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16 de abril de 2009

EU AMO CARRO E NÃO TENHO VERGONHA DISSO

Engraçado como as coisas são…

Hoje em dia parece que gostar de carro, andar de carro, ter carro ou qualquer outra coisa relacionada a carro é um pecado. Um pecado daqueles bem cabeludos, daqueles para os quais o padre reserva suas penitências mais sádicas. A simples menção de que se tira o seu sustento deles é recebida com uma enfadonha e idiota ladainha sobre o fim do mundo, crise, carros beberrões e poluidores, falência da indústria americana devido a carros beberrões, e blablablablabla. Um porre!

E mais: entusiastas endinheirados como o Neil Young começam a ter idéias mirabolantes de Lincolns movidos a sei lá, óleo usado de jojoba do agreste e energia eólica. A GM, vejam só, inventa híbridos plug-in e traz de volta um imenso Segway com teto, e jura de pé junto que é uma empresa mais verde que um depósito de clorofila destilada no meio da floresta amazônica.

Até aqui neste blog supostamente povoado por gente movida pelo fogo da combustão interna, parece que se começa a procurar justificativas para a paixão. Vejo essa tendência cada vez mais forte, principalmente em conversas entre os colegas de blog. Ainda agora aí ao lado uma frase do leitor Gastão Ferreira que é pura justificativa:

“Para simplesmente levar de um ponto ao outro existem o transporte coletivo, o ônibus, o metrô. Para eles é que se deve destinar a tarefa de torná-los cada vez mais eficientes e racionais."

Usar o transporte coletivo como justificativa é uma boa, faz a gente escapar do pecadão de gostar de carros na moita...Mas, peraí...POR QUE tenho que me justificar, para começo de conversa??

Bem garotos, o velho Marco está aqui para lhes contar que todo esse papo é uma grande pilha bem fumarenta de B(péééééé)A.

O mundo não vai mudar absolutamente nada, em termos climáticos e de poluição, se amanhã substituíssem todos os carros por carros elétricos com baterias vindas de Marte que armazenassem 3.000 km de autonomia. Carros modernos poluem coisa ínfima e irrelevante, se você tentar se suicidar respirando os seus gases numa garagem fechada não vai conseguir. Estrume de gado polui mais.

Mas olha aí eu tentando me justificar também, feito o leitor! De novo, por que tenho que me justificar? Carros são a coisa mais fantástica que já aconteceu para a humanidade, algo que deu uma liberdade ao homem que nenhuma rebelião sangrenta, que nenhum Che Guevara pode proporcionar: liberdade pessoal.

Com um carro, eu já disse aqui, você é capitão de seu próprio navio, senhor de seu próprio destino e LIVRE para ir aonde a sua imaginação quiser. Algumas vezes, em viagens a trabalho sozinho, ainda me impressiono em como é uma máquina fantástica: capaz de te levar a qualquer lugar a altíssimas médias de velocidade, protegido de qualquer clima que a natureza possa lhe entregar, e depois ainda te levar calmamente para jantar no destino. Ter um carro na garagem com combustível no tanque é a sensação de liberdade de escolha mais fantástica que se pode ter. Só a sua cabeça é seu freio; o carro está pronto para ir agora aonde você bem entender. Se você não percebe isso, basta vender seus carros e se obrigar a ficar um mês sem eles. Nós nos acostumamos tão profundamente a tê-los sempre a mão, que não percebemos quão fantástico é essa máquina que lhe espera pacientemente no escuro de sua garagem enquanto você lê estas linhas.

Agora, se tem alguns efeitos colaterais... bem, nada é perfeito e nunca será. A gente tem que se tocar que não existe solução perfeita nem verdade absoluta. Se as baterias de Marte aparecessem, em 20 anos o mundo ia estar entupido de baterias usadas, que vazariam um líquido marciano letal... Se fala um monte de bobagens sobre essas “novas tecnologias”, mas todos se esquecem que depois de usadas em larga escala, TODA nova coisa tem seus efeitos colaterais que ninguém sabia existir quando colocou-as no mercado. Quando Henry Ford botou todo mundo dentro de seu carro próprio, não poderia imaginar como ficaria o trânsito na marginal!

E o mais engraçado é que tudo é muito parecido com a década de 70. Lá, o petróleo acabaria em breve e precisávamos de outra coisa. Agora, sei lá, o planeta vai acabar. E sabe como todo mundo sabe disso? Porque Al Gore ganhou um Oscar, ora bolas!!! Então tem que ser verdade, não importa que até este ponto a teoria dele era uma entre 325 mil outras para explicar o clima na Terra.

Uma delas, simplista mais por isso genial, era a teoria de LJK Setright: “É muita presunção do ser humano achar que pode mudar o clima. E maior presunção é achar que pode parar estas mudanças”.

Mas de novo, não quero me justificar, nem pretender entender o que acontece com o clima do planeta. É complicado demais, nem Einstein conseguia prever com certeza absoluta se vai chover amanhã, quiçá prever uma nova era do gelo... Vamos deixar esse papo todo para cientistas de verdade, não o Al Gore, muito menos um imbecil fissurado terminantemente em carros como eu. Esse papo todo é idiota porque em 10, 20 anos vamos rir de rolar dele, como fazemos hoje sobre o fato irrefutável de 1970: “o petróleo vai acabar”.

Então conclamo vocês, leitores, colegas de blog, e entusiastas em geral, a não esmorecer nesses tempos difíceis. Nós não vamos destruir o mundo não, vamos apenas exercer nosso direito de dirigir. Não somos Osama Bin Laden, pelamordedeus!

Vamos aproveitar essa nossa única real forma de liberdade, e vamos amar essa máquina maravilhosa profundamente. Ela é uma coisa boa! Não há do que se envergonhar.

Que se envergonhem os políticos, os bandidos, os assassinos, os bêbados, os traficantes, os drogados e os imorais, que esses, sim, podem acabar com o mundo de uma forma lenta e dolorosa, corroendo o cerne da sociedade.

Eu só gosto de carro. E não tenho vergonha disso.

MAO

30 comentários:

  1. MAO

    Pra mim, a liberdade é um cálculo muito fácil.

    1º Carro na garagem

    2º Quantia em $$$ na sua conta corrente

    3º Calcule quantos litros de combustível todo o seu $$$ pode comprar

    4º Com base na média de consumo do seu carro, calcule até onde você pode chegar.

    Muito simples fala aí. Um carro na garagem é como dinheiro sobrando no banco, você pode até não precisar dele, mas é tão bom saber que está ali...

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  2. Mister Fórmula Finesse16/04/09 08:48

    E nem devemos ter MAO, nosso "vício" é salutar, estimula nossos neurotransmissores, provocam limpezas cardiovasculares legais em momentos de mais adrenalina e inundam nosso cérebro de sensações que alguns poderiam chamar de alimento da alma. Carros, dirigir....tudo isso é maravilhoso, a sensação de distâncias hostis sendo percorridas, a maneabilidade na ponta de nossos dedos, o prazer do contínuo aperfeiçoamento na coordenação de movimentos entre o organismo celular (nós) e o organismo mecânico, a simbiose entre os dois que só pode ser atingindo de forma plena com muito estudo, treino e amor pela coisa, as sensações de gerir massa e velocidade nas mais variadas situações, as leis da física sendo aplicadas e sentidas no corpo, o deslumbre ao admirar linhas atemporais e que reafirmam que talvez o ser humano tenha jeito...enfim, gostar de carros seria assunto para eu escrever por mais uns trezentos mil caracteres, mas acho que cada entusiasta entende isso dentro do seu coração, quando pega a sua chave no bolso...

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  3. "capitão do seu próprio navio" foi uma das melhores definições que eu já li.
    sensação maior de liberdade talvez sobre duas rodas, porém sem estar tão "protegido de qualquer clima que a natureza possa lhe entregar"...
    parabéns pelo post.

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  4. MAO, outra: você pode perder o ônibus, o trem, o avião, mas o carro, não. Combinou iniciar a viagem às 7h00? Se você se atrasar por qualquer motivo isso não fará a menor diferença. Essa liberdade que o carro particular nos dá é imbatível.

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  5. A neurose chegou a tal ponto que na Europa carros elétricos estão sendo hostilizados porque segundo as contas dos ecochatos, ele emitem o equivalente a 190 g de CO². Simples, boa parte do velho continente é abastecida com termoelétricas a carvão e nucleares, que não emitem CO², mas tem o lixo radioativo como seu principal ingrediente. Aqui no Brasil o chamado "transporte público racional", que aliás é uma utopia, virou um mantra a ser recitado por ecochatos, "especialistas em trânsito" e urbanistas em geral, sendo que os dois primeiros grupos são notórios pela falta de uso dos neurônios. Os urbanistas em geral, com formação Marxista-Leninista, culpam o "ter" individual, em detrimento do coletivo, como o responsável pelo caos chamada malha viária. Sim, MAO, a culpa é sua por querer TER mais tempo com os amigos e familiares, Ter menos cansaço ao chegar no trabalho e TER um transporte individual como um hobby deturpando a sua função original. Que função original? Quando Henry Ford lançou o T em 1908, disse que o sonho dele era ver as famílias indo para o campo fazer um pic-nic, e que o carro é um meio de realizar esse sonho. Mas entre nós: Se tivesse mais linhas de metrô, ônibus com intervalos de tempo reduzidos e linhas expressas, autorickshaws (em substituição aos mototáxis), você, eu e o pessoal do blog não deixaria de comprar um possante, ele ficaria mais tempo na garagem, mas não deixariamos de tê-lo. Esse pessoal fala em coletivo, em quanto um carro dirigido por uma pessoa ocupa o equivalente ao espaço de 12 pessoas (em pé, por metro quadrado), mas cheque a garagem de todos eles. Você verá Gols, Pálios/Unos, Celtas/Classics, Kas/Fiestas, carros 1.0 apertados, desconfortáveis e ditos compras racionais, mas feita por gente que não gosta de carro, mas se sente na obrigação a ter um. É tudo desculpa. Em breve vou comprar o meu, será um sedã espaçoso, com um motor potente, um porta-mala decente, bastante "penduricalhos" como diriam os "racionais", um legítimo "estradeiro" parafraseando os portugueses. Porque seu fosse racional compraria um Fusca 1300 porque sou pobre e moro na periferia, afinal o carro é resistente e econômico. Eu odiaria ter que dirigir um carro lento, extremamente desconfortável, com reações dinâmicas péssimas, barulhento só porque sou racional. O Neil Young não está errado, o Pimp My Ride com o Impala movido a biodiesel não está errado, A Audi com o Q7 V12 a Diesel não está errado, a Tesla não está errada, porque o principal nesses casos foi mantido: o prazer de dirigir.

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  6. Vá lá, é tudo verdade, mas também tem exageros de todos os lados, pense bem.
    Quero continuar tendo carro(s), mas dão muito custo. Um só ? talvez sim, mas e a patroa ? e o filhote ? é complicado, como diria um amigo.
    Muito carro = muito congestionamento.
    Transporte público ? eu apoio, desde que não estrague o asfalto onde meu carro deve passar (maldita Prefeitura !).
    Poluição ? um inferno. Porquê não caminhão e ônibus elétricos, e deixem os carros em paz ? seria mais lógico, não ?

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  7. 1k2

    Lembrando que o Impala do Pimp My Ride equipado com o Duramax também foi obra de Johnathan Goodwin.

    Entrem no site da H-Line e vejam as potências estratosféricas que ele arranca de motores "eco-friendly".

    Eu sou o tipo de cara que se diverte com qualquer coisa que tenha rodas: rolimã, bicicletas (minha grande paixão) até mesmo charretes, mas se tiver motor, melhor ainda, não importa o tipo.

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  8. Cade o post da carta?? Eu estava interessado na resposta

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  9. É complicado conciliar tudo, mas no caso do Juvenal, dois carros na garagem sendo um de coleção não dariam tanta despesa. Brasileiro nunca compra o carro que quer e o pior, o que precisa. Ele só compra o que o mercado empurra para ele. Se quiser algo diferente, terá que pagar mais caro pela manutenção porque o veículo será importado. A vida é assim agora: carros 1.0 e 1.4 pratas e grafites para não dizer cinza (acho que a herança genética portuguesa tem alguma coisa haver nisso, os carros de lá são do mesmo tom...). E o MAO achando ruim a idéia do Neil Young...

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  10. Adorei o post! Muito legal mesmo MAO, uma das êpocas mais felizes da minha vida começou quando consegui assumir pra mim e para o mundo o quando eu gostava de carros, em especial os antigos, com os maiores motores possíveis! Fiquei em paz comigo mesmo e parei de ter que ficar justificando meus gastos, minhas atitudes e etc. E lendo sua frase sobre ser "O capitão do seu próprio navio" é que realmente vejo que não sou tão ET assim de pensar como eu penso! Lendo uma reportagem sobre um Dodge elétrico na última 4R te juros que deu até uma pontinha de medo... Será que o ronco dos 6 cilindros vão acabar? Será que nunca vou ter a oportunidade de colocar um v8 no meu carro. Que bom que essa minoria que não vê a eletricidade nos carros como a salvação do planeta pelo menos tem algum lugar, como esse, para se comunicar sem se esconder.


    Luís F.

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  11. 1k2, a questão dos carros elétricos precisa ser bem estudada. Tem muita gente chutando coisa por aí.

    Se vc leu meu artigo sobre hidrogênio, pode ver o quanto o carro elétrico é eficiente no uso da energia do transporte da usina até a transmissão na roda.
    A questão fica na geração da energia.

    Um motor de combustão interna de ciclo Otto rende no máximo 35%, mas isso num ponto bem específico de operação. Mas naquele seu passeio dominical sem pressa, o rendimento do motor pode cair pra 15% ou mesmo até 9%, dependendo do caso. Em marcha lenta o rendimento é zero.

    Geradores Diesel a plena carga tem rendimento térmico por volta de 30 a 35% de rendimento térmico. Turbinas a gás ou a vapor podem chegar até 60% de rendimento.

    Se a fonte de energia de recarga for uma usina desses tipos, emite-se menos CO2 que queimando no motor Otto. É só fazer as contas.

    O defeito do carvão é que a queima dele é muito suja e carregada de enxofre, e que até hoje é um tipo de usina difícil de operar limpa.

    Energia elétrica é energia em qualquer lugar e pode ser gerada de quase de qualquer coisa.
    Se a Europa investisse em usinas de compostagem, aproveitando energia do lixo que despejamos na natureza, muitas usinas novas de carvão seriam evitadas.
    Aproveitar energias próximas e que desconsideramos, como pequenos painéis solares e pequenos geradores eólicos em todas as casas e edifícios não resolveriam o caso, mas sempre oferecem alguma contribuição.

    O que estamos vendo é o vício do uso do petróleo e do carvão na geração de energia, sendo que alternativas existem, mas nem sempre são levadas a sério.

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  12. 1K2,

    Eu não pretendo saber qual é a solução para os problemas do mundo. Eu disse isso no post.

    Já tem muita gente com a fórmula para o futuro perfeito na cabeça, e com a net para divulgá-la.

    Eu gosto e entendo de carros, e sobre isso discuto com qquer um. Sobre clima e como melhorar o mundo? Melhor não. Não vou entrar em discussão sobre algo que não entendo.O que eu ACHO, já disse no post.

    Eu acredito que me mantendo honesto e feliz, trabalhando e sendo produtivo, e ensinando meus filhos a agirem assim, é o que posso fazer para melhorar o mundo. É tudo que todos podemos fazer de verdade.

    Sobre tesla e mega Lincolns movidos a estrume seco de vaca concentrado: Acharia eles legais se aparecessem há uns 5, 6 anos atrás. Hoje, com tanta besteira rolando, me irritam.

    MAO

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  13. Fmaranello,

    Que bom que me entendeu!

    Uma dica de amigo procê: não leia mais 4 patas, rsrsrsrsrsrs

    MAO

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  14. Todos,

    Por mais que gostasse de assumir autoria da expressão "capitão de seu próprio navio", não posso...

    Roubei-a descaradamente de meu ídolo e guru LJK Setright.

    Leiam "Drive on!" e vão entender o que quis dizer nesse post. Mas com uma propriedade que jamais conseguiria ter.

    MAO

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  15. Marlos Dantas16/04/09 21:20

    MAO,
    Realmente gostar de carro parece crime ou pecado, ainda mais se o carro não for tão novo. Certa vez ouvi um “pra quê” de um frentista quando solicitei que abastecesse a Elba com aditivada. Fico revoltado quando as pessoas querem meter na minha cabeça que um carro antigo não precisa funcionar exatamente bem, que pode vazar óleo, não funcionar um ou outro equipamento, etc, que está tudo bem, afinal de contas o carro é velho. Nos últimos dias, ao rodar os pólos de autopeças do Rio em busca de uma fechadura com o sensor de portas mal fechadas, ouvi diversas vezes “essa é cara, leva a fechadura comum mesmo, o carro é velho”. Será que, por isso, sou um criminoso ou um pervertido abominável?

    Não sou contra esse negócio de carro ecológico, porém, o que incomoda mesmo é o sensacionalismo gerado por eles. Considero a proposta híbrida a mais coerente entre as “ecológicas”, podendo estes viver em simbiose com os carros tradicionais.

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  16. Marlos Dantas16/04/09 21:23

    MAO,
    Realmente gostar de carro parece crime ou pecado, ainda mais se o carro não for tão novo. Certa vez ouvi um “pra quê” de um frentista quando solicitei que abastecesse a Elba com aditivada. Fico revoltado quando as pessoas querem meter na minha cabeça que um carro antigo não precisa funcionar exatamente bem, que pode vazar óleo, não funcionar um ou outro equipamento, etc, que está tudo bem, afinal de contas o carro é velho. Nos últimos dias, ao rodar os pólos de autopeças do Rio em busca de uma fechadura com o sensor de portas mal fechadas, ouvi diversas vezes “essa é cara, leva a fechadura comum mesmo, o carro é velho”. Será que, por isso, sou um criminoso ou um pervertido abominável?

    Não sou contra esse negócio de carro ecológico, porém, o que incomoda mesmo é o sensacionalismo gerado por eles. Considero a proposta híbrida a mais coerente dentre as “ecológicas”, podendo estes viver em simbiose com os carros tradicionais.

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  17. Não sou integrante do Greenpace mas nem por isso deixo de ser contra a agressão à Natureza. Adesivo "preserve o verde" no seu carro é o mesmo que falar que ama a esposa e viver passando a mao na vizinha...Mas convenhamos, se fabricante estivesse realmente preocupado com toda essa baboseira daria de brinde no porta-malas uma Caloi 10 na compra de um carro, do tipo: Now, It´s up to you! Temos que separar as coisas. Temo para onde estamos indo.

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  18. Mao,

    Perfeito, nada mais sensato neste mar de cretinice ecologicamente e politicamente correta que nos cerca. Parabéns, MAO.

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  19. É isso aí. Ninguém é obrigado a deixar de gostar de carro por causa do petróleo acabando, o mundo em crise. Como diz a famosa frase, gosto é que nem *: cada um tem o seu...

    Eu, por exemplo, odeio futebol. PONTO FINAL

    Não preciso dar justificativa nenhuma a respeito disso, não interessa que é a preferência nacional. E a paixão por automóveis é a mesma coisa. Gosto muito, ponto final. Fim de discussão.

    Se um dia eu pensasse e agisse de acordo com o que a sociedade dita (no exemplo, gostar de futebol), não valeria a pena viver, pois não teria opinião própria, liberdade de pensamento. Seria apenas um fantoche.

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  20. Caro MAO,

    O que eu disse no post anterior eh que independente do combustível, o que eh valido eh o prazer de dirigir. O cambio CVT fracassou por causa disso, apesar de sua eficiência em aproveitar melhor os motores de ciclo otto. Eu sei que essa adoração pela gasolina vem de longe mas nunca questionei ela. Estamos vendo dois opostos, os ecochatos que vivem gritando, ditando e se acorrentando em embaixadas e indústrias tentando impor o seu ponto de vista. Do outro lado vemos a turma do V-oitão se radicalizando como forma de defesa contra essa ditadura do politicamente correto. Façamos o seguinte: a Dodge vai lançar o CIRCUIT EV. Se puder dar uma voltinha nele, passe aqui as suas impressoes. Eh, nada substitui o ronco borbulhante de um 6 em linha ou um 8 em V...

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  21. Caro André,

    Tem ainda os carros movidos a ar-comprimido do Rui Negre. Imagine um gerador eólico gerando energia elétrica e comprimindo o ar ao mesmo tempo para abastecer o carrinho. E o ar-condicionado eh de serie. Se o Negre montar uma versão hibrida a autonomia seria monstruosa. Infelizmente iniciativas de energias limpas sao poucas como os geradores de marés em Portugal, os cataventos no Mar da mancha ou no litoral do Ceara devido aos custos proibitivos. Aqui temos a sorte de termos hidroeletricas e termoeletricas movidas a bagaço de cana cuja queima eh mais limpa que a do carvão ou a diesel.

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  22. Presado MAO, sou iniciante em blog e acompanho você e outros blogueiros. A respeito de "Eu amo carro..." posso dizer que é perfeitamente correto nós termos nossas escolhas e predileções. Vejo o universo automotivo dominar todos os segmentos. Então duvido que exista aquele que não "ame" carros... (eu disse d-u-v-i-d-o).

    A propósito, quando dispuser de tempo, clique nesse link.

    http://carburamablog.blogspot.com/2009/05/mundo-bordo.html

    Abaços.

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  23. A preocupação com o meio-ambiente obviamente é algo que demorou pra acontecer... AGORA! essa palhaçada de inspeção veicular, onde os primeiros carros a serem inspecionados são os novos... pode parar né!!! mais uma manobra política pra meter a mão no bolso do povo! aliás... o transporte público é um lixo, mas uma forma de melhorar o trânsito é acabar com esses incentivos a carros 1.0... o carro é liberdade, mas nós não nascemos com liberdade, nós a conquistamos e hoje em dia comprar um carro está fácil demais na minha opinião!
    e EZ... eu vou continuar passando a mão na vizinha!!! rs*

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  24. Perfeito o post! Assino em baixo, sem tirar ou colocar uma virgula!!!
    Esse é o sentimento de todos aqueles apaixonados por carros, a dez anos tudo era diferente, agora tudo parece nos crucificar... "os destruidores do planeta"
    kkkkk

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  25. Toda época tem sua roupa. Nos anos 60 foram os hippies, nos 70 os punks. Nos dias de hoje são como se disse, os "ecoxatos". Daqui a 20 anos, eles estarão tão fora de moda quanto calça boca-sino e pochete.

    O negócio é 6 cilindros em linha e mais nada.

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    Respostas
    1. OU UM "V OITÃO". DE PREFERÊNCIA CARBURADO!!!!!

      Excluir
  26. classe média sofre… http://classemediasofre.tumblr.com/post/9375763048/liberdade-e-para-poucos-e-ela-anda-muito-barata

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  27. Até que enfim achei alguem que pensa como eu. E que pensa por sí só. Estes "ecoxatos" (como disse o coeca'sGames) politicamente corretos são pessoas que se deixam levar por assuntos da moda. Não pensam por eles mesmos. Precisam de seguir os "formadores de opinião". Ninguem fala que os maiores culpados pela poluição do ar são as indústrias e não o automóvel. Ninguem fala que o metano que exala da flautulência dos animais, inclusive humanos, são mais graves para o efeito estufa (se é que ele existe) doque os gases da descarga de automóveis. Ninguem fala que enquanto este planeta estiver superpopuloso, a demanda de energia pra tudo vai ser alta. Olha os exemplos. Falam que estas lâmpadas fluorescentes das casas são ecológicas. Só que já descobriram que ao serem jogadas fora, seus compostos quimicos são mais letais doque os da lâmpada comum. Eu adoro ter o meu próprio carro. Adoro dirigir sem destino pelas estradas. Sempre que algum "ecoxato" (gostei da palavra) radical vier me fazer sentir culpado. Vou manda-lo a merda. Ele não vai consertar o mundo. Eu também não. Então, quero curtir o meu Chevette 74 que eu conservo como original enquanto eu viver. Fora aos politicamente corretos. Fora aos que não tem opinião própria e precisam de formadores de opinião pra pensarem por eles. VIVA A LIBERDADE DO AUTOMÓVEL. VIVA A LIBERDADE DE ESCOLHA DO SER HUMANO. QUE DEUS NÃO DEIXE NUNCA QUE ALGUEM A TOME DE NÓS. ADORO CARROS E ME ORGULHO DISTO!!!!!!!!

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