5 de janeiro de 2013

NOVA RANGER 2013, NO USO

Fotos: autor



Não é fácil encontrar caminho ruim o bastante para criar dificuldades à Ranger, a picape média 4x4 lançada pela Ford no final de junho. No evento para a imprensa, realizado em Salta, Argentina, foi proporcionado aos jornalistas um trajeto aventureiro para fazermos com a picape, subindo e descendo rampas escorregadias e rodando por vaus de riachos pedregosos e bastante fundos, com mais de meio metro de água. Nessas já deu para ver que a picape é valente à beça. Faltava viajar com ela e senti-la no dia-a-dia.

É difícil achar aventura para ela

Indo de São Paulo a Pirassununga, pegando a rodovia dos Bandeirantes e a Anhangüera, a picape viajou muito bem, silenciosa, mantendo 120 k/h em 6ª e última marcha com giro baixo, 2.100 rpm. A versão em teste é a Limited, a topo de linha, com câmbio automático e uma série de opcionais que lhe dão conforto, conveniências e enorme valentia no fora-de-estrada; portanto, nas relativamente vazias estradas de pista dupla era só ligar o controle de velocidade e deixar rolar.

Ela vai bastante estável, quase nada sente os ventos laterais, mesmo as rajadas mais fortes, e proporciona uma viagem tranqüila e pouco desgastante. Em trechos sob chuva torrencial ela segue como se nada houvesse e mesmo topando com grandes poças d’água, que fariam muitos carros sofrer aquaplanagem, ela passou sossegada. Boa para viajar, sim. Em viagens nesse ritmo fez ao redor de 8 km/l de diesel (S50), segundo o computador de bordo.

Boa ergonomia e conforto

O sistema de ar-condicionado tem controle de temperatura de duas zonas e tudo vai bem. O que é de se estranhar é ela não ter saídas de ar para os passageiros de trás, já que tem até um compartimento refrigerado entre os bancos dianteiros; o que achei bem útil, já que mantém convenientemente fresquinha a água de beber. Esse ar fresco é só o que falta aos passageiros de trás, que têm amplo espaço e conforto, pois além do assento ser relativamente macio o encosto tem boa inclinação, como a de um sedã médio.

Quem vai atrás obviamente sofre mais com a dureza da suspensão traseira, necessária para suportar a possíveis cargas pesadas.

Eixo rígido para carga pesada

Os assentos, tanto os dianteiros como os traseiros, felizmente, honram a antiga tradição da Ford. São anatômicos e confortáveis, tanto que ao sair de casa foi só ajeitar a posição – o do motorista tem ajuste elétrico – e nem pensar em mudá-la.

Luz de cortesia

Apesar de o volante ter somente regulagem de altura, ele está numa distância conveniente. A assistência da direção é hidráulica e ela tem bom peso, não é leve demais e nos passa com nitidez como está o piso em que rodamos. A sensibilidade do pedal do freio também está muito boa; suave, progressiva e boa de dosar.

Dá para entender que muitos gostem de viajar em carros altos, pois se tem boa visão do que vai adiante e da paisagem ao redor. Dá para entender que sacrifiquem o que mais prezo em um veículo estradeiro, que é a agilidade. Digo isso porque é evidente que, apesar da Ranger ter realmente boa estabilidade direcional – num trecho totalmente vazio testei-a passando dos 160 km/h e ela seguiu bem assentada, na mão –, uma picape 4x4 não terá a mesma agilidade e segurança que um bom sedã no momento de escaparmos rápido de uma encrenca onde se tem que frear forte e desviar do perigo.

Mas o fato de estarmos “acima da manada que nos circunda” e por estarmos em um veículo massudo, temos a falsa impressão de estarmos mais seguros. Em termos de segurança passiva, até pode ser, mas em termos de segurança ativa, certamente que não.

Na terra, com conforto

 Mas essas novas picapes têm evoluído muito e hoje já as considero bastante seguras para viajar, desde que não se mande muito a lenha, como muitas vezes vemos fazerem na estrada, já que alguns motoristas, sem razão para tanto, nelas se sentem intocáveis.

Em asfalto bom, ela vai macia, mas em asfalto ruim as rodas saltitam, principalmente as traseiras, além do que a pessoa acostumada com sedãs acharia normal. Também, pudera; essas picapes de cabine dupla são feitas para carregar uma tonelada, rasgar os piores lamaçais e subir as mais íngrimes pirambeiras, e isso demanda eixo rígido na traseira, com feixes de molas, além de rodas e pneus grandes e pesados, portanto, não se pode exigir milagres. Não faço idéia de como fazer melhor do que foi feito pela engenharia da Ford.
Toda escolha é um sacrifício. Não se pode ter tudo. Por exemplo: até mesmo uma pessoa que compra um utilitário esporte Porsche Cayenne – que é superior a muitos sedãs em termos de agilidade, desempenho, conforto, maciez etc. – estará sacrificando algo, pois por um valor similar ela poderia comprar um Porsche Panamera, que dá um banho no Cayenne nesses quesitos citados. Portanto, devemos fazer as comparações dentro do que é comparável.

E aí? Qual escolher? Ranger, Amarok ou Hilux?

E a Ranger é até que boa nas curvas. Este post não é um comparativo, mas como há pouco testei uma Volkswagen Amarok e uma Toyota Hilux, as tenho bem gravadas na memória, daí que coloco a Amarok como a melhor de curva, seguida pela Ranger e com a Hilux em terceiro lugar. As outras picapes não dirigi, ou não dirigi o suficiente, para emitir opinião. Por coincidência, ao estacionar em um posto da estrada, pararam ao nosso lado essas outras duas citadas. As três, como se vê na foto, têm praticamente o mesmo porte, são bem parecidas.

Já no off-road a Ranger me pareceu a mais valente. Eu digo pareceu, pois não tive como compará-las efetivamente nesse ponto. Seu motor de 3,2 litros, turbodiesel de 5 cilindros, 4 válvulas por cilindro e duplo comando de válvulas, gera potência máxima de 200 cv a baixas 3.000 rpm, portanto, logo em baixa já temos uma enorme potência disponível. O torque máximo também é cavalar, tipo cavalo Bretão. São 48 m·kgf entre 1.750 e 2.000 rpm. Muita força logo de cara. Não afrouxa pra nada. Suas vantagens sobre essas outras são: motor ainda mais forte e conforto maior para os passageiros de trás.

Motor 5-cil turbodiesel, 4 válvulas/cilindro, 200 cv 
  
Como a região de Pirassununga é relativamente plana e não há praticamente nada por aqui que um carro qualquer não enfrente, a Vera, o Carlão e eu resolvemos procurar encrenca subindo a Serra da Mantiqueira e tocando para Poços de Caldas por um caminho de terra que passa por São Roque da Fartura, bairro do município de Águas da Prata, e que anos atrás fizemos a cavalo. Pirambeiras ali não faltam e fica relativamente perto da fazenda – o começo da subida de serra dista só uns 70 quilômetros. Dando tudo certo, daria para ir e voltar em meio período. Então fomos e foi mais moleza do que eu pensava, pois, como disse, parece que nada esbarra o caminho da Ranger.

Boa na terra

Por mais que procurássemos, não achamos nada que ela, vazia como estava, não tivesse passado utilizando só a tração traseira, mas nessa base ela, como era de se esperar, patinava um pouco, então, em subidas de cascalho solto e trechos lentos com lama valia a pena engatar a tração 4x4 para que ela rodasse uniformemente macia, sem os pulinhos advindos da tração traseira agarrando e desgarrando. Nos mais lentos e bem íngrimes, achei por bem engatar a 4x4 reduzida, mas só para aliviar um pouco o motor, para que o câmbio achasse a rotação ideal e também para experimentá-la.

Não que ela não o fizesse em 1ª normal, pois, já falado, o motor tem uma força tremenda. Porém, simulando que eu fosse o fazendeiro de café que diariamente rodasse por aqueles morros, onde, por exemplo, um Fusquinha alternaria entre 1ª e 2ª marchas, eu deixaria na 4x4 reduzida e boa. Caso a caçamba estivesse carregada, aí sim, a reduzida seria inevitavelmente necessária. Tudo isso se faz simplesmente girando um botão no console. O engate de 4x2 para 4x4 pode ser feito em movimento, rodando a até 120 km/h.

Não será por falta de advertências que você fará algo errado 

Agora, se tudo isso ainda não for suficiente, se a picape atolar, basta pressionar um botão no painel que se bloqueia o diferencial traseiro e as duas rodas traseiras passam a virar na mesma rotação, como se estivessem fixadas nas extremidades de um só eixo. Não encontramos trecho onde isso fosse necessário, a não ser que resolvêssemos sair da estradinha para nos chafurdar nos açudes.

Em busca de belas paisagens onde repousar a vista

Pegamos um pequeno trecho de descida íngreme, com erosões fundas e cascalho solto, um trechinho bem cabreiro, pois a pirambeira ao lado era de sumir lá pra baixo e só os urubus para nos encontrarem dias depois, e nessa pudemos testar o sistema de auxílio em descidas, onde basta apertar um botão no painel e deixar a descida por conta da picape. Ela assume totalmente a tarefa e dosa a frenagem roda por roda, o que dá uma tremenda segurança. Concluí que, por mais experiente e hábil que seja o motorista, é impossível ser tão bom ao volante quanto esse sistema. E dá para controlar a velocidade por meio dos mesmos botões de controle automático da velocidade de cruzeiro. 

Conclusão: com a Ranger o sujeito só precisa ser cuidadoso e saber ler o manual para poder enfrentar as mais difíceis situações do fora-de-estrada, e no conforto, bem ajeitado no assento e no frescor do ar-condicionado livre de pó.

Gosta de uma subida!

E já estávamos meio chateados com essa coisa de não encontrar situação cavernosa o bastante para desafiar a Ranger, quando já perto de Poços, mas ainda em estrada de chão – estrada mais larga, mas com trechos de subidas onde íamos em 1ª marcha –, passamos por uma Hilux que puxava sem esforço uma carreta com dois cavalos Mangalarga. Cada cavalo desses pesa ao redor de 450 kg.

Bom..., sem dúvida tem gente que precisa de tudo isso que essas picapes oferecem — comentei.
Precisar é uma coisa — o Carlão rapidamente emendou — mas poder comprar é outra.

O preço público sugerido da versão Limited é de R$ 130.900,00, com 3 anos de garantia sem limite de quilometragem.


Um pequeno vídeo que mostra algumas caracacterísticas da nova Ranger:


AK



88 comentários:

  1. Esse vídeo me deu saudade do tempo de criança, quando ia e voltava todo dia do sítio com meu pai, num velho fuscão 1500 ou na Brasília 1977. Hoje penso como esses carros eram valentes! Mas voltando pro presente, AK, chegou a experimentar a Ranger Flex?

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    1. Felix, não dirigi a flex, nem no lançamento, pois no lançamento só tinha diesel iguais a essa do teste. Fusca e Brasa com pneus lameiros na traseira são excelentes na morraiada. Antigamente só dava isso naquelas bandas.

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  2. Eu teria pena de pagar R$130.000,00 ou até mais em um veículo, para castigá-lo. Por isso, quando penso em aventuras off-road, penso mesmo no velho Jeep e na Toyota Bandeirantes. Acha-se muito bem equipados para aventuras, por bem menos que isso. E para quem os considerar muito desconfortáveis, dá até para melhorar, principalmente no Bandeirantes.

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    1. Off-Topic: onde está meu avatar?

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    2. Mr. Car,

      Não adianta, Mr Car. Essas picapes novas aí são ainda mais valentes e muitíssimo mais confortáveis. Os caras não estão brincando, não.

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    3. Cada uma é mais maravilhosa que a outra. A única coisa desagradável delas é o...............preço.

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    4. (Repostando, dessa vez no lugar certo.)

      Falando em preço, 130 conto e não ter uma proteçãozinha de caçamba é um crime!!!

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  3. Arnaldo,

    Excelente, um Fazendeiro fazer o teste NO USO de uma Pick up , com locais apropriados , Carlão e tudo mais. A Primeira foto é espetacular e diz para que serve um pick up.

    Eu julgo por alto que se você tivesse o dindim para comprar a Ranger, vc iria investir em outra coisa . Mas o seu amigo-irmão Carlão não. Se ele ganhasse uns trocos que somassem uns 140 dinheiros, ele compraria a camionete e iria realizar o seu sonho, que é para isso que serve dinheiro e o sonho dele precisa dessa camionete.

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    1. Alexei, esse é um de seus sonhos. O maior deles é pescar todo fim de tarde na beira do rio, e isso ele faz todo fim de tarde e com o filho dele. Tem um belo rio lá na fazenda, o Mogi-Guaçú, que passa a 200 metros da casa do Carlão. No que eu puder vou ajudar o Carlão a realizar um por um. Alguns, como vê, ele já realizou.

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    2. Sim, me lembro da foto do local paradisíaco. O Carlão traz muita vida aos textos que ele comparece, não me esqueço aquele dele guiando a Alfa.

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  4. Lorenzo Frigerio05/01/13 13:32

    A Ranger tem uma coisa boa: opção de um V6 a gasolina, que faz falta na Amarok. Afinal, a maioria dessas pickups não são postas em uso pesado, e o custo cai.

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    1. Lorenzo
      V-6 a gasolina? Não há essa opção.

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    2. Lorenzo Frigerio06/01/13 03:06

      Então misturei estação. Deve ser outra marca. Não conheço pickups direito, mas acho que li algo do tipo sobre uma dessas novas.

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    3. Lorenzo

      V6 a gasolina é a nova Chevrolet Trailblazer.... Corre o boato que a S-10 terá tambem uma versão com o mesmo motor, mas são só boatos.

      Seguramente será a versão mais vendida porque a versão diesel é absurdamente cara.

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    4. Victor Russo06/01/13 22:38

      Lorenzo,

      Acho que você se confundiu, a caminhonete que tem as opções diesel e V6 flex é a L200 Triton.

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    5. Que faz exatamente meio quilometro por litro (brincadeira, fica entre 4,5 e 6) e desvaloriza ridiculamente mais do que a versão movida a óleo. A desvalorização é tão grande, que compensa levar a diesel. infelizmente.

      Lucas Franco

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    6. Quanto faz uma diesel ?

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  5. Bem, a Amarok talvez seja um pouco melhor no asfalto por causa dos pneus de perfil mais baixo.

    Arnaldo, e o motor de 5 cilindros? Tem menos vibração que os de 4, ou nem dá pra sentir diferença? O ronco também não deu pra ouvir direito no video.

    Boas impressões.

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    1. Anônimo,

      O da Amarok me pareceu ainda mais silencioso, mas o da Ranger é também, nada a criticar quanto a isso, e ele é mais forte. No off-road em momento algum ele dá qualquer baqueada. Rasga tudo sem esforço algum. É tremendo.

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  6. Meu sonho é ter um Chevette V8. Com injeção eletrônica e básico.

    Quem sabe um dia!

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  7. Vendo o relato do AK, dá até vontade de ter uma dessa!

    Antigamente viajava com a família e chegava a cada "buraco", que os carros civis que eu tinha sofriam um bocado, mas chegavam inteiros. O próprio AK reconhece ser muito difícil achar terreno para usar todos os recursos do trucão. Deve dar uma sensação de "invencibilidade" possuir um desses.

    O consumo na estrada é que me pareceu alto por ser turbodiesel. Seria efeito das esticadas de teste?

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    1. Mineirim,

      O consumo é por aí, mesmo. Mas se andar devagar, abaixo de 100 km/h, o consumo cai barbaridade, vai pra acima de 12 km/l. A área frontal é muito grande, daí que o arrasto também. E esse motor, veja, tem 200 cv a baixos 3.000 rpm, cada rotação a mais ou a menos é uma grande diferença de potência, e, por conseguinte, de consumo.

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  8. Excelente veículo, mas é muito dinheiro. Dá pra comprar um Jetta pro papai e um Fiat 500 pra mamãe.

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    1. Jesiel,

      nenhum desses dois citados por você arrasta uma carreta com dois Mangalargas serra acima.

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    2. Arnaldo, não discuto a utilidade e muito menos a qualidade dessas caminhonetes de última geração, mas 90% de quem as compra não necessitam de arrastar e nem carregar nada e muito menos de tração nas 4. O sujeito compra pela imponência, segurança(acham), status, e não pra finalidade que elas foram projetadas. Dá até dó de ver o quanto elas são sub-empregadas.
      Lógico que gostaria de ter uma dessas, mas também não faria o uso adequado então...

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    3. Dois anos depois o Jetta e o 500 juntos vão valer uns 80 mil e a Ranger mais de 105 mil.
      Não gosto desse assunto mas é impressionante como essas picapes mantem valor, não desvalorizam. Pelo menos aqui na região onde moro, oeste do Parana.
      Abraços
      Rafael

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    4. Dá dó ver essas picapes sub-empregadas, Jesiel? Dá dó vê-las sendo empregadas sem dó, isto sim, he, he, he! Para puxar, arrastar, e carregar, tem o Massey-Ferguson e a carretela.

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    5. Jesiel, sou totalmente a favor de ter o carro certo para o uso que se vai fazer dele, portanto, concordo consigo. E fiz questão de usar a Ranger no terreno para que foi feita, justamente por isso.
      O que é de se notar e dar o devido valor é que essas três citadas já são boas estradeiras. As outras, como disse no texto, não testei o bastante para comentar. Anos atrás essas picapes altas 4x4 eram uma droga na estrada de asfalto e hoje com elas se viaja muito bem.

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    6. Jesiel

      Cuidado com esse discurso de "utilidade" que quem compra picape tem que usar ela igual Massey Ferguson, New Holand. Se você levar esse seu raciocio a sério, todos os SEUS carros são subtutilizados pois você o dirige em 90% do tempo só você e uma outra pessoa. Um Smart de dois lugares teria mais utilidade.

      Uma motocicleta atenderia a 90% das pessoas em termos de utilidade (andar sozinho, trafego urbano, deslocando-se rapidamente e gastando pouco).

      Portanto esse discurso de utilidade é bem relativo. Geralmente a gente usa para julgar os outros...A gente mesmo...bem ai é outra historia.

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  9. O que dá dó mesmo é ver a maioria esmagadora dessas pickups serem utilizadas apenas para andar no asfalto, levando seus donos pros shoppings e mercado... sendo que esse é justamente o anti-habitat delas.

    Um carro desses respira barro, o lugar deles é lá, junto com a natureza, puxando carreta e passando atoleiro.

    Na empresa onde trabalho tem uma daquelas da propaganda dos pôneis, da Nissan. O carro é mais limpo e brilhoso que muito sedan de luxo que para ao seu lado... :S

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  10. ahhh, houve um tempo em que se dizia: "picape é Ford"
    a D20 não fazia frente a F1000, e depois as S10 meio que empatavam com a Ranger, vieram outras piacpes boas no mercado, mas a Ford tá querendo manter a tradição.

    só não gosto das cabine dupla, mania estranha,a caçamba fica pequena demais, inviável ao trabalho pesado, coloca-se 4 cepos e a caçamba acabou =( , afinal se o sujeito quer levar a família compre logo uma SUV.
    ainda não sei como é andar na 4x4, as comuns de tração traseira vão bem carregadas, mas vazias é preciso ficar são outros quinhentos hehehe.

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  11. Belo texto, Arnaldo.
    Eu estava justamente aguardando um "No Uso" para solicitar mais "No Uso" com utilitários. Aí eis que me aparece um com uma Ranger. Fico quase que sem ter o que dizer hehehe
    Mas, se fosse possível, gostaria de ver No Uso também com picapes menores, tipo Saveiro, Montana, Strada. Meu sogro, às vésperas do natal, comprou uma Montana, que deverá servir para carro de passeio e para algumas cargas eventuais (eles tem sítio). Ou seja, não será exclusivo para trabalho. Senti falta de maiores impressões a respeito desses veículos.

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    1. Bem lembrado, Lucas. Vou atrás, pode deixar.

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  12. Por que a Fiat ainda não entrou nesse nicho de mercado, dominado historicamente pelas gigantes americanas GM e Ford, que agora têm a companhia da VW?

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    1. Anônimo 05/01/13 22:13
      Protetor de caçamba é acessório, coloca quem quer. Eu não colocaria.

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    2. Bob

      Acredite...protetor de caçamba é um mal extremamente necessário. Embora eu ache horrivel, se não for ele até uma bicicleta amassa e risca a caçamba. Experiencia de quem praticamente só teve picape (Pequena Media e agora G) em 16 anos de motorista legalmente habilitado...

      Tão necessário que na Saveiro, Strada e Montana já é de série.

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    3. Daniel S. de Araújo
      Claro, para quem transporta objetos com freqüência é preciso mesmo, mas muitos têm picape para usar como automóvel.

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    4. Bob,

      Alinhado ao que diz o Daniel acima, na minha opinião, pelo preço de R$ 130 mil e por ser a versão topo de linha, o protetor de caçamba deveria ser item básico de série. Quem não o quiser que o retire ou compre alguma das versões inferiores.

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    5. Anônimo 06/01/13
      Lá vamos nós de novo falar em preço. A Ford estabeleceu esse preço público sugerido sem o protetor, total direito dela, concorda? Ela faz o veículo e lhe dá o preço sugerido de varejo que quiser. A Ford poderia aplicar o protetor de série e estabelecer preço de R$ 132 mil, por exemplo, qual o problema? Como voce vê, esse tipo de discussão é totalmente estéril, igual a discutir o sexo dos anjos.

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    6. Sabe o que tenho notado nos foruns por aí? O pessoal acha que item de série é item grátis...

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  13. João Guilherme
    Agora entrou, por tabela mas entrou, e muito forte, com a Chrysler. A Freemont é uma pequena mostra disso.

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    1. Pois é, caro Bob, por que não 'nacionalizar' as picapes Ram, da Dodge com a marca de Turim?

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    2. Tuhu
      Fazê-la onde, em Betim? Não tem como, já estão produzindo 3.300 carros/dia/3 turnos. A fábrica em Pernambuco será para carro pequeno também. Mas não é impossivel.

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    3. A Fiat precisa se livrar do estigma de 'fabricante de carrinhos pequenos' que a persegue há décadas. Por esta razão os seus lançamentos médio-grandes não emplacam. Trata-se de uma questão de gerenciamento mercadológico.

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    4. Ja imaginarão como ficaria a Strada adventure em tamanho maior como a Amarok Ranger e outras da mesma categoria, ficaria bem agressiva concordão??????
      +

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    5. Eu acho que a FIAT poderia usar o know-how da DODGE e fazer uma picape média específica para atender vários mercados do mundo onde as picapes médias são apreciadas, como o Brasil. E que utilizasse a marca RAM nessas picapes, e não FIAT.

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  14. Vejam esta outra maravilha que a Fiat poderia trazer:

    http://www.ramtrucks.com/en/2013/ram_1500/#model=longhorn&color=black_clear_coat&type=dual

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    1. Vi uma dessas aqui em Floripa ontem... tinha placa do Paraguai.

      Já pensou vir para cá como FIAT? Hehehe...

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    2. cara, essa não é a daytona???

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    3. A RAM 1500 não vem porque não tem versão a Diesel. Só existe com os V8 (4,7 litros com 310 pôneis e 446 N.m e o 5,7 Hemi com singelos 395 hp e 551 N.m), ambos com consumo urbano na ordem de 6 km/l e o rodoviário de 8 km/l, com a mais pura American Gas. Com a nossa gasolina alcoolizada a coisa seria pior.

      Claro que entre uma Ram 1500 Hemi e uma Ranger turbodiesel eu preferiria uma V8, mas pra sustentar a Ram ia ser bastante tenso.

      Lucas Franco

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    4. triton a diesel tem o melhor custo benefício.

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  15. é muito bom falar tudo isso, mas você vê a diferença é quando você preciza uzar a tração.estou testando uma dessas para comprar.

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  16. Eu conheço mais ou menos a região, fiquei curioso em saber onde começa e termina essa estrada de terra que dá em Poços.

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    1. Por onde se acessa essa trilha Arnaldo?

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    2. Rangel e Anônimo das 3:26

      Difícil explicar de um modo que vocês não se percam. Olhei Google maps e mesmo assim parte dela não aparece. O melhor seria ir a São Roque da Fartura, uma currutela, uma cidadezinha do município de Águas da Prata. São Roque da fartura está a maio caminho. Indo para um lado vai a Poços por terra e indo para outro desce a São João da Boa Vista, também por terra. Mesmo assim é meio complicado. Mas acho que posso sugerir um belo passeio: Saindo de Poços para São Paulo, em frente à represa tem uma saída à direita que é a estradinha de terra Átila Cagnani de Melo. Entrando por essa estrada e metendo as caras já se adentra nos vales com cafezais, muito linda a região. É infindável e lindo. Acho que assim vocês pegam o melhor e sei que vi placas de pousadas por ali, pousada que não gravei o nome e nem vi, mas já é alguma coisa. De Poços dá pra descer a Caconde, isso é do outro lado de Poços, e é muito lindo também esse lado. Acho que o lance seria ficar em Poços e cada dia sair prum lado...

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    3. Valeu Arnaldo, está anotada a dica.

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  17. oliveira_jc06/01/13 02:59

    Acho que deveriam rever a proibição de motor diesel em automóveis. O governo mesmo já faz um bom tempo que anda aceitando utilitário esporte diesel mesmo fora das regras (Mercedes, Ssangyong). A pegada de baixa desses motores é muito gostosa.

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  18. Oliveira_jc
    O Brasil é uma ilha cercada de diesel por todos os lados! Somos um país "diferente", todos têm carros a diesel, nós não. Com essa proibição o Brasil não está cumprindo o disposto no Art. XXVII, 1, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual é signatário, que diz: "Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e participar do progresso científico e de seus benefícios". Os brasileiros estão impedidos de ususfruir dos progressos dos motores Diesel. O autor desse correto raciocínio é Gábor J. Deák, presidente da Delphi brasileira, proferido num seminário poucos anos atrás.

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    1. Lorenzo Frigerio06/01/13 22:17

      Nos tempos do regime militar, o diesel custava um preço absurdamente baixo, menos que a metade do da gasolina. Hoje, está quase lá com a gasolina. Então, o xaveco de que o combustível é subsidiado para o transporte de carga por caminhões (outra aberração brasileira), não mais se sustenta. Só que o petróleo brasileiro é leve e dá pouco diesel depois do fracionamento.
      Então, as cabecinhas tão pequeninas como o nosso PIB, lá na Ilha da Fantasia, acham que não devemos abrir mão de nossas divisas em dólar.
      Uma estupidez, pois poderíamos trocar gasolina por diesel com outros países.

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    2. oliveira_jc06/01/13 23:23

      É isso mesmo. Há anos o pessoal curte o desenvolvimento dos motores diesel. Essa pegada fantástica que vemos nos motores turbo Otto eles já sentem nos diesel há mais tempo que nos gasolina.

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  19. Bem, sem querer ser chato mas já sendo, acho que a versão manual deve ser fantástica. Olhem só: via de regra os cinco cilindros roncam lindamente, desde os caminhões MB aos Mareas. E com uma paulada de 48 kg de torque... só com cambio manual voce consegue ter domínio completo daquela preciosidade lá frente, que são esses motores diesels atuais.

    Abraço


    Lucas CRF

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    1. Adoro o som dos 5 cilindros, e aquele que a Audi usava no grupo B é o mais lindo de todos.
      Gostei dessa Ranger porque além de ter reduzida de verdade ainda têm um motor com mais cilindrada e um cilindro a mais, parece dar mais força ao conjunto em comparação à Amarok.

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    2. Agradeçam ao pai da indústria automobilística, JK, que ao mesmo tempo em que fez um bem danado incentivando o automóvel, foi responsável (junto com seus sucessores Jânio, Jango e os fardados...) por sucatear ferrovias e abrir mão de meios navais para o transporte. Hoje temos rodovias saturadas e uma forte dependência de caminhões para o transporte em um país de dimensões continentais.

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    3. Anônimo 06/01/13 16:11
      Foi e não foi o JK. Na verdade, o ideal de termos uma indústria automobilística nacional começou em 1952, no governo Vargas. JK apenas empunhou a bandeira que Vargas havia levantado e tem o mérito de ter executado o plano.

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    4. sou o anônimo das 16:11 é que ficou misturado os coment's, mas meu comentário é acerca do fato de estarmos proibido em usar Diesel e aproveitar tecnologia tão desenvolvida que se têm lá na europa e aqui nos países do mercosul podem aproveitar, baixo consumo e alto desempenho.

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    5. Ontem eu vi um Bora TDI com placas do Uruguai em Búzios. Deu aquela inveja...

      Lucas Franco

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  20. Bacana o blog! Parabéns.

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  21. Como não ganhei na Mega Sena vou continuar com meu frankenstein, mecânica Renault, lata da Ford e motor/transmissão VW.
    Quebra um galho danado ainda no interior. mas faz falta uma pick-up média.

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  22. Fernando Furini06/01/13 20:25

    Arnaldo, um belo post.
    Somos picapeiros em casa desde 97.
    Me diga uma coisa, vc fez 8 km/l de diesel na estrada? Se for uso misto tudo bem, mas se foi só na estrada, a coisa tá feia e tenho que dar razão aos proprietários que tão reclamando do consumo.
    O acabamento da top de linha até é bom mesmo, mas o da versão de entrada a gasolina é muito, muito ruim. Os bancos e forros parecem ter sido costurados por algum tapeceiro de esquina, pois nem mesmo em carro 1.0 é assim. Nunca tinha visto forração tão mal feita. Comentei com o amigo que mora na tailândia, ele disse que as de lá são exatamente assim também e que teve a mesma impressão.
    Torço para que essa Ranger seja um peso para a concorrência, pois a anterior era uma piada.

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    1. Fernando,

      A Ranger veio com 400 km rodados, só. Acho que com o tempo ela deve baixar um pouco o consumo.

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  23. As picapes produzidas noa últimos anos são muito luxuosas para se usar na zona rural. Só sendo "milionário" mesmo para mantê-las. Anônimo.

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  24. AK e demais Autoentusiastas..
    Os artigos No Uso de vcs são simplesmente geniais...
    To querendo pegar um desses Lancers MT ainda importados do Japão e somente Gasolina.
    Um No Uso do Lancer me faria bater o martelo, ou manter meu Focus 2.0 Gasolina 08/09

    Parabéms pelo AE.
    Abraços
    MArk

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  25. Um dia desses, para fugir de um acidente na BR262, na região de montanhas do ES, precisei entrar numa estrada de chão com meu Mille, que uso para o deslocamento diário em asfalto. Chegou num trecho que era impossível passar com o pobre, tive que voltar e buscar outro caminho, o que elevou em 1h a viagem. Com uma dessas passaria sem medo! Acho que somente nessas situações faria uso dos recursos off-road dessas pickups.

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    1. Vc ia fazer mais uso que muita gente rsrsrsrsrsrs

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  26. Precisava de uma dessas no sábado último, quando fui a Paraty-RJ por Cunha, por sujestão do $@&%* do GPS (esse é um caminho bacaninha para testar a nova Ranger!) O energúmeno eletrônico não informou que, por esse caminho, tem cerca de 6 km de terra braba, o "Caminho do Ouro", por dentro dentro do Parque Nacional da Bocaina, com pedras e lama por todo lado, pois havia chovido pacas até a madrugada de sexta para sábado.

    O coitado do Focus agüentou bem o desaforo, pois, como diz o ditado, "para baixo todo santo ajuda"... A bordo dessa nova Ranger o passeio seria bem mais agradável, não a emoção de "agora fica", "agora não passa" que protagonizei!

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  27. Essa Nova Ranger ficou maravilhosa!

    Seria mto útil lá na roça nessa época de chuvas.

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  28. Gostaria de ver um "No Uso" com a Ranger Limited flex. Acho que, mesmo sem tração nas 4, ela poderia ser útil em trechos de terra e vencer pequenos obstáculos que são os mais comuns no dia-a-dia de quem não pretende usar a picape para "fazer trilha". Tem praticamente os mesmos opcionais da diesel, a não ser a tração e o câmbio automático, e é "apenas" quase 50K mais barata!

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    1. Anônimo das 17:19,

      Olha, por onde passamos, e eram lugares bem encardidos, dava para ir só na 4x2. Não com a mesma desenvoltura, mas que dava, dava. É também um bom motor, bem potente, e deve satisfazer. Está anotada a sugestão. Obrigado.

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    2. Esta estradinha de São Roque é bem sinuosa, acho ela deliciosa apesar de ter andado por ela só como carona. Pelo jeito você sempre aparece por Poços de Caldas, qualquer dia apareça aqui por Caldas pra gente conversar sobre o que nos autoentusiastas mais gostamos. Um grande abraço.

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  29. Eu to super indeciso, preciso de espaço para carregar algumas coisas, coisa de trabalho, o problema é que dificilmente são coisas pesadas, mas fazem muito volume. Outro dia pedi a Montana de um amigo emprestada e quase que não deu, se fosse hoje por exemplo teria que fazer duas viagens, e pra fazer varias viagens fico com o Senic ou o Omega do velho (este ultimo se não for muito longe rsrsrsrsrs, se naum a gasolina naum dá)...tenho uma dó danada de pegar um carro desses e não usar seus poderosos artifícios off-road, mas como fazer se preciso de espaço ???

    AK, a diferença dela para a Amarok em estabilidade no asfalto é muito grande ??? Fiz uma viajem recente, fui numa Triton e voltei numa Amarok, a Amarok vai bem, bem melhor que a Triton no asfalto (bem melhor alias quase um sedã médio razoável na minha opinião), mas a Triton roda gostoso levando em consideração que é uma picape grande...

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  30. Um dos melhores textos que já li, assim que se escreve sem tendências ou matérias pagas.

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  31. Meu pai possui uma frontier 2013 SL(a top) na ultima viagem q fizemos eu que fui o motorista, senti uma grande diferença para a antiga (SEL 2011), estávamos em Barreirinhas-Lençóis Maranhenses, local de muita, mas muita areia e essa nova caminhonete andou com tranquilidade, com a outra atolei varias vezes no areial mesmo em 4x4 reduzida, colocava sempre a desculpa nos pneus, nessa quando o bicho pega basta acionar a reduzida e é força demais com rodas 18" e pneus comuns, ela não possui bloqueio de eixo, pelo menos ainda não achei no painel/câmbio, mas é algo pouquíssimo necessário. Na estrada ela desliza no alfalto, é muito conforto e segurança, ainda mais pq essa nova possui controle de estabilidade. Acho q vale muito a pena um teste nesse belo carrão também AK. Abraão

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  32. COMPREI UMA RANGER 2013 LIMITED RECEBO ELA DIA 22/08/13, POREM ESTOU SUPER APREENSIVO COM TANTOS POSTS DE RECLAMACOES, ACREDITO Q SEJA, CONCORRENCIA E ALGUNS FAKE, NAO TENHO O CONHECIMENTO D VENDAS DESTE VEICULO, SERIA BOM Q TIVESSE POIS DARIA PARA FAZER UM MEDIA E TAL.....SE ALGUEM TEM UMA DESTAS E PUDER DAR A OPNIAO SINCERA SOBRE O VEICULO M AJUDARIA MUITO, APESAR D EU SABER Q ISTO TBM VAI D VEICULO PARA VEICULO, MAS A OPNIAO AJUDA MUITO ENTAO AGRADECO A QUEM RESPONDER AI VLW

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  33. AMIGOS TRATANDO DA FORD SÓ ESPERAVA ESTA MARAVILHOSA CAMIONETA RANGER, EU SEMPRE TIVE FORD E INFELIZMENTE NO ANO PASSADO ROUBARAM FENTE MINHA RESIDENCIA E ATÉ HOJE NADA, LAMENTAVELMENE NADA.... PORTANTO ESTOU TRABALHANDO NO DURO E QUEM SABE NO DIA DE AMANHÃ, CONSIGA UMA NEM QUE SEJA DE A MAIS USADA DO BRASIL, PARA COM ELA PASSAR MEUS RESTANTES DE VIDA....

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  34. Arnaldo parábens pela tua reportagem , perfeita, completa, comprei uma ranger so que depois de análise a respeito de custo beneficio, incluindo ai revenda, consumo, valor a vista , diferença de preço entre combustiveis, gas, diesel, e tipo de uso opti pela versão xlt flex e estou extremamanete satisfeito, o carro e exatamente o que voce reportou , surgiro um teste com esta versão que e em minha opinião a melhor em custo beneficio abraços e continua o otimo trabalho

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  35. Olá amigos, estou "tentado" a adquirir uma Ranger XLS 2.2 diesel 4x4 devido ao preço bem mais "em conta" que a versão com o motor de 200cv. Gostaria de ler algumas opiniões sobre a mesma, caso as tenham. Estou me aposentando, imaginando assim que poderei me divertir em passeios "rusticos" por aí, mas sem total "apêlo off-road", além da "sensação de maior conforto e segurança" já comentados aqui. A propósito, seria a minha "estréia na arte"... rs rs rs... Obrigado !

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  36. Será que vocês não testaram nenhuma Nova S10? Me interesso especialmente pela flex!

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