9 de janeiro de 2013

FENÔMENOS: GOL, O MAIS VENDIDO HÁ 26 ANOS; FIAT, LÍDER POR 11 ANOS

Fotos: divulgação fabricantes



Não há como negar: um modelo de automóvel ser líder de mercado há 26 anos consecutivos é um grande feito. Não menos significativo é uma marca, a Fiat, liderar o mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves por 11 anos.

No caso da marca alemã, há a considerar ainda o domínio do Fusca por 24 anos (1959-1982), o que soma 50 anos de produto mais vendido. A Volkswagen só perdeu para a General Motors em 1983, com o Chevette, e em 1984, 1985 e 1986, anos em que o Monza foi o campeão. Em 1987 o Gol retomou o cetro e nunca mais o perdeu.

Desde o lançamento em maio de 1980, mais de 7 milhões de Gol já deixaram a linha de montagem, fábricas Anchieta e Taubaté combinadas. O modelo fechou 2012 com 293.293 unidades vendidas, 37.455 à frente do segundo colocado, o Fiat Uno (fonte: Fenabrave).

"Mesmo com a chegada de novos concorrentes, o Gol se mostrou ainda mais forte em 2012, com ampla vantagem na liderança de vendas em relação aos demais modelos comercializados no País. É a coroação de um carro que consegue atender e superar, como nenhum outro, as expectativas dos consumidores brasileiros", assim expressou-se Thomas Schmall, o alemão presidente da Volkswagen do Brasil, que há dois anos obteve a cidadania brasileira.

Em julho de 2012, foi lançado o Novo Gol, com o visual mundial da marca e mais inovações tecnológicas, novos equipamentos de série e a tecnologia de tecidos à base de PET (politereftalato de etileno, um polímero termoplástico conhecido pelo amplo uso em garrafas de refrigerantes) reciclado no revestimento de bancos e painéis de portas, em mais um pioneirismo da marca.

Informa a Volkswagen que com o ano recém-terminado o número de Gol exportados para 66 países ultrapassou a marca de 1,1 milhão, o que o classifica como carro mais produzido e exportado da nossa indústria automobilística. Atualmente é produzido um Gol a cada 47 segundos.

Entre todos os veículos produzidos atualmente pelo Grupo Volkswagen no mundo – mais de 200 –, o Gol está entre os sete modelos mais vendidos. A classificação inclui modelos como Passat, Golf, Jetta e Polo.

O Gol foi criado pensando no Brasil e seus consumidores, mas ultrapassou fronteiras. O projeto, iniciado em 1976, foi desenvolvido pela equipe de engenharia liderada por Philip Schmidt, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento (antigo nome da Engenharia) vindo da NSU, levando em conta as condições de uso no País.

E há que registrar a feliz escolha do nome Gol, pela profunda ligação emocional num país onde a paixão pelo futebol costuma transcender os limites do esporte, confundindo-se às vezes com civismo e orgulho nacional. E que de certo modo combinava com Golf, o modelo da marca mais vendido no mundo todo.

O primeiro Gol, hatchback como é até hoje, tinha motor boxer refrigerado a ar de 1.300 cm³ e 42 cv (uma variação do usado no Fusca de 38 cv, com quem conviveria até 1986) e câmbio de quatro marchas. Suas linhas eram inspiradas nas do Passat, o sedã médio da Volkswagen que fazia enorme sucesso na época. 

Já em 1981 o Gol ganhou um motor mais potente, de 1,6 litro e 54 cv, também refrigerado a ar. A primeira versão com motor de quatro cilindros em linha a refrigeração líquida foi o Gol GT 1,8-litro, em 1984. Logo em seguida viria o 1,6-litro e câmbio de cinco marchas.

Em suas cinco primeiras gerações, o Gol passou por uma contínua evolução tecnológica, introduzindo no país novidades que revolucionaram a indústria nacional. O Gol GTI 2-litros, em 1989, foi o primeiro carro brasileiro com injeção eletrônica, com um sistema analógico que teve que ser totalmente desenvolvido aqui, já que na época a importação de equipamentos digitais, disponíveis no exterior, era proibida. A injeção eletrônica multiponto, já digital, passou a ser oferecida em 1997, outro avanço.

GTI, de 1989, o primeiro com injeção eletrônica

Em 2003, o Gol foi o primeiro automóvel flex ("Total Flex") e outros marcos da sua história foram a introdução do motor 1-litro de 16 válvulas e também o turbo duplo-comando 16V de mesma cilindrada. Acompanhando uma nova tendência de mercado, o carro também passou a ser oferecido com o câmbio robotizado ASG e, em 2010, o Gol Ecomotion, com diferencial alongado, pneus com menor resistência à rolagem e indicador de consumo instantâneo no painel de instrumentos, em sintonia com os novos tempos de conservação de energia e favorabilidade ao meio ambiente.

No próximo dia 23 de março a Volkswagen do Brasil comemorará 60 anos de fundação.

Fiat

A Fiat passou a liderar o mercado brasileiro em 2001, série só interrompida em 2004. Em 2012, segundo a Fenabrave, foram licenciados 679.987 automóveis e 158.173 comerciais leves, totalizando 838.160 unidades e dando à Fiat participação de mercado de 23,06%. Em segundo vem a Volkswagen, com 651.237 e 117.101, respectivamente, 768.338 no total e 21,14% de participação.

Fiat Uno, o 2º mais vendido no Brasil

Em seguida vêm General Motors (17,68%), Ford (8,9%), Renault (6,65%), Honda (3,71%), Toyota (3,13%), Hyundai (2,98%) Nissan (2,88%), Citroën (2,05%), Peugeot (1,98%), Mitsubishi (1,67%), Kia (1,13%), JAC (0,5%), Chery (0,39%), Mercedes-Benz (0,29%), BMW (0,24%), Hafei (0,24%), Land Rover (0,23%) e, fechando a lista dos 20 primeiros, Suzuki (0,2%).

O mercado total de automóveis e comerciais leves em 2012 foi de 3.589.975 unidades, contra 3.425.596 em 2011, um crescimento de 4,8% (dados Fenabrave)

A fábrica de Betim – única por enquanto, até que fique pronta a unidade de Goiana (PE) no ano que vem – produz diariamente, em três turnos, 3.300 carros, o que representa 1 carro a cada 26 segundos.

As duas marcas, Fiat e Volkswagen, detêm 44,2% do mercado brasileiro, uma participação expressiva.

BS

(Atualizado em 3/02/13 às 16:45)

168 comentários:

  1. Já tive um Gol da 1ª geração.

    Até gostaria de ter um novo, mas será que a manutenção continua relativamente barata, como era no início?

    O que pega é a alta sinistralidade, o valor que a VW pede - sempre mais alto que os concorrentes - a pobreza de itens de série. Isso pesa muito pra mim, mas sei que é um bom carro.

    Quanto à inovação na confecção dos bancos, me parece que nos VW antigos, a empresa utilizava fibra de coco nos estofamentos... Acho que é mais pra economizar do que para ter uma atitude sustentável.

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    1. Anônimo 09/01/13
      Todas as marcas, nclusive as franceses, estão se empenhando em reduzir o custo de manutenção. Pode ser que os tecidos com fibra de PET visem redução de custo, mas tem todo o mérito pelo aproveitamento de um material descartado.

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    2. Bob,

      É verdade quanto aos custos de manutenção(sou o anonimo aí de cima). Se vc for ver o preço da "cesta de peças" mais comuns de manutenção (discos e pastilhas, amortecedores, embreagem, filtros, velas ou alguma coisa que quebra em pequenas colisões como parachoques, faróis e lanternas) de carros compactos de todas as marcas - seja VW, GM, Peugeot, Renault, etc - não há mais uma diferença significativa entre as marcas.

      Acredito até que, como já vi vc escrevendo aqui, hoje em dia não existe carro ruim.

      Mas o que pegou é que nos franceses por exemplo, já ouvi vários relatos de panes elétricas em alguns modelos. acho que isso "queimou um pouco o filme". E quando vc precisa de peças muito específicas - fora da manutenção preventiva - essas sim são caras, e muitas vezes difíceis de encontrar.

      Eu mesmo, que gosto de comprar carros usados mais baratos pra usar no dia a dia, já pensei em comprar um 206 1.4, ou até mesmo 1.6, ou quem sabe até um Clio 1.6, que são mais em conta no mercado de usados. Mas na hora bate um receio...


      Quanto à fibra de PET, realmente seu uso tem mérito, mesmo que visem a redução de custos. Melhor reciclar do que ficar entupindo bueiros pela cidade (Aliás, que chuva foi aquela ontem?! Pensei que ia ficar encalhado com o carro quando passei pelo Bom Retiro...)

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    3. A fibra de coco, só era utilizada no encosto do banco traseiro. Era durável, mas não tanto quanto da espuma tradicional. Com o tempo, uns 15 anos de uso, o encosto achatava e ficava quase que só a chapa do banco. Mas compensava, pois 15 anos, o carro já deu o que tinha que dar. Também apoio iniciativas de reciclagem.

      H

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    4. Realmente, o que me repulsa um pouco dos modelos franceses é esse custo de manutenção desses itens fora dessa "cesta básica". Meu pai teve uma Scénic RXE 2003 2.0 16V automática, um baita dum carro mas, cuja venda foi motivada por esse custo de manutenção elevado. E isso q nem sofremos tanto com câmbio.....

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    5. Bob,

      Esse papo de tecido de pet é puro marketing. Já na década de 1990 os tecidos automotivos já eram feitos de poliester. A diferença é que na época o consumo de garafas PET estava apenas iniciando.

      Na ocasião eu era o responsável pelo depto. de desenvolvimento do maior fabricante de tecidos para essa aplicação, e usávamos nylon, poliester e poliacrílico, dependendo da construção do tecido e do veículo a que se destinava.

      Quando explodiu o consumo de PET simplesmente ficamos sem matéria prima e por pouco não paramos a montagem na Autolatina. Como a matéria prima de origem é a mesma, e para uso alimentício as exigências mais rigorosas e os valores são pagos mas altos, o fornecedor destinava o produto para os fabricantes de PET, deixando Hoechst e Polyenka na mão, e a nós, por consequência.

      A diferença para hoje é que antes a matéria prima usada era virgem, e hoje parte dela é proveniente de reciclagem de PET. Mas o material em si, os fios de poliéster, continuam sendo o mesmo. Só discurso mudou.

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    6. Amigo,

      O preço das peças pode ser semelhante, mas a qualidade é diferente, e a mão de obra também, aí mora o perigo.

      Eu não acho a manutenção do gol barata, e nem a qualidade das peças boa, especialmente pelo que o carro oferece como um todo.

      Minha opinião, de quem tem um e não quer mais nenhum carro da VW devido ao pós venda das concessionárias de onde moro e do que você falou sobre os sinistros. É o segundo gol que temos (o primeiro fugiu..) e o seguro fica mais caro a cada ano.

      Enfim, quem sabe eu me decepcione mais com outro carro ou marca.

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  2. Bob,
    Tem como saber qual é o ranking de vendas somente à pessoa física?

    Assim saberíamos o que de fato os consumidores finais preferem e compram, e não o exército popular prata das locadoras que são quase 30% do total.

    Daria pra medir por exemplo a real do consumidores quanto à cor, engenharia e desenho do carro, etc... e não ficar misturando 1/3 relacionado apenas à números (compra fria de cnpj).

    E melhor ainda se desse pra fazer rankings estaduais.

    Iríamos descobrir que um Citroen C3 é mico na revenda fora de sp, mas em sp tem liquidez bem razoável...

    É possível?

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    1. A questão é que muitas vendas registradas como para empresas são na verdade para pessoas físicas, como produtores rurais e taxistas. Você se espanta com a quantidade de veículos com placa vermelha que nunca trasportaram um passageiro pago, especialmente nas cidades do interior, onde é fácil ver carros como o Golf e o Civic com placas vermelhas, mas que não atuam como táxis. Muitos microempresários compram veículos para uso pessoal no nome da empresa também.

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    2. Ledoni
      Possível é, mas se trata de uma análise mais profunda, vou tentar obter esses dados.

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  3. Eu acredito que o Gol manteve a liderança por vários motivos, entre eles:
    - manteve o mesmo nome no modelo, mesmo o carro atual não tendo absolutamente nada a ver com o original
    - tem desde versões básicas e baratas até versões mais equipadas (grande faixa de preço)
    - uso intenso por frotistas
    - o próprio nome, muito forte num país viciado em futebol
    - as dimensões do carro comportam bem a família brasileira (pais e dois filhos), com espaço suficiente para a bagagem do final de semana e o carro ainda atende bem o uso urbano
    - propaganda forte

    O Uno (hoje Mille, novamente) segue a mesma receita, porém seu nome não é tão forte e o modelo mudou pouco nesses muitos anos, tão pouco que é motivo de críticas daqueles mais irritados.

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    1. Também gosto do Uno novo, mas quando eu olho pra traseira de uma versão básica, com aquela altura de rodagem meio alta e os pneuzinhos finos, acho que isso passa uma sensação de fragilidade... Já a versão Sporting, que usa um conjunto 185/60r 15, suspensão 2 cm mais baixa e spoilers, agrada muito mais, na minha opinião.

      Já a VW sempre procurou passar um pouco mais de robustez no desenho do gol, mesmo nas versões peladas. Creio que o apelo visual influencie mesmo que inconscientemente os consumidores.

      Agora o que pega mesmo são as motorizações:

      - O gol só tem 1.0 e 1.6: há um "buraco" que poderia ser preenchido. Poderia ser 1.0, 1.4 e 1.6, ou de repente 1.0, 1.4 e 1.8. Ou ainda, a legislação do IPI poderia favorecer os 1.4, e extinguir por seleção natural os 1.0;

      - O Uno tem 1.0 e 1.4, mas merecia utilizar o 1.6 16v ao menos na versão sporting... mas aí pelo tamanho e peso, é capaz de que um uno 1.6 andar mais que alguns esportivos da marca.... por menos dinheiro...

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    2. O Gol tem outras virtudes, além de ser quase indestrutível. No início, era praticamente um Fusca rejuvenescido. Teve, ao longo desses 22/23 anos, pouquíssimos ou nenhum problema com o hardware do carro (câmbio, motor e suspensão) e quando houve (ex. com o variocam da versão turbo), a fábrica logo resolveu (infelizmente, matando o modelo). Outros carros sempre tiveram "senões", o Gol não. A Vw nunca mentiu sobre o acabamento, que nas versões top era sensacional (aquela lembrança dos Recaro nunca me abandona) e houve a manutenção do status do veículo (não foi lançado top e depois depenado, como alguns). Além do mais, o veículo sempre teve uma versão de sonho (pelo menos até a G3), como foram os GT/GTS/GTi/GTI 16v. Pena a dinastia ter acabado, seria lindo um G5 o logotipo GTI na grade e o TFSI na tampa do porta-malas. TFSI para não confundir com a malfadada versão TSI do Gol Bola.

      Lucas Franco

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    3. Não existe carro sem senões

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    4. Não teve problemas?
      Você apagou os anos de 2008 e 2009 da mente, é isso?
      Lembra-se de quantos recalls ele teve nessa época?
      É um bom carro, mas como qualquer outro tem seus defeitos e virtudes.
      Atualmente não existem mais carros ruins, nem carros extremamente acima da média, dentro das mesmas categorias. Todos os carros são mais ou menos nivelados, um se sobressaindo em algo, outro em outra coisa.

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  4. Faltou falar do Gol Gti 2.0 16V! Fantástico esse motor alemão.

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    1. Anônimo 09/01/13 12:20
      Faltou mesmo, e que motor fabuloso!

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    2. Ernesto Jr09/01/13 12:59

      E que o Corsa GSi anda mais que esse Gol

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    3. o GSI andava mais que o GTI 8V. agora o 16V mas nem a pau

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    4. Nao o GTI 8V andava mais que o Corsa!

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    5. Lorenzo Frigerio09/01/13 19:48

      Pois é, era o motor "biela longa" que a VW inexplicavelmente nunca fabricou no Brasil, com tantos 2.0 que ela produzia na época.

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    6. Salvo engano esse motor era utilizado no Golf vendido na Europa.

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    7. gol batedera anda mais que o corsa.

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    8. O primeiro Gol 1000 CHT anda mais que o Corsa. rs

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  5. Parabéns Gol e Fiat, mas deprimente a participação de mercado da Ford, menos de 9%.

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    1. Eu já acho o contrário. A concentração de uma alta fatia do mercado em duas (ou três se somarcmos a GM) é ruim para o consumidor. É largamente difundido que os preços da VW são a referencia do mercado para a faixa de preço dos concorrentes.
      Seria muito mais interessante se tivessemos uma distribuição menos concetrada no mercado. Veja o exemplo do Reino Unido, onde a soma das três primeiras dá quase a metade do % daqui:

      Ford 13.79%
      Vauxhall 11.36%
      VW 8.96%
      BMW 6.24%
      Audi 6.04%
      Nissan 5.18%
      Peugeot 4.87%
      Mercedes-Benz 4.49%
      Toyota 4.14%
      Hyundai 3.63%
      Citroën 3.60%
      Kia 3.26%
      Honda 2.65%
      Skoda 2.62%
      Mini 2.51%
      Fiat 2.44%
      Land Rover 2.38%
      Renault 1.99%
      SEAT 1.90%
      Volvo 1.55%
      Mazda 1.28%
      Suzuki 1.22%
      Jaguar 0.69%
      Chevrolet 0.66%
      Lexus 0.41%
      Porsche 0.39%
      Alfa Romeo 0.35%
      Mitsubishi 0.32%
      Smart 0.27%
      Chrysler 0.16%
      Jeep 0.11%
      Subaru 0.10%
      Abarth 0.06%
      Bentley 0.06%
      Aston Martin 0.05%
      Other British 0.05%
      Ssangyong 0.04%
      Other imported 0.04%
      MG 0.04%
      Infiniti 0.03%
      Perodua 0.02%
      Maserati 0.02%
      Saab 0.01%
      Lotus 0.01%

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    2. É uma pena porque a Ford tem produtos excelentes com preços altamente competitivos. Em alguns casos, produtos superiores ao da concorrencia

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    3. É isso mesmo Daniel, justamente por ter produtos bons com preços competitivos é uma pena vê-la nessa posição. No mês passado procurei carro para minha mãe na faixa dos 30 mil. Não vi nada melhor que o Fiesta 1,6, espaçoso, completo e com um belo motor por 32 mil. Com ABS e air bag por 34. Com som e roda, 36. Abro o jornal e vejo anúncios de 1,0 ou 1,4 que vendem mais, menores, mais caros, entretanto mais "modernos"...
      Qual foi o problema da Ford? Autolatina? Pequeno mix de produtos?

      Anônimo 09/01/13 13:06, é fato que a Ford foi a que mais perdeu participação no mercado entre as 4 grandes. Isso é deprimente.

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    4. Também fico chateado pela Ford, mas a impressão que passa é que ela não investe muito pra divulgar os seus produtos...

      E pelo que vi em sites que divulgam a opinião do dono, o que mais reclamam da Ford: o alto consumo nos motores 1.0, a má fama do Fiesta 1.0 ser tartaruga (por causa do peso pra pouco motor), defeito de fábrica em caixas de direção hidráulica de ka, fiesta e até alguns focus entre 2003-2005 aproximadamente, além do mau atendimento da rede autorizada. Ah, e de não trazerem o Mustang pra competir com o Camaro...

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    5. Acredito que a Ford perdeu muito a força na década de 90, justamente pós-autolatina e com a entrada "com tudo" da GM e seus produtos notáveis que até hoje deixam a gente, que gostava da GM, triste com a linha de produtos atuais oferecidos para nosso país.

      Quando a GM "caiu", chegou a FIAT e ficou. A Ford até deu uma respirada com o Ecosport porém agora ele já não é mais novidade. Os produtos Ford notáveis, como o Focus, nunca "pegaram" por aqui, o que é triste visto que é um carro maravilhoso.

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    6. O problema da ford é que alguém no departamento de marketing deve estar com a faísca atrasada...
      Não trazer o mustang pra chamar gente pra as concessionárias, tendo um carro de imagem pra competir com o camaro é só um dos exemplos.
      O focus também, é um excelente produto, um dos poucos no segmento com suspensão traseira multilink, motor moderno, um design bem interessante no hatch e... me parecem não querer vender.
      Fiesta "rocam" também é um excelente carro, com custo-benefício incrível na versão 1.6... mas quando foi que alguém viu uma propaganda sobre o carro? Nem no lançamento do ultimo facelift... é só propaganda junto com os outros citando o preço da linha toda, e olhe lá...

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    7. O péssimo atendimento contribui muito, você chegar numa concessionária e ser tratado com arrogância pelo vendedor que acha que tem BMWs pra vender não ajuda muito

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  6. O primeiro Gol era o Passat Mk.1 encurtado. Ele tinha a mesma altura e largura do Passat, mas com um entre eixos 11cm menor e suspensões derivadas do Passat Mk.2.

    Obviamente os painéis da carroceria eram diferentes, mas com um modelo estacionado ao lado do outro, especialmente olhando de frente, é impossível não notar o parentesco.

    Curiosamente, na segunda geração (de 1994, o "Gol bolinha"), restauraram a medida de entre-eixos do primeiro Passat.

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  7. Bem, é interessante saber que 44,2% do mercado brasileiro de automóveis estão nas mãos de apenas duas marcas. Acredito ser inédito em outros países.
    E quanto a Fiat, sempre com desenhos ousados, atuais e que não enjoam com o tempo.
    Quem me dera a Fiat colocar à venda o Uno com o motor 1,4-litro multiair, em uma versão bem acabada.

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    1. O mais incrível é que Fiat e Volkswagen tem "abordagens" bem distintas do mercado: enquanto a 1a possui múltiplos modelos com variados desenhos e opções de motorização, e a 2a claramente montou uma "família", com vários itens similares entre seus modelos e poucas diferenças entre si. As opções de motorização de uma e de outra deixam isso claro, Fiat com variadas opções em um período relativamente curto. Na VW, você continua a anos com 1,0/1,6/2,0 somente, com pequenas mudanças e que servem a quase toda linha. Se juntas detém esse percentual, a estratégia de ambas se mostra acertada, mas no final acho que a VW lucra mais!

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    2. Sem duvida que a VW lucra mais. Até alguns anos atrás Fiat so era lucrativa APENAS no Brasil devido as margens do mercado nacional serem mais elevadas que no resto do mundo.

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    3. Daniel
      Não bem assim. A margem da Fiat, em balanço, é 11%, e na Europa em recessão de hoje, 5% em média. A da Porsche foi 18% em 2012. Das demais fábricas não se sabe qual o lucro, pois são empresas Ltda. Não esqueça que não entra aí a margem do concessionário.

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    4. Bob,

      Sem duvida, hoje a Fiat está lucrativa mas na época que a GM encampou a Fiat no inicio dos anos 2000, lembro-me de ler essa informação que citei no extinto jornal Gazeta Mercantil.

      Agora Bob, se souber me esclareça uma duvida: O Concessionário tem uma margem na compra dos carros. E qual o ganho do Concessionario na venda direta?

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    5. Bob, e qual percentual de lucro de uma concessionária na venda de um carro?

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  8. Tive quase todos os modelos gol, só está faltando o geração 5 que espero possuir em breve. É um bom carro, economico, manutenção barata, e boa revenda enfim, um carro adequado para a classe média.

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  9. Concordando com o Sr. Hugo, quero completar que o fantasma do fusca influencia em muito as vendas no interior. Aqui na região do triangulo mineiro as agencias vw não movem uma palha pra vender carros e vivem com a cota estourada. Insisti a um amigo que visse outros carros de outras marcas mas o caipira quer um gol, g4 ainda por cima. O gol g5 está com uma péssima fama de abrir as longarinas da dianteira, aumentando sua bitola descontroladamente, até o motor cair no chão. Sei que é lenda criada pelos maus tratos que as frotas das usinas de alcool sofrem. De tanto fincar a frente em lombadas e mata-burros, andar a mais de 100km/h na terra, cada dia um motorista diferente, não há travessas, bandeijas e longarinas que aguentem. O parachoque dianteiro se arreganha para os lados como os primeiros palio, causando ainda mais impressão que a "frente está se alargando". esse meu amigo pediu o G4 dele em 20 de novembro, modelo 12/13, pelo plano de produtor rural. Até agora não chegou. Ontem a vw gamma aqui de Frutal-MG, ligou pra ele com a estapafúrdia notícia de que não existe mais G4 e ele terá que pagar a diferença. Ligamos no 0800 regional da fábrica e os caras disseram que tem gol g4 sobrando. Simplesmente a agencia quer empurrar um g5 da cota, sem a isenção rural e com o aumento de ipi de 2013. Falamos a palavrinha mágica: advogado. apareceu um G4 pra ele no preço combinado e já pago lá em novembro. Tirei um logan no plano rural, completo, 1.6 com 12% de redução. Um fiesta 1.6 que uso agora, também nessa faixa. Um VW eles fazem uma conta maluca que só encontramos 8$ de redução num 1.0. Deve ser agio embutido.

    Luiz CJ.

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    1. Engraçado esse desconto para o pessoal do interior que compram carros mais baratos e sequer usam na produção rural, porque o povo da "cidade" não tem essa mamata? Coisas do Brasil como a cota de Negros, Indios e outras bolsas mais...

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    2. Existe um incentivo do governo para compra de automóveis por quem tem bloco de produtor rural. Para quem é exclusivamente da cidade, existe algo semelhante a isso para compras por CNPJ (empresas).

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  10. Digno de nota também como fenômeno de vendas é a Honda CG 150/125, veículo mais vendido do Brasil. Em 2012 foram nada menos que 660 mil unidades, mais que a soma de Gol e Uno.

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    1. Vende muito pois do jeito que os motoqueiros andam tem que trocar todo ano, pois enrolando o cabo do acelerador e estourando o escapamento a cada esquina não há máquina que aguente.

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    2. Engano seu Anonimo 09/01/13 14:48. Só vende porque é a única que aguenta tudo isso de desaforo e ainda continua rodando normalmente. Palavra de quem tem uma CG 125 ano 1984 (com 150.000 km rodados) desde zero.
      Klaus

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    3. A Yamaha tem motos excelentes, porém assim como muito brasileiro associa VW a Fusca e Gol GI até hoje, também associam Yamaha à época que esta tinha em sua maioria motos 2T em seu leque de produtos... e a Honda nada de braçada no mercado.

      Tenho um amigo que era "Hondista" e hoje possui YBR125 e Fazer250 e está muito satisfeito.

      Em relação a essas motos, as similares da Honda levam alguma vantagem pq a mesma aumentou a capacidade cúbica dos motores: a CG existe no modelo básico 125 mas existe a 150. A CB tem motor de 300cc,, que veio pra substituir a 250 twister.

      Fora a sinistralidade muito maior das Hondas, que nisto se assemelham aos VW Gol. Todos que conheço que tem honda já tiveram uma moto roubada, ou sofreram alguma tentativa. Já meus conhecidos que tem Yamaha, os casos são quase que inexistentes.

      Mas todas as japas no geral são boas, mas não entraram no mercado com tudo, como a Kawasaki e a Suzuki (que no Brasil tem representante...)

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    4. Sandoval Quaresma10/01/13 13:35

      por 9 anos tive Honda, começando com uma CG 125 partida pedal, uma twister e a ultima uma falcon, que fiquei por 5 anos. com essa virei mais de 50 mil km. Com nenhuma delas fiquei na mão ou tive que ir à oficina resolver coisas fora de revisão preventiva.
      sempre ouvi e li isso e aquilo sobre a yamaha, endeusando-a, pessoal metendo o sarrafo na honda mais por falta do que ter a que criticar, enfim...
      há 2 meses, saí da marca da asa e me abracei numa de 3 diapasões, o tão sonhado UPgrade, e nesses 2 meses a yamaha conseguiu me incomodar mais que todo o tempo que fiquei com a "barbie" Falcon.
      Uma linda Teneré 660 azul, maravilhosa, possante, imponente, mas que quebra plástico, tem falha na injeção, folga na suspensão traseira, cai sinaleira, trepida e desmonta sozinha. em 2 meses 4 visitas à concessionária. a quebra das sinaleiras é notória e cadê o recall?

      a honda não é lider no BR por acaso. as outras ainda tem que comer muito feijão.

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    5. 3 palavras para resumir (na minha opinião) o que faz a honda ser líder do mercado: Rede de Assistência. CG é que nem Fusca, até os mecanicos da concorrência sabem mexer com ela

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  11. Guilherme Mattos09/01/13 13:08

    Falando de mercado, o que os autoentusiastas acham do lançamento do Civic 2014 em fevereiro?

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    1. Guilherme Mattos
      Nada mais ridículo. O Brasil devia adotar a norma argentina, novo ano-modelo só em agosto.

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    2. Guilherme Mattos09/01/13 14:16

      Agosto no mínimo. Imagino a alegria de quem comprou em novembro ou dezembro um Civic 2013.

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    3. Foi o meu caso...
      Estou indignado e FURIOSO!

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    4. Pois é Bob, talvez v. lembre, há um tempo atrás num post sobre carros usados, discutimos sobre o assunto do ano-modelo e eu citei o exemplo do Tempra 95 que foi lançado em março de 94, e que depois de um dois anos não tinha como avaliar os dois pelo mesmo preço na hora da troca ou da revenda. Citei o mesmo exemplo para o Novo Uno, que foi lançado em fevereiro como modelo do ano seguinte. Aí v. me disse que carro era avaliado pelo ano-modelo e pelo estado. Só que não é o que vem acontecendo, cada vez mais as lojas estão usando esse tipo de argumento para empurrar os preços para baixo. Quem sempre sai perdendo é o consumidor...

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    5. CSS
      De fato, essa loucura marqueteira de antecipação de ano-modelo dá nisso. O que eu disse perde sentido nesse frenesi de lançar antes.

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    6. Não se trata daquilo que os autoentusiastas acham, mas daquilo que de fato é: palhaçada. Por mim, os modelos do ano seguinte só poderiam aparecer em Novembro do ano corrente.

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  12. Gosto muito desse novo Gol, é um carro bonito e bom de dirigir, mas realmente não entendo como ainda seja o mais vendido com um custo x benefício tão ruim. Entrega menos do que se espera por um preço tão alto em relação à concorrência. Perece uma certa "inércia" de vendas.

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  13. Não há como tirar os méritos da Volks em relação à este carro, até porque ele sobreviveu à própria fábrica. Basta ver que o Fox, que foi projetado para ser o seu sucessor, nunca passou nme perto disso.
    Sem contar as versões que deixaram saudades em pessoas acima dos 30, (como eu): a dupla GTS / GTi, GTi 16v e 1.0 turbo.
    Mas honestamente, não fico nem um pouco entusiasmado com essa liderança do Gol - pelo contrário, fico até chateado - visto que é o tipo do carro que vende mais pela tradição do nome do que por suas virtudes propriamente ditas em relação à concorrência.

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    1. Não é novidade. Há vários casos em que o antigo perpetuou em relação ao novo. O mesmo aconteceu com Uno e Palio, e também Monza e Vectra da primeira geração - ainda dentro da própria VW, claro que os preços eram distintos, mas a Eurovan não conseguiu suceder a Kombi. E o Prisma também não resistiu ao Classic.

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    2. O velho Classic é mesmo matador, além do Prisma, matou o Corsa Sedan que lhe havia roubado o nome. Cesar

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  14. Bob

    Nunca vi Gol com motor 1,5l água. Na linha BX me lembro apenas do Voyage e Parati - esta última por pouco tempo - com esses motores.

    Pelo que me lembro esse 1,5 despareceu já na linha 83.

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    1. FVG e demais leitores que comentaram esse fato
      É uma informação oficial da Volkswagen, mas acho que está errada. Você têm razão, mas vou checar com a fábrica antes de corrigir o texto.

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    2. FVG, motor com um litro e meio apenas o MD, o qual nunca equipou o Gol.

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    3. anonimo 9/01 14:56

      Mas foi isso que eu disse.

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  15. Bob, o Gol nunca teve motor 1.5 em linha como Voyage e Parati. Passou direto do 1.6 a ar para o 1.6 em linha, tendo convivido as duas motorizações por algum tempo.

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  16. Tenho um Power G5 2012/2013, que na impo$$ibilidade de Audi 1 me atende muito bem (foi o mais próximo que minha grana me permitiu de chegar do DNA automotivo germânico).


    A compra do carro foi motivada pelo intenso convívio com com um CLI 1.8 95 do meu pai, sendo que a compra do CLI foi influenciada por uma Parati GL 1991 que um tio tinha.


    Realmente, embora cheios de defeitos (trinca na parede corta fogo e ferrugem na tampa traseira no local onde fica a borracha de vedação do vidro - nos Gols Bolinha)e a série de racalls enfrentada pelo "G5", os VW são ótimos.

    Quanto ao Fiat, ótimo também em ambas as gerações, porém a respeito deles não opinarei por não ter tido contato tão intenso quanto com os VW.

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    1. Lorenzo Frigerio09/01/13 17:27

      O curioso é que o Santana, que já é outra carroceria, também apresenta essa trinca, logo acima do túnel.

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  17. Bob, o Gol não usou o motor 1.5 em linha como o Voyage e a Parati. Ele passou do 1.6 a ar para o 1.6 em linha, e por algum tempo essas duas motorizações permaneceram disponíveis, com o a ar (BX) no modelo de entrada.

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  18. Um dos meus carros inesquecíveis: Gol GT 1988 a álcool.

    HS

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    1. GT só 1984, 85 ou 86. Se 1988 provavelmente era um GTS.

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    2. HS
      em 88 era GTS!
      Tive um GTS 89 vermelho com o qual rodei mais de 160.000km
      Rustico, mas muito valente!
      JORJAO

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    3. Bob
      Falando em liderança do Gol quando voces vao testar o HB 20?

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    4. Anônimo 09/01/13 15:06
      A Hyundai "Hyundai" parece não gostar do AE. Estamos aguardando.

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    5. Tive um GTS 88 desses. Muito bom. E tive tb um LS 86 com o qual rodei por Goiás e MT. Lendário.

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  19. Bob.. tenho na minha memória que o 1.6 a ar veio apenas em 1982, que o 1.8 veio em 1984 com o GT e que o 1.6 em 1985 e depois em 1986 o bielão (1.6 e 1.8)...
    não me lembro do gol 1984 com motor à água 1.5...

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  20. Anônimo 09/01/13 14:29
    O 1,6 a ar veio mesmo em 1981, isso é certo, mas, conforme já respondi a outros leitores acima, também não me lembro do 1,5 água no Gol. Como é informação da fábrica, estou verificando a questão.

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    1. Em casa, tivemos um 1.6 a ar e com o estepe já de volta no compartimento do motor. Era 82, mas todas as peças eram de 81. Logo, existem 1.6 ar 1981. Já vi Gol 1981 1.6 ar e com estepe lá atrás. Esses são raríssimos.

      H

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    2. Bob e Entusiastas,

      Pelo que sei, os motores do Gol foram:

      -> Gol refrigerado a ar: de 1980 a 1986 sendo:
      1,3L até Fevereiro de 1981 e 1,6L fim de 1986 (embora o Gol 1300 tenha ficado em catalogo em 1981)

      -> Gol refrigerado a água: Janeiro de 1985. Quase certeza que era o AP já (bielas de 144mm). O "MD" (motor AP/EA827 de bileas de 136mm) 1.8 dos primeiros Santanas viveram apenas no ano de 1984 e foram os famosos Santanas alcunhados de "Maria Mole"

      -> O MD de 1,5L acabou em 1982 junto com o Passat de frente de Audi 80 e Voyage. Em 1983 sairam os Voyages de motor 1.6 MD e os Passat's idem. A caracteristica desses motores 1.5L eram que eles eram dotados de afogador automatico, sendo o bi-metalico aquecido pela água do radiador...ou seja, era uma porcaria. Apenas os motores 1.5L a álcool tinham afogador de acionamento manual.

      -> O unico carro que saiu com motor MD após 1985 foi o Passat LSE "Passat Iraque" que eu não sei se já estavam prontos ou se o Iraque deu para trás, mas eram vendidos em 1985 e 1986 (isso eu me lembro - custava baratinho, ofereceram para o meu pai. Tinham Ar condicionado, coisa rara naquela decada de 80).

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    3. Daniel S. de Araújo
      Uau! Que aula, parabéns!

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    4. Daniel

      Existiu o Passat LS com motor 1,6 MD, ano/modelo 82, antes da conhecida mudança. Lembro bem disso, até uma vizinha nossa possuiu um, na cor verde álamo.

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    5. FVG;

      Verdade. Existiu o Passat LS 1982 com frente de Audi 80 e motor MD 1.6. Foram poucos carros mas existiu mesmo.

      O 1,5L ficou restrito ao Passat Surf, versão de entrada do Passat que nem friso nem relogio analogico possuia (tinha uma capa preta escrita Surf)
      ______________________________

      Bob;

      Obrigado pelo elogio! É que eu sou um Volksentusiasta da década de 70/80/90!!!!

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    6. FVG;

      Verdade mesmo! Saiu alguns Passat's LS 1982 com motor MD1.6

      O 1,5L em 1982 ficou restrito ao Passat Surf, versão de entrada do Passat que nem o relogio Analogico possuia: era uma capa escrita "Surf"
      ______________________

      Bob;

      Valeu pelo elogio! É que eu sou um VolksEntusiasta nacional das decadas de 70/80 e 90!

      Abraços!

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    7. Lorenzo Frigerio09/01/13 20:10

      Veja bem, Daniel: os Passat LS 82 com motor 1.6 saíram com um certo atraso, uma espécie de 82 "fase 2". Eles tinham o mesmo motor do TS 82, que era um 827 clássico; porém, havia agora a versão a álcool, que até 1981 era 1,5. Isso foi possível graças ao carburador Weber "miniprogressivo", o mesmo usado no Fiat Rallye, mas agora nacionalizado, e já niquelado nos modelos a álcool, processo que foi inaugurado pela Ford no Corcel II (que usava carburador Solex).
      Creio que todos os TS 1982 eram 1,6 desde o começo, mas alguns LS modelo 82 ainda saíram com motor 1.5.
      Aquilo que você chama de motor MD, deve ser o MD-270, batizado de "motor torque" pela VW. Este só saiu nos modelos 1983, aqueles com 4 faróis quadrados.
      Ainda em relação aos LS 1.6 82, havia a opção do estofamento "alto padrão", que era de série no TS, com carpete alto e bancos de veludo luxuoso.

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    8. Lorenzo;

      Alguns pontos:

      -> Sairam alguns Passat's LS 82 com motores 1.6. Não foram todos. Como você falou. Quanto ao acabamento, eu não posso falar nada.

      -> O Passat TS sempre foi 1.6. Desde seu lançamento em 1976. E sempre teve carburador de Corpo duplo

      -> Sobre os motores MD: De fato a denominação "MD270" saiu em 1983 mas esse foi o "nome de batismo" dado aos refinamentos que o EA827 com bielas de 136mm recebeu no ano de 83. Mas é Marketing, não tem diferença significativa nenhuma em relação aos modelos anteriores. É apenas um nome tal qual alguns denominam de motor Tork (os da Kombi pós 1992 - é o mesmissimo motor das Kombis anteriores exceto pelo comando de valvulas mais manso) ou o GM Familias I e II que, quando da decada de 1990 ganhou o nome de Powertech mas era o mesmissimo motor desde o Monza de 1983

      Usei a terminologia "MD" para diferenciar do AP que tem bielas de 144mm (que o pessoal chama de AP Bielão)

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    9. Bacana, Daniel.

      Algumas observações: o 1,6 pré AP, chamado de MD 270, durou até agosto de 85. A partir de então, AP 600.

      Os Santanas até agosto de 85 eram equipados com o MD 470. Depois dessa data, que coincide com o lançamento da Quantum, passou a ser o AP 800. Portanto, a Quantum nunca teve o bielinha. junto do novo motor, os Santanas receberam um sensível encurtamento de cambio: a quarta do antigo é a quinta do novo.

      Como curiosidade, no início da década de 90 é que foram chamados de AP 1600 e AP 1800, padronizando os nomes com o irmão de maior cilindrada, o AP 2000, de 88.


      Abraço

      Lucas CRF

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    10. Boa informação Lucas! Não tinha precisão das datas do motor "bielinha" e "bielão". Sabia apenas que era 1985.

      Valeu!!!

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    11. Daniel, a internet é fantástica mesmo. Se voce tem um resquício de uma lembrança, vasculhe aqui e ali , e vem a informação completa. Vá ao impressionante acervo digital da QR, edição de agosto de 85 que há uma reportagem completa sobre o "novo" 1.6, sob o teste de uma linda Parati. Há também a reportagem do lançamento da Quantum.

      Abraço

      Lucas CRF

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    12. Daniel

      O Lorenzo está certo: existiu Passat TS a álcool 1,5L, isso apenas na linha 81, convivendo com a versão a gasolina e motor 1,6L. Na linha 82, aí, sim, tanto álcool como gasolina usaram o mesmo 1,6, só não sei dizer se a versão a gasolina ainda vinha com o carburador Weber alemão, certeza mesmo era o Weber 450 (mini-progressivo) na versão a álcool.

      Lembro bem desse estofamento do TS 82...
      Bonito mas desbotava com a maior facilidade.

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  21. Interessante destacar o fato do Gol ter "deslanchado" nas vendas somente 7 anos após seu lançamento - atualmente, via de regra, aos 7 anos a maioria dos modelos já está pela morte. Quando do lançamento da linha 87, a VW emergencialmente mudou a frente e as lanternas traseiras do Gol, não tendo tempo de reformular o painel e os retrovisores (que permaneceram os da linha 80), talvez porque a Ford tenha remodelado o Escort naquele mesmo ano.
    Nunca vi Gol com motor refrigerado a ar com estepe no porta-malas e nem Gol 1.5, se não me falha a memória esse motor só veio no Voyage 82. E um dos veículos nacionais mais raros que conheço é a Saveiro BX.

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    1. CSS,

      Talvez ocorra o mesmo com o Etios, devido à teimosia da Toyota.

      Sinceramente, gostei muito do hatch 1,5 quando o vi em seu lançamento. Depois balancei e senti firmeza pelo HB20, mas após algumas análises, retornei ao Etios.

      Até sou capaz de encarar alguns itens que não gostei, mas não consigo engolir o painel.

      No momento em que a Toyota mudar o painel como deve ser, é certo que comprarei um para mim.


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    2. Existe uma certa confusão. Algumas pessoas chamam o Gol arrefecido (refrigeração é coisa de geladeira, ar-condicionado... motor é arrefecido) a ar erroneamente de BX.
      Primeiro: BX é como o fabricante, no caso a Volkswagen, chamava a linha Gol, à época composta por Gol, Voyage, Parati e Saveiro.
      Segundo: BX foi uma versão do Gol em 85 e 86 (talvez em 84 também, não sei) que utilizava o motor "a ar".

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    3. Saveiro com motor boxer a ar é um carro rarissimo de fato, mas hoje em dia!

      Elas eram relativamente comuns pois todas as Saveiros pré 1985 eram a ar e a Saveiro S 1986 era a ar também. Apenas a LS veio com motor a água.

      O problema é que por ser carro de trabalho, elas foram sendo exterminadas e as poucas sobreviventes estão moidas (tem uma de um comerciante de coisas usadas que dá para recuperar...outro dia tentei comprar ela mas ele pede R$7 mil Reais.

      E havia também a customização frequente da época: Colocar a frente do Voyage para disfarçar que era um modelo barato (era só trocar a grade e os farois. Muita gente fez isso e por aqui roda uma Saveiro boxer com frente de Saveiro AP)

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    4. Em 87 a VW já poderia ter trocado o páinel do Gol, que já existia no Fox de exportação.

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  22. Gol refrigerado a ar com estepe atrás é uma historia bem interessante. Uma bizarrice sem fim projetada por algum doido que nunca viu um Gol de perto!!!!

    Eram todos 1300 movidos a álcool (com dois carburadores) e eles tinham outra caracteristica curiosissima pouco mencionada: O tanque de injeção de gasolina para partida a frio ficava....atrás!!!! Tinha um bocal de abastecimento na lateral traseira/esquerda enquanto o bocal do combustivel era do lado direito onde permaneceu em toda serie de Gols quadrados até 1995.

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    1. Não Daniel, esse reservatório a que você se refere, era do lavador do vidro traseiro, no caso do Gol "quadrado" (e também de todas as Quantum - Parati nunca tive), esse reservatório era separado do que servia ao lavador dianteiro.

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    2. Anônimo09/01/13 16:20

      Não. Não tem nada de limpador de parabrisas traseiros até porque o Gol só teve limpador de parabrisas traseiro nos modelos GT e LS refrigerados a água em diante. Isso eu sei do que estou falando.

      Esse Gol a que me refiro é rarissimo, eram os 1300 a álcool fabricados durante poucos meses do ano de 1980. Eles tinham o estepe no porta-malas (depois voltaram para a frente) e o reservatorio de gasolina para partida a frio na traseira, analogo a Kombi movida a álcool e as atuais totalflex. Acho que não fabricaram mais do que uns 10 mil carros assim...

      Infelizmente é dificil mostrar isso porque esses carros praticamente acabaram. Na minha cidade tinha um...cheguei a vê-lo alguns meses atrás. Se eu conseguir uma foto, mando para o Bob.

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    3. Anônimo 09/01/13 16:20

      Não tem nada de reservatorio de agua de limpador de parabrisas: Era reservatorio de gasolina mesmo, com bocal externo do lado esquerdo (igual a Kombi a alcool e as atuais flex) e estepe colocado na parte traseira também.

      Foram pouquissimos carros, fabricados em final de 1980 com motor a 1300 álcool, numa epoca em que a VW nem cogitava colocar limpador traseiro no Gol.

      Hoje é muito raro ver um carro desses. Aqui na cidade onde moro existe um até hoje, estacionado em uma casa proximo a onde moro. Não sei se o carro anda. Se ele ainda estiver lá (como a uns meses atrás estava), tentarei fotografar.

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    4. Isto daria um interessante post: carros que foram produzidos em larga escala, mas que por alguma razão (que não as ditas "edições especiais", comemorativas, etc), tiveram um pequeno número de exemplares diferentes do grosso da produção, e por estas diferenças, são vistos como raridades ou mesmo "micos", dependendo do caso.

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    5. Entendi Daniel, estava pensando em modelos mais recentes. Fiquei curioso, fica devendo a foto.

      É verdade, Mr. Car, começando pelo próprio Gol 87. Com frente e traseira "novas" e retrovisor e painel antigos. Só saiu naquele ano.
      A Saveiro com motor "a ar" e os faróis pequenos. Somente 1982.
      O Civic 98, o primeiro nacional, lançado em março daquele ano e que em novembro já ganhou nova traseira.
      Teve uma série de Fiorino Furgão com uma abertura porta-escada no teto, se saiu durante 6 meses em 1992, foi muito.
      Uno 1.6 mpi 1995 4 portas. Uno CS Top 1989. Fiat Duna 1995, quando trocou o até então nome Prêmio e ganhou ar-condicionado. Se foram fabricados 200...
      Tempra Ouro com carburador. Somente 1992.
      Chevette 87 modelo SE. Só saiu naquele ano, inclusive o último hatch que trazia as modificações da linha 87.
      Quantas Kombis saíram de fábrica em outra cor que não branca?
      Dentre um sem-número de Opalas produzidos, o 88 2 portas talvez seja o mais raro de todos. Recebeu as mudanças da linha daquele ano e em seguida passou a vir só com 4 portas.
      Tive um Monza 89, "pelado", 1.8 4 portas com câmbio automático, verde com interior marrom e vidros a manivela. Era uma configuração rara. Naquele tempo a GM vendia os opcionais todos em separado (que falta faz).


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    6. Verdade mesmo!

      Citaria alguns que tive a oportunidade de ver de perto, entrar dentro e até dirigir:

      -> Gol 1300 refigerado a ar e a álcool;
      -> Gol Special 1.6 G2 fabricado em 2002
      -> Gol e Quantum C
      -> Fusca 1300 GL
      -> Chevette/Marajó e Chevy 500 com transmissão automática e ar condicionado
      -> Opala e Caravan com cambio na coluna pós 1979 (frente "nova" - existe inclusive uma menção ao cambio de 3 marchas em manuais da Caravan de 1988)
      -> VW Kombi de 6 portas
      -> VW Kombi de 4 portas (portas traseiras individuais para cada fileira de bancos)
      -> Belina Del Rey 4x4 (não confundir com a Belina Corcel de 1985 e 1986)
      -> Ford Escort versão pé de boi (não tinha sigla alguma fabricado em 1983/84). Motor CHT 1.3L
      -> Ford Ranger XLT 4x4 Turbodiesel Powerstroke 2,8L e cabine estendida (apenas ano modelo 2002 e 2003)
      -> Ford F-1000 4x4 com acionamento MECANICO da tração

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    7. E também teve o Opala 80 que mudou por fora, mas continuou com o painel antigo, este só mudando em 81. Não é muito fácil achar um desses. E por falar em Opala, alguém se lembra qual foi o último que saiu com banco dianteiro inteiriço e alavanca de marchas na coluna de direção?

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    8. Olha, não me esqueço do AP de Ciclo Diesel, na linha 1982 de Saveiro e Kombi.

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    9. Mr. Car, já cheguei a ouvir falar que saíram Opalas em 1988 com banco inteiriço. O Expresso Luxo tinha Opalas 1986 básicos com tal solução (útil se pensarmos que por vezes levavam famílias inteiras mais o motorista profissional).

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    10. Em casa, temos o Monza Classic 89 venezuelano. Têm rodas com desenho, aro e espessura diferente do nacional, interior cinza e outras particulariedades. Só encontrei outros 3 Monzas nesta configuração até hoje.

      H

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    11. Sei de um Monza S/R venezuelano 89, que está sendo minunciosamente restaurado. Entre as diferenças para os nossos, está o câmbio automático.

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    12. Mr. Car.

      Não conheço o Venezuelano, mas depois do que encontrei no Wikipedia (texto abaixo) fiquei curioso, se alguém tiver fotos, coloque as aqui no AE em forma de resposta.

      "O Hatch foi lançado com câmbio automático e motorização 1.8 entre 1985-1988.
      O modelo esportivo S/R com o motor 1.8 tinha 106cv, contra 85cv dos 1.8 convencionais e 99cv do 2.0.
      O esportivo S/R, era disponível o câmbio automático, somente na versão importada da Venezuela, no ano de 1989. Neste ano vieram importadas para o Brasil, 234 unidades do Monza nas versões SL, Classic e S/R - A maioria com câmbio automático, bancos em couro e ar-condicionado de série. Todos à Gasolina. Das 226 unidades, apenas 26 eram equipadas com injeção eletrônica e câmbio manual de 5 marchas. O Conjunto Motor e Câmbio eram Brasileiros, mas a estamparia era montado e pintado em CKD na Venezuela, assim como todas as partes de acabamentos internos, que a maioria eram em Bancos de Couro. O Rádio Toca-fitas eram da Marca Clarion. Uma peculiaridade dos Monzas Venezuelanos é que não saíam com vidro térmico traseiro. Todos possuíam um jogo de rodas em Liga-Leve com desenho exclusivo e Aro 14 ou com Rodas aro 13 e calotas plásticas.
      O Monza S/R fabricado no Brasil, era abastecido pelo combustível vegetal, tornando-o um esportivo com um temperamento mais apimentado.

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    13. O Classic venezuelano de casa é completo, só não têm banco de couro, mas é de tecido cinza. Um outro detalhe, não têm relógio digital como os Classics brasileiros.

      H

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    14. Tem muitas fotos dele (S/R venezuelano) no site "Flashback Automotivo". Procure em "Projeto Placa Preta"/"veículos Nacionais-anos 80 e 90"/"Monza S/R 2.0 S 1989 Automático (Monza Venezuela). Este tópico é o terceiro da primeira página, contando de baixo para cima.

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    15. Outra que existiu por muito pouco tempo, e certamente teve poucas unidades produzidas, foi a Brasília 1300 à álcool, se não me engano no ano de 1.980. Meu pai teve uma. No "frio" do Mato Grosso do Sul já era meio complicado dar partida pela manhã...

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  23. CSS
    Existiu Gol a ar com estepe no porta-malas. Há, inclusive, o fato de o dono da concessionária Condor, em São Paulo, o sr. Mário Ferreira, ter encontrado a solução, imediatamente aceita e introduzida pela fábrica. Parece que não existiu realmente Gol 1,5 a água, mas estou vendo com a fábrica, pois a informação veio dela. É mesmo incrível o Gol ter levado tanto tempo para deslanchar, e sem mudar geração.

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    1. Lorenzo Frigerio09/01/13 20:15

      O sr. Mário Ferreira não precisou pensar muito: o Fiat 147 tinha estepe no motor desde o começo. Porém, devido à posição alta do carburador do Gol "a ar", acho que viraram a roda.
      Ouvi dizer que cabeças rolaram na VW pela mancada de colocar o estepe na mala.

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  24. Entre o assalto, digo, "Das Auto" Gol 1.6, e o Palio 1.6, fico com o italiano. Este é um dos maiores problemas do Gol, mas por outras razões e preferências, ainda ficaria com o Fiat.

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    1. Off-Topic: este comentário é meu mesmo, "Mr. Car", o legítimo, he, he! É que por alguma razão, pela segunda vez, meu avatar desapareceu.

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  25. É realmente um fenômeno a se destacar essa liderança por tanto tempo.

    A propósito, não seria mais adequado ao AE dizer que o gol teve só 3 gerações e varios face lifts como o BestCars uma vez comentou?

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    1. Fla3D
      Nessa não acompanho mesmo o Best Cars. Afinal, trata-se de um detalhe irrelevante para ficar discutindo com a fábrica. Não faz a menor diferença, da mesma maneira que muitos se atêm à questão se a plataforma é x ou y.

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    2. Bob, não é detalhe irrelevante dizer o que é uma real geração e o que é uma mudança técnica dentro de uma mesma geração. Se ficarmos nesse papo de "Gol Geração 5", apenas e tão somente estaremos comprando e validando o discurso dos marqueteiros, que querem mesmo que as pessoas achem que o carro mudou um monte quando na realidade segue tendo painéis de carroceria intercambiáveis com a "geração" anterior.
      A mesma VW no passado foi honesta e nunca chamou as extensas mudanças sofridas pelo BX de nova geração. Ela sabia que para-brisa, vidros laterais traseiros e traseiro de um Gol 1993 serviam perfeitamente em um 1980. Sabia também que as portas eram intercambiáveis (mudando apenas os vidros nela montado a partir de 1988), bem como um monte de outras peças. Por que quando passou para a plataforma AB9 ela passou a dar de malandro de morro e querer vender as duas reestilizações subsequentes como novas gerações? Por acaso a porta de um Gol velho zero-bala não serve perfeitamente em um "bolinha"? Claro que serve, assim como os vidros laterais (todos) e o para-brisa. Apenas vidro traseiro é que muda, pois a tampa usada em um AB9 tem mudanças mais extensas que a simples mudança de folha externa que o BX teve em 1991. Dá até para "reestilizar" um "bolinha" montando painéis mais recentes nele. Se você quiser inventar uma Parati AB9 de duas portas com o último estilo adotado, basta montar em uma da segunda metade dos anos 1990 os painéis não estruturais dianteiros (para-lamas, capô, batente do capô), uma tampa traseira com as referidas lanternas, os dois para-choques e trocar a maçaneta mais delgada pela mais gordinha e tudo isso se encaixa perfeitamente.

      A mesma VW que se acha esperta e pensa que todo mundo no Brasil é otário é a mesma VW que no exterior chama suas gerações por algarismos romanos, mesmo que tenham alterações mais extensas sobre uma mesma estrutura. O Passat III teve uma alteração extensa em seu estilo, mas a VW não o vendia como nova geração (apenas o código é que mudava, passando de B3 para B4). Porém, ela sabia que não podia vender a europeus e americanos que aquele seria um "all-new Passat", justamente por saber que aquele carro usava o mesmo para-brisa e vidros de porta do estilo anterior.
      Se precisão é característica que deve permear o jornalismo automotivo, não se deve considerar "detalhe irrelevante para ficarmos discutindo com a fábrica" o fato de a VW querer vender gato por lebre e passar o recibo de que mudanças cosméticas que podem ou não ser acompanhadas por algumas mudanças mecânicas (vide "mola banana" na primeira reestilização do Gol AB9) seriam uma nova geração. O Best Cars está certo e, mais ainda, demonstra não ter medo da Rede Globo que fabrica automóveis e tem seu principal "estúdio" na Anchieta. Se a VW quiser boicotar o BCWS como fez a GM, problema dela, pois apenas e tão somente irá se queimar perante os brasileiros como sua congênere se queimou nos últimos anos. Que a "Rede Globo dos automóveis" já se desmoralizou muito nos últimos anos, sabemos bem, mas ao contrário do "SBT de São Caetano do Sul", parece estar notando o poder que a internet e as redes sociais têm e ainda mantém alguma racionalidade, que com certeza não é a de chamar mudanças sobre um mesmo monobloco de "nova geração".

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    3. Anônimo 09/01/13 19:04
      Desculpe, mas você está com uma visão totalmente distorcida a respeito desse assunto, justamente dando enorme importância a uma questão eminentemente marqueteira, aplicável a qualquer produto manufaturado. O Best Cars está certo sim, mas só dentro da convicção do seu editor. Para o comprador essa importância que você dá a "geração" não faz a menor diferença. Ele quer um carro que lhe agrade e ponto final. Não adianta prolongarmos esse assunto.

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    4. E a diferença técnica?

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    5. Não faz diferença para o comprador do mesmo jeito se o carro tem injeção ou carburador, se é 8 ou 16v ,se tem ou não air bag.
      Tem gente que não se importa e tem gente que se importa. Então como para os primeiros tanto faz, em respeito aos do segundo grupo, as fabricas e a imprensa especializada deveriam sim seguir critérios mais rigoroso como o best cars faz.

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    6. Anônimo 11/01/13 13:37
      Por favor, não insista. O AE NÃO é e NãO faz questão de seguir o Best Cars ou qual site/blog seja. Ficou claro? Se não está satisfeito conosco, simplesmente deixe-nos.

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    7. Não acho que o anonimo 13:37 está insistindo, na verdade tem muita razão em cobrar que o AE respeite tanto os que não se importam com nada como os que se importam (a maioria num site de entusiastas com certeza se importa com pormenores técnicos). Pra ler qualquer coisa sem detalhamento nenhum já existe um monte de revistas, o AE deveria dar mais atenção a isso

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    8. Anônimo 11/01/13 17:04
      Que "detalhamento"? Por exemplo esse: "A Volkswagen fala em geração 3 e 4, mas isso não existe, viu, leitor?" O que interessa isso na hora de comprar o carro? "Ah – diz o comprador para vendedor – mas esse carro não é geração 4 com está sendo dito, é geração 2, então não vou comprar". Se é isso mesmo o que você acha, então leia só o Best Cars, esqueça o AE, porque esse "respeito" você nunca verá aqui.

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    9. Nós somos leitores e não compradores Bob, por isso visitamos aqui para saber o que um vendedor ou um leigo não sabe, como exemplo se um carro teve uma mudança completa ou só uma mudança de desenho, isso não só para comprar como para saber, afinal somos entusiastas

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    10. Anônimo 12/01/13 19:20
      Você disse a palavra certa, mudanças. São elas que interessam e sempre são divulgadas pelo fabricante e reverberadas na imprensa. Por essas informações dá para saber perfeitamente se as mudanças foram poucas ou muitas, especialmente quem é entusiasta, que capta isso mais facilmente. Não interessa a "geração", um termo de marketing apenas.

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    11. Marketing quando apenas muda detalhes e o desenho do carro, um carro inteiro novo é sim uma nova geração seja marketing ou não. O entusiasta sabe disso, mas o AE poderia também ser mais completo nas informações como já foi e falar dessas mudanças, querendo usar o nome geração ou não. Vocês são imprensa e tem mais acesso a essas informações que para entusiastas são interessantes, um entusiasta quer saber se existem novidades numa suspensão por exemplo de um carro para outro (seja de geração diferente, modelo ou qualquer adjetivo)

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  26. Lorenzo Frigerio09/01/13 17:30

    Bob, a injeção do Gol GTi 2.0 era a Bosch L-Jetronic (analógica multiponto), também usada no Santana EX. Como você diz que ela teve de ser "desenvolvida aqui"?
    Por favor, explique.

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    1. Lorenzo
      Era essa injeção mesmo, mas foi desenvolvida aqui como o fornecedor.

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    2. A L-Jetronic do primeiro Gol GTi e Santana Executivo pegou justamente o momento em que a gasolina brasileira deixava de ter chumbo tetraetila e passava a porcentagens mais altas de álcool anidro, algo que não estava previsto para o sistema original mas ia se tornar padrão com o passar dos anos.
      Em carros carburados, a transição de combustível era mais simples e bastava uma regulagem nova. Já em injeção, a coisa era mais complicada e demandou o tal desenvolvimento específico, principalmente em parâmetros adequados à mistura daqui.

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  27. Bob,

    Não saiu nenhum Gol 1.5 pras css não...

    Daniel,

    O Gol e Voyage 1985 de Janeiro a julho era o MD 270( giclê de alta do 2 estagio 155),

    Agosto de 1985 em diante era o AP Biela longa ' Vareta Vermelha ", giclê de alta do segundo estágio 132, caso raro de menor que o primeiro que era 135 e os mecanicos mais tradicionais invertiam por que " esse troço não pode estar correto"

    O " Vareta vermelha " tinha um desempenho barbaramente superior,e como superou o Monza 1.8 álcool e XR3 , o Golzinho pegou como carro de boy e decolou nas vendas, levando Saveiro e Parati junto.

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  28. História do Gol:
    Primeira plataforma BX
    1980 - Lançamento com motor boxer 1300 nas versões Std e L
    1981 - Introdução do motor boxer 1600 e agora versões S e LS
    1982 - Série especial Copa
    1984 - Lançamento do Gol GT equipado com o MD 270 1.8, câmbio 04 marchas e opcionalmente oferecida à caixa PV de 05 marchas
    1985 - O S e LS ganham o motor AP 600 (anos depois rebatizado como AP 1600) com diversas modificações em cima do MD, tais como bielas de 144mm, cabeçote retrabalhado e diversas outras melhorias... o GT ganhou o AP 800 com as mesmas bielas de 144mm e foi lançado o Gol de entrada que se chamaria BX, utilizava o motor Boxer 1600 e era extremamente depenado
    1986 - Lançamento da série Especial Plus, baseada no LS com motor AP 600
    1987 - Remodelação de frente, traseira, rodas e outros detalhes externos: sai o BX e entra o Gol C (raríssimo, voltado à frotistas, era equipado com o AP 1600), sai o S e entra o CL, sai o LS e entra o GL, sai o GT e entra o GTS
    1988 - Novo acabamento interno para toda a linha, lançamento no salão do automóvel de outubro de um mito: Gol GTi, motor AP 2.0i com injeção Bosch LE - Jetronic, tuchos hidráulicos, inéditos freios à disco dianteiros, painel de grafia vermelha, encostos de cabeça vazados, lanternas fumê, etc
    1990 - Nas versões CL sai de cena (até hoje não entendi isso) o AP 1600 e entra o Renault / Ford 1600 CHT com diversas melhorias e agora rebatizado de AE 1600 e ainda era agora oferecida na versão CL o AP 1800 com caixa longa PS... o GL passava a ser 1.8 também e utilizava o mesmo conjunto do CL... era lançada mais uma série especial, a Star, baseado no GL
    1990/1991 - ganha um pequeno facelift, nova dianteira, nova tampa traseira, os GTS e GTi deixam de usar as rodas pingo d'agua e passam a oferecer as orbit e como opcional, as BBS
    1991/1992 - introduzido o catalisador em toda a linha
    1993 - lançamento do Gol 1000 com o motor AE 1000, baseado no Ford / Renault 1600; motor AP volta à versão CL e convive por um tempo com o CL com motor AE
    1994 - Série especial Copa, baseada na versão CL 1.6 com motor AP

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    1. Bacana, Gonzalez. Somente a observação que o 1.8 pré Ap era chamado de MD 470.

      Abraço

      Lucas CRF

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  29. 1994/1995 - lançamento da nova plataforma comercialmente conhecida como AB9: entram Gol i motor AE 1.0i, iPlus de mesma motorização, CLi de AP 1.6 e AP 1.8, GLi de AP 1.8 e GTi 2.0 8v de AP 2.0Mi... todos utilizam injeção FIC Ford.. o BX quadradinho continua em linha
    1996 - Entra em cena o TSi 1.8 (baseado no GLi) e a sra. majestade, o GTi 2.0 16v, motor e caixa alemães derivadas do Audi 80, bloco alto, bielas de 159mm, duplo comando de válvulas, ré sincronizada, freio à disco nas quatro rodas, ABS opcional, estabilizador traseiro e a famosa bolha no capô... no inicio rendia 141cv e logo mais, 145,5cv
    1997 - Mudanças importantes: sai de cena o BX 1000cc, sai de cena o AE 1000i e entra o EA 111 1.0 8v (que diferença), os AP ganham injeção Mi Marelli com ganhos significativos de desempenho e consumo, o GL agora é disponibilizado também com o AP 1.6Mi e o TSi com o AP 2.0Mi
    1998 - as versões 1.0 ganham o inédito EA 111 1.0 16v de 69cv, o carro é muito bom de guiar, o GTi 8v sai de cena e salvo engano, no final do ano a plataforma AB9 ganha a versão 4 portas
    1999 - Vem a bonita e bem acabada geração III, acabam as siglas agora simplesmente: 1.0 8v EA 111 de 57cv, 1.0 16v EA 111 de 69cv, 1.6 AP de 92cv (99cv no álcool), 1.8 AP de 99cv, 2.0 AP de 111cv e GTi 2.0 16v de 145,5cv
    2000 - Infelizmente sai de linha a majestade, o GTi 16v, porém vem o espertíssimo 16v Turbo, motor EA 111 1.0 16v com 112cv, duplo comando com variador de fase VVT na admissão, válvulas de escape refrigeradas à sódio, bielas forjadas, camisa grafitada, bloco reforçado, intercooler,etc...
    2002 - motores EA 111 1.0 8v e 16v ganham melhorias, bloco reforçado do 16v Turbo, balancins roletados e outras, passam para 65cv e 76cv respectivamente.. versões 1.6, 1.8 e 2.0 saem de linha
    2003 - volta a versão 1.6 e logo em seguida é lançado o primeiro veículo totalflex, o Gol AP 1.6, com 99cv...o 16v turbo é descontinuado
    2004 - o 1.0 16v é descontinuado... volta o AP 1.8 agora TF e com 107cv
    2005 - Mais uma reestilização, agora é o GIV, versões 1.0 agora também são flex, a linha fica assim: Gol 1.0 8v, Gol 1.6 e Gol 1.8.. o EA 111 ganha mais cavalos, salvo engano vai à 67cv e logo em seguida chega à 71cv... nesse meio tempo (entre 2005 e 2008), ganha a versão Rallye com motor AP 1.6
    2008 - Nova plataforma, a NF, finalmente um novo carro... AP sai de cena e o EA 111 (rebatizado de VHT) é extendido À toda linha nas versões 1.0 de 76cv e e 1.6 8v de 104cv... as versões são a simples, pacote Trend e Power
    2010 - motores 1.6 ganham a transmissão automatizada ASG
    2012 - Remodelação, motores ganham melhorias, mantém a potência e reduzem o consumo, o bloco se mantém porém é rebatizado novamente de TEC, nova arquitetura eletrônica

    Bom, fiz isso de cabeça, acho que é mais ou menos isso.... ufa...rs

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    1. 1995: série especial Rolling Stones - um CL 1.6 com toca-fitas e uma fita da banda de brinde;
      1996: série especial "CL for export", não sei qual a diferença, muita gente nem sabe que existe;
      1996: série especial Atlanta, um CL com rodas aro 14" e calotas de GL, frisos laterais pintados na cor e estofamento de veludo;
      1998: série especial Star, um CL 1.6 argentino, com rodas de liga aro 14", direção hidráulica com volante de TSi, conta-giros e tecido exclusivo nos bancos;
      2001 a 2002: séries especiais Fun (com faróis de máscara na cor do carro), Ouro, Sport e Highway. Para mim todas iguais, só mudavam as calotas e os logotipos;
      2011: G5 - séries especiais "Vintage", se não me engano foram 30 unidades a um preço de quase R$ 60 mil cada. BlackGol (assim como BlackFox, nem precisa explicar a razão); Gol Seleção, com o logo da CBF bordado nos bancos (nunca vi um ao vivo); e Gol 25 anos (consta nas tabelas, mas nunca vi).
      Esses últimos são mais ou menos como as três séries de Corsa 98, Grêmio, Inter e Piquet, pouca gente viu ou os que restaram foram descaracterizados...
      E fica a sugestão de um post sobre séries especiais raras.

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    2. O "Roling Stones" tinha um adesivo da banda na coluna "C" e no lado direito da tampa traseira.

      Esse "For Export" de 96 não seria o de fabricação Argentina e já modelo 97? Minha esposa tinha um desse até 40 dias atrás.

      O Atlanta era um CLI com rodas 14, pneus 185/60 (acho que Goodyear Eagle NCT3),calotas de Golf GL, volante e faróis do GTI e estofamento mais escuro.

      O STAR de 98 era isso aí mesmo.

      O FUN de 2001 (acho que foram vendidos em maio e junho de tal ano) foi um dos meus sonhos de dolescente, pois um senhor aqui perto de casa tinha um, e quando ia pegar o ônibus para escola, bem cedinho o via saindo para levar o neto a escola, e eu quase adoecia esperando o busão e me imaginando em tal carro, pois tinha rodas esportivas 14", e os faróis eram de cor champanhe como o veículo, como sonhei com um desse...

      Sobre o Sport tenho a comentar apenas que achava (acho ainda) feio os pneus 185/65 R14 em tal veículo.

      O Highway tinha um tom de azulo muityo bonito.

      Sobre o ouro, só me lembtro das rodas 14 com calotas e que interior era diferente dos "normais".

      Faltou falar o Rallye de 2005 e do Copa de 2006, ambos muito bonitos, do primeiro só não gostava da altura de rodagem.

      Do Rallye G4 e G5 nunca gostei, não fazemm meu tipo.

      Em 2002 teve o Trend também...

      O seleção é bonito, aqui em Goiânia já vi alguns, o Azul boreal é lindo, pena que não foi lançada tal cor no restante da linha.

      Em 2011/2012 teve o Rock in Rio também oferecido na cor azul boreal.


      O 25 anos é um trend com lanternas e retrovisor com repetidora lateral como os da versão Power, logotipos nos páralams dianteiros e laterais dos bancos em couro.

      Sobre os Corsas 98 lembro do Champ salvo engano os Piquet eram 97, na cor amarela.

      Teve também na e´poca uma CG 125 de cor Prata (cor não disponível na linha á e´poca)que também levava o nome do Tricampeão de F1.

      Já as séries Înter e Grêmio nunca vi nem ouvi falar. Será que não eram versões montadas por concessionárias Gaúchas? Pois aqui em Goiânia, acho que em 2009 ou 2010, as concessionárias locais tentavam nos empurrar um Celta Pequi (pequi é um fruto típico do cerrado brasileiro, sendo o prato mais tradicional da culinária Goiana é o Arroz com Pequi), que nada mais era do um life com acessórios de gosto duvido estilo o "off road" de 2005.

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    3. lembro de um fan vermelho com faróis vermelhos! g3

      e aquele verde que ná época os manolos colocavam lanternas da mesma cor, que verde terrível... "bola"

      acho que vi um desse cbf a cor linda azul marinho, deve ser essa série especial devido cor exclusiva e tem rodas de liga diferentes que se não me engano são as mesmas da série 25 anos de liderança, só é feio o fundo preto no local da placa traseira. g5

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    4. Gonzalez

      Bota mais um ítem aí:

      No modelo 92 o Gol passou a ser equipado com o mesmo acabamento interno que seus familiares de versão superior, ou seja, Gol CL com o mesmo interior (exceto painel) de Voyage e Parati GL e Gol GL com o mesmo interior, sem por nem tirar, de Voyage e Parati GLS.

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    5. FGV, tens razão em partes: salvo engano este acabamento só chegou ao Gol e resumia se à forros de porta, bancos, volante e cluster...

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    6. Obrigado por quem completou minha resposta... faltou mais um aí: Gol Special AP 1600 de 2002 ou 2003... mosca branca de olhos azuis

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  30. um internauta anônimo questionando resultados de mercados?
    esse cara tá errado!

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  31. A Fiat é líder há 11 anos. Imaginem se tivesse uma política forte para utilitários de médio e grande porte e no segmento de carros médios e/ou grandes.

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  32. Pessoal, depois da aula de vcs fiquei com uma dúvida: Qual a diferença entre o EA827 e o AP600?

    Trata-se apenas de um código interno da fábrica?

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    1. O EA827 tinha fluxo cruzado e só veio importado para o Brasil, o AP era um 827 pero no mucho

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    2. Fluxo cruzado é o EA 113, primo do AP

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    3. Antes do 113 já tinha fluxo cruzado, mas não no Brasil (Golf 1.8 é um exemplo)

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  33. Não gosto do Gol, acho muito caro pelo que oferece (e pelo que a concorrência dispõe). Mas é evidente que a fama do Fusca colou nele (principalmente no interior do Brasil).

    RicardoBF

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  34. Anônimo 09/01/13 23:14
    O EA827 era o primeiro "a água" que chegou com o Passat em 1974. Esse motor passou de 1500 a 1600 para o TS (pistões de 76,5 para 79,5 mm, curso de 80 mm inalterado). Em 1982 surgiu o MD 270 "Torque", com comando e calibração para potência em rotações mais baixas e que viabilizou o câmbio opcional 3+E. E em 1985 o AP600 (depois AP1600), com novo bloco (o mesmo do AP800), com 81 mm de diâmetro por 77,4 mm de curso, bielas de 144 mm (136 mm no EA827).

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    1. MD é MD, jamais EA827, o MD antes do Torque era MD, depois veio EA827 ou AP

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    2. Bob, o AP é o EA 827...

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  35. Ninguém citou uma série especial "gol star"de 1989,vinha com grade pintada na cor da carroceria,filete nos para choques da cor do carro,bancos recaro,pontera de escape do gol GTS,e só vinha na cor vermelha ou branca,pelo que eu me lembro,há,também tinha as lanternas fumê!!!!! Charles Alexandre...

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    1. Recaro não.
      E não era só a ponteira de escapamento do GTS, mas o conjunto motor e câmbio.

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    2. Anônimo , eu citei o Star

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  36. Em meados dos anos 70, eu participei da Comissão de Compras do Exército, em Washington lá eu fiquei 4 anos, e fui com uma comitiva a Alemanha comprar canhões da Tyssen-Krupp lá eu vi um carro médio da VW, era o Polo, pai do nosso Gol, que iniciaria a fabricação no Brasil em 1980.
    Abraço
    Coronel Anômimo(Militar Anônimo)

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  37. Caro Bob, agora tenho 2 Fiats, um Mille 99,com 27.700 Km. originais e um Novo Uno 2011, com 1.500 Km. originais,toda semana eu faço uma revisão geral(estou aposentado) nos dois, mas meu xodó é o Mille 99 2 portas a gasolina, eu acho que apesar dos 17 C.V., a menos que o Novo Uno ele é melhor em desempenho,visibilidade e conforto.
    Abraço
    Coronel do Exército
    Militar Anônimo

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    1. Anônimo, realmente é impressionante o aproveitamento de espaço do antigo Uno, e a visibilidade também é muito boa.

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  38. Bob, em qual ano foi fabricado Gol a ar com o estepe no porta-malas?
    Meu pai tem um Gol L 1980 com motor 1300 e o estepe é na dianteira, o assoalho do porta-malas é liso como no antigo Uno.

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  39. Douglas
    Foi por breve periodo em 1981, quando o motor passou a 1,6, que tinha dois carburadores.

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    1. Bob;

      Foram apenas alguns Gol's 1300 a álcool que sairam com estepe no porta-malas, uma pequena leva de carros fabricadas em final de 1980 e inicio de 1981. O Gol 1600 já veio com o estepe na dianteira.

      Como falei atrás, tem um carro desses aqui perto de casa (que inclusive tem um bocal do lado esquerdo - para a gasolina do sistema de partida a frio) e depois fui checar a informação no arquivo digital da 4 Rodas (edição de Fevereiro de 1981 - tem o teste e o comentário justamente do problema do estepe).

      E observe as fotos de abertura do teste: Apesar do carro ser preto, o,olhar atento pode ver a saliencia do bocal que eu mencionei.

      Forte Abraço

      Daniel

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  40. Real POwer10/01/13 11:52

    Bob, eu tive um Passat TS 1980 branco. Esse carro tinha ar-condicionado, vidros verdes. Eu fui o 2º dono dele. O painel era um pouco diferente, com os comandos do ar-condicionado localizados mais à direita, logo acima da tampa do porta-luvas quase à frente do passageiro. Tinha ainda uma pequena plaqueta com o nome "DENSO". O 1º dono (um Sr. com cerca de 50 anos na época) disse ser tudo original. Apenas encontrei outro TS 1980 verde com ar-condicionado. O dono dizia ser tambem original. Depois nunca mais vi outro Passat assim. Esse carro andava muito, e fiz muitos VW Gol GT/GTS ficar comendo poeira. O danado girava suave a 7.000 rpm sem problemas, uma vez ou outra eu beliscava os 7.500, pois chegava lá muito fácil.
    Usei esse carro até em provas de arrancada na categoria 1.6/1.8 /2.0 que tinha na região onde morava, e tive muita alegria. Na rua eu era conhecido como "Bielinha" entre os rachadores. O TS 80 branco com número 22 em vermelho no pára-brisa e vidro traseiro deu o que falar por anos. Depois tirei o ar-condicionado, passei a usar um bloco do Golf 2.0 com bielas de 159 mm, cabeçote preparado, comandos Engle 324º, câmbio 5 marchas com todas as engrenagens especiais etc etc, mas isso é outra história. Saberia me disser algo sobre a existência desses Passat TS com ar-condicionado de fábrica? Um Abraço.

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    1. Real Power
      Não me lembro desse detalhe, mas é provável que tivesse. Nessa época eu já não era mais sócio da concessionária e ainda não havia entrado para a Volkswagen. Mas vou tentar obter a informação correta. Seu carro como esse motor deve mesmo ter ficado um colosso!

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    2. O ar-condicionado era um opcional do Passat, nada demais. Claro que o carro sendo seu, você faz o que bem (ou mal) entender com ele, mas destruir um Passat TS com ar-condicionado de fábrica é inexplicável.

      Neste vído Boris Feldman fala de um carro semelhante que graças a Deus sobreviveu à fúria dos destruidores de automóveis.
      http://www.youtube.com/watch?v=HhIJv5lRVyo

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    3. Anônimo 10/01/13 12:54. Na época 1995, que comprei esse Passat TS 80, eu tava realizando um sonho de comprar meu 1º carro. Até então usava os carros do meu pai. Eu mantive ele original por alguns ano. Mas minha idéia sempre foi de ter um carro externamente original com mecânica mais moderna, principalmente com motor bem mais forte. E foi o que aconteceu com esse TS. Do 1.6 original de 80 cv SAE eu mudei para um AP 1.6 com preparação semelhante aos motores de "Marcas" com +/- 135 cv. Depois usei um AP com 1951cc. já com comando importando etc, que acertado em dinâmometro de bancada rendeu 187 cv. Até ai o carro tava ainda todo original, ar inclusive funcionando. Quando parti para o bloco de Golf 2.0 as coisas ficaram mais sérias. Lembro que meu pai falou que ei ia acabar com o carro e mais tarde ia me arrepender. Mas la fui eu, mas com 217 cv com 01 carburador nacional modificado e chegando a 240cv com 02 weber 45 sempre testado em dinamometro de bancada. Foi uma "viajem sem volta" cada dia eu buscava mais performance. Ai tudo era em prol da velocidade. O TS acabou sua história em pistas de arrancada. Esse caro é uma verddadeira lenda. Um amigo chegou a comprar um Passat(não era TS) branco e tal. Ele colocou o número 22 em vermelho no parabriza e vidro trazero como no meu. Quem olhava não achava diferença alguma, a não ser pela placa. Então ele sai dando um role e logo aparecia alguem acelerando forte no lado.
      Ele dava uma esticada com seu 1.5 gasolina e levava uma surra.
      Ai me encontrava num posto de gasolina e eu assumia a bronca. Os desavisados simpelsmente não entendiam como de uma hora para outra o 22 mudava tanto de comportamento. Geralmente eu aparecia nas noites de sábado para juntar mais Fregueses. Foi sem dúvida uma fase da minha vida que nunca vou esquecer. Hoje concordo com você a respeito de distruir um TS como o meu, foi algo insano. A vida segue nos ensinando.
      Abraços

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    4. A vida é tocada pelas oportunidades que temos. Fantástica a sua dedicação ao carro. Parabéns!

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  41. Acho que a Fiat é líder por causa dos preços e o Gol por causa de sua fama ,porque acho os carros da GM melhores e digo isto sendo proprietário de um VW.

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  42. Ei Anônimo 09/01/13 22:19: Você falou em Fiorino Furgão. Tive a oportunidade de dirigir um exemplar com air bag para o motorista (com um volante bem diferente) sem direção hidráulica. Acho que era 2006 ou 2007.

    AutoEntusiastas: por que alguns comentários tem link para responder e outros não? Estou fazendo algo errado?

    Abraços a todos!

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    1. Seria como esse aqui?

      http://www.ibiubi.com.br/carros/fiorino-furgao-fire-1-3-%C2%B7-usado-%C2%B7-branca-%C2%B7-2008+fiat/s%C3%B3-carr%C3%A3o/IUID3835215/

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