26 de julho de 2011

QUEBRA DE MOTOR

Foto: atlasf1.com



Uma das coisas mais desconcertantes ao se dirigir ou estar numa corrida é a quebra do motor. Em toda minha vida tive poucas, felizmente.

A primeira foi em 1969, voltando de Brasília (para o Rio) na minha Vemaguet 1963. Viajávamos juntos eu e o meu sócio na concessionária, ele com o Belcar dele. Entre Brasília e Belo Horizonte há a Gruta do Maquiné, em Cordisburgo, MG,, e resolvemos aproveitar que estávamos ali para conhecer. Saímos da estrada principal, a BR 040, e pegamos outra, secundária, para a gruta.

Assim que estacionei e desliguei o motor, escutei algo que permaneceu girando. "Quebrou o virabrequim", disse para minha mulher. O que ficou girando foi o volante do motor, que era fixado num flange no último rolamento. Depois de uma rápida visita à gruta, arranjamos uma corda e o sócio me rebocou até Belo Horizonte, a cerca de 100 quilômetros, e numa oficina autorizada Vemag (era do Boris Feldmann, hoje editor do programa "Vrum", no SBT) foi feita rapidamente a troca do virabrequim. O motor era muito fácil de mexer.

A segunda vez foi na pista. Fui convidado para dirigir um Mini Cooper S numa prova em Interlagos em maio de 1970. O carro era endiabrado, como fazia curva! Tinha rodas e pneus de competição, bem largos. Eu nunca havia experimentado nada parecido até então. No treino, sábado, bateu biela e não havia como consertar, era um carro raro no Brasil.

Mini Cooper S, só treino,  motor quebrou

O curioso da história foi contar o fato para o representante da companhia de petróleo que nos atendia na concessionária, ter-lhe dito que o carro estava com o óleo dele e ele dizer "Você não devia ter usado esse óleo, devia ter usado o x" (de outra especificação, da mesma marca). No mesmo dia mudei de marca de óleo na concessionária (eximo-me de citar marcas por ética, afinal isso foi há quarenta anos).

O próximo disssabor - terceiro - foi na Mil Milhas Brasileiras de 1970, com o esporte-protótipo Casari A-1, Ford, motor  traseiro-central V-8 de 4.500 cm³, transeixo Hewland de cinco marchas. Ao amanhecer rompeu-se uma minúscula mangueira próxima da bomba d'água, perdeu água rapidamente, superaqueceu e uma das juntas de cabeçote queimou. Eu e o Miltinho Amaral não estávamos bem, creio que em 12°, e terminou ali a nossa corrida.

Casari A-1 Ford, mas a foto é na Mil Quilômetros de Brasília, 1970

O quarto desapontamento de motor quebrado foi na 25 Horas de Interlagos de 1974, com um Opala 250-S. Com quatro horas de corrida, vínhamos eu e o Fausto Dabbur em terceiro, quando a junta do cabeçote se foi. Fim de prova para nós. O outro carro da equipe, com Wilson Fittipaldi Jr e Reynaldo Campello, venceu.

Opala 250-S, junta queimada, vapor d'água pelo escapamento

A quarta quebra foi novamente na rua, com o Passat TS 1976, com 24.000 km. Em viagem a São Paulo pelo litoral,  eu, a esposa e um grande amigo. Estava a 160 km/h quando escutei o barulho no começo fraco mas rapidamente crescente: bateu biela. Nada a fazer na estrada, desativei o cilindro correspondente e fui lentamente até Ubatuba, estava perto. Lá, numa oficina autorizada VW que recém havia sido cancelada, tiramos o cárter para troca dos casquilhos em emergência, mas não havia peça.

O jeito foi pegar um táxi e comprar os casquilhos em Taubaté, a uns 100 quilômetros também, subindo a serra. Era um táxi Brasília, com rodas largas e  volante de 30 centímetros de diâmetro. Não gostei, mas, vamos lá. O taxista até que andava razoavelmente bem, mas começou a chover e ele não diminui o ritmo. Eu ao lado e o amigo e minha mulher no banco traseiro, lhe disse para baixar o ritmo. "Pode deixar, conheço essa estrada na palma da mão!", disse. Não levou um minuto, apareceu uma curva e antes dela vi que o asfalto mudara de cor e de rugosidade. Não deu outra, saímos rodando mato a dentro, sem bater em nada. Peguei o volante, o cara não gostou muito, mas ali ele estava em desvantagem se quisesse argumentar...

Voltamos (eu dirigindo, ele viu que não tinha problema), montamos o casquilho e segui viagem, mais devagar, claro. Mas perto de São Paulo bateu biela de novo. Fui à oficina de competição do Anésio Hernandes, que cuidava carro de Fórmula 2 do Antônio Castro Prado (já falei nele aqui) e trocamos o casquilho de novo - do mesmo cilindro.

No dia seguinte voltei para o Rio, devagar, 80~90 km/h, até que na serra de Cruzeiro me passa um Fiat 147, novidade no mercado. "Essa não!", pensei, e acelerei o TS, ultrapassando-o sem dificuldade - até que bateu biela pela terceira vez.

Não havia jeito de prosseguir desta vez e o TS teve que voltar para casa guinchado. Na minha concessionária troquei o virabrequim - o problema era numa furação de óleo malfeita, a fábrica deu outro e quatro bielas em cortesia - e o carrou rodou normalmente até 60.000, quando o vendi para meu irmão (eu havia entrado para a Fiat), que foi até 100.000 km sem nenhum problema.


Na Mil Milhas de 1982, com o Fiat 147 do técnico da Fiat Giuseppe Marinelli e em dupla com ele, o carro tinha motor Fiasa aumentado para 1.600 cm³, andava muito bem, principalmente nas curvas, vínhamos em sétimo ou oitavo, quando ao passar defronte aos boxes, a pleno, escutei - e senti - um tremendo "bang". Quebrou uma biela, com todo o estrago que se conhece.

O Fiat 147 1600 do Giuseppe Marinelli na Mil Milhas de 1982, no hora eu guiando

Somando, foram cinco quebras de motor entre rua e corrida. Até que foi pouco.

BS

64 comentários:

  1. Sandoval Quaresma26/07/11 16:26

    certa vez em 94 ou 95 vinha retornando de Porto Alegre para São Paulo, pela BR-116, faltando uns 50km para chegar em Curitiba, descida, terceira faixa na subida, uma carreta ultrapassando outra e me sai do meio do mato um cachorro encorpado, gordo, só deu tempo de tirar das rodas, o cachorrão ergueu o golzinho caixa gl 1.6 1989 que eu dirigia pelo meio, quase bati os cornos no teto. Segui em frente, direção ok, na proxima subida, mantida quinta marcha e pé embaixo, vem aquela rajada ratatatatata, o ponteiro da temperatura do líquido correu pra direita e sumiu no fim de escala. encostei o carro, olhei por baixo, faltava toda a parte de baixo do radiador e sobrava tufos de pêlo do coitado do cusco. Por sorte havia uma "oficina mecânica" nas proximidades, mas ao tentar dar a partida no golzinho combalido, nem virou. junta queimada e cabeçote empenado.

    ResponderExcluir
  2. Pôxa Bob, cada estória legal !
    Imagino tudo isso bem detalhado, sem limitação severa de espaço, alinhadinho e organizado em um volume bem bacana e ilustrado.
    Seria ótimo !

    ResponderExcluir
  3. luizborgmann26/07/11 16:36

    Aproveitando o comentário do Fiat, lembrei que no final dos anos 70, o Campeonato Brasileiro de Fiat 147, carros com baixa cilindrada e que na corrida os pilotos usavam o expediente do empurra-empurra, vácuo, trenzinho, etc devido ao desempenho homogêneo monomarca. O Giuseppe Marinelli, também competidor, diziam que era semi-oficial da Fiat, funcionário da área de testes e qualidade do produto,etc. Vale lembrar que o combustível utilizado era gasolina. A turma que encostava no carro do Giuseppe, atrás, sentia forte odor de álcool nas retomadas. Comentário geral pós-prova, nada se confirmou. Disseram posteriormente que a Fiat testava nas pistas o seu motor a álcool. Se é vero...
    luiz borgmann

    ResponderExcluir
  4. O máximo que aconteceu comigo foi arrebentar a corrente de comando do meu escort hobby 94.

    ResponderExcluir
  5. Moro em Taubaté. Definitivamente a Oswaldo Cruz, que liga Taubaté a Ubatuba, não é para qualquer um. É uma das minhas estradas favoritas, mas requer cuidado especial, principalmente com chuva. Tenho amigos que preferem pegar a Rod. dos Tamoios para ir a Ubatuba, andando 150 Km a mais, do que ir direto pela Oswaldo.

    A única experiência que eu tenho com motor quebrando foi em 2007. Não tinha carro e peguei o Fiat Brava do meu pai emprestado para ir a Campos do Jordão com a namorada. Próximo ao trevo de Santo Antônio o carro começa a ficar fraco e eu encosto. Não ligou mais. Voltamos de guincho pela serra, e confesso que foi divertida a viagem de volta. Achei que o motor tinha ido todo embora, mas foi só a junta do cabeçote que havia queimado. Meu pai sempre levava seus carros (de diversas marcas) num mecânico famoso da cidade e por incrível coincidência todos davam problema na parte de arrefecimento. Depois de trocar de mecânico esse problema nunca mais voltou. Fora isso o Brava era um ótimo carro para viajar, apesar da 5a marcha mais curta que eu já conheci.

    ResponderExcluir
  6. Aléssio Marinho26/07/11 16:48

    Estava viajando pelo estado do Tocantins com o meu Uno Cabriolet, quando avistei o carro de um cliente em Natividade. Havia trocado a caixa de marchas por uma de 5, e inventei de acompanhá-lo. Consegui andar uns 20 km junto e depois o carro foi perdendo rendimento e baixar um pouco de óleo. Cheguei em Dianópolis e depois voltei pra Palmas. De lá, Goiânia e Brasília.
    Levei o carro pro mecânico em Luziânia que diante dos sintomas restou apenas uma retífica completa. Os anéis do 2o. cilindro quebraram e sumiram dentro da câmara. Na época ele tinha 86.000 km e 17 anos de uso.
    Motor retificado, amaciei-o indo pra Aracaju-SE. Lá encontrei um painel com conta-giros e instalei no Cabriolet. Assim descobri o motivo de ter quebrado do motor: Excesso de rotação. A caixa de 5 marchas que havia comprado era do Mille eletronic, com a relação do diferencial mais curto que o do 1300. Desse dia em diante passei a andar no máximo a 110 km/h com ele.
    Ainda não troquei a coroa e o pinhão por preguiça. hehehehe

    ResponderExcluir
  7. Hahaha esta história com o 147 é sensacional, imagina a alegria do cara, depois de ficar para trás, ver o Passat no acostamento... rs Coisas da vida!

    ResponderExcluir
  8. Bob, conte mais desse Fiasa 1600, não só eu mas acho que muita gente vai ficar curiosa.

    ResponderExcluir
  9. Já quebrei motor de Tempra 16V em uma noita macabra...

    E foi uma pena, ele andava como o capeta nos locais certos!

    Mister Fórmula Finesse

    ResponderExcluir
  10. Bob
    TS micado, esse seu, hein! Gostei da história sobretudo da aventura para se encontrar peças e o susto na serra de Taubaté.
    Aléssio
    Caramba! Não deu pra pegar a diferença de ouvido? Ou será que as relações não são assim tão diferentes? Fico imaginando meu Corsa 1.4 com caixa F-17 de VHC. hehehe. O contagiros iria colar nos 6300 rpm.

    ResponderExcluir
  11. Sandoval Quaresma
    Superaquecimentos violentos levam a isso mesmo, não tem jeito.

    ResponderExcluir
  12. Juvenal Jorge
    Vivências automobilísticas mesmo!

    ResponderExcluir
  13. Johnny Carvalho
    Eta mecânico bom!

    ResponderExcluir
  14. Aléssio Marinho26/07/11 17:23

    FVG,

    O problema foi a empolgação... Animei pra botar o bichinho pra andar e nem me dei conta da merda que tava fazendo. O pior é que o carro fica "forte" nas arrancadas, o giro sobe muito mais rápido e vc nem se da conta que o cambio ta reduzido, além do mais tinha saído de uma caixa de 4 marchas pra uma de 5...
    Não sou bom com caixa de marcha, admito. Uns anos antes havia estourado a do meu corsa 1.6 (caixa f-15) e me venderam uma do 1.0 efi. Instalei e senti a diferença na hora, pois era muito mais reduzida. Voltei no desmanche e me arrumaram a certa em meia hora, lá em Goiânia.
    Fora as outras vezes que fiquei em estrada, por queima de junta do cabeçote, empenamento de válvula, falta de freio, rasgo em pneu, entupimento de tanque...
    Dava um livro!

    ResponderExcluir
  15. Sandoval Quaresma
    Melhor nem imaginar o estado em que ficou o canino, visto o que aconteceu com seu radiador.
    No meu curriculo tenho dois felinos mortos em rodovias, sempre à noite. Os bichanos surgem do nada como relâmpagos. Às vezes até conseguem passar à sua frente, mas, às vezes...

    ResponderExcluir
  16. Corsário Viajante
    Coisas da vida realmente!

    ResponderExcluir
  17. Aléssio Marinho26/07/11 17:30

    Bob;

    A Vemag só selecionava futuros jornalistas como concessionários? rsrsrsr

    ResponderExcluir
  18. Aléssio
    Engraçado... Fiquei aqui pensando na sua história do Corsa, fiz umas contas e o negócio é o seguinte: Se, por um acaso, a caixa do 1.0 que te empurraram era a tal F-13, acredite, 1ª, 4ª e 5ª dão quase no mesmo, somente 2ª e 3ª são mais curtas. Agora, se a caixa for a F-15 (Corsa Wind mpfi) aí seria uma gritaria só.

    ResponderExcluir
  19. A única história de quebrar motor que tenho foi do meu Diplomata 1989
    Eu e um amigo estávamos indo para Matão-SP, ele dirigindo o Diplomata e eu um Monza S/R 1986. O Diplomata era recém comprado e estávamos indo reformá-lo (isso foi em 2009).
    Era tarde da noite, rodovia dos Bandeirantes vazia... Costumamos levar dois aparelhos de rádio para nos comunicar durante a viagem e fomos realizando testes com os carros, emparelhávamos a 80Km/H e fazíamos retomadas até 120 Km/H, saídas de pedágio até 100 Km/H. Colocamos o 4.100 para girar e não deu muito certo, o Monza nem "percebeu", girador que é, porém o Diplomata "abriu o bico". Na parada no posto percebemos que batia o virabrequim... No dia seguinte, já na fazenda, quando dei partida no Diplomata ao lado da casa meu avô deu risada e disse: "ihh, a tranqueira está abrindo o bico". Ele nunca gostou de Opalas.
    Resultado, primeira retífica do 4.100. Após aberto, pudemos perceber que o antigo dono havia trocado as bronzinas para "maquiar" o problema e vender o carro. Sem problemas, o carro seria inteiro reformado, já está quase pronto.
    Abraços a todos.
    André Malzoni

    ResponderExcluir
  20. Aléssio Marinho26/07/11 18:00

    FVG;

    Já conferi as relações da caixa do Uno, em diferentes motorizações, graças ao box com todos os testes da 4 rodas, de 2004. São iguais em todas as caixas, mudando apenas a relação do diferencial. Quase a mesma coisa no Corsa.

    ResponderExcluir
  21. Caro André,

    Vendo seu sobrenome (famoso nos meios automobilísticos brasileiros) e a viagem a uma certa fazenda em Matão-SP, fiz uma imediata conexão autoetusiasta:
    Seria a Fazenda chimbó, onde Rino Malzoni cometeu preciosidades como o GT Malzoni?

    Saudações, Luiz

    ResponderExcluir
  22. Aléssio
    Desculpa aí, mas como é que eu faço para acessar esse box da QR que você fala?

    ResponderExcluir
  23. a minha experiencia de quebra de motor foi com uma moto, era uma daquelas cagivas italianas que a agrale tava fabricano no brasil sxt 16.5 em marcha lenta ela começou a fazer um tec tec e acelerando parava daí pensei,se acelerando num faz barulho, vou acelerar essa merda e ver no que dá, quando tava arrancando no quinto sinal começando a abrir a terceira explodi o motor...., um tempo depois me lembrei que quando estava fazendo o motor dela quando comprei tinha uma rd 350 ao lado da minha fazendo o motor também e nessas duas motos em especial o pistão e biela têm a mesma medida e são intercambiáveis, daí o kit da rd veio sem a gaiola do pino do pistão, então o mecânico pegou a minha e falou que tinha outra e colocava na minha depois....(quando eu estivesse bem longe para num ver), quando abriram o motor foi justamente e gaiola velha que ele colocou no meu motor que estourou e voou rolete pra todo lado. Ham e antes de estourar o motor tava andando demais, além do normal.

    ResponderExcluir
  24. Anônimo 26/7 20:27
    O que você disse, muitos, inclusive eu, já observaram: antes de quebrar o motor produz mais potência.

    ResponderExcluir
  25. hein Bob,
    to com um palpite aqui.
    esse sócio e o amigo (que estava no passat) não eram a mesma pessoa, no caso o Araken, aquele pé frio que dá medo?

    ResponderExcluir
  26. Anônimo 26/7 21;50
    Parece mas não era. Chama-se Emilio, amigo de infância.

    ResponderExcluir
  27. No kart amador, 13hp, a diferença entre o motor que está pra quebrar e os demais é nítida: anda muito mais, e nem precisa estar fumando ou algo do tipo. Porém, depois de umas dezenas de voltas, adeus motor. E prejuízo pro kartódromo.

    ResponderExcluir
  28. Alessio Marinho26/07/11 23:04

    FVG;

    No site da 4 Rodas tem o acervo completo da revista. 51 anos falando de carro.
    Esse box que falei foi uma coleção em cd-rom com todos os testes até 2004. Foi vendido em banca, e ainda me quebra um galhão, quando preciso pesquisar algo.

    ResponderExcluir
  29. Alessio Marinho26/07/11 23:14

    FVG;

    No site da 4 Rodas tem o acervo completo da revista. 51 anos falando de carro.
    Esse box que falei foi uma coleção em cd-rom com todos os testes até 2004. Foi vendido em banca, e ainda me quebra um galhão, quando preciso pesquisar algo.

    ResponderExcluir
  30. No meu caso um 147 queimou a junta na Castelo Branco e empenou o cabeçote em Bofete. O conserto foi realizado em Sorocaba (cabeçote) e depois a cada parada, eu ia dar uma conferida pra ver se estava tudo OK. Era alcool e após uns 150mil km, transformei pra gasolina pois era um pé no saco toda manhã, a novela pra fazer pegar; e ainda andou um tempão no MT até virar galinheiro.

    ResponderExcluir
  31. Bob 26/07/11 20:34

    Semana passada eu liguei o motor do meu Fusquinha e começou a sair muuuuuuuuita fumaça branca e fedida, típica de motor queimando óleo, não é? Um dia antes tinha viajado com ele mais de 200 Km. Pensei que talvez ele já estivesse em fim de carreira, afinal está hoje com 145.000 Km rodados. Pensei ser anéis, mas estranhei porque o motor estava (e está) rendendo muito! Tá uma delícia de acelerar!
    Não sei o que houve mas já faz uma semana que esse fumaceiro todo acabou e não se manifesta em mais nenhuma situação. Já rodei mais de 100Km depois disso e nada de fumaça.

    Será a síndrome pré-morte?

    Ótimo post, gostei mesmo! Abraço!

    ResponderExcluir
  32. Guilherme
    Isso tem todo jeito de ser excesso de óleo, nível acima do máximo. Motor danificado que queima óleo, a ponto de fumacear como você diz, não fica bom sozinho. Excesso de óleo pode ser causado por completar o nível ao máximo sem esperar pelo menos cinco minutos para que óleo todo desça para o cárter. Ou então quando o piso não é nivelado, dando falsa leitura da vareta medidora.

    ResponderExcluir
  33. O Bob ta de faról de neblina ligado no 147. Acho que foi ele quem começou a moda!

    ResponderExcluir
  34. Anônimo aí de cima
    Não é farol de neblina, mas de longo alcance montado baixo, escolha do dono do carro. Mas nem liguei, pois não preciso, já deviam estar ligados quando peguei o carro.

    ResponderExcluir
  35. Aléssio
    Valeu! Fuçei, fuçei, lá no site da QR e nada. Logo vi que era alguma coisa do tipo. Vou ficar na saudade...

    ResponderExcluir
  36. BOB,

    Apesar de apenas ter sido só um treino, deve ter sido muito legal correr com um Mini cooper S.
    Parabéns por isso!!!

    ResponderExcluir
  37. Em 1990 eu tinha um Fusca e acabara de comprar uma Belina II (79) .. Eu e minha esposa fomos para Ubatuba numa sexta-feira qualquer ... e, no pedágio de Itaquaquecetuba, o motor parou ... superaqueceu (a cebolinha estava quebrada e o painel não marcava nada anormal) e o motor foi para o beleléu ... voltamos quinchados para casa ... minha esposa queria desistir da viagem, mas eu falei para ela fazer um café e, enquanto isso, fazia a mudança da "tralha" toda para o Fusca ... café tomado, Fusca na estrada e passamos o feriado na praia ... a Belina teve que fazer o motor e ainda rodou conosco mais uns 2 anos ...

    Geraldo

    ResponderExcluir
  38. Você tem sorte de seu apelido ser Bob; deveria ser Biela Batida Sharp.

    ResponderExcluir
  39. Eita..O pior defeito de motor é o defeito COLOCADO..

    Eu e meu velho desmontamos a parte de cima do motor da velha CBX 750 "Hollywood" para trocar os tuchos que estavam batendo .Beleza, deu partida normal sem nenhum barulho e o véio foi dar uma volta para "testar". Depois de duas horas ele me ligou dizendo : F...deu ! vem me buscar com a corda.

    O motor parou de funcionar e quando desmontamos novamente vimos a cag..da.

    Uma porca havia caído dentro do carter e não sei como entrou na corrente de comando arrebentando-a ..

    Trocamos tudo e ficou zerado . .

    Lição : Nunca fechar motores tomando cerveja..

    ResponderExcluir
  40. Aléssio Marinho27/07/11 09:00

    FVG;

    Vai no menu Especiais e seleciona Acervo Digital.

    Abraço!

    ResponderExcluir
  41. Bob,

    Ótimo tema! Cada história!kkk

    Tenho uma dúvida: os motores construídos em alumínio, como o e-torq, são mais resistentes à quebra?

    No caso do e-torq creio que sejam o bloco e o cabeçote em alumínio; o cárter é de ferro.

    Forte abraço!

    ResponderExcluir
  42. Luiz Evandro Águia27/07/11 09:04

    Oi Bob eu me recordo de todas essas corrridasm eu tbm participei e dirigir o taxi com 30 cm de volante, ? rsrsrsrs ..naquela época era " moda" esses volantes de " Kart",, instalados nos automoveis..mas nao era nada seguro;;^^,,,abraçao. do amigo Águia from Floripa..

    ResponderExcluir
  43. Os Passat costumavam quebrar a terceira biela e mesmo em competições quando (era proibido) se colocava o separador no carter para evitar que nas curvas não a bomba não puxasse quebrava do mesmo jeito.

    ResponderExcluir
  44. E os Fórmula 1 ,porque quando quebram é essa fumaceira toda pra cima?Sempre estoura algo relacionado ao sistema de lubrificação pra fumacear tanto assim?

    ResponderExcluir
  45. No meu caso, não foi uma quebra, mas uma quase-quebra... Assim: em 2001, fui de SP para Belo Horizonte em um Marea. Saí da cidade pela Dutra, mas acabei passando reto no acesso à Fernão Dias em Guarulhos. Precisei fazer um retorno e pegar uma avenida; nessa avenida, havia uma enorme lombada sem sinalização... Pou! Parei, olhei, aparentemente tudo ok, segui viagem. Quase 600 km depois, em Belo Horizonte, parei o carro em um posto e fui à loja de conveniência. Quando voltei, uma gigantesca poça de óleo debaixo do carro... Soube depois que o cárter havia rachado! Comprei vários litros de óleo vagabundo e fui completando o nível enquanto eu estava na cidade. O carro vazava muito e eu não conhecia nenhum mecânico em BH; fui então às concessionárias. A Super-Alfa me atendeu mal e pediu um prazo de uma semana pra fazer o serviço. A oficina da Strada estava cheia; mas eu cheguei cedo, falei que precisava estar de volta a SP logo, e eles aprontaram o serviço no mesmo dia! Deixei o carro sexta de manhã, no fim da tarde ele ficou pronto. Ainda fiquei com esse Marea por mais dois anos sem maiores problemas...

    ResponderExcluir
  46. Niolas
    O bloco do E.torQ é de ferro-fundido, com berço do virabrequim, que é aparafusado ao bloco, do mesmo material. Os blocos de ferro-fundido são mais resistentes a quebra, mas quando uma biela quebra, vai-se do mesmo jeito.

    ResponderExcluir
  47. Anônimo 26/7 16:52
    Salvo engano, deslocava 1.586 cm³, resultado de pistões de 78 mm e curso de 83 mm, este 1 mm maior que o de série obtido na usinagem do virabrequim bruto. O motor 1500 Fiasa era de 1.488 cm³ (76 x 82 mm).

    ResponderExcluir
  48. Anônimo 27/7 10:03
    A fumaça para cima apenas acompanha o fluxo de ar atrás do carro, que se expande rapidamente após o difusor na traseira. É essa expansão que faz o ar acelerar sob o carro, gerando depressão nessa parte e, consequentemente, downforce (força vertical descendente. A quantidade de fumaça é normal num motor altamente solicitado com o de um F-1 (2.400 cm³, 800 cv) no momento em que quebra.

    ResponderExcluir
  49. Diego Maciel Debesaitys27/07/11 19:59

    Hoje em dia os motores são muito confiáveis. Juntando isso, com a minha pouca experiência (19 anos), nunca passei por uma quebra de motor.

    Bob, acima foi falado em excesso de óleo no motor. No meu celta (3500 km), fui verificar o nível de óleo do motor e vi que ele estava bem acima do nível máximo. O carro estava em local plano. Como o carro está na concessionária pra conserto de lataria, pedi pra eles darem uma verificada no nível e esvaziar um pouco o cárter. Há algum problema de ter rodado com o nível acima do máximo?

    ResponderExcluir
  50. Diego Maciel Debesaitys
    O problema é pressão excessiva no cárter e isso fazer mais óleo que o previsto chegar às câmaras de combustão, acelerando a carbonização. Também, não faz bem ao catalisador. Mas não se preocupe tanto, apenas fique atento ao comportamento do motor. Não se deve andar com o nível de óleo na marca superior da vareta. Qualquer quantidade entre as marcas é mais que suficiente para lubrificar o motor. Nas corridas é comum andar com meio litro menos, ganha até um pouco de potência pelo fato de os pistões terem menos resistência para descer, devido ao espaço maior abaixo deles. Durante muito tempo as Kombis saíam de fábrica com apenas 1,5 litro de óleo, quando a capacidade era 2,5 litros. Devia ser completado na revisão de entrega na concessionária.

    ResponderExcluir
  51. Diego Maciel Debesaitys28/07/11 00:23

    Obrigado pela ajuda Bob.

    A única coisa que notei de estranho no motor foi uns engasgos entre 2800~3000 rpm e muita vibração acima de 5000 rpm (o painel e os pedais chegavam a vibrar também). Mas isso quando ele estava abastecido com o tanque que a concessionária deu de "brinde"... Depois abasteci com aditivada num posto de confiança e os engasgos diminuiram, mas a vibração em alta continuava. Depois abasteci com etanol e o motor ficou "redondo", como num passe de mágica. Agora voltei a abastecer com gasolina e ficou melhor ainda. Bem mais suave, silencioso e linear que com etanol, principalmente frio.

    ResponderExcluir
  52. Diego Maciel Debesaitys
    Esses dias abasteci o Sandero automático com gasolina e, que diferença. Como ficou mais suave o motor. Não é que o etanol si cause aspereza, mas o mapa de avanço tem de estar no limite para compensar o baixo poder calorífico do etanol de modo a deixar o motor o menos gastador possível Aí fica áspero.

    ResponderExcluir
  53. Bob, esse assunto de aspereza de motor é muito interessante. Tenho um Monza S/R 86 1.8 álcool fase um. O carburador é um Brosol BLFA. Acho esse motor muito áspero. Um amigo acabou de comprar um Monza SL/E 85 e meio, também com motor 1.8 fase um, porém a gasolina e com carburador simples, o H35 alfa 1. É incrível como o motor é muito mais suave que o do meu S/R. Seria "culpa" do álcool ou do carburador? Os S/R com motor fase um são os únicos Monzas com motor áspero assim, nunca entendi o motivo.
    Abraços,
    André Malzoni

    ResponderExcluir
  54. Bob Sharp,

    Lendo você dizer que DKW tinha motor fácil mexer, fiquei surpreso.

    Aqui no nordeste a fama do DKW era de bicho de sete cabeças. O que eu ouvia dizer é que entre as broncas, tinha a dificuldade em se fazer reparos como retífica de virabrequim e troca de bielas. Quando eram necessários tais serviços, os motores tinham que ser enviados para longe. Pois a montagem do conjunto do virabrequim, com rolamentos e biela, exigia cuidados e prensa de alta tonelagem.

    Como minha informação é apenas de ouvir falar, gostaria de saber se procede a informação que carrego.

    Abraço

    ResponderExcluir
  55. Rômulo
    Quanto tempo!
    O motor do DKW é paradoxal. Muito simples, apenas 7 peças móveis (virabrequim, 3 pistõe e 3 bielas), mas dificílimo de retificar no tocante ao virabrequim. Requer prensa potente, know-how e peças como rolamentos de esferas e de agulhas, difíceis de encontrar hoje. Quando o carro era fabricado havia virabrequim com bielas à vontade nas concessionárias e com preço conveniente. Era só tirar da caixa e montar no motor. É um item de extrema precisão é não é fácil achar quem lide com ele.

    ResponderExcluir
  56. Obrigado pela resposta Bob

    Estou mesmo afastado da Internet, mas sempre recebo notícias comentadas de Auto Entusiastas pelo Douglas, meu filho e assíduo leitor, para minha sorte.

    Sobre o DKW, com sua explicação, fico pensando que o que assustava os usuários era a falta de concessionárias na minha região e também o medo do custo das autorizadas.

    Abraço

    ResponderExcluir
  57. Quebras de motor? Vamos lá (parte 1):
    1. Gol LS 1983, motor refrigerado a ar, movido à álcool - quebrou "do nada" andando a 35/40 km/h. Começou a fazer KLÁKLÁKLÁKLÁ bem alto. Biela do cilindro #3. Ao ser desmontado, bielas azuladas, pistão #3 com anéis quebrados, bem riscado e camisa #3 bem sulcada. Esse carro eu usei pra fazer curso de pilotagem e algumas provas na categoria Aspirantes em 1985/1986. Veredito: escapou uma das travas do pino do pistão #3 durante uma corrida e... estrago feito. Não foi esse o fator determinante pra virar os casquilhos da biela #3. A curva do Sol fazia acender a luz espia da pressão do óleo e eu não dava muita bola pra isso (afinal, estava disputando posição com outros ex-alunos). Como o cilindro #3 é o mais crítico em motores refrigerados a ar pré 1984, foi o que "morreu" primeiro.
    2. Agrale Elefant 27,5 1988 - atrasado pra atender um cliente, liguei a moto, percorrí meu bairro vagarosamente até aquecer o motor (Campo Belo), entrei na Av. 23 de Maio empilhando marchas a 9.000 rpm e segundos depois de engatar a 6ª marcha o barulho do motor mudou de ÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ pra ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ. Imediatamente acionei a embreagem e o motor parou. Veredito: a luz espia do nível do óleo 2T estava queimada há tempos e eu não me toquei. Acabou o óleo 2T e o motor travou. Como se tratava de motor 2T monocilíndrico, às 6 horas da tarde do mesmo dia já estava funcionando outra vez (pistão, anéis, juntas e cilindro novos - eu mesmo troquei na garagem de casa).

    ResponderExcluir
  58. Parte 2
    3.1. Formula Alpie (antigos F Ford fabricados pela Glaspac) com motor Ford CHT - Aluguei o carro (e assistência na pista) para uma corrida. Fizemos o banco na quinta-feira e eu o quis o mais baixo possível, com a bunda encostando na chapa de alumínio do chassis. O topo do capacete passava um pouco do arco B (o do painel). Adiantando dúvida não pertinente, não, não dava pra enxergar a pista olhando straight ahead mas dava pra ver, por entre o castelo e as suspensões direita e esquerda, o suficiente pra acertar os pontos de freada. Só que a alavanca de câmbio ficou muito alta e o varão já apresentava alguma folga nas juntas universais (low budget = carro véio). Além disso, o câmbio dos Alpie (aka Buguinhos) é o do Del Rey, montado de ponta cabeça. O "H" das marchas não é óbvio e nem lógico, requerendo atenção. No treino de sexta-feira, já ambientado e virando tempos competitivos, na saída da Junção (feita em segunda marcha), em vez de engatar a terceira marcha acabou entrando a primeira. Os motores CHT são muito sensíveis à passadas de giro. Podia usar até 7.200 rpm e a agulha do dedo duro acusou mais de 9.000. Não deu outra: quatro válvulas com as astes tortas e quatro varetas de válvula tortas. Esse carro era tão bom de contorno que dava pra engatar a terceira antes dele tocar a zebra externa da Junção. A força G lateral "ajudou" a errar a marcha também.
    3.2. Formula Alpie (antigos F Ford fabricados pela Glaspac) com motor Ford CHT - Treino de classificação. Mesmo carro, motor revisado, mesmo rendimento, mesma curva, mesma cagada. Mais 4 válvulas e mais quatro varetas tortas.
    (Mesmo assim, melhor tempo na sexta-feira e pole no sábado. Na corrida não errei e nem quebrou nada).

    ResponderExcluir
  59. Parte 3
    4.1. Puma GTE 1980 - Motor feito por mim na oficina de um amigo, com critério e zêlo, menos no acerto da luz dos pistões. Montei-os com medida crítica (menos de 1 mm de luz - 0,6, se não me engano). Na rodovia dos Bandeirantes, depois de andar alguns minutos a 5.700 rpm em quarta marcha (não vou falar em km/h mas o carro usa câmbio com dif. 8x33, quarta marcha 0,89:1 e pneus traseiros 195/65R14) reduzí para pagar o pedágio. Saí civilizadamente, trocando de marcha por volta de 3.000 rpm. Ao engatar a quarta marcha, KLÁKLÁKLÁKLÁKLÁ. Guincho, Sampa. Veredito: na oficina, ao desmontar o motor, vimos a porca de latão que prende a base do filtro de ar à tampa do carburador (prensada à base do filtro) beeeem amassada dentro do cilindro #1, cujo cabeçote, cabeça do pistão e válvulas estavam metralhados.
    4.2. Puma GTE 1980 - Motor feito por renomado preparador especializado em motores refrigerados a ar. A caminho de um encontro de carros antigos, andando na Marginal do Pinheiros civilizadamente, surgiu um forte barulho e grande vibração sentida no pedal da embreagem. Parei em local seguro e não notei vazamento nenhum, nem temperatura excessiva e nem queda sensível de rendimento a não ser o barulho. Relacionei com platô quebrado ou algum outro problema de embreagem ou volante do motor. Levei o carro andando mesmo para a oficina. Veredito: porca ôca quebrada, que fez o volante desacoplar parcialmente do virabrequim.

    ResponderExcluir
  60. Desculpe corrigi-lo, Bob, mas o Fiasa 1500 tem 1497 cm3, resultado de 76,0 mm de diâmetro por 82,5 de curso. Tive um Uno CS i.e. 94 por quase 10 anos, então tudo ainda está na ponta da língua. Vendi-o com 222.000 km, motor lacrado, depois de deixar muitos surpresos na BR-101 entre Curitiba e Florianópolis. Apesar de tê-lo trocado por um Clio 1.6 16v, dá saudade... Um abraço e parabéns pelo blog, realmente para entusiastas.

    ResponderExcluir
  61. Fernando,
    Problema nenhum, nem precisava se desculpar, nessa a memória me traiu. Agradeço a colaboração. É mesmo 82,5 mm de curso.

    ResponderExcluir
  62. marcelo vieira (jmvieira)04/08/11 20:25

    infelizmente já moí 2 motores. o 1º foi um chevettinho 1.4 ja com alta km numa andada forte. o 2º foi num motor quase zero: estava eu com meu carro recem amaciado na epoca, com 1000km rodados, um astra 140cv. fui pra pista e dei umas esticadas fortes. a 170 de 4 escutei um rajado "rrrrrrr" tirei o pé... ainda não fora desta vez e apos isso nao ouvi mais o ruido, só me incomodava com a aspereza do motor gm desde zero. aos 4800km o motor bateu a biela do 2º cilindro, ela estava azulada. foi me dado um motor novo na concessionaria em garantia. na epoca eu usava o oleo 5W30 ac delco, hoje prefiro usar o 5W40, inclusive diminuiu a aspereza. nao tem quem me tire da cabeça: pra mim o 5W30 deve ter perdido viscosidade "ficado muito fino". caiu a pressão e rompeu o filme de oleo.

    ResponderExcluir
  63. marcelo vieira (jmvieira)04/08/11 20:27

    em tempo e fazendo uma correçãozinha, a bronzina é que estava azulada, nao a biela como deu pra entender no texto.

    ResponderExcluir

O Ae mudou de casa! Todos os posts do blog foram migrados para o site. Por favor busque por este post no site e deixe o seu comentário lá.
Um abraço!
www.autoentusiastas.com.br

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...