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26 de junho de 2012

O CARRO PARA A CRISE QUE NÃO VEIO





Creio que o Ford Del Rey seja conhecido de todos no AE. Ele foi lançado em junho de 1981, claramente baseado no Corcel, mas oferecendo itens de luxo até então inéditos no país, como acionamento elétrico de vidros e travas, relógio digital (no console de teto), um painel completo (tinha até manômetro de óleo) com uma bonita iluminação misturando luzes vermelhas e azuis, aliado a um acabamento primoroso, abundância de forrações e opção de quatro portas e de ar-condicionado.

Porém, trazia sob o capô o antigo motor Ford usado no Corcel, herdado da Willys, baseado no motor Renault Sierra, que foi ao longo dos anos aumentado de 1.289 para 1.555 cm³. Era um motor adequado a um carro médio da época, mas não a um carro de luxo como o Del Rey se propunha ser.

Por isto, o Del Rey sempre teve seu desempenho criticado em uma quase unanimidade. Na época de seu lançamento, seus concorrentes, tanto em preço quanto em requinte, eram Chevrolet Diplomata, Alfa Romeo 2300 e até o irmão maior Ford Landau, todos com motores que proporcionavam um desempenho muito melhor do que o que o velho motor do Corcel podia dar a ele.

O que levou a Ford a criar um carro de luxo com motor tão fraco assim? A resposta pode ser encontrada se voltarmos alguns anos no tempo, quando o Del Rey era apenas um projeto.

Em 1977, a Ford se convenceu que lançar o Maverick no Brasil não tinha sido uma idéia muito boa. Nos EUA ele era um carro compacto, uma alternativa barata ao Ford Mustang (e feito para concorrer com o Fusca!), mas no Brasil ele era para ser o primeiro carro da casa, principalmente por causa de seu preço. O problema é que lhe faltava espaço interno para isso. Antes de seu lançamento, clínicas já haviam demonstrado a preferência do consumidor brasileiro pelo Ford Taunus, mas problemas técnicos e políticos internos na Ford determinaram que o Maverick fosse lançado, mesmo tendo sido preterido pelo público nas pesquisas.

O Maverick não fez o sucesso que a Ford esperava no Brasil
Por causa disso, ela buscava um sucessor para o Maverick, para ocupar a espaço entre Corcel e Landau, coisa que o Maverick não vinha fazendo bem. Para se ter uma idéia, em 1977, para cada Maverick que a Ford vendeu, a GM vendeu cinco Opalas. Um substituto se fazia necessário. E a Ford o vinha providenciando.

A idéia não era desenvolver um carro totalmente novo, mas sim fazer uma profunda reestilização no Maverick, aproveitando apenas a sua plataforma, só que dando a ele uma forma bem mais retilínea, condizente com as tendências estilísticas do final dos anos 70. Exatamente o mesmo que já havia sido feito com o Corcel para a linha 1978, com a criação do Corcel II: uma casca totalmente nova sobre plataforma e mecânica antigas. Iriam fazer um Maverick II, no fim das contas.

Outro efeito disso seria que as linhas mais retas dariam ao novo Maverick II um substancial aumento de espaço interno, eliminando o problema de aperto que tanto incomodava seus donos e acabava dando vantagem competitiva ao Opala, seu concorrente direto. As linhas do Maverick II seriam inspiradas nas do Ford Granada, o sucessor do Ford Taunus, o carro que havia vencido a pesquisa anterior ao lançamento do Maverick. Desta forma, a Ford finalmente curvava-se à preferência do brasileiro por desenhos europeus.


Reparem bem: não é um Del Rey, é um Ford Granada
Ao mesmo tempo, a Ford planejava a ampliação da linha Corcel, devolvendo a versão 4-portas, presente desde 1968, mas que havia sido eliminada quando da reestilização que criou o Corcel II.

O mundo havia passado há poucos anos por um choque do petróleo, em 1973, quando o preço do “ouro negro” pulou de 3 para 12 dólares o barril (US$ 15 para US$ 62 a valores de hoje) em um espaço de poucos meses. Nesta época já buscavam-se carros mais econômicos para fazer frente à nova realidade dos preços da energia. Mas ainda assim a Ford mantinha em seus planos que o Maverick II usaria o mesmo motor 4-cilindros de 2,3 litros do Maverick anterior, mantendo a diferenciação para o 1,4-litro do Corcel (o 1,6- litro não apareceria antes de 1979).

As coisas caminhavam bem neste sentido até que os planos da Ford viraram de cabeça para baixo em 1979: Com o início da Revolução Iraniana, que levou o Aiatolá Khomeini ao poder e logo depois com a guerra Irã-Iraque, o mundo viria a sofrer o segundo choque do petróleo: de US$ 14 no início de 1979, o petróleo dispararia para US$ 40 o barril em menos de um ano. Em valores corrigidos para os dias atuais, o preço do barril de petróleo aumentara de US$ 44 para US$ 111.

Del Rey "Prata", a versão mais simples do carro
Analistas do mercado, em pânico, profetizavam que o petróleo poderia chegar a US$ 90 (algo como US$ 250 nos dias de hoje) no meio da década que se iniciava, caso houvesse um “terceiro choque do petróleo”. Diante do cenário de uma nova recessão mundial e com esta perspectiva de uma grave crise energética no horizonte, a Ford apostou que a tendência seria que os carros deveriam ser obrigatoriamente econômicos, mesmo os de luxo.

Sendo assim, resolveu cancelar o Maverick II e Corcel II 4-portas, mas aproveitando a econômica plataforma do segundo como base para seu novo carro médio. As linhas do novo carro continuariam inspiradas nas do Granada, mas a plataforma não seria mais a do Maverick com motor 2,3 litros, mas sim a do Corcel com o novo motor de 1,6 litro.

Nascia assim o Del Rey, requintado, luxuoso, mas anêmico e econômico. Uma resposta da Ford para a promessa de um futuro sombrio e escasso de energia. Ela antecipava o que acreditava que seria a tendência para o mundo dali para frente. Até o nome escolhido era pomposo, Del Rey, em espanhol e em português arcaico significa "do Rei". Legal, mas acredito que um rei gostaria de andar um pouquinho mais rápido. Porém a Ford apostava em tempos bicudos e por isso o consumo precisava ser contido. Até para o rei.

Interior requintado e painel completo: marca do Del Rey
O carro foi lançado em duas versões, Del Rey e Del Rey Ouro. Porém, um carro deste nível de requinte, "do Rei", não podia ter uma versão "básica": O mercado logo tratou de apelidar o Del Rey básico de "Del Rey Prata". Era disponível em duas e quatro portas, sendo o desenho da versão 4-portas bem mais equilibrado que o da de duas.

A dianteira era quase idêntica à do irmão mais pobre Corcel, para diferenciá-los a Ford usou no Del Rey uma grade de elementos prateados verticais, à semelhança da do Landau, em oposição à grade de plástico preto e elementos horizontais trazida pelo Corcel. As lanternas dianteiras também tinham um formato levemente diferente, tanto para diferenciar quanto para desencorajar quem quisesse transformar a frente de seu Corcel em frente de Del Rey.

Em 1983 surgiu o câmbio automático, de três marchas. Foi o primeiro carro nacional a utilizar comando eletrônico nesse tipo de câmbio, o transeixo era um Renault MJ3, comandado por um módulo RENIX. Estranhou o câmbio Renault? Não, este blog não errou, lembre-se da origem do carro, o Corcel era a versão brasileira do Renault 12. No mesmo ano aparecia a perua Scala, na verdade uma Belina com acabamento de Del Rey.

No fim de 1983, o motor foi reformulado, ganhando potência e tendo seu consumo diminuído, com o advento das melhorias do CHT.

Del Rey Scala, a versão perua: uma Belina luxuosa
No modelo 1985 veio uma reestilização, a primeira e única do carro. A frente ganhava faróis trapezoidais e uma grade de elementos horizontais "aerodinâmica". As lanternas tinham seu desenho levemente modificado também, ficando discretamente caneladas. As versões passavam a ser três, GL (eqüivalente à antiga "Prata"), GLX (uma nova versão intermediária) e Ghia (equivalente à "Ouro")

A linha Corcel/Del Rey de 1986 ganhava a opção de direção assistida hidráulica e de espelhos de acionamento elétrico. O Corcel sairia de linha neste mesmo ano. Com a saída de cena do Corcel, a Scala assumiria de vez o nome de Belina. Para ficar no lugar do Corcel, uma nova versão despojada foi criada: O Del Rey L. Assim, ficavam quatro versões: L, GL, GLX e Ghia, divisão que acompanharia o carro por todo o resto de seus dias.

Felizmente, a profecia do petróleo a US$ 90 no meio da década não se cumpriu. Aconteceu o contrário: graças à abertura de novos poços ao redor do mundo e à normalização de sua produção nos países árabes, seus preços foram caindo. Em 1986, o preço do óleo desceria a US$ 10 o barril (US$ 21 atuais).

Mas o mercado havia mudado bastante em 1986. As linhas Dart e Galaxie não existiam mais, haviam sucumbido à crise do petróleo. O Alfa Romeo estava prestes a sair de linha. Porém, a linha Opala sobrevivera à crise e sua versão mais luxuosa, a Diplomata, assumia a posição de grande carro de luxo executivo, espaço que deveria ser ocupado pelo Del Rey caso se confirmasse o cenário de petróleo caro previsto pela Ford, matando carros gastões como o Opala. Só que este cenário não ocorreu e a linha Opala continuava firme e forte.

Frente nova a partir de 1985
Neste intervalo de tempo, apareceram outros dois concorrentes de peso: o Monza em 1982 e o Santana em 1984. Estes, em 1986, dispunham de modernos motores OHC de 1,8 litro, bem mais potentes que o CHT da Ford. O Monza nascera com um motor de 1,6 litro, ainda sob a sombria perspectiva do petróleo caro, porém, logo no ano seguinte, a GM já apostava na transitoriedade dos altos preços da gasolina e lançava a versão de 1,8 litro de seu moderno motor OHC. O Santana já nascia com o novo motor 1,8 da VW, para fazer frente ao Monza de 1,8 litro.

No fim deste mesmo ano, o Monza, carro mais vendido do mercado então, ainda ganharia um motor de 2,0 litros, trazendo uma potência de 110 cv, contra os parcos 73 cv do CHT. Para piorar, o CHT era um antigo motor OHV cujas origens remontavam ao motor Sierra da Renault, nascido em 1962 com uma cilindrada de apenas 956 cm³ e que já havia sido esticado até o máximo possível para virar 1,6 litro. Não dava para fazê-lo crescer a 1,8 ou 2,0 para acompanhar os concorrentes, o CHT iria morrer 1,6 litro.

Como desgraça pouca é bobagem, seus novos concorrentes, além de mais modernos e mais potentes, ainda eram mais espaçosos, repetindo a praga que vitimara o Maverick no Brasil. O Del Rey tinha entreeixos de 2,44 m, contra 2,55 m do Santana e 2,57 m do Monza.

O Del Rey era um carro bastante equipado, mas tudo isso pesava ainda mais sobre o velho e já sobrecarregado motor CHT. Eu mesmo tive um Del Rey Ouro 4-portas com a caixa automática eletrônica, ano 1984, que comprei em 1993. Era um carro que sofria até para acompanhar os primeiros 1-litro que na época surgiam no nosso mercado. Tive bons momentos dentro deste Del Rey, ele me acompanhou em algumas de minhas aventuras de juventude, mas se existe algo que não me deixou saudades nele foi desempenho.

Um grande culpado de sua lerdeza era o peso do carro. Apesar de não ser capaz de lhe dar um desempenho brilhante, o CHT até que não fazia feio no Corcel. O problema é que o Corcel pesava na casa de 950 kg, enquanto o Del Rey, com quatro portas, com todos os itens de conforto e com as forrações termoacústicas adicionais podia passar dos 1.100 kg. E o CHT ainda tinha que mover o compressor do ar-condicionado e a bomba da direção hidráulica, coisas que não existiam no Corcel. A força, que já não sobrava no Corcel, passou a faltar no Del Rey.

Neste mesmo ano de 1986, foi criada a Autolatina, uma junção da VW e da Ford brasileiras. Porém, o Del Rey continuaria com seu fraco motor CHT por mais três anos. Enquanto isso, em 1988, o Santana receberia também seu motor 2000. Ficavam Monza e Santana 2,0 contra Del Rey 1,6. Covardia...

Del Rey Belina 1,8
Em 1989, o Del Rey finalmente recebeu motor e câmbio da VW, o AP 1800. A carcaça do câmbio precisou ser modificada para ter o motor instalado na vertical (inclinado no Santana). Seu desempenho melhorava bastante, mas sua imagem de carro excessivamente quadrado (estava muito datado pelas linhas típicas dos anos 70) e lerdo (dispensa maiores explicações) já estava fortemente ligada a motoristas mais idosos: Del Rey era carro "de velho".

Junto com o novo motor, vinha a terceira luz de freio, que se tornara obrigatória nos EUA a partir de 1986 e começava a virar moda no Brasil, conhecida mais por "brake light", nome dado pelo fabricante do acessório, a Arteb (nome sem sentido, significa luz de freio em inglês, o que todo carro tem). O objetivo era diminuir a probabilidade de uma colisão traseira, aumentando a visibilidade de quem vem atrás. O Del Rey foi o primeiro carro nacional a usá-la.

No ano seguinte viria mais um golpe, desta vez mortal: O mercado brasileiro foi aberto para que importados pudessem concorrer com as "carroças" nacionais. Com a concorrência dos importados, os fabricantes nacionais foram obrigados a modernizar todas as suas linhas de veículos. O Del Rey era velho de estilo e mais velho ainda de plataforma. Por isto, foi um dos primeiros a cair. Em meados de 1991, sua produção era encerrada, junto com a da Belina.

O carro criado para um futuro sombrio que não aconteceu finalmente saía de cena. O petróleo ainda continuaria barato por pelo menos mais 10 anos.

CMF

282 comentários:

  1. Que legal!

    Olhem isso aqui também, a Goodyear dará ingressos para a Stock Car no Rio de Janeiro,
    camarote open bar e open food!

    E os primeiros colocados darão uma volta rápida pelo autódromo em um dos carros da Stock!

    Acessem: http://www.facebook.com/goodyearbr/app_203351739677351

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    1. Spammer from hell.... ou melhor... "analista de mídias sociais", né...

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    2. Nome pomposo pra coisa feia... Como os "agentes de segurança de vagas em espaços públicos" - os flanelinhas.

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    3. Por mais que eu goste do AutoEntusiastas, sinto falta de um moderador para passar o facão nestes comentários.

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    4. Cai fora, Gaby!

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  2. Sempre gostei da linha Del Rey, mas realmente a Ford tem uma sina de andar na lanterna demorando a acompanhar a concorrência. Isso quando o faz.

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  3. CMF;

    Meu avô tinha Belina Del Rey Guia 1988...era lerda mesmo. Tão fraca que se esterçasse o volante até o final do curso (quando hidraulico), o motor simplesmente apagava.

    Era um carro raquitico, lerdo e para muitos, até feio, mas AutoEntusiasta!

    Abraços!

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  4. Victor Gomes26/06/12 12:34

    O que será que passou na cabeça dos executivos da Ford para lançarem o Maverick ao invés do Taunus, se o último era de preferência nacional de acordo com as pesquisas? Um erro que levou a outros erros até 1991...

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    1. Victor, havia uma série de problemas que contribuiu para isso, mas não era o foco do texto, por isso não entrei no assunto.

      Começa que 1973 seria um ano de muitos lançamentos e a Ford não queria estar de fora. Brasília, Polara, Chevette... A Ford não tinha motor pra colocar no Taunus, o motor Willys 6 cilindros (que se revelou um desastre no Maverick, dizia-se que andava como 4 cil e bebia como 8 cil) não cabia no cofre do Taunus e a nova fábrica de motores de Taubaté que produziria o 2.3 OHC só ficaria pronta em 1975, o que faria a Ford perder o timing dos lançamentos

      Além disso, as vendas do Maverick nos EUA caíram de 578 mil em 1970 para 355 mil em 1971 e para 337 mil em 1972. Provavelmente havia capacidade ociosa e queriam mandar parte do maquinário para outro canto do mundo. Enfim, apesar do consumidor preferir o Taunus, lançar o Maverick era mais viável e conveniente para a Ford. Só que o mercado não perdoou a conveniência da Ford.

      CMF

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    2. Bons tempos que se foram...
      Hoje, parece que o mercado perdeu o senso crítico...

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    3. O Maverick facilitava a montagem de peças já existentes por aqui. Basicamente, dava para montar nele todo o conjunto motriz do Aero-Willys.
      E como Ford brasileira é uma pipocada atrás da outra, temos essa história da fábrica de motores de Taubaté que demorou para ser construída.

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    4. Victor Gomes26/06/12 16:41

      Tá explicado então! E a famosa contenção de custos. Custe o que custar! E que custou uma provável fatia no mercado e uma consolidação maior dos Fords na preferência nacional.

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  5. Só digo uma coisa: Ainda bem que o Maverick foi preferido ao Taunus pela Ford, mesmo que com certa antipatia do público e fracasso de vendas, mas muito melhor do que um "carro mundial" insosso tomando seu lugar (e quiçá com um poderoso willys 6 sob o capuz).

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    1. Ô restart, capuz quem tem é cabeça. Carro tem CAPÔ.
      E se você se desse ao trabalho de ler o texto, veria que 6 cilindros não cabia no cofre do Taunus.

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    2. André Souza26/06/12 13:25

      E lá vem o Charles Restart dar palpite furado... Não consegue ficar quietinho aí? Seria muito melhor ter o Taunus aqui, muito melhor para o que se propunha a Ford com o maverick...

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    3. Na verdade, mula-sem-cabeça, o termo capuz também serve para designar a peça da carroceria que cobre o compartimento do motor nos automóveis. Se desconhecia a versatilidade idiomática do termo, recorra a um dicionário antes de vomitar e infectar outros com sua grosseira ignorância.
      E quando se refere a parte da informação acerca do cabimento do motor Hurricane no cofre do Taunus (só a título de azucrinação, pois este espólio "maldito" a Ford queria colocar no primeiro cofre que visse), se você tivesse o mínimo de atenção, verificaria que tal parte foi repassada pelo Farjoun em uma resposta posterior ao meu comentário. Isso, claro, se você se desse ao trabalho de ter inteligência...

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    4. "muito melhor para o que se propunha a Ford com o maverick..."

      E quando foi que falei em proposta, senhor André Analfa? Se está tão incomodado com minha presença, se retire.

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    5. André Souza26/06/12 13:58

      Uiuiui

      Ficou brabinho é? Vai chorar no cantinho ou vai fazer uma música de "pseudo-rock-mela-cueca" para expressar tua indignação?

      Cara mais chato esse Charles Restart...

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    6. Pô, restart! Quer dizer, então, que é melhor levar um fabricante à ruína e atender aos anseios de meia dúzia de gatos pingados do que produzir um sucesso de vendas? Uma empresa desse porte não se pode dar a esses luxos, diferentemente de pequenos fabricantes, onde estes, sim, produzem coisas extremamente entusiásticas e cobram caro (muito caro) por isso.

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    7. Charles
      Vou te passar o endereco do meu barbeiro.
      Cara , ele cobra 25 contos e te deixa novo !
      Na Vai acabar essa "zuacao aloprada" de Restart.
      Na boa!

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    8. Parabéns, Restart. Você é o primeiro caso de bullying aqui no AE.

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    9. Cristian Pinheiro26/06/12 14:40

      Pessoal pegou pesado... acredito que o blog aceite opiniões diversas... cabia aos entendidos explicarem se o cara tivesse falado algo que contrarie a lógica. Sei lá, são estas demonstrações de arrogância e prepotência que estragam o diálogo. Espero que o Charles não desista de acompanhar o blog, que é um dos melhores do assunto, por conta disso.

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    10. :Politicamente correto chato detected:

      Começou eh??

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    11. É isso mesmo
      Vamos respeitar nosso amigo.
      Ele sempre expoe bons comentários . É inteligente e culto
      Continue comentando Charles

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    12. Unh, restart tá bravinha!
      Lê o dicionário restart, capuz de colocar na cabeça mesmo. Carro tem capô.CAPÔ.
      No texto ou no comentário,a informação tava disponível antes de você postar seu comentário idiota.
      Menino cirado com avó é triste, tsc.

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    13. "menino criado com a avó"... KKKKKKK!!!!!

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    14. Os anônimos 16:04 e 13:17 nunca leram um manual de automóvel... aliás, acho que o mais perto que chegaram de um automóvel foi brincando de Hotwheels.

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    15. Jorlélson26/06/12 17:00

      Cuidado! O Charles é EMO, se você contrariar ele, ele chora. Sera que ele é homem mesmo? Tem cara de menina esse restart

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    16. É ISSO AÍ PESSOAL!!!! PAU NOS COLORIDOS CABELUDOS PSEUDO-INTELECTUAIS QUE SÓ DÃO OPINIÕES FURADAS E QUEREM PAGAR DE FODÕES!!!

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    17. "Quer dizer, então, que é melhor levar um fabricante à ruína e atender aos anseios de meia dúzia de gatos pingados do que produzir um sucesso de vendas?"

      A Ford não faliu, o Maverick continua sendo um tesão de carro e infelizmente nosso mercado que não assimilou bem a proposta, entretanto qualquer fastback com motor V8 e estilo coke bottle é infinitamente mais legal do que um europeu médio e insosso com um motor 2.0 (água por aqui).
      Agora, se precisar dizer que isso é na minha opinião de apreciador de carros antigos e que nada tem a ver com a proposta de uma empresa no mercado, aí acho que complica para o lado da sua interpretação, né?

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    18. "Charles
      Vou te passar o endereco do meu barbeiro.
      Cara , ele cobra 25 contos e te deixa novo !
      Na Vai acabar essa "zuacao aloprada" de Restart.
      Na boa!"

      Obrigado pela dica, mas não obrigado!

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    19. "Lê o dicionário restart, capuz de colocar na cabeça mesmo. Carro tem capô.CAPÔ."

      Existe um senhor chamado Aurélio Buarque de Holanda Ferreira que em 1975 publicou um livro chamado Novo Dicionário Aurélio da Lingua Portuguesa, e neste livreto de mais de trinta anos de trabalho este senhor coloca como um dos significados do termo capuz a designação da peça de cobertura do compartimento do motor de um automóvel. Endossando este entendimento está uma enorme quantidade de manuais de proprietário de muitas fabricantes e mais diversos modelos de automóveis.
      Enfim, ignorância é uma coisa, burrice e preguiça são coisas completamente diferentes.
      Quanto a ser criado pela vó, mesmo que fosse, seria melhor do que não ser criado de forma alguma, um piruá recalcado que fica correndo atrás de macho em comentários de internet. Que feio. Se você não tem o que fazer, tente algo produtivo: Pesquise, desenvolva, pense (se é que consegue fazer alguma dessas três coisas) e principalmente não fique se escondendo atrás de perfis anônimos; isso é só uma demonstração de falha de caráter que você procura de alguma forma extravasar.

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    20. Cristian

      "cabia aos entendidos explicarem"

      Se for depender deste tipo de "entendido", ai ferrou.

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    21. Anônimo26/06/12 15:24

      Obrigado pela gentileza.

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    22. o charles nem entende de motor, falar que o hurricane 6 cilindros é poderoso é sinal que nem entende de carros, um motor beberrão, fervia a toda, uma verdadeira gambiarra automotiva, para vc ter uma ideia o ultimo cilindro tinha o problema cronico de falta de resfriamento e calor concentrado, pois o hurricane já era antigo naquela epoca, o desempenho era fraco pois simplesmente colocaram 2 cilindros a mais num motor sem ser calibrado para isso, os jovens de hoje compram carros porque são bonitinhos e não pelo investimento e custo manutenção.

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    23. anonimo 11:18, acho que o Restart foi irônico ao citar o hurricane. Eu não subestimaria a inteligência do rapaz apesar de discordar frontalmente dele lá em seu primeiro comentário. A vida é assim mesmo.

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    24. Anônimo27/06/12 11:18

      Eu lhe convido a visitar o seguinte link:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Ironia

      Faz bem e enobrece.

      PS: Já tive amargas experiências com o Willys Hurricane 6 em um Maverick, e o desempenho é aquém do 2.3 com consumo superior ao do V8 (inclusive com médias pessoais já registradas mais altas do que no 302 + C4 no Landau).
      Eu já disse que você é de uma percepção extraordinária? Diria até especial.

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  6. Lorenzo Frigerio26/06/12 12:38

    Esse papo de "2o. choque do petróleo" para justificar a adoção do motor Renault 1.6 é mais uma daquelas MENTIRAS DESCARADAS da Ford do Brasil para esconder sua grosseira incompetência tanto em engenharia como em marketing.
    Em primeiro lugar, vê-se que o único motor que poderia ser montado no cofre do motor do Del Rey é o Renault mesmo, pelo fato de o Del Rey ser nada mais que um "Corcel de Otário", ou seja, é o mesmo carro que o Corcel II, que por sua vez herdou do Corcel original aquela travessa que se situa logo atrás do motor e acima deste, e que impediria a instalação do 2.3 OHC do Maverick. Com certeza, não quiseram gastar alguns tostões para mexer na plataforma. Sem contar que o motor do Maverick era exportado para os Estados Unidos, e portanto não sobrariam unidades suficientes para equipar os carros brasileiros.
    A verdade é que a Ford deveria ter lançado um carro novo no Brasil, que por sinal já estava saindo do forno não só na Europa como aí do lado, na Argentina - o Sierra, contemporâneo do Monza e do Santana, e que por sinal tinha um design muito bonito e moderno, com potencial para "arrasar" no Brasil. Mas a Ford é a Ford. Lema: a economia é a base da porcaria. Fato (Sierra) que o artigo, lamentavelmente, furtou-se a mencionar.
    O Del Rey é uma daquelas abominações automotivas emblemáticas do Brasil. Eu a compararia ao Gol "caixinha" original, aquele com motor 1300 refrigerado a ar montado na dianteira e estepe no porta-mala, e lembrando que, ao invés de trazer o Golf ao Brasil, com seu motor montado transversalmente, preferiu pegar a plataforma do Passat e criar uma versão modificada ("B-1M"), e ainda para insultar a inteligência do brasileiro, instalou no carro o motor refrigerado a ar.
    Enfim, este é o País das "Indústrias Reunidas Tabajara".
    Não suporto Del Rey nem de olhar. É uma CARROÇA que já nasceu como enganação. Qualquer pessoa com um MÍNIMO de cultura automobilística se ligou na farsa logo de cara, tal qual no caso do Gol.
    Quem gosta, é porque papai teve e tem razões sentimentais. Mas é uma peça de lixo automotivo que não resiste a qualquer escrutínio racional.

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    1. Concordo. Por mais que se elogie o acabamento do Del REY, é um carro que nunca deveria nem ter existido. O Sierra é que deveria ter sido lançado em seu lugar.
      E o que dizer da Scala? Nada mais que a Belina com outro acabamento. Se pelo menos a Ford tivesse lançado a Scala com 4 portas, como ele chegou a testar na Belina, pelo menos teria uma diferenciação.

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    2. Bem lembrado, concordo com grande parte do que escreveu!

      MFF

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    3. Lorenzo Frigerio26/06/12 13:37

      DEL REY = Corsário, o Corcel de Otário
      SCALA = Otários em maior escala

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    4. Só para lembrar que o Sierra chegou a ser testado aqui no Brasil com o motor CHT. Alguns irão se surpreender com tal informação, mas não esqueçamos que na Argentina ele chegou a ter uma versão 1.6 (família CVH europeia, cuja potência regulava com a do CHT). A favor do Sierra, 0,32 de Cx, melhor que os 0,37 de um Monza. Se formos pensar que o primeiro 1.6 do Monza tinha potência próxima à de um CHT, note-se que aí ficaríamos pela aerodinâmica mesmo.

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    5. Eu sou louco para ter uma Scala,e é provável que eu seja mesmo um otário,mas eu sou um otário autoentusiasta.
      Felipe Tavares Reis

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    6. Já tive tantas idéias para troca de motor em Corcel II mas sempre acabei abortando-os por causa daquela maldita travessa no cofre. Pelo tamanho do carro e suspensão traseira, montar um tração traseira divertido de guiar não seria problema se a Ford não tivesse colocado a tal travessa ali, que acaba matando um monte de projetos interessantes espalhados pelo Brasil.
      Quanto ao Gol, é algo mais que apenas uma plataforma de Passat modificada, sendo o melhor exemplo disso seu eixo traseiro, que é o mesmo do Golf de terceira geração, lançado muito tempo depois.

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    7. Caro Sr. Lorenzo Frigerio, saudações.

      A linha Del Rey não recebeu o motor AP 1.8? A Ford não poderia ter feito algo antes? Quem sabe modificar um propulsor já existente? Ou instalar o AP logo que iniciada a Autolatina?

      Atenciosamente,

      Mibson Lopes Fuly.

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    8. O grande problema é que todos nós temos o mau costume de analisarmos o passado com a ótica do presente.

      O Brasil vivia em um tempo que importar era proibido, o mercado era fechado e trazer novidades de fora era praticamente impossivel. Era tudo dificil, gostem ou não. Fabricar um carro então nem se fala.

      Neste contexto surgiram o Gol como sucessor do Fusca numa palataforma moderna mas empregando o mesmo motor refrigerado a ar (era uma tradição da VW acreditar no motor refrigerado a ar, coisa que até Henrich Nordhoff na Alemanha fez), Variant II, SP II, Parati, Brasilia, Voyage, enfim, veiculos diferentes daqueles existentes no mundo. Era a maneira como a VW mundial trabalhava.

      A Ford a mesma coisa. Herdeira do Renault 12 no Brasil, desenvolveu o Corcel e aproveitou-o para o Del Rey. Um veiculo que talvez fosse um engodo? Talvez, mas superior a muitos Ford's americanos, isso sem duvida alguma. Era o que o mercado nacional comportava e o que poderia ser feito. Não adianta oferecermos produtos que não tenha nem cosumidor nem Rede Autorizada apta a lidar com o produto.

      O Brasil vivia uma época que até aviões eram negociados com interferência do governo sob pena de desequilibrios na balança comercial. A industria automobilistica tinha que fabricar produtos 100% nacionais e, os fornecedores atender as exigências tanto de qualidade como de quantidade, utilizando o ferramental existente no mercado nacional. Importar, ter acesso a novos ferramentais era caro demais e inviável economicamente numa equação matemática que simplesmente não fecha no azul.

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    9. Lorenzo Frigerio26/06/12 22:19

      Daniel, não tente justificar o atraso. O Del Rey e o Gol eram insultos à inteligência de qualquer um já na época. Estou com 50 anos, já era bem crescidinho quando esses carros apareceram. E o mercado fechado não impediu o lançamento do Monza e do Santana, carros iguais aos fabricados lá fora por alguns anos.
      O Brasil sempre foi e sempre será periferia pra ganhar dinheiro, e só. Isto não é um país de verdade. Era colônia de Portugal e agora é colônia de nós mesmos, e de quem consegue lidar com um governo para lá de roceiro e provinciano.

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    10. Lorenzo;

      Não é justifica. É fato! Tinhamos dificuldade em acesso a tecnologia, a material e ferramental. Precisava de autorização para importar parafuso, computador nem pensar! As empresas enfrentavam suas dificuldades também. Só conheciamos VW, GM, Ford e Fiat.

      Engodo ou não (não entrando no mérito da questão) é muito mais fácil desenvolver um produto (um motor por exemplo) e lançá-lo rapidamente do que era 20 anos atrás...As industrias, se necessário podem importar componentes enquanto ocorre a nacionalização das partes. Antigamente, você há de convir, não era assim.

      Repito, não discuto o engodo, se é ou não. Discuto as dificuldades. Hoje elas são menores.

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    11. Fora que o Sierra além de ser conteporâneo e concorrente do Monza(Ascona)e Santana(Passat) tinha tração traseira independente ainda por cima...

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  7. Para mim, a decisão da Ford continua imperdoável.
    Se não dava mais para aumentar o CHT, por que não diminuir o OHC do Maverick?
    O que dá mais raiva é que esse 4 cilindros do Maverick era exportado durante a produção do Del Rey, equipou até Mustang!

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    1. Um dos problemas do OHC era sua altura.

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    2. Sempre foi uma empresa que nunca pensou no consumidor e no mercado brasileiro de uma forma séria.
      Parece que nunca se importou em ser (sempre a ultima) entre as "grandes" em vendas e participacao de mercado.
      Acho que de uns anos para cá a Ford melhorou seu mix de produtos e hoje tem exelentes carros como o Focus e New-Fiesta.
      O pos-venda continua sofrível, e sua politica de precos pouco agressiva.
      E como mencionaram a empresa demora muito para reagir as expectativas do mercado e acoes da concorrencia.

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  8. Farjoun

    Dá uma conferida nos teus dados- acho q. o Renault/Ford 1.6 foi lançado bem antes de '79.
    No mais,ótimo post

    Abtaçp

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    1. gaboola, o motor 1.6 foi disponibilizado em fins de 1978, equipando opcionalmente as versões L e LDO de Corcel e Belina ano-modelo 1979.

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  9. a ford viveu durante os anos 60 e 70 tecnologias da willys e da renault, motor hurricane 6 canecos era lerdo, fervia o ultimo cilindro que não era refrigerado, uma verdadeira gambiarra de fabrica, anemico e consumia muito, o que salvoua ford foi renault 12 e seu motor cht que moveu a ford por 30 anos, com essa tecnologia ultrapassada iria afundar rapido, então se filiou a vw criando a autolatina, alias muitos dizem que a ford ganhou muito e vw perdeu com esse negocio de louco, pois o gol ganhava o cht e as belinas o ap, o brasil se acostumou com tecnologias arcaicas e carros perigosos mas pelo menos eram duraveis e faceis de arrumar ao gosto brasileiro, inclusive rodam bastante santana , monza e del rey pelas quebradas enquanto muitos nissan abandonados, pois o cht e ap toleram donos relaxados

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    1. A VW ganhou muito com a Autolatrina, aprendeu a fazer caminhões e hoje manda muito bem nesse segmento!
      []'s
      Roberto

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    2. A VW aprendeu a fazer caminhões comprando a Dodge....
      Salvo engano, o que a VW ganhou foi aprender a dar algum acabamento em seus carros, coisa que, ironicamente, a Ford parece que desaprendeu....

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  10. hurricane equipou com 6 cilindros o maveco com o cambio do aero willys, era bem lerdo, o sinca era v8 e os dois perdia do passat, meu avô tinha raiva do maveco por causa disso, o brasil chegou em 1991 somente com carroças: o opala era 1968, o corcel era 1968, o santana e monza anos 80, para piorar quando liberaram a importação veio os ladas, mas somente os parrudos iriam sobreviver a tudo isso mesmo, somente os motores que toleravam donos relaxados, nossa gasolina com puro alcool iria continuar funcionando, hoje ninguém liga para carros duraveis, só plastico para mostrar para o vizinho

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  11. o del rey é bom pro transito de sp, lataria dura é bom pra tacar nos almofadinhas que fecham, tem cara que tem carro novo fecha e com carro velho vc dá uma raspadinha no cara pra ele aprender não fechar os outros, conheço muita gente que tem carro velho pra apavorar no transito

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    1. Um vileiro iagial a você nunca deveriaq é ter permissão de dirigir, isso sim.

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    2. Del Rey era bola cantada que não iria funcionar; motor raquítico, espaço rídiculo (Um maverick quatro portas é um latifundio em comparação)e apenas o ótimo acabamento Ford para dar algum respaldo.

      Não tinha como substituir Maverick e muito menos agradar os abonados que andavam de Landau, (e não davam bola para o consumo); em suma, pura balota a decisão errada de futurologia da Ford, para mim, foi mais questão de comodismo mesmo, de fazer o consumidor engolir um carro obsoleto já de nascença. Prática que ocorre nos dias de hoje com Golf, com old Fiesta, com Classic, com Kombi, com Parati e outras relíquias soviéticas....

      MFF

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    3. Sr.Anônimo26/06/12 13:11
      Há sempre alguém maior que a gente no transito e também com apetite de bater...
      Qualquer dia você pega pela frente um Scania "narigudo" ou um FNM que vão mandar essa sua "lata velha" para o espaço!
      E ai vai acabar essa sua brincadeira de ralar o carro dos outros.
      Fica esperto!

      Jorjao

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    4. Ou nem tanto, pode ser alguém em algum pacato popular mas com uma .380 na cintura. Dois balaços na testa e o ralador de para-lama já era.

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    5. Ao Anônimo 13:34,

      Pena que hoje em dia dá certo lançar carros obsoletos como luxo, conforme mostra a VW com o Jetta AP.

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    6. esse jetta AP tb vende nos EUA

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    7. Vende jetta com o jurássico ap nos EUA?

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  12. Excelente! Esse post me fez recordar várias lembranças boas. Em casa tivemos um L (azul, a alcool, recordações ruins) e um Ghia (vermelho, gasolina, luxuoso, boas viagens em família).
    Um tio mantave o seu até bem pouco tempo, por pura nostalgia. Arrepende-se até hoje de tê-lo vendido. Eu adorava dirigir aquele carro, que apesar de ser mais velho que eu, fraco e muito rodado, me transportava no tempo.

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  13. Ótimo carro! Elegante , confortável e muito bem construído!
    Parabéns pelo texto! Só uma ressalva: a versão GLX foi lançada em 1984, como intermediária às linhas Ouro e Prata.
    sds

    ANÔNIMO SEM NOME

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    1. A fina arte da ironia...

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    2. Não, não foi ironia. É a minha opinião.

      Abraços.

      ANÔNIMO SEM NOME

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    3. Anônimo sem nome? Isso é pleonasmo. Agora pelo menos tem sobrenome.

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  14. e pensar que meu gol 2008/09 não tem a terceira luz de freio, tem muita coisa errada por aqui.

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    1. Mas é muito fácil instalar uma.
      Leve o carro a um auto-eletrico de sua confianca , é baratinho.

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    2. É baratinho, mas as montadoras cortaram dos populares mesmo assim, pra aumentar suas margens de lucro...

      Só voltaram a colocar pq se tornou obrigatório há pouco tempo...

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    3. Terceira luz de freio passou a ser obrigatória a partir de janeiro de 2009. Como o seu Gol é 08/09, então...

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    4. um absurdo e tem ar e direção aahhh e é frex!!
      achei a peça apenas original e na VW R$150,00 mais a instalação seja lá ou fora;
      acho caro mas barato ao mesmo tempo devido ao inegável aumento da visibilidade da luz, e infelizmente muitos disseram: procure no desmanche... Lisarb

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  15. O acabamento interno dos carros brasileiros tem a fase antes e a fase depois do Del Rey. O carro atendia plenamente a proposta de carro médio confortável, e cruzava facilmente a 130km/h em boas estradas.
    Robusto e econômico, não era e nunca pretendeu ser carro de alto desempenho.
    Cumpriu sua missão.

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    1. Juvenal
      Pode ser, mas só nos segmentos dos médios
      Os carros maiores já eram bem acabados , muito antes do Del-Rey chegar.
      Como exemplo os Dodges, os Galaxie/Landau e principalmente o Alfa Romeo com seus bancos em couro, volante de madeira , e painel de aviao!
      O que acha?

      Jorjao

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    2. JJ,

      Pense num Focus sedan com tapeçaria e instrumentos do Del Rey atualizados ao invés do miserê atual.

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    3. só o véio Juvenal pra defender essa tranqueira que é o Del Rey

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  16. Se hoje em dia a Ford é engessada até a cintura, naquela época era engessada até pescoço!
    Acredito que nunca a administracao no Brasil conseguiu se impor e tomar decisoes mais estrategicas. Os gringos administram tudo por lá mesmo!
    Veja a qse dois anos a GM fatura (em vendas e principalmente em imagem) com a venda do Camaro por aqui.
    E a Ford continua esperando (NAO SEI MAIS O QUE) para trazer o Mustang!
    O gente lerda! Aff!
    Jorjao

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    1. Isso mesmo, Jorjão! Mustang BOSS 302 já!

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    2. Apoiado! Mustang Boss 302! Matador de Camaro.

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    3. Eu gostaria de ver a trica completa sendo trazida para cá:

      Chevrolet Camaro SS

      Mustang GT

      Dodge Challenger SRT8

      E Camaro e Mustang também nas versões conversíveis que são feitas lá fora, é claro.

      Iria ser a reedição em grande estilo da briga de 1976: Charger, Maverick e Opala.

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  17. Realmente, o DelRey tinha fama de lerdo, mas gostaria de saber quais eram a aceleração e a velocidade máxima com o motor CHT.

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    1. Eu tenho esses dados , segue abaixo:
      0-100km/h: 1 minuto
      0-400mts : 1 dia
      0-1000mts: 1 semana

      Ai que sono !

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    2. Na coleção digital da QR novembro de 1986 tem um quadro que indica:
      Del Rey Ghia 4 portas a álcool acelera de 0 a 100 em 17,38 s, máxima de 143,7 km/h e consumo 7,38 km/l na cidade e 12,34 km/l na estrada a 80 km/h. Os números são do teste de junho de 1986, que vou ler logo. hehe

      Franklin, o desempenho parece modesto, mas compare com a aceleração dos adorados Alfa Romeo ti (14,62s no 0 a 100 e máxima de 161 km/h), Diplomata/Opala 4 c (16,96s - 150 km/h) e Santana (13s - 161 km/h)...

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    3. As velocidades máximas obtidas pela QR não eram as reais. Eles testavam os veículos na pista de teste da Varga que era curta demais para tal medição, mas eles publicavam do mesmo jeito, mesmo sabendo que não era a verdadeira. Nunca conformei com isso.
      O Santana, por exemplo, alcançou 180 km/h segundo a Motor3.

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    4. E o Novo Santana 2.0 GLSi chegou a 195 km/h num retão ao nível do mar, teste da Oficina Mecânica de março de 1991, eu acho.

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    5. Alfa Romeo Ti alcançar apenas 161 Km/h?! Isso é balela...

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  18. Pra realidade brasileira - DE 1981 -, o Del Rey era um ótimo carro SIM. Melhor que ele só o Landau, o Alfa e o Opala 6 cil.
    Todo o resto ele dava de relho.

    McQueen

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    1. McQueen, o Passat também era muito melhor que esse monte de lata, principalmente se fosse o LSE 1.6.

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    2. Mas olha a diferença de peso!

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    3. Lembram-se do famoso Passat Iraque 85-86 .
      Belo carro!

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  19. Meu pai deve um del rey, em meados dos anos 80. Ficou tão desolado com a merda que fez que não durou 6 meses lá em casa. Vendeu e comprou um santana, a melhor coisa que ele fez.

    Suspensão geléia e relógio no teto não é conforto, é frufru.

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    1. Lembrei de uma agora. Aconteceu algumas vezes dele voltar reclamando em casa porque algum zé ruela parou muito perto da porta do motorista. Num carro com portas normais daria para entrar um pouco no sufoco, mas aquelas portas imensas obrigavam a ele entrar pela porta do passageiro.

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  20. O Del-Rey (pelo menos nas versões Ouro e Guia), independentemente de todas os ourtos pontos que possam ser considerados negativos, será sempre lembrado por mim como um carro cujo capricho do acabamento deixa no chinelo até muito carro de hoje metido a "premium". Que prazer ver e estar no aconchegante e belíssimo interior daquele carro! Até hoje sonho que voltem a nos oferecer aqueles magníficos interiores monocromáticos em tom de marrom que a Ford oferecia para Maverick LDO, Corcel LDO I/II, Del-Rey Ouro/Guia, e Escort Guia e talvez (este não tenho certeza agora) GL. Para alguns destes carros também havia um lindo interior monocromático cinza bem claro. Abaixo os feios, sem graça, soturnos, quentes (no pior sentido), e claustrofóbicos interiores pretos que tomaram conta da indústria automobilística nacional!

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    1. A Ford tinha interiores marrons até em carros básicos. Já vi tal cor em Escort L e ficava muito bom.

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    2. Mr.Car
      Ha um anuncio no classificado de autos do "Estado de Sao Paulo" desse ultimo domingo:
      Polara:
      Unico dono 22.000km originais
      De uma olhada
      Boa sorte!

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    3. Valeu, Anônimo 14:28h. Este carro (já conheço, de minhas buscas pela internet) está anunciado (inclusive com fotos) no site "Webmotors". Carro maravilhoso, de fazer babar, mas este preço pedido está bem além do meu limite. De qualquer forma, agradeço o interesse.
      Cordial abraço.

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    4. Tô comtigo Mr. Car.

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    5. Anônimo 14:26h: puxando pela memória, não só a Ford, mas também Fiat, VW e GM também ofereceram interiores em bege para seus carros, e não necessariamente os top de linha. Isso sem falar nos interiores "vinho" da própria GM e da Chrysler, e no (para mim, insuperável) interior azul claro monocromático da Chrysler.

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    6. Tinha até Fusca e Brasilia com interior marrom. No caso da Brasilia LS o interior era marrom em dois tons. Chique no "úrtimo".

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  21. Excelente post, exemplifica em um carro como sempre foi o mercado automobilistico brasileiro. Oferecer um produto abaixo da mediocridade para consumidores sedentos de um pseudo-status a preços exorbitantes. Não faltava engenharia para Ford, sobrava lucro.
    O Brasil vai continuar a ser a terra prometida para as montadoras por muito tempo ainda. A grande massa consumidora vai continuar comprando carros péssimos, antiquados e superfaturados, desde que seja em parcelas módicas, e que cause impressão no vizinho.

    Juan Caesso

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    1. Por falar em comprar em parcelas módicas, tem um excelente editorial sobre isso no bestcars esta semana...

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  22. Ano passado dirigi uma Del Rey Belina 1991 com motor AP 1.8, tinha um desempenho bom, mas o apelido ficou: "Bateau mouche". Balançava mais do que uma barca.

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  23. Aaaaahhhh o Del Rey!!! Até hoje um dos carros que mais me impressionou quando criança!!!

    Lembro como se fosse hoje daquele reloginho no teto! Aquele azul lindo! Acendendo vagarozamente... Para quem havia acabado de sair de um Fusca, aquilo era o FUTURO!!!

    E o vidro elétrico então? O MOTORISTA PODIA MEXER NO VIDRO DO ACOMPANHANTE DA PORTA DELE!!! Era mágico!!! O barulinho do retrovisor elétrico ecoa na minha cabeça até hoje!!!

    Painel de avião!!! Vários mostradores!!! Hoje vejo carros com mostradores semelhantes a motos. Você se sentia em uma nave espacial!!!

    Desempenho? Oras, eu era criança, eu não via isso. Eu só via meu pai chegando naquele carro dourado que acendia uma luz vermelha na porta quando abria.

    ô saudade...

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    1. heheheh, é a mais pura verdade isso aí mesmo....

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    2. Acho que você descreveu o que toda criança sentiu ao entrar em uma del rey ou scala naquela época. BOA!

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  24. CMF, outro excelente artigo contando a história e os bastidores. Lamento, apenas, que pouco falou das características do carro. Era uma evolução do Corcel e boa alternativa entre os sedãs médios. Extremamente confortável, acessível e econômico. Painel de avião, como já falaram, acabamento impecável. Tive uma Scala Ouro 84 e um Del Rey Ghia 1988, ambos CHT a álcool.

    Na década de 90 namorei o Santana e o Monza. O Santana era duro como um kart e tinha acabamento risível. O Monza era nota dez, mas caríssimo e gastão! A Chevrolet ganhou muito dinheiro com ele...

    Os Del Reys que eu tive foram comprados analisando custo/benefício/uso. Viajei muuuuuuuito com eles e superaram minhas expectativas.

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    1. Lorenzo Frigerio26/06/12 18:02

      Mineirim, o Santana não é duro como um kart. O Corcel II/Del Rey que é mole demais.
      O Santana tem um equilíbrio muito bom entre maciez e firmeza. Foi a coisa que me encantou instantaneamente na primeira vez que andei num, em 1984, logo que saiu. O meu "padrão ouro" até então era a suspensão do Landau, que ainda considero espetacular - não só a suspensão, mas a solidez da carroceria.
      E lembrando que o Santana é bem mais macio que os VW contemporâneos, como o Gol e o Passat, sem contar o Fusca.

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    2. Lorenzo, antes do Del Rey Scala, tive Fusca, Brasília e Passat. Digo por experiência: o Santana era duro, sim! Um amigo me emprestou uma Quantum novinha, pra gente revezar no deslocamento de um curso, e só tive coragem de dirigir uma vez. Nas outras, fomos com minha Scala. hehe

      Pras ruas brasileiras, é muito desconforto. O Landau era outro naipe: supermacio (andei como passageiro algumas vezes).

      Depois do Passat, não tive coragem de comprar outro VW...

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    3. Lorenzo, das vezes que andei de Del sempre achei o comportamento da suspensão um pouco semelhante a do Landau (por óbvio que era bem diferente na questão acústica, de solidez transmitida como você apontou e, claro, em acabamento de modo geral), mas a "navegação" dentro até que relembrava bastante.
      Até cogitei comprar um Del para o dia-a-dia depois disso (afinal, não dá dó de usar como o Landau).
      Não sei se já não estamos pisando sobre o subjetivo, mas suspensão mais rígida, para mim, só com proposta esportiva.

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    4. Mandou bem, Charles!

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  25. Tive um corcel II 80 a gasolina pelos anos de 83 a 86. Certa vez fiquei sem gasolina no meio da rua (vacas magras) à noite. Consegui somente álcool com um taxista,que disse que não iria funcionar direito e coisa e tal (má vontade, ele me vendeu o combustível só prá ver a minha desgraça, já que estavam em bando), qual foi a minha surpresa e decepção dos taxistas: logo após o combustível chegar ao carburador, o bicho pegou na primeira explosão, marcha lenta beleza, saí tranquilo sem esgasgar, rodei por cerca de 30/40 quilometros até chegar em casa, é obvio que ficou com menos torque/potência. Na manhã seguinte (RJ), o carro pegou de estalo, abasteci com gasolina e nunca mais brinquei com isso. Provavelmente o restante de gasolina que tinha no tanque no momento da pane seca foi suficiente para se diluir com álcool e com isso o motor não se abalou muito.

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    1. Que engraçado...
      vc não tinha condição de andar de carro, mas insistiu em fazer essa cagad...
      e a culpa e a má vontade recai sobre o taxista???

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    2. Que violência, Anônimo. Uma época em que posto de gasolina não ficava aberto à noite, ou devido aos aumentos relâmpagos anunciados para o dia seguinte, fazia com que diversos postos fechassem mais cedo. Surgiu o convite tão esperado, fui na sorte. Quanto ao taxista, esperimenta o dia que tú cair num buraco, amassar e perder duas rodas, pedir ajuda a um taxista, mesmo em ponto de táxi. Tú consegue, mas tú vai ouvir e gastar um pouco.

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    3. Parceiro eu sou taxista aqui no rj (amarelinho) de uma renomada cooperativa e sempre ajudei quem precisasse na rua com carro enguiçado, precisamos separar o joio do trigo, mau profissional tem em todas as categorias, inclusive a sua (que eu nem sei qual é, mas com certeza tem) e nem por isso podemos generalizar todo mundo....
      Dá próxima vez tome cuidado ao sair criticando alguma coisa...

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    4. Verdade parceiro, o problema é quando uma categoria tem quase só gente ruim. Taxista parece que tem prazer em falar abobrinha e cutucar as pessoas

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    5. Uma vez estava acabando a gasolina de minha Brasília. Postos fechados na saída da faculdade, sabe o que fiz? Comprei uma garrafa de pinga e pus no tanque. A Brasília andou redonda.

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    6. é anônimo 00:28, vc tem toda razão...
      na verdade a categoria, do taxista, é o retrato fiel de toda a população brasileira....

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  26. Se procurar com atenção, hoje em dia existem diversos "Del Rey" nos feirões de fábrica: carros antigos, estilo antiquado, motores inadequados e com problemas de qualidade.

    Ah se abrissem HOJE as importações livres novamente muitos entusiastas aqui iriam percebem que estamos na ERA DAS CARROÇAS II.

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  27. O que o carro do rei não tinha de desempenho, tinha de acabamento.

    Mesmo na versão L, era notável o emprego de bons materiais para a finalização do carro, melhor que a Chevrolet em muitos aspectos. Tinha seus problemas crônicos, como os ajustes dos retrovisores manuais que, volta e meia, paravam de funcionar, mas, ainda sim, primoroso.

    Quanto ao desempenho, era adequado aos hábitos da época, pois só gostava de andar em baixa. Viajei com uma Belina a álcool ano 89 pela BR 101 (Campos - RJ) e a "menina" berrava para ultrapassar e passar dos 90 Km/h não era com ela.

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  28. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Tão boa que o diferencial dianteiro tinha relação diferente do traseiro. Tem um post do MAO aqui no AE que fala justamente dessa 4x4. Dá uma lida lá e também nos comentários.

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    2. Anônimo das 15:50:

      Todo mundo vende essa lenda de que a relação do diferencial dianteiro era diferente do traseiro. Verdade mas todo mundo repete isso sem saber ao certo o que está falando.

      A relação do diferencial dianteiro: 4,125:1
      Diferencial traseiro: 3,540:1
      Caixa de Transferência: 1,166:1


      O que NINGUEM se atém é que a CAIXA DE TRANSFERÊNCIA REDUZ EM 1,166:1 ANTES DE SOLTAR PARA O DIFERENCIAL TRASEIRO o que faz A RELAÇÃO FINAL CONJUGADA SER DE 4,127:1, diferença de 0,002 de volta, compensável atee por um pneu mais gasto que outro.

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    3. Daniel,
      e exatamente por isso a orientação do manual era utilizar a tração nas quatro rodas apenas em pisos lisos. Mas a turma insiste.....

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    4. Anonimo das 21:24;

      TODO carro de tração 4x4 SEM diferencial central só pode ser acionado o 4x4 em pisos sem aderencia!!!!!!!!

      Isso vale para a Pampa 4x4 1984, Jeep Willys 1960 ou Toyota Hilux 2012.

      Todas as picapes são assim, todos os 4x4 são assim!!!!

      Exclui-se a essa regra os veiculos dotados de diferencial central ou acoplamento viscoso (caso das Pajeros TR-4, Amarok Automática, linha VW Syncro, Ecosport 4x4 apenas para citar alguns)

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    5. Pois é, sr. Daniel... você falou, falou e, no fim, deu no mesmo: velocidades angulares diferentes entre as rodas dianteiras e traseiras o que é inadmissível. A diferença é que você deu uma explicação detalhada e eu soltei uma afirmação preguiçosa. De toda forma eu não contei nenhuma mentira jé que o resultado final é o retrato fiel do descaso e incompetência dos fabricantes daqui em oferecer algo que preste. Fim.

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    6. Anonimo das 8:29 (qual o seu nome)

      LEIA O QUE FOI ESCRITO!!!! Pense e deixe de ser apenas um repetidor de informações para ser um leitor consciente.

      O problema da versão 4x4 você sabe qual é? O eixo traseiro tinha problema nos retentores da roda livre, a caixa de transferência era fraca e o motor fraco para empurrar todo o conjunto. Acresce-se a isso usuário que não sabe usar carro 4x4 e temos a receita perfeita de um sistema que quebra facilmente.

      A Ford pode ter feito burrice com a versão 4x4. Mas não a esse ponto de lançar um veiculo com um erro de projeto desses.

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    7. Sr. Daniel, quer saber meu nome pra quê, quer me namorar? Eu, hein (rs)!

      Reitero o que afirmei aí pra cima e você, com sua resposta, em mais uma explicação detalhada, apenas corrobora o que eu afirmei.

      O caso desse Ford é apenas mais um, dentre inúmeros, da falta de planejamento e desenvolvimento de algo que preste. Isso é uma praga que se espalha por toda a indústria automotiva brasileira.

      PS.: Sou um leitor muito consciente.

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    8. Anonimato para que? Ninguém aqui é testemunha de crime para se esconder atrás do anonimato nem vai depor na CPI do Cachoeira!!!

      Saiba de uma coisa: Mais da metade de todos os problemas relativo a quebras de cambio, caixa de transferência e diferencial de veiculos 4x4 de tempo parcial são culpa do usuário. E não do projeto.

      O projeto pode ATÉ induzir o usuário ao mau uso mas o uso errado é a principal causa de quebra do sistema. A outra parte são os repotenciamentos indiscrimidados de motores e troca de pneus por outro indiscriminadamente maiores.

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  29. ONTEM CARRO DE MAGNATA, HOJE VIATURA DE MANO E FAVELADO.

    (Tirando os antigos/preservados, claro)

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    1. Lorenzo Frigerio26/06/12 18:08

      Falando em magnata, na época um amigo meu disse ter visto um senhor descendo de um Del Rey com motorista, entrando no Jack In The Box da Praça Panamericana e pedindo um sanduíche.
      Esse senhor era o Amador Aguiar, conhecido por seu estilo sóbrio e frugal.
      Você parece ser jovem, sabe quem era o figura?

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    2. Lorenzo...

      Me criei no Alto de Pinheiros e lembro direitinho do Jack in the Box.

      Não me lembro do Amador Aguiar do Bradesco por lá, nem sabia que era nosso vizinho de bairro. Lembro de ver um sujeito calvo que meu pai falava que se chamava Serra

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    3. BOX(ta)666: você é uma besta, como sempre. Volte para o inferno.

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  30. Daniel BBB26/06/12 16:45

    Mais um carro pra quem tem pinto mole.

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    1. Lorenzo Frigerio26/06/12 18:10

      Eu vejo o Del Rey como um Corolla da época. Um carro BUNDAÇO!

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    2. Verdade....Nunca tinha pensado nisso.

      Excluir
    3. O Del Rey fazia 0-199 mais lento da categoria e era o mais equipado e bem acabado, o Corolla é o mais rápido da categoria em muitas versões e é bem mais simples. É o Lorenzo falando besteira como sempre e tomando de Ford, Corolla e Fiat com as porcarias que ele tem

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    4. Galera fala mal do corolla, nao dirigiu os concorrentes

      Excluir
    5. Jackie Chan27/06/12 10:16

      Concordo, anônimo 02:41. No mais, quem fala mal de Corolla sem ter fundamentos, deve ser porque tem raiva do fato de uma carro tão comum e barato lá fora, ser considerado carro de dotô aqui no Brasil.

      Excluir
  31. CMF, cara, você me deixou saudosista...
    "Tive bons momentos dentro deste Del Rey, ele me acompanhou em algumas de minhas aventuras de juventude"
    idem..... Não sei se foi o seu caso, mas aquela maçaneta da porta "escondida" me rendeu bons momentos, para "gentilmente" abrir a porta para as incautas passageiras.. Ninguém que andava pela primeira vez num Del Rey achava aquela maçaneta.

    Não andava nada, mas não me impediu de dar vazão à minhas propensas habilidades de "piloto" na minha juventude...
    Com relação à durabilidade, tivemos um Del Rey branco que rodou uns 350-400 mil kms, um 180 em estradas de chão... Muitas vezes com bastante carga, quando nossa camionete estava quebrada...

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    1. Ahahahahahahahah... Muito bem lembrado, a posição da maçaneta era estratégica, bem na frente e na parte de baixo da porta. A demora em achar a maçaneta sempre acabava rendendo uma boa debruçada sobre as pernas da passageira, "com licença, deixe que eu abro a porta para você...".

      Bela e doce recordação dos tempos de moleque solteiro.

      Excluir
    2. O Landau tinha mesma questão com a maçaneta interna de acionamento pouco convencional. Foi assim que conheci os seios de minha atual esposa.

      Excluir
  32. Convém lembrar que nos anos 80 a velocidade máxima era de 80 km/h. Então desempenho não era lá muito necessário, já que a 120 km/h parecia que se estava "voando baixo" e 160 km/h era um "suicídio". Por isso que o Opala podia ter só quatro marchas e câmbio curto que ainda assim era percebido como esportivo (ele berra alto quando é acelerado a mais de 140 km/h, ali sente-se a falta da quinta marcha. Acho que com cinco marchas o Opala iria a 200 km/h).

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    1. Lorenzo Frigerio26/06/12 18:17

      Nos anos 70, o Opala teve a opção de um tal de "câmbio gama" (ou será "câmbio alfa"?). Tratava-se de um câmbio com as primeiras 3 marchas semelhantes às de um câmbio de três, porém com uma quarta marcha overdrive. Um truque era feito no trambulador para se inverter a posição da terceira e da quarta, pois nos câmbios de 4 marchas a quarta é direta. Então, colocaram o overdrive na antiga terceira e fizeram a inversão; a marcha direta passou a ser a terceira.
      Nos Estados Unidos, os câmbios de 4 marchas da Chrysler também tiveram essa opção nos anos 70.

      Excluir
    2. É relativo essa questão de limites. A maioria das estradas ainda têm limites de 80Km/h e pior: temos mais radares.

      João Paulo

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  33. Ford é sempre igual, poderia ser a maior e melhor do Brasil mas nunca desempaca.

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  34. Em suma: um bom carro e um ótimo motor. Apenas um não era feito pro outro.

    João Paulo

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    1. Eu inverteria: um ótimo carro e um bom motor. Apenas um não foi feito para o outro.

      Excluir
  35. Travessas a parte ainda nao consigo entender porque a Ford nao pos o 2.3 no Del Rey. Ia ficar um puta carro com ele.
    O acabamento e o conforto eram otimos, so faltava a vitamina mesmo.
    ...e o reloginho era o apice. Aquilo era hipnotico para o moleque sentado no banco traseiro. Era a coroa do rei kkkk

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    1. Helcio Valvano26/06/12 22:20

      Ainda tenho delírios com um V6 de Ranger num Del Rey, usando o eixo traseiro da belina 4x4 .... :P

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  36. Fábio Fernandes26/06/12 20:45

    O Del Rey marcou minha infância nos anos 80. Nada parecia tão sofisticado quanto um modelo Ghia, o relógio no teto com agradável iluminação em verde, o revestimento aveludado, os faróis de neblina e os pneus de perfil baixo chamavam atenção. Mas, tenho duas memórias bastante deste Ford: o ruído característico do CHT, mesmo ainda "guri" conseguia descobrir que um Ford estava por perto somente pelo som do motor. E nos gelados invernos de Porto Alegre era o máximo ver aquela fumaça branca expelida pelo escapamento (virado para baixo) junto do característico cheiro do etanol. Mesmo que não tenha sido o melhor da categoria, mesmo que não tenha sido um campeão de vendas, o Del Rey jamais desaparecerá de minhas memórias. Infelizmente, os poucos que restam hoje, estão mal cuidados, um triste fim para um "senhor" de tanto respeito.

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    1. Sobre o som característico, este ficou de herança para o Zetec Rocam. Difícil não identificar um quando se aproxima.

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  37. Acredito que a Ford tenha lançado o Maverick em detrimento do Taunus (na Argentina)/ Granada (na Europa), porque o motor velho do jipe cabia no cofre do Maverick sem ter a montadora que se preocupar, já naquela época, em adaptar o 2.3 (que tivemos anos depois) do Granada à nossa "gasolixo". E, quem diria, quase quatro décadas depois o Maverick tornou-se um dos mais venerados, desejados e amados carros nacionais (assim como o Opala, que não é muito melhor que o concorrente da Ford). Mas isso é assunto para o próximo post (ainda vou ler aqui a história do Maverick).
    O Del Rey foi um carro emblemático, a começar pelo nome pomposo e dividido em duas palavras.
    Chamou-me a atenção uma vez, há muitos anos, quando estive na oficina do meu mecânico de confiança e ele estava desmontando a caixa automática de um Del Rey 83, e na carcaça da caixa estava estampado o logo da Renault.
    O Del Rey foi um modelo de detalhes únicos: o relógio azul com a palavra "quartzo" sob o mostrador, o manômetro de óleo e o voltímetro, a ponta do escapamento virada para baixo, a maçaneta interna da porta muito próxima do chão e os nunca mais por mim vistos três parafusos na roda (a não ser nos Peugeot 205). Inesquecível seu pioneirismo nos cintos de segurança de 3 pontos, ainda mais numa época em que 11 entre 10 motoristas ignoravam seu uso. A péssima ergonomia do interior contrastava com a excelente qualidade dos materiais, assim como as ridículas dimensões da porta (versões 2 portas), herdada do Corcel II, dimensões estas que somente se repetiram mais tarde no Fiat Tipo. Por falar em Corcel, tenho muita simpatia pelo "Corcel III", de 1985.

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  38. Rômulo Rostand26/06/12 21:58

    Mais um excelente post do Farjoun sobre carros Ford.

    Aliás esta semana relendo um livro sobre DKW, que gostei muito do conjunto da obra, vi uma deslizada do autor ao afirmar que o motor CHT derivava do motor do Renault Dauphine. Como já havia lido o post da verdadeira origem do motor CHT, não registrei a informação equivocada.

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  39. Bom post, CMF, mas o BR-800 saiu com terceira luz de freio ainda no fim de 1988. Certo, era vendido apenas a sócios da Gurgel, mas não conta?

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  40. Como muitos já disseram, eram outros tempos, e só quem viveu tudo isso pode falar com propriedade sobre o que este carro representava. Para mim o Del Rey tem o painel mais bonito de todos os tempos, era incrível o festival de luzinhas azuis e vermelhas e aquele relógio no teto. Outro de painel muito bonito é o Escort (Ghia e XR-3) de 1986. lembrando do painel desses carros, e do acabamento, fico pensando porque não conseguirmos fazer isso hoje com tanta tecnologia e abundância de materiais, é uma tristeza.

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  41. Andei muito no Del Rey 85 GL 1.6 alcoolico, carro do velho santista da casa(meu tio), que carro macio, lerdo, mas, o conforto ah que coisa lindo, o interior bem feito, na cor marrom, relógio no tenho um primor.
    Como meu tio foi fazer a viagem dele para sempre, o carro ainda circula nas mãos de um senhor aqui da cidade, e quando vejo aquele carro, que saudade.


    Deveriam fazer uma matéria sobre o Vw Santana G2.

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    1. Esse texto seria coisa pro Bitu. Mas ele anda sumido...

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  42. Aléssio Marinho26/06/12 23:28

    CMF,

    Belo post. Resgata a história desse Ford.
    Tive um Del Rey Ghia 1986 Azul 4 portas. Foi meu segundo carro, aos 18 anos.
    O carro realmente não andava, subir o Park Way era concorrer com os ônibus e caminhões, mas na reta ia bem.
    Aquele acabamento aveludado cinza dos bancos e das portas, até hoje impressionam pela qualidade. O fascínio que o quadro de instrumentos, o relógio do teto e as luzes de leitura no teto fazem falta nos carros vendidos hoje.
    Sem contar a faixa verde no contagiros, que mantendo o motor reguladinho e sempre andando nela, nos brindava com médias de 13 km/l no álcool.

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  43. Este comentário foi removido pelo autor.

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  44. Será que existe algum registro fotográfico do Maverick II?

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  45. Na época tinha gente que apelidava o Del Rey de "Corsário" = Corcel de Otário!!! Pois ele era basicamente um Corcel II melhorado, só que muito mais caro...

    O Ford Taurus,esse sim, se tivesse sido fabricado aqui, é que seria um rival à altura do Opala.

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  46. Alexandre - BH -27/06/12 04:40

    Farjoun,

    Lembrando que a sina da Ford continuou após 1991, quando o pacato e honesto Del Rey foi substituído pelo Ford Santana - mais conhecido como Versailles. O estranho no ninho desagradou boa parte da turma da melhor idade, que torcia o nariz para um carro de aspereza e acabamento incomuns ao que estavam acostumados.

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    1. Ford Santana??? Não xinga, eu o chamo de VW Versailles... Assim como teve o Ford Apollo, Ford Logus, Ford Pointer... Mesmo que seus nomes não fossem exatamente estes, eheheheh...

      Aliás, engraçado como o CHT 1.6, rebatizado de AE1600, casou direitinho com a linha Gol... Eu tinha um colega da faculdade que tinha um Voyage CHT, ele fazia 8,5 km/l de ÁLCOOL no trânsito de SP, vindo de Interlagos pra USP todo dia às 7 da noite com o carro.

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    2. Lembro de um teste da 4R da época em que não havia muita diferença em desempenho e economia em um Gol com AP 1.6 ou AE (CHT) 1.6

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    3. a melhor idade devia não se importar em tomar sufoco de caminhões na pista da direita ,apesar de "mal" acabado o versailles tinha um ap debaixo do capo e é considerado por alguns melhor do que o santana

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    4. Tive um Versailles (Ford Santana!!!kkkk) . Excelente carro, e nem se compara ao Del Rey no item "desempenho" Quanto ao conforto, não chega a ser um Landau - nem poderia - mas era do mesmo nível do Santana - muito bom mesmo; até hoje é uma boa compra, se achar um inteiro.

      Ótimo custo-benefício.

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    5. Freddy
      Depois que você comentou, dei uma olhada no CD de testes da Quatro Rodas. Nesse teste os AE 1600 consumiu um pouco menos na cidade e bem mais na estrada, mas em desempenho perdeu feio. O teste é assinado pelo Eduardo Pincigher, atual diretor de comunicação da JAC Motors Brasil.

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    6. Eu tive um Gol AE/CHT 92 a álcool, cambio de 5 marchas. Rodou 350 mil km na mão de diversos motoristas (pelo menos uns 40 mil na minha) e fundiu na minha mão, já bem cansado.

      O carro tinha um desempenho mediano para um 1,6L (na cidade, lembrava os antigos BX's refrigerado a ar embora o BX tivesse saida mais rapida em relação ao CHT) mas honesto, coerente com a proposta de um carro econômico e espertinho na cidade. Só a primeira partida do dia dele que era uma tragédia. P´ssima.

      Meu pai comprou ele em 97 com 70 mil km usamos ele em serviço até 2009 e vendi ele o ano passado com mais de 450 mil km rodados.

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    7. Bah, verdade Bob.

      Gafe minha. Tava dando uma olhada agora nesse teste. Em economia os 2 motores se equivalem, com vantagen para o AE na cidade e para o AP na estrada. Mas em desempenho realmente o AP leva uma clara vantagem, com mais de 2,5s no 0-100.

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    8. Nada disso ,o que prejudicou a venda do Versailles foi a burrice da Ford de trazer o Mondeo para o Brasil ,ou seja canibalismo interno da marca ,se não fosse isto o Versailles ,além de um bom carro como é ,seria um grande sucesso de vendas !
      Fabio .

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  47. Alguns desceram o cacete no Del Rey mas na época de seu lançamento o que se tinha por aqui nesse segmento ???

    O Opala 6cc , Landau e Linha Dart - Eram muito gastões e caros.

    O Alfa era muito caro e também gastão .

    O Opala 4cc não tinha desempenho muito melhor e gastava mais.

    O Passat era de outra categoria.

    O Monza vinha em 82 como um Hatch 1.6 de desempenho pior do que o Corcel.

    A Fiat só tinha seus derivados do 147.

    Então muitos estão comparando O Del Rey com Santana e Monza mas na época de seu lançamento eles não existiam.. e se o Del Rey se manteve até os anos 90 é porque vendia , andando bem ou não.

    Além disso o desempenho dele não era muito diferente da grande maioria de nossa frota na época que era dominada por Fuscas , Chevettes ,Brasílias e Opalas 4cc.


    Outra coisa que a Ford dizia em todas as propagandas da época que o propósito do carro era CONFORTO E ECONOMIA, ou seja , ninguém comprava um Del Rey para fazer TRACK DAY...

    Aberrações mesmo eram os Pseudo-Esportivos como Chevette GP , Corcel GT e Opala SS 4cc que prometiam desempenho superior mas não passavam de carros enfeitados ( VIDE ASTRA E MERIVA SS).

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    Respostas
    1. Em 1981, ano de lançamento do Del Rey, não mais existia a linha Dart, esta descontinuada em 1979. De resto, beleza. Apenas discordo da afirmação de que o Monza 1.6 tinha desempenho pior que o Corcel. O Monza era muito melhor em todos os aspectos. Quando lançaram a versão sedan e o motor 1.8 aí que ferrou de vez com o Ford. E depois, com o 2.0, foi o tiro de misericórdia. O mesmo em relação ao Santana. Minha teoria para o Ford ter se mantido é de que possuía um público muito fiel à marca.

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    2. A linha Dart existiu até 1981.

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    3. Tem certeza, Mr. Car? O Polara, sim, mas o Dart... não lembro de ter visto nenhum do ano 80 ou 81.

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    4. DART 81? NO BRAZIL?

      SÓ SE FOR NOS EUA, MR. RODA-PRESA.

      AQUI ACABOU EM 1980.

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    5. Dart preto 1981 chassis de série 93008. O último no mundo E produzido no Brasil.
      Cara, custa procurar? Achei em menos de 10 segundos no Google.

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    6. Aqui uma pertinente matéria:

      http://parachoquescromados.wordpress.com/2011/10/17/93-008-o-ultimo-dodge-dart-do-planeta/

      (antes que digam que só contribuo com pachorra neste blogue).

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    7. Rafael Ribeiro27/06/12 12:10

      Box666 sabichão: acesse o link do Museu do Dodge e veja um Dart 1981 de seu acervo:
      http://www.museudodge.com/?pagina=foto&cadastro=fotos_acervo&id=2
      QUEM É O RODA PRESA ENTÃO?

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    8. Fabricado em 80, registrado como 81. Grande coisa!!

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    9. Seu burro, o último Dodge foi FABRICADO em 1981. Além de burro é teimoso como uma besta. Daí o número 666????

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  48. Bruno Moreno27/06/12 10:14

    Se o pessoal da Ford resolvessem utilizar o motor 2.3, a Delrey já iria nascer com no minimo 100cv.

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    Respostas
    1. Com a suspensão dele, no minimo uma atitude suicida .

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    2. Minha memória pode estar falhando, mas tenho quase certeza de ter lido em algum lugar, à época, que a Ford havia feito um protótipo de Del Rey com entre-eixos alongado e o OHC 2.3. Porém sairia muito caro ser produzido. Isso, muito antes do motor AP da AutoLatrina. Se não me engano, acredito que era para não deixar órfãos os clientes do Landau...

      Mas a Ford, ah! a Ford... Desde sempre.... Exemplo atual: simplesmente parou de produzir Ranger (diesel) e a Linha F (250, 350)..

      Com relação à estabilidade, não seria pior do que os opalas, os VW à ar ou o próprio Landau....

      RHS

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  49. Nos anos 80, não havia tecnologia nova, mercado fechado, reserva de informática, motor i.e., turbo, 16v só nas revistas de ficção, lembram? Uma característica do motor "CHT" é que, salvo engano, ele não passava de 1.6l, nem aceita grandes venenos, ou seja, a Ford não tinha como transformá-lo em 1.8, acompanhando o marketing da GM e da VW - quem viveu naquele tempo, se lembra dos primeiros Monza, com motor 1.6 fraquinho, aí na linha 83 a GM aumentou para 1.8 e o Monza decolou, a partir de 87 versões top 2.0, enquanto o Del Rey...; os primeiros Santana usavam motor de Passat esticado para 1.8 fraquinho, desempenho triste, mas logo depois, recalibrados viraram os AP 800 e AP 2000, aliados àquele truque do câmbio curto, alegria de taxista aloprado, enquanto o Del Rey...

    Taxi Driver

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  50. DART 81? SÓ SE FOR NOS EUA, MR. RODA-PRESA!!!!


    AQUI PAROU EM 1980.

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    Respostas
    1. Rafael Ribeiro27/06/12 12:09

      Box666 sabichão: acesse o link do Museu do Dodge e veja um Dart 1981 de seu acervo:
      http://www.museudodge.com/?pagina=foto&cadastro=fotos_acervo&id=2

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    2. Fabricado em 80, registrado como 81. Grande coisa!!

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    3. Dart 81, sim, Sr. Box "Cérebro-Preso" 666.

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  51. Monza era superior ,se não podia comprar um Monza o negocio era sentar e chorar , relógio no teto alguns fiats tinham também, mesmo assim não eram os melhores carros por causa disso , o painel do Monza era mais bonito e o carro tambem era bem acabado se o Monza bebia mais combustível acho que quem compra um carro top de linha não deve se preocupar com o consumo e sim com o acabamento e o desempenho ,comprar um carro top e andar junto com caminhão deve ser osso ,gm e vw davam as cartas nessa época tanto que a ford brasil quase fechou e o que salvou ela ? a mal falada autolatina .
    Fabio .

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Monza Classic pintura saia e blusa 1987(?)era lindo .
      obs : não sou monzeiro .abrs!

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  52. Box666,

    Sim, Dart 81 e aqui no Brasil, inclusive o ultimo deles, documentado eu localizei abandonado aqui em brasilia numa oficina e providenciei a ida dele para o musel do dodge em são paulo. Nos eua acabou em 76. O ultimo dodge dart feito no universo foi feito no Brasil e no ano de 1981.
    No mexico morreu pouco depois tb, se não me engano em 78. Os mexicanos eram uma carroceria A identica as nossas e as americanas feitas entre 67/76. Os dodges argentinos são da geração anterior, até 66.

    ResponderExcluir
  53. BOX 666 nó cego ..

    Leia antes de escrever besteira ...

    "O Dodge Dart 1981 tem alegadas 17 unidades produzidas. Porém este número não é 100% confiável. Sabe-se que vários Dodges Dart 81 foram exportados para a Bolívia e não estão computados neste número"

    EXISTIU SIM ...DODGE 81....

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    Respostas
    1. Fabricado em 80, registrado como 81. Grande coisa!!

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    2. Não importa o ano, queria ter um Dodge Dart ou um Charger !
      Fabio.

      Excluir
  54. Box dos infernos seu grande burro! O último Dart foi FABRICADO em 1981. Precisa desenhar para você entender????

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