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28 de agosto de 2011

HÍBRIDOS OU "HIPÓCRITOS"?

Fotos: autor
Utilitário híbrido da polícia nova-iorquina

Após o choque de ser transportado por um Prius táxi, logo no meu desembarque em Nova York, na minha última viagem aos EUA, em julho último, postei aqui algumas impressões, em que me chamou a atenção a quantidade de automóveis híbridos nas ruas da cidade, a ponto de me perguntar se estão mesmo se tornando cada vez mais populares. Deixei para falar deles depois que tivesse feito mais análises a respeito.

Os números de venda totais no mercado americano em 2010 mostram que híbridos tiveram menos de 4% de participação, mas isto é considerando todos os estados e cidades. Em Nova Yotk essa participação parecia maior, em Los Angeles, ou melhor, em toda a Califórnia, é certo ela deve ser maior ainda,  pois há mais incentivos governamentais nesse estado onde a ridícula preocupação carbônica atinge os maiores índices do mundo. Lá eles têm o “AT-PZEV", ou Advanced Technology Partial Zero Emissions Vehicle (veículo de emissões zero parcial de tecnologia avançada), segundo o qual os automóveis híbridos são classificados,  o que lhes dá o direito de andar na faixa solidária nas vias expressas (não híbridos têm de ter mais de um ocupante, híbrido pode só com motorista), há farta cobertura a respeito. Quem tiver interesse, vale algumas horas de visitas a sites específicos. Mas meu objetivo neste post é outro, já verão.

Moda híbrida pegou em cheio frotas governamentais, como esse carro de polícia, nem sempre fabricados nos EUA

Pesquisando os sites por região e os de grandes fabricantes, registre-se, no continente europeu, os fabricantes de automóveis para a massa como a VW, Ford, Fiat, Citroën e Opel (Opel Ampera, o Volt deles, não conta) não oferecem opções de híbridos. A Peugeot oferece uma versão do modelo 3008 apenas. No mercado premium, BMW sim, o X6 e o Série 7;  mas a Audi não, Mercedes tampouco. A Porsche já prepara o seu; todos eles têm nos EUA seu principal mercado.

No Japão, a Toyota tem Prius e Camry, Lexus tem linha híbrida completa, cinco modelos. Ambas as marcas oferecem os mesmos modelos no mercado americano; mas o SUV Toyota Highlander híbrido, só nos EUA.

A Nissan tem a versão japonesa do Altima; a Honda, o Insight (o "Prius" da Honda), o CR-V e o Civic também oferece os mesmos modelos nos EUA.

Lexus híbridos, linha completa
Hyundai e Kia desenvolveram suas versões híbridas para, respectivamente, Sonata e Optima, mas não estão disponíveis para venda ainda.

Pelo que pude notar, excetuando o Peugeot o endereço principal dos híbridos parecia ser os Estados Unidos, concentrado mais na Califórnia. O país de origem de todos esses fabricantes seria seu segundo mercado.

Fabricantes americanos: Chrysler não tem híbridos, Ford tem Fusion e Escape (SUV compacto), ambos com tecnologia Toyota, enquanto a GM, por enquanto limitou-se à Chevrolet Silverado/Tahoe e GMC Sierra/Yukon, todos veículos de porte grande. Esta semana foi anunciado que Toyota e Ford co-desenvolverão tecnologia híbrida também para picapes e SUVs. A GM ganhará concorrentes no seu principal território.


No Brasil, onde a onda ainda não chegou, temos somente o Ford Fusion híbrido importado do México. Aparentemente, a aposta da Ford brasileira foi mais na tecnologia de ponta do que na ambiental.

Muitos podem contestar o pioneirismo da Toyota com o Prius, mas o certo é que ele foi o primeiro grande sucesso de híbridos, com ele também a marca de 50 mpg (milhas por galão, ou 21 km/l, passou a ser atingida por veículos que comportam uma família mais bagagem. Antes dele, essas médias eram comuns a carros pequenos e minicarros apenas.

Na proposta dos primeiros híbridos, oferecer ao mercado veículos familiares de tamanho razoável, o suficiente para você levar sua família sem aperto, ou simplesmente dirigir-se ao trabalho num veículo de tamanho semelhante ao que sempre esteve acostumado, com economia de carros pequenos, pareceu que haviam chegado ao ponto certo para atrair consumidores, satisfazer autoridades e mídia, como empresa ambientalmente correta, verde etc.

Análises conduzidas de diversas formas não encontraram, porém, o lado positivo da equação, ou seja, o preço que você paga a mais para ter um híbrido, conta mais fácil de fazer quando há a versão equivalente a gasolina, somente lhe retornaria em economia de combustível depois de 160 mil km, coisa que a grande maioria de consumidores não chega a atingir, pois vende o carro antes. No final, coloquei o link de algumas dessas análises.

Do lado dos fabricantes também, apostar no desenvolvimento de híbridos é ainda arriscado (depois do sucesso do Prius ficou mais fácil), mas o retorno dos projetos segue incerto, parece mais a fundo perdido. Na Europa a explicação é mais simples, bons motores Diesel atingem 20 km/l, todo mundo tem, híbrido para quê?

Mas se o mercado americano é composto por mais de 50% de picapes, SUVs e crossovers, é natural eue eles também tivessem suas versões híbridas, e lá a GM saiu na frente.

Mas há outro porém. Um Tahoe híbrido V-8 pesa mais de duas toneladas e faz 6 km/l, é 20% mais econômico que sua versão equivalente não híbrida, mas será mesmo "verde"? BMW Série 7, Lexus GS e LS, enfim, essa suposta "amizade" com o meio ambiente ficou no máximo relativa, de 5 pra 6 km/l é uma amizade de 20%, mas 6 km/l não é amigo absoluto do meio ambiente. Ou é?

Híbrido de mais de 2 t. ambientalmente amigável?
Ironicamente, vêem-se os consumidores indo às lojas atrás desses veículos, na mais pura ilusão que agora passarão a ser "verdes". Como sempre, em toda boa proposta green car ou environmentally friendly, haveria um ponto onde ela iria se desvirtua. No caso dos híbridos não foi diferente.

MAS

29 comentários:

  1. O híbrido (ciclo Atkinson) é mais eficiente (economiza mais de 20%) no acelera/pára/acelera/pára das grandes cidades. Nas rodovias e na zona rural, o consumo dele é o mesmo de um carro tradicional (ciclo Otto).

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  2. Não há vantagem no carro híbrido para boa parte dos americanos, que vivem em cidades pequenas, por isso há muitos híbridos em Nova Iorque e Los Angeles, e ainda assim eles representam menos de 4% do mercado. No interior, carros híbridos são quase inexistentes.

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  3. É a histeria! É tão hipócrita como carro flex. Eu já tinha dito isso aqui: http://www.youtube.com/watch?v=2DoiMmHmNe4

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  4. MAS,

    Acredito que essa história de SUV Híbrida seja mais para aliviar a consciência de quem faz questão de usar uma ineficiente SUV, seja por que motivo for, do que vontade de ser "verde". Sou "verde" até onde não me incomodar.

    Uma vez conheci uma garota toda metida a ativista, ecológica e o caramba, perguntei-lhe que combustível seu carro usava (ainda não existiam os flex). Ela respondeu: "Gasolina". Perguntei-lhe por que não comprava um carro a álcool, já que o álcool é renovável e mais "verde", ela respondeu que já achava que fazia bastante. Verde até onde lhe convém...

    No caso do diesel, há outro problema: Se todo mundo usar diesel, este faltará e sobrará gasolina.

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  5. O melhor carro verde é:

    Bons motores de combustão interna com bons combustiveis oferecidos pela industria petrolifera e teremos um excelente carro verde. Sem a desvantagem do peso extra das baterias.

    O resto é enrolação:

    -> Ciclo de Atkinson: Forma de burlar a patente do ciclo Otto no inicio do século XX - o Verdadeiro ciclo de Atkinson não é o usado nos hibridos. Ele é bem mais complexo.

    -> Carro flex: Disperdício de combustivel e energia. Ou algueem aqui realmente acredita que etanol e gasolina são "quase iguais"?

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  6. Os híbridos são o engodo gerado pela histeria carbônica, enfiado goela abaixo dos afoitos politicamente corretos.

    Se os elétricos de autonomia estendida custassem o mesmo que os híbridos, valeriam a pena pela economia no uso. Isso se aquele maravilhoso consumo do Volt for real.

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  7. Esse pessoal "ecologicamente correto" está cada vez mais doido mesmo... zero parcial? Essa é novidade...

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  8. Se é assim, o meu carro atual também é um veículo de "emissão zero parcial", portanto agora já tenho como dizer aos ecochatos que estou fazendo a minha parte... lol..

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  9. Essa história de híbrido, flex, elétrico...

    Quer ser "verde"? Consuma produtos de maneira racional, evitando desperdício e compra de produtos desnecessários, otimize seus trajetos de carro, faça manutenção de seu veículo, economize luz, prefira produtos de empresas comprometidas com o meio ambiente, e pegue uma bicicleta pra andar no fim de semana.

    No fim das contas você terá não só a consciência de que cuidou bem do planeta, como também terá mais dinheiro no bolso, e muito provavelmente menos dores de cabeça.

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  10. Esse negócio de carro eletrico zero emissão é lorota pra inglês ver.
    Vamos analizar: De onde vem a energia elétrica que estes carros usam?
    A excessão do Brasil que possui uma matriz energética quase que totalmente limpa (hidroeletricidade) o restante do mundo utiliza uma matriz bem poluente a carvão. Pergunto: o que polui mais a gasolina ou o carvão?
    Meu carro não usa gasolina, usa eletricidade. Sou ecologicamente correto. Contudo, por detras está o nosso bom e velho carvão gerando eletricidade.

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  11. Mercedes não tem híbrido? Faz alguns meses vi um "impressões ao dirigir" de um E-series, à venda no Brasil (revista Motor Show, se não me falha a memória).

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  12. ao Driver 8

    Os elétricos conseguem ser mais econômicos mesmo quando sua eletricidade vem da gasolina do que motores a gasolina tradicionais.

    Isso porque um motor que produz eletricidade tende a trabalhar na faixa de maior eficiência sempre, e um motor elétrico aproveita quase 100% da energia que consome (ao contrário de cerca de 15% dos motores a combustão).

    Logo, do ponto de vista energético, compensa queimar gasolina para gerar eletricidade para abastecer um carro elétrico.

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  13. O problema dos carros híbridos e elétricos será o descarte das baterias. Quando for 2040, um Toyota Prius 2003 será um carro velho, já sem condições de uso. E vai para o ferro-velho. E suas baterias, que já não seguram mais carga (nem a Toyota consegue fazer coisas que duram para sempre, isso até o toyoteiro mais fanático vai concordar comigo), vão parar aonde? A Toyota pode até recolher algumas destas baterias, mas não tem como vasculhar ferros-velho da América Latina e da Ásia Central (que é onde os toyotas velhos encerram a carreira). E lá, as baterias ficarão jogadas, liberando metais pesados em rios que abastecerão algumas das nações mais populosas do mundo (China, Índia, Egito, Paraguai, Argentina e Rússia serão apenas alguns dos países seriamente ameaçados pela poluição das nascentes de seus rios).

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  14. ao Carlos Maurício Farjoun,

    Um SUV híbrido faz sentido, se é que SUV faz sentido. Um jipe vai bem melhor no off-road e no on-road uma station wagon faz tudo o que o SUV faz com bem menos gastos. Agora, o cara compra um SUV só para buscar os filhos na escola e ir às comprar, então um SUV híbrido é um mal menor.

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  15. jackie chan28/08/11 21:54

    Os veículos mais vendidos nos EUA são as pickups full-size, o que já não faz sentido. Com motorização híbrida então, menos sentido ainda. O Prius, esse sim, faz algum sentido, mas muito mais no quesito marketing, de passar a imagem de tecnologia avançada, do que de baixo consumo. A Toyota apostou alto nisso, em uma época em que as européias desdenharam, dizendo que o futuro era o downsizing, e que híbrido não vingaria. Só não previram que um motor downsized não passa a mesma idéia de alta tecnologia que o hibrido. Hoje eles estão mudando de idéia, após ver a Toyota vender mais de 1 milhão de Prius, e ser até o momento, a única fabricante de hibridos que está tendo lucro real por cada unidade vendida, já tendo amortizados os altos custos de desenvolvimento. Parabéns à Toyota, que teve visão e apostou.

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  16. A polícia de Nova York anda decadente: de Crown Victoria para Fusion híbrido, de Caprice para Volt.
    Bom, pelos veremos se esses ecologicamente corretos são resistentes de verdade ou servem apenas para a prefeitura fazer seu filme entre os alienados.

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  17. Aléssio Marinho29/08/11 00:26

    Nunca consegui ver a real utilidade de um SUV na cidade. Não tenho fazenda, não ando na lama, aqui não neva, nossas vagas são apertadas e sem regulamentação. Então pra quê ter um trambolho?
    Prefiro uma bela minivan (scenic, meriva, Face, etc) bem mais prática e econômica.
    Quanto s histeria carbônica, já estão forçando a barra. Na 4 rodas deste mes, na seção Via Expressa, no sinal verde, afirma que a honda usa uma balsa para transporte entre Manaus e Belém, que substituiu 75 carretas nas estradas, e que deixou de emitir poluentes.
    Esqueceram que as balsas de grande porte usam óleo combustível, mais poluente que o diesel.
    E que entre Manaus e Belém, não existem estradas rodoviárias.
    Onde vamos parar?

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  18. Voce esqueceu do meu carro.... um CR-Z, um dos poucos hibridos com transmissao manual de seis marchas e modo "esportivo".

    Acabei de voltar de uma viagem e consegui fazer 19.8Km/l e teve umas 2 vezes que cheguei a 200Km/h :D

    Abracos

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  19. Anônimo das 28/08/11 18:13

    Há que se considerar ainda as perdas na transmissão da energia elétrica. Isso sem falar no que todo mundo já sabe: o Brasil não tem infraestrutura para aguentar o aumento da carga. Terão que ser gastos milhões só para instalar novas linhas de transmissão (fora os tradicionais superfaturamentos e etc.).

    Acho que tem muito pouca gente realmente preocupada com questões ecológicas.
    A melhor prova de que as pessoas estão mais interessadas em status e marketing pessoal do que em melhorar o meio ambiente é o fato de comprarem SUVs híbridos, em vez de usarem um carro pequeno que fará a mesma coisa de maneira infinitamente mais eficiente. E mais barata.

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  20. MB S400 também é Híbrido (á venda na Europa e no .br).

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  21. Caros,

    Acho que o S400 da Mercedes foi esquecido porque, segundo Bóris Feldman", seria um "falso híbrido" já que o motor elétrico não assume a tração sozinho em nenhum momento.
    Isso foi preciosismo radical do veterano Boris Feldman (Vrum) que apesar da experiência, às vezes fala sem analizar com cuidado o caso.
    Ainda tem mais dois premium, da Porsche que são o Cayenne e o Panamera. Pelo menos o dono saberá como se comporta o futuro fórmula 1 híbrido em 2013, já que os carros fazem no máximo 2 km a 70km/h no máximo em condução totalmente elétrica...

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  22. ao Patrick,

    Concordo contigo quando as pessoas querem status, e não cuidar do meio ambiente.

    Porém, milhões serão gastos seja para aumentar a capacidade da rede elétrica seja para construir novas usinas e refinarias, pois quanto maior a economia de um país, maior a quantidade de energia (seja elétrica ou não) que ele consome.

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  23. Os híbridos são muito bons para quem quer um híbrido. E não se trata de preservar o meio ambiente, mas sim do sujeito querer mostrar para todo mundo que ele é ecologicamente correto. Puro exibicionismo. E, claro, se há consumidores interessados os fabricantes vendem.

    Nada contra o carro híbrido em si -- contanto que ninguém queira me obrigar a comprar um.

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  24. "We in America like everyone to know the good job we've been doing anonymously."

    Jay Leno, em entrevista ao Top Gear, falando dos híbridos em geral e do Prius em pareticular.

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  25. Bob, talvez seja uma boa matéria entender o porquê do Estado da Califórnia ter essa preocupação com emissões. Questões como clima de verão seco e deserto ao lado talvez ajude a explicar.

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  26. ao FCardoso,

    Híbridos pequenos seriam muito úteis (e muitíssimo econômicos), sim, porém estes são muito raros. Tenho esperanças nos carros elétricos: você usa durante o dia e poe a recarregar durante a noite. É prático para quem roda uns 30km por dia, não mais que isso.

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  27. Ainda prefiro o biodiesel que os híbridos a gasolina: o veículo fica mais leve sem aquela bancada de baterias, sem sacrificar espaço para bagagem, logo aproveitando melhor a plataforma de carga.

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  28. Caros,

    Tem outro motivo por que os SUV´s e grandes sedans híbridos são preferidos nos EUA: Política.
    Também há a questão de quase todo o combustível americano vir de fontes que, se não são confiáveis, vem de inimigos históricos que são mantidos em rédeas curta pelo conselho de segurança da ONU, presidida adivinha por quem?
    Exemplos claros são a Venezuela, a Arábia Saudita, o Iraque, dentre outros que se não é a liderança política que se mostra pouco amistosa, é a sua população que vê com preocupação as tentativas de imposições culturais norte-americanas, além de um ponto delicado que é as feministas quererem que as muçulmanas tirem os véus. Lembrem que imposições culturais vindos de povos de fora sempre foram desastrosas. Um exemplo é os povos do Pacifico que sempre surfaram como forma de agradecer aos deuses pelo dia. Vieram os missionários e proibiram a prática alegando que é "coisa do demônio". Somente 100 anos depois é que os havaianos puderam surfar novamente, só que travestido de esporte e encaixado aos moldes estadunidenses.
    E isso é só a ponta do iceberg, assistam o filme Siriana dirigido por George Clooney e vocês vão entender como funciona a política externa estadunidense que adora plantar vento por aí e depois culpa os outros pelas tempestades que aparecem depois. Osama Bin Laden e Sadan Hussein são um exemplo disso.
    Então, para os americanos mais abastados, usar um carrão híbrido é uma forma de evitar de importar em, parte óleo sujo de sangue. E para variar, o carro toma culpa mais uma vez dos desatinos humanos.

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  29. 1k2, Arábia Saudita é amiga histórica dos EUA. Veja esse fuzuê todo nos países árabes. Qual está se segurando firme e forte? A Síria, que é parceira dos EUA. Os outros, mandem aviões da OTAN pra destruir e trocar o comando.

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