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22 de maio de 2009

NÃO É AMOR À PRIMEIRA VISTA, MAS...

Fotos: Divulgação Nissan


Sabe esses carros que achamos simpáticos assim que somos apresentados, mas que não são nenhum expoente em estilo, mas quando andamos com eles ficam com beleza de miss? O Nissan Livina é um deles. Lançado há três anos na Europa e há dois meses no Brasil, só agora tive oportunidade de rodar com um no meu habitat, a cidade de São Paulo e redondezas. A versão era a SL (há a normal também) 1,6-litro duplo-comando de 16-válvulas, que só vem com câmbio manual de cinco marchas.

Custa R$ 46.690, mas com a pintura metálica que tinha, o preço sobe R$ 950. É produzido em São José dos Pinhais, na região da Grande Curitiba, em parte do complexo industrial da Renault, por conta da bem-sucedida aliança dos dois fabricantes de peso que já dura dez anos.

O Livina é um misto, na medida certa, de monovolume e perua. Com entre-eixos de 2.600 mm e 4.180 mm de comprimento, mais o compartimento de bagagem de 449 litros (com o estepe dentro, horizontal), é o veículo familiar por excelência, sem ser exageradamente alto com seus 1.570 mm de altura. Os espaço para os passageiros do banco traseiro é amplo e acomoda bem três adultos Para as nossas "fantásticas" vias, o vão livre do solo de 150 mm o torno imune às lombadas e às valetas graças aos balanços contidos.

As suspensões seguem o conceito majoritário na indústria de McPherson na dianteira e eixo de torção atrás, ambas com barras estabilizadoras. O destaque, contudo, é para a definição da Nissan para as constantes das molas e as cargas dos amortecedores, como deve ser: elevado grau de conforto combinado com comportamento perfeito em todas as situações. Dá mesmo gosto dirigi-lo, em que a direção de assistência elétrica inversamente proporcional à velocidade contribui para a satisfação.

O mais notável em termos de engenharia de chassi foi conciliar pneus relativamente estreitos para o gosto do brasileiro, 185/65-15 em rodas de alumínio (185/70-14 com rodas de aço no standard) com um peso que não é dos menores, 1.181 kg na versão testada, que resulta num comportamento em curva exuberante, equilibrado, com tendência dianteira muito pequena.

Um dos "segredos" do resultado é a altura de rodagem ser a de projeto, sem que tenha havido a malfadada tropicalização que levanta os carros nacionais em cerca de 20 mm, desorganizando a geometria de suspensão e direção. A estabilidade do Livina é um show à parte, mas que não pára aí.

O motor é Renault, o mesmo do Clio e agora do Symbol, mas que foi ligeira e sabiamente "despreparado" pela fabricante japonesa face à aplicação num carro 135 kg mais pesado e certamente de maior área frontal que o Renault. Com álcool, a potência é de 106 cv versus 115 cv, a 5.750 rpm em ambos, e o torque, 15,3 m·kgf ante 16 m·kgf, a 3.750 rpm nos dois casos.

Mesmo com a menor potência em relação ao que se conhece desses motores, o que Livina 1,6 anda é dar gosto, especialmente para o entusiasta. A elasticidade impressiona, o que desmistifica completamente o conceito – errado – de que motor multiválvulas não tem baixa. Mas impressiona ainda mais o "tapa" quando motor chega 3.500 rpm, o ponteiro do conta-giros atingindo rápido 6.000 rpm. Chega a parecer coisa de motor de competição. Até quem não é entusiasta por automóveis sentirá esse prazer.

O mais notável é essa característica sem as tradicionais muletas para dar elasticidade, o comando de válvulas e o coletor de admissão de comprimento variáveis. Mais impressionante ainda é a taxa de compressão, apenas 10:1, baixa até para motores a gasolina.

Os dados de desempenho falam em 0-100 km/h em 11,7 segundos e velocidade máxima de 183 km/h, classificando o veículo de bom estradeiro, apesar de 120 kmh o motor estar a 3.700~3.800 rpm, em que poderia ser um pouco menos. Mas é casamento motor-câmbio para desempenho, com a velocidade máxima coincidindo com a rotação de potência máxima.

Em consumo, a fábrica fala em 1 litro para 7,7 km na cidade e 1 litro para 10,5 km na estrada, com álcool; com gasolina, 1 L para 12,8 e 17,5 km, respectivamente. Nesse ponto a baixa taxa de compressão cobra preço alto, deixando a autonomia relativa com os dois combustíveis em 60%, contra 70% da média nacional. Por isso, o proprietário precisa ficar atento aos preços do álcool e da gasolina e avaliar qual compensa mais.



O resto do Livina acompanha a exuberância técnica, com um interior acolhedor e bancos muito confortáveis, os dianteiros com adequado apoio lateral. A posição de dirigir foi estabelecida por quem entende (e gosta) de automóvel, não tendo sido esquecido o indispensável apoio do pé esquerdo. Nem o bate-pé no carpete lado do motorista, essencial para quem, como eu, não gosta de tapetes adicionais. E o volante de três raios recebem as mãos e os polegares à perfeição, além de ter ajuste de altura.

Os bons detalhes estão por toda parte. A luz interna é "de salão" à moda antiga, bem no centro do teto e muito conveniente, mas há duas úteis luzes de leitura na parte anterior. Há porta-copos no console e o porta-luvas é amplo e possui tampa de fechamento preciso. Tudo o que se vê e toca no interior do Livina agrada.

A segurança passiva consiste de bolsas infláveis duplas na versões SL e só para o motorista na L, mas todas as versões vêm com freios ABS e a inerente distribuição eletrônica das forças de frenagem, mais o auxílio à frenagem, que promove aumento da pressão hidráulica dos freios se o pedal for acionado abruptamente, sinal de que o motorista tenciona parar no menor espaço possível. No exterior, o Livina traz repetidoras dos indicadores de direção, uma decisão elogiável.

E há também uma primazia absoluta e elogiável: o bocal de enchimento do reservatório para 0,5 litro de gasolina do sistema de partida a frio, localizado na estreita zona entre o capô e a base do pára-brisa, sob uma portinhola e dotado de tampa com chave. Nem no cofre do motor, nem no pára-lama direito, solução adotada pela Honda no Fit e no Civic.

São sete cores disponíveis, sendo só uma sólida (branco Glacial) e a versão avaliada é que a Nissan prevê vender mais, 55% entre normal e SL. A 1,8-litro normal e SL, exclusivamente com câmbio automático, fica com o restante. A garantia é de três anos.

Quem o Livina já está enfrentando, com tudo para se dar bem? O Honda Fit, principalmente, mas também o VW Spacefox, o Fiat Idea e o Chevrolet Meriva.

Há pouco o que melhorar no Livina: faltam a faixa degradê no para-brisa, o ajuste de altura dos cintos e a luz traseira de neblina. Tudo bem fácil de resolver.

Amor à primeira vista é bom, mas o que vem com tempo também é.

BS

35 comentários:

  1. Bob

    Eu falei que o carro era bom não falei? Ou melhor, o carro é MUITO bom.

    Só não dá pra entender a tímida exposição do carro por parte da Nissan, ainda mais se tratando do primeiro Nissan brasileiro. Mais do que depressa eles deveriam anunciar o carro aos 4 cantos, pois o produto é excelente.

    FB

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  2. Bob,
    só me permita discordar de um detalhe, eu pessoalmente não gosto de faixa degradê no parabrisa, até pela minha estatura (1,86), dependendo da posição de dirigir e da altura do semáforo,
    algum semaforo pode correr o risco de passar desapercebido...

    um abraço

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  3. Bob,

    Parabéns pelo texto! Estou me formando em eng mecânica pela UFRJ e já há algum tempo busco acompanhar o blog de vocês, o qual considero como uma ótima referência em automóveis, seja no aspecto comercial dos modelos ou em textos mais técnicos.

    Só gostaria de fazer uma pequena correção nesta sua avaliação: o motor K4M da Renault/Nissan (1.6 16v) é DOHC, ao contrário do que está no texto (monocomando).
    Segue uma foto de um cabeçote de um Clio 1.6 16v que mostra isso:
    http://img85.imageshack.us/img85/6431/filefi5.jpg

    Abraços!

    Mont
    RenaultClube Brasil

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  4. Antônio,
    Tem razão, pensei no 1-litro. Vou corrigir já. Obrigado!

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  5. Anderson,
    Sério mesmo? Meu filho de 1,92 m não sente falta dessa visibilidade a que você se refere. Mas você está certo, pode atrapalhar pessoas mais altas.

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  6. André Andrews22/05/09 22:02

    Bob,

    Quando fui conhecer este carro na concessionária e vi proteção para o apoio de pé e bate-pé, lembrei do senhor instantaneamente. Veja como são as coisas, um carro pensado para ser barato e tendo que economizar em alguns aspectos, e mesmo assim manter estes detalhes, que carros de topo não tem. E reparei em outro: o carro tem ajuste manual do intervalo do intermitente do limpador, que acho muito útil e sumiu dos carros.

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  7. Marlos Dantas22/05/09 22:04

    Ótima avaliação, contrariando muito do que se diz por aí.
    Uma pena a mídia especializada não estar dando grande importância ao carro.

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  8. AAndrews,
    Certas coisas todo carro deve ter, e a intermitência variável do limpador é uma delas, bem observado.

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  9. Anderson

    Eu tenho 2 metros de altura exatos e digo: você vai gostar do Livina, com faixa degradê ou sem.

    FB

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  10. Me agradou o valor de venda do carro, bem interessante frente à concorrência e equipamentos que oferece.

    Eu gostaria de uma taxa de compressão mais elevada no motor, de forma a aproveitar melhor mesmo a gasolina, com a vantagem de reduzir consumo e emissões. Mas, em geral, tenho percebido que as fábricas japonesas têm sido conservadoras nesse aspecto, talvez para preservar o motor de combustíveis "batizados", uma praga tunpiniquim...

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  11. Jonas Torres23/05/09 17:41

    Gostei do carro. Pra quem precisa exclusivamente de espaço em porta-malas e banco traseiro (dá pra sentar e cruzar as pernas!) é uma boa. Mas pra quem já acostumou com certas "frescurinhas" ele deixa a desejar, e pode representar uma "baixa de nível". Não tem um simples relógio ou luz no porta-malas. Mas a proposta é esta, e se comparado com outro japonês, a Honda (que tem o Rei na barriga), só agora no novo Fit deram uma recheada (mas e o preço? Desempenho?).

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  12. Sobre a baixa taxa de compressão, creio que a intensão dos japas foi poder adiantar bem o ponto de ignição em baixa rotação, que, pelo fato do carro ser pesado, ajuda na sensação de potência. Creio que com essa redução de taxa e da potência o motor tenha ficado com uma curva de torque mais plana e apropriada para um carro "pesado" e utilizado no trânsito. Acho que taxa alta com certeza ajuda, mas, ela sempre tem suas contra-partidas.

    Sds,

    Cristiano.

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  13. Cristiano,
    É uma taxa baixa até para gasolina. Não se justifica. Mesmo que uma taxa maior deixasse a curva de torque menos plana, o ganho absoluto em baixa rotação seria maior.

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  14. Eu acho que em WOT com uma taxa mais baixa vc consegue por muito mais avanço melhorando a elasticidade do carro, e com isso ganhar torque e controle de detonação, como estamos falando de 2 a 3 pontos a mais de taxa, dá para sentir a diferença. Mas, teria que comparar as duas curvas do mesmo motor para ter uma idéia melhor da diferença. Outra coisa que taxa menor, no meu sentimento, diminui a aspereza do motor, se bem que não conheço a R/L deste multiválvulas. Particularmente, não gosto de taxa muito alta, se bem que gosto de VW a ar ehehehe, deve estar justificado o apreço por baixas taxas de compressão.
    Abs,
    Cristiano.

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  15. Cristiano,
    Aspereza de combustão não tem relação com taxa de compressão, mas com a curva de avanço estebelecida. no limite de detonação. Leia daqui a alguns dias na revista Carro de agosto matéria minha sobre misturas de combustíveis.

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  16. Olá Bob,

    Só agora descobri esse blog. Que maravilha! Já adicionei aos favoritos. Cheguei até aqui pesquisando sobre o Livina. Já que você teve a oportunidade de dirigir tanto o Fit quanto o Livina qual você recomendaria racionalmente? Estou muito inclinado em trocar meu Old Fit pelo Livina, pois com o valor cobrado pelo 1.8 SL (automático) em minha cidade você só consegue comprar o Fit de entrada. Além disso, só tenho ouvido elogios quanto ao Livina. Grande abraço!

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  17. Olá Bob,

    Só agora descobri esse blog. Que maravilha! Já adicionei aos favoritos. Cheguei até aqui pesquisando sobre o Livina. Já que você teve a oportunidade de dirigir tanto o Fit quanto o Livina qual você recomendaria racionalmente? Estou muito inclinado em trocar meu Old Fit pelo Livina, pois com o valor cobrado pelo 1.8 SL (automático) em minha cidade você só consegue comprar o Fit de entrada. Além disso, só tenho ouvido elogios quanto ao Livina. Grande abraço!

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  18. Bem-vindo ao AUTOentusiastas, Moacyr. Sim, pode partir para o Livina sem receio. Além do projeto e fabricação excelentes, é produzido no Brasil. Como eu, você vai achar o carro ótimo.

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  19. Estou procurando um carro maior que o meu hatch compacto para usar com a minha família. Depois de ler muito sobre as alternativas, na mesma faixa de preço, resolvi ver o Livina em um estande montado em um shopping na zona norte da cidade do RJ.

    Sem dúvida este carro seria a minha escolha. Infelizmente, não é a minha escolha por um motivo que vai além da engenharia e da estética do carro: o pós-venda.

    A tabela de revisões, revisões associadas à garantia de 3 anos, que está publicada no site não mostra o valor de mão-de-obra. Perguntei ao vendedor da Nissan e ele me disse que a média é R$200,00 por hora. Isto significa, por exemplo, que a revisão de 10.000 Km vai custar uns R$ 400,00, a de 20.000 R$ 700,00... e por aí vai. Estas revisões minam qualquer vantagem de preço de compra, seguro baixo, etc. Fazendo com que o custo de propriedade do carro seja alto.

    Outro problema com a pós-venda é o número reduzido de concessionárias na cidade do RJ. Duas na zona sul e uma na zona oeste. Para eu, que moro na zona norte e trabalho no centro da cidade, deixar o carro em uma concessionária e depois voltar para pegá-lo, terei que fazer duas pequenas viagens pela cidade. Talvez isto fosse resolvido com um compartilhamento com as oficinas Renault, marca que possui diversas concessionárias espalhadas pela cidade.

    Continuarei antenado nas notícias sobre o Livina e torço para que o pós-venda deixe de ser uma desvantagem em relação às principais montadoras do país.

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  20. Estava pesquisando algumas alternativas de carros para comprar e, finalmente, testei o Livina (1.6 - SL). Acho que a minha procura parou por aqui. Gostei muito do carro que alia eficiência com discreção, algo muito importante nos dias de hoje. Tudo bem, falta regulagem de altura do banco, do cinto de segurança, uma lampadazinha no porta-mala... Mas tem airbag duplo, abs, milha, rodas de liga...
    PS: O blog já está nos favoritos!

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  21. Legal a análise. Comprei um Livina no começo do ano e, apesar dos senões, tenho gostado dele. Só achei estranho você não ter mencionado absolutamente nada sobre o ruído interno (certamente muito mais alto que o desejável), nem tampouco sobre o custo de manutenção (será que a garantia de 3 anos é realmente boa para quem compra?). Abraços

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  22. Ah, outra coisa: o tanquinho. Apesar dos elogios, acho a escolha da posição discutível (é muito fácil respingar uma gota no capô e manchar o carro), sem falar no tamanho (apenas 0,5l) e na completa opacidade (não há nenhum indicador no painel nem tampouco dá pra ver pelo capô o quão cheio/vazio está o tanque).

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  23. Tenho um livina 1.8s aut. 2010.
    O carro é muito bom!
    Ótima relação custo benefício em comparação aos "pé de boi" das weekends, spacefox e meriva".

    Confortável, silencioso, acabamento interno muito bom, ótimo porta malas e espaço no banco traseiro.
    A direção elétrica é muito boa.

    Apenas o isolamento acústico entre a cabine e o motor poderia ser melhor, mas nada que incomode.

    Pode comprar vale a pena!

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  24. Minha esposa tem uma Livina SL automática 1.8 e eu acho excelente.
    Só falta regulagem de altura no banco, na minha opinião. Mas é um carro muito gostoso de dirigir.
    E para tirar o design meio sem sal, a dela veio com aerofólio traseiro, saias laterais, e spoiler dianteiro. O carro fica outro, com jeito de esportivo, muito bonita.
    Abraços.

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  25. Só pra dar uma atualizada... tenho uma grand livina, 1.8 16V 6 marchas manual - tem alguma coisa errada no carro, duvido que sejam só 126CVs. É comum encontrar apressadinhos em rodovias. Em todos esses encontros, vi o ponteiro passando rápido de 120 a 190, com alguns focus 2.0 16V, 307 2.0 16, os novos astras com seus 140CVs... toda essa turma foi ficando pra trás. É claro que o conhecimento do motorista em extrair rendimento do carro conta, mas a impressão é que eu tinha seguramente uns 160CVs ou mais. Não sei qual é a mágica, mas funcionou. Tem muita gente por aí com muita raiva da grand livina.

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  26. Desculpe discodar HOJE 09/03/2012, a Livinia é de um péssimo acabamento, papelão na porta da mala, os pedais já estão enferrujados no próprio salão da revendedora, a forração das portas ficam soltando, e olha que olhei todas do salão de exposição, todas as unidades estavam assim, indaguei ao revendedor e eles descoversaram, o tecido dos bancos são extremamente quente, e o cousa não tem um acabamento bom, sequer algum detálhe masi ormônico, parecem o sofá de minha avó. péssima mto péssima.

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    1. Bom, HOJE 15-06-12, minha tia comprou e não tem nada disso que falou, ao contrário, o carro é muito bom, o acabamento é coerente e o motor... Ah, o motor...

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    2. Esse cara só pode ser da concorrencia... Tenho uma 2009/10, e SEMPRE faço revisoes na concessionária. NUNCA vi um carro da forma que você publicou. Olha... do jeito que as coias andam, cuidado com os processos das empresas.
      Nota: não tenho conta do google... marcosrap@outlook.com

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  27. Meu povo, não tenho muitos conhecimentos sobre carros, fui a uma concersionaria nissan e a vendedora me passou boas informações sobre esse carro. O certo é que estou a procura de um carro que ofereça SEGURAÇA, CONFORTO, COMODIDADE e que seja economico ouço falar bastante que carro 1.8 tem um alto consumo de gasolina. (Alguém que tem um LIVINA 1.8 automatica completa sabe me dizer quanto ela faz na cidade e na estrada). E que o carro não tenha uma manutenção cara.

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  28. BOM DIA A TODOS,EXCELENTE OS COMENTARIOS, TENHO UMA LIVINA S 1.6MT 2012/13,ESTAVA EM DÚVIDA QUANTO AO MOTOR ,TENHO UM AMIGO QUE TEM UM VERSA 1.6 ,MAIS VISUALMENTE O MOTOR E DIFERENTE,TEM UMA CAPA PROTETORA E ALGUMAS CONFIGURAÇÕES DIFERENTE,FIQUEI COM A PUGA ATRAS DA ORELHA POIS SERA QUE MOTOR É ESSE,K4M OU DOHC OU SE É A MESMA COISA.QUANTO AO RESTANTE O CARRO É EXCELENTE TENHO JÁ A 2 MESES ,JÁ RODEI 6980 KM DESSES 3800KM EM UMA VIAGEM DE BRASILIA A PORTO SEGURO,MEDIA 140/160KM/HS,MAS COM ESTRADA LIVRE E PAVIMENTAÇÃO EXCELENTE,TEVE TRECHO QUE FEZ 15.35L,SEMPRE GASOLINA ADITIVADA,DETALHE AR COND.LIGADO.CONFORTO,SEGURANÇA PRO MEUS 3 FILHOS E ESPOSA,PORTA MALAS SOBROU ESPAÇO.PRA FALAR QUE NÃO TEM PROBLEMA NÃO COLOQUE ESTE CARRO EM ESTRADA DE TERRA,COSTELA DE VACA,PEDRAS NA LATARIA,BARULHO INTERNO MUITO ALTO ,PARECE QUE O CARRO VAI DESMONTAR.O TORQUE DESTE MOTOR E UMA BALA,FALO COM MAESTRIA POIS TENHO UM OPALA 4.1 92,RECOMENDO PRA QUEM TEM FAMÍLIA,SEGURANÇA,CONFORTO E POTENCIA NAS ULTRAPASSAGENS .

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  29. BOM DIA A TODOS,EXCELENTE OS COMENTARIOS, TENHO UMA LIVINA S 1.6MT 2012/13,ESTAVA EM DÚVIDA QUANTO AO MOTOR ,TENHO UM AMIGO QUE TEM UM VERSA 1.6 ,MAIS VISUALMENTE O MOTOR E DIFERENTE,TEM UMA CAPA PROTETORA E ALGUMAS CONFIGURAÇÕES DIFERENTE,FIQUEI COM A PUGA ATRAS DA ORELHA POIS SERA QUE MOTOR É ESSE,K4M OU DOHC OU SE É A MESMA COISA.QUANTO AO RESTANTE O CARRO É EXCELENTE TENHO JÁ A 2 MESES ,JÁ RODEI 6980 KM DESSES 3800KM EM UMA VIAGEM DE BRASILIA A PORTO SEGURO,MEDIA 140/160KM/HS,MAS COM ESTRADA LIVRE E PAVIMENTAÇÃO EXCELENTE,TEVE TRECHO QUE FEZ 15.35L,SEMPRE GASOLINA ADITIVADA,DETALHE AR COND.LIGADO.CONFORTO,SEGURANÇA PRO MEUS 3 FILHOS E ESPOSA,PORTA MALAS SOBROU ESPAÇO.PRA FALAR QUE NÃO TEM PROBLEMA NÃO COLOQUE ESTE CARRO EM ESTRADA DE TERRA,COSTELA DE VACA,PEDRAS NA LATARIA,BARULHO INTERNO MUITO ALTO ,PARECE QUE O CARRO VAI DESMONTAR.O TORQUE DESTE MOTOR E UMA BALA,FALO COM MAESTRIA POIS TENHO UM OPALA 4.1 92,RECOMENDO PRA QUEM TEM FAMÍLIA,SEGURANÇA,CONFORTO E POTENCIA NAS ULTRAPASSAGENS .

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  30. Para mim esse e o Grand Livina e Chevrolet Spin são hoje os melhores carros para os novos papais.

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  31. Olá Bob, parabéns pelo review e pelo blog. Eu sei que esse post tem quase 3 anos, mas como estou buscando informações neste momento, talvez você ou os outros colegas que comentaram possam me ajudar. Estou na dúvida entre um Fit 1.5 e um Livina 1.8 completo. Gostei mais do Livina, apesar do design ser muito sóbrio, mas a minha preocupação é quanto a desvalorização e o mercado de usados. Eu sei que o Fit tem uma liquidez muito grande, com pouco tempo você consegue vendê-lo com uma pequena desvalorização. E o Livina, há uma aceitação no mercado de usados ou ele é muito desvalorizado? Obrigado. Abs, Bernardo.

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  32. Bernardo
    Agradeço a leitura do blog. Não acompanho o mercado de usados e não tenho como opinar nessa questão de desvalorização do Livina, lamento. Mas posso aconselhar: compre o que mais lhe agrada e esqueça o aspecto da desvalorização. Isso vale para qualquer carro.

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  33. Amei o blog e espero que me socorra!!!
    Acabei de comprar um Grand Livina 18s.Perfeito amor a 1°vista, mas...ao entrar na garagem com "pouca" inclinação o carro raspou e fez um baita barulho como se raspasse na lata!
    Passei por uma lombada e aconteceu o mesmo. É defeito ou "característica?
    Posso ficar tranquila e me conformar com esta "pegada"?

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