. Assim como espero que seu filho (se tiver ou quando tiver) não pense da mesma forma, pois talvez entenda que a educação faz com que cada um passe a dar a valor à PRÓPRIA segurança. E a decisão de usar ou não o cinto ainda é pessoal (sujeito ao rigor da lei), mas sou eu e todos os outros que repartirão o CUSTO se vc se acidentar mais gravemente por que VOCÊ quis correr o risco! Quer andar sem cinto? Isso não é liberdade e sim imprudência. É incrível que após tantos anos ainda exista gente que acredita que a estatística da violência no trânsito só existe nos jornais e não pode atingi-lo! Francamente!

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    5. Anônimo das 20:56:

      Seu pensamento é um reflexo do egocentrismo e do individualismo que reinam na nossa sociedade. Além disso, revela uma limitação também muito comum atualmente: enxergar apenas o efeito imediato das coisa, desejar a liberdade sem responsabilidade.

      Os efeitos desse comportamento vão muito além da "sua cara quebrada" ou do "seu seguro que cobre tudo". Desde as pequenas coisas - o custo de remoções, atendimentos, congestionamentos, polução, previdência social, saúde pública, engenharia de tráfego, atendimento à população, aumento do valor dos seguros... Tente enxergar além do seu umbigo pois existe um universo aí.

      O cara que não cuida do caminhão e pára SP por horas quando quebra na Marginal, trava numa ponte ou destrói um poste... o motoboy maluco que entope o SAMU e o resgate o dia inteiro... o motorista que bate o carro ou atropela alguém... É o mesmo que não usa cinto ou quer falar no celular ou não quero controle de velocidade em nome da ILUSÃO DE LIBERDADE.

      Pq com trânsito, desrespeito (por si e pelos outros), poluição e todo o resto, essa liberdade pregada pelos autores do AE é uma ilusão.

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    6. Ora, se eu for vítima de alguém que cause e me envolva num acidente, e eu precisar de um socorro maior só porque estava sem sinto de segurança, que eu também seja responsabilizado por isso. O que eu reclamo é isso. Que as pessoas parem de ser tratadas como crianças que precisam ser vigiadas o tempo todo para não se machucarem. Não tirem das pessoas a capacidade de fazerem suas próprias escolhas, mas caso essas escolhas causem mal a outros, que haja consequências. As pessoas precisam ter consciência do que fazem e das consequências e implicações do que fazem, e não viverem com uma listinha na mão com o que é proibido e o que é permitido. Até porque, muita gente acredita e implementa aquela filosofia do que é proibido é mais gostoso, mas com isso age sem pensar no que pode acontecer em decorrência de seus atos. E antes que digam, não sou contra saúde pública e universal. Sei que isso implica em "rateio" das despesas com toda a sociedade. Mas se eu causo um acidente por, por exemplo, ultrapassar em local proibido, que haja uma responsabilização maior a mim por isso do que a mera multinha.... Acidentes acontecem, e todos devem ter direito a atendimento nessas situações, mas por que o camarada que dirige imprudentemente um carro com péssima manutenção não pode ser cobrado depois por isso, caso cause algum dano??? Enquanto ele apenas dirige de boa por aí ou não cause maiores danos, que a multa seja apenas um puxão de orelha. Como exemplo, o que aconteceu no julgamento do tal goleiro bandido Bruno: os advogados resolveram debandar para adiar o julgamento atual e forçar um novo. Deu certo, mas a juíza lhes implicou uma multa por julgar que essa atitude trás prejuízos aos cofres públicos. Perfeito.

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    7. Mesma coisa com relação a encher a cidade de lombadas e obstáculos de todo tipo. Por que penalizar igualmente a todos pelos erros de meia-dúzia??

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  37. MAO, é fácil, sob o banco do motorista tem um fiozinho com um conector, basta desligá-lo e fim do aviso. Resolveu definitivamente a maior chatice do Peugeot 307 do meu pai. Deve ser assim em 90% dos carros.
    O seu carro tem aparelho de som com Bluetooth da Sony, como mostrado na foto? Essa marca só se entende com celulares da mesma marca. Pode tentar o que quiser, que ele não se mistura. Eu pelo menos desisti.
    Essa coisa dos manuais cheios de explicações amedrontantes é coisa de norteamericano. Quem lançou essa moda aqui no Brasil foi a GM (vide manual do Corsa 94 - sou um leitor assíduo de manuais e é o primeiro que me lembro de conter tais advertências). Porque na terra do Tio Sam tudo é motivo para disputa judicial. Se o Fox com seu banco arranca-dedos tivesse sido vendido por lá, com certeza a VW teria falido.

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  38. MAO,
    Gostei muito do texto, pois me autodefino como Neanderthal sobre rodas. Detesto essas "facilidades" que muitos apreciam, tais como: acendimento automático de faróis, limpador de pára-brisas automático, câmera e sensor de ré, central multimídia com 348 opções etc. etc. etc.

    Tudo bem que existam essas opções, quem gosta que se sinta feliz e faça bom proveito. Mas, ser regra, não ter como desligar ao menos, aí é de lascar!

    Abraço!

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  39. Eu tenho notebook, tablet, smartphone e mais um monte de gadgets que eu não abro mão. Porém, também gosto de máquinas "puras", ou seja, acho delicioso dirigir um carro sem qualquer eletrônica.

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  40. Daniel San26/11/12 21:39

    Tem um texto na internet fantástico sobre isso,"abaixo a tecnologia burra". Ilustra perfeitamente o atual cenário das quinquilharias tecnológicas. Penso que tudo se resume ao uso do bom senso,algo cada vez mais raro nos dias de hoje.

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    1. Meu notebook é meu computador de mesa; no meu tablet tenho meu portfólio para apresentar aos clientes e; o smartphone para usar como telefone, tocador de música.... enfim, para mim essa tecnologia veio para facilitar.

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    2. Até aí eu até concordo. Notebook como PC de mesa q pode ser levado para o sofá ou a varanda. Tablet com as coisas profissionais e etc.... Eu só não consigo compreender essa necessidade atual da conectividade em tempo integral..... O tempo todo vc precisa estar nas redes sociais. Tirou uma foto, antes mesmo de vc ver o resultado final ela já tem que estar no "face".... Soltei um pum? Compartilhar! Caramba minha gente, "vamo" pôr essa capacidade criativa pra coisas úteis!!

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  41. MAO,

    Um pouco dramatico, mas real, perfeito e irretocavel.
    E como os cretinos continuam sem me deixar comprar o camaro verde com cambio manual, quero que todos morram e eu continuo de Ram e de Cherokee velhas, daquelas que ainda tem uma peça super arcaica chamada de cabo do acelerador.

    AG

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  42. A verdade é que sempre teremos acesso ao vasto mercado de usados, capaz de atender nossos anseios por liberdade!

    Outra coisa: MAO vc deve praticar o que prega. Quem pensa igual a ti não anda de Cruze. Anda de Vectra B, Focus MK1 entre outros.

    Forte ABRAÇO!

    Nícolas

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    1. Nicolas, peço licença por não se dirigir a minha pessoa, mas pergunto-lhe: o que há de errado no Cruze? Já andou no carro? E o Vectra B e e Focus I, o que tem de tão espetaculares? Olha, tenho um Vectra B, e não acho toda essa maravilha, não. O Focus também: tem muito mais fama do que qualidade em si.

      Abraço

      Lucas CRF

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    2. Nada contra o cruze, ou o vectra b, ou o focus. Mas o MAO só escreve esses textos "da boca pra fora". Nada do que ele prega com tanta paixão e poesia são o que ele realmente pensa.

      http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2012/08/focus-mk1-vs-cruze.html

      Este texto dele prova o que eu digo. Defendeu até as colunas A grossas e rodas gigantes sem necessidade, coisa que ele sempre abominou com veemência.

      É muito fácil ser neofóbico por conveniência.

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    3. Estou com o Carlos Eduardo e não abro

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    4. Fica parecendo aquela turma do NA, onde todo mundo diz que gosta de carro usado, colorido e diferente, e no fim todo mundo vai e compra um zero, prata e dos mais vendidos.
      Aqui também é igual, lamenta e reclama mas compra um carro que é um bom representante de tudo que diz odiar.

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  43. Valeu pelo texto, MAO. EXCELENTE!!!

    Concordo em gênero, número e grau com cada palavra!

    Leo-RJ

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    1. Leo-RJ vc é o maior bajulador do AE que eu já vi. Incrível como não tem senso crítico e concorda em gênero, número e grau com tudo o que os autores do AE postam. Tudo bem admirar e concordar, mas a forma como vc expressa isso é constrangedora. Essa sua vassalagem deslavada causa vergonha alheia.

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  44. Acho que há um exagero nas qualidades de alguns carros, que até parecem ter forte personalidade como um Lotus Seven...

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  45. O MAO postou um desabafo meio exagerado, confundiu os menos críticos e recalcados e logo motivou os misoneístas a sair do armário com toda força.

    Como disseram aí atrás, o AE é ótimo quando se limita aos carros e seu lado técnico, mas quando se mete a trata de política, sociologia ou filosofia a coisa desanda!

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  46. Sensacional, MAO. A parte que fala do cambio manual é simplesmente ótima. Quando vejo um carro bacana, mas com cambio automático, perco todo o interesse de imediato.

    Escreva mais. Escreva mesmo. Tens o dom.

    Abraço

    Lucas CRF

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  47. A cara de felicidade desse moleque quando o pai acelera, é o melhor do video!



    http://www.youtube.com/watch?v=r5m_eVsk5A8

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  48. MAO,

    eu compreendo perfeitamente o seu lado. Eu já dirigi Chevette, Mille e até Jeep para entender o quando a modernidade afeta a dirigibilidade dos carros. Desses que eu citei para os mais modernos, sente-se uma grande tendência de anestesia a condução pelo motorista. Alguns modelos novos não chegam a incomodar. Outros até parecem que você não o conduz. Só "diz" por onde ir.

    Mas não acho que a presença de Airbags devia mudar isso. Alias, eles devem estar lá para garantir a sua integridade numa colisão. Uma pena o Mille não puder receber, mas se pudesse de nada adiantaria, já que a estrutura não foi pensada para deformar bem e trabalhar junto com as bolsas. Segurança do motorista e ocupante em primero lugar.

    O ABS é um pouco complicado. Poderia receber uma chave que o desligue caso o condutor saiba o que está fazendo. Aí seria ótimo. Mas não acho um incomodo os carros vierem com o recurso. A diferença é que posso frear sem medo numa emergência sem ter prática ou conhecimento de técnicas de frenagem.

    Mas não tema. Há vários usados que podem ainda satisfazer nossos desejos.

    KzR

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    1. Quem sabe a anestesia seja um remédio eficaz contra a incompetência de certos motoristas...

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  49. Show o Texto, MAO!

    Acho que carro deve ser simples e eficiente. Qual a vantagem de um freio de mão automático? É muito difícil puxar a alavanca?

    Nos manuais dos japoneses até fechar a tampa do porta-malas é perigoso. Quando eu era criança também queimei meu dedo no acendedor de cigarros. Acho que foi por não haver nenhuma advertência no manual...

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  50. Ai que saudade da máquina de escrever e do jornal em papel. Ninguém mais tinha direito à palavra além do jornalista

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  51. Virou moda endeusar o Mille aqui agora.

    Menos, menos.
    Os caras tão comparando com Lotus Seven.

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    1. Entusiasta de verdade preferiria fácil um Peugeot 105 do que um Mille...
      mas vai entender...

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    2. Pois é ,mas não adianta chorar ,finalmente algo caro e arcaico vai sair do mercado ,junto com outras "maravilhas" da industria automobilística .

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  52. É. O MAO também é bipolar.

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  53. Com o tempo os carros, vão ser só meio de locomoção mesmo.

    Ai caso você queira algo "bruto" ou estado da arte, vai ter que ir buscar num Antigo mesmo.
    Acho que o futuro de quem gosta de sentir, a pegada entusiasta é andar nos cavalo de aço, vulga motocicleta.

    Abraços

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  54. Ontem andei cerca de 100km com minha Captiva V6, portanto carro moderno com a maioria das facilidades e complexidades de hoje em dia.
    E hoje andei os mesmos 100km com minha reliquia, um Omega GLS 4.1 (95) com somente 56k reais único dono (eu mesmo).
    O que eu realmente não gosto no velhinho é ter que colocar a chave na porta em dia de chuva para trancar e destrancar, no mais eu não usei nada dos modernismos da Captiva neste e que me lembre em nenhum outro trajeto.
    Não estou dizendo que o Omega é melhor porque não é, excetuando-se a melhor estabilidade (por sinal a Captiva é uma M)o resto é tudo melhor inclusive o consumo, mesmo com 100hp a mais.
    Mensagem dirigida:
    Bob, vc ja pensou em fazer um "no uso" com alguns dos carros mais iconicos do passado?

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  55. Meu carro tem uma droga de piiiiiii junto com uma mensagem em letras garrafais no painel qdo cometo o crime de tirar a chave do contato com a droga da alavanca em N e não em P. Tem piiiii qdo desligo o carro e abro a porta com a chave no contato. Tem piiiii qdo esqueço as luzes acesas. Tem piiiiii qdo o combustível entra na reserva.

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