20 de dezembro de 2012

ETIOS PATINANDO. E AGORA, TOYOTA?




Quando do lançamento do Toyota Etios, concomitante ao do Hyundai HB20, era inevitável uma comparação dos dois carros, dado que eles se propunham a disputar o mesmo segmento de mercado. Com seu design mais arrojado tanto por dentro quanto por fora, o HB20 começou com boas vendas logo nos primeiros meses.

Pouco mais de um mês depois era lançado o Onix, o concorrente da Chevrolet para este mesmo segmento de compactos Premium. A coisa ficou mais feia para o Etios, pois o Onix, a exemplo do Hyundai, também traz um design caprichado tanto por dentro quanto por fora, refletindo a evolução da exigência do consumidor brasileiro. Como o HB20, as vendas do Onix logo ficaram em alta.

Neste meio, o Etios ficou algo estranho, com um interior despojado e com um painel que decididamente não agradou, competindo com concorrentes bem mais atraentes. Destoa demais da nova dupla. Isto se explica pelas origens dos três carros: HB20 e Onix foram feitos visando diretamente o mercado brasileiro, já o Etios era um modelo de baixo custo feito inicialmente para o mercado indiano, onde foi lançado em 2010, um mercado sabidamente menos maduro e menos exigente que o nosso em questão de acabamento e de estilo. 

As vendas traduziram estas diferenças: 8.077 HB20, 7.407 Onix e 1.322 Etios (somados hatch e sedã, sendo que seus concorrentes só têm versão hatch) licenciados em novembro. Em dezembro, até dia 13, a coisa se repete: 4.888 Onix, 4.497 HB20 e 683 Etios. Para piorar, enquanto o Chevrolet e o Hyundai têm mais procura que oferta, o pequeno Toyota pode ser encontrado a pronta entrega pelo preço de tabela em boa parte do país.

HB20: design arrojado para tentar tirar mercado do Gol


Na prática, o Etios acaba tendo o nível de acabamento similar a Mille, Celta e Gol G4, projetos das décadas de 1980 e 1990. Se tivesse sido posicionado nesta faixa de mercado, teria sido um estrondoso sucesso, até porque atacar a concorrência nesta faixa não é difícil. Só que ele é construído para ocupar um segmento acima destes carros citados.

Fora seu visual, ele é um compacto que pode ser considerado Premium, tanto nas dimensões quanto na motorização e atualidade de projeto.. Os carros de entrada são todos de 1 litro com motores de 8 válvulas, o Etios traz um 1,3-litro de 16 válvulas e é mais espaçoso que eles.

Apesar de o Etios ser todo compacto Premium, sua aparência o remete mais aos modelos de entrada. Por causa disso, o mercado acaba enxergando-o como tendo acabamento de Celta a preço de Onix, daí uma rejeição do consumidor, que corre para o Onix e o HB20. Então pode-se dizer que o Etios foi um fracasso? Por mais que os números levem a este caminho, ainda é muito cedo para se chegar a esta conclusão. E há motivos para isso.

Inegavelmente, o Etios teve o azar de chegar junto justo do HB20, que veio para elevar o nível dos compactos Premium, como a GM fez com o Onix. Mas seu desenho não é muito distante do Logan, e este prosperou no nosso mercado, tudo bem que em outra época (2007). De lá para cá, o mercado brasileiro evoluiu, passou a comprar menos carros com motores 1 litro em favor de modelos maiores e mais potentes.

O Onix veio com a mesma receita e com o mesmo objetivo do HB20

O Logan inaugurou um novo segmento, o dos “sedãs compactos”, nome que considero errôneo, pois eles são para lá de espaçosos. 

O Cobalt, por exemplo, tem o porte de um Vectra, que só seria considerado “compacto” no mercado dos carros espichados dos EUA. Com esta evolução, chegaram chineses e mexicanos trazendo modelos mais recheados a preços convidativos. O Etios teria se dado muito bem no nosso mercado de 2005, mas não no atual.

Porém, julgar apenas pela aparência e acabamento me parece muito pouco para se condenar um carro como o Etios. Antes de tudo, ele é um Toyota, e a Toyota não faria algo inferior. O carro pode ser barato, feio e despojado, mas nunca o grande fabricante japonês (e maior do mundo novamente) faria um carro mal projetado ou mal construído. Ele foi feito para ter boa resistência, confiabilidade mecânica e boa segurança passiva, tanto que foi o único carro de seu segmento a conquistar 4 estrelas no LatinNCAP. 

Quem dirigiu o Etios (Bob Sharp e Arnaldo Keller) elogiou seu comportamento e dirigibilidade, o carro foi muito bem acertado. Mesmo seu motor tendo sido desprovido dos variadores de fase no comando de válvulas, evidentemente com vistas a baixar custos, ainda é um motor de concepção bem atual e possui notável elasticidade, levantando giro em quinta marcha praticamente desde a marcha-lenta. É uma injustiça para com ele compará-lo aos carros de entrada do nosso mercado, que foram mal nos testes de impacto a 64 km/h LatinNCAP, evidenciando toda a idade de seus projetos.

Por conta de suas qualidades, o Etios é um produto muito bom para ser simplesmente jogado fora. Por outro lado, com estas vendas, o modelo não se sustenta. A Toyota construiu uma nova fábrica apenas para produzi-lo, em Sorocaba (SP). É uma fábrica com capacidade para 70 mil carros por ano, podendo ser expandida para 100 mil carros. Para que esta fábrica se justificasse, o Etios deveria estar vendendo perto de 6 mil unidades por mês; está vendendo um quarto disso. Alguma coisa a Toyota precisa fazer para reverter esta situação.

Lançado às pressas com problemas ainda não resolvidos, o "Dodginho" nunca se recuperou 

Primeiro, deve-se providenciar urgente uma reestilização do carro, tanto interna quanto externa. Felizmente, reestilizar é a forma mais fácil de se consertar um carro. Uma frente nova aqui, uma traseira nova ali (a traseira atual é até passável), um painel mais chamativo, novos bancos, (sem esquecer de um novo local para o macaco!). Esta reestilização deveria mirar o hatch para o nível dos concorrentes e o sedã mirando o segmento dos “sedãs compactos”. Acho que os 2.550 mm de entreeixos são suficientes para encaixá-lo neste mercado. O generosíssimo porta-malas do sedã sem dúvida é um ponto positivo. E o entreeixos de 2.460 mm do hatch não está errado, seu espaço interno é bom e o porta-malas, razoável, 270 litros

O problema é que apesar de ser fácil, reestilizar leva tempo. Além disso, uma reestilização nos primeiros meses do carro pode pegar mal. Neste meio tempo, a Toyota poderia reposicionar o Etios para que ele custasse menos que seus concorrentes diretos. Pode fazer isso reduzindo o preço ou então equipando as versões mais baratas com os itens das mais caras, a tal da promoção do “ar-condicionado e direção hidráulica grátis”. 

O antigo motor 6-cilindros teve sua parte de culpa nas vendas abaixo do esperado pela Ford

A segunda hipótese é mais interessante, pois tem mais cara de promoção, de algo temporário. Além disso, não mexe diretamente no preço do carro, que uma vez diminuído pode se revelar difícil de voltar aos patamares anteriores.

Pode-se argumentar que a Toyota terá prejuízo se reduzir o preço do carro por qualquer uma das formas. Ora, se não reduzir, o prejuízo já é certo por conta das baixas vendas. O problema adicional de deixar a coisa como está é que, vendendo pouco, o Etios possa injustamente acabar pegando a pecha de “mico” e depois desta imagem consolidada, pode ser que nem a reestilização salve o carro. Nesta hora, é melhor temporariamente ter prejuízo por unidade vendida, mas conservando a imagem do carro como um sucesso. 

Além disso, em se confirmando a tradicional resistência mecânica da Toyota no Etios, a grande quantidade de carros na rua, aliada a esta fama, pode trazer uma imagem muito positiva ao carro, abrindo caminho para uma eventual versão reestilizada entrar no mercado já de forma triunfal, algo como "o carro tem tudo, só faltou ser bonito... Ops, não falta mais!".

Em destaque na propaganda, o motor que quase assassinou o Gol. A VW reagiu a tempo

Maus lançamentos podem matar um carro, mas o Etios não merece isso, seria uma pena um carro como ele sucumbir por causa de um erro de avaliação do mercado brasileiro. Há casos anteriores de fracassos, como o Dodge 1800, que nunca se recuperou totalmente da má imagem dos primeiros modelos e nunca gozou de boa fama no mercado, nem mudando de nome para Polara. O motor 6-cilindros do Maverick também atrapalhou bastante as vendas deste carro, mesmo após a adoção do bom motor de 4 cilindros de 2,3 litros, moderno para a época.

Mas também há casos de maus lançamentos que se reverteram em sucesso, como o Gol, quando foi lançado, trazia o motor 1300 a ar do Fusca com seus subnutridos 42 cv, que quase matou o carro, sendo rapidamente substituído, primeiro pelo 1600 a ar (51 cv), e depois pelo 1600 a água (81 cv no MD270 e 90 cv no AP600) do Passat que o consagrou como campeão de vendas por décadas, lugar que nunca mais perdeu. 

Motor fraco, carroceria hatch e interior simples: corrigidos estes problemas, o Monza se salvou
O Monza foi lançado com motor fraco, interior simples e com carroceria errada para o momento do nosso mercado, tendo sofrido uma “correção de rumo” com o 1,8-litro, carroceria três volumes e a reestilização do interior em 1985, que o colocaram na rota do merecido sucesso, pois qualidade de seu projeto era inegável.

Para o Etios, não precisa fazer muito, bastaria corrigir o design e o acabamento que ele tem tudo para ser um carro de sucesso no Brasil. Não é difícil de se fazer uma correção de rumo, é muito mais fácil reestilizar um carro de bom projeto do que consertar um projeto mal feito (isto sim uma tarefa hercúlea). Devidamente reestilizado, aí sim ele ocuparia honrosamente seu pretendido lugar dentre os compactos Premium.

CMF

179 comentários:

  1. Era esperado que as pessoas não gostassem do Etios, seu visual não é tão agradável e seu preço não é competitivo.

    Mas acho duvidoso chamar esse segmento de compacto Premium. Pelo que me lembro esse segmento é ocupado pelos carros como o Focus Hatch, Cruze Hatch e o Fiat Bravo.

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    1. Pra mim, Etios está mais pra um concorrente mais tosco de Logan e Sandero.
      Só mudar aquele painel já aumentaria em 50% as vendas!

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    2. Hugo, estes que você citou são hacthes médios.

      O segmento de compactos Premium é de Polo, Punto, "New" Fiesta, Sonic, C3, 208 (q será lançado ano que vem aqui), Kia Rio (q será lançado ano que vem aqui).

      O segmento do Etios é simplesmente "Compacto", que fica posicionado entre os populares (Gol "G5", Clio, Celta, Mille).

      Abs!

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    3. Continuando... mandei sem terminar de escrever:

      O segmento do Etios é simplesmente "Compacto", que fica posicionado entre os populares (Gol "G5", Clio, Celta, Mille) e os compactos premium que citei acima.

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    4. Rodrigo, concordo com sua descrição das categorias, mas se conhecer onix e hb20, verá que eles não devem muita coisa para compactos premium como punto, polo e new fiesta. Não são compactos premium, mas chegam bem perto.

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    5. Tenho a mesma opinião do Rodrigo Costa. Quando só "brigavam" Polo e Punto, eles eram chamados de "compactos premium". Agora, lançam carros pra bater de frente com Gol e usam o mesmo termo?

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    6. Anônimo 20/12/12 20:42:
      Conheci todos estes, mas não concordo que estejam tão próximos. Em equipamentos talvez até estejam, mas em acabamento, isolamento acústico, qualidade geral de construção e rodagem, ainda estão longe.

      Thales Sobral:
      Realmente Thales fica complicado. Interessante que esta é uma classificação mercadológica, pois o termo "compactos" se refere a carros do tamanho dos populares, dos compactos-entre-populares-e-premium (como é o caso de HB 20, Onix, J3 e Etios) e dos Premium.

      Antigamente só existia um carro pequeno por marca. Aí tínhamos o pelado Corsa Wind e o excelente Corsa GLS, que até tinha bancos aveludados. Mesma coisa com a VW, que tinha GOl 1.0 8v básico e Gol 2.0 completo (não é o GTI que estou me referindo).

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    7. Rodrigo, eu não posso afirmar nada a respeito do new fiesta pois ainda não o dirigi, então poderia ser injusto. Mas se você pegar sonic e onix, por exemplo, ambos montados sobre a mesma plataforma, você vê que a superioridade do sonic se limita unicamente ao motor mais potente e ao controle de estabilidade. De resto os dois carros são muito parecidos, com qualidades iguais de montagem e de rolagem, sendo este um dos motivos, acredito, da GM limitar o onix ao motor 1.4, pois se aplicar o ecotec 1.6 nele, ele rouba o posto do sonic facilmente. Eu gosto de ouvir comentários de pessoas que entendem pouco de carro, que não são autoentusiastas como nós e a grande maioria das pessoas que eu pergunto acham o onix mais atraente que o sonic. Tem um site americano (tem que procurar no google, agora eu não lembro o link) que na matéria informando o lançamento do onix no Brasil, ao procurar pelos comentários pra ver se o pessoal lá é tão crítico quanto o daqui, me deparei com posts que preferiam ele ao sonic deles. Algus posts só criticavam no sentido das rodas parecem pequenas para o porte do carro. Interessante que logo em seguida tinha um post descendo a lenha no onix por ser carro de 'terceiro' mundo, nada divertido de dirigir, pouco seguro, mas pelo nível do inglês eu acredito que tenha sido algum brazuca que estava lá.
      Conheço o polo também e digo, hb20 e onix não deixam nada a desejar. O onix, mesmo com um motor menor, tem o mesmo desempenho, e o hb20 anda mais. Cabe lembrar que, embora bem menos equipado, os corsas c completos já foram concorrente direto do vw polo.

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    8. Quanto ao Polo e Corsa C, acho muito diferente a qualidade dos dois (tivemos os dois na família). Não que o Corsa seja um carro ruim, muito pelo contrário. Mas o Polo é melhor. Eu lembro quando os dois foram lançados, realmente ocupavam a mesma faixa de mercado, inclusive junto com o Fiesta (que está saindo de linha).

      Quanto ao Sonic e o Onix concordo inteiramente com você. Vi o Sonic na concessionária e o Onix no salão. Para seu segmento, o Onix está ótimo. Já o Sonic não justifica o preço muito mais alto. Realmente eles são muito similares. A GM poderia ter caprichado um pouco mais no Sonic, já que pede um preço alto. Talvez por isso não vejo tantos nas ruas.

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    9. Rodrigo, o corsa c é inferior ao polo sim, eu só citei que os dois concorriam na mesma categoria no início para justificar a posição do onix, um corsa bem melhorado.
      Abraços

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    10. O Etios pode nao ser um exemplo de beleza,mas sinceramente nao consigo entender esse povo que compra Versa e Spin isso sim são aberrações automobilisticas,pq nao fazem o mesmo com essas feiuras e deixam mofar nos patios da Nissan e Gm...

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    11. Sua teoria falhou porque não colocou a revenda nos requisitos da razão. Depois tentou retirar o requesito revenda pela falta da bola de cristal. Ora, o carro micou nas concessionárias e, só mesmo um devaneio poderia tornar um mico que sobra nos pátios das concessionárias não sofrer uma grande perda na revenda.

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    12. Torço para que a Toyota arrume o carro, inclua um painel convencional e adicione os variadores de tempo de válvulas, deliberadamente retirados. Torço também que esta operação produza prejuízo considerável à matriz, para que aprenda a respeitar um importante mercado e conclua que o caminho da mediocridade nunca é a solução.

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  2. A primeira atitude (e mais facil) já está sendo tomada, a redução de preço. É facil encontrar anuncios em jornais da versão de entrada do Etios sendo vendida a 28490, cuja tabela é 29990

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  3. Acho que nenhum dos três é compacto premium, o compacto premium da GM é o Sonic, o Etios e o HB20 são compactos populares.

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    1. É pura estratégia de markenting. O que aqui se considera premium, nos EUA é compacto de entrada, dos mais fuleiras mesmo. É só desculpa pra cobrar mais caro.

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    2. Acho que popular não existe mais desde 1995.

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    3. Por que não? Os carros de entrada são muito mais acessíveis hoje que em 1995.

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  4. Desculpem, mas é inevitável não lembrar dos comentários do pessoal brincando com o Mr. Car falando sobre o Dodge polara, lendo esta matéria!!
    rsrsrsrs!!!

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    1. Meu avo teve um Polara
      Me lembro qd crianca de ter andado no carro.
      Ele elogiava bastante.... o interior era muito bonito numa luxuosa combinacao de bege e marrom.
      Dizem que o carro andava muito bem , era o mais rapido em sua categoria e batia ate carros mais caros!
      Eu gosto dos Dodges em geral .
      Mas é isso aí!
      Agora vai:
      Mr.Car e seu Polara!

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    2. Dodge Polara quantos suspiros e desejo de ter um!
      O meu primo tinha um pegou zerinho, era demais!

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  5. Puxa, Carlos... "bastaria corrigir o design e o acabamento" é praticamente refazer o carro.

    A Toyota errou feio ao achar que sua imagem no Brasil seria bastante para vender um carro feio e sem graça. O Etios comete o maior pecado de um carro: ele é feio. Não é simplista como o Logan, não tem personalidade como os vulgares Hyundai. Ele é feio como um Agile. O design não tem valor nenhum. As linhas parecem criadas de qualquer jeito sem função estética, nem funcionalidade.

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    1. "não tem personalidade como os vulgares Hyundai" ?!?!?!?!?!?!?!

      Se o HB20 não tem personalidade quem é que tem ?

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    2. Acho que você interpretou errado meu amigo.

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    3. Hb 20 sem personalidade, po essa e demais .

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  6. Não sei. Esse carro já micou e a concorrência é forte demais. Acho que somente um facelift não salva esse carro. O negócio é colocar um motor 1.0 e por ele pra brigar com Mille e Celta, que é o lugar que ele deveria estar desde o começo.

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  7. o único problema dele é o preço.
    Se querem oferecer um produto horrível mas que funciona bem basta cobrar a contento. Vai vender como outros horríveis vendem, como Logan.

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    1. Leonardo, concordo em partes com voce. Ao meu ver se o etios tivesse um preço mias interssante ele vendia como agua no deserto. o prolbema é que um etios sedam 1.5 ta 45 mil... Tem colegas meus aqui que acharam interessante o etios, mas por 45 mil da para comprar um spin(Como o cara quer um carro para familia o spin faz mais sentido).

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    2. Spin = outro carro horrível, mas com bom posicionamento de preço.

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    3. Sempre que vejo um Spin me lembro de um rabecão.

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    4. Concordo com anônimo Spin parece rabecão

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    5. Cuidado ele é Toyota!

      No consumo de combustível já bateu nos adversários.

      Só espero que a empresa onde trabalho não invente de comprar alguns devido ao painel central.

      No HB 20 também não vejo tanta beleza.

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  8. Gosto é algo pessoal, mas me parece que TODOS concordam que o Etios é horrível. Tá bom, vai... esses quase 2000 compradores devem achar apenas feio. Eu não entendo como um projeto como esse pode ser aprovado! Eu não compraria nem se fosse indiano, europeu ou marciano! Nasceu morto!

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    1. Felipe
      Mas é ai que tá o problema...Esse carro foi projetado para o mercado indiano.
      Erro foi querer coloca-lo no mercado brasileiro e ainda numa faixa de preco muito elevada. O correto seria lancar o Yaris , aqui.
      Mas enfim, essa decisao estrategica desastrosa tem que ser corrigida. Vai muito dinheiro , suor e lagrimas para se acertar isso.

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    2. Como podem não ter lançado o Yaris, veja o que acontece com o Fit, é claro que teria espaço para o Yaris.

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    3. o Problema não ele ser terrívelmente feio. O problema é entrar num carro com um painel daqueles. A maior crítica feita no Fox quando este foi lançado foi o painel inútil de tão pequeno. Pelo menos no Fox dava pra ler a velocidade. No Etios é tenso. Outra coisa. Um carro barato não precisa parecer barato e o Etios mostra isso com toda a vontade do mundo, a julgar por aquela tampa tosca de porta luvas e ao já referido painel..

      Lucas Franco

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    4. Lucas:

      Pior que lançarem o Fox com aquele painel franciscano e tenebroso foi tirar o belo painel do Gol 1999 (odeio esse papo de G3, já que foi um face lift) e empurrar aquela 'obra de arte' do Fox no lugar.

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    5. O novo uno por exemplo não parece tão barato como é, um bom exemplo do caso, acho que a Toyota fazendo algumas mudanças corrige o erro, mas é bom ver um carro não vendendo só pelo nome, demonstra uma certa maturidade do mercado

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    6. O que a Toyota pretendia fazer fez com o carro errado. Sigam o meu raciocínio: Mantenha o preço, a propaganda, o skank, a pitty, a proposta do carro, o segmento no qual deseja atuar, o público para qual ele foi destinado e até mesmo os concorrentes atuais (HB20 e Onix)... agora tira o Etios e coloca o Yaris no lugar dele. pra mim daria super certo.

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    7. Tantatam colocar o Etios no lugar que é do Yaris. Se a Toyota tivesse feito isso, tera pano pra manga pra concorrer com folga com HB20, Onix e até com Honda Fit. Agora já foi. Agora é dinheiro, suor e lágrimas pra corrigir a cagada!

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    8. Somente lembrando que a Toyota é extremamente conservadora em seus passos. Diferentemente da Honda, a toyota não fez sua imagem em carros espetaculares em termos de design...lembrando que a segunda geração do Corolla tinha lanternas dianteiras redondas e grade em colméia; muito feio diante da concorrencia. Entendo que quando a toyota entra em um mercado/segmento, ao invés de abalar de cara, ela vai evoluindo aos poucos...testando o mercado, construindo a fama do carro a cada geração...meio que um projeto a longo prazo. O etios é feio, simplorio...mas tem um projeto bom como foi dito. Creio que daqui uns 4 anos tenha uma nova geração, um pouco mais ousada, que possa concorrer com seus pares.

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    9. Falando no Fit, aqui em casa foi criado um problema. Comprei um Fit em 2008, saiu caro, e o carro é tão bom que só querem trocar o Gasparzinho por outro. Quando lia comparativos e foi o melhor carro por cinco anos consecutivos ficava bravo, pois o meu Fiesta não chegava nem perto. Me perguntava o que tem esse carro para cativar tanto o seu proprietário?
      Quando comprei o Fit eu vi o que tinha nas mãos, hoje na minha casa o carro é Fit.

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  9. Excetuando-se a grade dianteira que é semelhante a dos veículos Mahindra, acho o Etios hatch bonito.

    Eu o achei tão bonito, que até o compraria, desde que os instrumentos do painel fossem colocados onde deveriam estar.

    Também não gostei do local onde fica o macaco e achei o acabamento muito espartano.

    Também já escrevi neste blog, que se esses itens fossem mudados, certamente eu compraria um hatch.

    Até disse que no futuro, o Etios seria um carro muito vendável e que iria superar o HB20. Mas depois que vi pessoalmente o HB20 e o Onix talvez eu tenha mudado de ideia.

    Quanto ao Onix, me pareceu ser uma cópia diminuta da Spin só que mais bonito. O que pesa é seu motor 1,4, mas que no futuro pode ser relevante.

    Quanto ao HB20, pelo menos o 1,6 é o suprassumo dos pequenos. Portanto é difícil comentar sobre ele. O que posso dizer é que se a Hyundai cuidar do pós-vendas, será um sucesso.





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    1. Será um caminho dificil a ser trilhado. Como bem já falaram, tem que mudar o interior, aquele painel matou o carro e os bancos, ai, ai, vergonhosos. Se Toyota teimar em vender do jeito que está, no minimo tem de baixar bem o preço. Etios hatch basico saindo por 25 mil Dilmas, já seria um incentivo e tanto, o sedã deveria custar no maximo 40 mil reais, completo de tudo. Mas a toyota não vai dar o braço a torcer e o etios vai micar geral, um king kong japonês.
      OBS: só eu notei, ou mais alguem notou aquelas ranhuras (dobras) horriveis no teto do Etios? Coisa triste!!!!

      DPSF

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    2. Aquelas ranhuras no teto são para aumentar a resistência da peça sem que se use uma chapa mais grossa. Com isso, o Etios consegue ter baixo peso, marcar quatro estrelas no LatinNCAP (como se pode ver pelo não-envergamento da mesma) e abaixar o centro de gravidade em comparação a uma chapa lisa de maior espessura.

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    3. Tenho medo do pós venda da Hyundai, se afastaram do grupo Caoa pela ruindade do pós venda e enganação com o Veloster. espero que mude, só o tempo dirá.

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  10. Não acho justa a comparacao com o Dodginho pois o Etios tem o DNA Toyota, eh um projeto desenvolvido para mercados emergentes como o Palio e tantos outros, mas que tem qualidades inerentes à marca. Ford Maverick nao era pra mercado emergente, mas nasceu para combater o Fusca nos EUA.

    Lo Dodginho nem Dodge era, nasceu Hillman la na Inglaterra, tinha suas virtudes dinâmicas, mas sempre foi conhecido pelos problemas de corrosão e confiabilidade mecanica.

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  11. Pelo menos para mim, design e acabamento não diz nada sobre um carro. O Etios pode ser feio, caro e ter um acabamento razoável, mas é muito gostoso dirigir. Eu dirigi a versão X 1.3 e gostei muito. Só aquele desenho com o painel de instrumentos no meio eu achei esquisito demais. Acho que se fosse trocar por um painel mais convencional, atrairia de forma mais imediata. Acho que ele não mica não a longo prazo tais como o Dodge 1800 ou o Monza Hatch ou o Gol a ar. Esses antigos todos possuíam um fator comum que propricionaram a serem "micos". Estava na mecânica problemática ou de falta de desempenho. O Etios não têm nada disso, a mecânica de dele é excelente. A longo prazo, creio eu que o Etios vai decolar aos poucos já que as qualidades desse carrinho se manifeste a longo prazo. Lembra daquele Corolla importado com aqueles olhos esbugalhados que foi vendido aqui? Era horrível e ninguém queria comprar. A Toyota foi aos poucos se mechendo e se mechendo e hoje é líder de mercado. O Corolla hoje, está longe de ser um mico. A Toyota é assim, lenta, mas seus passos sempre são firmes.


    H

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    1. Você rodou e concluiu o que o texto falou: o dia que o Etios ficar bonito ele vai vender. O Corolla só começou a vender bem mesmo na versão Brad Pitt, incrível é a Toyota já ter essa experiência de design controverso aqui no Brasil e não ter aprendido.

      Concordo com o que falaram aí pra cima: se trocassem só o interior, fazendo um painel decente, já aumentava em 50% as vendas fácil!

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  12. Meu avo teve um Polara
    Me lembro qd crianca de ter andado no carro.
    Ele elogiava bastante.... o interior era muito bonito numa luxuosa combinacao de bege e marrom.
    Dizem que o carro andava muito bem , era o mais rapido em sua categoria e batia ate carros mais caros!
    Eu gosto dos Dodges em geral .
    Mas é isso aí! Agora vai:
    Mr.Car e seu Polara!

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  13. Meu prezado,
    Que tal o motor original europeu bem mais econômico? design é para os fracos eu quero é um carro seguro e com motor turbo com injeção direta de gasolina.
    P.S.: Minha tia é proprietária de um IX 35 que com 6000 km, um mes após revisão de 6 meses a deixou na mão. O problema: cabo da bateria solto. Valor da pecinha que prende o cabo: 105 reais. Uma semana depois, ops, o carro não pegou de novo; a outro lado do cabo da bateria havia soltado. Tinha uma fielder 2006 que andei 160.000 km. O único problema foi o par de amortecedores dianteiros que desgastou antes do tempo. a toyota trocou na garantia. Não paguei um centavo.

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  14. O brasileiro, deslumbrado com crédito junto ao banco que sempre lhe desprezou, compra carro para mostrar ao vizinho e para dizer ao mundo "olha, eu sou um cara que venceu na vida!!!".
    Destarte, é compreensível o fato de que um projeto promoroso de carro POPULAR como o Etios, não tenha o sucesso imediato que o Hyundai (carro-pavão em coreano, imagino) vem conseguindo.
    O sucesso da Toyota virá no boca-a-boca, no tempo, nos milhares de kn que aí virão. Daqui a 10 anos peguem um Etios e um "agabevinte" e vejam o desgaste de cada qual.
    No que tange os carros da Hyundai, o que leva os coreanos a fazerem linhas tão espalhafatosas, vulgares , escandalosas e enjoativas? Carne de cachorro? Não acredito.

    Ass: O último engraxate da Berrini.

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    1. Errado. O brasileiro está percebendo que não é preciso abrir mão de um design atraente para ter qualidade. Vide os Hyundai e Kia, ou mesmo alguns chinas (JAC principalmente) que oferecem produtos de qualidade que não deixa nada a dever à Toyota e Honda, porém mais equipados e com design mais atraente. Eu odeio GM e não sou fã da Hyundai, mas admito que o Onix e HB20 são muito mais carro que o Etios em todos os sentidos. Dá pra ter beleza e qualidade sim.

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    2. A Quatro Rodas pegou um HB20 e um Etios para o teste de longa duração. Poderemos ver qual se sairá melhor.

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    3. Uber, por sorte a quatro rodas não é mais referência em matéria de automóveis há bastante tempo. Eles tem o direito de errar, como todo mundo, e abusam desse direito de vez em quando. Sem contar a curiosa coincidência de sempre ter mais páginas de anúncio do vencedor dos comparativos...

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  15. Farjoun
    Muito bem fundamentada essa sua analise
    Outro dia fui conhecer o carro numa Css. Eu gostei de forma geral, mas nao na faixa de preco que foi posicionado.
    Ele vem mal equipado nas versoes de entrada. Qdo equipado com ar-condicionado vai a qse 40K um absurdo!
    No meu ver há uma tentativa de sobre-preco, por parte da Toyota, de 3-5 mil reais.
    Se acertado o preco, ou melhorar o nivel de equipamento tenho certeza que o carro vai comecar a vender.
    O consumidor nao é bobo , ja percebeu e nao esta disposto a pagar apenas pela grife e tradicao Toyota. Os números estao ai e possibilitam inúmeras análises.
    Enquanto isso GM e Huyndai nadam de braçada!

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  16. Foi um erro de avaliação lamentável da poderosa Toyota. Um pouco mais de ousadia e humildade para reconhecer o erro, fazer um face-lift e caprichar no acabamento (aquela pintura em baixo do capô...) são a melhor solução.O Onix não é nenhuma maravilha, mas é muito mais adequado ao nosso mercado.

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    1. Abaixar a categoria e trazer o Yaris!

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  17. Já vi alguns hatches na rua, e ao vivo são bem mais bonitinhos que nas fotos... Se for analisar bem, o march que muitos acham bonito está num nível parecido na questão de linhas externas. Claro, isso na minha humilde opinião.

    O que mata nesse carro mesmo é o preço e o painel!!!!

    O basicão 1.3 tem um preço razoável, mas é peladão de tudo (de diferente, só os air bags e ar quente). Isso por 29.990 reais.

    Detalhe que na versão mais pelada, o painel que já é feio, vem só com o velocimetro, sem o contagiros.

    Acrescentando a direção elétrica, ar e abs (que já é casado no pacote da direção) pula pra mais de 36.000 reais...

    Nesse valor já abre um leque de opções com motor 1.6. Apesar que, se for ver Gol, Sandero, Palio, etc com Ar, DH, Abs e Ab2, aí o preço já passa dos 40, 41 mil... vai ver é por isso que a Toyota não baixa...

    Nessa faixa, com esses equipamentos, talvez valha mais a pena pegar um Fiesta, que já está mais barato por estar no fim de carreira.

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  18. Joca Mello20/12/12 14:29

    Fiquei imaginando o presidente da Toyota do Brasil lendo esse texto e pensando: "Esse Farjoun deveria estar trabalhando aqui..."

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  19. Farjoun, parabéns por (mais uma) excelente matéria.

    Permita-me discordar quanto aos motores citados do Maverick: usei por muito tempo uma Rural '72 com o motor 6 cilindros (BF151, se não me falha a memória) e uma '76 com o 4 cilindros. O motor 6 cilindros, ainda que antiquado, era muito mais elástico e econômico que o "novo". Creio que o problema do Maverick foi a concorrência com o Opala que, racionalmente ou não, sobressaiu nessa disputa.

    Abraços!

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    1. Leon, o BF184 (versão de 3 litros do BF161, de 2,6 litros) é originário do motor Willys F134 de 1950. Este por sua vez veio do L134 dos anos 30, que ganhou o "novo" cabeçote em F (válvulas de admissão no cabeçote e escape no bloco) e virou o F134.

      Já o motor 4 cilindros do Maverick era um moderno OHC dos anos 70. Apesar de no papel ter menos potência e menor torque (dizem que a Ford declarou 99HP para pagar menos imposto), o fato é que com o 4 cilindros o Maverick fazia 0 a 100 em 15 segundos, contra 20 segundos do 6 cilindros, ainda atingindo máxima 5 km/h maior, segundo revistas especializadas da época. E tudo isso ainda gastando menos.

      Dizia-se que o Maverick 6 cilindros "andava como 4 cilindros e gastava como 8 cilindros".

      Talvez para a aplicação da Rural o BF184 fosse mais adequado, mas para o Maverick, com certeza o 4 cilindros OHC caía melhor.

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    2. talvez pelo peso da rural.
      apesar dos problemas têm muito fa desse motor, principalmente jipeiros.

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    3. Já vi o "1º Motor a gasolina produzido no Brasil". Esse Hurricane é um Leviatã perto do Ford OHC, com certeza o motor menor fazia o Maverick 4 cilindros ter uma dirigibilidade muito melhor só pela redução de peso na dianteira, um belo de um Downsizing, como se diz hoje.

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    4. uma coisa é o BF161. que queima até urina e funciona com azeite usado.
      já o 184 foi um "gambitech" da ford feito em cima do 161.
      muito mal feito, por sinal. superaquecia os cilindros mais de trás, tentaram até passar umas tubulações de água por fora para tentar amenizar o problema do calor.
      então é uma tremenda tranqueira esse 3.0.

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    5. Farjoun, grato pelo comentário. Talvez esses motores tivessem outros parâmetros na Rural (para privilegiar o torque em baixa, suponho) para que o 6 cilindros se saísse melhor nela.

      Só mais duas considerações:

      - além do mercado consolidado do Opala, o Maverick chegou ao Brasil num momento muito infeliz, o da crise do petróleo, para um carro caro e que, de uma hora para outra, tornou-se "bebum";

      - o "kit de reparo do carburador" do OHC na Rural vinha com um defeito de fábrica: uma das juntas não era vazada no percurso do avanço à vácuo do distribuidor.

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    6. Leon, o motor 6-cilindros foi apenas um dos problemas do Maverick, mas acabou sendo foi o grande responsável pela fama de bebum do carro. O V-8 também era bebum, mas pelo menos andava o que se esperava dele.

      O Maverick tinha outros problemas, para começar era uns 100 kg mais pesado que o Opala, mas talvez o pior problema dele fosse a falta de espaço no banco traseiro em um carro que se propunha a ser familiar. Além disso, a visibilidade traseira era terrível, num tempo em que nem se sonhava com sensores de estacionamento.

      O sedã não tinha nenhum destes dois problemas (visibilidade e espaço), mas o brasileiro na época torcia o nariz para carros de quatro portas. O Opala 2-portas era mais leve, mais econômico, tinha mais espaço, apesar de também ter uma visibilidade traseira ruim, não era tão ruim quanto a do Maverick.

      No fim das contas, o Maverick era um "Opala piorado", um 6 cilindros que não andava como o do Opala, mas gastava tanto quanto ou até mais, com menos espaço e com visibilidade pior.

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  20. No geral eu gosto do Etios. Inclusive não acho o design externo feio. Ele é um carrinho bem simpático, e é muito mais agradável ao vivo do que nas fotos, principalmente o hatch. Apenas não é um carro fotogênico.

    Mas aquele painel... não dá. Simplesmente não dá.

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  21. O problema do Etios é o preço.

    O brasileiro "acordou" e não quer pagar preço de BMW!

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  22. A história se repete, só que com outros personagens. Década de 90: Renault lança Clio e Scenic brasileiros; Toyota lança Corolla nacional e Hilux argerntina - A francesa parece entrar de sola no mercado nacional, a ponto de encostar na Ford; a Toyota entrou devagar, quase parando, lanterna no ranking de vendas, sengundo a imprensa automobilística. E hoje? Quais desses modelos são líderes em seus respectivos segmentos?

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    1. Discorra mais sobre a sua teoria, pois não compreendi muito.


      PS. Tem muito asiático achando que o seu símbolo é uma estrela de 3 pontas, acho que esse revés será bom para baixar a bola de alguns, as 2 marcas com H como símbolo precisam tomar 1 tb para ficarem um pouco mais espertas

      Antonio Gontijo

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    2. Hoje a Renault está realmente próxima da Ford, e a Toyota deve ser a 8ª ou 9ª fabricante.

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    3. A Renault, enquanto não abrasileirou (ou seja, depenou) seus carros, não vendia nada.

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    4. Esse pedaço eu sei, mas achei que ele tivesse achincalhado a Renault, devido as vendas de Corolla e Hilux

      Antonio Gontijo

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  23. Alguém daqui já foi a India?
    Pais espetacular, tenho amigos Indianos, os melhores profissionais que já vi, mas o gosto é diferente do nosso, o Etios não vai vender nunca o que o Hyundai e o Onix venderão.
    O primeiro por suas qualidades o segundo porque é tão bom quanto (levemente abaixo na minha avaliação) e tem uma rede de CSS imbatível.
    Lá no interior onde estão minhas origens o Onix nada de braçada.
    Acosta

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  24. Assim como o Felipe Massa nunca mais foi o mesmo depois daquela "molada" que tomou do Rubinho na cabeça, a Toyota nunca mais foi a mesma depois do Tsunami do Japão. É recall, falta de peças, queda na produção, lançamento do Etios... muita coisa errada junta.

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    1. Sim ,
      Mas ambos, tem mais uma chance de se recuperar.
      Que fiquem espertos!

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  25. As marcas de automóveis fazem do mercado brasileiro algo engraçado, quando alguma delas lança um modelo de concepção moderna, erra no design. Quando surge um modelo de design e concepção moderna, aliados ao bom acabamento, extrapola no preço. Neste ano tivemos lançamentos muito interessantes, mas que vendem pouco. Eis um belo exemplo, o Sonic, que vende muito pouco porque o preço está acima da realidade. O problema de certos modelos é não ter um posicionamento definido no mercado. Brasileiro compra carro pelo tamanho e pelo design. Por que não respeitar isso se é um posicionamento cultural? Seria muito mais justo do que impôr produtos de qualidade inferior por preços bem superiores aos praticados lá fora. E isso vale para qualquer segmento.
    Quanto ao Etios, somente o tempo dirá, quem sabe se ele tivesse um preço mais interessante...

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    1. O Sonic é caro pelo que oferece. O Etios é caro pelo que oferece (Design feio, seria uma compra racional).

      Quando se compra um carro se compra tudo que vem nele. Pouca gente está afim de pagar uma fortuna para andar de Sonic. Poucos estão dispostos a andar com um carro feioso com uma balança filizona no painel. Isso se chama pesquisa de mercado. Teve clínica? Alguém foi? Parece que não... repetiram o erro do Maverick produzindo o que achavam que ia vender.

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    2. Concordo Luiz AG, mas e como se explica o sucesso do Cobalt? Um carro completamente "insosso", que não seria tão feio se não fosse tão desproporcional, e certamente seria menos feio ainda se fosse um mero Agile sedan.
      E ainda por cima vem servido de uma mecânica, sabemos, dos anos 80, robusta porém totalmente alheia à tecnologia.
      O Versa, como parâmetro de comparação, não é mais feio, mas tem uma mecânica muito mais refinada (não sei se mais eficiente), e não faz metade do sucesso.
      Além disso, ainda sobre o Cobalt, caro. Prova mais uma vez que brasileiro compra carro por tamanho e não por conteúdo. Quer um exemplo clássico? Sem sair da própria GM. Nos anos 80 o Opala vendia muito mais do que o Monza, mesmo sendo mais caro e sendo um carro datado, originário dos anos 60, que não possuía um quinto da tecnologia do Monza (à época). Mas tinha tamanho.
      E, off-topic, cautela ao falar do Maverick: em menos de 40 anos ele passou de odiado a amado, de sem-valor a um dos modelos mais valorizados e cobiçados do mercado. Quem sabe o Etios enverede pelo mesmo caminho?
      Abraços.

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    3. CSS

      Apesar de ter uma dianteira de gosto duvidoso, o Cobalt tem um interior bonito, agradável e sem passar impressão de pobreza. Além disso, apresenta um espaço interno antes só disponível em carros de segmentos bem superiores. A mecânica, se por um lado é antiga, por outro lado é uma velha conhecida dos mecânicos, o que aponta para uma manutenção fácil e barata. Particularmente, eu acho o Cobalt a cara do Brasil, carro acertadíssimo para o nosso mercado. Barato, mas sem parecer pobre, espaçoso e confortável, carro ideal para ser o único veículo da família. O acerto disso pode ser visto nos números de venda. Considero-o muito mais ajustado ao mercado brasileiro do que o Etios com o acabamento que ele tem hoje. Note que não entro no mérito de qualidades nem de defeitos destes carros, mas apenas de adequação ao público que pretende atingir.

      E não é verdade que o Opala vendia mais que o Monza, o Monza foi o carro mais vendido do Brasil em 1984, 1985 e 1986.

      O Maverick pode ter qualidades e motivos para ser venerado, mas comercialmente foi um fracasso no Brasil, vendia uma fração do que vendia seu concorrente direto, o Opala.

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    4. Concordo com a parte de que o Cobalt é "a cara do Brasil" mas precisava ser uma cara tão feia assim??? É uma ótima opção para único carro de uma família de classe média que não pode comprometer o orçamento em um carro e precisa de espaço, mas não leva tecnologia e eficiência

      Antonio Gontijo

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    5. CSS, você está se esquecendo de uma coisa: mesmo que o Maverick seja tão valorizado hoje em dia, a Ford não ganha nada com isso.

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    6. CSS
      O Maverick é valorizado somente nas versoes 2 portas.
      O 4 portas continua nao valendo nada!

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    7. CSS, acho que voce está mal informado sobre o Maverick 4 portas, se estiver impecavel vale tanto quanto o cupe e com uma vantagem, muito mais raro.

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  26. O Etios é feio, mais por dentro do que por fora. Mas fiz um test-drive e afirmo que compraria um, sim! Ainda mais se não engrenar no mercado logo de saída, torço para que a Toyota se veja obrigada a dar bons descontos no carrinho, assim quem se preocupa menos com o design, do que com a qualidade e atributos mecânicos, como eu, vai pagar menos.
    Digo a todos, fiz um test-drive do hatch 1.3, topo de linha e achei muito interessante. O motor é muito elástico, o acabamento (exceto o painel de instrumentos horroroso) é honesto, e o carro estaria sim muito bem quotado para substituir o Celtinha da digníssima! Compraria a versão intermediária, a primeira do catáloogo com Airbags e ABS.

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  27. De acordo com os números de novembro, temos:

    Hyundai HB20: aprox. 70 carros / concessionária / mês
    Chevrolet Onix: aprox. 13 carros / concessionária / mês
    Toyota Etios: aprox. 10 carros / concessionárias / mês

    Para ter uma base de comparação, o líder Gol vende aprox. 40 carros / concessionária / mês. Ou seja, proporcionalmente o HB 20 vende mais que o Gol. Impressionante!

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    1. esses números são reais ou são caoa?...

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    2. sim... a ruimdai tem q vender mais por concessionaria.... tem 5 ou 6 em cada estado... (se tem isso)

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    3. Desculpe, mas sua conta é totalmente equivocada; tem uma concessionária VW em cada esquina, numa cidade tem 3, 4, 5 VW.... Quantas tem da Hyundai???

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    4. Caoa não comercializa o HB20, somente em css direta da marca e que ainda estão em pequeno número.

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    5. Anônimo 21/12/12 11:26
      120 concessionárias Hyundai, 600 e poucas VW. Peguem os números de vendas mensais e dividam ;-)

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  28. Bah, o Etios é um carrinho que poderia ser bom e poderia fazer sucesso. Mas custar o mesmo que o onix (que é muito bonito e interior de bom gosto) e HB20 (linhas modernas e forte marketing da hyundai)é desleal.
    Na Quatro rodas desse mês possui a foto do Etios com o capô aberto. LEVEI UM SUSTO (procurem no google)... como pode um carro que custa quase 30 mil (50 salários mínimos) possuir a pintura inacabada da parte interna do capô?!?!?! (inacabada no sentido visual, evidentemente as camadas de tinta de proteção estão lá, mas é detalhe que deprecia sensivelmente um veículo e eu jamais compraria)

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  29. Guilherme Mattos20/12/12 18:51

    Penso que a única saída para o Etios seria o presidente da Toyota vir a público pedir desculpas, como o presidente da Honda no Estados Unidos, suspender as vendas, refazer o interior deprimente do carro e relançá-lo. E ainda oferecer um super bônus para quem já comprou na compra do novo Etios. Fora isso é mico certo.

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  30. Pessoal, boa noite!

    Totalmente off-topic, mas gostaria de fazer uma pergunta aos leitores e equipe que escreve para o blog.

    Como um protetor de cárter pode influenciar, postivamente ou negativamente, numa batida?

    Essa dúvida surgiu ao ouvir um colega de trabalho falando que não faz sentido usar protetor de cárter, pois os engenheiros fazem vários testes e estudos para garantir que o motor cairá no chão numa batida. Portanto, colocar um protetor de cárter irei impedir/atrapalhar que o motor caísse, aumentando o risco de danos aos ocupantes.

    Eu leio sobre carros desde 1995 e sei que os motores dos carros mais modernos realmente são projetados para cair em caso de batida, mas nunca li nada sobre como o protetor de cárter influencia nisso!

    Será que este assunto vale um post aqui no blog?

    Abraços,

    Uellington Santos

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    1. Por favor... veja bem o peso do bloco de um motor, somado ao "impulso" dado a ele por uma batida... repare que o protetor de cárter é uma chapa fina. O motor arranca ele na hora, como se fosse uma folha de papel alumínio...

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    2. Obrigado por sua resposta.

      Também pensei nessa hipótese, mas não sou engenheiro e não posso afirmar isso com absoluta certeza.

      Assim, humildemente, perguntei aqueles que, provavelmente, entendem mais do que eu. Creio que vale maiores esclarecimentos, pois, como ja disse, nunca li nada sobre o assunto.

      Att,

      Uellington Santos

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    3. O Ford Fusion e o Jetta têm protetor de cárter de plástico, justamente para ceder no caso de uma batida.

      Obviamente que um protetor de cárter de metal influencia na deformação.

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  31. Embora não tenha feito o test-drive, fui conhecer os Etios. Mesmo os mais completos, achei caros diante de seus concorrentes, tanto sedãns quanto hatches. Não compraria mais por isso mesmo, já que considero muitos concorrentes como melhores opções no geral, mas particularmente, uma coisa que me incomodou demais no Etios, foi aquele painel. Ah, e antes que eu me esqueça: lindos o Dodge 1800 e o Maverick 4 portas, que sempre gostei bem mais que o de duas. Na foto não dá para ver, mas se for com banco dianteiro inteiriço e alavanca de câmbio na coluna de direção então, adoraria ter um, he,he, he!

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    1. Mr. Car,

      Pelo menos temos algo em comum. Maverick com banco dianteiro inteiriço e alavanca de câmbio na coluna de direção é o maior barato.

      Bem, nem tudo...Prefiro o de duas portas, hehehe...

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    2. 4 portas, V8 com cãmbio automático na coluna e banco inteiriço. Meu sonho.

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    3. Célio, fora a questão lógica do melhor aproveitamento do espaço, gosto de câmbios na coluna por uma razão curiosa: me passam uma impressão de sofisticação e refinamento, he, he! Atribuo isto aos filmes americanos que via em criança, com todas aquelas "barcas", aqueles carrões que me faziam babar (fazem até hoje), todos eles com esta configuração de câmbio.

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    4. Mr.Car e Celio
      Eu respeito a opniao de vcs, mas... Ah... tenham santa paciencia..
      Como podem achar o Maverick 4 portas bonito??
      Se eu lhes ofertasse (pelo mesmo preco) um 4 portas e um GT com qual ficariam...
      Vamos respondam sem pensar muito...

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    5. Anônimo 21/12/12 13:00hs: sem dúvida, o quatro portas. Se for LDO ainda por cima, com aquele interior monocromático marrom, aí é covardia! A situação se inverteria se fosse um Opala. Acho o desenho do cupê, sem a coluna "B", sensacional. Mas com certeza, preferiria um Diplomata 4.1, quando sei que a imensa maioria preferiria um SS-6. Sempre prefiro o mais requintado, ao esportivo: Escort Guia ao XR-3, Monza Classic ao S/R, Magnum ou Le Baron ao R/T, e assim por diante.

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    6. Anônimo 21/12/12,

      Quando disse que concordava com o Mr. car, eu citei os bancos inteiriços e o câmbio na coluna de direção, mas que prefiro carros com duas portas.

      Tanto é verdade, que meus dois carros atualmente são nessa configuração.

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    7. Hummm
      Agora entendi... voce prefere as versoes de luxo.
      Um dos Maverik's mais bonitos que vi foi um 2 portas LDO na cor marrom metalico. E para completar tinha motor V8!

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  32. Uma maluca da minha faculdade comprou um e sinceramente achei este carro o supra-sumo da feiura, é tão feio que me deu náusea.
    Do que adianta ter um carro confiável e seguro se eu tiver vontade de vomitar toda vez que eu ver ele? Não preciso pagar 30 mil pra desistir de andar de carro.
    Feio era o ka antigo, o Etios é estragado

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    1. Anônimo 10:57

      O Ka antigo é feio na SUA opinião. OK, pode ser que na de muitos também. Mas para mim a primeira geração do Ka não é feia. Tem sim é design marcante, charme e personalidade, coisas das quais a nova geração brasileia passou muito longe. A reestilizacão que a versão brasileira recebeu em 2001 melhorou bastante o design do carro, ficando inclusive bem mais bonita que a mesma geração européia.
      O Etios é bem sem graça e acho bem feito a Toyota quebrar a cara pensando que ia vender só pela marca.

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    2. Disse muito bem: o Ka original era cheio de personalidade, e a única coisa que eu não gostava nele, foi totalmente corrigida quando ganhou a traseira exclusiva para o Brasil. O Ka de agora, nem considero um "Ka": a proposta inicial foi totalmente desvirtuada.

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  33. Carlos Maurício
    É intrigante para mim tantos leitores considerarem o Etios feio. É claro que gosto é algo totalmente pessoal, mas não consigo ver nada de "feio" no Etios. Uma grade "sorridente", faróis que têm jeito de faróis e não prolongamentos quase até as colunas dianteiras como os do HB20, cujas linhas me parecem mais devaneio de estilista, que não duram, são aquelas linhas que envelhecem logo. O estilo do Etios guarda relação com o da Opel, marcadas pela resistência ao envelhecimento. O Corsa, de 1993 na Alemanha, que evoluiu apenas um pouco, mas ainda não tem visual velho. Agora, a granda mancada no Etios foi o painel, mas isso é fácil de corrigir. Veja-se o exemplo do Fox.

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    1. Bob, concordo com você, mas me responda uma pergunta simples, por que a Toyota não lançou o Yaris ao invés do Etios? Será que ele é de uma categoria tão superior assim? Examinei um aqui no Brasil, pertencente a um consulado, e não me pareceu ser algo tão mais caro. Mas com um design bem melhor resolvido.
      Ocorre que o Corsa foi algo revolucionário no seu tempo, as únicas opções que tínhamos de popular até então eram derivadas de modelos do início dos anos 80, e veio o Corsa para romper com todos os conceitos. Por isso insisto, a grande questão não é um modelo em si e sim o que existe para se comparar com ele.

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    2. CSS
      Não sei o motivo de preterirem o Yaris em favor do Etios, pode ser questão de preço ou de adequação ao nosso piso. Nas não resolveria a questão do painel central, que é assim no Yaris. E não sei se a reação do público seria diferente./ O Corsa rompeu conceitos, certo, mas viu o que durou? Ou está durando, vide o Classic.

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    3. Bob, acho que o conceito de "feio" neste caso está mais ligado à impressão de simplicidade excessiva e de desenho de carro mais antigo, sem modernidades nem ousadias estilísticas. O Etios como um todo passa a impressão de pobre para quem o olha apenas por fora, sem parar para olhar no que tem por baixo disso. Aliás, constatar esta discrepância entre o interno e o externo foi o que acabou me motivando a escrever este post. :-)

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    4. Eu acho que dizem que o carro é feio, mas a intenção mesmo é dizer que ele é velho por causa dessas linhas simples. Eu acho o hatch simpático até porque já enjoei dessas ousadias estilísticas, não há tanta necessidade de mudá-lo por fora, mas aquela balança Filizola tem que sair dali!

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    5. o etios hatch é até razoável em termos de design (a frente estranha combina com a traseira esquisita), mas no sedan, pelamordedeus (faz ate a traseira do logan parecer linda)

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    6. Acho q o CMF agora matou a questão: não me parece questão de feio ou bonito e sim de sensação de antigo ou moderno. O Etios para mim, não me passa uma sensação de moderno como o HB20 ou o Onix. O Etios é mais clássico, tradicional, "pé no chão". Já HB20 e Onix ousaram bem mais. Mas o painel do Etios sim, foi um erro grosseiro.

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    7. Antônimo do Anônimo21/12/12 12:00

      Na verdade, o hatch é razoável.
      É o sedan que é complicado.
      Ele é um carro quadrado, simplista... ok. Se fizessem como a dacia/renault que manteve o logan TODO quadrado e simplista, teríamos um carro simples.
      Mas não, o carro no meio de toda a "quadradeza" tem linhas e recortes(PRINCIPALMENTE os recortes) que simplesmente "não casam" entre si, nem com o resto da carroceria. E as lanternas traseiras são desproporcionais, também, não "casam" com o conjunto da dianteira, mais acanhado...
      O interior é simplesmente ERRADO, painel central analógico? Particularmente não gosto nem dos digitais centrais, mas esses ao menos não tem visibilidade dificultada.

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    8. O Corsa perto do Etios é um carro lindo, o Etios não tem nem linhas que duram nem linhas bonitas, é simplesmente feio. Só porque não tem modismos no desing (mas tem sim como nas lanternas) não significa que seja bom

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    9. O Yaris e o Etios são o mesmo carro. Por isso ele foi bem no crash test. No Chile o Yaris é vendido com o painel do Etios, pra ver como são vários os níveis de avacalhamento.

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    10. E só para corrigir um detalhe, Bob, o Yaris na Europa tem um belo painel:

      http://www.toyota.de/cars/new_cars/yaris/index.tmex?view=takealook&select=pictures

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    11. Anônimo 22/12/12 21:24
      Esse Yaris do vídeo é o Hybrid, é diferente do de motor a combustão somente.

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    12. Mesmo os Yaris não-híbridos na europa tem esse painel.

      O Yaris que tem o painel igual ao do Etios é vendido na américa latina, eu vi esse carro no Chile. O carro é bonito por fora, mas quando eu vi esse painel quase tive um infarto.

      Mas realmente prefiro um Etios com painel Yaris-Europa do que um Yaris-America latina com painel do Etios.

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  34. O Etios parece bom em seu geral, mas sua execução não foi muito feliz. Vê-se que a Toyota bebeu na fonte indiana de reinterpretar os objetos caros do Ocidente em formas mais baratas, simples e tão efetivas quanto equivalentes mais custosos. Não deixa de ser interessante ver que linhas de caixote como as dele consigam Cx de 0,33 no hatch e 0,31 no sedã, e isso com a bela altura livre do solo. Os indianos conseguiram embutir em chapas com poucas curvas uma série de trapaças aerodinâmicas que permitem ao modelo cortar o ar melhor que muitos carros mais arredondados e caros de produzir. As mesmas chapas aerodinamicamente trapaceiras também geram segurança, como mostram as quatro estrelas do LatinNCAP.
    Porém, conforme já dito no começo, o problema do Etios é ser produto com execução sofrível, e isso é capaz de arruinar e ostracizar muitas boas ideias. Ainda na Índia já havia reclamações sobre a baixa qualidade das borrachas das portas, que permitem a entrada de água e poeira. Espera-se que a Toyota tenha solucionado essa questão dentro do pacote que dotou o Etios brasileiro de encostos de cabeça retráteis e banco traseiro rebatível na versão sedã e motor flex em ambas.
    Ainda assim, fica a questão do resto do carro. Precisava mesmo ter duas saídas centrais de ar distantes do motorista e empilhadas uma sobre a outra e mandar uma questão simples de ergonomia para as cucuias? Imaginem um motorista tendo de deitar para regular o fluxo de ar que baterá no lado direito de seu corpo e vejam o tamanho da bobagem feita. Fora isso, as saídas centrais brasileiras estão do lado oposto das saídas centrais indianas, o que demonstra que gastaram dinheiro a mais do que aquele necessário para duas saídas que estivessem montadas em cada um dos lados do rádio ou acima dele.
    A outra é o tal painel com mostradores Filizola centralizados. Comparando o Etios daqui com o de lá, a centralização dos instrumentos não foi feita para que se usasse uma mesma peça em mão normal ou inglesa, pois os instrumentos estão com as posições invertidas e, portanto, são peças completamente diferentes. A posição desses mostradores também não ajuda, uma vez que estão mais avançados que o normal para mostradores centralizados. São pequenos e a visualização de informações como combustível fica em pequenos mostradores digitais, o que acaba não colaborando para a facilidade de acesso aos dados que mostram. Não é tão difícil assim fazer um mostrador que tenha velocímetro, conta-giros, marcador de combustível e de temperatura com ponteiros e boa visibilidade.
    Esses dois detalhes mais visíveis ocultam boas soluções como o porta-luvas refrigerado de série e evidenciar soluções ruins como o macaco do lado do banco do motorista e os tecidos horríveis dos bancos (até um Gol CL 1989 tem forrações de banco superiores às de boa parte dos carros atuais, mesmo aqueles que não sejam tão basicões).

    Outro problema está fora da Toyota. Um HB20 poderia sossegadamente ser vendido na Europa com pequenas mudanças e teria mais vantagens que o i20 de lá (fala-se que o próximo i20 será inspirado no HB20, isso se não for o próprio). Um Etios não, pois mesmo Logan e Sandero de lá melhoraram muito nas novas gerações. Talvez um Yaris de última geração pudesse ser fabricado e vendido aqui a preços como os do HB20. Se a Toyota cortou R$ 6 mil em relação aos preços previstos originalmente justamente por causa do HB20, seria possível que pudesse praticar preços inteiros se o carro fosse outro.
    Somando-se o Onix, ficou mais difícil ainda para a Toyota, ainda mais que o Chevrolet passa a impressão de que poderia acabar com o Sonic se os motores fossem os mesmos dele. O beneficiado com isso acaba sendo o consumidor, que recebe Etios a preços praticamente de Celta, Uno e Gol, mas leva para casa um carro bem melhor que estes. Mas é um Etios e o fato de ser um bom projeto em seu geral com execução sofrível está cobrando seu preço.

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  35. Respostas
    1. obat tradisional kanker payudara,

      São legais os teus "nicknames", hehehe...

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  36. Rafael Ribeiro21/12/12 00:03

    Já dizia o poeta: "As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental". Design hoje tem importância fundamental para (quase) tudo. Ainda mais num país como o Brasil, onde a estética é supervalorizada. Os números estão apenas comprovando isso.

    O que me pergunto é: Cabeças já rolaram na Toyota? Não é possível que quem projetou e quem aprovou esse painel escapem ilesos...

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  37. Alexandre - BH -21/12/12 02:36

    Verdade seja dita: A Toyota superestimou sua etiqueta de grife e subestimou o consumidor brasileiro, mesmo sendo este sabidamente imaturo. Robustez e confiabilidade não são atributos suficientes para se vender carro no Brasil. A Lada que o diga. A lição para os japoneses é: O Brasil não é extensão da Índia.

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  38. Podia ter caprichado mais no primeiro carro mais acessível da marca. Mico do ano, com ou sem Latin NCAP.

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  39. Design é algo que faz um carro vender, porém acho que é subjetivo.

    Eu não pretendo trocar de carro nos próximos anos, mas compraria um Etios sem problema algum. Design a parte, segundo os relatos lidos aqui e em outros sites, este carro parece ter a parte mecânica muito bem acertada (o que acho que é um lugar comum para todo Toyota), transmissão com relações longas, seguro, silencioso e parece ter boa ergonomia.

    Creio que a única coisa que eles poderiam mudar é aquele painel no centro. Nada que não se possa acostumar, mas somente seria melhor se os mostradores estivem no seu lugar padrão, sem firulas. O que iria permitir, por exemplo, que os difusores "centrais" fossem realmente para o centro do painel.

    A impressão que tenho é a Toyota preferiu investir o orçamento do projeto mais focada na parte mecânica que na aparência, o que é mais correto no meu ponto de vista. Afinal, carro é para dirigir, não para se exibir por ai.

    Talvez no próximo facelift, veremos um Etios com interior aprimorado.

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  40. O visual externo é bem ruim, mas essa não é a pior parte. As coisas ficam realmente complicadas quando se chega ao interior do carro: acabamento péssimo, que passa uma grande impressão de fragilidade; painel simplesmente ridículo, provavelmente um dos piores já vistos nos últimos tempos; ausência de equipamentos básicos, como controles elétricos dos espelhos e ajuste de altura do banco do motorista; isolamento acústico horrível etc. Tem seus pontos positivos, como a parte mecânica e as boas notas no teste de impacto, mas isso não é suficiente para justificar seu alto preço, sobretudo quando comparado aos concorrentes HB20 e Onix. O Etios precisa urgentemente de uma reestilização profunda ou vai se tornar mico. Na verdade, pode ser que já tenha se tornado isso, considerando-se a verdadeira surra que tem levado no mercado.

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  41. O Toyota Etios deixou claro que:
    - O brasileiro valoriza demais o Design. O fato do HB20 ou Onix PARECEREM produtos superiores fazem com que sejam prediletos.
    - O brasileiro está pouco se lixando para motores. Nas versões básicas, o 1.3 do Etios é superior ao 1.0 do HB20 e bem superior ao SPE/4 1.0 do Onix.
    - O brasileiro está pouco se lixando para segurança: O Etios é comprovadamente bom em crash tests. O HB20 e Onix são uma incognita. Isso não abala em absolutamente nada a venda destes dois.

    Logo percebemos que, a baixa qualidade dos nossos carros em alguns quesitos não é culpa do governo e sim do mercado.

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    1. Pensei que era o único a gostar da boa vantagem do 1.3 do Etios em relação aos concorrentes em preço que são todos 1.0. Esta vantagem é para mim realmente o maior peso na balança, afinal se é pra dar para a patroa um carro para substituir o valente Celtinha dela, tem que ser alguma coisa pelo menos com a mesma disposição e economia de combustível (o Etios supera o Celta em ambos). Adicionando ainda ao mesmo tempo as 4 estrelas do LNCAP, ar condicionado, Airbags, ABS e até um porta-luvas refrigerado, pela razão em vez da emoção é uma boa escolha. Quem sabe não consigo adaptar nele um painel de mostradores de Yaris (que é central mas pelo menos não parece uma balança Filizola...)? Hehe

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    2. A maioria das revistas e jornais já fizeram a "lavagem cerebral" e as pessoas já estão com ojeriza do Etios pelo desing e acabamento, porém não observam que apesar da aparência "pobre", o Toyota é mestre em investir em acertos que não vemos, como calibração do motor, suspensão, ergonomia, ou seja, mesmo com grande quilometragem, o automóvel não apresentará grilos, barulhos, rangidos de plástico, etc...manterá sempre a característica silenciosa de carro novo...talvez somente o tempo irá mostrar essas qualidades aos consumidores através da propaganda boca a boca...

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  42. Receita do fracasso : Carro Pobre, Feio e Caro.

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  43. Não entendi onde entra um carro consagrado como o Monza com este carro estranho para não falar outra coisa do Etios ,comparar um carro com painel (ou sei la ,deveria chamar outro nome )que mais lembra os carros esquisitos dos desenhos dos Jetsons, e que nem tem pintura no compartimento do motor com o Monza ,mas no restante do texto faz sentido o que diz.

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    1. A ideia não é comparar o Monza ao Etios, mas sim falar de correções de rumo de sucesso no passado. A correção que o Monza sofreu foi indubitavelmente benéfica, a ponto de que hoje quando se fala em Monza, ninguém lembra do primeiro modelo, mas sim do belo sedã médio que ele foi.

      O Monza foi lançado hatch, com um fraco motor de 1,6 litro e 72 cv e com um interior simplório em 1982. No ano seguinte vieram o motor 1,8 litro e a carroceria 3 volumes (sedã). Em 1985, o interior sofreu uma forte reformulação, dando-lhe o requinte que faltava para ocupar o lugar de sedã médio de luxo, que o consagrou.

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    2. Farjoun, que eu me lembre, fora o motor fraco comum aos dois, apenas da versão standard poderia se dizer que tinha interior simplório. O SL/E era bem caprichado, com carpetes grossos, bancos de veludo, um belo interior marrom monocromático, e luzes de cortesia nas bases das portas, entre outras coisas. Verdade que o quadro de instrumentos devia um conta-giros, que veio depois, mas em termos do acabamento em si, acho que não era fraco, não. E não sei o resto do pessoal, mas considero o hatch muito bonito, mais até agora, que é bem mais raro encontrar um em bom estado, que o sedã.

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    3. Mr Car, tudo tem que ser olhado dentro de um contexto. Del Rey e Santana tinham acabamentos melhores que os do Monza. Quem olhava os dois em suas versões topo de linha e depois olhava o Monza SL/E, achava este último pobre na comparação. Em abril de 1985 a GM respondeu e melhorou bastante o Monza por dentro, deixando-o à altura dos rivais.

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  44. Speester
    Não pintar o compartimento do motor da cor da carroceria é uma decisão de baixar custo ridícula, apontei isso no teste do Etios no post do lançamento. Mas a Toyota não está sozinha nisso, a Ford e até a BMW também adotam esse esquema totalmente condenável.

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    1. Que mal há? Não torna o carro mais feio ou pior. Para o proprietário não muda absolutamente NADA.
      Se salva um troco extra para os fabricantes, ótimo.

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    2. Bob, você que já esteve na indústria, tem idéia de quantos reais representa por carro, essa economia da pintura? Certamente vai além do custo da tinta em si (que deve ser coisa de centavos), imagino no custo hora-máquina, hora-homem, e redução da velocidade da linha de produção... Mas mesmo assim parece um custo relativamente baixo, não?

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    3. Inside out
      Não tenho idéia de quanto, mas aposto todas as fichas que é um custo absolutamente desprezível e não interfere no ritmo de produção. E, mais, é um custo que ninguém se oporia a pagar para ter um visual decente no compartimento do motor.

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    4. O que deu uma impressão ruim, para mim nem foi tanto as partes sem pintura no compartimento do motor, mas sim as partes "parcialmente pintadas", que dão uma impressão de relaxo. Se for para não pintar, que coloquem então alguma coisa para mascarar as partes que não vão ser pintadas.

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  45. Este comentário foi removido pelo autor.

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  46. Na boa, peguei um Logan 1.6 completo, paguei 38k; painel 2din com bluetooth, comandos no volante, computador de bordo, rodas 15, super espaçoso e confortável, garantia de 3 anos ou 100 mil km, muito econômico... o que eu compraria com 38k com essa lista, pensando num sedan família? é feio sim, mas pára: o Etios conseguiu, na minhã opinião, ir muito além na feiura! Comparem o painel do Logan atual e do Etios... dá até dó do Toyota! Este painel central é no mínimo ridículo...

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    1. O NVH da Toyota é imbatível...daqui a alguns quilometros seu ouvido vai sentir a diferença...

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  47. Não consigo achar o Etios feio: vi um verde metálico passando e até gostei, mesmo não gostando muito dessa cor. Não entendo esse fuzuê em torno do HB20 (na verdade não me atrai essa linha de design da Hyundai, tanto que os únicos carros que teria desse fabricante são o I30 e o Tucson) e do Ônix. Que o painel demanda um reposicionamento, com melhor ergonomia, isso é verdade, mas externamente é bem resolvido.

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  48. Sim, Wagner, eu mesmo gostei muito do azul metálico. Que cor! A ford tem algo parecido no Fiesta (o novo) e a Chevrolet, no Sonic. Um viva à diversidade de cores, que vem voltando às ofertas nacionais.

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  49. Procurem "Etios Show Car" mostrado no Salão do Automóvel; ele mostra que a marca já está trabalhando num facelift.

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    1. Esse Etios Show Car nada tem de mais. É o mesmíssimo carro que estava no showroom itinerante do lançamento do modelo, em vários shoppings do País.

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  50. O Etios é tão bonito que a maioria das pessoas o consideram feio.O painel é tão avançado que o público pensam ser esquisito. A mecânica é tão superior a concorrência que distingue um carro tão pouco prendado na opinião dos leigos.A marca Toyota é tão considerada que pode fazer algo tão estranho e tentar vendê-lo a preços superiores ao seus semelhantes (em tamanho pois em qualidade não há discussão.Será a soberba?

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    1. Considero-me um cliente exigente ao comprar um automóvel. Óbvio, sou autoentusiasta e cada decisão de compra é extensivamente analisada. Fiz test-drive no Etios e achei o carro positivo (salvo o lamentável painel de instrumentos). Especialmente como segundo carro de economia (já tenho meu carro grande e confortável para viajar), e mesmo assim poderia encarar uma viagem ocasional com valentia. No meu caso, como já citei acima, seria um substituto a um Celta. Certamente não sou o único a pensar em sair de um segundo carro de base como Celta, Mille, etc. e encontrar no Etios uma boa opção...

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  51. Lauro Agrizzi
    Apenas o painel é feio e nada prático, o resto é birra gratuita, desculpe. O carro não tem absolutamente nada de errado.

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    1. É, o Etios é um sonho de consumo mesmo, não tem nada de errado

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    2. Sei que estou repetindo o que se falou acima, mas é impressionante este erro de avaliação de mercado. E logo da Toyota. O que deu nos japorongas ?

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    3. O Corolla também é muito feio - certamente que é um feio bem menos ousado - mas vende por outras qualidades. E talvez por atingir uma faixa de público que seja bem menos exigente em termos de design. Ou, um público mais "maduro" em relação à relação função versus forma.
      Na minha humilde opinião ainda está para nascer algum Toyota bonito (apesar de ser um conceito relativo), talvez o Paseo fosse algo simpático, mas nesse aspecto as outras marcas japonesas costumam ser mais bem sucedidas.

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    4. Ao Anônimo 22/12/12 11:04:

      Eu acho o Supra bonito, aquele modelo final. O último Celica também era interessante. O Corolla não é exatamente feio... talvez conservador demais. Mas tem um interior bom, painel no lugar certo, não passa aquela impressão de extrema pobreza e fragilidade do Etios. Penso que se a Toyota não reestilizar logo o Etios, será muito difícil alcançar um número expressivo de vendas e se aproximar de HB20 e Onix. A propaganda na TV já mudou, agora aparecem atores falando das qualidades do carro, de uma forma bem direta. Parece-me que a Toyota já se deu conta do tamanho do problema... mas não são os anúncios que devem mudar e sim o produto, que na versão atual foi claramente rejeitado pelo mercado.

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    5. Nem precisaria refazer todo o painel. Só substituindo o cluster de instrumentos a ponteiro por um digital com números grandes à la Citroen, já resolveria, mesmo continuando no meio.

      E além disso, claro, melhorar um pouco os preços.

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    6. Por que batem tanto no painel...oCintroen Picasso tem painel central e a imprensa nunca falou mal dele...

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  52. Essa linha "popular" da Toyota pede mudanças de estilo urgentes. São verdadeiros "sapatos" para venda.

    Os Etios são como o Symbol da Renault: não vendem nem com reza forte.

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  53. A Toyota da Índia parece que já se arrependeu, olhem esta notícia da Car and Driver:
    http://caranddriverbrasil.uol.com.br/noticias/fabricantes/na-india-toyota-etios-muda-em-2013/3764

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    1. Ou seja, se nem na Índia o Etios agradou, como a Toyota esperava que ele fossse um sucesso por aqui?

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  54. Corsário Viajante23/12/12 15:36

    Painel horrível, o resto pode-se discutir, mas o painel é tão ruim que queimou o carro inteiro.
    Eu até aceitaria um carro mal desenhado como o Etios por fora e acabamento porco, pobre e ruim se fosse robusto e bom de dinâmica como parece que ele é, pois prefiro andar com o carro a ficar olhando ele de fora. Mas "andar com o carro" pressupõe usar um painel, e o Etios não permite isso.
    E sinceramente, o tipo de consumidor que não usa o painel não está nem aí para o comportamento, prefere as belezuras da concorrência.

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  55. Excelente post e ótimos comentários. Todos bastante consistentes.
    O assunto me fez pensar que o que mais vale no nosso mercado é a fama.
    Motor fraco matou muitos modelos ou pelo menos versões, mas os 1.0 já foram motivos de orgulho, a ponto de muitos proprietários de Gol 1.6 substituírem a indicação pela do "1000". O Uno quando lançado foi taxado de horrivel, depois pouco se falava nisso(apesar de continuar horrível).
    Mantenho um Gol 1300 na garagem e no uso urbano o motor se mostra muito adequado, na minha opinião melhor que muitos 1.6 da época e superior a todos os 1.0 atuais. Arranca e retoma muito bem, tem resposta imediada ao acelerador, não vibra como o 1.6 a ar que o substituiu, além de girar muito mais alto(os cabeçotes são verdadeiras jóias ao estilo Porsche). Mas, o mercado queria o AP e a fama deste matou o melhor motor VW a ar que já existiu.

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  56. Se a VWB retomasse a produção de Fusca, teria comprador !

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  57. Anônimo 24/12/12 18:30
    Concordo, mas teria que ser o modelo alemão 1303, que não tivemos aqui. Entre outros detalhes, tinha o pára-brisa bem mais afastado do motorista, uma questão de segurança numa batida, e as suspensões dianteira e traseira eram bem mais evoluídas, que lhe conferiam um comportamento em curvas exemplar. O problema é que este Fusca seria bem mais caro, estimo hoje na faixa 45~50 mil reais.

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    1. Prefiro a carroceria do nosso mesmo, com o parabrisas menor. Não me preocupo com a questão da batida, já que carro não foi feito para bater.

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  58. Bob,

    Outro problema para ser resolvido numa reedição do Fusca seria o motor, na Kombi precisou ser substituído. Parece-me que por conta da restrição de emissões imposta.
    O Fusca atual não tem muito a ver com o carro da era Porsche. O 1303 sim, acho mantém a essência.

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  59. Alexandre Couto03/01/13 22:11

    Ontem fui ver 3 carros: Etios Sedan XLS 1.5, Cobalt LTZ 1.8 Aut. e Spin LTZ 7S 1.8 aut. e minhas impressões de leigo foram as seguintes:

    SPIN: sentei na direção tentei afastar o banco e vi que já estava com o assento afastado ao máximo, reclinei o encosto para tentar me acomodar um pouco melhor, levantei e sentei no banco traseiro atrás do motorista... FAIL: parece que eu estava entrando num gol bolinha de tão apertado que ficou. Projeto maluco, carro grande e apertado. Nem tive coragem de fazer o test drive, tenho 1.85m então não rola dirigir desconfortável e nem deixar quem está atrás desconfortável. Já viajei de Meriva com 4 pessoas grandes e posso dizer que a acomodação do condutor e passageiros na Meriva é infinitamente melhor do que na Spin.

    COBALT: Muuiittoo mais espaçoso e confortável do que a Spin, tanto para motorista quanto para passageiros. Fiz os mesmos ajustes e testes nos bancos e sentei tranquilo no banco de trás. Test drive sem surpresas, conforto de carro GM corresponde com a categoria, macio, bom Câmbio automático, porta-malas gigante.

    Vamos então ao Tópico desse Post: ETIOS.

    ETIOS - Fiz o mesmo teste dos bancos, ajustei o assento p/ dirigir e depois passei p/ o banco de trás atrás do motorista: Fiquei impressionado, pois foi a melhor acomodação desses três, tanto para dirigir quanto p/ viajar atrás do motorista. Pernas e cabeça livres e o joelho nem encostava no banco da frente. Porta malas gigante (562L, 1L menor que o Cobalt). É a melhor divisão de espaço que vi em vários carros que andei (1ª fileira, 2ª fileira, porta-malas). O motor esperto (para 1.5), carro leve, suspensão silenciosa, freio excelente, direção macia, retomadas boas p/ o motor 1.5. Olhando o carro parece frágil como um Prisma (Celta e Prisma parecem que não têm lataria, mas sim que são de papelão). O acabamento interno do Etios também parece frágil, o painel é medonho e nada funcional, o porta-luvas é mal-resolvido (grande e refrigerado, mas é desajeitado e a tampa abre pouco). Apesar de tudo isso, rodando nesse Etios me senti mais seguro do que no Cobalt. O Etios me pareceu bem mais robusto do que a aparência me fez pensar antes de andar nele. Questionei então o vendedor sobre a mecânica e ele disse que a suspensão e o freio têm o mesmo projeto e mesma concepção do Corolla (mantendo-se as proporções), então imagino que deve ser por isso que transmitiu uma sensação de estabilidade, robustez e segurança. Entendo que é um carro popular da Toyota baseado na experiência de sucesso do Corolla e ponto final. O Corolla é um ‘popularzão’ de sucesso mundial. Mas o Etios não é um Corolla, é um Etios. A Toyota vai ter que melhorar p/ conseguir fabricar e vender no Brasil os 70 ou 100 mil carros anuais que a fábrica de Sorocaba comporta. Se não vai micar, os números indicam que vai micar. Falando em mico, a localização do macaco não é problema,convenhamos, é muito raro trocar pneu. Valeu a pena fazer o Test Drive.

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  60. A TOYOTA sabe o que faz e o Etios é muito bonito, não sei porque tanta revolta dos que não entendem nada de carro nem de política culpando as montadoras pelo preço dos veículos. Os carros aqui no Brasil são caros porque o imposto do governo é colossal em comparação a outros países. A TOYOTA tem tanta tecnologia que muitos ignorantes não sabem. Um exemplo é o PRIUS é o carro híbrido inventado pela TOYOTA e copiado por muitas montadoras europeus e americanos. O conceito híbrido já existia mas não era nada do que a TOYOTA fez para o mundo economizar combustível e poluir menos. E voltando ao Etios ele é um carro popular para cumprir o seu papel não é luxo como muitos esperavam e pode ter certeza que esse carro é muito superior do que qualquer outro de sua categoria principalmente o carro koreano que não sabe fazer nada se não copiar os japoneses.

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    1. Caro senhor o alto preco dos veiculos no Brasil nao se deve exclusivamente a questao dos impostos conforme voce pensa. Varios estudos comprovam que as montadoras brasileiras trabalham com as maiores margens de lucro do mundo visto que o consumidor brasileiro aceita passivamente esse estado de coisas. O Etios sim e caro levando em conta o que oferece e hoje as pessoas estao percebendo que nao basta um simbolo como o da Toyota para vender cobrando o que a montadora bem entende dos brasileiros incautos. O conceito de carro hibrido ja era bem conhecido nao sendo exclusividade da Toyota ,ela apenas viabilizou a comercializacao em grande escala desse tipo de carro. Quanto a mecanica do Etios concordo que ela e boa e confiavel . E so fazer alguns ajustes no projeto do carro, reposicionar o preco mais de acordo com o que ele oferece e os bons resultados aparecerao.

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  61. Estou na tarefa de pesquisar todos os carros na faixa de 20 a 35 mil, isso mesmo, são muitos carros. Eu fiz uma planilha contendo dados técnicos, opcionais e preços praticados pelas concecionárias. Escolher um carro é muito complicado hoje em dia, justamente pela gama enorme de carros que você pode escolher. No valor que delimitei há a opção de ter um 1.6 inclusive, mas pelado. Bom, retirei da lista carros importados ou carros chineses (um pouco de preconceito devido que são marcas muito novas).
    Pesquisei todas as opções, e fiz test drive em quase todas as opções.
    O que pude concluir, foi um fator que poucos dão atenção mas faz diferença na hora da escolher. Por exemplo, você necessita de um carro para uma viagem de final de ano. Se for o HB20, a concessionária dá até 90 dias de espera, isso implica que você tenha pedir o carro muito antes da viagem, com o risco de pagar mais caro. Pois o valor que você pagará não será o valor quando foi efetuada a compra e sim o valor quando o carro sair da fábrica. Mesmo caso para o Onix, que a espera é de 60 dias. Com esse volume de procura, vai tentar negociar algum mimo na hora da compra para ver se consegue...Também não vai conseguir.
    Concordo quando alguém fala, brasileiro compra pela emoção, não pela razão. Se você for pela razão, você colocará tudo na ponta do lapis: consumo, seguro, ipva, dpvat, emplacamento, peças, preços de revisão, melhor aceleração (para ultrapassagens), melhor frenagem, melhor segurança (que oferece HSD, melhor teste de colisão) e conforto ao dirigir, assim como aos passageiros. Se você leva tudo isso em consideração, mesmo na faixa que coloquei anteriormente, as opções diminuem drasticamente.
    Incrivelmente, com esses pontos que citei, HB20 sai da lista (pq a versão que tem ABS o preço fica na casa dos 38 mil), Sandero sai da lista (mesma razão do HB20), Logan sai da lista (mesma razão do HB20), March sai da lista (pq não tem ABS opcional). Fica na lista Novo Uno 1.4, Novo Palio 1.4, Siena 1.4, Gol 1.0, Fox 1.0(mas os opcionais tem que diminuir para entrar na faixa que delimitei), Onix, Fiesta 1.0 (sedan e Hatch) e o Etios.
    Se for analisar esta lista, os carros da fiat 1.4 não são potentes e não são tão econômicos, o que compromete o quesito aceleração. Os VW, mesmo motivo da fiat, mas com um agravante pior: são 1.0. O Onix, mesmo motivo dos VW. Ford também. O único que contempla tudo que citei, se for comprar por razão seria o Etios. Eu sei que ele é 8/80, ou você odeia ou você ama ele. Tenho amigo que comprou o hatch top de linha e ele não se arrependeu da compra, e olha que perguntei se compensou, pq com o dinheiro que ele investiu tinha opções melhores, e ele respondeu que compensa, devido ao conforto de dirigir. Não estou defendendo o Toyota, pq há um quesito que ninguém pode prever: Revenda. Ninguém tem bola de cristal para saber como vai ser o mercado de revenda para os novos carros que chegaram. Dá para ter uma noção, talvez a desvalorização do Etios seja maior que o HB20 e Onix, por causa do fator compra por emoção. Mas também não é fator que deve pesar na escolha da compra.

    Bom para concluir, coloco dois pontos de interrogação: Um carro serve para? Qual é melhor um carro que ofereça segurança ou um carro bonito?

    Respondendo: se tiver os dois é melhor, mas nenhuma opção oferece os dois por um preço acessível.

    ps: fiquei imaginando se tivesse no br o mitsubishi mirage, faz 26/litro de gasolina e custa 24 mil no Jp

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    1. Marlon Autor14/02/13 16:55

      Tô lendo todos os posts possíveis, de todos os sites imagináveis em busca de informações sobre esses hatchs lançados e aqui comentados. O ET!OS parece uma boa opção quando se trata de segurança e máquina em si. Mas o que destrói mesmo é o seu painel e sua simplicidade exagerada.

      Não aguento esperar pelo prazo do HB20 que a concessionária me disse: de 90 a 120 dias. Tá louco???? Até lá já pirei de tanta ansiedade.

      Quanto ao ONIX, muitos falam que ele é beberrão demais, apesar de muuuiito lindo por dentro e bacana por fora. Tanto nele como no HB20 o que me interessa é o fato de ter ABS com EBD e Airbags.

      Fui ver o Logan e o Clio Expression... São mais em conta e econômicos, mas... não tem ABS nem Airgbags.

      De Gol, Palio e Uno minha cidade já está cheia. Não quero ser mais um.

      Sinceramente.... Não consigo tirar minha duvida. Não sei o que comprar.... TÁ DIFÍCIL!!!!

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  62. Este carro é horroroso, não adianta andar bem e etc, tem que ter uma boa aparência, tem que chamar a atenção por onde passa, esse carro é mt feioo, painel ridículo! e mt caro! Prefiro o Onix mesmo

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  63. Olha, de inicio eu achei que o Etios ia patinar de fato. Mas a medida que o tempo passou, é fato que surgiram diversas boas avaliações que podem dar outro rumo a essa estória. O carro sem dúvida é robusto e confiável.

    Enfim, é Toyota Bino, espera para ver, que Etios pode até ser simples e ter um painel esquisitão, mas ainda é Toyota. É Toyota Binoooo! kkk

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  64. Tenho um Etios e só posso dizer que, fiz o test drive no Ônix, HB20 e March e esses 3 deixaram muito a desejar no desempenho. No final custo x benefício o melhor foi o Etios.

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  65. uma boa maneira de salvá-lo seria transformá-lo num mini Prius abrasileirado:

    um híbrido um motor à etanol puro, com a maior taxa de compressão possível para esse combustível, associado a um motor elétrico Synergy Drive semelhante ao do Prius.

    Poderia até ser um etanol puro de 1.0 litro, dado que o motor elétrico roda sozinho nos primeiros quilômetros e depois atua em conjunto em rodagem normal.

    Se fizessem um bom preço a nível de carro híbrido, e conseguissem uma sinergia entre os motores, a ponto de proporcionar um consumo de etanol da ordem 25 km/l ou mais, seria uma salvação tanto para o Etios como para o própria reputação do etanol como combustível.

    A Toyota poderia aproveitar as novas políticas do Inovar-Auto que visam incentivando a motorização híbrida e o etanol, e se associar à força política dos usineiros, que sempre são ouvidos pelo governo.

    Com um carro híbrido que fizesse 25 km/l ou mais no etanol, daria até para aturar o velocimetro com jeitão de balança de farmácia no meio do painel.

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  66. Quem fala em transformá-lo é pq tem interesse em comprar.. senão, apenas compre um GM, Ford, Hyundai... etc.

    Se vc for ver no "reclame aqui" e ver o conteúdo dos problemas, com certeza vou de ETIOS pois é um projeto mais seguro, confiável e barato!

    Querem comparar mercado Brasil com o dos EUA ou Europa, então comece a ter consciência de Norte Americanos e Europeus, votando com cabeça e não por farra!!

    Brasileiro é um povo medilcre que só vê justiça na hora de criticar, na hora de fazer algo que é simples mas de total responsabilidade dos mesmos, simplesmente nem sabem o nome dos políticos nos quais votou...

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