Google+

29 de junho de 2011

CITROËN BX4TC, QUANDO TUDO ERA MAIS DIFÍCIL

Fotos:
Citroen BX16-valve club
home.planet.nl/~koper193/groupb
autor



Se hoje em dia a Citroën deita e rola no Campeonato Mundial de Rali (WRC), pela pilotagem absurdamente eficiente de Sebastian Loeb, navegação perfeita de Daniel Elena e confiabilidade dos Xsara, C4 e agora DS3, é devido a aprendizados doloridos ao longo do tempo.

Essa dupla, com apoio da fábrica, controla o WRC desde 2004 com o Xsara, de 2007 a 2010 com o C4, e agora em 2011 com o DS3, e há mais um Sebastian, o Ogier, para dividir as vitórias. Aliás, parece que para ser “pilotão” tem que ser chamar Sebastião! Vejam que na Fórmula 1 é a mesma história.

Mas vitórias e gracinhas à parte, houve um tempo complicado para a marca.

A foto acima simboliza um fim de era para a fábrica Citroën. Parado à beira do caminho, esse foi o destino de um carro que causou muita dor de cabeça à marca francesa.

O BX4TC foi a tentativa de obter notoriedade no Grupo B, a partir do modelo BX, um carro peculiar da década de 1980.

Produzido de 1982 a 1994, o BX foi importado oficialmente apenas em 1992 e 1993, numa quantidade de 256 carros, dos modelos GTI automático e  16 S. Foram montados no Uruguai, a partir de kits CKD (totalmente desmontados). Como já estava próximo do fim de produção, os  ZX e Xantia foram os modelos médios escolhidos para substituí-lo por aqui. Poucos sobraram, a maioria de propriedade de entusiastas de carros franceses.

Quem viajou no final da década de 1980 para a região Sul do Brasil, os via frequentemente nas cidades litorâneas, principalmente com placas argentinas. Nunca esquecerei de um BX GTi 16 soupapes (válvulas) dourado com vidros na cor bronze, que vi em Itapema, SC em 1987.  Nessa mesma viagem, fui nocauteado também por um Sierra XR4. A praia me aguardava, mas esses carros me mantinham longe da areia por alguns longos minutos. Que tempos interessantes!

Mas é também interessante saber que o BX foi desenhado por ninguém menos que Marcello Gandini, um iluminado italiano que tinha visões cósmicas de carros que seriam chocantes até mesmo em outros planetas, e passou para o papel várias dessas visões, entre eles dois que não precisam de nenhuma apresentação: os Lamborghinis Miura e Countach.

O modelo de rua (a frente) e o de competição

Desde 1974 a Citroën e a Peugeot haviam se unido, sendo que em 1976 a Peugeot passou a ter quase 90% do parceiro, e projetos passaram a dividir muitos componentes.

Usando alguns subconjuntos em comum com o Peugeot 405, o BX mantinha alguns detalhes Citroën que os fazem diferentes da maioria, como suspensão hidropneumática e painéis de carroceria em plástico, no capô e tampa traseira, além dos quatro para-lamas, sem contar o desenho externo e interno particulares.

Os motores iam de 1,1 litro até 1,9, passando por 1,4 e 1,6. Os maiores eram novos e usados também nos Peugeot. Os menores eram antigos, provenientes dos Peugeot 104 e Renault 14.

Como europeu é um povo que de forma geral sabe evitar desperdícios devido à cultura de duas grandes guerras, os mais vendidos foram os diesel, especialmente o turbo, motor XUD. Desempenho satisfatório para consumo beirando o risível.

O modelo com motor mais potente teve vários exemplares sendo usados em competições, com sucesso. Acompanhando o desempenho de pilotos particulares, tanto em pistas como em ralis, a Citroën decidiu por modificar o BX para aparecer no campeonato dos carros Grupo B, o mais exigente e que dava mais exposição às marcas e modelos, no campeonato mundial.

Esse modelo foi chamado de 4TC (tração nas quatro rodas, turbo, competição).

Em 1986 foi inscrito no Campeonato Mundial de Rali, na versão Evolution, e era, como quase todos os modelos dessa classe, caricaturas dos carros de rua em que se baseavam, adicionados de aerofólios, defletores, spoilers e entradas e saídas de ar para radiadores de água, óleo, freios e o que mais precisasse de refrigeração. Eram deliciosos tempos de carros alucinantes, com motores superalimentados que berravam e assobiavam como monstros mitológicos.

Os pilotos dessa empreitada eram experientes. Jean-Claude Andruet e Phillipe Wambergue. Andruet foi uma vez campeão da Europa e duas vezes campeão francês, pilotando para as equipes de fábrica da Renault, Alfa Romeo e Fiat. Phillipe Wambergue estreou de Citroën DS em 1971 quando começou a carreira. Foi um dos pilotos de teste do BX4TC. Natural que ele fosse um dos responsáveis de usar o carro em competições oficiais.



Durante todo o campeonato de 1986, chegaram ao final com uma posição boa apenas na Suécia em 1986, com um sexto lugar de Andruet.

No 4TC, o motor era o quatro cilindros, Simca tipo 180 de 2.142 cm³ de deslocamento, instalado norte-sul (gíria para longitudinal). No carro normal de rua, o motor sempre era transversal, daí o cofre de motor longo nesse modelo, o que dá aquela aparência de esquisitice que tanto aprecio nesse mundo automobilístico pasteurizado. A suspensão era hidropneumática, praticamente igual à do maior e mais pesado XM.


A versão de evolução tinha como diferença o turbocompressor, maior do que o do modelo de rua. Girava até 8.000 rpm, com potência maxima de 385 cv a 7.000 rpm com 1,3 bar de sobrepressão. Torque máximo de 46 mkgf a 5.500 rpm. Dessa versão, apenas 20 carros foram produzidos, e foi o usado nas competições pela equipe de fábrica.



Os carros de rua tinham  203 cv, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos e chegando a pouco mais de 220 km/h. O de corrida era dois segundos mais rápido para os 100 km/h, alcançando cerca de 280 km/h, números não oficiais, pois nunca foram divulgados pela fábrica.

Era, junto com o Ford Sierra Cosworth, mais pesado de todos os carros do Mundial, com 1.150 kg. Um dos motivos para já começar as provas com desvantagens, além da potência estar cerca de 40 a 70 cv abaixo da dos Ford RS200, Audi Sport Quattro, MG Metro 6R4, Lancia Delta S4 e Peugeot 205 T16 turbo, o campeão desse ano.
 




 Os carros Grupo B já vinham sendo alvo de muitas críticas, devido à exigente pilotagem, principalmente por causa da súbita atuação do turbocompressor em quase todos os modelos. Os pilotos precisavam antecipar os comandos, para compensar a potência entregue e forma pouco linear, o que causava um cansaço mental extremo, e dores no corpo em todos os pilotos. Foi a primeira vez que massagistas foram utilizados, aplicando sessões de relaxamento nos pilotos durante intervalos entre estágios.

Em Portugal houve um acidente de RS200 com a morte de espectadores. Na Alemanha, Marc Surer, também com RS 200, bateu de lado em uma árvore, provocando a morte do navegador.

Em maio, no Rali da Córsega, a categoria iria ser modificada para sempre. O Lancia Delta S4 de Henri Toivonen e Sergio Cresto, saiu da pista em uma curva à esquerda e desceu uma encosta capotando e batendo em árvores, o que acabou em explosão e a morte de ambos.

Era claro que algo não estava certo, e dessa forma, não houve possibilidade de prosseguir com a evolução dos carros do Grupo B para 1987, pois a classe foi banida do Mundial.

Como no caso do Ford RS200, que já contei aqui, eram necessárias 200 unidades a serem produzidas no intervalo máximo de doze meses, segundo as regras da FISA (o então braço esportivo da FIA) para o Grupo B.

O mais desagradável para quem poderia manter esse modelo é que a fábrica, por motivos de imagem, comprou de volta todas as unidades que conseguiu, e os destruiu, o que faz ser muito difícil encontrar algum hoje em dia. Não foram vendidos os 200 produzidos.

O número conhecido é de apenas 62, havendo outras informações que elevam esse número para cerca de 80 unidades.

Aqui e nas três fotos abaixo, o exemplar de rua





 
Das vinte unidades de evolução feitos, dois sobrevivem, nas coleções da fábrica Citroën e de Michel Hommell, que foi o fundador da empresa com seu nome, produtora de carros esportivos de 1994 a 2003.

Os outros 15 foram destruídos, sendo que 3 carrocerias e peças sobraram, duas delas nas mãos do piloto P. Pivert, que construiu um carro, sofreu acidente e reconstruiu-o com a segunda carroceria.

Na foto abaixo, tomada no Conservatoire Citroën,  em Paris, vemos à direita o BX4TC "civil", e a versão Evolution à esquerda.


Abaixo, mais fotos de uma unidade Evolution sobrevivente, maravilhosamente estranho e parecendo pedir para ser jogado na terra, de lado.



E como me inspirei a escrever sobre esse carro tão esquisito e sem sucesso?

A partir do momento em que recebi a miniatura que comprei absolutamente por acaso, passando tempo no eBay, que aparece na foto abaixo.


A Citroën aprendeu muito bem com os erros do passado, o que serve de exemplo para todos nós.

JJ

Atualização em 30/06/11 às 11h00, com informação das unidades importadas oficialmente

29 comentários:

  1. Juvenal,

    Acredito que a Citroën é uma das poucas marcas que tenta manter alguma originalidade.

    Gosto de carros excêntricos. Os franceses são bom nisso.

    Ótimo post.

    Rafael Aun

    ResponderExcluir
  2. Daniel San29/06/11 09:56

    Não é à toa que os admiradores de Rallye chamem os pilotos de F-1 de "Pilotos de autorama". Vendo a chatice da F-1 de hoje,não deixa de ser verdade.

    ResponderExcluir
  3. As praias de SC, continuam maravilhosas, e o Argentinos/Uruguaios em vantagem com seus carros, mais novos que os nossos. Sem falar que eles pagam a metade por eles.

    Em fevereiro/2011 via-se até o GM Cruze.

    ResponderExcluir
  4. Aléssio Marinho29/06/11 10:08

    Rali é emocionante, pena que no Brasil não seja tão festejado como no exterior.
    O Sertões é bacana, mas também anda pasteurizado e ao sabor dos patrocinadores. Cada ano sai de um lugar diferente.
    Pra muita gente, rali de verdade é o Mitsubishi Cup. Aquilo é passeio de fim de semana, sem graça.

    Aun;

    Carro francês é um gênio incompreendido. Só tendo um pra entender.
    Sempre admirei as soluções que eles dão aos seus projetos. Tudo muito simples, eficiente e resistente. A hydroactive é um ótimo exemplo.
    Quanto ao estilo, as vezes erram, mas ninguém é perfeito...

    ResponderExcluir
  5. É mto interessante como a Citroën fez verdadeiros tanques de guerra depois dessa lição!

    E a originalidade, além de ter motor dianteiro esse BX4TC tinha suspensão hidropneumática! Esses franceses são mto criativos msm!

    Mas ainda falta uma coisa para ela conquistar mesmo os entusiatas de rallys: Lançar uma versão de rua desse carros.

    Por isso que eu gosto msm do Grupo A. Pq o espectador podia comprar um carro parecido com aquele que ele torcia na beira das estradas!

    DS3 RS já! hahahaha

    ResponderExcluir
  6. Adoro as historias sobre o grupo B!

    Ah! bela miniatura

    ResponderExcluir
  7. Eu tenho um parente próximo do BX,um 405 Mi16, e digo, para curvas é uma BLZ. Atualmente está parado, mas, espero em breve colocá-lo em movimento novamente.

    Abs,

    Cristiano Zank.

    ResponderExcluir
  8. Aléssio,

    O estilo agente acostuma. O Ford Ka sempre foi horrível, mas é uma gracinha nos dias de hoje.

    Até hoje Renault R5 Turbo me chama a atenção, principalmente o seu eixo traseiro com rodas ligeiramentes defasadas.

    Um abraço,

    Rafael Aun

    ResponderExcluir
  9. Os Citroens sao muito competentes, mas creio que os Fords nao fiquem devendo. Vejo essa como as maiores rivais do WRC. Mas a diferenca principal esta no danado do Loeb. É um piloto extremamente regular.

    ResponderExcluir
  10. Não querendo ser polemico, mas no geral o erro do grupo B não era o exagero dos pilotos e equipes ? pois a maquina sozinha não faz nada, o piloto é que dirigi aqueles monstro é que tem responsabilidade. Group B era a melhor fase do automobilismo, alguns pilotos é que estragaram...Estranho isso.

    ResponderExcluir
  11. Não lembrava mais deste carro. Mas já q vc falou dos Renault, cansei d tomar pau do Renault Del Fuego GTX 2000 dos argentinos na caida para Floripa. O carro andava muito e sobrava.

    Tazio Nuvolari

    ResponderExcluir
  12. Engraçado como o modelo de rua lembra um Audi quattro só que com 4 portas e o de rally com as entradas de ar na coluna traseira lembra o Lancia Delta S4

    ResponderExcluir
  13. Cabe um post legal sobre os argentinos da década de 80 mesmo. Os Sierra XR-4 com aquele aerofólio monstro me assustaram quando criança!
    Renault Fuego era massa também. Fora os guerreiros 2CV.

    ResponderExcluir
  14. Xsara 2.0 VTR 1998 foi o melhor carro que tive até hoje. 170cv com uma boite de vitesse extraordinária e uma suspensão grudenta, principalmente com os Pilots da Michelin. Esse carro me fez virar fâ da Citroën. Depois dele, tive mais três Xsaras e até o 1.6 é interessante com caixa francesa - existe a caixa uruguaia.
    Não existiria um Xsara se não houvesse um BX, um CX, um DS, um 2CV, um Traction Avant... Isso se chama herança tecnológica.

    ResponderExcluir
  15. Sou suspeito pra falar de Citroen, minha primeira paixão automobilística. São criativos, sim, e pagam o preço.
    Depois, são imitados e/ou copiados.
    Excelente post com informações que desconhecia.

    ResponderExcluir
  16. Juvenal, hoje ps WRC tem que potência?

    ResponderExcluir
  17. Anônimo,
    a potência está por volta de 300cv, nos motores de 1,6 litros com sobrealimentação, ou 2 litros de aspiração natural.

    ResponderExcluir
  18. Valeu Juvenal, então esse pessoal do antigo Grupo B tinha uma habilidade desgraçada. Pois 400 cv com um turbo não linear, e caixa manual em H (eu acho) dá mais trabalho que hoje em dia.

    Acompanhei o Rally da Grécia e foi emocionante o Hirvonen saindo da pista, andando de lado e escapando da árvore a alguns centímetros. O engraçado foi ele olhando de canto de olho pela sua janela a árvore se aproximando.

    De tudo no automobilismo eu prefiro rally.

    ResponderExcluir
  19. Belo post, no entanto a Citroen chegou a comercializar os BX assim como os AX oficialmente no início dos 90...não era importação independente como você dá a entender. Aliás na cidade de SP nos idos de 93/94 era bastante comum cruzar com um BX circulando nas ruas ou ainda "arriado" num meio fio qualquer. Aliando o período de adaptação/assistência técnica ruim com clientes pouco dispostos a dispor dinheiro em subsequentes manutenções preventivas, causando desvalorização catastrófica, e gerando seu desaparecimento como se fosse de papelão. Lembro dos simpáticos AX GTI como se fosse hoje em bom número também. Os BX GTI 16 soupapes eram os mais comuns.

    ResponderExcluir
  20. Rafael Aun,
    O Renault R5 Turbo não tinha as rodas traseiras desalinhadas. Isso só acontecia nas versões "civis", e mesmo assim, apenas na primeira geração do modelo: quando o Renault Supercinq foi lançado, em 1985, a fábrica modificou a suspensão traseira e, com isso, o entreeixos do carro ficou igual dos dois lados.

    ResponderExcluir
  21. Antônio Martins29/06/11 20:24

    Infelizmente, carro francês no Brasil que respeita o consumidor só a Renault.

    Não sei se é asim em outros países, mas aqui na Argentina/Brasil os carros tem muito defeito de fabricação, e as concessionárias te enrolam na garantia. A caixa AL4, por exemplo, é reparada na PatPaulicéia, a marca não dá jeito na própria caixa que fabrica!!!!!!

    ResponderExcluir
  22. Marcelo Junji29/06/11 20:38

    Me supreendi com a maciez da suspensão e a estabilidade do peugeot partner (citroen berlingo), carro que tem mais de 1,80 de altura. Fico imaginando, então, como é a tocada desses carros citados.
    Se é o prazer em guiar que vale num carro , então os franceses têm mais prós que contras.
    Eles tem um algo diferente! Alma? Dificíl explicar.

    ResponderExcluir
  23. Como proprietário de um 16Soupapes eu discordo de alguns pontos da matéria, pelo menos no meu o capu e os paralamas dianteiros são feitos de metal.
    Alem disso eles vieram sim importados oficialmente, antes da chegada do Xantia, ja me disseram que vieram aproximadamente 300 carros, em 2 modelos, o 16soupapes e o GTI (8v Automático), eles eram montados no Uruguai e usavam alguns peças Brasileiras, como rodas e vidros...

    É um carro fantástico, tem 160cv, 1080kg, faz MUITA curva, tem varias soluções inovadoras e custa menos que uma carroça velha nacional.

    ResponderExcluir
  24. Carros franceses até alguns anos atrás são diferentes e inovadores. Pena que a Citröen perdeu o bonde e agora só faz Pugs com outra roupa.

    ResponderExcluir
  25. Vitor Munhoz30/06/11 03:30

    Juvenal,

    Sou fã da citroên, tem 3 em casa, todos com susp hidropneumática. Uns carros bem interessantes são: Pug 306 GTI6 que usa o motor XU10J4RS de 168cv + um câmbio manual de 6 marchas; Pug 405 T16 usa XU10J4D turbo com 240cv e se não me engano 4x4;

    O meu Xantia é 2.0 faz 8,7 por litro em SP e 13 na estrada com ar, acho muito bom pela idade. Não é um motor ruim não.

    Dá uma olhada nesses links:

    http://www.youtube.com/watch?v=aVYT7Hkpv3k
    repara que o carro inclina quase nada nas curvas.

    http://www.youtube.com/watch?v=vQZoLOJX-jk

    Por falar em Ford que bate de lado em árvore... olha cena se repetindo no WRC
    http://www.youtube.com/watch?v=V8sOUDxvLJ4&feature=player_embedded

    Abraços a todos do AE!

    ResponderExcluir
  26. Pô Vitor, vc me posta um vídeo em japonês com o cara da Citröen falando em francês...hahahahaha
    A parte em japonês eu até entendi, o prob era ler os kanjis.

    Se for assim olha esse vídeo. Não sei se a galera conhece a existência desse prótótipo.

    A Toyota pretendia substituir os Celicas FRs com esse carro:

    http://www.youtube.com/watch?v=wNSVmIU6h9o

    ResponderExcluir
  27. Felipe,
    voce está certo. O Bob Sharp me ajudou com uma fonte segura, e vieram mesmo BX pela Citroen do Brasil. Adicionarei uma nota ao post em breve, com os números corretos.
    Obrigado.
    Quanto ao capô e para-lamas, realmente não sei se eram de plástico também para mercados fora da França ou da Europa. As fábricas fazem modificações de acordo com as regiões, e os carros feitos no Uruguay tinham ao menos essa diferença, como voc~e explicou.

    ResponderExcluir
  28. Grande post Juvenal !!!

    Legal saber que vc esteve aqui pras bandas de Itapema na década de 80 (estou em Itapema a pouco mais de 3 anos mas me sinto como um "nativera", como eles dizem para quem é nativo)

    Quanto ao BX, tenho uma ótima notícia: existe um na cor preta rodando em Itapema, e em breve postarei fotos dele no meu blog Carros Raros BR (link incorporado ao meu nickname)

    E como sempre mais uma bela história do famoso Grupo B. E pensar que eu ainda estava nascendo nessa época... ^^!

    Abraços e parabens por mais umbelo post

    Kiko Molinari

    ResponderExcluir
  29. Kiko,
    muito legal, você está em Itapema ! fiquei aí 3 verões seguidos, e gostei muito.
    Assim que postar as fotos, nos avise no e-mail do blog.
    Obrigado.

    ResponderExcluir

Olá AUTOentusiasta, seu comentário é sempre bem-vindo! De preferência, identifique-se ao comentar.
Atenção: comentários contendo ofensas pessoais, a marcas, a fabricantes isoladamente e/ou em conjunto, a nacionalidade de veículos, bem como questionando práticas comerciais lícitas e margens de lucro aceitáveis nas quais este blog não interfere, bem como o uso de palavras de baixo calão e a exposição de outros leitores ao ridículo, não serão publicados. O AUTOentusiastas se reserva o direito de editar os comentários sem declinar motivo.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...