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8 de dezembro de 2012

BRASIL, UM PAÍS HOSTIL AOS AUTOMÓVEIS




O Brasil tem uma boa parte de seu movimento econômico baseado em automóveis. É uma indústria de grande porte, com muitas fábricas funcionando, e que entrega à Nação uma enorme riqueza, principalmente na forma de impostos. Há uma quantidade muito grande de pessoas, empresas e serviços que existem por causa do veículo automotor.

O País, porém, trata os carros como fonte de renda, apenas. Não há facilidades nem benefícios para que precisa ou apenas quer ter um carro particular, direito de quem pode e quer pagar por um. Não confunda o que está dito com facilidade para financiar um carro novo. Essa provém dos bancos, que vivem de vender dinheiro, assunto que prefiro não comentar. Ter um carro no Brasil significa ser afetado constantemente por dificuldades de todos os tipos, em sua quase totalidade atingindo o bolso.

O negócio é tão forte, tão grande, que pensar em apenas um fato que acontece todos os dias com muita gente já mostra o tamanho da palhaçada a que estamos submetidos. Esse fato é o roubo ou furto de um carro (pode ser moto, caminhão, ônibus etc.).

Se você já foi vítima dessa enorme indústria que não paga imposto, a dos roubos de carros, perceberá que houve apenas um prejudicado em toda a seqüência do que aconteceu depois. Você.

O ladrão leva seu carro embora e vende, ou desmonta e depois vende partes, ou usa para outros crimes e o abandona normalmente estragado, ou destrói seu carro em um poste. Se não era segurado, o valor do carro ou do conserto foi perdido. Se tinha seguro, você aciona-o e pede seu ressarcimento. A seguradora paga, após procedimentos que lhe tomaram tempo e dinheiro, no mínimo com telefones e e-mails. Se for acidente, você ainda paga a famigerada franquia, e gasta mais ainda.


Seguro ecológico. Para furtar esse carro, só sendo veterinário ou zoólogo!

Aí você não pode ficar a pé, e sai em busca de um carro novo ou usado. Em ambos os casos, você irá pagar por mais um carro, que precisa ser passado para seu nome, emplacado se for novo, transferido de município se for usado e comprado longe de casa, feito um novo seguro para evitar novo prejuízo em caso de outro roubo (gato escaldado tem medo até de água fria), comprado aquele rádio melhorzinho, colocado um tapetinho aqui, um alarme caso não tenha, essas coisas todas que a maioria faz.

Percebeu que você gastou um monte de dinheiro seu e da seguradora? E quem você acha que irá recuperar fácil esse dinheiro gasto?

As empresas de seguro tem cálculos mirabolantes e secretíssimos para chegar ao valor de prêmio cobrado, levando em conta até o CEP onde o carro passa a noite. Um quarteirão de distância pode mudar o valor que pagamos a essas empresas. Idade do condutor também conta, com os mais jovens sendo os mais achacados pelos altos preços, mesmo sabendo que há motoristas jovens muito mais responsáveis que os tiozinhos e tiazinhas que vemos todos os dias.  As seguradoras cobrem os prejuízos dos clientes, sem dúvida, mas recuperam o prejuízo aumentando o seu novo seguro através da perda dos bônus, e reajustando valores constantemente para todos os outros clientes.

Os roubos que geram lucros a quem vende peças usadas. Não compre se você não tem certeza da origem.

Os documentos de seu novo carro custam-lhe mais dinheiro, que os governos recebem. O carro novo paga um IPVA logo de cara, proporcional ao mês do ano em que você está adquirindo-o. Se um despachante lhe ajudar, recebe o dele também.

Em suma, toda uma cadeia de serviços e produtos lhe tomam dinheiro, e um monte de gente recebe o que sai de seu bolso. Todos lucram com o fato de seu carro ter ido parar nas mãos dos amigos do alheio, menos você, o dono do carro.


Detran do Rio de Janeiro, entupido de carros e com esperas enormes para ser atendido. Serviço público muito bem pago pelo nossos impostos, mas que fazem parecer ser um favor prestado gratuitamente.

Falar sobre as vias por onde transitamos é outra coisa que mostra o quanto é difícil ter e usar um carro no Brasil. Há ruas e estradas aceitáveis, mas a enorme maioria é um puro lixo destruidor de suspensões e torcedor de carrocerias. Se for em cidades grandes, há um descaso enorme com a qualidade do pavimento. Se for em pequenas, muitas vezes nem há pavimento. Sinalizações mal feitas fazem motoristas andarem mais que o necessário em muitos casos. Pontos mal pensados, projetados e construídos induzem a erros de condução que provocam acidentes, gerando mais gastos e mais impostos arrecadados no conserto de um carro batido. Mais uma vez o prejuízo é só seu, o dono do carro.

Uma praga antiga brasileira são as inúteis valetas nas esquinas, colocadas com a desculpa de escoamento de água. Totalmente desnecessárias se o leito carroçável for projetado com caimento correto. Somam-se a elas as lombadas para redução de velocidade, essas verdadeiras doenças que na verdade foram provocadas por motoristas que não sabem andar em velocidade compatível com as vias e que só pensam em acelerar o máximo possível. E quem anda com responsabilidade e defensivamente tem que perder tempo e desperdiçar combustível com essas excrescências do pavimento. Os bons pagam pelos maus, verdade eterna.

Feitas para estragar carros, essas malditas valetas

Combustível é outra aberração. Carros a gasolina têm que queimar álcool, misturado por imposições governamentais antigas e que ninguém de governos mais recentes teve coragem de derrubar. Para contornar a situação nefasta de se ter dois combustíveis misturados, e ajudar mais ainda os produtores de álcool, a indústria criou o carro flexível em combustível, visando fomentar a economia no bolso do dono de carro. Pouco adianta. A gasolina e o álcool tem preços exorbitantes desde sempre no Brasil. Naquela fase de 2008/2009, quando os americanos tiveram aumentos monstruosos no preço da gasolina deles, os EUA entraram em uma crise enorme e centenas de milhares perderam seus empregos, a gasolina lá ainda era bem mais barata que aqui, onde pagamos todos os dias sem reclamar, sem pestanejar e sem esbravejar. Os preços altos eram notícia todos os dias na imprensa americana. Aqui, já nos acostumamos.

Para temperar a desgraça da exploração, ainda há gente ruim que estraga a gasolina e o álcool locais com solventes, água e outros líquidos menos nobres ainda. Prejuízo ao dono do carro de novo. Uma dica que aprendi foi perguntar a motoristas de táxi onde há combustível de boa qualidade. Eles rodam muito mais que a maioria, e descobrem rápido os postos picaretas, espalhando a notícia entre colegas de profissão.

Gasolina misturada com qualquer coisa, à esquerda: obra de gente ruim

Mas parar no posto para abastecer também é hostil. Muitas vezes lhe são ofertados produtos desnecessários, como aquela "completada" no óleo ou na água de refrigeração, verificados com o motor quente, de forma errônea, além daquele aditivo totalmente dispensável se você já utiliza uma gasolina ou álcool dos mais caros, os aditivados. Sempre digo que posto não é lugar para se abrir capô de carro. Faça suas verificações pela manhã, ou ao menos depois do motor desligado e esfriando por pelo menos meia hora. Melhor mesmo com o carro frio. Uma condenada rápida no extintor de seu carro também é de praxe em muitos postos.

O óleo diesel, que pode ser usado em carros pequenos para transporte de pessoas em qualquer canto do mundo, é proibido no Brasil. Mais uma ditadura governamental antiquíssima, e que nenhuma "ditadura" moderna tem peito de exterminar. Levar gente com diesel aqui, só em veículos grandes como furgões de passageiros e picapes, ambos notórios pelo peso excessivo e tamanhos nada favoráveis ao transporte nas cidades.

Há motores moderníssimos no mundo todo movidos a diesel para carros leves, permitindo pouca poluição e consumo aos felizardos que os possuem. Mas aqui a hostilidade não permite. Claro, hostilidade baseada em finanças. Gasolina dá mais lucro, então, cidadão, pague mais caro e divirta-se com seu carrinho pequeno a preço de carro grande. Só para lembrar, aqui pertinho, na Argentina, país tão criticado pelos espertos brasileiros, eles podem. E também no Paraguai, que tomamos como subdesenvolvido, também. Só os brasileiros não podem. Deve ser algum tipo de maldição.

Sobre preços de carros, melhor não falar nada. Já muito foi dito e escrito em todos lugares dessa imprensa nacional, e não adianta. Continuamos a pagar umas três vezes o que um carro vale na verdade. E pelo menos uma dessas vezes é todinha dos órgãos governamentais, que usam nosso dinheiro vocês sabem onde. Descontinhos pífios e temporários em alíquotas de impostos são decretados e comemorados como se fossem mesmo bondades, quando na verdade são oportunismos para arrecadar mais ainda, com presidente da República se valendo disso para fazer propaganda pessoal. Vergonha pura.

E as multas? Será que vale a pena falar algo? Será que dá para imaginar que um governo municipal entregue o controle das máquinas fotográficas acopladas a sensores de velocidade que registram infrações a uma empresa privada e se acredite que o serviço é totalmente justo para o lado do motorista? Será que empresas privadas não querem e não precisam aumentar seus lucros? Será que reduções de velocidades máximas permitidas a níveis ridiculamente baixos tem apenas e tão somente a função de aumentar a segurança?

É muita ingenuidade acreditar nessa baboseira toda que os caras de gravata nos contam. E tem gente que foi à escola, sabe ler e escrever e acredita, isso é que é o mais incrível!

Chamada de indústria da multa, o esquema nefasto denota o absoluto desrespeito dos governantes para com seu povo

Já precisou estacionar seu carro em uma cidade grande? Na rua aparece o chamado "flanelinha", sempre um ser a gerar desconfiança, mesmo que seja bem intencionado (e eles existem). Estacionamentos são uma comédia em grande parte. Ou se deixa carro e chave para manobras mirabolantes com habilidade e cuidados duvidosos, ou se procura um do tipo "tranque e leve a chave". Dá trabalho e toma tempo, sem contar o preço.


Momento de frio na espinha. Entregar o carro a um manobrista pode ser problema sério.



Presenciei durante anos a fio as brincadeiras de manobristas de um estabelecimento para festas perto de casa. As trocas de marchas com patinagem de pneus era a mais comum das práticas. Os donos dos carros nada viam, pois o buffet ficava em outra rua, dobrando a esquina, e os profissionais das manobras "arregaçavam" os veículos alheios sem dó. Era a diversão deles, castigar a máquina. Uma outra brincadeira era passar de primeira a ré ou vice-versa com o carro em movimento. Hostilidade automobilística pura.


E há também estacionamentos caríssimos e sem vagas disponíveis. Duvidam? Basta ir ao Aeroporto Internacional de São Paulo, que não é em São Paulo, mas em Guarulhos. Tem até foto para provar.

Pagando caro para estacionar onde não deve porque não há vagas: Aeroporto de Cumbica, Guarulhos, São Paulo

E as oficinas? O que dizer delas? Quem nunca teve problema com mecânicos ruins ou de má índole levante a mão e me conte onde foi o milagre. Centros automotivos geradores de problemas se encontram facilmente em qualquer lugar. Encontrar os honestos e que trabalham com eficiência é bem mais difícil. Há que se ter experiência e conhecimento com veículos para não ser enganado, e mesmo assim pode ocorrer. Quando não se sabe nada ou quase nada sobre técnica de carros, temos que pedir ajuda de alguém para nos acompanhar.

Amigos entusiastas dos automóveis, está cada vez mais difícil suportar tantas maldades contra o automóvel. Utilizar o carro com prazer não é fácil. O próprio carro parece se cansar de tanta ruindade contra ele.

Esperamos conseguir manter o otimismo e não entrar na onda daqueles que consideram o automóvel como uma máquina fadada à extinção, sendo substituída por vários tipos de transporte coletivo.

Seria uma derrota da humanidade.

JJ

231 comentários:

  1. Corsário Viajante08/12/12 12:05

    Brilhante, falou tudo.
    E vai por mim, desse jeito estão conseguindo, aos poucos, matar a galinha dos ovos de ouro.

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    1. Duvido que matem a galinha, o brasileiro compra qualquer coisa nem que tenha que passar a vida endividado, a galinha é muito gorda pra morrer porque todo mundo tira proveito dela. O governo arrecada sem cumprir seus deveres, seguradora, desmanche todo mundo usa a galinha, só esqueceram da galinha das fabricantes (o lucro brasil nem se pode falar que some o comentário), fornecedores, sindicatos, sites, revistas, programas de TV, políticos, eleições e muito mais. A verdade verdadeira é que todo mundo reclama, mas quem mais reclama as vezes é quem tem mais a ganhar e é assim não muda nada

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  2. Quase todo dia me dá vontade de desistir de ter um carro, são tantos problemas e tão caro adquirir e manter documentação em dia, seguro, manutenção, para rodar em estradas ruins, combustível caro e podre...

    Dirigir meu carro era um sonho que tinha desde criança, como muitos de nós, mas a realidade é que aqui somos escravos pagadores de impostos.

    Acho que o melhor seria fugir desse país estúpido.

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    1. Conseguiu sintetizar meus pensamentos. Sempre sonhei com minha habilitação desde que me lembre pela paixão por carros, mas o transito, o preço da gasolina, IPVA e seguro anual, mecânicos sem qualificação, vias precárias, entre outros acabam com minha paixão e em vários momentos faz com eu simplesmente tenha vontade de chutar o balde.

      Gosto ainda de carros, mas infelizmente não é aquele prazer todo que poderia ser.

      Mendes

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  3. Um texto desse só faz minha paixão por carros diminuir cada vez mais. Paixão que nasce quando ainda somos crianças e brincamos no banco do motorista do carro do pai, sonhando com os 18 anos que demooooram pra chegar. O bom é ser criança e só ver o lado bom, o lado prazeroso, o lado sonhador.... e deixar a gasolina, o seguro, os impostos, o trânsito, etc, para nossos pais resolverem.

    Sério, cada vez mais minha paixão diminui...

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    1. Mas me esforço, muito, para continuar amando...

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    2. Felipe,
      Jamais desista daquilo que você gosta. Tenho paixão pelos carros desde que me conheço por gente. Por mais complicado que seja manter um carro hoje em dia, nunca me permitirei desistir desse verdadeiro prazer que é em viver no meio dos automóveis.

      Abraço!

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    3. Eu já chamo essa minha paixão pelos carros de Amor.

      Por que, mesmo com tantas dificuldades pra se ter e manter um carro, ainda mais no Brasil, onde os carros mais interessantes são reservados pelo governo e pelo comércio apenas para ricassos e milhonários, essa paixão pelas máquinas d quatro rodas simplesmente não acaba, é mais forte que qualquer dificuldade terrena... Só pode ser amor... heheh... não há outra explicação.

      Dói na alma saber que vivemos no pior lugar do mundo pra se gostar de carros, mas gostamos, não tem como mudar isso.
      Então não se deixe abalar pelo lado negativo, desistir de uma paixão só nos leva a frustração.

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    4. "pior lugar do mundo pra se gostar de carro"... CONCORDO PLENAMENTE

      As vezes fico imaginando como deve ser bom gostar de carros (como, de fato eu gosto), sendo americano ou alemão. O sentimento, que fica, é uma misturada de inveja com tristeza.

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    5. Eu concordo com o Duílio. Já tive vários motivos e, após ler um texto como esse do JJ, encontro mais ainda para jogar a toalha. Mas não jogo porque acima da necessidade que tenho (e vários tem), tenho prazer e gosto por dirigir. É uma grande paixão minha. Coisa que venho cultivando desde minha infância. É muito tempo. E mesmo que algum vagabundo ou instituição déspota e corrupta queiram me prejudicar, não vou negar esses anos de aprendizado, emoção e diversão.

      Se essa é uma sina minha, essa sina eu pretendo carregar por toda a minha vida.

      E assino em baixo: desistir de uma paixão só nos leva a frustração.

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    6. Mesmo com todos esses problemas, minha paixão por pilotar é maior que tudo isso.

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  4. Acho conpletamente revoltante a disposição desses malditos politicos governantes e empresarios a querer lesar o povo ; industria da multa , flanelinha , mecanicos safados e outras coisas mais realmente o brasil e o pais q mais testa a paciencia do ser humano parece q somos uma especie de laboratorio de pesquisas gigante onde se testa a capacidade do ser humano para manter a indole e o senso moral..triste...

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  5. JJ,
    O triste é que todas essas mazelas apresentadas no texto não são exclusividade do setor automobilístico, infelizmente. Aqui no Brasil, em todos os setores econômicos existem os maus profissionais, produtos de qualidade duvidosa, serviço de apoio ao consumidor risível, mau atendimento e por aí vai.

    Por isso que o governo lançou o mote que brasileiro não desiste nunca. Só sendo mesmo muito persistente para não perder a cabeça nesta terra de ninguém. E compartilho a mesma indignação que você, ao ver pessoas ditas esclarecidas caírem nos "contos da carochinha" apregoados pelo governo, como se de fato houvesse algo de positivo para o bem comum...

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    1. As pessoas esclarecidas as vezes são vitimas da mídia e dos especialistas no assunto que tiram o seu proveito da situação escrevendo matérias não para informar, mas para enganar conforme quem está por trás. Muita revista apoiava filme e engate pra se aproveitar da situação da segurança e da venda de publicidade, mandando a informação de verdade para o espaço, algumas apoiavam o carro popular com unhas e dentes até que surgiram os 1.4 e aí passaram a dizer que 1.0 nenhum presta, o pior é que dentro da mídia brasileira toda não cabe nem numa mão os que fogem mesmo disso, aqui mesmo não se contou a história toda da exploração. Muito partido, de esquerda inclusive, que protestava contra as fabricantes pegou muito dinheiro de campanha delas e hoje deixa passar impostos, dívidas e muito mais. Mas para o povo nunca tem desconto nem camaradagem!

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  6. E vai continuar assim, enquanto o país de tolos tiver um povinho de m*rda, que dá o "espetáculo" dado em São Paulo por ocasião do embarque do Corínthians para o Japão. Futebol, carnaval, "circos" em geral: é isso que importa. Tendo "circo", não precisa nem ter o "pão", que o brasileiro aceita qualquer desaforo com o maior sorriso estampado nas fuças.

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    1. Falaste tudo! O povão só valoriza o futebol, dane-se o resto...

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    2. Nada contra o Corinthians ou qualquer outro clube de futebol, mas aquela manifestação no aeroporto foi de matar.

      Simplesmente mostrou o nível cultural do nosso "Zé Povinho".

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    3. O Brasil é um país de segunda:

      * TV de segunda: até nossas novelas perdem longe para as novelas turcas e coreanas;

      * Futebol de segunda: todo jogo importante contra França ou Argentina a seleção canarinho toma um baile;

      * Carros de segunda;

      * Comida de segunda: se você é da classe operária e mora longe das regiões onde se cria gado bovino ou suíno (A saber: RS, SC, PR, GO, MT, MS e MG), você não come carne todo dia;

      * Política de segunda.

      Fico me perguntando, até quando o brasileiro irá se contentar em ser um povo de segunda categoria?

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    4. Anônimo 08/12/12 18:28 de segunda... provavelmente não faz nada para melhorar o país, só reclama e vota mal!

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    5. Vota mal... e vai votar em quem para votar bem??
      PMD....

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    6. Disse tudo!! Assino embaixo.

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  7. Acho que a maioria dos brasileiros pensa assim: Quanto mais caro o carro e quanto mais oneroso... mais status. Excelente post JJ!

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    1. Reynaldo,

      Concordo plenamente com você.

      Apenas acrescente, "quanto maior".

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  8. E o carro é o vilão do planeta...

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    1. Onde assino, JJ? Falou tudo!

      Quanto aos manobristas, uma vez aconteceu uma coisa curiosa comigo. Deixei o carro num estacionamento habitual, saí e, já na rua lembrei que tinha deixado uma sacola no carro. Logo ao entrar, ouvi uma arranhada: era o manobrista engatando a ré do meu carro para colocar na vaga... Eu fiquei pu$& e ele, sem graça.

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  9. Srs: o país está PARANDO os proprietários de automóveis e tratando-os como bandidos. Sim, somos tratados como bandidos. Não conheço quem possa pagar mais para ser tão achincalhado. Qualquer semi analfabeto deste Detran, desde o mais simples emplacador, te olham como se vc fosse o cocô mais imundo! PRECISAMOS REAGIR! Já disse isto aqui algumas vezes e volto a repetir: PRECISAMOS REAGIR. Hitler chegou onde chegou por falta de reação e só parou ( ou melhor, foi parado) através da reação. Os bandidos se juntaram, fizeram leis, se armaram e partiram para cima dos cidadãos com tudo. Sim, vcs não leram mal: eu disse BANDIDOS! Nossos governates hoje em dia são BANDIDOS ELEITOS POR NÓS DEMOCRATICAMENTE! Os homens de bem se afastaram da política com resultado desastroso para todos. Eles nos param e precisamos nos unir para PARA PARÁ-LOS. Uma ASSOCIAÇÃO DOS MOTORISTAS AMADORES IA ACABAR COM ESTA RAÇA. Façam as contas: 30 milhões de motoristas. Destes, 20% topando se afiliar. Cada um dando 1 real por mês. SERIAM 6 MILHÕES DE REAIS PARA LOTAR DE ADVOGADOS A ASSOCIAÇÃO E PARAR ESTE PAÍS! PARAR ESTA RAÇA, ESTA GENTE PODRE. E IRÍAMOS ELEGER DEPUTADO, SENADOR, TUDO QUE QUISÉSSEMOS! O NAZISMO CONTRA OS MOTORISTAS, OS CIDADÃOS, OS CARROS, MOTOS, ETC ESTÁ NO AUGE E VAI PIORAR! OS FABRICANTES DE RADARES FATURAM POR COMISSÀO E PAGAM TODA A CORRUPÇÃO QUE GRASSA NO SETOR. CREIAM; VAI PIORAR PORQUE A GOELA DESTES LADRÕES NÃO TEM TAMANHO E ELES ESTÀO CADA VEZ MAIS RICOS E SEDENTOS!! VAO METER CHIPS NOS CARROS E AS MULTAS VÃO SER VIA SATÉLITE! O INFERNO VAI SE INSTALAR DE VEZ E VAMOS NOS LASCAR. SERÁ PIOR QUE A CRISE DE COMBUSTÍVEIS. QUEM VIVEU VIU E QUEM VIVER VERÁ QUE VAI SER O INFERNO DE DANTE NESTE PAÍS! FICA AQUI MINHA SUGESTÃO A ESTE BOLG, UM DOS MAIS LIDOS DO PAÍS, COMPOSTO POR GENTE SÉRIA PARA DIVULGAR ESTA IDEIA. VAMOS PARAR ESTE PAÍS! VAMOS PARAR ESTA RAÇA E DAR FIM A ESTE NAZISMO. NÃO AGUENTAMOS MAIS. MAC.

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    1. Anônimo das 13:16,

      "SERIAM 6 MILHÕES DE REAIS PARA LOTAR DE ADVOGADOS".

      E depois disso, quanto sobraria dos seis milhões para utilizar em nossa defesa?

      Trezentos mangos?

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    2. Célio: Se fosse administrado por políticos, não tenho dúvidas que vc estaria certo.Não sou advogado, mas engenheiro. Precisamos atacar o geverno dentos da lei.E lei é com advogados. Eles precisam ser acompanhados e fazer o que a associação determinasse. E os seis milhões de reais seriam para pagar os processos na justiça e fazer esta zona parar. Deu para entender que não estou brincando? Tem alguma sugestão útil? Será bem vinda! MAC.

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    3. José Bedeu08/12/12 21:01

      MAC, se você não está brincando, porque não conseguiu mudar nada até agora? Sugestão: desiste. Pleo visto você não vai a lugar algum! como diz o ditado: cão que ladra não morde!

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    4. Zebedeu; Cortaram a resposta. Mas digo que ou vc não leu ou não entendeu.Ok, problema seu!

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    5. To falando que a censura tá comendo solta, nem quando é pra propor alguma coisa pra melhorar isso tudo deixam no ar se tiver pegando onde dói

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    6. Anônimo 9/12/12 00:43
      Todo blog e site tem censura – a priori, pela mediação, ou a posteriori, nosso caso, em que o acesso para comentários é livre, e optamos por deixá-lo assim por ser mais fácil para o leitor.

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    7. Censura por causa das regras é uma coisa, tirar do ar mensagens que respeitam as regras é outra

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    8. Anônimo 09/12/12 16:56
      Se foi censurado é porque infringiu regra. Estou de plenos poderes de minhas faculdades mentais.

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    9. Será? Ou será que é a faculdade de falar e deixar falar só o que interessa?

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    10. Anônimo 09/12/12 22:14
      Isso também, não lhe parece óbvio? Mais outra gracinha e vai ficar de fora também.

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    11. Concordo e acho que o AE poderia dar o pontapé inicial em uma campanha desse nível...

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  10. O diesel poderia ser usado em carros de passeio aqui se o governo pudesse parar com os subsídios. Mas quando resolveram investir em ferrovias para melhorar o transporte, os caminhoneiros fizeram greve e trancaram as estradas. O Brasil é assim porque gosta.

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    1. Lorenzo Frigerio08/12/12 14:11

      No começo dos anos 80, o diesel custava menos da metade do preço da gasolina, devido ao subsídio. Então, fazia algum sentido proibir o uso em carros de passeio.
      Só que o subsídio, agora, praticamente acabou, a CIDE do diesel foi zerada faz tempo. Portanto, não há mais razão para se manter aquela proibição. O que acontece, é que o petróleo brasileiro é muito leve; portanto, a quantidade de diesel que pode ser produzida a partir dele é limitada.
      E como a Petrossauro mantém o MONOPÓLIO DA IMPORTAÇÃO, nada acontece.

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    2. E porque picapes diesel podem ser utilizados para passeio?

      Isso não é discriminação?

      Assunto para um próximo post.

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    4. O diesel é proibido em carros de passeio por causa da nossa extrema dependência do transporte rodoviário. Imagine que o petróleo é como uma vaca, imagine se todo mundo só quisesse comer filet mignon e alcatra, o acém sobraria. Da mesma forma ocorre com o petróleo.tem uma quantidade de gasolina, de querosene, de diesel, de parafina, etc, pra fazer diesel, tem que refinar petróleo e extrair gasolina também. Só que todo o diesel produzido é usado em caminhões (até falta, importamos diesel), produzir mais diesel para os carros só faria ter que importar mais diesel ainda e faria sobrar mais gasolina aqui, que seria exportada a preço de banana. Por isso eu acredito que enquanto o transporte for rodoviário, nunca teremos carros a diesel.

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    5. Bem colocado, Carlos Farjoun. E se o Diesel fosse liberado em nossa estrutura atual, o preço dele subiria, e como a maior parte de nossa cadeia de distribuição depende dele, iria encarecer os produtos também.
      Perceba como é triste a nossa sina! Para termos o diesel, todos vamos pagar ainda mais caro. Ai a economia que ele pode proporcionar vai para o espaço.

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    6. Isso não poderia ser resolvido, ou amenizado, com Biodiesel? Praticamente de tudo pode-se fazer diesel.

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  11. Onde assino, JJ? Falou tudo!

    Quanto aos manobristas, uma vez aconteceu uma coisa curiosa comigo. Deixei o carro num estacionamento habitual, saí e, já na rua lembrei que tinha deixado uma sacola no carro. Logo ao entrar, ouvi uma arranhada: era o manobrista engatando a ré do meu carro para colocar na vaga... Eu fiquei pu$& e ele, sem graça.

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  12. São muitos "contras" em um único post (e o pior é que é tudo verdade)... Espero ver o dia que teremos melhores opções de automóveis por aqui, a um preço justo, e que toda essa indústria que ronda o mercado automobilístico seja voltada para melhorar os serviços necessários.

    Por outro lado temos (a população) que ter voz ativa e se organizar de ordenada para buscar por mudanças.

    [ ]`s,
    Marcelo.

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  13. mimi mimimimi quanto choro....que texto ridículo pelo amor de deus
    Entusiasmo passou longe dessa vez... sinto muito mas broxante esse texto..

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    1. Garotão, por favor, volte pra escola, aprenda a ler E interpretar textos, use a internet pra algo de útil, informe-se sobre o que foi falado no texto, aí você pode falar alguma coisa, porque o mimizento aqui, é você.

      Se não gosta do texto, que vá ler outra coisa, ora bolas, criticar só por criticar é extremamente fácil e medíocre.

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    2. E criticar com base, pode?

      Pois o texto é raso e cheio de erros, distorções e falácias. O setor automotivo movimenta apenas 10% do PIB, e se for descontar daí o custo em termos de acidentes, mortes, invalidez, etc. deve cair uns 4%.

      E tem mais: Os automóveis e seus motoristas não são hostilizados, nós (eu incluso pois sou motorista e autoentusiasta tb) somos os hostis. Hostilizamos os demais motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

      O Brasil é um país onde o que está em cima sempre caga no que está embaixo. Esse texto é um tiro no vazio, mais uma reclamação inútil na lista das reclamações inúteis que infestam a internet. Atitude que é bom, nada.

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    3. Empregos gerados pelo setor automotivo:

      1) Empregos na fabricação de peças;
      2) Empregos na fabricação de automóveis;
      3) Empregos na distribuição de automóveis;
      4) Empregos no conserto de automóveis;
      5) Empregos na distribuição de combustíveis;
      6) Empregos na produção de combustíveis;
      7) Empregos na manutenção de estradas;

      E o mais importante nos estados de SP e PR:
      8) Empregos na cobrança de pedágios.

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    4. Anônimo 08/12/12 22:55
      Mais importante, o sétimo???

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    5. Não acho que é um tiro em vazio. É um resumo de nosso panorama acerca de como o setor automotivo e associados influem na vida e no bolso de um cidadão condutor e proprietário de automóvel. O papel do texto é levantar as principais questões para nos dar uma noção de como somos prejudicados pela base de nossa sociedade e governo vigentes.

      Se o texto já é grande sendo um apanhado geral, imagina se fosse discorrer sobre cada tópico em particular. É por isso que cada um foi, é ou será assunto de matérias próprias.

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    6. Anônimo do chorinho.
      Percebo que você não teve a paciência de verificar os problemas que descrevi. Compre e mantenha um carro com o seu trabalho e verás que não exagerei. Se você já faz isso e não concorda, melhor procura ajuda profissional.

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    7. Anônimo que diz criticar com base.
      Sua base me parece feita de vazio.
      Hostil é você, eu não. Dirijo como gente faz muito tempo.
      Obrigado por ler e comentar.

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    8. JJ,

      eu tenho um carro e sei desses custos. A diferença entre nós é que eu considero maduro e civilizado aceitar tudo isso como "custo" de andar no conforto do meu carrão, enquanto vc considera hostilidade.

      Eu li seu texto, não estou contestando os problemas que vc listou e sim discordando da abordagem e interpretação que vc faz deles. O Brasil é um país hostil a uma série de coisas mas somos nós, o povo (no qual eu me incluo e a vc tb) que o fazemos assim, um pouquinho a cada dia.

      Aliás, como um país que reduz o imposto de propriedade de um carro quanto mais velho, problemático e poluidor ele se torna ao longo do tempo (carros com mais de 20 anos sequer pagam IPVA...) pode ser considerado hostil ao automóvel?

      É no máximo hostil com os motoristas, e justamente por culpa deles próprios!

      ;-)

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  14. Não sei se é "Teoria da Conspiração", mas uma vez ouvi uma entrevista no rádio em que o especialista dizia que os roubos e furtos de veículos já entravam no cálculo de produção e faturamento de toda essa indústria que vive do automóvel. Sinistro...

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    1. Isso e a caixinha que dão pra imprensa continuar apoiando carroça são muito na cara, conto nos dedos de um cachorro quantas vezes vi alguém da imprensa criticar essa situação

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  15. JJ.
    Entendo sua posição, mas há de convir comigo que o maior culpado pela existência de todas essas mazelas acaba sendo, em grande parte, exatamente o povo. O povo a que me refiro, neste caso em especial, é o proprietário do automóvel. Na verdade, existe todo um conluio entre as mais diversas entidades que compõe a nossa sociedade.
    Antes que alguém atire uma pedra, explico. OK, existe a alta carga tributária, a legislação antiquada e falha, o problema social, um montão de coisas. Existe o roubo, existe o desmanche de peças. Só que o desmanche de peças só existe porque existem compradores para essas peças. E só existem compradores porque as montadoras e fabricantes de autopeças exploram no preço das peças novas. E elas exploram no preço das peças porque existe uma carga tributária muito elevada. E assim por diante. Então o que quero dizer, é que a mudança tem que começar lá de cima: diminuir a carga tributária, abaixar o preço das peças novas (bem como estabilizar seu fornecimento), para só depois educar o proprietário do veículo a não comprar peças de desmanche. Aí é que os roubos vão começar a diminuir. Ou seja, de nada adiantará você ou eu virmos aqui pregar "não compre peças sem procedência" se todo o resto da cadeia societária não fizer a sua parte. E isso serve para qualquer segmento.
    Existem as multas pesadas? Sim, mas educação vem de casa, e não se pode esperar que programas governamentais entregues através de autoescolas muitas vezes de qualidade tão duvidosa quanto a das peças seja eficaz na tentativa de educar os motoristas. Se o motorista não for educado desde o início para cumprir a lei, a multa pode doer no bolso o quanto for.

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    1. CSS,
      concordo totalmente com você.
      Obrigado.

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  16. JJ,

    Eita post para acabar com o fim de semana.

    Não tenho nada a comentar, a não ser dizer mais e mais coisas sobre o assunto que não tem fim.

    E ainda tem quem diga que nosso país é o país do futuro.

    Talvez o país do futuro do banditismo, das drogas, dos assaltos... E por aí vai!






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  17. JJ;
    Ta cada dia mais tenebroso ter um carro.E revoltante também! No estado de São Paulo pelo menos, o automovel é podado de tudo quanto é forma, desde o pagamento de um Alcool carissimo (num estado produtor de cana de açucar, pasmem!), até elevadas contas de pedágio das rodovias concedidas (entregues?) a menos de meia duzia de empresas privadas (que sobrevivem explorando o patrimonio publico, uma moleza dessas até eu quero - saliento que falo isso sem qualquer posicionamento ideológio/partidario).

    Tem o CONTROLAR e no estado de São Paulo, a tabela venal mais absurda do mundo de valores de automoveis para efeito de calculo de IPVA. E ainda por cima, se você tiver residencia residir em dois estados, o estado de São Paulo, ditatorialmente lhe obriga a colocar seu domicilio oficial no estado (O CMF passou por esse dissabor).

    Ter carros no estado de São Paulo é uma dualidade: Você contribui para a manutenção e sustendo da maquina publica insaciável e ao mesmo tempo é odiado pelo fato de ter um carro, sendo penalizado em taxas, impostos, multas de trafego, CONTROLAR etc.

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  18. Mas que trilegal! Bah!se não fosse essa bagunça gostosa esse nosso amado país não seria tão bom demais de se viver! E tem mais, piá, prá gente se acostumar com tudo funcionando bonito e nos conformes, só nascendo de novo! Indio velho não se acostuma a montar de bota! Deixa como está, que se mudar só vai ser para pior, tchê!...

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  19. Perfeito, JJ. Eu apenas acrescentaria a atitude de pouco caso, para não dizer de hostilidade, do poder público em relação aos museus de automóveis. Foi por isso que perdemos o Museu de Tecnologia da Ulbra, no RS, e o Museu Nacional do Automóvel em Brasília.

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    1. Paulo Levi,
      eu nem pensei em falar sobre ter e manter carros mais antigos ou de coleção. Isso é outro texto !
      Obrigado.

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  20. Tem mais uma coisa: o preço e qualidade das peças vendidas. Pagar R$ 130,00 numa bóia de tanque de Escort velho é o fim da picada! E as válvulas de uma fictícia marca "MTE"??

    João Paulo

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    1. Hoje em dia até as seguradoras usam essas peças, colocam peça usada como se fosse nova, está uma bagunça

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  21. Jack Holland08/12/12 15:24

    Isso tudo acontece porque o povo aceita. Um grande paradoxo: o país é pobre, está todo mundo falido e devendo, mas ao mesmo tempo todo mundo tem carro zero, trocando todo ano, a indústria está a pleno vapor e carros novos vendem como água, não importa o quanto se cobre por eles; A maioria acha normal ralar a vida inteira pra comprar um bem tão caro como um carro, pra depois dar a chave pra um manobrista que nunca viu na vida, que irá esmerilhá-lo e estacioná-lo num lugar sinistro... e por aí vai. Igual os proprietários de moto que reclamam dos roubos, mas quando quebra uma peça, vai comprar nas bocas da General Osório... vai entender! Abraços

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  22. E eu que pensei que estava de mau-humor hoje..hehe.... Mas essa valeta até que está pequena: Caro JJ, venha conhecer as da minha cidade! Típicas do interior de SP, são de uma estupidez impensável.

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  23. E ainda há a máxima de que "brasileiro é apaixonado por carro". rs

    Para aguentar tudo isso, supostamente são todos...

    "Há motores moderníssimos no mundo todo movidos a diesel para carros leves, permitindo pouca poluição e consumo aos felizardos que os possuem. Mas aqui a hostilidade não permite."

    Ainda há de considerar que vários desses motores a diesel moderníssimos destinados a carros pequenos são fabricados aqui no Brasil e exportados...

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  24. JJ

    O problema do diesel em carros de passeio é desequilibrar a estrutura de utilização de derivados de petróleo. No passado, havia a questão do subsídio que hoje não existe mais, mas ainda assim o diesel é considerado como derivado gargalo pra nós por causa da opção pelo transporte rodoviário feita por JK lá nos anos 1950.

    Por conta disso, temos uma necessidade enorme de diesel para transporte de carga no Brasil, o que causa um desequilíbrio entre o uso de diesel e de gasolina, com mais necessidade de diesel do que de gasolina. Se pudéssemos usar diesel nos carros de passeio, este desequilíbrio seria agravado e começaria a faltar diesel e a sobrar gasolina.

    Nossa maldição do diesel não é caso de má-vontade governamental, mas sim resultado de escolhas erradas feitas no passado. No dia em que se passar a transportar as cargas por trem, volta a sobrar diesel e este poderá ser usado em carros de passeio. Até lá, só gasolina e álcool, este enquanto os usineiros estiverem bonzinhos.

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    1. CMF,
      é aí que está o problema: governos fracos que precisam de bondades de empresários para operar. Falta de caráter e competência é a tônica, há décadas.

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  25. Mas se você fizer as oontas contando que vai ficar com o carro durante 5 anos e depois trocar e andando uns 10.000 km por ano, pagando o IPVA de 4% em São Paulo e considerando um seguro barato de também 4%, enfim, gasta-se 2% mensais do valor do carro só para ter o carro, sem contar combustível, estacionamento, multas, pedágios, etc. Somente contando com os gastos anuais como IPVA, DPVAT, licenciamento, manutenção, Controlar, seguro e mais o gasto de desvalorização em 60 meses quando o carro vai ser trocado por outro e mais o gasto de custo de oportunidade que ninguém vê. Enfim, não tem como fugir dos 2%. Ou seja, um carro simples de R$ 30.000,00 são em média R$ 600,00 ao mês durante 5 anos. Óbvio que tem pessoas que não fazer seguro, não pagam IPVA, não fazem manutenção como se deve, mas enfim, para manter o carro dentro do normal, gasta -se 2%.

    E em São Paulo, compra-se o carro paga-se um preço absurdo cheio de impostos, as vezes tem que pagar para despachantes desonestos preços exorbitantes, depois paga-se pelo combustível caríssimo, paga-se IPVA, DPVAT e licenciamento, aí vai pegar uma estrada e paga-se pedágio e se ainda sair no dia errado ganha uma multa do rodízio.

    Por isso hoje em dia vejo carro mais como necessidade do que como hobby.

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    1. Por isso eu ando de carro velho. Pelo menos do IPVA estou livre. E de seguro, também. Boto uma trava e um segredinho em algum lugar escondido e pronto! E quanto à manutenção, eu mesmo faço na maioria das vezes. As pessoas perguntam do porquê de se andar de carro velho e até se escandalizam. Não sei por qual motivo. Em se tratando de Brasil não é difícil entender. Afinal, carro é mais uma necessidade,não é?

      João Paulo

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    2. Mas isso eu não faço, pois uma quebra num desses é sempre mais provável e não quero estar num lugar longe sem seguro e nem ficar sem carro aguardando conserto e peças.

      Por isso falei 2% considerando uma vida normal, que é ter um carro confiável e pagar seguro.

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    3. Sim, Fabio. Nem tudo são vantagens, claro. Mas pelo menos pra mim, enquanto o Brasil for um país socialista (impostos, crucificação de quem é rico ou gera empregos), acho melhor ter um velhinho mesmo. Mas é só a minha opinião.

      João Paulo

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  26. Daniel San08/12/12 19:47

    É só ler a crônica "Automóvel-Sociedade Anônima",de Paulo Mendes Campos,para concordar com a tese de que o carro é uma sociedade da qual todos lucram,menos o dono. E tome hipocrisia de tratar o automóvel como um mal urbano. Já tivemos no RJ o Cesar Maia,quem declarou que o carro "é o inimigo nº1 da cidade".

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  27. "O Brasil tem uma boa parte de seu movimento econômico baseado em automóveis."

    Começou o post com uma falácia, um erro. O setor automotivo movimenta pouco mais de 10% do PIB brasileiro, considerados aí indústria e comércio. Não é pouco mas é menos do que a agronegócio e o setor de serviços ou a construção civil por exemplo.

    Esse texto tem outros enganos, simplificações e distorções. É superficial e passional, como autoentusiasta e apaixonado por carros eu me sinto constrangido e em nada representado pelas palavras do autor. O que aliás acontece com frequência quando o assunto foge do tema técnico, autos e afins.

    Pra finalizar, o Brasil é feito pelos brasileiros. Não há muito a acrescentar.

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    1. concordo. O brasil é um país hostil a motos, bicicletas skates e sobretudo pedestres, deficientes fîsicos e qualquer coisa que se mova sobre rodas ou patas e esse velhos rabugentos do autoentusiastas ficam com essa ladainha modorrenta e chata sobre a hostilidade contra os automóveis, que são pra dizer a verdade os mais hostis do transito brasileiro. Blééé

      Thiago Subaru Forever Macedo

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    2. Anônimo 08/12/12 21:00
      O autor pode ter se enganado nos números (para os leitores saberem, 5,5% do PIB e 23% do Produto Industrial Bruto), mas não no conteúdo e na mensagem, que só poderia ser passional diante de tudo o que se vê. E o autor nem falou na desgraça-mãe, o ilegal rodízio em São Paulo (já há post pronto, meu, deve entrar em três dias). E o fato de o Brasil ser feito pelos brasileiros não quer dizer que não tenha conserto. Basta Joaquim Barbosa chegar à presidência. Aliás, "lancei" publicamente, em abril de 2010, o nome dele para presidente, no Fórum de Leitores do Estado de S. Paulo.

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    3. A resposta acima destina-se ao leitor Anônimo de 20:17.

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    4. E o preço dos carros Bob, quando terá conserto?

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    5. É melhor fazer essa pergunta para o ministro da Fazenda...

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    6. Preço é uma questão de mercado, não de impostos, como querem que acreditemos. O preço é esse, compra quem quer. Enquanto tiver mercado consumidor para sustentar uma fábrica dessas trabalhando em 24/7, o preço será esse.

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    7. Acho que a mensagem do anonimo vai sumir em 3 2 1... não pode falar de preço de carro, marca de carro nem da falta de qualidade deles (principalmente se for GM e VW)

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    8. Anonimo das 23:56 disse muito bem, os impostos são uma parte "esquecem" que se tiver gente comprando produto ruim com preço alto vão continuar vendendo e tem muito apoio pra que isso continue acontecendo

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    9. Anônimo 9/12/12 00:17
      A que falta de qualidade você se refere? Os carros produzidos no Brasil são por acaso pouco duráveis? Enguiçam, vivem apresentado problemas? Pode esclarecer?

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    10. Nos anos 80 e 90 enguiçavam muito e davam problemas, no resto do mundo carro já tinha confiabilidade desde os anos 80, hoje não quebrar todo dia é obrigação e não sinal de qualidade, pra não falar de muitos problemas de tamanho menor que nossos carros ainda tem e os mesmos feitos em outros lugares custando menos não tem. Resolveu responder e não apagar, finalmente. A qualidade é mais que isso hoje e não só hoje, é usar materiais bons, peças boas, botar elas junto direito e também dar conforto, desempenho e itens de série no nível do que se cobra. Cobrar no mesmo carro o dobro do que se paga em outros lugares soldando o carro de qualquer jeito, pra desmanchar numa batida, usando plásticos que riscam fácil e quebram só de pegar calor, tecidos que rasgam, motores que mal mexem o carro e lista de equipamentos com apoio de cabeça nem como opcional não é qualidade, apoiar isso colocando carroças no pedestal como aqui é temeridade

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    11. Um setor sozinho é 10% do PIB de todo o país e você considera pouco ?

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    12. Não é pouco em termos absolutos, mas relativo a outros setores como os citados pelo Anônimo realmente não é tudo o que o JJ quis fazer parecer. Entendeu?

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    13. Bob,

      Só pq o Joaquim Barbosa é um bom juiz não quer dizer que ele seria um bom presidente. Esse é um engano muito comum, num país com tantas distorções como o nosso. Acho que vc está misturando as coisas.

      Quanto ao rodízio de SP, qual seria sua proposta? Liberar geral? Eu sei que por vc, até os semáforos seriam extintos, pois pra vc e seus colegas do AE qualquer coisa que limite ou regule o uso do automóvel como "expressão máxima da liberdade individual" (um flagrante exagero...) é criticada.

      Porém, viver em sociedade é isso aí. Quanto mais liberdade, mais regras, mais controles são necessários para que haja ordem e respeito. Não adianta espernear. Se alguém tem uma solução melhor, comprovadamente mais eficaz, que apresente sua idéia para debate. Duvido que resista ao teste da realidade.

      Falar é fácil.

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    14. Anônimo 09/12/12 18:29
      Há inúmeros requisitos para se ser presidente, mas um deles é essencial: retidão moral. O candidato pode ter vários requisitos satisfeitos, mas se não tiver esse, esquece. Ou você acha que quem foi guerrilheira, seqüestrou e matou, tudo bem, pode? / Rodízio? Acabar com ele, por que não? E dispenso que você coloque palavras na minha boca, como dizer por mim os semáforos seriam extintos. Que besteira! Pense antes de escrever, por favor. Esse rodízio é ilegal e vou provar quando o post for publicado amanhã. E se você conhece expressão de liberdade individual maior que o automóvel, diga qual é.

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    15. Anônimo 09/12/12 01:05
      Temeridade? A nossa conversa termina aqui. Não tenho como discutir automóvel com quem não conhece automóvel. Desculpe. Tentei mas não deu.

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    16. Por favor nos explique o que é qualidade num automóvel Bob

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    17. Anônimo 09/12/12 22:37
      Aqui não é espaço para isso, é preciso um post. Mas como qualidade não abrange apenas veículos automotores, abrange até uma simples caneta esferográfica, vou pensar se vale a pena perder tempo para explicar algo que é absolutamente intuitivo.

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    18. Se é tão intuitivo, não tem dificuldade em ver que nossos carros devem qualidade, é fácil ver até peças da lataria desalinhadas num carro novo, ferrugem e muito mais. Acho que soldas, materiais bons, borrachas, plásticos, conforto, segurança e nível de equipamentos fazem parte da qualidade e do que é preciso para ter qualidade

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    19. Não exagere Bob, eu não botei palavras na sua boca, apenas extrapolei suas propostas dentro do conceito que vc defende de "expressão máxima da liberdade", pois é notório que qualquer restrição à livre circulação de automóveis é combatida com ferro e fogo por vc.

      Por falar nisso, vou devolver a pergunta: por favor me explique pq vc considera o automóvel a expressão máxima da liberdade individual. Talvez nossos conceitos de liberdade individual sejam diferentes e não tenho como responder sem entender o que isso significa para vc.

      Vou esperar seu post sobre o rodízio para comentar. Não sei o que vc vai propor como alternativa, uma vez que "ruim com ele, pior sem ele" pois a situação do trânsito em SP está como está, e não creio que ficaria melhor sem o rodízio ou algo que limite a circulação de automóveis. Mas amanhã veremos...

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    20. Anônimo 09.12.12 22:59
      Se "Eu sei que por vc, até os semáforos seriam extintos," não é colocar palavras na minha boca, minha avó é atiradora de elite. Primeiro você me responda por que eu dizer que automóvel é a maior expressão de liberdade individual é um exagero; depois responderei à sua. Se você achou exagero é porque tem outro conceito do que seja. / Alternativa para o rodízio? É claro que nenhuma. Ou você acha que devemos reduzir os número dos que procuram atendimento médico só porque os hospitais estão saturados?

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    21. Anônimo 09/12/12 22:53
      Por favor, pare de dizer bobagem, perdendo tempo e fazendo perder o meu. Se acha que os carros fabricados aqui não prestam, não os compre. Tem cada uma...

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    22. Essa é uma questão filosófica e bastante individual. Portanto, extensa e profunda. Mas vou apelar ao conceito do oposto para demolir essa tese: quem não tem carro não é livre, não goza de liberdade individual? Ou ainda, não tem a forma máxima de expressar sua liberdade individual?

      Não vou nem entrar no mérito da "falta de liberdade" que o automóvel impõe atualmente, sobretudo a quem mora em grandes cidades (e não há como algo ser a "expressão máxima da liberdade individual" se ela é limitada a tantas condições). Eu amo carros, adoro automóveis e dirigir tanto quanto qualquer um aqui, mas sei o lugar das coisas na escala de valores do ser humano.

      Carro é mobilidade com conveniência, pra quem precisa por necessidade ou prazer. Mas mobilidade não significa liberdade individual. O carro pode até ser uma "expressão de liberdade individual" ou expressão de "identidade" do indivíduo, mas não é a única e está longe de ser a máxima tb. Quantos aqui não criticam o carro como símbolo de status?

      Esse texto do JJ é um exemplo do CUSTO dessa "expressão máxima de liberdade", que alguns podem até interpretar como escravidão. E esse custo não existe só aqui no Brasil, ele é praticamente o mesmo no mundo inteiro, inclusive na Europa. Como algo que escraviza, mesmo que por opção do indivíduo, pode ser considerado como expressão máxima de sua liberdade individual?

      Pra não estender demais, não sou eu quem está relacionando liberdade individual com automóvel e sim vc. Para mim a liberdade individual está justamente na total libertação desses ícones, na aceitação das responsabilidades e do que eu chamo de "contrato social", que é o respeito aos direitos e aceitação dos deveres e diferenças entre as pessoas.

      E antes que me critiquem, eu sou autoentusiasta, tenho uma máquina que adoro dirigir e cuidar, não sou ecochato cicloativista e tb não suporto essa raça. Só pra deixar claro.

      ****

      "Se "Eu sei que por vc, até os semáforos seriam extintos," não é colocar palavras na minha boca, minha avó é atiradora de elite."

      Isso é apelo ao ridículo. Eu apenas segui a sua lógica, e vc não negou meu argumento.

      "Ou você acha que devemos reduzir os número dos que procuram atendimento médico só porque os hospitais estão saturados?"

      Isso tb é uma falácia. Essa dicotomia não existe, não há qualquer relação entre os dois fatos.

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    23. Anônimo 09/12/12 23:53
      Não fuja do assunto. Eu não disse que para se ter liberdade individual tem-se que ter automóvel, eu disse que é a MAIOR expressão de liberdade individual e você classificou de exagero. Então, sem fugir, me diga se você conhece outro veículo ou outra coisa que represente a maior expressão de liberdade individual. Se eu demorar a responder é porque estou assistindo a "O discurso do rei", no HBO.

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    24. Eu respondi e ainda elaborei em cima do meu raciocínio! Mas se vc prefere uma resposta mais direta, eu posso dizer que o helicóptero, um jato particular, talvez uma moto ou mesmo a bicicleta sejam expressões de liberdade individual tão grandes - ou até maiores - do que o carro.

      Não vejo pq não seriam. A menos que vc me explique qual a sua lógica e os critérios para que o carro o seja, e estes outros veículos não. Aí talvez possamos comparar como cada um pontua em cada critério, e ver se de fato o carro é ou não o que vc afirma.

      ;-)

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    25. Eu respondi Bob, e ainda elaborei em cima do meu raciocínio!

      Mas se vc prefere uma resposta mais direta, eu posso afirmar que um helicóptero, um jato particular, talvez uma moto ou mesmo a bicicleta sejam veículos e ícones de uma liberdade individual ainda maior do que o carro.

      Digo isso sem saber quais os seus critérios para definir o que representa liberdade individual. Como argumentei, isso me parece um tanto pessoal, uma vez que todos esses veículos representam diferentes graus de mobilidade e status.

      Mas liberdade... bom, tb como eu procurei mostrar, todos eles oferecem liberdade mas ao mesmo tempo implicam laços em forma de custos, responsabilidades, limitações, etc. Alguém pode argumentar que a verdadeira liberdade é não depender nem estar ligado a nada disso!

      Não sei quais são seus critérios para definir isto, se vc explicar talvez possamos "pontuar" cada um desses veículos e coisas e definir o que realmente representa um maior grau de liberdade individual. Da forma como eu vejo, os que eu citei são tão válidos quanto ao automóvel!

      ;-)

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    26. Desculpe a resposta foi duplicada pq apagou da primeira vez que tentei mandar, mas são praticamente a mesma coisa.

      ;-)

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    27. Porque o Bob acha que tudo é comprar ou não comprar? Não é um blog para discutir sobre carros? Porque falar de seus atributos é perda de tempo?

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    28. Anônimo 10/12/12 12:49
      É sempre assim, texto que se reescreve por ter perdido primeiro nunca sai igual [:-)
      Helicóptero ou avião, claro, mas nunca é só entrar, ligar e sair, requer operação de aeronave, brevê (não é tão simples como uma carteira de motorista), autorização do controle de tráfego, há problema de mau tempo, revisões freqüentes e longas, etc.
      Moto, sem dúvida também – enquanto não chove.
      Bicicleta, em 30 ou 40 km e lá sei vai a liberdade, sendo que não se pode compartilhá-la com um passageiro.
      Só o automóvel está à disposição para ir onde se quiser, só ou acompanhado, não importa a distância, protegido das intempéries e permitindo parar quando der vontade, alterar o plano da viagem e outras liberdades. Tem-se controle total da situação sempre. Por isso é que é a maior expressão de liberdade individual, explicando esse desejo enorme de ter um. [:-)

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  28. Bob, o de Petrópolis08/12/12 20:28

    E o porte de armas para defesa pessoal então? Seria mais um post extenso.

    Mas vamos lá. Cansei dessa indústria também. Vou vender meu carro e comprar um que não pague IPVA. Flanelinha eu não dou dinheiro mesmo, prefiro rodar e estacionar em algum lugar seguro. Se não for possível, vou de táxi ou de ônibus, ou mesmo a pé.
    Multa? Já fiquei neurótico, então o GPS está programado para alertar aos radares.
    Seguro, deixei de renovar agora, após 22 anos pagando.

    Chega. Cansei.

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  29. Pessoal do Blog,

    "Ou o Brasil acaba com a Saúva ou a Saúva acaba com o Brasil."

    Espero que entendam!

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    1. Anônimo 08/12/12 21:01

      Mais fácil de entender, impossível. Mas talvez, e felizmente, não precisemos acabar com a Saúva, ela está implodindo.

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    2. Pelamordedeus! O que vc tem contra o Bob? Fala como se fosse um antigo inimigo. Põe teu nome aí, cara. Vc deve ser Mineiro ou Paulista, certo? Carlos.

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    3. Ainda pior era antigo amigo, o leio desde a 4Rodas, já sabia o que acontecia aqui mas nunca pensei que o Bob fosse capaz de chegar ao ponto que chegou para ser interesseiro, com uma censura completa e sem motivo, sem nem ter coragem de conversar e não estou sozinho, decepção

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    4. Anônimo 09/12/12 00:38
      Converso com todos, com o máximo prazer, exceto com os moleques debochados e desrespeitosos, ainda por cima se escondendo no anonimato. Não converso mesmo. Agora estou em dúvida se não foi você o que escreveu isso:
      "É isso aí Bob, abaixo a Volvo! Bom mesmo é o Celta VHC e o marketing da GM com a Ivete Sangalo com base em qualidade nenhuma, de forma a vender o mais caro possível o pior produto possível."

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    5. Bob, nós dois sabemos como fazer para resolver este problema dos moleques debochados e anônimos. A diferença entre nós, é que você pode fazer. Eu já teria feito. Ah, se teria! With no mercy.
      Abraço.

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    6. Bob isso aí cheira desculpa, to vendo um monte de gente sendo censurada sem negociação por ter escrito nada de mais e gente que escreve deboche e baixo calão continua no ar. Só depois que outros entram na discussão e que fica muito na vista a coisa é que os comentários param de serem removidos e você começa a conversar, ademais as censuras estão sendo em mensagens que não tem porque serem censuradas como essa mesmo que você disse que censurou

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    7. Mr. Car e seu Polara que acha que a molecagem não é censurar e andar de Polara de faz de conta mas que molecagem é reclamar da censura

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    8. João Guilherme e o saco do Bob com hérnia

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    9. É...as sauvas felizmente estão acabando. Uma saúva com penas de ave tropical felizmente já acabou. Não ganha nem para presidente de Associação de Moradores.

      Outra sauva em breve de ir presa. Em breve hão de busca-lo pertinho de Campinas em sua toca.

      Outra saúva...bem esse dai é mais complicado. Mas a companheira dele já caiu...felizmente

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    10. Anônimo 09/12/12 17:10
      Você só pode estar brincando. Negociação???? Com baderneiro verbal? Minha negociação é estilo chinês. Se não sabe como é, procure no YouTube, é bem interessante e eficaz. E se você acha que a mensagem que fiz questão de colar não tem nada demais, você precisa urgentemente aprender a intepretar o que lê. "de forma a vender o mais caro possível o pior produto possível." E o cara que escreveu isso veio com "HAHAHAHA o Bob deletou mas a gente escreve de novo". Calcinado e ponto final.

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    11. Nossa que absurdo o que escreveram nessa mensagem Bob, de longe a maior ofensa que já vi, o cidadão foi até capaz de escrever ha-ha-ha, é foi bom ter calcinado. Melhor ainda que já são vários que perceberam sua negociação no estilo chinês, vai ganhar muitos pontos e leitores com isso, a China é o futuro (talvez por isso que dizem que o futuro é o mundo acabar)

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  30. "Quem pode mais, chora menos"

    Tudo tem um custo. Ter um carro hoje em dia é um privilégio: 46% da população tem veículo motorizado, sendo que deste total 38% são automóveis (*). Reclamar do "custo" de tal privilégio é de fato rabugice, como disseram aí em cima. Esse custo não é apenas financeiro, mas vêm de outras formas tb: poluição, esgotamento e decadência da malha viária, acidentes, engarrafamentos, seguros, roubos, batidas...

    Se possuir e usufruir um carro fosse tão difícil e custoso (ou se as pessoas parassem para fazer o cálculo...), não estaríamos batendo recordes de produção e emplacamento. Quem não quer, ou não pode, vai de busão, moto ou bicicleta.

    Parem de se lamuriar e vão trabalhar!!!

    (*) As discussões ficam mais maduras com informações precisas!!! (os posts tb poderiam conter mais embasamento e menos chororô... - Fonte: Comunicado número 73 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base nos resultados de 2009 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

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  31. BRASIL, UM PAÍS HOSTIL AOS AUTOMÓVEIS
    "ah vá, é memo?"

    no próximo post me expliquem como a roda faz o movimento completo.

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  32. Anônimo 8/12/12 23:21
    Não é; o autor está só brincando...Não nos peça para explicar coisas difíceis, por favor...

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    1. Caro Bob
      Ao ver o título pensei que teria uma certa revolta, um "clamor popular"... uma petição online, talvez, óóóó...

      parece um de centro que reclama aos ventos, da esquerda, da direita.
      mal posso classificar como "empata foda".

      digo que o título desse post foi mal aproveitado.
      não caiam na obviedade.

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    2. Sem falar anonimo, que não falaram da história toda, da exploração no repasse dos impostos pelas fabricantes, o preço dos carros e como eles são por esse preço, das caixinhas dos políticos, da mídia que tenta empurrar as porcarias, etc

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  33. Anônimo 09/12/12 00:06
    Os editores do AE são totalmente livres para expor seus pensamentos. O autor apenas fez isso, no que não vejo mal nenhum e nem todo post tem aceitação garantida. Inclusive, ele tem razão quanto à hostilidade. Mas entendo que você e outros possam não ter gostado.

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    1. blasé.
      preferiria não ter gostado.

      e a liberdade é uma corda muita longa, poucos usam sua extensão total, e os que usam se isolam.
      "enforque-se na corda da liberdade" e frases do tipo, digo isso só pra lembrar da "liberdade" em qualquer canal.

      abraços

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    2. PS
      só entro nesse tipo de conversa quando bebo, sóbrio não perderia meu tempo.

      PS2
      não se casem

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    3. A liberdade também é uma corda muito vaga, tem quem censura e fala em liberdade. O texto não poderia não ser blasé porque teria que mexer onde incomoda, falar de todo mundo envolvido na hostilidade ao automóvel que ganha o seu com isso, inclusive escrevendo coisas blasé, nem bebendo dá pra acreditar, estamos do se lado sóbrio ou não

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    4. pensei que pegariam mais pesado, citando nomes como o de Carlos Augusto Montenegro (reportagem passou na tv aberta), entre tantos outros.

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    5. dos pequenos ladrões nós sabemos: o ladrão, o assaltante, o dono do posto que adultera combustível

      legal é falar o nome dos sócios das empresas que ganham licitações obscuras, os que tem contratos "zilhardários" com investimentos mínimos etc, etc. não sou jornalista nem especialista, mas reclamar para o vento... o mínimo de palavras-chave no google, da pra citar tanta gente que é fato e comprovado

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    6. Tem outro Carlos o da CAOA que nunca comentaram, pra pegar mais pesado tem que falar mais verdades e isso não tá parecendo nessas vizinhanças

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  34. Anônimo 09/12/12 00:46
    Acho que você e alguns outros ainda não notaram que o blog AUTOentusiastas não exerce o chamado jornalismo investigativo. Não é essa nossa missão editorial. Só pode ser, a julgar pelo que vêm comentando.

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    1. mas não custa dar um "tapinha", citar fatos que já foram publicados, lembrar as pessoas, não precisa investigar, só relembrar.
      ex: reclamar de radar em São Paulo? dava pra ser mais específico sem investigar

      ok, o blog é livre em sua liberdade, é só uma sugestão

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    2. Acho que ninguém aqui espera um jornalismo "investigativo", mas um mínimo de profundidade, coerência e precisão nas informações que embasam as opiniões dos articulistas cai bem e confere um grau maio de honestidade intelectual aos textos.

      Exatamente o que de fato ocorre quando o assunto é mais técnicos ou limitado aos carros!!!

      Do contrário, o critério deveria ser o mesmo usado para deletar ou censurar as críticas sem base, superficiais e medíocres.

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    3. Anônimo 09/12/12 18:33
      Esse "mínimo" que você espera existe aqui, mas se você acha que falta honestidade intelecutual nos textos, por favor, deixe-nos. Eu e e minha equipe não temos que provar nada para ninguém. Quanto a deletar ou censurar, seria o mesmo se os comentários passassem por mediação antes de entrar, como é feito na maioria dos blogs e sites. E não tenho que dar satisfação a ninguém quanto à minha censura, que vou exercê-la sempre. Quem não gostar, que freqüente outros lugares na internet.

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  35. do pouco que conheço posso afirmar que o centro de Londres é tão hostil com os carros quanto São Paulo, mas lá o objetivo é muito claro: "Não venha com seu carro", e vai custar caro se for.
    A diferença está na honestidade da administração, na aplicação dos recursos, no sistema que não é infalível mas é feito pra ser à prova de fraudes, etc etc.
    Sem falar outros fatores, transporte publico que funciona, planejamento dos reparos, desobstrução da via ou obstrução mínima em caso de acidente (em SP se obstrui 4 faixas de 5 quando apenas uma seria necessário).

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  36. Anônimo 09/12/12 01:14
    A diferença é que em Londres paga-se 5 libras (17 reais) para entrar na zona central da cidade e nada mais; aqui, rodar dentro do "centro expandido" no dia e hora rodízio paga-se 85,13 reais de multa e se recebe 4 pontos na CNH. Bem diferente, não? Esse e outros assuntos relacionados serão revelados num post intitulado "O maldito e ilegal rodízio de São Paulo", a ser publicado em poucos dias.

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  37. Alexandre - BH -09/12/12 04:14

    Há também aquele prejuízo inesperado, causado por motorista mau caráter. Por causa de dois desses safados, tive que acionar o seguro e estou arcando com a despesa de 1,6 mil reais, referente ao pagamento de duas franquias. Isso no espaço de um mês! O primeiro prejuízo veio de um caminhoneiro que bateu na traseira e fugiu (depois querem respeito pela categoria...). Enquanto estava a pé (por vinte e tantos dias), pegava o carro da minha irmã emprestado de vez em quando. E numa dessas um idiota que vinha na mão contrária fez uma conversão à esquerda, atravessando o carro na minha frente. A pancada foi inevitável. E o sujeito é tão ordinário que não quer pagar. Mas esse eu vou levar para o tribunal, porque não aguento mais ficar bancando pilantragem dos outros.

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  38. Bob e equipe,

    Desde sempre acompanho revistas e sites sobre carros. E a pouco tempo descobri esse blog (ao qual, atualmente, vejo diariamente) e realmente digo que estão de parabéns.
    O unico site que trata sobre carros que apresenta textos que expõe a realidade como ela é, sem se render à industria automotiva. Até os comentários, que são mostrados, eu leio, porque aqui, diferentemente de outros sites, os leitores possuem opiniões (na maioria das vezes) razoáveis e plausíveis, ou seja, gerados por pessoas com conhecimento de causa. Continuem assim, sem se vender como alguns programas televisivos dominicais e revistas mal intencionadas. Abraço

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    1. Anônimo 9/12/12 10:33
      O que me chateia muito são comentários dizendo que protegemos a indústria, numa clara confusão entre bom relacionamento e crítica. Relacionamento bom temos (exceto com a GM, que já expus aqui o motivo, que não tem nada ver com minha atividade jornalística), mas nem por isso deixarmos de criticar. Mas jamais criticar preços, pois o "Custo Brasil" é um fato irrefutável. Não só os impostos diretos estão entre oa mais altos do mundo, com eles incidem em cascata sobre toda a cadeia produtiva. Um simples parafuso vai pagando imposto durante todo o processo de produção até chegar ao carro, onde paga de novo no preço final do veículo. Por que será que um revista americana de automóveis custa 2,80 dólares e aqui, 5,80 dólares? É isso o que as pessoas não entendem, que o custo Brasil é um fato. Agradeço seu comentário e estou sempre aqui.

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    2. Bob,

      o custo Brasil é um fato, mas o lucro Brasil tb (um fato e um fardo). Eu concordo com o diagnóstico de que as margens de lucro estão mais relacionadas com a inescapável "lei de mercado" - se alguém cobra é porque alguém paga - mas isso não exime a indústria de sua responsabilidade. Menos ainda em face da choradeira e do lobby que é feito por essa mesma indústria atrasada e gananciosa.

      Alexandre (SP)

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    3. Alexandre de SP
      Não vejo dessa forma, lucro Brasil exagerado. E a indústria é atrasada em termos, umas marcas mais, outras menos, mas de um modo geral tempos boas opções aqui. E gananciosa toda indústria é, em qualquer parte do mundo.

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    4. Não vê? Caro, a indústria lucra mais aqui. Saiu na Forbes, são 10% de lucro no Brasil contra 5% no resto do mundo. Saiu até na Forbes. Não negue o óbvio. Imposto em cascata existe em todo lugar. Todos os governos arrecadam impostos.

      Todos entendem que custo Brasil é um fato. Mas alguns não entendem que o lucro Brasil também é!

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    5. Esses 10% são média tem carro lucrando muito mais que isso e não estamos colocando no papel o preço de verdade na hora da venda, que aumenta o lucro ainda mais porque em outros países o preço de venda tem altos descontos que aqui não são dados

      Bob não criticamos bom relacionamento, o que criticamos é que quem faz criticas sobre os preços, atitudes das montadoras e coisas que vocês esquecem de dizer nos textos estão sendo apagados e é comum ver textos no blog que apoiem exatamente os preços altos e os carros defasados a preços altos, que pelo menos faz pensar que o bom relacionamento é bom demais

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    6. Bob, tudo é relativo, claro.

      Mas não dá pra tapar o sol com a peneira. Quando o lucro é resultado da inovação com base na competição honesta entre concorrentes de um mercado, tudo bem. Eu sou burguês, capitalista e de direita, longe de mim pregar o socialismo.

      Mas quando ele é resultado de reserva de mercado, falta de inovação e investimentos, conluios entre concorrentes e falta de competitividade, atraso e políticas comerciais escusas, aí a coisa muda. E tudo isso acontece aqui!!!

      Eu não vejo vc criticar o lobby das montadoras pela reserva de mercado através de aumento de impostos (IPI) por exemplo. O Joel Leite por exemplo é muito criterioso no levantamento e interpretação de dados e estatísticas do mercado em relação a preços e práticas comerciais e políticas da indústria automotiva, e por isso mais crítico dessas políticas.

      Daí que o contraste entre essas posições dá a impressão de que o AE não se mete nesse assunto ou pq não conhece a fundo, ou pq tem interesses (ou conflito de interesses) ou pq se acomoda na investigação, defesa e promoção do debate sobre esses temas.

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    7. Anônimo das 16:54
      O período de análise da Forbes reflete um momento de recessão profunda na Europa e alguma nos Estados Unidos, como todos estão fartos de saber, daí a margem de lucro menor. E impostos em cascata na atividade industrial não existem nos países ditos avançados.

      Anônimo das 17:21
      A venda ao consumidor não tem nada a ver com a venda no atacado (fábrica para concessionário). Se lá fora os concessionários dão desconto com frequência é porque há excesso de oferta, não é porque sejam bonzinhos. Está pensando errado, não tem nada relacionamento "bom demais". Só removo ("calcino") comentários quando são ofensivos e vou fazer isso sempre. Se isso não lhe agrada, pare de ler o AE, é bem simples.

      Anônimo das 18:47
      Reserva de mercado? No Brasil? Isso acabou com o Collor, há 21 anos. Algum fabricante estrangeiro está ou foi impedido de entrar aqui? E falta de competitividade onde? Num mercado em recessão forte com o o europeu? E de que políticas comerciais excusas você está falando? Gostaria de saber. O Joel Leite, de quem sou amigo, não conta, ele é totalmente socialista, tem outra visão do lucro. O AE não vai a fundo e com mais constância nesses assuntos porque não é a nossa pauta, apenas isso. Agora, como eu disse para o seu "colega" aí em cima, se não está satisfeito como nossa linha, deixe-nos, é igualmente simples. Críticas, libelos, ofensas, realmente não reverberam aqui.

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    8. A reserva de mercado se dá de forma indireta. Como o aumento do IPI para importados por exemplo, ou a recente lei de promoção da nacionalização do imposto progressivo, ou imposição de cotas... Ora Bob, vc sabe disso melhor do que eu, somos um país de tolos mas não somos tão inocentes ou iludidos assim!

      Assim que concorrentes importados (ou mesmo nacionais) ameaçam o domínio das grandes nacionais, seja pelo preço/política de lucros diferenciada e mais competitiva, ou mesmo pela exposição da desigualdade tecnologica entre os nacionais e os importados, essa indústria corre a chorar pro governo - que logo arruma um jeitinho.

      Vemos isso acontecer direto, nosso mercado não é restrito mas está muito longe de ser aberto como vc afirma.

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    9. Bob no mesmo tempo que a Europa está em recessão também estamos considerando os tais 10%, deixando de lado os descontos e os casos exceção onde o lucro bate os 30%, ou seja, ainda assim o lucro é no mínimo 2 vezes maior pra não comparar com os EUA e pra não comparar quantidade de equipamentos e qualidade

      "Críticas, libelos, ofensas, realmente não reverberam aqui.", ofensas tudo bem não reverberar e serem calcinadas, mas calcinar críticas só porque não são da linha de vocês já é demais e não se encontra isso nas regras dos comentários, algo é não ser da linha do blog escrever textos sobre preços altos, outro algo é não deixar que se fale disso e escrever coisas como lucro Brasil não existe, reserva de mercado não existe, etc. Como é visível isso desagrada a inteligência de muitos leitores e passar a calcinar por isso (ainda mais sem aviso ou regra) vai causar muitos protestos e perdas de leitores

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    10. Anônimo 09/12/12 21:25
      Por favor, leia http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/09/rasteira-bem-dada.html para você ver com clareza o que penso de tudo isso.

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    11. Uma medida infame sem dúvidas, mas ao menos os leitores estão avisados, assim decidem se vale a leitura e participação por aqui

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    12. Anônimo 09/12/12 21:41
      Acabei de introduzir condições para a publicação de comentários para que tudo fique melhor entendido.

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    13. Anônimo 09/12/12
      Aliás, esqueci de lhe agradecer por ter me dado a idéia. Faço-o agora, obrigado.

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    14. Ainda bem que o auto entusiastas não fica falando de lucro brasil, custo brasil etc. Ele existe, ÓBVIO. Mas eu abro esse blog para ler sobre carros, e não sobre chiques da moda.

      Antes que venham as pedras: sim, eu acho o preço dos carros aqui abusivos.

      Todo mundo que lê esse site já é bem grandinho. Se quiser comprar um carro 5 estrelas, saberá como fazer. Se quiser pagar barato num carro, saberá como fazer um bom negócio novo ou usado sem entrar na "modinha". Eu quero ler textos decentes sobre carros e mecânica. Coisa que ninguém além de vocês faz.

      Continuem assim Bob.

      PS: Não se iluda. Ninguém se dará o trabalho de ler o que você escreveu nos termos de postagem. Esse povo quer fazer revolução no computador.

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    15. Caio F
      Ufa! E a última frase, no "PS", valeu o meu dia. Obrigado!

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    16. Anônimo da 01:00
      Não existe problema nenhum no Bob achar que o lucro Brasil não existe. Eu acho que existe e tenho meus motivos para achar isso. Ele tem os dele para achar que não. Eu também faço questão de ter um carro 5 estrelas, ele não dá a mínima para isso.
      Não estou aqui para mudar a cabeça do Bob. Ele é livre para pensar o que quiser, isso daqui é um Blog que temos acesso gratuito. Se eu não suportar ler o que eles escrevem, eu simplesmente vou embora ler o Noticias Automotivas ou qualquer outra mídia que se aproveita desses temas para ficar gerando pageviews.

      Esses posts questionando preços e segurança de carros já ultrapassou a barreira do "troll". As informações estão na internet. Nós vivemos num livre mercado, ninguém poe uma arma na sua cabeça te obrigando a comprar carros 1 estrela a 30mil reais. Compra quem quer. E se o mercado brasileiro é uma bosta, não é culpa do Bob Sharp nem do Auto Entusiastas. Eles não tem a menor obrigação de ficarem "catequizando" pessoas nesses assuntos.

      A proposta do blog é clara. Quem quer, venha, leia e comente. Será bem recebido e provavelmente terá suas dúvidas sanadas. Quem não gosta e quer ficar esperneando sobre preços e insegurança dos nossos carros, que vá fazer em outro lugar. A proposta do site não é essa e eu custo a entender a dificuldade dos revolucionários digitais entenderem.

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    17. Caio F. ainda não entendeu, não vi falarem que todo mundo tem que reclamar dos preços e comprar carros 5 estrelas e que o AE tem que falar disso toda hora. Só que negar isso além de risivel não combina com um site que fala sobre carros, não é catequizar e sim falar do assunto todo igual a falar do álcool na gasolina, da indústria das multas e outros. Hostilidade ao automóvel não é também ter que pagar caro e se contentar com automóvel que deve motor, conveniência, espaço e outros?

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  39. Este comentário foi removido pelo autor.

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  40. No Rio os roubos de automóveis ultrapassaram o insurportável. Já tive nada menos que 6 carros roubados nos últimos 15 anos. Dois apareceram detonados, os outros 4 nunca apareceram. Por "sorte" a seguradora deu perda total nos que apareceram.

    Resultado: com um perfil "suspeito", apenas o Bradesco Seguro hoje me aceita para segurar os automóveis. Este ano, no que rodo menos, fiz apenas seguro contra terceiros e acidentes.

    Quanto aos flanelinhas, nem se fale. Pois nunca acabarão, eis que tem "arrego" com os policiais da área, para quem repassam parte do lucro.

    Além de sempre alugar carros nos países que viajo de férias, vivi por dois anos em Lisboa, fazendo um mestrado, e como era bom e fácil ter carro por lá. Com bons preços, gasolina não-cara, asfalto bom, estacionamento a bom preço e nada de flanelinhas a quem parar nas ruas. Fora que todos respeitam sinais vermelhos e o trânsito em si. Quando tinha alguém fazendo besteira eu estacionado irregularmente o vaticínio era o mesmo: só pode ser brasileiro! Não concordo, mas nas duas vezes que puxei assunto com quem dirigia costurando e estacionava onde não podia, eram mesmo brasileiros.

    Ter e andar de carro em Lisboa é muito tranquilo. Fora que ainda tem metrô e trem que funcionam perfeitamente.

    Leo-RJ

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    1. Leo,

      de duas, uma:

      Ou vc tá aplicando golpe do seguro pra mudar de carro (muito comum, não me espantaria, isso encarece omseguro geral);

      Ou vc é um tremendo pé-frio, descuidado e vacilão (ou tudo junto).

      De qualquer forma, o resultado é o mesmo. Pq mesmo sendo honesto e cuidadoso, vc está fora das estatîsticas do RJ, e as seguradoras estão certas em não querer te aceitar.

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    2. Pois é cara, golpe do seguro, por ter como trabalho uma função pública concursada, não posso "brincar" de fazer isso.

      Deve ser pé-frio mesmo... Hahahaha... Faço o seguinte: como pago o seguro, não me preocupo onde vou estacionar. Estaciono em qualquer lugar, seja perto de favela, embaixo de viaduto ou lugar perigoso, deserto etc. Não tenho frescura, o seguro está aí para ser usado mesmo. Pago para ficar com a cabeça despreocupada e sem frescuragem. Moro na Zona Sul, mas vou de carro para tudo que é lugar, até subúrbios e Zona Norte, que têm maior índice de roubos e furtos.

      Resultado: por vezes quando volto levaram o carro.

      Bem, pelo menos o Bradesco Seguro me aceita sem o menor problema.

      Quanto às estatísticas, de onde você tirou a sua? Você deve se informar um pouco mais. No Rio, segundo dados oficiais da FENASEG, 37,9% das pessoas que têm carro há mais de 20 anos tiveram entre 5 e 8 carros roubados nesses 20 anos. Está no anuário de Abril/2012, é só ver. Ou seja, estou dentro dos 'quase' 40% do perfil.

      A Sul América e Itaú Seguros também me aceitam, mas pagando 20% a mais pelo 'perfil de histórico de risco'. O Bradesco não cobra isso, assim, fico com este sem problemas. :)

      Leo-RJ

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    3. Azar o seu meu chapa, e de todos os demais cariocas que literalmente pagam o preço de serem tão descuidados em relação a seus veículos. Não sabia que isso é motivo de orgulho, mas se vc acha...

      E fique feliz enquanto a Bradesco não revisa suas tabelas pois pensando e agindo desta forma isso não deve estar longe de acontecer!

      Aliás, essa forma de pensar e agir explica muitas das mazelas apontadas pelo Juvenal do post dele. Triste ironia não?

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    4. Você está mal informado novamente. O Bradesco já revisou, meu caro. Estou muito longe de ser rico, mas graças à Deus (e aos estudos) tenho um cargo público estável (não serei demitido) e irredutibilidade de salários, de modo que ainda dá para pagar. Quem quer te carro, que arque com os custos, ora.

      Ademais, o resto é mimimi... mimimi... mimimi...

      Leo-RJ

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    5. Era só o que faltava, um estável no emprego por determinação de regra injusta. Temos problemas....

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    6. Leo-RJ,
      "Faço o seguinte: como pago o seguro, não me preocupo onde vou estacionar. Estaciono em qualquer lugar, seja perto de favela, embaixo de viaduto ou lugar perigoso, deserto etc. Não tenho frescura, o seguro está aí para ser usado mesmo. Pago para ficar com a cabeça despreocupada e sem frescuragem."

      Discordo. A responsabilidade de cuidar do carro é sua, não do seguro. O seguro é pra ser usado, mas em casos extremos. Não é pro segurado "procurar" ladrão. O que voce faz é igual o "golpe do seguro", só que mais brando. Isso encarece o seguro de todos, e a seguradora está certa em não aceitá-lo, ou cobrar caro.

      Desculpe a sinceridade, mas é isso.

      Abs

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    7. Leo-RJ:

      E vc acha que sua tabela nunca mais vai ser revisada? Ao contrário de vc, o Bradesco não tem estabilidade, precisa cuidar do que é seu e dos outros para ganhar o seu. Não estou defendendo a seguradora, mas sua visão é míope e limitada e a prova disso é que apenas uma seguradora te aceita!

      Quanto a arcar com os custos, é exatamente o que estamos dizendo. Eu tenho um carro e tenho seguro (coincidentemente, Bradesco). Eu uso meu carro, não fico com frescura - mas eu cuido bem, estaciono com cuidado em locais seguros e não fico me arriscando à tôa só pq estou coberto. Mesmo raciocínio vale pro seguro-saúde: eu tenho mas me cuido pra não precisar usar.

      Não adianta argumentar, sua lógica é falha na essência e os resultados práticos comprovam essa falha: seu custo e aborrecimento são maiores por causa da sua atitude, ponto. Mas como vc é servidor público estável (e carioca), realmente não dá pra esperar muito mais que isso.

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    8. Esse Leo é a personificação do Branabé, o brasileiro "ishhhperto" típico. E ainda tem orgulho disso. Difícil ter esperança de um país melhor com um povo assim.

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    9. Anonimos 11:23 e 12:52 sem mais, se trata de um "ishhhperto".

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  41. Caro JJ,

    você fez um excelente levantamento sobre o assunto. São muitos fatores que procuram nos coibir o acesso ou penalizam quando já se tem o acesso ao automóvel. Nada mais verídico.

    Muitos cobram que só falar não adianta. Mas é preciso saber antes para poder agir. E o que cabe a nós é como você falou: temos que ficar cada vez mais espertos, desconfiar de tudo e, sobretudo, nos equipar cada vez mais. E isso implica em mais gastos, mas pelo menos temos que tentar não nos tornarmos a vítima da vez ou procurar dificultar essa situação. Estamos sozinhos mas temos que resistir.

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    1. Falou, falou e não disse absolutamente nada!!!

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  42. Gostei do post. Bem verídico e revelador de muitas mazelas deste país. Ter carro hj no Brasil é uma luta mesmo. Aqui no RJ então, nem se fala. Até os viadutos estão prestes a cair...

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    1. Quase tudo nesse país é uma luta, e daí? Ter uma empresa é uma luta maior ainda (a menos que vc seja o Eike ou outro amigo do PT) e ninguém reclama de porra nenhuma. Carro? Reclamar disso aqui é a mesma coisa que reclamar de futebol!!!

      E realmente, os viadutos do RJ estão prestes a cair. Assim como os túneis, as pontes, até as praias. Isso é resultado da corrosão causada pela urina dos cariocas, que tratam sua cidade como um grande mictório. Bem-feito!

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    2. Praia prestes a cair? Como é isso??

      Beep-Beep!

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    3. Foi pra bom entendedor, não pra cariocas acéfalos e mijões. Liga o cérebro da próxima vez ok?

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  43. Dr. Traffic Calming09/12/12 19:53

    E a Máfia Nacional do Trânsito, que independente do "partido reinante" opera com seus braços operacionais pelas cidades brasileiras?

    Empresas de economia mista, que tem como objetivo prinicipal o lucro, e que, travestidas de órgãos publicos, torram dinheiro publico em ações e gastos direcionados para outros interesses que não os da cidade e do cidadão?

    Industria da multa é só parte de suas atividades.

    Máfias que transformaram SP, entre várias barbaridades, na Capital Mundial das Placas de Trâsnsito e do semáforo duplicado na mesma haste e com a mesma função.

    Dos questionáveis semáforos com temporizador, que serão obrigatórios nos cruzamentos? Para efetuarmos uma largada ,mais segura? Ou para atender a mais uma manobra da máfia dos semáforos?

    PROJETO DE LEI N.º 78-A, DE 2011
    Parágrafo único. Na sinalização luminosa, todos os semáforos serão equipados com temporizador que indique aos condutores e pedestres o tempo restante para a mudança de ordem.” (NR)
    Assim, a fim de obter uma maior eficácia dos semáforos estamos propondo neste projeto de lei que todos eles sejam modernizados, ou seja, obrigatoriamente equipados com temporizadores".

    Nem tudo é consenso, e os semáforos com temporizadores são questão central de um debate em todo o País sobre a importância de sua utilização. E essa discussão pode estar longe de terminar. Uma pesquisa realizada em 2010 pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que houve redução média de 25% nos índices de acidentes de trânsito após a implantação da tecnologia nos municípios de São Carlos, Piracicaba e Ribeirão Preto. Entretanto, em Curitiba, um estudo realizado no mesmo ano pelo Setor de Pesquisa, Estatística e Equipamentos do Trânsito da Urbs – empresa que administrava o trânsito na cidade na época – concluiu que, nos 18 meses de implantação dos aparelhos em uma das principais vias curitibanas, houve aumento de 64,3% no número de acidentes, de 46,27% no número de vítimas e de 150% no número de mortos.

    Apesar de faltar consenso e um estudo do Denatran para amparar o Contran na decisão sobre a regulamentação do produto, tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei n.° 78/2011, da autoria do deputado Duarte Nogueira, que exige a instalação de temporizadores nos semáforos para indicar aos condutores e pedestres o tempo restante para a mudança de ordem. A justificativa para o projeto foi que “esses temporizadores só aumentam a segurança do trânsito, e têm grande potencial para a redução de acidentes.”

    De quanto será a recompensa?

    Na opinião de Paulo Cesar Marques, professor da Faculdade de Engenharia Civil da Universidade de Brasília e membro da Câmara Temática de Educação para o Trânsito e Cidadania do Contran, essa tecnologia traz poucos benefícios. “Se por um lado existe a satisfação e o conforto para o usuário por ele poder se preparar para a mudança de cor do semáforo, por outro a quantidade de tarefas de que o motorista tem que dar conta pode causar desvio de atenção do que é essencial, como por exemplo, não avistar um veículo mudando de faixa ou um pedestre desavisado andando na via. O número de riscos é muito maior do que dos benefícios”, comenta.

    Será que esses órgãos e os politicos que propuseram a medida, estão realmente preocupados com a segurança? Ou somente atuando em prol de mais uma ação da Máfia do transito?

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    1. Passei a notar e é verdade, as placas se multiplicam por São Paulo e estão sempre limpas e novas, até em lugares onde falta um bom asfalto e sinalização horizontal

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  44. Este post sintetizou o que há de pior para transitar com automóveis atualmente.

    Existem coisas que parecem ser impossíveis de se contornar, como a -peço licença para usar o termo- "maldição energética" que existe por aqui; carro a Diesel limpo seria uma dádiva, dada a comprovada melhora na autonomia que proporciona.

    Outra coisa que vai demorar para mudar (se é que vai) são os altos preços dos carros. Se bem que sempre foi caro ter carro no Brasil, só está mais evidente devido a facilidade de acesso a informação e comparação de preços de um mesmo carro em diversos países. Ou, de carros bem melhores em comparação com nossos "populares".

    Porém, o mais complicado de mudar são as pessoas que vivem na "Espertolândia", que existem em praticamente todos os setores automotivos. Que no final, são o real cancer de todos esses problemas citados. Desde o flanelinha mal intencionado até nos cargos mais altos, de gerência, de formulação de leis e fiscalização. Pessoas desprezíveis na sociedade, que se vendem fácil, de má índole.

    Os problemas existem, sim. Mas acredito que são mais comuns nas grandes cidades, nas metrópoles. Sei lá, somente vejo como solução para amenizar estes problemas uma mudança para cidades mais tranquilas, longe da loucura.

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  45. BOB

    AGORA CHEGA! Se faltava alguma coisa pra processar esse sujeito agora não falta mais nada.
    Tá esperando o quê?

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    1. Tá esperando ter razão e provar que é mentira, o que Bob não pode porque é verdade.

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    2. Tá enganado, querido. Se ele te processar é você quem vai ter de provar que é verdade, não ele de que é mentira. Consulte um advogado pra te assessorar nisso porque você vai precisar. Se eu bem conheço o Bob a sua batata já tá assando...

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    3. Não é assim que a lei funciona, querido, quem acusa prova, só ganha causa quem mentiu e quem mentiu foi o Bob. Se eu me conheço bem estou muito bem.

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  46. Ao Revolucionário Anônimo do "Documento Autoentusiastas":

    Cara, que trabalhão que você teve em montar opiniões e nenhum fato! Quanto ódio! Porquê você mesmo não abre seu próprio Blog e conquista os acessos que este aqui tem?

    Ao Bob,

    Admiro muito a sua paciência em continuar com o Blog vendo coisas nojentas como essa!

    _____
    42

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    1. André Luís
      Tudo bem, é apenas o preço que estou pagando por deixar acesso aos comentários livres, em respeito aos bons leitores. Hoje a maioria dos sites e blogs usam a mediação antes de publicar comentários.

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    2. Paciência do Bob, isso non exciste, se não tivesse nenhum fato ele deixava o Documento Autoentusiastas e ainda fazia um dinheirinho com isso. Também non exciste comentário livre no Autoentusiastas é só ler as regras e ver o que o Bob faz, agora quer fazer a heroína da liberdade essa senhora.

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  47. O anônimo que está de mal com a vida venceu. Neste momento eliminei todas as inscrições para o meu e-mail.

    Está difícil suportá-lo. Acredito que o "vivente" perdeu a mulher, filhos e todos os amigos e por isso quer descontar sua raiva e tristeza em todos nós.

    É claro que continuarei por aqui, mas a partir de agora, só irei ler o que aparecer aqui no post. Chega de receber por e-mail.

    PS.: Por favor, “seu anônimo”, para com isso e nos deixe em paz.


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  48. Célio
    Não venceu nada. Tais comentários serão calcinados à medida que foreem entrando. Um amigo no Japão ficará atento no horário em que eu estiver dormindo e irá removendo tão logo entrem. Não ficará nem 10 segundos. De qualquer maneira, você sabe que todo dia às 12 horas tem post novo.

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    1. Pois é... veja só ao absurdo que se chega, contar com a ajuda de um amigo, lá do outro lado do mundo, para remover as ofensas do "comando na madrugada".
      Um sujeito que se dá a esse trabalho, de postar coisas assim e nesses horários, só pode ser um doente e recalcado, um vagabundo moral.
      Digo e repito, esse cara precisa é falar na frente de um juiz.

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  49. É claro que sei hehehe...

    Quanto aos comentários, eu utilizava o sistema de inscrição por e-mail, que quando algum leitor escrevia aqui alguma coisa, aparecia imediatamente em minha caixa postal. Portanto, eu não precisava vir sempre aqui.

    Mas tudo bem, apenas mudei meu sistema.

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  50. Um entusiasta que não sabe a utilidade do álcool na gasolina não pode se considerar um entusiasta, pesquise primeiro e descubra o porquê ele é adicionado à gasolina e as soluções que outros países usam por não poder usar o etanol, muito em razão dos preços

    O etanol não é adicionado à gasolina "para ajudar usineiros", muito embora esta política por tabela acabe ajudando e os carros flexíveis foram imposição do mercado, o consumidor quer um carro um carro que queime álcool e gasolina, nada tem a ver com o combustível usado ou por pressões dos produtores.

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  51. Anônimo 10/12/12 11:15
    Utilidade do álcool na gasolina? Qual? Aumentar octanagem? Só se consegue com álcool? Então as gasolinas européias de 95 e 98 RON, algumas até de 100 RON, são ruins? O Brasil ter adotado essa receita esdrúxula só serviu para termos uma frota que tecnicamente só pode rodar no Brasil, que obriga a gastos extraordinários de recalibração dos carros importados para homologação junto ao Denatran, enquanto no cinturão de países à nossa volta é só desembarcar do navio e encher o tanque. Em 1997 a Petrobrás tentou fornecer uma gasolina E0 de 95 octanas RON para carros importados e nacionais que para isso fossem calibrados, e o que aconteceu? O governo disse não. Se tivesse autorizado ia prejudicar muita gente...E quem disse que os carros flexíveis foram imposição do mercado? Foi pressão da indústria sucroalcoleira, como maneira de revitalizar o álcool no mercado, já que poucos o queriam àquela altura. Tanto que no primeiro anúncio do Gol Total Flex, em março de 2003, a UNICA - União da Indústria da Cana de Açúcar co-assinou-o. Foi um grande e lamentável erro do governo permtir até 25% na gasolina; deveria ser de no máximo 10%, como em todos os países (querem passar a 15% nos EUA, pressão da indústria do álcool local, já que o E85 na vingou lá). Só 3.000 dos 170.000 postos de lá vendem o E85, assim mesmo quase metade é para frotas cativas. E aqui ainda há o problema de sobe o preço do álcool, sobe o da gasolina, baixa o porcentual de álcool, sobe o da gasolina porque tem menos álcool, num círculo vicioso sem fim. Desculpe, mas entusiasta que aprecia a nossa gasálcool não é entusiasta.

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  52. Na minha opinião, o espaço urbano atual é pequeno demais para garantir a movimentação simultânea e harmônica dessa montoeira de carros. Entretanto este mesmo espaço urbano é suficiente grande para reunir pessoas e serviços oferecidos por uma cidade.

    Para resolver os conflitos gerados pelo uso intenso do carro, seria necessário aumentar ainda mais a área urbana, isolar pessoas, afasta-las uma das outras à uma distância que possa garantir a livre movimentação de seus carros. Todavia não queremos isto, pois necessitamos conviver em grupo e numa proximidade não compatível com o uso do carro.

    Infelizmente ainda não existe algo mais prático e que possa substituir o nosso trambolho de estimação, nossa vaca sagrada. Portanto, temos que aprender a conviver com os conflitos gerados pelo uso intenso do carro.

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  53. Realmente custa caro ter automóvel ou motocicleta no Brasil, tanto pelos valores de aquisição quanto pelos custos para mante-los, mas é o preço que se deve pagar para ter este privilégio. O que irrita mesmo é a falta de infraestrutura, a corrupção e a indústria das multas, que chegam até mesmoa a comprometer o prazer de possuir e de utilizar um veículo particular.

    ABRAÇOS.

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  54. A indústria da multa só existe devido à indústria da infração. E há estatísticas dando conta de que o triplo das infrações cometidas não é sequer registrada, o que provavelmente é verdade em vista da enorme quantidade de acidentes que ocorrem todos os dias, a despeito de campanhas educativas e da punição aparentemente maciça.

    Uma indústria está intimamente ligada a à outra, e somente quando nós brasileiros nos conscientizarmos disso e mudarmos nossa atitude e postura no trânsito é que vamos acabar (ou reduzir) ambas.

    Só em SP foram mais de 8 milhões de autuações entre janeiro e dezembro de 2012, para uma frota de 7.2 milhões de veículos. Creditar isso aos limites mais rígidos ou controle mais amplo e rigoroso (leia-se "radares" e afins) é tirar a responsabilidade dos verdadeiros e maiores responsáveis: nós, motoristas.

    Tanto é assim que mesmo com tudo isso, são milhares de mortos, mutilados e prejudicados em acidentes que ocorrem aos montes graças à imprudência, imperícia e irresponsabilidade dos motoristas e pedestres.

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    1. De toda forma recai sobre o poder público, uma vez que é ele quem determina as regras para formação de habilitação de condutores. Em outras palavras, o sistema faliu.

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    2. Não se iluda, recai sobre o próprio cidadão. O "poder público" é uma figura abstrata, nós sentimos na pele e no bolso os efeitos da nossa atitude. Mas sim, o sistema faliu.

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    3. A expressão "indústria da multa" surgiu somente após o aumento da fiscalização do trânsito. Por exemplo, as placas indicativas de limites de velocidade máxima sempre existiram, mas sempre são ignoradas quando não estão próximas a um dispositivo de fiscalização eletrônica de trânsito.

      A maioria das infrações ocorre onde não há fiscalização de trânsito de veículos, entretanto isto não significa que teremos que aumentar a fiscalização, mas aumentar a educação no trânsito para, quem sabe um dia, quebrar a "indústria da multa".

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  55. Concordante Discordado10/12/12 15:42

    Discordo e concordo!

    E, reciprocamente, concordo e discordo!

    Concordante Discordado

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    1. Concordo e não concordo10/12/12 17:50

      Sua mensagem deve estar fora das regras, concordo e não concordo em apagar sua mensagem.

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  56. Concordante Discordado10/12/12 15:44

    E tem mais,

    O último que sair, que apague a luz.

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  57. Caros senhores,

    Puxa vida. Que briga feia é essa? Sr. Bob, responde mais não.

    Atenciosamente,

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  58. Eu sou leitor do AE, aprecio os posts, acho que os autores tem o direito de expressar um assunto com enfoque político social com uma pitada de opinião própria, passível de erros ou indagações. Creio também que por se tratar de um fórum, haja a necessidade e a vontade do debate e da contraposição, afinal a sociedade não é unânime em opinião, ainda bem.
    Agora, me adimira o tempo e paciência dos autores, mediadores e foristas que literalmente despencam num abismo de elocubrações e contraposições que não levam a absolutamente nada e parece não ter fim, na maioria das vezes desvirtuando o propósito inicial.
    Deixar uma opinião, protestar é uma coisa, treplicar também, entrar numa briga de bode "ad eternum" é outra...isso vai acabar minando a essência do que deveria ser o AE, e me refiro às 3 partes supra citadas.

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