19 de novembro de 2012

VIDA DE CARRO VELHO



Para quem está com saudades dos meus posts, vai um bem diferente. Desta vez nenhuma receita de motor, nem nada de preparação.

Estava dia desses pensando que uma coisa que me diferencia muito do cidadão normal que compra carro é o fato de que, uma vez escolhido e comprado um carro, gosto de passar muito tempo com ele. Carros, como cães, cavalos e bons amigos são coisas que levam tempo para se desfrutar na sua plenitude. Não sinto vontade de sair trocando com rapidez, com freqüência, porque está ficando velho.

Aliás, eu sou meio velho, logo, por que querer sempre capim novo?

Minha picape está com 18 anos e o Jeep com 15, ando com os dois, extremamente feliz, satisfeito e se me vem a idéia besta de trocar eles por outros mais novos, sempre me pergunto qual o motivo, na medida em que me alegram tanto o espírito e são tão absolutamente confiáveis. 

Fora o gasto necessário. Fora o incômodo de se adaptar a algo diferente que, necessariamente, não vai ser melhor, mais legal ou mais confiável que os atuais. Fora o fato de sequer poder realmente comprar a versão que quero na cor que desejo porque alguém se acha no direito de decidir por mim, o que posso ou devo comprar. 

Eu também tenho um carro, que por acaso foi o meu primeiro carro há exatos 30 anos. Comprei ele em 1982, em Petrópolis, na rodovia União e Indústria, 7.750, com algum dinheiro que já estava juntando numa caderneta de poupança na Caixa Econômica tinha alguns anos. Como eu era um duro, quebrado e sem nenhum tostão, ou era assim ou não rolava. Um detalhe legal é que meu pai, um cara bem legal, fez questão de ir ver o carro para mim, e ainda trouxe ele, na medida em que no dia da compra minha habilitação ainda não existia.

Pois bem, a compra do carro, eu com 18 anos e recém-habilitado simplesmente trouxe novos ares e expectativas à minha monótona existência. Na foto abaixo, tirada no Autódromo de Jacarepaguá em 1984, eu, meu camarada Luiz Flávio e o Dart.


Eu, o Luiz Fávio e o Dart, no Autódromo de Jacarepaguá, 1984

Engraçado como carros às vezes conseguem isso. Eventualmente, acabei participando de provas de arrancada no Rio nos anos 1980, indo à faculdade, passeando um bocado, curtindo bem a vida nova de motorizado.

Usei este carro quase que diariamente durante muito tempo, praticamente até o ano 2000 quando me mudei para Brasília. Na foto abaixo, o Dart como está hoje.

O meu Dart cupê – para sempre

Aqui em Brasília, já com alguma dificuldade com lugar para guardá-lo, passei a deixá-lo em um estacionamento alugado, não muito perto de casa e então ele definitivamente saiu do contexto de veículo de uso diário. Como também já era dificil de conseguir peças de manutenção e de acabamento, achei sensato não mais expor ele aos riscos de acidentes normais no uso diário, mas mesmo assim o mantenho firme e forte, funcional, em dia e até às vezes ainda saio para dar uns rolês com ele. Mas vender, me desfazer, esquecer este carro, me é impossivel. Simples assim.

Dia desses estava conversando com uns amigos em uma lista gringa de carros de arrancada antigos e li sobre uma história inacreditável de um cara que parece pensar mais ou menos como eu. Seu nome: Dave Hales. O que ele fez de mais, de menos ou de tão especial?




Primeiro, este prefácio foi para que você que me lê possa entender a admiração e o fascínio que senti ao ler a história completa, entender os detalhes e as incríveis ocorrências que se passaram com o Dave e com o seu carrinho de arrancada.

Vamos voltar uns 50 anos, para 1962.

O Dave era um cara como qualquer outro, um jovem que curtia arrancada, carros modificados e mecânica em geral. Como a maioria dos jovens, tinha limitações e muito do que era feito, ele mesmo fazia, em casa, deitado em suas próprias costas.







O carro, um Willys Americar, foi comprado em mau estado por ínfimos 25 dólares. Na época a categoria adequada ao carro e a ele era a dos gassers.

Na última foto da seqüência acima, o cara que está com o acendedor de maçarico no bolso traseiro da calça é o Dave.

Gassers eram carros normalmente feitos nas décadas de 1930 a 1950, que competiram no final dos anos 1950, todos os de 1960 e início dos 1970.

O nome gasser vem do fato que queimarem gasolina e não metanol ou nitrometano. A forma era ditada pela função, então eram montados normalmente com a suspensão dianteira original independente substituida por um eixo rígido e a frente do carro era normalmente bem alta, com vistas a auxiliar a transferência de peso para a traseira nas arrancadas. 

Troca dos motores originais por outros muito maiores eram normais, bem como os escapamentos tubulares descendo pelos pára-lamas dianteiros. O uso de superalimentadores, compressores Roots originalmente usados em motores GM diesel 2-tempos, era lugar-comum também. 

Com o passar do tempo, especialmente nos anos 1960, um item foi muito popularizado, a injeção de combustível  mecânica. Um item que aumentava muitio a potência dos motores, mas que era bem limitado em termos de dirigibilidade, funcionava de forma bem distinta: ligava e tinha lenta, ou pé na lata e máximo de potência possível.

Uma explicação é devida, inclusive que esta caracteristica de pouca tratabilidade foi o que ajudou a determinar o fim delas e dos gassers, na medida que no início dos anos 1970 o tunnel ram, um tipo de coletor de admissão bem alto, que permitia montar dois carburadores quádruplos num motor de 8 cilindros, quando devidamente refinado, rendia tanto quanto a injeção mecânica, mas eram muito melhores e mais progressivos, de forma que era possivel acelerar e ainda dirigir o veiculode forma nromal. Ou quase... Isto, associado à chegada de uma nova categoria que surgia, a Pro Stock, marcou de forma bem clara o declínio dos gassers.

Voltando ao Dave e ao seu Willys, o carro era bem adequado ao nome e ao estilo pretendido, rinha eixo rígido, foi feito em casa, usava um motor Chevrolet bloco-pequeno sempre e teve vários ao longo dos primeiros cinco anos de uso do carro. 

Primeiro um diminuto 265 (4,3 litros), depois um 283 (4,6 litros) e por fim um 283 aberto para 301 polegadas cúbicas (4,9 litros). O carro foi feito na própria casa, na garagem e na passagem de acesso a ela, com as ferramentas disponíveis. Os motores, simples e abundantes e os câmbios manuais GM de 4 marchas, sempre close ratio, faziam um bom par. O eixo traseiro  era produto GM também, e sempore usava uma relação numericamente bem alta, visando o máximo de aceleração possível.

No início, combinando bem com o estilo do it yourself at your home, o carro era puxado para as provas de arrancada por uma tow bar.

O Willys puzado por uma tow bar, um cambão


Depois, num belo dia em que o Dave trocou a injeção que ele tinha inicialmente usado no carro por outra maior, a antiga foi trocada por uma carreta simples, aberta, de um eixo, que permitia levar e trazer o Willys para as pistas com mais tranqüilidade.

Bem mais fácil, levar o Willys numa carreta

Tudo ia bem até que em 1967 Dave vendeu o carro. Teve alguns outros, continuou a correr, mas o SEU carro era o primeiro Willys que teve.

Um Ford Anglia!

 O comprador continuou correndo com ele, e depois de um tempo o carro foi novamente vendido. O Willys trocou de mãos no total de cinco vezes. Na foto abaixo, o carro como foi comprado no leilão de Carlisle em 1998.



O mais incrivel é que, com o declínio dos gassers, as duas possibilidades dadas ao carro eram ou o sucateamento, ou virar um street machine, ser descaracterizado como carro de corrida e virar carro de rua. 

Inacreditavelmente e contra todas as chances óbvias, o Willys sobreviveu como carro de corrida e em 1998 foi comprado em um leilão. Os novos donos acharam Dave e o contataram com o intuito de que ele os ajudasse a ressucitar o carro, que chegou incrivelmente a ser fotografado e publicado na capa da Hot Rod que, diga-se de passagem, nada há mais legal do que ter um carro na capa da revista automobilística mais legal do mundo. Que satisfação, que honra!



Dave realmente iniciou conversas com vistas a recuperar completamente o carro, lista de peças necessárias e suficientes para trazer ele de volta à vida, de forma fidedigna à sua época de ouro dos anos 1960. Só que evidentemente a conversa tomou outro rumo e o Willys foi vendido mais uma vez, só que desta, de volta ao dono original.

Na foto, o carro e os troféus conquistados por Dave.



Por uma questão completamente pessoal e a meu ver absolutamente correta, o carro foi fielmente restaurado apenas no que precisava e voltou a ser exatamente o que era 40 anos atrás, sem concessões à modernidade ou segurança, nada foi modernizado ou trazido de forma a ser validado ou conforme as normas de segurança atuais, de modo que não é tido como um carro homologado a participar de competições atualmente. 

O carro foi remontado de forma a ser exatamente o carro dos sonhos de um cara 40 anos antes. Já tem algum tempo que ele está de volta e mesmo hoje o interior, por exemplo, é o mesmo de 50 anos atrás.

O carro serve exatamente como servia há tanto tempo e é uma prova real e viva de que antes ninguém fazia carros pintados com tinta fosca e nem tinham uma alavanca de marchas tão comprida que saíam pelo teto. O carro existe e é um icone, um  memorial a como as coisas eram lá atrás. Mais magnífico, mais impressionante, impossível.

O fato de não ser campeão nacional, o fato de não ter pertencido a algum expoente do esporte o torna ainda mais legal, na medida que não teria assegurada sua existência apenas pela origem ou pelo pedigree de ter sido o carro de alguém ilustre. Na foto abaixo, detalhe da injeção mecânica, como está hoje, ainda sem ter sido trocada por algo mais novo, e o magnifico magneto no lugar do distribuidor original.



Nada mais real, nada mais legal, nada mais próximo do que um verdadeiro entusiasta deseja fazer, que é montar seu próprio carro, usar ele um monte e ainda ter a chance de, depois de tanto tempo, ainda ter ele ao seu lado. Como um bom cão, fiel e amigo.

Deixo aqui meu agradecimento ao Dave pela paciência de ter-me encaminhado as fotos e os detalhes desta que me é uma incrível história, a de um carro muito legal  e de seu dono.

AG

173 comentários:

  1. Sei bem o que é isso. Também tenho um Dart 78, fiel companheiro que nunca me deixou na mão. Levou meus filhos a escola, passeamos nas férias, levou minhas filhas para o casamento e em casa fica guardado e protegido. Ja passamos algumas crises financeiras, mas nunca cogitei de vendê-lo. Está comigo há 26 anos e espero que fique outros 26.
    parabéns pelo post. Belíssimo

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    1. Cara, isso é uma coisa que também quero poder fazer um dia, o casamento dos filhos com o carro! Meus parabéns pelo privilégio!!

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    2. Abracadabra19/11/12 22:56

      Quer vender? Aceita um AGILE como parte do pagamento??? hehehe

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    3. Zé da Silva21/11/12 12:49

      AG,e demais que pensam da mesma forma.
      Não só ganhei o dia , a semana e o mês , o post entrou para a categoria dos mais lindos já escritos no blog, é para ser relido para sempre.

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    4. comprei meu dart com 17 anos, por 2 conto, uso todo dia e é meu unico carro desde então...e já se vão 15 anos...tem q usar enquanto tem e é permitido...
      o futuro é assombroso...quem tem antigos cuidado...
      belo post, linda história!

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  2. Que história AG!!
    Também sou adepto da filosofia do "automóvel eterno companheiro". No meu caso é um Landau 1980 que, por acaso, foi meu primeiro carro e continua comigo até hoje, firme e forte, inclusive assumindo o papel de carro do dia-a-dia nas ocasiões em que necessário.
    As pessoas procuram sempre adquirir o melhor, bem, eu procuro sempre que o que eu tenho seja o melhor que puder ser, e ponho a mão na massa para que isso aconteça. Não sei se é doença mental minha, mas procuro como um daqueles objetivos velados da vida que o automóvel deixe de ser um bem finito, que não seja a idade o motivo de sua condenação ou descarte.
    Votos de um solidário da causa!!

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    1. Charles
      Que belo carro voce tem hein?
      O seu é naquele azul escuro classico?
      Tem cambio aut ou mecanico? Alcool?
      Parabens!

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    2. Charles, realmente espero que não seja, senão eu e mais um monte de gente vai parar no hospício (imaginando "casa de repouso Ciclo Otto, para fuçadores de motores"... Não parece tão ruim...)

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    3. Anônimo,
      Azul clássico, at. e gasolina.
      Valeu!!

      Braulio,
      Não parece mesmo ruim, se for passar o dia inteiro ouvindo ruido de bons motores, sentindo cheiro de gasolina e regulando carburador (desde que não seja DFV, hahaha), então eu pago pra entrar, que aqui fora não está fácil!

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    4. Charles,
      Pode somar mais um no grupo dos "desajustados mentais", pois também tenho essa queda por fiéis companheiros de lata! Esse seu Landau era o sonho de consumo de meu pai. Chegamos até a pensar em comprar um em sociedade, na época que eram classificados apenas como "carros velhos" (detesto esse termo, mas não há outro para usar neste momento...) Infelizmente, por vários motivos, não foi possível realizar o projeto. E devo ser um desajustado terminal, pois adoro botar a mão em um manhoso DFV 446... rssss! Parabéns pelo carro!

      brauliostafora,
      Para mim, essa casa de repouso seria o paraíso!

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    5. Lembro destes tempos Road Runner, realmente tais carros valiam bagatela. Não faz muito tempo não (ou será que estamos velhos). Meu mecanico mesmo comprou um Ltd branco nevasca por $800,00 e mais um videocassete de 4 cabeças. Pense que o carro está com ele até hoje, e ainda ostenta pintura original.
      Quanto ao seu projeto de adoção conjunta de um Galaxie/Landau com seu pai, ainda há tempo. Ainda existe muitos deles a preços bem razoáveis no mercado.
      Quanto ao bura Dfv, depois que vi a imagem dos portões da fabrica com inscrição "foto dos portões do inferno" circular pela comunidade opaleira, acabei acreditando, hehehe. mas acredito que as motorcraft de venturis progressivos devam ser bem infernais também, um brinquedo para quem tem paciencia!
      Seja bem vindo ao asilo dos loucos! e obrigado pela gentileza!

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  3. Também sou fiel ao meu carro, meu primeiro carro, desde que o comprei em 2008, já com 6 anos de uso.
    Às vezes sou tentado a trocá-lo, mas quando penso o que um novo teria a mais para me oferecer, percebo que não tem sentido.

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    1. Marcos, entendo sua empolgação, mas 2012-2008=4 Seu carro está contigo há quatro anos...

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    2. O "já" significa que em 2008 quando foi comprado o veículo estava com seis anos de uso.

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  4. Grande post AG!
    Sei bem o que é isto, estou ajudando meu tio-avô a recuperar a Kombi dele que é o xodó dele, pois foi nela que ele fez a mudança dele de Petrópolis para Brasília em 1960. Não consigo nem imaginar oque deveria ser viajar mais de 1000km em um Kombi 1200, provavelmente passando horas sem cruzar com viva alma na estrada.
    Fantástica essa história do Dave!
    Me lembrou muito aquele filme sessão da tarde "Hot Rod - Em busca da vitória" que adorava assistir quando moleque.
    Abs,
    Filipe W

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    1. Filpe W,

      Viajar de Petrópolis-RJ para Brasília, na década de 60, com uma Kombi 1.200, e, o que é 'pior' certamente bem carregada, não é (era) para qualquer um e nem para qualquer carro.

      Abç!

      Leo-RJ

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    2. hahaha, eu tb adorava este filme...lembro da cena que ele ultrapassava uma Porsche na estrada... boa lembraça!
      Obrigado pelo post...gostei muito!

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  5. AG, te invejo. No bom sentido, claro.
    Esse ano tive que vender meu velhinho. Por falta de garagem acabei trocando-o por uma grana pouca, que não me trouxe nenhum benefício. Ficaram apenas as lembranças.
    Conheço um casal, hoje na casa dos 60 anos, que por pura diversão comprou um Gordini semelhante ao que os atendia quando recém-casados e duros. Uma bela história.

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  6. Também adoro carro "velho", só que os prefiro disparado em absoluto estado de conservação e originalidade, no máximo com os opcionais e acessórios da própria marca disponíveis para ele à sua época de novo. E salvo invisíveis e omitidas modificações mecânicas na duplinha da primeira foto, é como parecem estar: ao meu gosto. Parabéns! Outra coisa: apesar de oficialmente não serem considerados carros antigos, no meu julgamento, por algumas razões, já são revestidos desta aura. Discordo radicalmente do critério dos trinta anos para um carro ser considerado antigo.

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    1. Mr.Car e seu Dacia!

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    2. Mr.Car e seu Polara!

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    3. Mr.Car e seu Hillman Avenger !

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    4. Mr.car
      Eu tbm gosto dos antigos originais.
      Os 30 anos são usados como critério em outros países também. Acho justo principalmente como criterio para exposicao e provas de classicos.
      Mas muitos carros "especiais" sao cobiçados para colecao muito antes desses 30 anos. Um exemplo é o Gol GT/GTS/GTI que com 20 anos ja sao colecionados
      Modelos esportivos ou raros no país tambem nao esperam todo esse tempo para irem para colecoes. Assim toda e qq Ferrari, Porsche(exceto Cayene), Lotus, Alfa 2 lugares ou conversíveis, BMW e Mercedes esportivos, etc.
      Mas fora qualquer regra, ao meu ver, o que prevalece é o gosto pessoal , a admiracao por uma marca ou modelo. Decidir guardar ou manter um carro é muito mais uma questao subjetiva e nao deve se prender a nenhum parametro ou regra.

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    5. Mr. Car, falando nisso, achou um Polara para "adotar"?

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    6. Aqui em Osasco há dois Polaras novinhos.

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    7. Anônimo 19/11/12 15:12hs: não que eu vá me prender a um parâmetro para manter ou guardar um carro, mas esses 30 anos são muita coisa, sim. Isso tinha que ser revisto.
      Abraço.

      Brauliostafora: infelizmente, ainda não.
      Abraço.

      Anônimo 19/11/12 15:52hs: novinhos e sendo vendidos, ou novinhos "e não vendo de jeito nenhum"?
      Abraço.

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    8. Lá vem o FDP do Mr. Carroça vomitar suas besteiras aqui.

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    9. eeeeer the joker..... uma vaia pra vc: uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

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    10. Descarregou suas frustrações, The Joker? Está mais aliviado he, he, he?

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  7. AG,
    Sei bem o que é isso. Minha família tem um Gol 1982 desde 0km e minhas lembranças com aquele carros são muitas. Cresci nele, sabia quando meu pai chegava em casa pelo seu som característico, comecei a aprender mecânica com ele. Basicamente virei um entusiasta por causa dele.
    Mesmo depois de uma batida mais séria, onde uma Parati fez com que parte de sua traseira precisasse ser cortada e trocada, vendê-lo jamais foi uma opção.
    Hoje estamos restaurando-o, buscando usar acessórios de época, exatamente como meus pais teriam feito se tivessem a oportunidade de voltar no tempo.

    E também tenho outra tarefa mais complicada: achar o Fusca 1200 1964 que foi o primeiro carro do meu pai, mesmo sem ter número de placa ou chassi. Minha ideia é presenteá-lo com esse carro, nem que esteja todo destruído e seja necessária uma restauração completa. Só que esse caso, desconfio, será mais complicado.

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  8. Meu sogro precisa ler este post, para então justificar seu amor ao carro de estimação. Ele tem uma Belina velha e guerreira, que o acompanha em viagens até sua fazenda localizada no interior de Minas.

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  9. Vê se não some mais, AG!

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  10. Kleber Barroso19/11/12 16:07

    Meu primeiro carro foi vendido em 2000, e ainda assim, sempre que eu sonho com algo envolvendo um carro, é ele que estou dirigindo, ou ele está ainda na garagem...

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  11. Acho que tenho essa mesma doença do AG...

    O meu Jeep Cherokee é idêntico ao dele ..até a cor é a mesma ..

    Tenho o costume de não trocar de carros e sim JUNTAR .. Tenho o Jeep , um Corcel II a Alcool de uso diário , uma Variant 73 já restaurada em processo de placa preta,um Maverick v8 em fase de restauro, e uma Réplica de Cobra quase pronta que estou montando para um amigo .. se não fosse pela esposa xingando eu teria uns dez carros..he..he.

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    1. Eu também tenho um Jeep. Bem velhinho o bichinho. Na verdade, um bichão! Um Jeepão 4 portas (2 soldadas). Era de meu avô. Tá com motor refeito e freios novos, mas como fica muito tempo parado, acabam parecendo ser de idade pela dificuldade de voltar a funcionar bem. Ele está capado - não está com a caixa de redução e eixo dianteiro - mas dói no coração o pensar em vendê-lo. Pode não ser o mais confortável, ágil ou mesmo valente veículo que já guiei. Mas sinto afeição pelo danado.

      Só o venderia se o comprador desse a ele a gloria e o cuidado que eu gostaria de lhe dar.

      KzR

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  12. Por que eu ficaria tanto tempo com um carro se no domingo eu posso ir com minha família a um "feirão de fábrica" e comprar um modelo "Frex" novinho em 180x sem entrada????????

    Ass: Consumidor Brasileiro

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    1. Meu compadre
      Nao há desculpa ,você pode rodar no dia a dia num carro novo Flex e jantar um clássico / antigo na garagem
      Esse antigo e para rodar aos finais de semana em viagens e passeios com a familia
      Pense nisso e mude seu ponto de vista a respeito

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    2. Ops!
      Jantar nao manter.....

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    3. Fréquis 0KM = NOJO.

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    4. Incrível como as pessoas não capacidade de entender/perceber uma ironia. E são muitas!

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    5. Brave Heart19/11/12 21:16

      Eu entendi a ironia, é que o povinho daqui é muito mal-humorado, e se acha uma "elite" de entendedores de automóvel. Coitados....

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  13. Muito bom AG. É sempre reconfortante saber que há mais gente compartilhando desta visão. Pena que muita gente (chata) veja isto como patologia.

    O pior é ouvir: "por que você não troca os X carros por 01 novo e moderno (sic)?".

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    1. João Schmitt,
      Já parei de ouvir esse tipo de comentário, pois quem me conhece sabe da minha paixão doentia por antigos (e também que, dependendo da "lua", a resposta não será das mais polidas... rssss!!!)

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    2. Tudo depende, se a pessoa tem uns 5 pois é na garagem e nenhum carro decente pra andar aí de repente valeria a pena vender os 5 e comprar um bom. Já pra quem tem algo prático para o dia a dia e outros carros antigos bem cuidados aí pode xingar mesmo

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    3. Se esses 5 carros estiverem parados há um tempão, sem manutenção nenhuma e vc é do tipo que "deixa apodrecer mas não vende" merece ser xingado mesmo. Pq quem faz isso não é autoentusiasta. É um canalha que não merecer ter carro nenhum.

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    4. Sendo simples e direto ao ponto: mesmo que tivesse 5 carros podres na garagem ou não houvesse nenhum decente para andar, ninguém tem nada haver com isso. Compro os carros que quiser e ponto, não peço dinheiro a ninguém para isso. Mas não tenho tantos carros assim, fiquem tranqüilos. E, se algum dia puder ter minha pequena coleção, serão todos bem cuidados e rodarão com freqüência, pois carro foi feito para andar.

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    5. Que ninguém tem nada a ver, não tem, mas nada impede de comentarem também. Com certeza passa na cabeça de qualquer um que 5 carros podres são piores que 1 decente, mas ficar enchendo a paciência da pessoa com isso aí merece resposta torta mesmo

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    6. Me referia àqueles desgraçados que possuem um carro antigo e raro em estado de abandono, Galaxies, Opalas, Dodges, Mavericks, muitos estão aí apodrecendendo, e "o dono não vende por dinheiro nenhum" mas tb não cuida.Ficam lá muitos anos, sempre recusando proposta de compras, ainda que boas, de alguém que estaria disposto a recuperar e conservar o veículo, e preferem deixar o carro se acabar. Esses tipos sempre falam "ninguém tem nada com isso" mas deveria ser caracterizado como crime inafiançável e pesadas multas. Odeio quem faz isso.

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  14. AG, admiro muito quem consegue preservar essas máquinas do passado. Mas não tenho certeza se os atuais são colecionáveis... rsrs Já tentei ficar muito tempo com o mesmo carro, mas vendi com quase sete anos de uso. Dava muita pane e o conserto ficaria caríssimo.

    Clássicos são clássicos!

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    1. Mineirim,
      No fundo todos serão. Prova disso é que os próprios GTI se tornaram colecionáveis e são carros muito frágeis (injeção analógica - scanner não lê, acabamentos plásticos frágeis e raríssimos, estrutura relativamente sensível e o pior de tudo, a maioria virou carro "de pau" em um momento ou outro da vida).
      Esses dias vi um daqueles Golfs GTi da primeira safra, branco, deveria ser ano '95 mais ou menos, mas estava completamente perfeito de lataria e pintura, todo em pé e bem cuidado. Puta vontade de comprar. Só posso concluir que qualquer carro com alguns anos nas costas porém muito bem cuidado é sério candidato a virar "joinha" na garagem de alguém que o goste e tenha a dedicação para o manter bem.

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    2. Prova de que você sabe nada sobre GTI: o carro nada tem nada de frágil, tive dois modelos com a injeção Bosch analógica e é possível mantê-la em perfeito funcionamento com um mínimo de boa vontade.

      Única coisa que não se acha no acabamento é a padronagem xadrez do centro dos bancos. O resto dos tecidos (Arpoador e Laguna) se acha em qualquer loja de tecidos automotivos.

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    3. Acho que o Charles esta se referindo à porcaria que é a estrutura dessa linha BX, Golf é outra história, não dá nem pra comparar. Com relação à parte mecânica realmente não se pode falar nada, ela aguenta muito desaforo. Toda a fama do carro foi construída em cima disso, do conjunto mecânico muito robusto e confiável.

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    4. Paulo Missa21/11/12 09:43

      Também discordo: o Bob foi chefe de competições da Volks na década de 90 e pode falar com bastante propriedade sobre a estrutura da linha BX que eles usavam nos campeonatos de rali. Aliás, não muito diferente da estrutura que os Audis utilizavam na mesma época em campeonatos internacionais.

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    5. Eu falei relativamente frágil, pois a rigidez torcional não muito boa somada a lata fina tendem a causar distorções na chaparia, ou o clássico tremido. Ainda, há a questão das torres de suspensão que abrem na base (com o abuso). Não duvido nada que aguentassem bem na época, mas não se esqueça de que a rigidez de uma carroceria diminui com o tempo de uso, e como todo o esportivo nacional, basta passar pela fase do preço baixo para cair nas mãos dos abusadores.
      Fora isso, os acabamentos plásticos externos são raros e encontrar um exemplar com eles alinhados é muito difícil, a maioria se encontra com imenso empenamento; e aí, faz o quê? Soprador térmico? (rs). A maioria monta do jeito que está e o resultado é duvidoso. Achar um Gti que não foi carro de pau nem passou por reforma porca é muito difícil, por isso que os exemplares excelentes valem muito.
      Quanto a injeção, é um itemque pode ser mantido mas não substituido por um novo (a não ser que se substitua por uma fueltech ou algo do genero), não é algo que vai existir para sempre.
      Agora, nada de ficar mordido até porque não estou falando mal do carro, apenas apontando algumas peculiaridades. Se eu pudesse compraria um com certeza.

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    6. Paulo Missa21/11/12 12:12

      Que o diga o Gol de rali do Bob Sharp, que competiu por 5 anos ininterruptos em terríveis condições sem apresentar qualquer avaria no monobloco.

      A internet está repleta de especialistas em nada.

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    7. Estamos falando aqui de uma estrutura com 20 anos de uso. Qualquer carroceria, conforme a idade chega, perde resistência. E repare, eu falei em ABUSO (coisa que a maioria dos esportivos nacionais sofreu e muito em determinadas épocas - seja pau, seja rebaixamento, manutenção precária, etc). Se você não consegue entender isso e está cego porque "alguém está falando mal do deus Gol", então fique aí reclamando.
      Basta pesquisa rápida na internet (ou em oficinas, especialmente as de carrocerias) para verificar que é um problema recorrente nos Gols com mais idade justamente estes dois pontos, tanto na torre quanto na junção da parede corta-fogo com o túnel central. Vários casos, inclusive já constatei alguns pessoalmente (e será que preciso repetir a questão do abuso?).
      Coincidência? Característica da estrutura? Fato é que isto ocorre com peridiocidade na prática e só observei.
      Concordo que o Bob, pelo histórico, deve ter muita experiência em relação a essas estruturas dos Gol bx (muito mais do que eu, que sequer me intitulei especialista em qualquer coisa para começo de conversa), mas acho complicado comparar a estrutura de um carro de rali que foi utilizada nova e equipada para este fim com uma carroceria já bem usada em condições completamente diferentes.
      Aliás, se é para utilizar referências do próprio AE, veja este excerto do texto "Mais sete ou oito anos de sossego", de autoria do Felipe Bitu, publicado em 30/06/2011:

      "Fiquei muito satisfeito com o diagnóstico, pois desde que nasci ouço dizer que o ponto fraco da estrutura dos VW de motor longitudinal é a famigerada rachadura no túnel. Cansei de ver essa rachadura em Passats, Santanas, Gols e afins, mas quase sempre eram veículos turbo, rebaixados ou realmente muito castigados. Nunca a vi em VWs bem cuidados, tomando como exemplo os meus (tenho outro Santana 1996 que também já aguentou muita buraqueira)."

      Qualquer outra referência em relação a isso é por sua conta, e friso, caso o entendimento ainda esteja dificultoso: Não é todo o VW Gol, Passat, Santana e afins que apresentará esse problema, sendo que quando bem cuidados, não se verifica a tal da rachadura.
      A questão é: Quantos GTIs por aí não foram abusados, turbinados, rebaixados ou negligenciados?

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    8. Ninguém aí pensou que o Gol do Bob devia ser cheio dos reforços e soldas?

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    9. Paulo Missa,

      A rachadura do túnel é um problema crônico dessa linha, não quer dizer que todo carro vá ter, mas sim que é mais comum que qualquer outro problema que o carro possa ter.
      Difícil entneder isso?
      Esses analfabetos funcionais da internet são fogo...

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    10. Paulo Missa

      É, não sou especialista em nada mesmo...
      Apenas digo com base nos três modelos BX e dois Gol Bolinha que passaram por minhas mãos, todos adquiridos zero, todos com problemas na estrutura. Foi a gota d`água pra eu cair fora de VW, mesmo sabendo que hoje ela produz coisa bem melhor.

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  15. Eu adoro carros, admiro os clássicos mas pra mim carro é consumível. Não tenho esse apego material, as experiências que eu tenho com cada um deles reflete um momento específico de minha vida mas são apenas isso. De resto, carro é utilidade e eu gosto de conforto, potência e prazer de dirigir.

    Cuido extremamente bem dos meus carros, curto cada detalhe e até mesmo os eventuais problemas. Mas vendo sem muita dó, de preferência antes de virar 40 mil km ou dois anos mais ou menos, já pensando nos prazeres, acessórios e beleza do meu próximo carro!

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    1. Faço isso com minhas namoradas.

      McQueen

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    2. Peguei esta doença , rs rs rs ´desde de que nasci meu Pai sempre gostou de carros , e eu cresci gostando há 5 anos comprei uma 147 por R$800,00 em um ano restaurei e coloquei a placa preta (Foi a 1a 147 a ter placa preta no estado do RJ) , frequento a encontros e viajem, Há 1 ano realizei um sonho de juventude adquiri um XR3, em bom estado ,mas não perfeito hoje está como novo, pintura, altura , acabamentos e rodas como eram quando novo.Tenho muito orgulho dos 2 e do meu Pai que me mostrou o valor e cuidado com autos pois passam a fazer parte da nossa história ,e das nossas memorias.

      Edu 147

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    3. Ui, McDragQueen comedora!

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    4. O primeiro 147, não a primeira.
      Carro é substantivo masculino.

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    5. Em francês é feminino rsss...

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  16. Carro bem cuidado nunca fica velho. Tenho um vectra ha 4 anos e todo mundo pergunta se eh do ano ( msmo saido de linha ). E nao pretendo trocar tao cedo. Parabens pelo post !

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  17. Grande AG, satisfação ler um post seu depois de tanto tempo! Aliás, texto muito bacana, com emoção, algo muito além de frias palavras compondo um simples texto.

    Eu me arrependi muito de ter vendido meu Caravan 1988, que por pouco não ganhou o tão sonhado GM350. Depois de nove anos bem convividos, após ter repintado no capricho, estava sem garagem coberta para guardá-lo e, confesso, ver o carro exposto dia e noite ao sol e chuva, não estava me fazendo bem. Mas não passou mais do que algumas semanas de ter me arrependido da venda...

    Esse seu texto foi especial para mim, pois estou justamente às voltas com outro "velhinho" para substituir o Caravan, negócio praticamente fechado. E o mais legal é que esse está precisando de alguns cuidados de funilaria e interior (tem que ser mesmo pancado da cachola para gostar de carros assim...), sonho meu de longa data, em poder ir restaurando aos poucos um antigo, até ficar do jeito que gosto. Uma certa loucura, já que não é o momento certo para eu ter uma despesa dessas...

    Não adianta, carro eu não consigo comprar com razão apenas, a emoção fala mais alto. Desde que comprei meu primeiro em 1996, estou ainda no quarto carro. E o segundo continua na família, com minha mãe.

    Grande abraço e vê se aparece mais por aqui!
    RR

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    1. E qual seria este outro "velhinho", Runner? Não devia mesmo ter vendido a Caravan, he, he! Convivi muito com duas: uma 76, e outra 81.

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    2. Mr. Car,
      Nem me fale de ter vendido o Caravan, tremenda bobagem que fiz. O substituto é um Opala SS 1980, original de documento (daí a loucura de comprar...), precisando de cuidados de pintura e interior, bem desgastados. Mas a estrutura e mecânica estão bons. Estou arranjando sarna para me coçar... rssss!

      Abraço!

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    3. Que faça a "loucura" de comprar, então, he, he, e salve o SS do triste destino da destruição.
      Abraço.

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  18. Sei lá. A tendência é os carros se tornarem cada vez mais descartáveis. Com essas novas leis anti-poluição e limites de velocidade cada vez mais baixos, está perdendo a graça ter um carro antigo. E no futuro vai ser difícil manter todas as "tranqueiras eletrônicas" funcionando.

    Carro está virando eletrodoméstico.

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    1. Nem tanto, manter um carro atual por bastante tempo é possível também e até mais fácil do que manter um antigo. O único problema é que a questão das peças vai ficando pior com o tempo, já que eletrônica aceita menos adaptações que mecânica e com o tempo mesmo que a falta de peças também aconteça no mais antigo acaba sendo mais viável manter o antigo do que o mais novo

      O problema maior é a falta de vontade em manter esses carros por mais tempo, até porque assim como com os antigos a maioria simplesmente não está disposta a fazer isso e nem quer. Assim como com computadores, depois de certo tempo é melhor trocar do que manter e somente colecionadores conseguem ver sentido em manter um equipamento velho

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    2. Sem falar que daqui uns 20 ou 30 anos, se é pra preservar coisas feias como (tr)Agile, Monstrana, Spin, Toyota Etios, os falsos aventureiros de plástico e os esportivos de aparência, melhor que virem sucata mesmo, pq esses merecem ser esquecidos.

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    3. Verdade, mas tem gosto pra tudo. Hoje existem muitos que colecionam Fiat 147, Opala 4 portas e outros carros que quando novos eram muito criticados também

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    4. Mas os carros daquele tempo não eram todos iguais como os de hoje. Cada um tinha sua personalidade. O Fusca era muito diferente do 147, que nada tinha a ver com o Corcel. Hoje em dia, se tirar o emblema de um e colocar no outro não se sabe qual é a marca. E a molecada hoje se preocupa mais se o carro tem Bluetoothm e se não tiver contagiros no painel, não tem problema. O importante é ter uma tela de DVD.

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    5. Verdade, mas pra coleção qualquer coisa vale. Daqui alguns anos quando vão ver quanto foi bizarro certas modinhas, alguns vão ter esses modelos só pela curiosidade. Muita gente vai gostar de ver também, afinal não deixou de fazer parte da história do automóvel

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  19. Desculpe AG, é o seu primeiro post que eu me lembro de ler aqui, mas sinceramente, não entendi o seu objetivo.
    Você começa divagando sobre como é passar um bom tempo sem trocar de carro. Dá a impressão que vai discursar sobre as razões que o levam a isso.

    Aí no exato momento em que eu penso que ia ler uma história interessante a respeito dos seus carros - você menciona o Jeep e uma picape, que eu não sei se é de fato a bela Ram da foto ou se é outra qualquer, sendo a foto somente ilustrativa - você simplesmente dá uma guinada no assunto e começa a falar sobre carros de arrancada. Perdeu completamente a conexão entre o assunto de manter um carro "de rua" e o assunto dos carros de competição.
    Todavia, gostei do Dart. Parabéns por mantê-lo.

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    1. É cara, ele ficou tanto tempo sem escrever que perdeu o jeito da coisa. Tem que fazer OUTRO post falando sobre os carros de rua, já que estragou esse, com esse papo de arracada gringa. Outra realidade.

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    2. Vocês é que são burraços e não entenderam o espírito da coisa!

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    3. Releiam o texto que vcs vão entender. Eu gostei do que li.

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    4. Mr. Carmaggedon19/11/12 22:47

      Reli o texto e meu deu SONO. Se eu quiser ler sobre os Willys de 1940, vou no site da revista HOT ROD.

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    5. O pessoal está mais preocupado com gênero literário do que entender o post. Existem posts que agradam mais a uns do que a outros. Deixem de ser chatos. Se tem alguém que quer um manual econômico financeiro e racional que lhe dê razão para comprar um carro velho ou ler sobre carros de rua, espera sair alguma coisa ou vai a luta. A internet está cheia de coisas interativas mas exigir que os posts seja o que querem, está passando do limite. Querem escalar o time da seleção de futebol para a próxima copa também?
      Leiam os posts antigos. Entendam quem são as pessoas do blog e verão um diversidade impressionante de gostos e conhecimentos. Verão que tem uns com conhecimento mecânico e aplicado, outros muito teóricos, outros com experiência de vida íntima com o automobilismo terá aquele de marketing pessoal e uma lábia excepcional e por aí vai. Depois descubram qual é a sua afinidade e pronto, se bater a vontade vá na revista HOT ROD, mas valorizem a riqueza que é esse blog ou acham que eles vão ficar por aqui para sempre agüentado esse tipo de coisa?

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    6. Ninguém desmereceu a história de quem escreve aqui, blablabla.

      O que foi colocado é a GUINADA que se deu no post - passar de um assunto a outro, sem mais nem menos.

      Se fossem dois post diferentes, um sobre carro antigos de arrancada, outro sobre carros de rua velhos - seria o ideal.

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    7. José Luís Datena20/11/12 00:05

      Vc é um típico puxa-saco, Anônimo das 23:27. Deixa eu ver....Bob Shapp e suas rabugices de velho, vociferando contra película? PASSO André Dantas e seus post "pseudo-intelectuais" cheio de frases bombásticas? PASSO AK se achando "o maioor piloto de todos os tempos"PASSO. Pensando bem, se desistirem de escrever, não vão fazer falta nenhuma.

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    8. Guinada? Onde? Se há quem não entendeu a conexão dos assuntos (a dedicação a automóveis que pelo senso comum estariam decrépitos e o apego a um automóvel específico) sugiro revisar sua capacidade de interpretação de texto.
      Datena, seu nome deveria estar escrito como "Dá Pena", pois é esse o sentimento que seu comentário suscita.

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    9. Olha dá pena mesmo ver que as pessoas não sabem se comportar hoje em dia em lugares públicos, como esse aqui por exemplo, na rua ou viver em uma sociedade. Não acho o Bob rabugento aliás O Sr. quando tiver a idade dele, a julgar pelo seu comportamento e educação vai ser o quê? Não existe um mínimo de hombridade na maioria dos comentários aqui. Apenas um monte de moleques mimados que disparam ofensas mútuas quando não aos próprios editores. Até um cachorro sabe que não deve morder a mão que o alimenta, falo do alimento da informação ou entretenimento antes que alguém não consiga entender. Até um bicho doido como o Raul Seixas já dizia em sua música que "no bar não se cospe no chão".

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    10. Anônimo 20/11/12 08:03
      Perfeito, "Dá pena", desse idiota que assina José Luís Datena. Imagine um imbecil desses dirigindo, o horror que deve ser. Vou deixar o comentário dele para que os leitores saboreiem a idiotice. De vez em quando é bom.
      Obrigado.

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    11. No geral eu gostei do post, mas também concordo com o CSS.
      Nada contra a história gringa, até achei interessante. Mas o enfoque do início do texto estava, ma minha opinião, bem mais interessante. Me identifiquei muito mais com esta parte.
      Percebo também, pelos comentários, que a maioria teria preferido que o enfoque ficasse na ligação afativa que temos com nossos carros, na preservação deles e mesmo na experiência de vida e na história dos carros do AG.

      ABRAÇOS.
      Sergio S.

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    12. Esta é a minha opinião, mas eu entendi a analogia que ele quis fazer com as duas histórias.

      Sergio S.

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    13. Não faltava mais nada. Não bastasse os mal educados de sempre e agora existem até os que pauteiros de textos. Gente mais chata.

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    14. Anônimo20/11/12 09:08, o Bob é rabugento. Mal educado e grosseiro. Se acha a última balinha chita do pacote.
      Daqui a pouco ele vem aqui reclamar, me chingar e apagar o post. Mas é assim mesmo, velho rabugento tem que ter com quem brigar. Senão vai fazer o que na vida?

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  20. Mestre dos Carros19/11/12 22:45

    Propaganda enganosa. O Mr. V8 devia ter feito um post sobre ARRANCADA, e deixar pra falar dos carros dele, como o Dart e as caminhonetes (assunto até mais interessante) em outro, dedicado a isso. Me senti traído dessa vez.

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  21. Adorei a foto do Dart, que foi o primeiro carro que dirigi na vida. Um Gran Sedan, com câmbio na coluna.

    E tive tb o 1800 e depois um rebatizado Polara. Bons carros. Pena que, como disseram aqui no post, carro virou coisa descartável.

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  22. Rafael Ribeiro19/11/12 23:46

    AG,

    Estrada União e Indústria, 7.750, Petrópolis, 30 anos depois. Acredita que passei por ali mês passado e vi à venda um... Dodge Dart?! Sedan, 4 portas, meio castigado e com componentes de diferentes anos, mas ainda assim passível de restauração.

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  23. A quem leu, entendeu e curtiu, legal!
    Quem não gostou, não curte arrancada, willys, mistura carro de rua com carro de pista, paciencia, é só não ler.
    Aqui no blog tem muita gente boa demais, com capacidades, historias e gostos muito diversos para agradar gregos, troianos, baianos e mineiros.
    CSS, dá só uma olhada na lateral da pagina do blog, tem uma seção com docas do Mr.V8, isso, eu mesmo. Eu já escrevi um monte sobre ter carro velho, porque, como, de que jeito, quanto custa, tipo 5W 2H, sobre carro novo, sobre porque eu não compro o carro novo e por aí vai. O lance deste post é meio ver que cada um com seu cada um, a diferença entre um jovem que comprou um carro de rua, que era unico para andar na rua, para ir a faculdade, para arrancar em jacarepagua, para viver a vida e ganhar o mundo, o tempo decorrido, a paixão pelo carro e o paralelo com um outro cara tambem jovem, também apaixonado, que conseguiu um carro especifico para correr, que num mau momento se separou dele e que mesmo assim, 30 anos depois o reencontra e o traz de volta exatamente ao que era na sua juventude. Na boa, nada me parece mais legal ou pertinente que isto.
    As fotos da Ram, da Cherokee e do Dart são minhas, são fotos dos meus carros, os que citei no texto e que já tinha escrito inclusive sobre eles aqui mesmo em outro post, o dos 10 carros.
    Um dos comentário dignos de nota foi o do Rafael, que achou o Dart na União Industria, só faltou dizer que quem estava vendendo era uma jovem senhora chamada Denise, ia ser o cumulo da coincidencia. Aliás, se ela lesse este post ia ser muito legal, algo como dizer a ela um muito obrigado pelo carro tão legal que ela me vendeu e que eu com muito carinho tenho mantido nestes 30 anos.
    Charles, poder ter um carro e ver ele acompanhar nossa historia, participar dos nossos grandes moentos, é algo extraordinario e memoravel. Tenho pena de quem acha que isto é apego excessivo a coisas materiais. Eu penso que ao invés de ver como apego a coisas materias se deve ver como uma prova testemunhal de muitas coisas legais que foram feitas.
    Como eu não tenho que preocupar em poder ter carro novo, eu posso e não tenho porque não desejo, me sinto imensamente a vontade de escrever sobre o que gosto.
    E por fim, tem coisas que fazem a gente se curvar em reverencia.
    O Dave é um cara muito gente fina. Como qualquer um que realmente ama carros e faz a propria vida em torno deles.
    O cara comprou um willys coupe em 1962, numa época em que ainda valiam muito pouco. Montou um carro com os recursos que tinha a mão, motores chevy bloco pequeno, cambio manual 4 marchas, eixo de carro mais moderno, depois magneto e injeção mecanica. Depois outra injeção maior, depois motor de 265, para 283 e finalmente 301. Um dia troca uma injeção usada por um trailer para não ter mais que levar o carro para a pista de tow-bar. Ou seja, o cara mesmo nos eua é um cara normal, igual a maioria aqui. Quando eu montei meu segundo dart de arrancada levava ele de tow bar. Quem nunca experimentou puxar um carro assim deve, nem que uma unica vez. Ajuda a separar homens de crianças rabugentas, mimadas. E depois disso tudo, o cara vende o carro num momento infeliz. Depois de quase 30 anos reencontra e recompra o carro que sobreviveu incolume, sem ter sido restaurado, streetizado, modernizado ou simplesmente ter morrido num ferro velho e tem gente que acha que isso tem nada a ver? na boa, vai ler a coluna de fofocas da revista cars...porque na Hot rod, se for nos arquivos, vai achar exatamente este willys aí de cima. E, guardadas as devidas proporções, distancias e diferenças culturais e temporais, fora a venda feita por ele que eu felizmente nunca aceitei fazer, está quase tudo tudo igual.

    AG

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    1. Hum, sei lá, texto de americanismo e gente que acha que arrancada é corrida e não coisa de mimado faz tudo isso parecer meio enrolação

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    2. Parabens pelo seu texto AG, me identifiquei com ambos os casos pois tenho as 2 coisas ainda, meu primeiro carro continua comigo e meu primeiro carro de arrancada tambem, e ambos me fazem extremamente feliz.

      E quem fala que arrancada é coisa pra muleque mimado eu DESAFIO a manter meu fusca 2300 turbo a ar em linha reta por nem que seja os 201mts do ecpa.

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    3. Se seu Fusca não se mantém em linha reta nem por 201 metros sozinho é só prova do quanto esse esporte é fraquinho e pra gente metida a piloto, com muita gente que nem pra ser metida a mecânico serve (só ver as aberrações feitas nas adaptações e "preparações" que muitos desses "pilotos" fazem). Não que não tenha quem entenda do riscado de mecânica e pilotagem, mas além de serem minoria é uma categoria fácil demais, o carro só precisa ser rápido em linha reta por muito pouco tempo e o piloto só precisa segurar o carro durante esse tempo em linha reta, nem frear direito precisa saber

      Só ver que os carros top dessa categoria são piadas, o sucesso vem de sair arrancando quase tudo, tornando os carros como se fossem bondes (só vão em linha reta). E os pilotos melhores apenas precisam de boa reação, afinal é só pisar fundo e trocar as marchas quando o shift light falar pra trocar. Os que tem algum talento sabem arrancar sem patinar muito e só, não tem mais o que fazer

      Por isso que texto fazendo muita festa pra arrancada, revista Hot Rod e preparação de linha reta pra 400 metros e só não desce bem. Mas a ideia do texto foi boa, só que focou na parte mais sem graça e nada a ver e não na parte legal e que interessava (de falar sobre a questão de carros usados pra tudo, primeiro carro, competições e colecionador)

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    4. "Mimimi, arranda é coisa de criança mimada e até um macaco dirige em linha reta"
      TECLADO, Piloto de

      E quem lê pensa que o cara vira tempo em Nürburgring...

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    5. Uai fio, qual a mentira aí? Qualquer um dirige em linha reta, ainda mais se for como nos carros de arrancada americana que são automáticos na maioria das vezes. Não precisa virar tempo em Nurburgring pra saber disso, aliás é só visitar uma prova de arrancada pra ver a realidade. Maioria de vileiro e gente que vc ve na rua sem saber fazer uma redução de marcha ou sem saber que rodão com pneu remold atrapalha e vai lá. No nível mais profissional melhora um pouco, mas continua sendo maioria vileiro (só que rico ou mais gastão) que nem se arrisca a ir num track day e se chama de piloto (alguns colam até o adesivinho da CBA mesmo sem ter a carteira)

      Arrancada é tão fraquinha que dá até pra fazer na rua sem por em risco ninguém, mas piloto de arrancada consegue ser tão ruim que quando faz na rua faz cagada

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    6. Aqueles que acham que arrancada não é corrida. Façam alguma coisa. Kart que seja, mas não venham criticar quem faz. São esses que não fazem nada e acham que o que todo mundo faz não vale nada, pois assistiram a formula 1 ou outra categoria e o mundo agora se resume a isso. Durante a preparação de um carro para arrancada se esbarra em um monte de questões técnicas e desafios mecânicos que são fascinantes para quem gosta. Existe também um monte de garotos que não tem noção e vão lá acelerar seus chevettes e fuscas com turbinas e pressostatos de geladeira, mas e daí. É a diversão deles. É barato a atmosfera do competição é boa, o cheiro de gasolina e borracha queimada contagia, porque não deixar o esporte sobreviver. Vão preparar um carro de track day para vocês e deixem a reta liberada para eles.

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    7. Fora tudo? Acho que a única coisa aí que não é mentira é seu recalque.
      De fato, com pneu de rua, tração dianteira, poucos cavalos e sem contar tempo qualquer idiota dirige em linha reta. Quero ver é segurar um carro com M/T, cavalaria violenta e com vht na pista, manter em linha reta e ainda fazer tempo. Só fala que é fácil que nunca guiou um carro forte e com muita tração.
      Para você ter uma idéia um Bugatti Veyron (carro que qualquer motorista mediano consegue colocar 400km/h nas devidas condições) original faz o quarto de milha na casa dos 10 segundos, e isso que é um carro de 1001 cavalos de potência, centenas de controles eletrônicos e engenharia de ponta. Veja que tem muito carro da década de '70 preparado (nacional inclusive) que baixa 1 ou 2 segundos desse tempo. Preparação meia-boca?
      Mas me conte mais sobre suas experiências em preparação e pilotagem: instalação de acessórios Tg Poli? 160 km/h na estrada num 2.0? Você deve mesmo ser muito experiente...

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    8. Rafael Ribeiro20/11/12 10:29

      AG,

      Não, não era a senhora Denise que o estava vendendo, vi o carro enquanto fazia minha corrida habitual por ali (a pé...). Era de um cara cabeludo, que não "dava pinta" de Denise não... Aliás, ao lado dele, também à venda, um Peugeot 404 (aliás, esse está hoje no excelente blog do Matheus Marques: www.essevaleumafoto.com)

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    9. Tsc, o problema dos zé de arrancada é que além de meio tapados querem ser arrogantes também (mesmo sendo a categoria que de longe é a mais zoada). Primeiro, quem disse que quem comenta criticando as arrancadas está falando pra não ter arrancada? Quem disse que quem comenta não faz nada? É simplesmente de se esperar que num site de entusiastas quem goste de carro critique os aventureiros e cross da vida, assim como vai criticar categorias como arrancada

      Ao anonimo do "recalque", vc acabou de admitir que tudo o que disse é verdade, embora continue falando que é mentira. Carro tração dianteira com pneu de rua é maioria nas arrancadas do Brasil, só nisso significa que já acertei. Só nos niveis muito profissionais desse esporte é que a coisa muda, com pneus slick, pilotos melhor preparados e preparação mais avançada e não gambiarras que passam vergonha perto até de carro original. É uma asneira gigantesca essa de carro com muita tração ser difícil de manter em linha reta, mesmo sem controles de tração. O problema é que o nível do pessoal de arrancada em geral é aquele que acha que só um jogo de slick é carro com muita tração e que mais que 300 cv já é carro muito forte. Mesmo com slick a tração continua uma porcaria porque o resto da preparação é muito ruim, além disso o cara estraga a suspensão inteira e depois não sabe porque a tração é ruim mesmo com pneu slick

      Fica fácil falar também da nata das arrancadas, que são quase um mundo a parte dentro do esporte. Opala, Fusca e Gol que baixa de 10 nos 400 metros estão muito longe da realidade das arrancadas nacionais e mesmo internacionais. Esses sim têm muita preparação de qualidade, além de muito dinheiro (ao contrário da arrancada normal, que sempre foi menos cara). Mas são o topo do topo do topo e completamente diferentes do restante, mas mesmo assim continua sendo só 400 metros de troca de marchas sempre no mesmo tempo. Só num carro muito forte que originalmente era ruim pra dar alguma emoção. Do resto é bem um mundinho TG Poli, como vc muito bem resumiu sem querer. Minha experiência nem conto, não vem ao caso e muito menos vou ficar pagando qualquer coisa pra zé de arrancada que acha mesmo que arrancada é desafiador

      A única coisa bacana é o que o outro anonimo disse, o clima em alguns desses eventos é bacana e alguns desafios mecânicos por mais simples que sejam são interessantes pra quem gosta de carro. Do resto não dá pra levar a sério

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    10. "Carro tração dianteira com pneu de rua é maioria nas arrancadas do Brasil, só nisso significa que já acertei."

      Só se estiver falando de categoria desafio, aí chegamos em um erro crasso, pois trata-se do equivalente a Track Day em matéria de arrancada: Vai quem quer para se divertir gastando pouco e não para contar pontos para campeonato nem nada assim (e mesmo assim com autos bem diferentes em níveis de desempenho com relação a um carro de rua). Não misture as coisas.
      Tempos próximos e abaixo de 10s estão bem comuns nas arrancadas por aqui, em várias categorias - e sim, estou falando de sul e sudeste; não sei de qual região você é, mas desconheço como é o nível nos demais estados. Não é nenhuma fábula falar destes patamares de tempo, exceto se for em regiões muito carentes de recursos técnicos e tradição no esporte, o que francamente faz qualquer categoria de automobilismo ser "meia-boca".
      "Níveis muito profissionais"? Está cheio de carros montados (leia-se carros de rua) que vão para as pistas calçando M/T, e que além disso contam com boa preparação de chassis, suspensão, etc. Arrancada sempre foi algo mais informal (e por isso sofria demais quando o acesso a equipamentos de preparação era muito mais restrito), ausente de patrocinadores e de verbas recheadas, diferente do que ocorre com a grande maioria das categorias nacionais (e que por isso mesmo hoje carecem de variedade e campeonatos que não mono-marcas, sempre nas mãos de grupinhos definidos). Ainda assim, nem por isso é inexpressiva ou sem graça, pelo contrário, apresenta desafios técnicos e requer boa habilidade como qualquer outra (e evoluiu e evolui nos últimos anos, diferente da estagnação bem permeada em meio a outras categorias) - e como bem citou o outro anônimo, tem um clima muito diferenciado e bem amistoso, digo até muito mais do que a truculência corriqueira e elitista das categorias de circuito atuais, salvas exceções.
      Complicado é aguentar comentários de quem quer desdenhar achando que acelerar nas condições de pista é tão fácil quanto acelerar um commuter mediano qualquer no asfalto. Não se trata de arrogância, é mais uma questão de coerência, até porque se quer criticar, conte mais sobre suas experiências, senão será especulação barata e achismo de quem é ignorante acerca da causa (e aí fica feio para você, que chama os apreciadores de arrancada de tapados, quando ignorância é um dos sinônimos do adjetivo infame que usou).
      E francamente, se você estivesse só dizendo que a arrancada deveria acabar (como alega ser o motivo de meu protesto), não daria a mínima. Nunca foi a audiência o que manteve esse esporte vivo.

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    11. Mas é na desafio ou TDT/TDA que está a realidade da arrancada no Brasil, além disso tem muito carro já com bastante cavalo e preparação voltada para pista que usa pneus de rua e tração dianteira, uma praga que veio de outro defeito da arrancada, que é ter participantes que prestigiam quase que somente carros VW AP caixa e bola (e nas categorias mais competitivas, Opalas, Darts, Fuscas e só). Arrisco dizer que até o nível de uns 300 a 400 cv em SP, mesmo com preparação turbina e comando voltado pra pista a realidade é quase inteira essa. Preparação do motor sem novidade nenhuma, dá pra comprar tudo pronto e montar em casa, tração dianteira, pneus de rua, câmbios mal preparados (redimensionados mas muito mais fracos do que deveriam e com relações de carro original), suspensão preparada também no básico e um alívio de peso que se pode fazer em casa. Injeção programável tem se tornado finalmente comum mesmo nesses carros menos profissionais, mas a maioria anda com acerto feito na rua (e não em dinamometro) e pneu slick só vejo quem está preocupados com pontos usar (sendo que até esse nível de cavalaria é o mesmo carro de cambio e suspensão mal dimensionados, só que com slicks e uma ou outra melhoria)

      Isso num carro mais ou menos "bem montado" como falam, num mais normal começa a se ver aberrações como carros com 300 cv declarados que não recebem alteração em câmbio, suspensão recebem só um corte de molas, etc. São os turbo de rua que usam também em arrancadas. Tudo isso pode ser constatado vendo o pessoal que participa e mesmo nos eventos ou por vídeos. É comum ver a categoria com preparação realmente avançada há muito tempo em qualquer evento melhorzinho realmente e a coisa muda muito (tanto que já fazem uns bons anos que a marca dos 10 segundos foi baixada) mas novamente isso não deve ser nem 10% da arrancada e os eventos de arrancada no Brasil

      Mas o problema como já disse nem é tanto do nível da categoria, pois nos EUA a preparação de alto nível é mais comum e mais acessível (com variedade de modelos e tipos de preparação muito maior). O problema é a categoria em si, que é troca de marchas por 400 metros, com alguma dificuldade se for um carro muito forte e ainda assim só na hora da largada. É muito simples, reduz o carro a um negócio que vai só pra frente e não freia/curva, quase sempre muito chata e a preparação é a mais fácil e chata que tem também (o motor não precisa fazer mais nada que trabalhar só numa faixa de giros pequena por poucos segundos, a suspensão é só um negócio pra grudar os pneus no chão na hora da largada, freio é enfeite, etc)

      A informalidade não é um problema e como vc disse as vezes evita o elitismo tonto, mas não concordo que ela dá variedade para a categoria. Justamente pra deixar a categoria acessível ao acéfalo que quer só enfiar um turbo de qualquer jeito num AP e ganhar corridas e campeonatos com isso (junto com a falta de saber pilotar até mesmo em reta) fizeram regulamentos que na prática restringem boa parte dos campeonatos a um único tipo de mecânica e um único tipo de preparação (acompanhada também geralmente por um único grupinho de sempre)

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    12. "Qualquer um dirige em linha reta, ainda mais se for como nos carros de arrancada americana que são automáticos na maioria das vezes."

      Que lixo de ser humano, NUNCA acelerou um carro de arrancada realmente forte (qualquer um que faça 1/4 de milha abaixo dos 10 segundos) e vem aqui falar do que não sabe.

      Pega o Nordschleife então, pega um moleque realmente bom e coloca ele num fórmula ou protótipo, pro cara virar temporal ele vai precisar de no mínimo 1 semana, pois são mais de 20 km de pista, mais de 170 curvas... O próprio Emerson Fittipaldi falou que precisava treinar do amanhecer ao por do sol durante 1 semana para então se habituar e virar tempo. Vai pra Interlagos que é bem mais curto, em 1 FIM DE SEMANA a sério dá para começar a virar temporal, isso com um mínimo de talento.

      Aí volta pra arrancada, posiciona na célula e lembra que você tem mais ou menos 10 segundos para percorrer os 402 metros. Não tem como você melhorar técnica a reação em um final de semana, nem em uma semana inteira, essa técnica só é dominada após alguns ANOS, aprendendo a acertar chassi, transmissão, pneus, motor e outras variáveis.

      Senta num Pro Mod e acelera fundo, pra depois falar se qualquer um dirige em linha reta. Imbecil completo.

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    13. Kerches, percebeu que vc deu mais importância pra circuitos do que pra arrancada né? Pois é

      Pra terminar de comprovar tem que vir falar de carro de 10 segundos, Pro Mod, pneu MT pra colocar dificuldade na pilotagem de arrancada. Só que pela terceira vez, isso é a elite da elite da categoria. Antes da Pro Mod tem milhares de categorias onde qualquer macaco que mal sabe passar marcha se chama de piloto e onde não tem a menor dificuldade em simplesmente colocar o carro pra andar e são nessas categorias que estão a maioria dos pilotos de arrancada

      Carro de menos de 10 segundos nunca acelerei e se acelerasse seria só por curiosidade, pois carro não é foguete e fico mais interessado no que ele faz depois de acelerar em linha reta do que o que ele faz na reta. Hoje em dia tá cheio de carro que faz 0-100 no tempo de um F1, depois dos 100 e depois que acaba a reta não sobra nada

      Concordo que tem tempo de reação, tecnica de arrancar e coisas de preparação que quando levadas a sério são legais e precisam de anos pra aprender. Mas é a mesma coisa, pra maioria dos participantes isso aí passa batido e compara isso ao tempo e dificuldade que é aprender a fazer curvas, virar tempo, frear no limite, controlar saida de dianteira e traseira, etc. Isso pra não entrar em preparação de verdade, em que o carro vai precisar andar, frear e curvar, muito mais difícil e bacana do que só andar pra frente e frear com um para quedas

      Pra terminar, qualquer um senta num Pro Mod e acelera fundo se receber orientação. Fazer tempo é outra coisa, é claro, isso fica pros profissionais. Mas põe qualquer um dentro de um autódromo num carro normal mesmo e fala pra acelerar fundo. Mesmo com muita orientação se a pessoa não tiver interesse, dedicação ou talento simplesmente ou vai andar muito devagar ou vai fazer porcaria

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    14. E você acha que uma pessoa normal ia segurar um promod na reta numa boa? vishhh

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    15. Depois de orientação, acho sim. Acho também que o tempo seria bem ruim, afinal uma pessoa normal não teria o tempo de reação e as manhas para arrancar no limite, mas iria sim conseguir segurar o carro e pisar fundo. Já pisar fundo num autódromo com um carro normal mesmo sem fazer besteira só sabendo fazer e depois de muita dedicação ou muito talento, se for um carro forte então

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  24. AG, nao ligue para alguns moderninhoentusiastas nao.

    Todo carro com alguma historia tem alma...do herbie ao relampago mcqueen.

    Outro tempo vi meu paliozinho 96 estacionado, q ja nao esta mais comigo, muito judiado e a sensasao era de q ele olhava pra mim e dizia " vc me abandonou depois de tdo q fizemos juntos..."

    Eh... carros tem alma.

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    1. Em compensação achar depois de algum tempo o carro que foi vendido e ver ele bem cuidado e até melhor do que estava é uma beleza. Mais emoção ainda quando vc já nem tinha mais esperanças de ver o carro novamente na vida e de repente está passando na rua e o vê ainda em bom estado

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  25. Ricar Fernandes20/11/12 09:56

    AG, gostei muito do texto e criei identificação em várias partes:
    Meu pai tem um Fuscão 72, comprado quando nasci. Está conosco até hoje, usado até o talo e agora pedindo uma bela restauração a ser feita entre pai e filho.
    Tenho um Chevette 78, na família desde 0km. Ganhei do meu tio quando entrei na faculdade, conheci minha esposa com ele. Hoje ele é um Chevette V6, já teve algumas matérias e, depois de pronto e mesmo a distância, percebi muitas soluções idênticas as que vc deu no Chevette preto V6 também.
    Meu sonho sempre foi ter um Maverick GT. Comprei um SL em 2002, praticamente perfeito, mas não era GT... 2 anos depois recebi uma bela proposta e vendi o bixo, com a grana compraria o GT. Fiquei sem o carro, sem o GT na época e me arrependo MUITO, muito mesmo até hoje.
    Também sou a favor dos carros velhos, por questão de gosto, de prazer e por colaborar com a história do automóvel no Brasil. Aprendi isto.
    Hoje tenho Opalas, Mavericks, Dodge, Fuscas, Chevettes... e adoro cada um do seu jeito. E uso eles.
    Então, parabéns pelo post. Eu gostei.
    Em tempo: mandem parabéns ao Bob!
    E, pra fechar: não entendo porque alguns acessam e postam se não gostam de quem escreve... não seria mais simples "passar batido"? Além de me parecer falta de respeito vir a "casa" de uma pessoa, independente da história desta pessoa, idade, conhecimento sobre um assunto... para apenas agredi-la de qualquer forma.
    É isto e abraços!

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    1. Desculpe desvirtuar o comentário mas, parabéns Ricar pelo seu Chevette. Muito bem executado e de bom gosto. Rodas Cragar, pintura vinho, modelo "bicudo", interior "original", etc. Se me permite o convite, se você estiver afim de compartilhar informações e conhecer outros projetos de Chevette, junte-se a nós no ChevetteManiac.

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  26. Caro AG; Bom post! Tenho um Misubishi Galant 2000, V6. O carro é uma delícia. Alem de tudo muito econômico. Roda macio, confortável, tem desempenho, leveza, rapidez no trânsito. Sou apaixonado pelo carro. Tenho outros, inclusive um Omega Fitti 3.6 V6, Accord, Corolla, Civic mas este eu realmente gosto demais. Teria imenso prazer em usá-lo no dia a dia. Pena que isto é inviável devido ao abandono da Mitsubishi quanto a peças de reposição. Peças para este carro são tão difíceis que não acho nada! Para piorar no mercado dos USA só tem modêlos diferentes deste. As peças não cabem, imagine. Amortecedores, balanças das suspensão, suporte de motor e caixa, retentores, correias, etc. Não acho nada! O carro é muito bom e macio, mas sua suspensão não aguenta nossas ruas e estradas. Para meu desgosto ele está parado a meses e eu procurando peças feito um doido. Já até achei uma correia dentada , mas a Mit quer R$ 600,00 só pela peça! Absurdo né..... Abs e parabéns pela matéria.

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    1. Comprei meu primeiro carro em 2005, era um Escort L 1987 álcool. Seu estado de conservação já não era dos melhores, mas mesmo assim tinha ótima visibilidade, comandos leves e bom desempenho, habitáculo espaçoso. Devido ao seu estado e falta de tempo e dinheiro para arrumá-lo, vendi-o em 2006.
      Comprei um Corsa Wind 1998, dirigi-o até 2011. Suspensão inquebrável, carro robusto, veio com alguns sinais de reparaçào mal-feita e na minha mão sofreu uma batida bem na roda traseira que a tirou do alinhamento. Isso me fez perder o gosto pelo carro, vendi-o também.
      Em 2009 comprei um Chevette 1990, com o qual casei. Não possui os comandos tão leves quanto o Escort, mas é bom de guiar. Está reformando, vai perder os quebra-ventos e ganhar freios de Kadett na frente; futuramente um motor melhor.
      Em 2011 comprei meu primeiro carro zero, Fiesta 1600 Rocam, muito bom de curva, excelente handling. Já me proporcionou bons momentos. É espaçoso, confortável e firme. Pretendo ficar com ele até o fim.
      Dos carros que tive guardo suas qualidades e os bons momentos. Todos cumpriram sua missão. Se tivesse recursos suficientes, não me disfazeria deles, mas dentro da minha realidade, fiz (faço) o que foi (é) possível.
      Abraço

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    2. Caro Bera Silva,

      Veja se consegue pela internet em lojas da Inglaterra. Já consegui encomendar peças de lá para carros de amigos (e eram carros não ingleses, como Alfa Romeo, Suzuki, Seat etc). Na Inglaterra tem de tudo.

      Se tiver problemas com o inglês, veja se consegue pela internet em algum lugar de Portugal. O pai da minha mulher - um portuga das antigas - compra assim peças para o seu Mercedes série E ano 1989.

      Pode ser que você consiga.

      Abç!!

      Leo-RJ

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    3. Leo, acho que você quis responder ao amigo do Mitsubishi Galant, mas obrigado mesmo assim.
      Abraço.

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    4. Cara Bera, exatamente! Esta resposta era para o amigo do Mit Galant... Rs.

      Desculpe-me pela confusão dos personagens :)

      Abração!

      Leo-RJ

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  27. Minha humilde opinião:

    1- não curto arrancada ,talvez por algum motivo citado acima, mas não execro quem curte, cada categoria tem as suas características, gera empregos, os preparadores tem que gastar tutano para arrancar cvs dos motores e é mais uma oportunidade para quem tem gasolina na veia se divertir, muita calma nessa hora..
    2- saber discutir assuntos em qualquer forum sem sair esculachando A ou B me parece ser virtude de poucos hoje em dia ,realmente essa educação moderna é uma merda,teve alguns que não tomaram uns tapas na bunda na hora certa.

    3-Qto ao post, pedir para todos ter a mesma massa encefálica e perceber que os assuntos se entrelaçam é pedir demais,não?O texto como um todo é bem legal,toda história envolvendo um carro antigo tem a sua importancia, se esse carro tivesse ido para a sucata teria se perdido toda a trajetória dele,hoje ele serve de exemplo para alguém com pouco dindim montar uma cadeira elétrica e partir para algum tipo de competição,seja arrancada ou circuito,e mesmo que não atinja um grande sucesso de qq maneira será mais um carro antigo com a sua história ,em muitos museus pelo mundo tem situações assim,aqui nós estamos engatinhando....ter um carro por muitos anos às vezes é opção ou necessidade, de qualquer maneira se esse carro te marcou por algum motivo muitos gostariam de te-lo de volta depois de 30-40 anos,mas isso só se aplica a um autoentusiasta, quem classifica um carro como somente um meio de transporte tanto faz ele ter um Kia Sportage como um Aston Martin DB6,contanto que ele ande...

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  28. AG, obrigado pela excelente história, incluindo o prefácio sobre a sua experiência pessoal com o Dodge.

    Concordo integralmente com essa filosofia. Um bom carro vai incorporando novos significados ao longo do tempo e se tornando muito mais que um simples amontoado de metal, vidro e borracha. Em outras palavras, vai ganhando alma. Quem não é entusiasta terá dificuldade em entender isso, mas esse não é um problema seu e nem meu.

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    1. Concordo também Paulo/Alexandre/Bob. Um carro pode ser apenas um amontoado de peças e parafusos, mas com o tempo de uso e convívio, vai ganhando alma; assim como nós vamos aprendendo com ele, ele "aprende" nossa maneira de guiar, frenagens, desempenho, etc. Essa sensibilidade é pessoal, basta guiar 2 carros idênticos na sequência, e vc sentirá as diferenças. Como exemplo meu Omega 3L que uso diariamente.Comprei de um único dono, que o vendeu por parar de guiar. E ele foi mal guiado. Não era tão macio como se esperava, nem andava como devia. Fazia barulhos estranhos, que nunca foram descobertos. Mas, depois de 6 meses de convivência, desapareceram. Seu desempenhou melhorou, dando paus homéricos em corollinhas e civic's, seu consumo idem (11,5 na estrada, c/ ar).Sei que nem todos concordam com isso, e respeito. Afinal o que seria do azul, se todos gostassem do amarelo (Camaro?!?!?!kkkkkk).

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  29. Parabéns pelo ótimo post, meu primeiro carro foi um fiat 147 ano 80 modelo europa, tentei localiza-lo via detran porém não havia mais registros do mesmo. Encontrei um outro fiat perfeito de lata (depois de remover a pintura constatou-se que nunca havia sido batido). Deixei-o idêntico ao meu original, é carro para finais de semana/encontro de antigos.
    Também tenho uma moto yamaha dt 180 ano 90, tenho-a desde 0km, éstá toda original.
    Grande abraço!
    Carlos

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  30. Eu mantenho essse aqui do meu lado fazem 20 anos :)

    http://img.photobucket.com/albums/v162/adrianod2/20121014_224340_zps32eeb5cc.jpg

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    1. Lindo carro amigo. Parabéns por conserva-lo neste estado!
      Eu tive um Quantum GLSi 2000 Automatic 94, com todos os opcionais, por mais de dez anos. Excelente automóvel, eu e minha família fizemos memoráveis viagens com ela.
      Nunca deixei de gostar daquele carro, mesmo quando começou a dar os sinais da idade e do uso. Tendo comprado outro carro para viajar eu não tinha lugar e nem condições de mante-la, mas vendi para algém que a valorizou e que precisava dela.

      ABRAÇOS.
      Sergio S.

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    2. Belo carro!! Pena que será alvo das rabugices do Rob Sony, devido aos sacos de lixo nos vidros...

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  31. Este comentário foi removido pelo autor.

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  32. Boas Alexandre Garcia,

    Este deve ser o primeiro texto seu que eu leio.
    Eu gosto e me identifico com de textos que falam do amor e da ligação emocional que temos com os nossos carros. Eu costumo ficar bastante tempo com meus carros e também acredito que leva tempo para conhece-los bem e poder desfruta-los na sua plenitude. Se eu pudesse certamente formaria uma coleção.

    ABRAÇO.
    Sergio S.

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  33. Isso Aí AG. Pau nos que não dão valor pras velharias!!

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  34. Corsário Viajante20/11/12 23:17

    Quem está malhando o post não entende muito como este blog funciona. Gosto muito desta mistura de informação altamente técnica, opiniões altamente pessoais e até mesmo divagações que tem aqui. É bacana ler um texto que começa por um caminho e de repente sai pela tangente como esse.

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  35. QU4TRO P4T4S21/11/12 14:33

    Isso se chama "não saber escrever" manual de redação urgente!!!

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  36. De novo a quem curtiu, obrigado!
    Especialmente ao Ricar Fernandes,
    Eu cionheço seu chevtte de fotos e reportagens diversas na net, que carro legal, bacana, bem feito, bem resolvido. Muito legal mesmo, vi e curti um monte, imagino que deva ser legal de usar a bessa, do mesmo modo que o pretinho básico 77 que eu fiz aqui. É assim que se faz, quem ama não fica esperando sonhando divagando, mete a mão, faz e acontece. Parabéns!!
    E Plutonio, é isso aí, pau em quem não entende e malha os posts bacanas dos outros, e fica falando mal de drag racing, sendo que jamais sentou a bunda nem num kart de aluguel para brincar com os amigos num fim de semana e fica achando que a vida se resume a ficar se arrastando de 1.0 paraplégico movido a GNV hahaha!

    AG

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    1. Pra falar mal de drag racing é só ter 2 neurônios. Pau nos americanismos tontos, na arrancada (drag racing deixa o barato pior ainda) e em quem acha que quem não curte arrancada anda de 1.0 GNV e não participa de nenhum esporte a motor.

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    2. "Pra falar mal de drag racing é só ter 2 neurônios."

      Falou a prova viva!

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    3. Mandou bem anonimo! O problema é que zé de arrancada geralmente tem 1 neurônio só (não falando que é o caso do AG nem de alguns que comentam aqui)

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  37. Caro AG,

    Tive uma (acho que rara) Dodge Ram com motor V6 e câmbio manual. Comprei usada e, como a usava pouco, vendi há uns 9 anos.

    Claro que não era V8 ou V10 (como a sua), mas mesmo sendo "apenas" V6, andava bem, era confortável e com uma caçamba que cabia tudo.

    Se arrependimento matasse...

    Parabéns pelo brilhante post!

    A maioria aqui, que critica, não tem o mínimo conhecimento de carros ou mecânica, não mexe nos seus próprios carros, não tem histórias de longas viagens com o carro ou mesmo momentos com um modelo especial. É uma pena, pois não sabem o que perdem (ou perderam)...

    Leo-RJ

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    1. Leo-RJ, te pedimos, não vai contar a história da Kombi de novo. Aqui é o autoentusiastas, não o NA, o que mais tem é gente com longas viagens e conhecimento de mecânica

      Aliás, Ram V6, pqp, tipico carro americano com um motor enorme e consumo enorme que toma pau de carro 4 cilindros do dia a dia. Até a V8, por ser automática, passava sufoco. Carro pra quem leva a sério arrancada e acha que qualquer coisa V6 ou V8 anda ou é legal

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    2. Conta aí o carro bacana que você tem, champz!
      Aliás, quem muito se incomoda em desdenhar o que é dos outros, sei não...

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    3. Nem falo, champz, é problema meu. Não é questão de desdenhar, é que Dodge Ram é que nem arrancada, não desce

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    4. Macaco senta no rabo para falar dos outros.

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    5. Anonimo 10:18, sabia que nem sempre é isso?

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    6. Caro Anônimo22/11/12 01:29,

      Desculpe se você não tem história legal para contar com carros. Se quiser, mande o e-mail, como já falei em outro post, que te repasso outras viagens com outros carros. Tenho ótimas com Toyota Bandeirante longa ano 1986 até Machu-Pichu (em 1991) e depois até Buenos Aires e Córdoba, sendo que o vendi lá mesmo (em 1994), antes disso ainda tem 30 dias rodando pelo Nordeste (Rio-Salvador-Aracaju-Maceió-Natal-Fortaleza-Rio) com ela (1992). Tem também de D20 até Ushaia e pelos Lençóis Maranhanses. Tem até de Chevrolet Ipanema para Montevidéo (1995), dentre outras. Manda seu e-mail que te conto as histórias, todas devidamente fotografadas para comprovar. Fica com recalque, não...

      Outrossim, é que a Dodge Ram V6 com câmbio manual foi uma oportunidade que tive de comprar. A parte boa é que a V6 era muito mais barata que as demais V8. Desculpe se não te agradou, mas eu adorava ela. Manda o e-mail que te conto as viagens, novamente com fotos para comprovar.

      E também a utilizada muito no Rio mesmo. Na verdade, por um bom período, foi meu único carro. Acho que você não sabe, mas muita gente não compra carros para "dar pau" nos demais. O que nem é muito recomendável em se tratando de uma pick up, sabia. Dirija uma e você vai entender o porque.

      Aliás, para quem diz não gostar de arrancada, é estranho ficar dizendo que a Ram V6 "toma pau" de 4 cilindros, que a V8 automática "passa sufoco".

      Por fim, não entendi o "carro para quem leva à sério arrancada e acha que qualquer coisa V6 ou V8 anda ou é legal". Não entendi a ligação entre ter uma Ram V6 e levar à sério arrancada... Coisa que aliás não gosto. Foi você quem falou que esta "toma pau" ou "passa sufoco" perante 4 cilindros. Eu não estou nem aí para isso. Pode ser que essa generalização seja recalque e esteja produzindo uma mente de pensamentos curtos e reduzidos.

      Leo-RJ

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    7. Esse Leo-RJ devia concorrer com o Pisca o premio de playsson chato que se acha, o Pisca da roça e o Leo-RJ do rio. O cabra não para de achar que suas histórias são o máximo e de contar elas em todo post, ainda por cima tem a certeza que ninguém mais fez nada igual e quer ficar se mostrando via e-mail. Acho que vc já ganhou Leo-RJ!

      Se acha mesmo que alguém tá interessado em ver suas fotos rapaz? Que no Auto Entusiastas, em que o pessoal pra testar um carro rapidinho viaja do Rio pra SP, só vc tem histórias pra contar? Mesmo que não tivesse, vc é muito paia e não se enxerga. Cabra vc acha mesmo que alguém gosta que vc conte 200 vezes a MESMA história de sempre em TODO texto do AE? Sem contar que dá impressão que vc é daqueles que na falta de ter o que falar tenta pagar de gostosão pra desviar do assunto

      Se vc não usava Ram pra levar carga e nem pra dar pau pra que usava então? Pra se mostrar? Vc rodava no Rio com uma picape manca e beberrona vazia o tempo todo pra que? Era um jeito de chamar a atenção pra poder contar suas histórias de Kombi? Ram é carro ou pra quem vai levar carga ou pra quem quer se mostrar gastando pouco. Também é carro pra zé de arrancada que acha que por ter um V6 ou V8 enorme a jaca vai dar pau em todo mundo, depois quando ve que não anda aí diz que comprou pq as mina pira ou pq era "oportunidade", essa é a ligação. Como toda a picape a Ram é um carro pra carga ou trabalho, só que tem sempre o zé de arrancada, o agroboy ou o zé aparecido que nunca usa a caçamba e usa ela no meio do transito e vazia só pra aparecer ou pra tentar ralar os outros (o que acaba não conseguindo, por motivos óbvios pra quem entende alguma coisa mesmo de carro)

      Não gosto de arrancada, mas se fosse pra comprar um carro pra dar pau em linha reta com certeza não passaria a vergonha de comprar Ram V6 só porque é V6 e depois tomar de carro 1.6. É coisa de zé de arrancada, que compra um Gol arregaçado 1.6 só porque é AP e Gol, aí gasta o preço do carro numa preparação mais arregaçada ainda pra ficar metendo mala de carro que anda, na hora do vamo ver perde pra carro original que ele deveria passar por cima

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    8. Explodiu o detector de recalque aqui...

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    9. PQP!!! Quanta abobrinha desse anonimo recalcado!

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    10. Foi tão patético que chegou a dar vergonha alheia. Nunca li tanta merda em um texto só.

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    11. Ninguém percebeu que os anonimos acima são o Leo-RJ, é tão fácil de ver quanto ele chegando com a história da Kombi. Patético é fazer isso e achar que as pessoas aqui tem recalque de Ram V6 veia, Kombi, Ipanema, só carrão

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    12. Caro Anônimo recalcado, onde contei "as histórias 200 vezes"? Contei a da Kombi duas vezes, seu mentiroso.

      Aliás, hora alguma eu disse que a Kombi ou Ipanema são "carrões" (da RAM eu falei).

      É que eram os carros que eu podia comprar, todos usados, e a bom preço. Desculpe por isso, tá? Você deve ser um cara muito rico que só anda nos melhores carros do mundo.

      Aliás, surpreenda-se, eu os comprava não porque deveria carregar algo, mas porque queria e gostava do carro (e era o que dava para comprar). Simples assim.

      Quanto a mexer nos carros, é algo da minha geração pós-30 anos, que certamente não é a sua. O pouco que mexo nos carros aprendi no quartel, onde servi por dois anos, dos 18 aos 20. Nada muito especial como você quer aludir. Não entendo sua posição de falar mal de tudo, mas...

      E você continua contraditório, dizendo não gostar de arrancadas mas só fala que o carro dos outros "toma pau", "que anda" ou "na hora do 'vamu ver'". Muito contraditório isso.

      Fica claro que você é um menininho, que nunca sujou as mãos na graxa de um carro, tem pouca experiência nesta área e na vida, inventa coisas (como a que conto as histórias a cada post) e certamente é recalcado, rancoroso e infeliz.

      Mas, fazer o que? Cada um vive como quer.

      Outrossim acho que o AutoEntusiastas deveria ter cadastro completo, de tal modo que aqui só se inscrevesse quem se identificasse. É, no mínimo, fácil e covarde escrever sem se identificar.

      Leo-RJ

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    13. Cala boca carioquinha malandrinho, para de mentir. Vc só é metido a gostosão quando acha que tá enganando os outros, quando começam a mostrar a verdade vc vem com esse papinho de injustiçado, alvo de covardia e de coitadinho humilde. Alguém detestável com certeza

      Vamos por partes

      "Caro Anônimo recalcado, onde contei "as histórias 200 vezes"? Contei a da Kombi duas vezes, seu mentiroso."

      Vc contou 3 vezes e ainda as outras histórias mais de 3 vezes, toda vez que quer se mostrar ou que acabam os argumentos vc conta essas histórias pra querer bancar o gostosão, ainda sempre dizendo que tudo que os outros falam só pode ser falta de experiência ou inveja

      "Aliás, hora alguma eu disse que a Kombi ou Ipanema são "carrões" (da RAM eu falei)."

      Pra alguém que faz questão de responder todos os argumentos com coisas como recalque e quer mostrar com fotos cada carro que teve e viagem que fez, Kombi e Ipanema ficam risíveis mesmo

      "É que eram os carros que eu podia comprar, todos usados, e a bom preço. Desculpe por isso, tá? Você deve ser um cara muito rico que só anda nos melhores carros do mundo."

      Agora ficou humilde? Ninguém critica que carros vc teve ou podia comprar, mas se vc começa a chamar os outros de recalcado e quer ficar disputando quem fez mais coisa pra tentar humilhar os outros vai ouvir o que não quer tb

      "Aliás, surpreenda-se, eu os comprava não porque deveria carregar algo, mas porque queria e gostava do carro (e era o que dava para comprar). Simples assim."

      Quem não carrega nada nem queria dar pau em ninguém gosta de uma picape enorme com motor V6 pra que? Pra se mostrar

      "Quanto a mexer nos carros, é algo da minha geração pós-30 anos, que certamente não é a sua. O pouco que mexo nos carros aprendi no quartel, onde servi por dois anos, dos 18 aos 20. Nada muito especial como você quer aludir. Não entendo sua posição de falar mal de tudo, mas..."

      Agora vai querer ver quem tem maior patente tb? Ninguém nem estava falando se vc mexe ou não em carros até agora

      "Fica claro que você é um menininho, que nunca sujou as mãos na graxa de um carro, tem pouca experiência nesta área e na vida, inventa coisas (como a que conto as histórias a cada post) e certamente é recalcado, rancoroso e infeliz."

      Fica claro que vc é um mentiroso, usando a busca do blog qualquer um pode ver que vc conta essas histórias em praticamente toda vez que comenta por aqui, em momentos que não tem nada a ver e pra querer tirar a razão dos outros na base do "eu sou o gostosão, vc não é nada". Também não consegue admitir que os outros podem ter feito tanto quanto ou mais que vc, são sempre invejosos da sua Kombi e nunca fizeram uma viajem de carro em qualquer coisa melhor que uma Ipanema, tem que ficar colocando foto pra anonimo ver. Mentiroso é quem sabe quem tem graxa na mão ou não pela internet

      "Outrossim acho que o AutoEntusiastas deveria ter cadastro completo, de tal modo que aqui só se inscrevesse quem se identificasse. É, no mínimo, fácil e covarde escrever sem se identificar."

      Mas aí vc não vai poder postar como anonimo como fez agora pouco só pra poder fingir que tem gente te apoiando, isso sim é patético e covarde

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    14. Beep Beep!25/11/12 15:04

      Cara, você é recaldado mesmo, hein!! Só sabe falar mal. Diz aí, qual o carro você tem?? Mas é para dizer a verdade.

      E você está precisando sair um pouco da frente do computador e ir viver, passear/viajar com o seu carro, pegar umas meninas... É muito recalque e frustração junto.

      Você deturpou tudo o que o carioca escreveu... Na boa, véi... muito recalque e frustração.

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    15. Quanta besteira esse anônimo fala... "recalque e inveja" detected ao máximo grau!!!

      Conte aí, qual carro você tem e o que fez por aí, véio

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    16. Eu acho que os de cima são o Leo-RJ, mas só acho, o malandrinho nem sabe mudar as palavras que usa

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    17. Anônimo recalcado, sem carro e infeliz. Nem saiu de casa hoje, né? Passou a tarde no computador.

      “Cariocaquinha” e “malandrinho”... sei não, acho que você está fixado em mim.

      Bem, nem ia responder, pois está claro que, por algum motivo, te incomodo muito. Mas, só algumas coisas:

      1) Contei a história de Kombi em dois post. Mas, como você diz o contrário, prove. Coloque aqui onde estão todos. Mas você não fez, neném. Fica apenas em reles e inúteis bravatas. Uma mentirosa que se esconde atrás do tecladinho.

      2) Não sou metido a “gostosão”, e nem me fiz de “humilde”. Você não entendeu o sarcasmo. Aliás, esquisito isso de você me achar gostosão. Muito estranho.

      3) Não falo que o que os outros dizem é falta de experiência ou inveja. Falo isso apenas de VOCÊ. Acho que você não entendeu e se sentiu muito incomodado com minhas palavras. Apenas você vem falar besteira abaixo de minhas postagens. Tô dizendo que isso está esquisito.

      4) As fotos eu disse que mando para você, que acha tudo o que os outros dizem mentira. Mas acho melhor nem mandar, você está com muita fixaçãozinha em mim.

      5) Kombi e Ipanema são risíveis? Pode até ser, para alguém que, como você, deve dispor dos melhores carros na garagem. Mas quando falei isso, era apenas para mostrar que eu não queria tirar onda, coisa que não faço. Novamente, você não entendeu, criança. Aliás, o nome do tópico é: “Vida de Carro Velho”...

      6) Eu não fiquei humilde, eu sou. Eu quis foi demonstrar que isso é coisa simples. E onde está que eu quis disputar quem fez mais coisa para humilhar alguém? O único que chamei de recalcado foi você, que se sentiu muito atingido com isso, demonstrando que é. Aliás, muita gente o chamou de recalcado, é só ler. Não se sinta humilhado, bebê.

      7) Você: “Quem não carrega nada nem queria dar pau em ninguém gosta de uma picape enorme com motor V6 pra que? Pra se mostrar”

      Quer dizer que só compra pick up quem vai carregar alguma coisa? Você é muito limitado. Saia do computador e vai se surpreender.

      Eu sou do tipo que compro se gosto, independente se levarei algo ou não.

      E, como assim para tirar onda, se você mesmo falou que esse carro não tira onda, pelo contrário, “toma de pau de 4 cilindros”? Mudou de opinião rápido, né? Se você gostaria de comprar algum carro para tirar onda, nem todo mundo faz isso.

      E esse negócio que você vive repetindo, de “tomar pau”, está ficando esquisito... Que cara que vive com o pau na boca é você? Hahaha...

      8) Você: “Agora vai querer ver quem tem maior patente tb?

      E ver quem tem a maior patente? De onde você aludiu isso? Servi porque fui obrigado, vez que em nosso país o alistamento é obrigatório para maiores de 18 anos e, na minha época a primeira baixa era com 15 meses e a segunda com 24 meses, por isso fiquei dois anos. Você não sabia que essa era a norma de alistamento? Não serviu? Isso explica muito de sua personalidade enrustida.

      9) Bem, reitero que o AE deveria ter cadastro completo para que as pessoas não ficassem entrando como “Anônimos”, como VOCÊ faz. Eu não preciso disso, seu covardinho que se esconde sob o anonimato.

      Aliás, você não respondeu aos que perguntaram qual é o seu carro. Desta resposta você foge. Por que? Tem vergonha? Não fique, não. Responda logo qual é!

      O que eventualmente conto, é normal para alguém de quase 40 anos. Um dia você chega lá.

      Esta é última resposta que vou te dar, ok? Não ficarei mais te dando cartaz. Pode responder o que quiser. Já saquei “qual é sua”. Além de ser um meninote que não sai de frente do computador, fica claro que VOCÊ ESTÁ COM FIXAÇÃO EM MIM.

      Acha que o que escrevem te sacaneando sou eu, me chama de “carioquinha” e “malandrinho”... E de tanto andar com a palavra “pau” na boca, “tomar pau” como você tanto diz (você gosta disso mesmo, né?), inventar coisas, criticar, enfim, tanto recalque com o mundo, acho que você deve seguir seus instintos, sair do armário, arrumar um namorado e ser feliz.

      Respeito sua opção, mas não é a minha. Não mais responderei o que escreve escondido como “Anônimo”. Procure um rapaz para você e seja feliz!

      Leo-RJ

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    18. "Aliás, você não respondeu aos que perguntaram qual é o seu carro. Desta resposta você foge. Por que? Tem vergonha? Não fique, não. Responda logo qual é!"

      Ou seja, vc continua querendo ter razão em cima de quem tem mais ou quem faz mais e nem muda as palavras quando responde como anônimo, de resto eu nem vou perder tempo respondendo carioquinha babaca. O que vc escreveu aí fica pra todo mundo ver quanto vc mente e tenta esconder, está tudo escrito pra quem quiser ler e quem quiser usar a busca pra ver seus outros ataques de ridiculo vai ver também. Só pelas suas piadinhas de pau quem manja já vê que vc empina pipa da varanda

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    19. Tú tá com fixação em homem, ô cabra??? Deixa disso... Kkkkkkkk...

      Mas eu também quero saber qual é o seu carro. Você fala tanto mal que maior galera quer saber. E você não respondeu. Nem para o léo e nem para ninguém... Kkkkkk...

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  38. É.... Para variar, 95% dos frequentadores de site de internet não passam de um monte de "piloto de computador", acham que tirar foto do lado de Ferrari em exposição no Shopping é gostar de carro. Como dizem, maldita inclusão digital. Parabéns ao pessoal do AE que ainda tem estômago para aturar comentários esdrúxulos e ainda ter ânimo de continuar publicando algo.

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    1. É justamente esse pessoal que vc descreveu que acha o máximo drag racing

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  39. De repente ser contra os carros americanos e os esportes americanos virou moda. Agora carro bom é europeu ou coreano ou japonês. Brasileiro não existe só se for jipeiro que gosta de troller. Estamos ficando um povo muito besta mesmo.

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    1. Carro brasileiro não existe. Não é uma questão de criticar tudo que é americano, é que drag racing, pqp

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    2. Concordo com vc, anônimo 22/11/12 16:58.
      Brasileiro não tem condição alguma de falar mal de americano...precisamos aprender com eles, se quisemos ganhar deles...
      E os carros que eles fazem são os carros mais legais e bacanas do mundo, com um custo por CV dos menores.
      E quer saber...DODGE RULES!!!!!

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    3. Clint E ou Filipe Pinhati, vc quer votar no PT ou quer ser americano? Se decide colega

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  40. Ainda tenho o meu primeiro carro. É um Palio Young 2001 duas portas, compra minha e do meu falecido pai. É bem parecido com o do MAO. Hoje o mercado está pagando por ele mais ou menos uma bala juquinha (aberta). Melhor assim, não bate a tentação de vender!
    Por enquanto meu orçamento não permite fazer nada demais na mecânica - inclusive ele é bem compreensivo nesse ponto, nunca pedindo manutenção alguma além da preventiva. Mas um dia vou dar uma atenção especial a ele...
    Eventualmente comprarei outros carros, para usar com a família que estou formando. Mas quando falar do MEU carro, sempre será daquele sapo velho, sujo e tosco que estarei falando. Cuido bem dele, e ele sempre me leva para casa.

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  41. Eu tenho a sorte de ter o meu fiel escudeiro..... não é lá muito velho, tampouco uma raridade, mas estou há 18 anos com ele, é meu Voyaginho CL 1.8 1992 impecável, 130.000km originalíssimos... vários outros carros fizeram companhia para este fiel escudeiro, os outros se vão e o Voyage nunca mais sairá de minha garagem, sempre continuará firme e forte... impecável, uso apenas alguns acessórios de época como rodas orbit 14", milhas e cluster do GLS... películas verde clarinho imitando vidros verdes, altura original, som Pioneer de cabo a rabo, todo escondido debaixo das telinhas originais, e debaixo do capô, uma refinado e muito bem montado AP 1.8T com estimados 200cv... gastei quase o valor do carro na preparação, mas é um carro que roda liso no trânsito e no visual, é um Voyage original... nada de manômetros / instrumentos ridículos e enormes em cima do painel, tudo escondido discretamente.... e o melhor de tudo, legalizado na documentação.... é o meu companheirão, conheço cada arruela dele.... Abs

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    Respostas
    1. Parabéns pelo carro Gonzalez.
      Este tipo de personalização é a que mais me atrai. Manter um carro forte, com aspecto original e usável na rotina diária. Além de ser um projeto que sempre evolui.
      Já viu esse daqui também?
      http://www.jalopnik.com.br/vw-voyage-1-9-turbo/
      Abraço

      Excluir
    2. Bera, esse da reportagem é bem mais violento que o meu... o meu ainda preciso acertar a suspensão e freios, não quero jogar o meu no chão, apenas baixar uns 02 dedos, mas colocar amortecedores e molas de maior carga...... abs

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  42. Alexandre, ótimo post. Essa RAM V10 eu conheço, hein? Lembro dela roncando ao lado de um enorme motor 500 V8 que estava num cavalete... Abraços e sucesso! ;)

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  43. AG,

    Só tenho uma reclamação:

    Poste mais, Pô!

    Muito legal o post! Gostei demais!

    Abraço!
    MAO

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  44. Elio,

    Boas lembranças! Abração

    MAO,

    Consegui um tempo para escrever esta semana, e já tem pronto a continuação do post ride of a lifetime, com o final da historia do D60 com Detroit diesel

    Abração

    AG

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  45. AG,

    Aí sim, gostei!

    Vc faz uma falta danada, não pare!
    MAO

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  46. AG,

    vc é o que mais faz falta aqui...
    sempre mando seus textos para os amigos que não assinam o AE.

    ResponderExcluir
  47. AG,

    Essa do Detroit diesel certamente irá me agradar.

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  48. Eu(z moska) adoro carros antigos..velhos não..antigos...velhos tem bastante por aí!! Eu vendi meus carros..Maverick...Rural...Jeep..hj só sonho em ter de volta algum!! Apesar de estar sem grana sonho bastante!! Inclusive sei onde tem um BEL AIR encostado por R$ 6.000,00..mas meu sonho é MAVERICK..pode ser quebrado...enferrujado...podre....GOOOSTTOO!!
    Z..sp Zona sul / Capão ...email: zenaldopersou@ig.com.br

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  49. Eu(z moska) adoro carros antigos..velhos não..antigos...velhos tem bastante por aí!! Eu vendi meus carros..Maverick...Rural...Jeep..hj só sonho em ter de volta algum!! Apesar de estar sem grana sonho bastante!! Inclusive sei onde tem um BEL AIR encostado por R$ 6.000,00..mas meu sonho é MAVERICK..pode ser quebrado...enferrujado...podre....GOOOSTTOO!!
    Z..sp Zona sul / Capão ...email: zenaldopersou@ig.com.br

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Um abraço!
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