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3 de dezembro de 2012

SORVETE DE GRAXA

Fotos: autor

"Aquele terreno cheio de carros velhos no meio da neve parecia a entrada do Paraíso"


Este post marca a chegada – uma grande chegada! – de mais um nome ao time do AUTOentusiastas: Josias Silveira. Ele é, sem nenhuma dúvida, um dos expoentes da imprensa automobilistica brasileira. Muitos leitores conhecem o trabalho dele comandando as revistas Duas Rodas e Oficina Mecânica, editadas a partir de 1974 e 1987, respectivamente, com quem, nesta última, tive o prazer de trabalhar (e aprender) de 1988 a 1992. Mais do que jornalista, porém, o Josias é o próprio autoentusiasta, em toda sua essência. Convidá-lo foi sugestão de um leitor, o Leister, depois que leu o post sobre o novo Clio, no qual conto a viagem de volta do Rio com o Josias e a Ana Flávia Furlan. Depois de falar no dia seguinte com ele, nos encontramos no evento da apresentação do Fusca à imprensa no dia 28 último, quando finalmente acertamos o ingresso dele no nosso time.
A estréia do Josias é com a reportagem/conto "Sorvete de Graxa", inédita na internet, bem como as fotos, que acabou dando origem ao livro homônimo, da Editora Europa (www.europanet.com.br), escrito pelo Josias. É uma história deliciosa, que tem a cara dele, e tenho certeza de que os leitores a apreciarão, bem como as outras que virão.
Bem-vindo ao AUTOentusiastas, amigo Josias!

Bob Sharp e a equipe de editores

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Sorvete de Graxa

Por Josias Silveira


O livro de autoria do Josias
Aquele terreno cheio de carros velhos no meio da neve parecia a entrada do Paraíso. Coisa de maluco. Ou de maluco por carros velhos. Apesar de gastar boa parte do meu tempo testando e analisando automóveis novinhos – quase sempre antes do lançamento – adoro um caco velho. Automóvel novo parece eletrodoméstico, e no Brasil tem sempre das mesmas cores (entre o prata e o preto) iguais ao do vizinho, prontos para serem perdidos no estacionamento do shopping... 

Já um carrinho bem usado tem personalidade, tem vontade própria, você precisa negociar e conversar com ele para ir longe. É único. Um monte de emoção aprisionado em peças velhas, esforçadas para continuar na luta. Ou na estrada.

Por isso, aquele dia cheio de neve no norte dos Estados Unidos tinha tudo para render bons momentos de graxa e felicidade. E meu velho Subaru, lá no Brasil, ia ganhar vida nova com as peças velhas catadas no estado de Michigan, em pleno rigor do inverno.

Tudo começou uns poucos dias antes de embarcar para o Salão de Detroit. Comprei um Subaru Impreza, uma wagon com motor 1,8 e tração 4x4, depois de um namoro de uns vinte anos, uma história que começou exatamente nos Estados Unidos. Mas o Subarão (já que na minha vida também existe um Subarinho, um Vivio de apenas 660 cm³, ou 0,66 litro), saiu da fábrica em 1994. Apesar do bom estado, perdeu algumas peças pela vida e alguns componentes desgastados atrapalhavam um funcionamento realmente legal. A injeção pedia novos bicos, a bobina às vezes soltava faísca para o lugar errado...

Tentei mudar a passagem de volta de Detroit para procurar peças com mais calma. Alta temporada, não deu para alterar a data. Iam sobrar umas 15 horas livres antes de embarcar de volta.

Existem peças novas no Brasil, mas seu custo não combina com um carrinho que vale pouco. Peças “paralelas” ou usadas são encontradas na internet, mas também são difíceis e caras. E os injetores funcionaram a vida toda com nossa “alcolina”, a mistura nem sempre saudável vendida aqui como “combustível ecológico”. Ou seja, injetores usados no Brasil estariam em pior estado que os meus, que “gotejavam”, pingando gasolina fora de hora. 

O motor boxer quatro-cilindros “queimava preto”, gastando muita gasolina e rendendo mal. Era um problema já crônico, que o dono anterior não conseguiu resolver. Tanto que até tirou o catalisador, que deve ter entupido de tanta fumaceira.

Com pouco tempo disponível depois do Salão de Detroit, o jeito era apelar para os santos. Ou para a família. Quis a Providência Divina que meu primo, Itiberê, morasse a apenas 60 km de Detroit, em Ann Arbor. Logo após o último jantar oficial do Salão, ele me pegou no hotel. No outro dia, às 16 horas, tinha de estar no aeroporto. Dormi na casa dele, sob a guarda e as lambidas do Gordo, um simpático e “feroz” bulldog (bravo só com quem ele não vai com a cara).

Mesmo gastando parte da madrugada atualizando fofocas familiares, levantamos cedo. Itiberê dispara: 

— Revenda ou ferro-velho?

Como boa parte da família, ele também tem ferrugem no sangue. Claro que a resposta foi “ferro-velho”. E lá fomos nós para Ypsilanti, uma cidadezinha vizinha a Ann Arbor. Lá tem um bom junkyard de carros importados”.

Junkyard, algo como “terreno do lixo”, é como os americanos chamam um ferro-velho. Detalhe: havia nevado a noite toda e temperatura era de uns - 8 ºC.

Mesmo assim, aquele terrenão cheio de carros sem vida parecia uma praia nas Bahamas. Tudo dividido por marcas e uma bela ilha cheia de Subaru, com pelo menos duas Impreza, irmãs da minha que estava a mais de 8.000 km de distância.

Eles retiram motor e câmbio, que vai para um grande galpão, e o restante do carro fica montado, esperando freguês para que as peças de carroceria sejam retiradas.

A Subaru SW 2,2 cor de vinho que deu o spoiler de teto

Um simpático “tio”, o John Lawson, veio ajudar a achar as peças. Os injetores e a bobina estavam dentro do galpão, mas havia um problema: por lá, os Impreza eram quase todos 2,0 ou 2,2. Pouquíssimos 1,8 como a minha. John disse que ia me dar os injetores de um motor 2,0, pois eram os mesmos. Veio também com uma bobina (retirada de um carro bem mais novo, acidentado), além dos bicos, ainda montados nas flautas, com regulador de pressão e uns pedaços de cano de borracha escorrendo gasolina. Saía aquele cheirinho de benzina, de “gasosa da boa”: “Leva tudo. Se não servir, troque as flautas do teu carro também”.

Aí cometi o pecado original, de novo:

— Vamos dar uma olhadinha nas Impreza pra ver se eu preciso de alguma coisa mais.

Ferrou! Precisava de tudo daquela SW 2,2 cor de vinho, um modelo mais esportivo que a minha. A começar por um spoiler no vidro traseiro, raríssimo no Brasil. Queria também uma grade diferente, mais bonita, uma enorme lanterna traseira, a tampa do alojamento do macaco, uma persiana que cobre o porta-malas e mais uma dezena de cacarecos. E lá fomos nós, no meio da neve, ajudar o pobre do John a retirar peças.

— Vou gastar várias horas para desmontar tudo nesta neve.
— A gente ajuda, pois não temos tanto tempo.

Em minutos, já havia pelo menos uma dezena de peças amontoadas na neve. Retirar o spoiler, aquele “boné” do vidro traseiro, foi um capítulo à parte. Mesmo soltando todos os parafusos, a peça não saía, parecia colada. John, do alto de sua experiência de trabalhar no frio, sentenciou:

congelado.

Bastou um soco no meio do spoiler para o gelo se quebrar e ele desgrudar do vidro. Só que aí começou a parte mais difícil. Os suportes eram colados no vidro, com um adesivo japonês, que pode ser classificado, no mínimo, como filha da puta. Não soltava de jeito nenhum. John, de novo: 

— Isso aqui só sai com um soprador de ar quente, bem quente.
— Então vamos tirar a tampa inteira e levar lá para dentro para soprar.
— Só que meu soprador quebrado — diz John.

Toca fazer força, com duas chaves de fenda. O tonto aqui, com umas luvinhas de algodão, logo sentiu os dedos molhados. Meu primo avisa:

— Cara, não brinca com as mãos neste frio. Você pode perder uns dedinhos.
— Não, só molhado.

Em três minutos a água virou gelo e comecei a não sentir meus dedos.

— Vai lá para dentro se esquentar — berraram John e meu primo.

E lá fui eu botar as mãos no aquecedor e conversar com o Silas McCashin, que ficou muito impressionado com o fato de ser verão no Brasil e de meu celular/rádio “conversar” direto com o dele, bastava apertar um botão.

— Podemos conversar de graça, quando você voltar para o Brasil. Assim você me encomenda a peça que quiser e eu entrego para o seu primo.

Mais quente e com as mãos secas, voltei para o pátio, onde John e meu primo ainda brigavam com o primeiro suporte. Com todo aquele frio, a bexiga de meu primo congelou:

— Preciso de um banheiro.
— Vai na cerca mesmo, mais perto — diz John.

Enquanto Itiberê vai amassando neve em direção a cerca, John sentencia:

— Se ele for fazer o número dois, vai congelar a bunda.

Depois de muita briga com primeiro suporte, aconteceu o que John havia previsto: o vidro estourou. Olhamos para o John, com cara de cachorro que mijou no tapete e um ar de interrogação:

— Não se preocupe, pelo menos o outro suporte sai fácil.

Em seguida, o segundo suporte jazia na neve, cheio de cacos de vidro colados. Veio assim mesmo para o Brasil.

Levamos aquele monte de cacarecos para o Silas avaliar lá no barracão aquecido. Atrás dele, uma placa esclarecedora: “Os preços variam de acordo com a atitude do cliente”. Olhou sério para aquela montoeira de componentes e sentenciou:

— Você bem disposto. Vai reconstruir um Subaru no Brasil? Que tal US$ 150? legal pra você?

Estava ótimo. Tudo aquilo custou menos que um único injetor no Brasil.

Claro que o spoiler e a persiana do porta-malas não cabiam nas minhas malas. E lá fui eu para o aeroporto com as peças caindo do carrinho de malas, tentando embarcar como “bagagem de mão”. Em tempos de “alerta vermelho” contra terrorismo, um catador de peças em ferro-velho não tem moleza. Tudo teve de ser despachado como “bagagem extra”. Mais US$ 100. Tudo bem. Bastava olhar para as malas estufadas por outras peças para não reclamar.

Agora só faltava a alfândega em Guarulhos, onde ainda reinava uma portaria proibindo a entrada de peças no Brasil, culpa de um pessoal que andou abusando ao trazer componentes da Argentina para revender aqui. Ao passar pela nossa alfândega, levava o spoiler e a persiana com o cuidado de um pagador de promessas que carrega sua cruz para Aparecida. O fiscal viu as peças, olhou para minha cara:

— Vai embora, Tio. tudo bem.

O suspiro de alívio deve ter ecoado pela Via Dutra. Meu Subaru estava salvo.

Pintei a grade de preto fosco e o spoiler com o azul de minha wagon (o código de cor está na plaqueta de identificação). Coloquei tudo, mais os injetores, que serviram como luva nas flautas originais. A bobina ficou de estepe, já que a velha resolveu criar vergonha e parar de espirrar faíscas para os lados. É sempre assim: basta ter um componente para substituir que a peça velha cria vergonha, com medo de ir para lixo.

Montei todas as peças, dei um passinho para trás para olhar o Subarão com as peças “novas”. Toca o radinho:

— Hi, are you back to Brazil?

Era o Silas, falando lá do norte dos Estados Unidos.

— Sim, voltei e acabei de colocar as peças que trouxe do seu ferro-velho. O carro lindo e o motor, ronronando.
— E o tempo aí, como está? Aqui nevando. De novo.
— Pois é, Silas. Aqui chovendo. De novo.

A dupla do junkyard, John Lawson (de pé) e Silas McCashin

Além das peças, tinha trazido mais um amigo na bagagem, pronto para ajudar a manter meu carro estranho. Afinal, aqui no Brasil, algumas marcas são para trouxas ou para quem gosta muito de carro. Ou como eu, um trouxa que gosta muito de carro.

Esta admiração por (mais) uma marca diferente, que teve final feliz depois de duas décadas, começou exatamente nos Estados Unidos, no início dos anos 1990. Eu nem sabia o que era um Subaru. Depois de fazer uma matéria nos Estados Unidos, resolvi passar uns dias na Califórnia. Cheguei à locadora e o cara me ofereceu uma “barganha”. Adoro barganhas.

— Tenho um Subaru aqui que está meio feinho e esta será a ultima locação dele. Te faço metade do preço do carro que você reservou. Se ele quebrar, me liga que te mando um automóvel zerinho para substituir, sem custo. Mas ele não vai quebrar. E você vai adorar o jeito como ele faz curvas.

Peguei o sedã Impreza 4x4, que tava bem ralado. O vidro do motorista só subia ajudado pelas mãos, amassados em todos os cantos, escape furado, frisos caindo... Aposentadoria de carro de locadora é sempre triste, em qualquer lugar do mundo.

Depois de algumas curvas rápidas, que o carro nem percebeu, parei para olhar o motor, que me intrigava com um balanço e um barulho típicos de Fusca. Embaixo do capô, achei um boxer (quatro cilindros, opostos dois a dois). Era o que o Fusca deveria ter sido, mas nunca foi. Refrigerado a água, comandos nos cabeçotes, com 16 válvulas, mas cheio de força em baixa rotação. 

Rodei quase 2.000 km com aquele Impreza sucata, que nem ameaçou quebrar. Só queria estrada e nem fazia questão de muita gasolina. Era bem econômico e gostoso de dirigir pelo deserto de Mojave, em direção a Nevada, Utah e, claro, Las Vegas.

Voltei para o Brasil intrigado e fui pesquisar. Descobri que era uma marca Premium japonesa e que o slogan não oficial era: “Feito por engenheiros e para engenheiros”.

A Subaru chegou ao Brasil lá por 1993, mas eu já tinha esquecido meu começo de namoro na Califórnia. Mais de 20 anos depois, por pura curiosidade acabei comprando o minicarro da Subaru, o Vivio. Fuçando no carrinho, relembrei o Subarão que rodei nos Estados Unidos e reencontrei o capricho mecânico daqueles japoneses malucos: tudo com suportinhos, fios e tubulações bem diagramadas, um belo acabamento e uma suspensão para 200 km/h num carrinho com motor 0,66 que mal chega aos 130 km/h.

Além do mais, os Subaru são gostosos de dirigir. Não tem nada a ver com alguns outros japoneses, que são todos certinhos, duráveis, mas a sensação ao volante é de “dançar com a irmã”. Não tem graça.

Aí consegui um Subarão para fazer companhia para o Subarinho. E o resto vocês sabem. 

JS

129 comentários:

  1. Sensacional história, seja bem vindo!

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  2. Timaço! Obrigado pelo presente, mestre Bob Sharp.

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    1. Só fera por aqui, nem tem muito o que comentar. Agora a frase "um monte de emoção aprisionado em peças velhas, esforçadas para continuar na luta. Ou na estrada" realmente mostra a definição rigorosa para carro antigo. Sensacional. Bem vindo grande Josias.

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  3. Meu sorriso estava de orelha a orelha enquanto lia o texto.
    Seja bem vindo e obrigado!

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    1. O meu também..
      Texto delicioso!
      Saudamos sua vinda Josias.

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  4. texto emocionante!

    Leonardo Onzi Pastori

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  5. Fantástico relato. Eu também me enquadro na categoria de pessoas trouxas, por gostar de carros.

    Seja bem-vindo, Josias. E parabéns ao leitor autor da idéia de convidá-lo.

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  6. Começou bem, he, he! Algo me diz que vou gostar de ter o Josias Silveira por aqui. Belo reforço para o time "Autoentusiastas"!
    Abraço.

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  7. Senti um prazer a cada palavra que eu lia, Josias, texto magistral, meus parabéns. É uma enorme honra tê-lo no time do AE e que mais matérias como esta apareçam para enriquecer nosso blog.

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  8. Maravilhosa estréia! Texto gostoso de ler, muito legal mesmo!

    Bem-vindo!!

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  9. Bem, faltou uma coisa...

    Cadê a foto do teu Subaru?

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  10. Bela largada! Texto maravilhoso. Com esse cenário de neve e frio, a epopeia e o final feliz, lembra um conto de Natal.

    Vida longa aos junkyards, aos Subarões, ao AE e seus colaboradores!

    Grande abraço

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  11. Excelente post, seja bem-vindo e volte sempre ! =)

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  12. Este blog a cada dia que passa fica melhor ainda. Seja bem vindo!

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  13. Muito bom, Josias! Lembro de um relato seu a bordo de um Fusca conversível em uma viagem para a Bahia, também delicioso. Obrigado por compartilhar seus textos conosco.

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  14. SJ, muito bom. Apenas faltou uma foto do seu carro azul.

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    1. Foi o que pensei. Cadê a foto do Subarão. Eu fiquei curioso.

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  15. As vezes eu penso em comprar carros importados "velhos" pra eu usar nos finais de semana. Subaru Imprenza 1995 até 1997, Subaru Legacy 1995 até 1997, Subaru Outback 1995 até 1997, VW Passat 1999, Toyota Corolla 1997, Toyota Carmy 1997, Nissan Maxima 1997...Quais você recomendaria em termos facilidades de peças e manutenção? Mas é tão difícl mesmo achar peças aqui no Brasil? Quasi os macetes? O preço de seguro de terceiros fica caro? Me falaram que E-bay facilita muito. Aliás, foi uma delícia ler este texto.

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    1. Qualquer carro alemão, compre as peças (originais e paralelas) na www.ecstuning.com. Os caras sao muito bons, muito competentes. E os preços sao imbativeis. Pra outros carros, principalmente americanos, recomendo a www.rockauto.com, que tem tudo de Ford, Chevrolet, Dodge...

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    2. Muito obrigado pela dica Carlos Bragato. Eu sonho com um importado desses "velhinhos". Acho que vou ter coragem de comprar um qualquer dia. Mas não sei nenhum macete de ter um deles. Outro dia vi um Ford Taurus 1996 com um preço muito bom e me deu a maior vontade de ter um.

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  16. Mas um para emocionar os automaniacos.

    Seja bem vindo

    Edu 147

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  17. Bem Vindo Josias Silveira!
    Sendo que sou um saudoso das excelentes Duas Rodas/Oficina Mecanica dos anos 1980 onde, tambem, "conheci" o mestre Bob Sharp.

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  18. E as "pictures", cadê?

    HS

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  19. Sensacional! Mas um grande nome para o time.

    Eu era leitor fanático de todas as revistas nacionas sobre carros e motos, incluindo - evidentemente - a Oficina Mecânica e Duas Rodas, numa época em que eu nem sabia andar de moto ainda.

    Serviu como aprendizado!

    MFF

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  20. Josias,

    seja bem vindo, e lembre-se que já fiz uma propagandinha de seu livro:

    http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/05/sorvete-de-graxa-uma-delicia.html

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  21. Ótimo texto, o time aumenta e nós ganhamos com mais textos fantásticos!

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  22. Bem vindo Josias, com esse texto já entrou com o pé direito! Muito legal!
    Espero muita interatividade tua aqui nos comentários.

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  23. Parabéns, muito bom! Adorei a cola do tipo filha da puta!

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  24. Corsário Viajante03/12/12 14:05

    Bem vindo, e já começou bem!
    É pena que a CAOA no Brasil não leve muito à sério a Subaru, pois também gosto muito da marca.

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  25. Queremos imagens...

    Excelente história.

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  26. Rodrigo Abreu03/12/12 14:16

    Josias, seja bem vindo! Sou teu fã desde Oficina Mecânica, no meio da sisudez das revistas da época, OM e Motor3, das quais tenho vários exemplares, eram entusiastas na sua essência! Conta a estória do seu Mustang 69 na reportagem Camaro X Mustang e do Fusca verde 1200 envenenado!

    Agora só falta o JLV!

    Abraços!

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  27. coloque fotos do seu azul aqui para vermos...

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  28. Gente, que vergonha, não tenho fotos do Subarão azul e nem do Subarinho Racing Green, aquele verde britânico de competição. Vou fazer as fotos e qq hora volto ao assunto. Brigadão pela recepção, mais do que calorosa.

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    1. Muito boa esta estoria Josias. Me lembro quando criança, 10-11 anos, e comprando as DR/OM. Aprendi muita coisa naquelas ótimas matérias e textos. Quanto ao Subarinho tenho muita curiosidade a respeito do mesmo e se puder escrever algo ficarei grato. Por acaso o testou em algum exempar da OM? Obrigado.

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    2. Lá por 1994 ou 95 fizemos uma apresentação do Vivio e do Daihatsu Cuore na Oficina Mecanica. Mas, na epoca não entendemos muito bem a proposta dos carrinhos e foi meio superficial. Qualquer apresento o meu Vivio aqui e como ele sobrevive. Abs

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  29. Bacana sua história! Já senti isso na pele (em bem menor proporção), quando trouxe de Portugal um jogo de esferas para a suspensão do Xantia, queriam saber que tipo de bomba poderiam ser aquelas bolinhas verdes... Foi tenso e ao mesmo tempo engraçado, mas deu tudo certo.

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    1. houve um caso no rj em que um coronel da pm,apos uma explosao ,pagou esse mico.com uma peça do xantia dizendo que era um artefato... alguem sabe a respeito?

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    2. Tá confundindo tudo, isso aí foi o caso Puma-Rio Centro!

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    3. Caso esse que aliás está sendo ressuscitado, com o assassinato do ex-coronel Júlio em Porto Alegre...

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  30. Josias , que beleza de texto, sou seu fã desde a OM. Seja muito bem vindo!

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  31. Aléssio Marinho03/12/12 15:45

    JS,

    Seja bem vindo ao AE!
    Começar com uma história de caça às peças é só pra quem gosta de verdade.
    Lembrei das inúmeras vezes que procurei peças Brasil a fora.
    Cuide bem do 660 (VIVI0) ele merece!
    Parabens!

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  32. Acabei de comprar o livro, não vejo a hora de começar a ler.
    Seja bem vindo Josias, com certeza será um grande prazer te-lo conosco.

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  33. Josias, parabéns. Seja muito bem-vindo.

    Post magnífico.

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  34. Josias, parabéns. Seja muito bem-vindo.

    Post magnífico.

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  35. Rafael Nakazato03/12/12 16:31

    Sou mais um dos que pensam que carro tem alma, personalidade, nascem, crescem, e ficam velhinhos. Cuidar deles é maravilhoso, ainda mais quando se trata desse ou daquele modelo especial, de marca não muito popular que tem aquela coisinha que para você é especial. Aguardo o dia em que terei um.
    Parabéns pelo post e seja bem vindo.

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  36. Josias,

    A leitura foi prazer do começo ao fim. Vai escrever bem assim lá no... AUTOentusiastas.
    Legal!

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  37. Seja bem vindo Josias!
    Adorei o texto! Mas eu sou mto suspeito quando o assunto é Subaru! hahahaha

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  38. Josias,

    Seja muito bem-vindo ao AE!Lembro-me bem de seus textos na Oficina Mecânica, como a vez que você levou um fusca conversível para passear na Bahia, e trouxe um periquito na bagagem!! Grande abraço!
    Rafael Bonamigo

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  39. Também sou um trouxa que gosta de carros! Subaru e Saab, as duas empresas que começam com S e fazem carros para um mundo que não entende carros... A ultima já se foi... uma pena...

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  40. O Excelente Josias Silveira aqui, texto fantástico , outro dia mesmo estava lendo uma revista de performance e um texto excepcional se destacando, fui ver o autor era o Josias, testando SP2 na Alemanha.

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  41. Na época a Oficina Mecânica era minha revista favorita. Bem-vindo!

    McQueen

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  42. Fernando Bessa03/12/12 19:33

    Josias lendo o seu post, vejo você como referência para essa pergunta, a rapaziada está colocando motor de subaru em fusca e derivados, com a sua experiência em subaru você colocariao ej no fusca?
    Abraço, belo post e bem vindo.

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    1. Se bem feita a adaptação, o resultado parece bem legal. Só dei umas voltas no quarteirão com um Fusca com motor Subaru, mas gostei. O maior problema, como na adaptação de AP, é com relação ao radiador e tubulações de agua. Dá muito trabalho mas parece que compensa.

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  43. Josias, sei de uma história que para escrever numa revista você acabou usando um pseudônimo feminino e ensinava a fazer reparos domésticos...bem lá no começo de carreira! Você é inspiração para muitos de nós. Parabéns por ter aceitado o convite para escrever aqui, quem ganha somos nós. Obrigado!

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    1. É verdade, Reynaldo. Eu tinha uma amiga numa revista feminina (a Mais, da Editora Três), lá pelos anos 1970, e ela me arrumou uma boquinha para ensinar a consertar torneiras, descargas vazando, trocar lampadas... complicações técnicas do tipo. Tive de arrumar uma psudônimo feminino e as mulheres adoravam. Eu era a única "garota" que sabia mexer com chave de fenda e alicate. Foi muito divertido. Eu tinha até esquecido este meu lado mais feminino!!!!

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  44. com vc aprendi que existia vida depois da 4 patas. bem vindo!

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  45. Josias parabéns pelo primeiro post !!


    Valeu bob pela lembrança!!!

    Denny valeu também por divulgar o post

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  46. Josias,

    seja muito bem vindo!!! Leio-o há anos.

    Subaru, ainda vou ter o meu. Logo!

    Grande abraço

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  47. Grande aquisição para o AE! Seja bem-vindo!

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  48. Seja muito bem vindo à equipe do AUTOentusiastas! Já li o livro "Sorvete de Graxa", leitura divertidíssima do começo ao fim, recomendo para quem ainda não o leu. Essa história ficou ainda mais legal com as fotos que ilustram o "causo"!

    Grande abraço!

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  49. valeu josias

    Obrigado pela lembrança bob

    E danny valeu pelo post no facebook

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  50. Leister, obrigado por lembrar o Bob de me convidar para o AUTOentusiastas. Eu e o Bob nos vemos quase toda semana e ninguém tinha pensado nisso (mesmo que ele não me convidasse, eu poderia ter me oferecido). Estou me sentindo muito bem em meio a este bando de malucos, e claro que me refiro tbém aos leitores do AE.

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    1. de nada eu aprendi muita coisa de mecanica lendo artigo seu na revista

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  51. Bacana, Josias, tê-lo por aqui. Te "conheço" desde 81, quando ganhei a Duas Rodas com o teste da DT 180. Tinha seis anos de idade. Várias edições dessa revista foram marcantes para mim, como teste daquela Ninja preta quando da reabertura das importações.

    Depois, tornei-me assinante da Oficina Mecanica. Que felicidade quando chegava em casa a nova edição!

    Abraço!

    Lucas CRF

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  52. Em nome dos "Anônimos", eu lhe dou as boas vindas!!!!!!! Rsrsrsrs....


    Excelente texto, leitura prazerosa do começo ao fim!

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  53. Bem vindo, Josias. Claro que já li muita coisa sua, mas dessa vez me tocou mais. Pouco tempo atrás, precisando de um carro mais barato, comprei um Subaru Outback 1998, azul, lindo. Trazendo o carro para São Paulo já fiquei impressionado com o som do motor, a ausência de barulhos e a firmeza de um carro que já tinha 14 anos e 160.000 quilometros no odômetro. Este ano ainda não foi para o Controlar, mas para o ano, tenho que tirar um vazamento nos cabeçotes antes da inspeção. As peças originais, que só a Caoa vende, custam um absurdo, mas já comprei embreagem nos EUA e deu tudo certo, até com invoice de valor menor para não pagar imposto. Depois disso, tendo gostado muito do carro, queimei meu Focus Ghia 2009 completo e comprei um Impreza 2008 mecânico, com garantia até Julho que vem, por R$ 38.000,00, que não é nenhum absurdo para a classe do carro. Acho o Impreza muito bom e apesar de ter saído de linha (hatch 2.0), pretendo depois desse comprar um 2010 ou 2011. Tenho também um fusca 94, e se o Subaru começar a dar muito trabalho posso aproveitar o motor, né? Abs e Boas Vindas.

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  54. Antônimo do anônimo03/12/12 22:46

    Parabéns, Josias! Texto me fez ficar aqui imagianando cena a cena, do início ao fim...
    E por favor, fotos desses subarus... fiquei curiosíssimo com o vivio racing green (Não lembro de ter visto um ainda, até porquê não são carros exatamente comuns... em minha cidade só há um branco circulando...)
    E também dessa SW , que deve estar lindíssima, ainda mais após as novas/velhas peças que recebeu recentemente...
    Abração e mais uma vez meus parabéns!

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  55. Josias bem vindo! Qdo eu era crianca em barbacena e devorava revistas de autos e motos, li um a coluna sobre andar de v8, na oficina mecanica, e me deixou tao impressionado que hoje, tenho um dart fazem 15 anose ainda quando to andando eu lembro de frases celebres escritas por voce! Bem vindo escreva sempre

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  56. Victor Gomes03/12/12 23:03

    Tem tantos comentários já dizendo o que queria escrever, mas não faz mal:
    Gostei MUITO do texto, fiquei curioso em adquirir o livro. Sorri do começo ao fim. Também adoro esses japoneses "velhos" e penso seriamente em trocar meu Accord num Outback ou num Forester, mas como a maioria, fico com medo em relação à manuntenção. Ao menos no caso dos Hondas, eu mexo, conheço gente que mexe, sei onde comprar peças e ainda tem o Hondaclub pra ajudar. Mas um dia eu chego no Subaru!

    Seja muito bem vindo!

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  57. Muito bom esse texto, quem dera fosse fácil assim achar peças aqui no Brasil, ainda mais para carros desse tipo, que realmente são únicos no meio da nossa frota.

    Acho que sou um tanto mais novo que a maioria dos leitores, pois não tive o prazer de desfrutar de qualquer materia sua, a primeira impressão lendo seu texto é de que tu realmente 'da alma' aos seus carros. Manter um Subaru aqui no Brasil é só pra quem tem muita disposição!

    Seja Bem Vindo!!!

    Mendes

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  58. Victor. Obrigado, assim como aos outros, pela boas vindas. O livro Sorvete de Graxa pode ser adquirido pelo site da Editora Europa (www.europanet.com.br). Já qto ao seu medo de não conseguir peças para os Subaru (e outros importados)o jeito é rezar. Reze para Santo eBay que vc encontra de tudo. As vezes a gente paga algum imposto na Alfandega, mas mesmo assim vale a pena. No caso do Subarinho, o "ninho" das peças é o eBay UK, o inglês. Tem de tudo para o Vivio. Já ví motor e cambio TURBO original completo por 300 libras. Deu muita raiva por não poder trazer. Mas, peças pequenas chegam direitinho depois de uns 20 dias.

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  59. Que ótima notícia. E já li tempos atrás Sorvete de Graxa por indicação do AE.

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  60. JOSIAS,
    Espero que voce uma conte a historia para eles do seu Citroem 51 que perdeu
    os freios na serra de Santos com sua avó dentro, ou do Ford que atropelou o guarda rodoviário com a tampa da busina.
    abç primo
    Silinhas.

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  61. As estórias do Josias são sensacionais. Principalmente as que foram passadas no frio no hemisfério norte, já que ele é quase um finlandês ao volante :)
    Josias, não deixe de contar aquele teste dos Volvo que você fez na Finlândia (se bem me lembro) e as derrapagens com o Tiida (Versa nos EUA) que quase te jogaram fora da estrada. Espero sempre te ver no AE!

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  62. Pietro na parada.
    Seguinte prezados comentaristas, pedindo escusas por postar fora da pauta, porém em sequência ao excelente artigo sobre Torque x Potência, onde surgiu
    um questionamento interessante, a partir de um Forum lá citado, ao qual por solicitação me foi passado para opinar, passo para cá por aquele artigo estar
    já com poucas visitas e muito pesado para abrir pelo grande número de comentários.
    Vou dividir em 3 partes para não ficar tão extenso e facilitar o entendimento.
    Eu, por achar interessante, até sugiro ao "patrão" Bob Sharp, ele concordando e achando conveniente, em abrir um artigo na "janela", somente para dar seguimento ao assunto, nesse caso podendo apagar aqui.
    É uma longa discussão sobre cálculos de torque e potencia que já gerou mais de 1.000 comentários lá no Fórumeiros, li apenas alguns poucos.
    Ainda estou aquardando uma complementação sobre um questionamento que fiz, mas já dá para adiantar a leitura e análise do que me foi passado.
    Originalmente está aqui, podem aproveitar para ler o bom artigo sobre Torque x Potência que chamou atenção do pessoal que postula a analise do que segue
    Coloco a seguir as outras duas partes.

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    1. Perdoem, havia esquecido de colocar o link onde a consulta surgiu:

      http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2012/04/torque-ou-potencia-qual-interessa-mais.html?showComment=1354499575653#c8657565162109933210

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  63. Josias,
    É um prazer tê-lo por aqui !!!
    E começou com o pé direito. Texto delicioso de se ler ... parabéns !!
    Bom demais ver mais um dos grandes colaboradores da boa e velha Oficina Mecânica por aqui ... seja bem vindo !!

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  64. Pietro na parada
    2ª parte:

    jjjjjjjjjjjjjj03/12/12 20:03

    GOSTARIA DE UM PARECER DOS SENHORES A RESPEITO DE UMA DISCUSÃO QUE GEROU EM UM FORUM QUE PARTICIPO.

    http://forum-hho.forumeiros.com/t253p375-a-pendenga-torquiana#6550

    UM DOS PARTICIPANTES, COM O NICK DE (ET -HHO EXISTE)

    ELE POSTOU SEUS CÁLCULOS SOBRE TORQUE, E VIROU A MAIOR DISCUSSÃO QUE NÃO CHEGAMOS A LUGAR NENHUM, GOSTARIA DA OPINIÃO DOS SENHORES, SE TEM FUNDAMENTO ESTES CÁLCULOS.

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  65. Pietro na parada
    3ª parte - o motivo da discórdia:


    ET-e-HHO-existe escreveu:
    Jonas e Hugo, se vocês concordam, vê se agora o cálculo da discórdia ganha unanimidade?



    ET-e-HHO-existe escreveu:Bem, a velocidade e a força com que o carro pedala suas rodas tem origem no motor do carro e só não são iguais no motor e na roda, pelas mudanças impostas pelo sistema de transmissão, onde a caixa de marcha tem papel principal, contudo, retirando as perdas no sistema de transmissão, as potências desenvolvidas nos extremos desse sistema são iguais. Vamos, por facilitação, ignorar as perdas no sistema de transmissão, ou entre o motor e a roda.

    O cálculo a seguir se dá após o carro acelerar e estabilizar na velocidade de 120km/h, em 5ª marcha, estrada tediosamente plana e reta, sem ventos e sem mudanças quaisquer na resistência que o carro faz em manter essa velocidade, ficando estipulado que o carro, nessa situação, consumia 30CV do motor. Nesse momento o carona do motorista pensou e fez esse cálculo (o motorista se preocupava em não dormir ao volante).

    La vai o carrinho pedalando suas rodas de 57,52cm de diâmetro, com uma velocidade de 120km/h, a 1107RPM e 19,41 m.kgf de torque, com uma potência de 30CV, medidas feita na roda. O motorista usava a 5° marcha, que fazia o motor trabalhar em 3900RPM, com um torque de 5,51m.kgf, com potência também de 30CV.


    Fazendo uma relação de marchas, se fosse possível usar da 1ª até a 5ª marcha nessa velocidade (120km/h), seria assim:

    Situação no motor:
    1ª marcha – 19.238RPM e 1,117 m.kgf de torque.
    2ª marcha – 10.091RPM e 2,13 m.kgf de torque.
    3ª marcha – 6.489RPM e 3,31 m.kgf de torque.
    4ª marcha – 4.641RPM e 4,63 m.kgf de torque.
    5ª marcha – 3.900RPM e 5,51 m.kgf de torque.

    Situação nas rodas:
    Uma vez que a velocidade do carro não foi alterada, em TODAS AS MARCHAS as rodas estariam sempre com 1.107RPM e 19,41m.kgf.

    É obvio que o carro gastou 30CV para manter a velocidade de 120km/h numa situação especifica, sem alterações, exceto nas marchas. Qualquer mudança na situação as RPMs se manteriam, mas os torques se adequariam as novas exigências, mantendo o proporção, mas modificando e invalidando a conta acima.


    O carro que me baseie para fazer essas contas está no site abaixo.
    http://bestcars.uol.com.br/testes3/fiat-mille-economy-way-3.htm#ficha

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    1. Só posso parabenizar pelo excelente artigo do Josias Silveira desjando um caloroso boas vindas, Espero que não fique só nesse artigo.

      Me chamou atenção essa mensagem do Pietro, ai acima.
      Tenho um Mille, de maneira que, mesmo não lembrando exatamente seus dados quanto a torque e giro, a princípio me pareceram muito extranhos esses valores postados.
      Seria possível saber como foram encontrados Pietro, ou é apenas uma dedução sem compromisso com a realidade dos fatos, já que aparecem giros, primeira e segunda marcha, que mais parecem piada?

      Mas podemos destrinchar da terceira pra frente, tem mistério ai.

      Bruno

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    2. Pietro
      Isso ai é pra rir ou pra chorar?
      O sr. é o próprio que acredita em ET ou te engambelaram como essa coisa louca?

      Bruno
      O sr. viu só mistério? Isso só pode ser campanha difamatória contra o Fiat Mille, não tem como esses números estarem siquer próximos, nem o "melhor" torque que o dito ET calculou e apresentou em 3.900 rotações por minuto tem fundamento que dirá os demais chutes dados.
      Outra coisa, com 19,41 de torque, que pelo que entendi diz ser nas cinco condições e nas rodas, ele não consegue nem dar movimento inicial no carro.
      O Mille e outros carros nessa faixa tem no mínimo 130 de torque na roda, considerando a primeira marcha na lenta para arrancar. Piada de mal gosto.

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    3. Esse "Pietro" dai certamente não é o Pietro, se entendem o que quero dizer. Se fosse, não colocaria esse besteirol todo. Não sei se entendi certo, mas como tem mais dois envolvidos na história com o Extratereste, o Hugo e o Jonas, devo entender que os três patetas querem validar esses cálculos? O Figeiredo já dizia que duas cabeças juntas pensam melhor quando juntas, quando saia a andar a cavalo. Só queria saber qual dos tres ai seria o "cavalo" no enredo. Mas uma coisa é certa, os tres fugiram da escola.

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    4. Anonimo
      Sobre ser ou não ser, que permaneça a dúvida.
      Sobre os tres, pelo pouco que li lá no Forumeiros, não são convergentes, façamos justiça. O Hugo é totalmente divergente e o Jonas ainda está formando opinião. Vá ao forumeiros e confime.
      Sobre os cálculos ainda vou recalcular e dar minha opinião, já a tenho, mas a coisa aqui tá corrida e sem tempo, mas antecipo, um verdadeiro absurdo, nisso você e os demais que opinaram tem razão.
      Assim que me sobrar um tempo volto com os cálculos.
      Estava esperando um retorno sobre o questionamento que fiz, sobre o propósito dessa conta. Já recebi, e pasme, propósito nenhum.
      Volto com tempo.
      Abraço.
      Pietro

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  66. Com todo o respeito mas começo a concordar cada vez mais com o que escreveram por aqui uma vez, blog em que os donos autoentusiastas têm Santana, Celta e Escort desanima. Caramba, o cabra não podia comprar um Impreza em estado melhorzinho não? Tá cheio deles por aí com preço baixo, um autoentusiasta não se importaria em pagar miséria a mais por um em bom estado e pela 2.0, isso aí é que nem comprar pneu remold e querer dizer que é autoentusiasta

    Tem hora que o Autoentusiastas faz questão de lembrar pra gente porque o mercado brasileiro de carros é tão ruim

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    1. Seu anônimo palhaço, não é todo mundo que tem dinheiro sobrando prá gastar em carro. Vá cagar e cuide apenas da sua vida.

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    2. Autoentusiasta que tem Celta? Ainda bem!
      Porque depender de ter que possuir Lamborghini para sê-lo, é o mesmo que morrer de sede no deserto com um cantil de água nas mãos esperando encontrar um suco de laranja gelado...

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    3. Sr Anônimo04/12/12 06:46,

      Acho que o senhor deveria respeitar a opinião do 01:34 acima, e também ser mais educado, pois nada justifica usar este palavreado.
      Já parou para pensar em como seria chato o mundo se todos tivessem a mesma opinião sobre tudo?

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    4. Anonimo das 6:46, além da resposta do Sergio acho que vc não entendeu nem o que eu quis dizer e nem o ambiente que vc está. Quis dizer que um AUTOENTUSIASTA, ou seja, uma pessoa que GOSTA de carros (a ponto de gastar dinheiro num Subaru antigo, que infelizmente no Brasil significa dinheiro perdido) deveria pelo menos ser coerente e comprar um carro em bom estado. Um Subaru desses é muito barato hoje em dia e procurando se acham vários em estado muito bom, é ser muito muquirana e "entusiasta" economizar miséria e comprar um carro desses todo ferrado

      Não vamos ser infantis nem ingênuos, alguém que é Autoentusiasta com certeza está disposto a gastar um pouco mais num carro, além de saber como encontrar um que esteja bom e também saber que certas economias não vão de encontro com o gosto por carros. Além disso com certeza os senhores que escrevem aqui no blog possuem condições de comprarem um Subaru ano 90 bem mantido e também carros que combinam mais com a situação de AUTOENTUSIASTAS. Nada contra ter Celta, Escort ou Santana, mas pessoas que tem um blog sobre autoentusiasmo, QUE TRABALHAM COM ISSO, que POSSUEM condições e que GOSTAM do assunto terem APENAS esse tipo de carro (e quando compram um melhorzinho compram estragado pra economizar) são sim uma decepção e tiram credibilidade do blog

      Pra que ficar falando de mecânica, história dos carros e manutenção se serve qualquer coisa? Então qual a diferença do autoentusiasta pro cara que compra qualquer coisa em 500 prestações apenas como meio de transporte? Isso é parte do motivo que por aqui às vezes surgem barbaridades como incentivar as fabricantes a continuarem a produzir modelos que são meio de transporte por preço caro no lugar de oferecerem carros que dão prazer por preço justo!

      Anonimo das 8:44, autoentusiasta pode ter Celta sim. O que não pode é ter como ter carros mais entusiastas e continuar só com Celta, Santana, Scenic e Subaru ferrado. Um Subaru em bom estado custa menos que um Celta, pelo amor!!!

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    5. VC quem não deve ter entendido... o cara já tinha uma relação com o carro e quer recuperá-lo. Não pode?

      E não ficou claro no texto se as peças a serem trocadas não haviam se desgastado quando o carro já estava na mão dele. E aí ele também não pode querer arrumar o carro, tem que jogar fora?

      E outra, o pessoal aqui não é daqueles que trocam o carro só pra dizer que trocaram. Fora que trabalham testando carros. Tem a oportunidade de
      andarem em carrões, e só precisam de um carro pra utilizarem esporadicamente no dia a dia. Pode-se dizer que isso é até um pouco de educação financeira: pra que que os caras vão comprar algo que não precisam, com o dinheiro que talvez não tenham, para mostrar algo que não são?

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    6. Anonimo, o cara já tinha uma relação com o carro mas não com ESSE carro, ele não tinha um Impreza antes, é só ler. Portanto se ele comprou o carro poderia sim ter escolhido um melhor, está no texto sim que ele comprou já com motor carbonizado e vários problemas

      Sobre a questão da educação financeira, suas perguntas estão erradas. Eles são entusiastas, então não é pra mostrar algo que eles não são, é pra mostrar algo que justamente eles SÂO. Se eles são mesmo entusiastas, então mesmo que usem carros de outras pessoas então precisam sim ter um carro nem que seja só por gosto. Se eles não são entusiastas a ponto de não querer ter um carro, ou quando ter ser pra fazer papel meramente de meio de transporte então até a credibilidade fica comprometida

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    7. Corsário Viajante04/12/12 19:28

      Cara, se vc olha a foto de um desmanche e não tem vontade de fuçar...
      Se vc vê aqueles dois rednecks no meio de peças e não tem vontade de bater papo...
      Se vc olha aquele antigo (ou velho surrado mesmo) e não tem vontade de dar um passeio ou dar uma mexida...
      Você não é autoentusiasta. Pode ser um cara que gosta de carro e tem ótimos carros, pode ser um excelente motorista, pode ser muitas coisas, mas não é autoentusiasta.
      E com certeza os nossos amigos rednecks fariam valer o "preço de acordo com a atitude do cliente": para vc ficaria bem caro... rs

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    8. Anônimo 04/12 01:34,
      Existem alguns autoentusiastas (eu incluído...) que têm o bichinho da ferrugem no sangue. Não basta ter um carro antigo apenas, boa parte da graça está justamente em pegar um carro mais surrado e ir recuperando-o aos poucos, de preferência no maior estilo "faça-tudo-o-que-puder-você-mesmo".

      Muitas vezes a encrenca é braba, surgem dores de cabeça intermináveis, não se encontra aquela peça que está faltando, o carro parece nunca ficar pronto... Mas não adianta, quem gosta da arte, mergulha de cabeça no projeto!

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    9. Corsário Viajante, vc não entendeu. Entendo muito bem essa de fuçar em desmanche e até gosto, também quando vejo um antigo surrado acho que deveriam restaurar, já os rednecks e o preço das lixaradas deles eu dispenso (acho que não tem nada ver gostar de carro com gostar de rednecks)

      Road Runner, essa história de restaurar não cola num Subaru nem tão antigo assim. Primeiro que pra isso se pega um carro bem mais surrado e não um meio surrado, depois que é um carro que no Brasil tem preços muito baixos seja em bom ou mal estado pois não é carro de colecionador e é muito desvalorizado. Pegar um 1.8 acabadinho e depois jogar uma dessas de restauração não cola mesmo, é economia. Se fosse um WRX caindo aos pedaços pra ser restaurado de volta aos bons tempos daria pra acreditar e entender, mas um GL 1.8 (o 2.0 tinha diferença zero de preço e era muito mais legal, o 1.8 foi sobra de estoque) que se restaura na base de meter spoiler e só trocar um injetorzinho dentro de um monte de outros problemas não rola. Ou é economia demais pra quem é entusiasta ou então é um serviço de restauração tão ruim que um entusiasta de verdade não faria

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    10. Victor Gomes05/12/12 00:37

      Anônimo,como dito no texto, o carro não tinha um monte de outros problemas. Tinha funcionamento irregular por causa dos injetores e bobina, somente isso.
      E qualquer carro que a gente pegue surradinho, por mais novo que seja, passa por um processo de restauro quando queremos conserta-lo. Concorda? Ou para você restauração só se aplica a modelos clássicos e valorizados?
      Talvez, a escolha do Josias pelo 1.8 tenha se dado pelo fato de a versão SW ser mais rara de se encontrar. Talvez todos os 2.0 que ele viu estivessem bem mais surrados do que esse 1.8 que ele acolheu com tanto afinco e que como todo carro usado é digno de restauração. Talvez ele seja tão autoentusiasta ao ponto de não se importar em gastar tempo e dinheiro num carro que lhe dará mais prazer do que um 2.0 surrado ou um outro carro mais novo.
      Um WRX é legal? É! Um GT 2.0 é legal? Também é! Mas um Subaru 1.8 com visual bacaninha com aquele spoiler que tanto agrada ao dono, também pode ser. Acho que qualquer carro pode ser legal. É só o dono gostar e cuidar dele.

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    11. Victor Gomes no texto também fala que além disso o carro tinha outros problemas e também um motor bem carbonizado (como não é um carro potente devia estar muito ruim de andar e ainda deve estar)

      Dado que é fácil achar um Impreza desse ano em bom estado e bom preço ou então um GT estragado por preço de banana isso não tá parecendo restauração não. A versão SW inclusive saiu mais na 2.0 do que na 1.8 e essas coisas de restaurar dando prioridade pra spoiler e pra versão anti entusiasta não cola não, só falta ser um dos 1.8 automáticos que são verdadeiras tristezas

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  67. Que presente é termos agora outro dos senhores referência!! Obrigado, Bob!

    Josias, seja muito bem vindo! Como é bom para nós, leitores, "reencontrarmos" com aqueles que contribuíram para que nos tornássemos autoentusiastas! Também fui muito (muito mesmo) influenciado pelo Josias, desde a Duas Rodas e a OM.

    Bob, traga o JLV!
    Que time!!!

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    1. Rodrigo MG
      Bem que eu gostaria de trazer o JLV para o AE, já falei isso com ele, mas os anos (82) estão lhe pesando. Mas continuo tentando.

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  68. Christian Monteiro04/12/12 01:55


    Show de situação e consequente texto, Josias!
    Boas-Vindas ao novo e ao mesmo tempo experiente!

    O duro dessa história de comprar peças fora é só a agonia de esperar chegar. Quase aborto algumas viagens para voltar logo quando encontro a peça que procuro! Difícil esperar para vê-las no lugar, viu?! rsrs...

    Até um chaveiro oficial da marca, quando encontro fora, chega ao seu destino no aeroporto mesmo. É só desembarcar e já faz dupla com a tal respectiva chave. Ufa! Sensação agradável, de bem-estar...

    E boa aterrisagem no AE mais uma vez, JS!
    Histórias assim meio descompromissadas (e já sei que do Josias podemos esperar muitas!) com cara de um bom bate-papo entre amigos enriquecem muito a leitura!


    CM
    ____________________________________

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  69. Entraste com o pé direito, continue assim a tua caminhada.
    Parabéns!

    MD

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  70. Bem vindo caro Josias!!! Já li seu livro frente e verso umas 6 vezes, e ainda "racho" de tanto rir!!!Já presenteei amigos com ele, é uma ótima neste Natal, recomendo.

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  71. Que história sensacional, seja bem vindo Josias, relembrei do Subaru Vivio que o meu irmão possuía, infelizmente tivemos que vendê-lo por causa do péssimo atendimento da Caoa, não existia peças de reposição, precisávamos encomendar as peças e deixar o carro no cavalete por meses, mas é um carrinho maravilhoso, só quem teve um sabe do que estamos falando ;)

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  72. Grande Josias. Quantas matérias suas já tive o prazer de ler. E o autoentusiastas só melhorando com mais um craque no time. Tenho um Galant 2000 que adoro. Motor V6, 2,5 litros, conforto espetacular, ótimo desempenho. Não quero me desfazer do carro e mantê-lo é um desafio. Não se acha nada na Mitsubishi que abandonou o modêlo e nem no mercado paralelo. E nem gente para mexer direito.Pior é que este carro com motor 2,5 não foi para os USA. Lá são V6 de 3,0 litros com peças totalmente diferentes, começando pelos amortecedores. Dificílimo arrumar peças, etc. Abs e seja bem vindo!JAT.

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    1. Anônimo das 07:57, aqui no sul meu irmão usou um Legacy que tinha todos os componentes de manutenção, preventiva ou não! Vindos do Uruguai...Metade do preço e o dobro da qualidade na maioria das vezes...Hoje ele usa um Audi A6 95 que frequenta os mesmos fornecedores...Ah! O subaru continua no circulo de amigos e apesar de 200 mil km, ainda bota no bolso muito coreano do ano!

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  73. Josias,

    Essa foi a melhor notícia da semana, saber que vc. vai colaborar com o AE !!
    Seja benvindo, eu sempre releio o seu livro, sou professor de inglês e sempre uso os seus exemplos de como se aprende uma língua estrangeira diferente, e eles adoram !
    Aguardo sempre uma segunda edição do "Sorvete de Graxa"...
    Forte abraço direto da Fronteira Sul do Brasil !!!

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    1. Mario, fiquei curioso. Com vc usa meu livro em suas aulas?

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  74. Seja bem vindo. Excelente texto!

    O meu spoiler eu colei com cola de parabrisa (PU 55)para retirar só cortanto....

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  75. Seja bem vindo! Excelente texto!

    O meu spoiler eu colei com cola de parabrisa (PU 55). Nunca tentei retirar mas acho que só sai cortando com um arame...

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  76. Senhores, que time! Belo texto, alma de entusiasta ( Não poderia ser diferente! ) O blog está de parabéns...

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  77. Boas,

    Muito bom. Mas textos, mais idéias, mais experiências.
    Duas Rodas foi, no final dos anos 70, uma das primeiras revista de motos que conheci. Por carros eu sempre fui apaixonado e minha paixão por motos foi despertada nesta época. Também gostava muito da Oficina e senti falta dela nas bancas.

    ABRAÇOS.

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  78. Ótimo texto começou bem,inteligencia e bom humor bela combinação ,e ainda falando da unica fabricante japonesa que gosto!em relação a desmanches ,fico triste quando vou até algum, ver os carros jogadossendo que poderiam estar sendo usados e o mesmo sentimento a qualquer carro abandonado .

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    Respostas
    1. Speedster 04/12/12 11:16 Só corrigindo o meu comentário :"jogados sendo", fora as virgulas em falta rsrsrs...

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  79. Rapaz, o tempo vai embora rapidinho, mas as coisas boas sempre voltam a nos perseguir, no caso do AUTOentusiasta, encontrei o BOB SHARP, AK, CARLOS MAURÍCIO FARJOUN, o MAO, ALEXANDRE MR.V-8 GARCIA, e tantos outros colaboradores, e agora o Josias. Rapaz, tempo bom aquele, sou um saudoso das excelentes Duas Rodas/Oficina Mecanica dos anos 1980 onde, tambem, "conheci" o mestre Bob Sharp e leio e releio todos os artigos, a identidade é imediata, falar do que se gosta, mesmo as vezes fora do contexto,só é entendido por quem acompanhou motor3 Oficina Mecânica e tudo mais, dar alma aos velhinhos como o josias fez. Ainda bem que existem Vcs, pois não estou só nesta maluquice de ser AUTOentusiasta, parabéns, já aguardo o próximo, mas só gostaria de ver as fotos.

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  80. Gosto dos Subaru... Ainda mais o Legacy SW da mesma época da Impreza. Ainda terei um.

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  81. pqp !!!
    isso aqui tá cada dia melhor !!!

    seja bem vindo josias. valeu bob !!

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  82. Caro senhores.
    Eu sou a pessoas que enviou para o Pietro estes benditos cálculos que criou a maior polemica no forum o http://forum-hho.forumeiros.com/t256p30-torque-x-potencia#6617

    vendo tanto disparate sobre o assunto já que nunca me procurei com torque ou com a funcionalidade de um motor, pois sou um meramente consumidor, me chamou a atenção esta discussão lá contido neste fórum, passei a buscar informações na internet sobre o assunto e fui feliz em deaparar com est blog autoentusiastas.blogspot.com.br

    no principio pedi ao Pietro e o Eng Fabio a viditar este forum, já que são pessoas qualificadas para opinar, mas a pesoa HUMANa do Sr. Pietro em e-mail pediu para mim mandar este cálculos tão polêmicos.

    Foi o que fiz, Fiquei feliz que uma pessoa como o Sr. Pietro rapidamente me atendeu.

    Não foi minha intenção ridicularizar ninguem muito menos ser ridicularida, mas mas sei que pessoas de bom senso que saibam explicar e entender que nem todos usuários de veículos são Expert no assunto.

    Peço aos inteligentes que quiserem dar sua contribuição fiquem a vontade, mas pessoas que tem a mente poluida e a boca suja se contenha, e respeite a ignorância dos outros a respeito do assunto tão polemico TORQUE X POTENCIA.

    DESDE JÁ AGRADEÇO AO PIETRO.

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  83. Muito bom o texto!
    Bom eu também sempre gostei do Impreza. Depois de muito namoro, esse ano precisava vender meu carro (um Fit 2010) e trocar por um mais barato (pra quitar meu apê) e essa foi a deixa perfeita para realizar o sonho de ter um Impreza anos 90. Depois de uma garimpada, achei um Subaru sedan 1.8 ano 1995, único dono, e com uma pasta com todas as manutenções desde a compra! Comprei o carro em julho e posso dizer que desde então, sou um motorista muito mais feliz. Não gostava das frescuras do Fit e o Impreza, encaixou com uma luva. Bom desde que comprei o carro eu fiz manutenção da direção hidráulica (que ainda precisa de uma revisão), do sistema de ar-condicionado, troca de filtros, troca do sistema de som (apenas substituindo as caixas que estavam ruins e colocando um aparelho com bluetooth para poder usar o telefone) e instalação de alarme e travas elétricas. Já peguei bastante estrada e usando o programinha que já foi tema aqui tenho controlado as despesas. Entre 8 e 9 km/l na cidade e 11 km/l na estrada. Não pretendo mais me desfazer do Subaru, talvez seja o primeiro de uma pequena coleção quem sabe...
    ps: Gostaria de trocar mais informações sobre o carro, afinal sou leigo em relação à mecanica...

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  84. AGRADESÇO A ATENÇÃO DO SR. PIETRO,
    Meu muito obrigado, tomei a liberdade e copiei o post TORQUE X POTENCIA e colei naquele fórum para encerrar a pendenga sobre o assunto.

    Criei um novo tópico,
    http://forum-hho.forumeiros.com/t256p30-torque-x-potencia#6623

    todos os crédito são atribuidos a este blog AE. e os comentários de muitos aqui manifestados, também os E-mails recebido deste ilustre ser Humano, Pietro.

    Mais uma vez muito obrigado Pietro.

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    1. Tranquilo, não precisa agradecer.
      Não deixe de sempre dar aquela agradável passadinha aqui no AE.

      Pietro.

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  85. Josias,

    Legal ter voce escrevendo aqui conosco. Seu texto mostra claramente a que situações nosso amor por carros nos faz passar, coisas impensáveis para pessoas ditas e supostamente normais.

    Abraço

    AG

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  86. Desculpem-me pelo palavrão, mas seu uso é inevitável: O JOSIAS É FODA!!!!!

    Que texto envolvente, bom e bem escrito. Como nos velhos tempos...

    Como eu adoro esses carrinhos diferentes, estou quase pegando um Subaru (mas está difícil encontrar um razoável.

    Leo-RJ

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    1. Leo, brigado pelo phoda. Achar caco velho bom é complicado. Procurei Subaru uns tres anos e... qdo estava desistindo, apareceram. O Vivio inclusive era unica dona. Vale o velho provérbio: "carro velho qdo tem de ser seu, cai no seu colo qdo menos se espera". Abração.

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    2. Tem razão. Não desistirei. Olhei hoje mesmo um Subaru Outback 1996 bem bonito (por fora), mas o vendedor "esqueceu" de avisar que ele não estava andando e tinha problema nas suspensões. Mas ainda acho o "meu" Subaru.

      Obrigado pela força!

      E outro carro que muito fez minha cabeça foi o Isuzu Impulse, com seu jeito de Alfa Romeo Montreal (apenas a dianteira, na verdade... rs).

      E, como não poderia deixar de ser, acabo de comprar o meu exemplar do "Sorvete de Graxa" (no site do Submarino). Aguardo agora o livro chegar.

      Leo-RJ

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  87. Grande Josias!

    Eu era um pirralho que lia 4Rodas todos os meses, quando, em uma banca de revista, vi uma publicação que trazia uma Kombi "amarelo-cheguei" na capa. Detalhe: a Kombi era cortada e rebaixada, acho que do comprimento de um Fiat 500 de hoje! Comprei a revista e foi amor à primeira vista. Passamos bons anos juntos. Que beleza que o Bob te trouxe pra cá!
    Abração e que venham muitos posts!!!
    Nestor

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  88. Magnífico texto!

    Me identifiquei com muitas partes, uma pena que a cena do ferro-velho por aqui enfrentei poucas vezes, tantas outras acabei sendo empurrado do lugar, depois de quando escolhia peças, o olhar do funcionário mostrar somente $, e parecer me fazer um favor.

    Mas sem tanto conhecimento, acho que o que tenho em comum é gostar de caco velho mesmo... rs

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  89. Eurico Jr.09/12/12 11:09

    Que excelente novidade... fui leitor assíduo da revista Oficina Mecânica por mais de 20 anos, desde os tempos em que o Carsughi e o Bob escreviam lá!

    Desnecessário dizer que tenho o meu exemplar do livro, devidamente autografado!

    Seja bem-vindo, Josias!

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  90. Josias Silveira em AutoEntusiastas. Sensacional! Só a nata do jornalismo automotivo brasileiro. Parabéns a Josias e ao time AE pelo brilhante acréscimo. Demais.

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  91. Josias ... falar oq desse monstro?

    Seja bem vindo meu caro!

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  92. Sensacional a matéria, me lembram das minhas aventuras em buscas de peças para o meu Impreza 1.8.
    Quem tem um Subaru, sabe que vale toda a pena. Ja são 4 anos, 200mil km e muitas pesquisas e conhecimentos adquiridos.
    Em tempo, cadastre no Clube Subaru do Brasil, uma comunidade dedicada ao nossos amados japas.
    http://www.clubesubaru.com.br/

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